A Cidade Abstrata de Luis Jungmann Girafa

A arquitetura brasiliense fica ainda mais provocativa através do olhar de Luis Jungmann Girafa em fotolivro recém-lançado.  O que é uma abstração? A pergunta – que poderia ser respondida tanto pela filosofia quanto pela psicologia, pelas artes visuais ou por tantas outras áreas do saber humano, mas quase sempre distante do concreto – encontra uma de suas possíveis e mais lúdicas definições em A Cidade Abstrata. O novo livro reúne 100 fotografias do artista multilinguagem Luis Jungmann Girafa. Com edição da Matéria Plástica Arte Atemporânea, a obra é fruto de seus mais de 70 anos de vida, dos quais mais de quatro décadas foram dedicadas às artes no Distrito Federal. “A Cidade Abstrata é uma série de fotos que dizem respeito a Brasília e que tem esse conteúdo que não é descritivo, é uma coisa mais provocativa, que são detalhes do urbanismo que nos centra. É um livro que eu busco capturar cenas que não necessariamente correspondam à realidade do que está sendo fotografado, mas que você tenha uma representação”, explica Luis Jungmann Girafa. O lançamento da obra ocorreu na segunda semana de maio, na livraria Platô (405 Sul). O público pôde adquirir a obra no local (R$ 80) e participar da sessão de autógrafos com o autor, que contou ainda com brindes, apresentação musical do Duo Teclados e Cordas – com Renato Vasconcelos e Paulo Andretta Vares – e uma exposição de diversos quadros de autoria de Girafa, que seguem disponíveis para venda. A Cidade Abstrata A publicação reúne uma seleção intuitiva do trabalho de Girafa, evidenciando o refinamento do olhar deste premiado fotógrafo, que atua também como arquiteto, cineasta e artista plástico. A obra sugere uma provocação sobre o espaço de viver e a arte, revelando não somente a geometria de Brasília e suas infinitas possibilidades, mas o interessante paradoxo de uma paisagem urbana que nasceu planejada, feita de materiais que remetem a tudo o que é sólido e perene. De fato, as imagens captadas por Girafa proporcionam novos ângulos e leituras acerca da capital: a institucionalidade brutalista contrasta com certa precariedade; frestas por onde pessoalidades vazam outros matizes. Transeuntes anônimos, trabalhadores e usuários do equipamento urbano completam e vivificam as cenas. Fruto de financiamento do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), o projeto prevê ainda a distribuição gratuita de 30% da tiragem. Nas páginas de A Cidade Abstrata, fica evidente que “a luz torna-se forma geométrica, a linha se transforma em traço de cor, a textura ganha proporção, e o volume se define como espaço dentro do enquadramento. Luiz Jungmann evidencia, em suas imagens, os variados da linguagem visual, deixando, ao mesmo tempo, uma brecha para o simbólico e o lírico, marcando o desejo de busca pela expressão sensível, em que os elementos visíveis não se limitam a formas composicionais, mas transmitem intensidades subjetivas”, afirma a curadora Cinara Barbosa. “Nesse ritmo, o livro apresenta imagens que quebram padrões, ora de um modo, ora de outro, trazendo movimento por meio de vestígios de plástico bolha, telas de sombreamento utilizadas na construção civil, sugerindo o passado da cidade planejada. Ao mesmo tempo, revela a Brasília que se transforma em uma escala cotidiana de presença viva, tecida pelas marcas de sua ocupação humana”, complementa a curadora. Responsável pela pergunta inicial deste texto, a poeta brasiliense Maria Lúcia Verdi – que assina o texto de abertura do livro – acredita que a intenção de Luis Jungmann Girafa é 100% provocativa na obra ao estampar “imagens que documentam a interminável possibilidade de abstração, contida na geometria de Brasília. Recortes exatos, detalhistas, olhar preciso sobre construções e desconstruções presentes na cidade – neles, a presença do cimento, da pedra, do ferro, do vidro, da madeira, do plástico, da argila. Os corpos do concreto em todas as gradações do cinza e em todas as cores. Mas existem reflexos, traços, riscos, fraturas encontráveis em distintas superfícies, que remetem literalmente à arte abstrata – o olhar vagando do chão ao teto, recolhendo-as”. Já o autor modestamente afirma ser um “fotógrafo sem estilo” que acredita que “a fotografia tem que ir para o papel. Seja no jornal, na revista, no porta-retratos, na parede ou nas páginas de um livro”. Como é o caso de A Cidade Abstrata, um trabalho que nasceu e se desenvolveu de forma muito intuitiva. “Eu não pretendo guiar o olhar de ninguém, prefiro que as pessoas gostem, de alguma forma, que se sintam atraídas pelas imagens e assim façam a sua própria viagem”, sentencia. Sobre o autor Luis Jungmann Girafa é uma figura múltipla e transdisciplinar, um autêntico “homem renascentista” do Planalto Central, cuja atuação transita de forma fluida por diversas linguagens. Arquiteto, artista plástico, fotógrafo, cineasta, poeta, cenografista, ilustrador e professor, Girafa tem sua trajetória profundamente entrelaçada com Brasília – cidade onde absorveu, desdobrou e reinventou a herança modernista. Graduado e mestre pela Universidade de Brasília (UnB), onde se consolidou como professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), ele utiliza a visão espacial e o rigor construtivo como alicerces de sua produção. Nas artes plásticas, destaca-se pela abstração geométrica e pela criação de “maquetes poéticas”. Na fotografia, premiada e reconhecida nacionalmente, foge do mero registro para investigar texturas e composições geométricas, fazendo a ponte entre a tradição dos pioneiros construtivistas e a arte visual contemporânea. Essa mesma percepção do espaço e da luz é transportada para o audiovisual, área em que atua com direção de arte e direção-geral (como no projeto Eu Não Sei), tendo sido consagrado no 54º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (2021) com dois troféus Candango de Melhor Filme e Melhor Montagem pelo longa-metragem Acaso. Em essência, Girafa une a precisão do arquiteto à subversão do artista: domina as regras do espaço e da gravidade para, por meio da arte, subvertê-las e criar novos mundos. Serviço: “A Cidade Abstrata”, de Luis Jungmann Girafa À venda na Livraria Platô – CLS 405, Bloco A, Loja 12, Asa Sul – Brasília/DF Valor do livro: R$ 80 (à venda no local ou diretamente com o autor –

