Festa: 10 anos de Vinho na Vila!

Em edição inédita no Pontão Lago Sul, evento reúne vinícolas do Distrito Federal e de várias regiões do país, degustações, aulas e programação cultural. Taça na mão, vista para o Lago Paranoá e centenas de rótulos brasileiros à disposição. Essa é a proposta do Vinho na Vila, que celebra dez anos em 2026 e desembarca pela primeira vez no Pontão Lago Sul, nos dias 31 de julho e 1º de agosto. A edição comemorativa reúne mais de 250 vinhos nacionais, incluindo lançamentos, edições limitadas e rótulos produzidos no Distrito Federal e em Goiás. Criado para desmistificar o consumo de vinho e aproximar o público dos produtores brasileiros, o evento acontece em formato de feira, com sessões de degustação livre de três horas, além de aulas, palestras, workshops, gastronomia, feira de produtos criativos, música ao vivo e outras experiências culturais. Com curadoria de Larissa Fin, da Casa Vitis, a proposta é oferecer ao visitante a oportunidade de conhecer novos produtores, descobrir pequenos lotes e conversar diretamente com quem faz o vinho brasileiro. “O Vinho na Vila completa dez anos com o mesmo propósito que deu origem ao projeto: mostrar a força, a diversidade e a qualidade do vinho brasileiro e valorizar a produção nacional“, destaca Larissa. Segundo ela, o evento convida o público a aprender, degustar e ampliar a percepção sobre a qualidade dos vinhos produzidos no país. Brasília também terá protagonismo na programação. Ao todo, participam 35 vinícolas, sendo dez do Distrito Federal e 25 de outras regiões brasileiras, reforçando o momento vivido pelos vinhos do Cerrado. “A força dos Vinhos de Brasília está na união de quem acredita neste território. Eventos como o Vinho na Vila são fundamentais para aproximar o público dos nossos rótulos e mostrar que o Cerrado produz vinhos de excelência, com identidade própria e uma história que está apenas começando“, afirma Renata Sanches, proprietária e sommelière da vinícola Marchese e curadora da etapa brasiliense. Para Isabella Bonato, proprietária da vinícola Oma Sena, o evento também é um convite para descobrir a qualidade da produção local. “O Cerrado de Altitude de Brasília tem nos dado muitas alegrias, com vinhos premiados na Inglaterra, França e Itália. O Vinho na Vila é uma excelente oportunidade para o brasiliense conhecer e se surpreender com o que está sendo produzido por aqui.“ Com patrocínio nacional do Sebrae e apoio do Pontão Lago Sul, o Vinho na Vila chega à capital celebrando uma década de história e mostrando que o vinho brasileiro vive um dos seus momentos mais promissores. Serviço Vinho na Vila   –   Edição Brasília Quando: dias 31 de julho e 1º de agosto de 2026 Onde: Pontão Lago Sul Horário: portões abertos das 10h às 21h Entrada: ingressos à venda pela Ticket360, com valores individuais a partir de R$ 150,00 + taxas. Formato: sessões de degustação de três horas Mais informações pelo instagram: @vinhonavila   Fotos: Divulgação

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Férias criativas na Cerrado Cultural

Programação reúne oficinas de máscaras e aquarela para crianças e suas famílias. A Cerrado Cultural realiza sua primeira programação de férias com duas oficinas gratuitas voltadas para crianças e suas famílias. Ao longo do mês de julho, o público é convidado a vivenciar atividades que estimulam a imaginação, a experimentação e a criação compartilhada. No dia 14 de julho, das 14h30 às 16h, o artista Raylton Parga conduz uma Oficina de Máscaras, um encontro dedicado à construção livre e lúdica de máscaras. A atividade convida crianças e seus responsáveis a explorar formas e personagens, transformando materiais simples em elementos de expressão e brincadeira. No dia 21 de julho, das 14h30 às 16h, a artista e arte-educadora Débora Passos ministra uma Oficina de Aquarela Botânica. Utilizando tinta produzida a partir da buganvília, arbusto presente no jardim da Cerrado Cultural, a atividade propõe uma experiência de criação em família a partir da observação da natureza e da experimentação com a aquarela. Antes da oficina, o público conhecerá as obras em aquarela dos artistas Dalton Paula e Genor Sales, que servem como ponto de partida para a atividade, aproximando a experiência da visita do processo criativo desenvolvido em seguida. Também como parte da programação, no dia 25 de julho, a Cerrado realiza uma Visita Guiada à exposição “Uma continuidade como respiro“, de Cláudio Tozzi, e à coletiva “Abissal Abismal“, com curadoria de Tálisson MeloA atividade conduz o público por um percurso comentado pelas duas mostras, apresentando as obras e seus processos curatoriais. A visita marca o encerramento do ciclo expositivo e convida o público a uma última aproximação com o conjunto em exibição. Vale ressaltar que as oficinas têm vagas limitadas e as inscrições devem ser feitas por meio do formulário disponível na bio do Instagram da Cerrado Cultural (@cerrado.galeria). Já a visita guiada, não tem limitação de participantes e não exige inscrição prévia. Saiba mais Cerrado Cultural: Com sedes em Brasília e Goiânia, a Cerrado Galeria atua na descentralização do mercado de arte e na valorização da produção do Centro-Oeste. Inaugurada em 2023, desenvolve um programa voltado à diversidade de linguagens, gerações e territórios, reunindo artistas consagrados e novos nomes da produção contemporânea em diálogo com diferentes contextos da arte brasileira. Seus espaços, instalados em edifícios singulares nas duas cidades, abrigam exposições, intervenções site-specific e ações educativas. Raylton Parga, 1995, Taguatinga (DF), onde vive e trabalha. Formado em licenciatura e bacharelado em Artes Visuais pela Universidade de Brasília (UnB), desenvolve uma produção vinculada à abstração geométrica, investigando rigidez, precariedade e irregularidade do traço a partir do desenho e da linha como estruturas centrais. Em sua trajetória, conta com 6 exposições individuais e 15 exposições coletivas, incluindo OBRAXEROX, no Museu de Arte de Brasília (2023), e o 44º Salão de Arte de Ribeirão Preto Nacional, Contemporâneo (SARP). Seus trabalhos integram coleções públicas e privadas do Distrito Federal, Goiás e São Paulo. Débora Passos, 1988, nascida em Teresina (PI), vive e trabalha em Brasília (DF). É bacharel em Artes Plásticas pela Universidade de Brasília (UnB), onde se formou em 2012. Pesquisa desenho e fotografia e atua como arte-educadora em exposições desde 2009. Em sua pesquisa poética atual, investiga o corpo, a memória, a ancestralidade e os diálogos entre corpos femininos e vegetais, desenvolvidos nas séries Seio e Ginófitas, por meio do bordado livre, desenho e aquarela. Participou de exposições coletivas em Brasília (Museu Nacional, Caixa Cultural, Pé Vermelho, DeCurators etc.), além do MAC Niterói (RJ) e do CCSP (SP). Programação de Férias – Educativo Cerrado Cultural Oficina de Máscaras Data: 14 de julho de 2026 (terça-feira) Horário: 14h30 às 16h Com: Raylton Parga Público e vagas: 15 crianças a partir de 5 anos, acompanhadas por um adulto responsável (até 30 pessoas por oficina) Inscrições: via formulário disponível na bio do Instagram da Cerrado Cultural (@cerrado.galeria) Oficina de Aquarela Botânica Data: 21 de julho de 2026 (terça-feira) Horário: 14h30 às 16h Com: Débora Passos Público e vagas: 15 crianças a partir de 5 anos, acompanhadas por um adulto responsável (até 30 pessoas por oficina) Inscrições: via formulário disponível na bio do Instagram da Cerrado Cultural (@cerrado.galeria) Visita Guiada Data: 25 de julho de 2026 (terça-feira) Horário: 10h30 Sem restrição de Público Inscrições: via formulário disponível na bio do Instagram da Cerrado Cultural (@cerrado.galeria) Local: Cerrado Cultural Endereço: SHIS QI 05, Chácara 10, Lago Sul, Brasília – DF Participação: Gratuita Fotos: https://drive.google.com/drive/folders/1aMdrRoVoirZw6EJC1U4BpOrV23USf5j4?usp=sharing Imagens: Divulgação