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Remembear cultiva afetos e memórias das mães

Com direção criativa de Fabiani Christine, marca de personalizados aposta em fé e arte brasiliense para transformar presentes em heranças emocionais Num calendário cada vez mais atravessado por datas que pedem consumo rápido, a marca brasiliense Remembear prefere desacelerar — e sentir. Para o Dia das Mães 2026, a etiqueta apresenta “Jardim de Amor”, uma coleção que transforma o gesto de presentear em narrativa afetiva, com estética delicada e camadas simbólicas que orbitam entre fé, memória e pertencimento. A diretora criativa Fabiani Christine conduz a proposta como quem cultiva — literalmente — um jardim emocional. Orquídeas em branco e verde estruturam a identidade visual, enquanto ícones de devoção, como Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora das Graças, Nossa Senhora de Guadalupe, Santa Terezinha e o Espírito Santo, surgem como amuletos visuais de proteção e maternidade. O floral se expande em hortênsias, girassóis, lavandas e tulipas, compondo um repertório que equilibra o clássico e o contemporâneo sem cair no óbvio. Há, ainda, um movimento importante de valorização da cena local. Artistas de Brasília, como Andrea Zakarewicz, Mariana Vidigal, Maite Barbosa, Jader Rodrigues e Rafaela Rodrigues, assinam peças exclusivas, reforçando o caráter autoral da coleção — que atravessa porcelanas e cristais pintados à mão, objetos em madeira, quadros e até confeitaria artesanal. A personalização, já assinatura da casa, ganha força: fotos, manuscritos e desenhos são incorporados às criações, deslocando o presente do campo do objeto para o território da memória. “Mais do que presentear, queremos criar memórias afetivas. Cada peça carrega uma história e nasce da intenção de transformar sentimentos em algo permanente”, afirma Fabiani. Veja mais no Instagram: @remembear.brasil Imagens: Divulgação/Cedidas ao Lackman & Co.

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Dia das Mães com afeto e Athos Bulcão no TGS

Taguatinga Shopping aposta em memória afetiva e design brasiliense em campanha de Dia das Mães Há campanhas que operam no automático — e há aquelas que tocam em algo mais silencioso, quase íntimo. A do Taguatinga Shopping, neste Dia das Mães, me parece caminhar nesse segundo lugar. Não pela mecânica, que é clara, mas pelo gesto de escolher Athos Bulcão como ponto de partida. Em Brasília, isso nunca é apenas uma referência estética; é memória incorporada ao cotidiano. Entre 30 de abril e 11 de maio, o presente deixa de ser apenas um objeto e passa a carregar uma camada de reconhecimento. A boleira colecionável, construída a partir dos grafismos de Athos, não é só um brinde — ela evoca a cidade dentro de casa. Há algo de muito preciso nessa transição: do azulejo público à mesa privada, do monumental ao afetivo. “A proposta deste ano foi trazer um item que tivesse reconhecimento imediato e conexão com a cidade. A escolha do Athos Bulcão fortalece esse vínculo e amplia o valor percebido do presente”, afirma a gerente de marketing do Taguatinga shopping, Mayce Tranquillini. Saiba mais… Entre 30 de abril e 11 de maio, a campanha organiza-se de forma direta: a cada R$ 600 em compras, o cliente garante uma boleira exclusiva inspirada na obra de Athos Bulcão; a cada R$ 400, recebe um cupom para os sorteios. Estão em jogo 50 vouchers de R$ 500 para o Madero, com sorteios nos dias 9 e 13 de maio, além de um Citroën Basalt 0km, que será sorteado em 17 de junho. Notas fiscais do Madero pontuam em dobro, assim como a doação de 1kg de alimento não perecível. Toda a participação acontece via aplicativo do shopping, com apoio presencial no Piso 3. O resgate do brinde é limitado a uma unidade por CPF. Todos os detalhes no www.taguatingashopping.com.br Imagens: Divulgação

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Onde o Cerrado encontra o Sol Nascente

A Coluna #PERAMBULANDO exalta “Passageiro”, exposição que rola do outro lado do mundo, unindo entulho colonial do DF ao zen budista japonês em uma experiência visual incrível. Se você ainda não está sabendo do rasante que a arte brasiliense está dando no Oriente, a hora é agora. O artista João Angelini está em solo japonês com a exposição “Passageiro”,  até o dia 9 de maio. Esqueça as definições tradicionais de “exposição”. O que Angelini apresenta no centro cultural @koganechoamc, em Yokohama, é o resultado vibrante de seis meses de imersão total no Japão. A convite da Embaixada do Brasil em Tóquio, o artista trocou a poeira de Planaltina pelo refinamento tecnológico e espiritual de Yokohama, e o resultado é uma investigação potente sobre o que significa ser, justamente, um passageiro: aquele que atravessa fronteiras, sistemas e memórias. Uma ponte entre o Cerrado e Kyoto  A mostra é um convite para #PERAMBULAR (nem que seja vitualmente: confira esse post babadeiro!) por 23 obras inéditas que misturam pintura, escultura, vídeo e até referências que todos nós amamos, como mangás e animes. O grande destaque — e que dá o tom da genialidade do João — é a obra A Linha do Desejo. Nela, ele faz o impossível: une fragmentos de entulho de uma casa colonial de 1830, lá de Planaltina, com padrões geométricos inspirados em templos budistas de Kyoto. É o encontro do nosso barro com o zen japonês; da nossa história de expansão com a contemplação oriental. “Os trabalhos partem de tensões e aproximações entre Brasil e Japão — econômicas, históricas e estéticas — mas também da escuta e da imersão no cotidiano”, revela Angelini. Para ele, tudo ali é transitório, como uma imagem em dissolução. Esta é a primeira individual internacional do artista, consolidando sua presença no circuito global. Radicado na periferia rural de Brasília e membro do incensado coletivo EmpreZa, Angelini leva a força da nossa produção local para um dos palcos mais exigentes do mundo. Sobre o Artista João Angelini vive e trabalha em Planaltina (DF). Sua prática transita entre a gravura, o vídeo e a performance, sendo representado pela Referência Galeria. É um mestre em investigar os “modos de fazer” e as conexões entre diferentes suportes. Arigatô & Sayonara! Passageiro, de João Angelini / Centro Cultural @koganechoamc, Yokohama, Japão / Até 9 de maio / Embaixada do Brasil em Tóquio, Instituto Guimarães Rosa e Conexão Cultura DF Fotos: Divulgação

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“Rave é uma arte”