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O bom e velho rock na pauta do dia

A capital recebe o 1º Seminário Mercosul do Rock, encontro inédito que reúne artistas, pesquisadores e gestores para discutir patrimônio, resistência e o futuro do gênero na América Latina.   Muito além de guitarras, riffs e grandes clássicos, o rock também é memória, identidade, resistência e uma das mais importantes manifestações culturais da América Latina. É com esse olhar que Brasília recebe, entre os dias 10 e 12 de julho, o 1º Seminário Mercosul do Rock: Patrimônio, Resistência e Arte na América Latina. O encontro acontece no Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul) e propõe três dias de debates, oficinas, painéis e shows para pensar o papel do gênero na sociedade e seus próximos passos. A iniciativa é do coletivo e Ponto de Cultura Setorial Cultura Rock, movimento de atuação nacional voltado ao fortalecimento do gênero por meio de políticas públicas, valorização patrimonial e incentivo à cadeia produtiva. O grupo reúne projetos como a 1ª Conferência Livre Nacional do Rock, o Inventário Participativo do Rock, o Mapa do Rock Brasil e a websérie Setorial Rock Shots. A realização é da AACUC (Associação de Arte e Cultura de Ceilândia), com recursos públicos destinados ao fortalecimento da cultura. Mais do que promover discussões, o seminário quer responder a uma questão central: como transformar o rock em um patrimônio cultural reconhecido, fomentado e integrado ao desenvolvimento da América Latina? Para isso, reunirá pesquisadores, artistas, gestores e produtores na construção de propostas concretas para o setor. O evento acontece em um momento importante para o reconhecimento institucional do gênero. No Distrito Federal, o rock já é Patrimônio Cultural Imaterial desde 2016 e, em 2024, passou a ter também o Dia do Rock Brasiliense, celebrado em 27 de março. Paralelamente, tramita no Congresso Nacional o Projeto de Lei nº 4.354/2024, de autoria da deputada federal Erika Kokay, elaborado a partir de iniciativa técnica do Setorial Cultura Rock, que busca reconhecer oficialmente o rock como manifestação da cultura nacional. “Já passou da hora de pensarmos o Rock para além da música. Ao longo de sua história nas Américas, o Rock consolidou-se como uma expressão de identidade, liberdade e resistência, conectando diferentes povos, culturas e gerações. Trata-se de uma cultura viva, transversal e transformadora, capaz de fortalecer identidades, inspirar comportamentos, impulsionar a economia criativa e contribuir para o desenvolvimento econômico, humano e social“, afirma João Mancha, diretor-presidente do Setorial Cultura Rock e coordenador-geral do seminário. A programação está estruturada em três grandes eixos: o rock como manifestação de resistência durante as ditaduras militares latino-americanas; a contemporaneidade do gênero, com foco em diversidade, inclusão e economia criativa; e a integração cultural entre Brasil e os demais países do Mercosul. Além dos debates, o público poderá participar de oficinas presenciais sobre gestão de redes sociais, comunicação e imprensa para bandas e festivais, boas práticas de palco e economia criativa. As atividades serão realizadas em formato híbrido, com transmissão online, ampliando o alcance para participantes de toda a América Latina. As tardes terão apresentações de DJs e performances artísticas na Sala Multiuso. Já as noites serão dedicadas aos shows no Galpão Hugo Rodas, com apresentações das bandas Mitsein, Amazing, Podrera, Evil Corpse, Faces dos Caos e Detrito Federal. A programação completa e as inscrições gratuitas para palestras e oficinas estão disponíveis on line, clica aí! Fotos: Divulgação e Giancarlo Duarte / Unsplash (capa)  

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Feira boa é o que não falta

Design sustentável, moda autoral, gastronomia, forró e economia criativa movimentam o fim de semana em duas feiras que merecem entrar no seu roteiro #PERAMBULANDO. Se você ainda não decidiu o que fazer neste fim de semana, aqui vão duas boas desculpas para sair #PERAMBULANDO por Brasília. Tem feira para quem gosta de garimpar peças autorais, apoiar pequenos empreendedores, aprender coisas novas e, claro, comer bem e ouvir música. A primeira dica é a Feira PAV 4 – Feira de Design Sustentável, que acontece sábado e domingo, no Clube dos Previdenciários. O evento reúne mais de 30 expositores com produções autorais nas áreas de moda, arte, cerâmica, fotografia, joalheria, brechós e cosméticos independentes, tudo com um olhar voltado para a sustentabilidade e a economia criativa. Além da feira, a programação inclui oficinas gratuitas de upcycling, colagem, reciclagem de roupas, biomateriais, palestras e rodas de conversa sobre empreendedorismo, criatividade e consumo consciente. Para conferir a programação completa, basta acessar o perfil @Pav.4_ateliegaleria. Já na sexta-feira, o destino é o Setor Comercial Sul. A Feira no Setor transforma o Corredor Central da Quadra 4 em um grande ponto de encontro entre arte, moda, gastronomia e produção independente do Distrito Federal. Vale passear entre os estandes de artesanato, decoração, roupas, acessórios e delícias gastronômicas antes de aproveitar uma programação musical totalmente dedicada ao forró, com apresentações do Forró Legal, Forró Cobogó e As Fulô do Cerrado. Quer saber tudo o que vai rolar? A programação completa está no perfil @feiranosetor. No fim das contas, independentemente da escolha, uma coisa é certa: o fim de semana promete ser daqueles em que consumir de pequenos produtores também é uma forma de viver a cidade.

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Galeno, o mistério do simples

Exposição individual celebra a obra de Francisco Galeno na Caixa Cultural Brasília. Está em cartaz na CAIXA Cultura Brasília, a exposição “Galeno, o mistério do simples“. A mostra, idealizada pela Referência Galeria de Arte, nasceu ainda com a participação ativa do artista, que acompanhou o desenvolvimento do projeto e escolheu pessoalmente o amigo e renomado curador Paulo Herkenhoff para assinar a curadoria. O resultado é uma exposição que transcende o caráter retrospectivo e se transforma em uma grande celebração de sua trajetória, de sua sensibilidade e da profunda conexão que construiu com o Brasil, suas memórias e sua cultura popular. No último dia 16 de junho, familiares, amigos, artistas, colecionadores, representantes da cena cultural e admiradores da obra de Francisco Galeno se reuniram para homenagear um dos maiores nomes da arte contemporânea brasileira, pouco mais de um ano após sua partida. Com mais de 120 obras e objetos, a exposição apresenta um amplo panorama da produção de Galeno, reunindo pinturas, esculturas, gravuras, documentos, fotografias, objetos pessoais e obras emblemáticas que atravessam diferentes momentos de sua carreira. O público também pode conhecer aspectos íntimos da vida do artista, suas referências afetivas, sua relação com Brazlândia, com o Piauí e com o Botafogo, time que acompanhou apaixonadamente ao longo da vida. Durante a abertura, a presença da família deu um tom ainda mais especial ao encontro, que começou com uma apresentação do filho Diego Galeno ao violão. Entre abraços, lembranças e reencontros, amigos e admiradores celebraram o legado de um artista que transformou a simplicidade em poesia visual e construiu uma obra reconhecida pela autenticidade, pela alegria das cores e pela capacidade de dialogar com diferentes gerações. A exposição permanece aberta ao público até o dia 4 de outubro e ocupa todos os espaços expositivos da Caixa Cultural Brasília. Considerada a maior mostra já realizada sobre Francisco Galeno, a iniciativa reafirma a relevância de sua produção para a arte brasileira contemporânea e mantém viva a memória de um criador que fez da imaginação, da cultura popular e das experiências cotidianas matéria-prima para uma obra singular. Após a temporada na capital federal, Galeno, o mistério do simples seguirá em itinerância para a Caixa Cultural São Paulo e, posteriormente, para a Caixa Cultural Rio de Janeiro, ampliando o alcance de uma homenagem à altura da importância de Francisco Galeno para a arte brasileira.