A notícia que abalou o mundo da música: após duas décadas, a Rainha do Pop decide revisitar a pista de dança mais famosa do mundo e anuncia a sequência do icônico álbum de 2005. E tem mais novidade chegando neste sábado…   Hoje eu aproveito este espaço que a Coluna #PERAMBULANDO me proporciona para dividir com vocês uma das minhas grandes paixões: Madonna. Sim, este jornalista é um dos milhões de fãs dessa mulher incrível que, no começo da semana, parou a internet ao anunciar o lançamento de mais um álbum de estúdio, o aguardadíssimo Confessions II. E como se já não fosse o suficiente para o caração de um fã alucinado, há pouco mais de três horas, neste sábado 18 de abril de 2026 (dia do meu aniversário) ela me presenteia com o lançamento da primeira música em suas plataformas digitais: I Feel So Free… Obrigado pelo present Madge! O fato de que essas novidades deixam muita gente contando os dias é completamente compreensível: afinal, após mais de quatro décadas de carreira, ela continua encantando e, acima de tudo, ditando o ritmo do jogo. Isso porque, desta vez, a eterna “Material Girl” decidiu olhar para o próprio legado para projetar o futuro. Confessions II chega como a continuação direta do aclamado disco de 2005, que nos presenteou com o hino Hung Up. Em comunicado oficial divulgado pela Billboard, Madonna foi enfática sobre a filosofia por trás desse novo trabalho: “Eu queria voltar ao lugar onde a liberdade é a única regra. Para mim, a rave é uma arte; é um espaço sagrado de expressão onde o corpo e o espírito se fundem na batida“. Essa declaração explica muito sobre a sonoridade que podemos esperar: um mergulho profundo na cultura clubber, mas com a maturidade e a visão artística que só ela possui. Aos 67 anos, Madonna prova que a idade é apenas um detalhe diante de uma mente que não para de criar. O burburinho global – que dominou desde as manchetes do G1 até os portais da BBC, sem falar nas publicações especializadas – confirma que o mundo ainda precisa da dose de ousadia que só a Rainha do Pop sabe aplicar. Ela não está apenas lançando músicas novas; ela está reivindicando seu trono na pista de dança, reafirmando que a celebração e a arte de se perder na música são essenciais. Eu, particularmente, já estou com a minha playlist de aquecimento pronta, revisitando os clássicos enquanto aguardo esse novo capítulo que promete redefinir, mais uma vez, o que entendemos por música pop de qualidade. E do outro lado da tele, quem por aí também está com o nível de curiosidade nas alturas por conta de Confessions II? Fotos: Reprodução

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O reencontro de Brasília, Débora Falabella e Prima Facie

Assistido por mais de 150 mil espectadores, em pouco mais dois anos desde a sua estreia, espetáculo sobre advogada de abusadores conquistou as principais premiações do teatro. Em cena, Débora Falabella vive a bem-sucedida advogada Tessa, que tem acusados de violência sexual entre seus clientes. Vinda de uma família pobre, ela batalhou e venceu no complexo mundo da advocacia. Ao mesmo tempo em que experimenta o sucesso, Tessa precisa encarar uma crise que a obriga a rever uma série de valores e princípios, além de refletir sobre o sistema judicial, a condição feminina e as relações conturbadas entre diversas esferas de poder. Prima Facie cumpre temporada nos dias 30 de abril e 1ª de maio no Teatro Planalto, do Centro Convenções Ulysses, com sessões quinta, às 20h, e sexta, às 15h30 e às 20h. Mas corra e garanta seu lugar pelo Sympla, pois os últimos ingressos da sessão extra estão quase acabando, e os das demais já não restam mais. O fato é que a montagem, que estreou em abril de 2024 no Rio de Janeiro, é um verdadeiro fenômeno de público. Com curtas temporadas de sessões lotadas em Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Curitiba, além dos oito meses em cartaz em São Paulo e dos quatro no Rio de Janeiro, a peça alcançou um público superior a 150 mil espectadores. Em agosto de 2024 em Brasília, o espetáculo recebeu a ministra Cármen Lúcia, do STF, Ayres Britto, ex-ministro do STF, e a ex-subprocuradora Geral da República, Raquel Dodge, para uma bate-papo após a sessão. Durante a temporada no Rio de Janeiro, foram debatidos temas como a representatividade feminina no judiciário e a legislação de violência sexual, com a presença de advogadas de esferas distintas. Desde a sua estreia em Londres, em 2022, Prima Facie seguiu uma trajetória meteórica. Escrito por Suzie Miller, o texto ganhou dezenas de montagens ao redor do mundo, conquistou a Broadway e o West End inglês, e inspirou debates e esforços para mudar algumas leis britânicas. Devido ao êxito, a autora foi convidada para debater sobre o abuso contra mulheres na ONU. Premiações Débora Falabella venceu os Prêmios Shell, APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), APTR (Associação de Produtores de Teatro) e Bibi Ferreira de Melhor Atriz. Já a obra recebeu o Prêmio Arcanjo de Melhor Solo e outros quatro troféus da APTR, sendo: Direção (Yara de Novaes), Cenografia (André Cortez), Iluminação (Wagner Antonio) e Figurino (Fabio Namatame).  Ficha técnica Atuação: Débora Falabella | Texto: Suzie Miler | Direção: Yara de Novaes | Tradução: Alexandre Tenório | Cenário: André Cortez | Figurino: Fabio Namatame | Iluminação: Wagner Antonio | Trilha Sonora: Morris | Consultoria jurídica: Maria Luiza Gomes e Mateus Monteiro | Direção de Produção: Catarina Milani | Assistentes de Direção: Ivy Souza e Renan Ferreira | Idealização: Edson Fieschi e Luciano Borges | Realização: Borges & Fieschi Produções e Antes do Nome | Assessoria de imprensa em Brasília: Território Comunicação | Produção em Brasília: DECA Produções. Corre que está acabando! Prima Facie / Teatro Planalto do Centro de Convenções Ulysses – Setor de Divulgações Culturais (SDC), Lote 5, Eixo Monumental / 30 de abril e 1º de maio – quinta, às 20h, e sexta, às 15h30 e às 20h / Ingressos pelo Sympla a partir de R$ 80 / 100 minutos / 14 anos / Siga @primafaciebrasil Com informações da Assessoria de Imprensa – Fotos: Annelize Tozetto

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Cultura, tecnologia e inovação no centro de Brasília

Em sua segunda edição, Setor Criativo Sul transforma o Setor Comercial Sul em território de experimentação, formação e desenvolvimento criativo. O Instituto No Setor apresenta a segunda edição do Setor Criativo Sul, iniciativa que articula cultura, ciência, tecnologia e inovação como estratégia de ativação urbana e desenvolvimento econômico no centro de Brasília. Com realização da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF), o projeto acontece entre os dias 20 e 22 de abril, ocupando diferentes espaços do Setor Comercial Sul. A programação de três dias acontece simultaneamente em mais de 10 espaços do Setor Comercial Sul, a partir das 10h, abrangendo oficinas, palestras, rodas de conversas e  transformando o centro da cidade em espaço de troca e debates sobre as relações entre cultura, tecnologia e sustentabilidade. As formativas são acompanhadas de atrações artísticas como jam session no Espelunca Bar, mostra de filmes no Museu dos Correios, desfile de moda na Praça dos Artistas, contação de história para crianças na Praça do Povo, feira de produtores do cerrado no Armazém do Campo. No aniversário de Brasília, 21/4, o SCS recebe programação de shows locais e feira de artesanato. Das 10h às 18h, a Feira na CALçada ocupa a rua do centro da cidade com mais de 40 empreendedores de diferentes fazeres, entre arte, moda, objetos e impressos independentes. Às 14h, as Margaridas sobem no palco para um show de rap candango e são seguidas do Samba Pras Moças, às 17h, encerrando a programação do dia ao som de festa. Rafael Reis, presidente do Instituto No Setor, destacou a importância do projeto na integração e fortalecimento entre os atores do território, impulsionando novas formas de produção e circulação de bens e serviços culturais. “Com foco na economia criativa e no desenvolvimento de soluções urbanas, o projeto busca estimular a criação de redes colaborativas, promover o empreendedorismo e ampliar o acesso a tecnologias e processos de inovação”, completou. O projeto Realizada pela primeira vez em 2018, a iniciativa marcou o território com uma programação diversa e ocupação simultânea de diferentes espaços, reunindo atividades formativas, intervenções urbanas e apresentações culturais. Nesta nova edição, o projeto retoma e amplia essa proposta, fortalecendo o Setor Comercial Sul como espaço de encontro entre diferentes áreas do conhecimento. A proposta conecta cultura, inovação e sustentabilidade em um modelo de ocupação que envolve poder público, universidades, setor produtivo e sociedade civil. A iniciativa ocupa o coração da cidade, ativando espaços como Museu dos Correios, SESC SCS, CAL, Canteiro Central, Galeria dos Estados, além de praças, corredores urbanos, espaços culturais independentes, instituições de ensino e comércios locais da região. Entre os objetivos estão a capacitação em competências criativas e tecnológicas, o incentivo à produção de soluções sustentáveis e o fortalecimento do Setor Comercial Sul como espaço de convivência, produção cultural e inovação. “Queremos posicionar Brasília como referência em iniciativas que conectam desenvolvimento urbano, economia criativa e inclusão produtiva”, destacou o presidente do Instituto No Setor, Rafael Reis. Ao promover a aproximação entre cultura e tecnologia, o Setor Criativo Sul reforça o papel do centro da cidade como espaço estratégico para a experimentação de novas formas de uso, ocupação e produção coletiva, ampliando as possibilidades de desenvolvimento local e dinamização econômica. Para curtir o centro da cidade Setor Criativo Sul / Setor Comercial Sul – Brasília (DF) / 20 a 22 de abril – a partir das 10h / Programação completa – Siga @setorcriativosul   Com informações da Assessoria de Imprensa – Fotos: Divulgação

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Sonho Elétrico já está em cartaz

Com texto original e direção de Marcio Abreu, o espetáculo dialoga com a obra do neurocientista Sidarta Ribeiro e traz reflexão sobre a importância de sonhar coletivamente.   “Visto de cabeça para baixo, esse mundo torto pode ter jeito”, escreveu Sidarta Ribeiro em seu livro Sonho Manifesto, que foi um dos pontos de partida para a pesquisa e criação da peça Sonho Elétrico, que chega ao Centro Cultural Banco do Brasil Brasília, e cumpre temporada até 3 de maio de 2026, de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 18h. Com texto e direção de Marcio Abreu e produção da Companhia Brasileira de Teatro, que está celebrando seus 25 anos de atividades ininterruptas, o espetáculo tem o elenco formado pelos artistas Verónica Valenttino, Jessyca Meyreles, Idylla Silmarovi e Cris Meirelles, e a presença do pianista Luís Chamis em cena. Os ingressos custam R$ 15 (a meia-entrada) e podem ser adquiridos a partir de 8 de abril de 2026 pelo site ccbb.com.br/brasilia e na bilheteria física. O espetáculo que não é recomendado para menores de 16 anos tem programadas duas sessões com Intérprete em LIBRAS aos domingos, nos dias 19 e 26 de abril. Em Sonho Elétrico, uma artista e integrante de uma banda (Verónica Valenttino) é atingida por um raio. Em estado de coma, a protagonista navega pelo limiar entre vida e morte, explorando memórias, sonhos e a possibilidade de despertar para uma nova chance. A narrativa se desenvolve como um percurso sensível na mente de uma artista, servindo como metáfora para a iminência do fim e as oportunidades de transformação que podemos ter enquanto comunidade planetária. A peça, em diálogo com a obra e a interlocução de Sidarta Ribeiro, neurocientista, capoeirista e escritor brasileiro, tem como ponto de partida seu livro Sonho Manifesto: Dez exercícios urgentes de otimismo apocalíptico, no qual compartilha conhecimentos de cientistas, pajés, xamãs, mestras e mestres de saber popular, artistas e inventores que nos lembram da importância de sonhar e agir coletivamente para o futuro do planeta. Também é a continuidade da pesquisa da companhia brasileira de teatro sobre o sonho, a História e a memória, individual e coletiva, iniciada em seu espetáculo anterior, AO VIVO [dentro da cabeça de alguém] (2024). “O autor consegue articular através de uma linguagem direta e acessível um conjunto de proposições e de temas muito diversos, atuais e urgentes. Essa capacidade de diálogo com as pessoas e com a sociedade plural na qual vivemos é o principal ponto de convergência entre o pensamento de Sidarta Ribeiro e o que buscamos nessa peça: uma obra fundamental para consolidar a importância social da arte e seu potencial transformador, que revisita o passado e inspira ações para o futuro, agora”, comenta Marcio Abreu. Sonho Elétrico é uma pesquisa, criação e produção dos membros da companhia brasileira de teatro: Marcio Abreu, Nadja Naira, Cássia Damasceno e José Maria. Com equipe diversa de multiartistas e parceiros colaborativos da companhia, conta com as colaborações criativas de: Key Sawao, bailarina e artista da cena, e que assina a direção de movimento da peça; trilha sonora original e direção musical do multi-instrumentista e compositor Felipe Storino, com colaboração da compositora e cantora Juliana Linhares; assistência de direção do ator, bailarino e pesquisador Fábio Osório Monteiro; figurinos do estilista e criador mineiro Luiz Cláudio Silva e seu Apartamento 03. A Gênese do Projeto Sonho Elétrico é fruto de um processo criativo que se desenvolveu a partir da plataforma Voo Livre, criada em 2023 pelos artistas e produtores Marcio Abreu, Cássia Damasceno, Nadja Naira e José Maria. A relação da companhia brasileira com Sidarta Ribeiro e com temas relacionados ao sonho vem se desenvolvendo em diversos momentos, desde as pesquisas para a criação da peça Sem Palavras, que estreou na França em setembro de 2021. O neurocientista participou de três momentos importantes da plataforma: primeiro, em cena, no acontecimento Voo Livre – Futuros, em outubro de 2023, no Teatro de Arena do Sesc Copacabana, no Rio de Janeiro. Em junho de 2024, volta à cena na reedição de Futuros no Teatro do Sesc Pompéia, em São Paulo. Nesta ocasião, Sidarta também colaborou na residência artística Voo livre – Sonho Manifesto, direcionada a 30 jovens artistas de linguagens diversas, no Galpão do Sesc Pompeia, orientada por Marcio Abreu e a companhia brasileira de teatro, junto a artistas convidados, como Key Sawao, Cristina Moura, Kenia Dias e Helena Vieira. E, numa terceira edição, já chamada de Voo livre – Sonho Elétrico, no CPT – Sesc Consolação, como convidado e palestrante, com a equipe criativa do espetáculo e mais 15 artistas assistentes. Para quem curte teatro Sonho Elétrico / Teatro I do CCBB Brasília – SCES Trecho 02 Lote 22 / em cartaz até 3 de maio de 2026 – quinta, sexta e sábado, às 20h; domingo, às 18h / 90 minutos / Ingressos: R$ 15 (meia entrada) – no site oficial ou na bilheteria física sempre às quartas-feiras da semana anterior às apresentações, a partir das 12h / Estudantes, maiores de 65 anos e clientes Ourocard pagam meia entrada / 14 anos /  sessões com LIBRAS – 19 e 26 de abril / Siga @ciabrasileira e @ccbbbrasilia Com informações da Assessoria de Imprensa – Fotos: Divulgação  

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Um clássico que atravessa gerações

Com visual moderno e tecnologia de ponta, a nova adaptação de “Pinóquio” chega aos cinemas para encantar crianças e despertar a nostalgia dos adultos. Existem histórias que parecem morar em um lugar especial da nossa memória, e “Pinóquio” é, sem dúvida, uma delas. Nesta quinta-feira, 16 de abril, a Paris Filmes traz para as telonas uma nova versão dessa fábula imortal, e eu já adianto: preparem-se para um espetáculo visual. Tive a oportunidade de conferir o longa em uma cabine de imprensa virtual e saí com a nítida sensação de que o diretor Igor Voloshin conseguiu um feito difícil: respeitar a essência do conto de Carlo Collodi enquanto injeta uma adrenalina de aventura que dialoga perfeitamente com o público de hoje. A trama, como bem sabemos, parte do desejo sincero do carpinteiro Gepeto de ter um filho — pedido atendido por uma estrela cadente que dá vida ao boneco de madeira. Mas o que torna este filme uma “dica imperdível” da Coluna #PERAMBULANDO é a forma como ele utiliza a tecnologia live-action para criar um universo vibrante, onde a jornada de autodescoberta do pequeno protagonista ganha novos tons de emoção. É aquele tipo de cinema que resgata memórias afetivas de quem cresceu com o personagem, mas que tem fôlego de sobra para capturar a imaginação das novas audiências, que certamente ficarão hipnotizadas pelas peripécias e lições de coragem que Pinóquio enfrenta pelo caminho. Resumindo, vai agradar toda a família! O roteiro, assinado por um time de peso (Aksinya Borisova, Alina Tyazhlova e Andrey Zolotarev), foca muito no amadurecimento e naquela busca universal pelo pertencimento. É um programa de família completo, daqueles que rendem ótimas conversas na saída da sala. Se você, como eu, não resiste a uma boa jornada mágica, vale a pena garantir o ingresso. Confira o trailer no perfil da @ParisFilmes para sentir o clima e já escolha a sua pipoca. Ver o boneco mais famoso do mundo ganhar vida de uma forma tão autêntica é, por si só, um grande evento. Não está convencido ainda? Confira o trailer abaixo: Em breve nos cinemas! Pinóquio (Pinocchio) | Estreia em 16 de abril | Direção: Igor Voloshin | Distribuição: Paris Filmes | Classificação: Verifique a programação local | Saiba mais em @ParisFilmes Fotos: Divulgação

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Não perca o Festival de Cultura Popular!

Tradição e sustentabilidade são o foco da 12ª edição do evento que propõe a cultura popular como tecnologia ancestral e estratégia de desenvolvimento sustentável no Cerrado. De 14 a 17 de abril, o Festival Brasília de Cultura Popular realiza sua 12ª edição ocupando o Memorial Darcy Ribeiro, na Universidade de Brasília (UnB), nos dias 14 e 15, e a região do Lago Oeste, área rural do Distrito Federal, nos dias 16 e 17. Com uma programação que reúne conferência, rodas de conversa, vivências no Cerrado, apresentações culturais, aulas-espetáculo, feira de economia criativa e gastronomia tradicional, o encontro consolida-se como uma plataforma de articulação entre cultura popular, sustentabilidade e desenvolvimento. Mais do que um evento, o Festival propõe uma chave de leitura que reposiciona a cultura popular: não como herança estática do passado, mas como tecnologia ancestral viva e estratégica para o futuro do Cerrado. A partir dessa perspectiva, a 12ª edição adota como eixo central a relação entre Cultura Popular, Cerrado e Desenvolvimento Sustentável, defendendo que não existe desenvolvimento sustentável no bioma sem o reconhecimento e fortalecimento dos saberes tradicionais. Em 2026, o Festival presta homenagem ao historiador Paulo Bertran, intelectual fundamental para a compreensão do Cerrado como território histórico e cultural. Sua obra contribuiu para revelar o bioma como uma paisagem cultural viva, onde natureza, modos de vida e práticas sociais se entrelaçam na construção de identidades e formas de existência. “Não existe desenvolvimento sustentável no Cerrado sem reconhecer e fortalecer os saberes tradicionais. O que o Festival faz é colocar esses conhecimentos no centro do debate público”, destaca a coordenadora do festival, Danielle Freitas. As pessoas interessadas nas atividades ofertadas na edição, podem fazer a inscrição gratuitamente no link disponível na bio do perfil do evento. Atividades Ao longo de quatro dias, o Festival se organiza em dois tempos complementares. Nos dias 14 e 15, no espaço universitário, promove reflexões por meio da conferência livre sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), debates e encontros que conectam mestres da cultura popular, artistas, pesquisadores, estudantes e gestores públicos. O objetivo é inserir os saberes tradicionais no centro das discussões contemporâneas sobre desenvolvimento, em diálogo com a Agenda 2030 da ONU. Já nos dias 16 e 17, no Lago Oeste, a proposta se desloca para o território, convidando o público a vivenciar, na prática, modos de vida sustentáveis que há gerações estruturam comunidades do Cerrado. As atividades incluem experiências com agroecologia, plantas medicinais, cultura alimentar e manejo do bioma, em parceria com iniciativas locais. Conferência  A Conferência livre sobre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) acontece como parte da programação do Festival, em 15 de abril, a partir das 9h, e se integra ao processo de formulação em âmbito nacional da Conferência Nacional dos ODS, que acontece entre 29 de junho e 02 de julho de 2026. A iniciativa propõe um debate estruturado sobre a integração da cultura popular às políticas de desenvolvimento sustentável. Reconhece os territórios culturais como protagonistas na implementação da Agenda 2030 e como espaços vivos de experimentação de soluções sociais e ambientais. O encontro reúne mestres da tradição, lideranças, pesquisadores, gestores públicos, juventudes e representantes da sociedade civil para discutir caminhos práticos de integração entre cultura, meio ambiente e políticas públicas. Desta etapa, será eleito um delegado para a Conferência Nacional ODS, a acontecer em junho de 2026, representando as pautas das culturas populares e dos povos e comunidades tradicionais de Brasília. Cultura Popular  Durante o Festival, o público poderá vivenciar a energia da capoeira com o Grupo Beribazu, conduzido pelo professor Mikhael Ael, mergulhar na mitologia cênica e simbólica do grupo Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro, e se conectar com os ritmos do Cerrado nas apresentações de Volmir Batista – Batuques e Calangos, que evocam o Brasil profundo em suas sonoridades. E, em se tratando de cultura popular, como não poderia ser diferente, a tradicional Orquestra Alada Trovão da Mata ocupa a Universidade de Brasília com as figuras míticas do Cerrado e seu ritmo próprio, o Samba Pisado. “Ao integrar reflexão, experiência e tradição, o Festival reafirma o papel da cultura popular como tecnologia social capaz de organizar modos de produção, fortalecer relações comunitárias e sustentar práticas ambientais responsáveis,  apontando caminhos concretos para o futuro do Cerrado”, finaliza Freitas. O Festival Brasília de Cultura Popular é realizado pela IBRANOVA e pela Pichaim Produções, com apoio da Fundação Darcy Ribeiro, da Fiocruz Brasília, por meio da Estratégia Fiocruz para a Agenda 2030 (EFA), da Universidade de Brasília — via Licenciatura em Educação do Campo (LEdoC/UnB) e Diretoria de Difusão Cultural e Decanato de Extensão (DDC/DEX) — além do Sítio Floresta. O projeto conta ainda com fomento do Ministério da Cultura do Governo Federal do Brasil. Confira a programação completa: (sujeita a ajustes e alterações) 14 de abril – Abertura do 12º Festival Brasília de Cultura Popular Local: Memorial Darcy Ribeiro – UnB 11h — Abertura da Feira de Economia Criativa 12h — Vivência: Capoeira – Corpo, Território e Resistência 13h — Mesa: A Obra de Paulo Bertran e o Cerrado Vivo 14h — Roda: Agroecologia e Saúde Mental no Cerrado 15h — Vivência: Teatro de Terreiro 16h — Roda: Agroecologia e Cannabis no Cerrado 17h30 — Homenagem: O Cerrado como Civilização 18h — Apresentação: Cultura Popular Tradicional 19h — Apresentação: Orquestra Alada 15 de abril  — Conferência Livre de Culturas Populares e Tradicionais de Brasília sobre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável integra a programação Local:  Auditório do Memorial Darcy Ribeiro – UnB 09h — Credenciamento – Conferência ODS 09h30 — Mesa de Abertura 10h — Plenária de Abertura: Cultura Popular e Agenda 2030 11h — Abertura da Feira 12h — Encerramento da plenária e rodas de diálogo 12h — Vivência: Sambadeiras – Corpo e Ancestralidade 14h — Apresentação das propostas dos grupos 14h — Mesa: A Obra de Paulo Bertran e o Cerrado Vivo 15h — Debate e aprovação das propostas 15h — Vivência: Seu Estrelo – Mito e Território 16h — Eleição da delegação 17h — Mesa de Encerramento da Conferência 17h30 — Cortejo Cultural:

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