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Conectando o Terceiro Setor à Inteligência Artificial

Lançado recentemente, o HUB 360 visa reverter o alto índice de inaptidão no Terceiro Setor, preparando as instituições para a gestão eficiente de recursos. Na sexta-feira (19), lideranças do terceiro setor, grandes investidores sociais e imprensa iniciaram um diálogo inédito em Brasília sobre o futuro da sustentabilidade das Organizações da Sociedade Civil (OSCs). O encontro, realizado na V12 Auto Club, marcou o lançamento oficial do HUB 360, uma tecnologia social de aceleração que tem uma meta ambiciosa: capacitar cerca de 14 mil organizações do Distrito Federal e da RIDE (Região Integrada de Desenvolvimento do Entorno) na utilização de Inteligência Artificial e ferramentas ágeis. A urgência da iniciativa reflete uma crise estrutural. Hoje, estima-se que das cerca de 20 mil organizações existentes no DF, pelo menos 6 mil encontram-se inaptas ou paralisadas por entraves burocráticos. O resultado é a incapacidade de receber, gerir e prestar contas de recursos públicos e privados essenciais para a manutenção de projetos nas comunidades. “O nosso foco central agora é a governança e o compliance”, explica Nuno Álvaro Pires, idealizador e responsável técnico do projeto. “Muitas organizações nascem do esforço heróico de voluntários, mas acabam sufocadas pela burocracia na hora de acessar um edital ou uma emenda parlamentar. O HUB 360 entra exatamente para profissionalizar essa máquina interna. Nós ensinamos como a Inteligência Artificial pode automatizar a redação de projetos e a prestação de contas, garantindo uma gestão 100% transparente do recurso público.” Realizado em colaboração com o Instituto Inside Brasil, o HUB 360 oferece uma plataforma de letramento digital massiva e gratuita, ensinando as lideranças a acessarem verbas globais, a exemplo do Google Ad Grants, que disponibiliza até US$ 10 mil mensais em publicidade gratuita para organizações sem fins lucrativos. A metodologia de toda essa jornada de aprendizagem é assinada pelo Instituto Lente Cultural. Durante o evento, a presidente da instituição, Carol Peres, apresentou aos convidados a metodologia do HUB 360, ressaltando que o programa atua como uma Tecnologia Social. O processo inicia com uma “Avaliação de Maturidade Digital”, guiando a capacitação das equipes por meio de três pilares: a plataforma de conteúdos, workshops presenciais e mentorias ágeis A premissa de que projetos sociais bem estruturados geram valor real para a comunidade e para o mercado foi vivenciada na prática logo na recepção do evento. Para aproximar os convidados desse propósito, o encontro contou com o café especial do projeto social Talk’afe e com a participação ativa da instituição Se Aproxima Mais. Materializando a essência do HUB 360 — que é tirar as organizações da dependência —, o evento realizou um aporte financeiro de incentivo direto ao projeto parceiro. A ação demonstrou, ao vivo, que a colaboração em rede é o caminho mais seguro para garantir a sustentabilidade e a autonomia do setor. O lançamento oficial celebra uma tecnologia social que já nasceu com forte validação do ecossistema corporativo e público. O HUB 360 foi premiado com capital semente de R$ 50 mil pelo Programa de Aceleração de Impacto Social (PAIS 2025), o projeto consolidou sua credibilidade técnica ao validar sua metodologia diretamente com as organizações e agentes culturais. Foi exatamente durante essa construção em rede que seu idealizador, Nuno Álvaro Pires, recebeu o reconhecimento como Líder Comunitário pelo Senado Federal e a Moção de Louvor da Câmara Legislativa do Distrito Federal — uma trajetória de sucesso que foi o grande destaque do evento. Com a plataforma digital oficialmente inaugurada, o HUB 360 inicia agora a sua fase de seleção: 15 organizações serão escolhidas para um ciclo de aceleração intensiva. Para conhecer o HUB 360 e acessar conteúdos gratuitos, siga o perfil nas redes sociais @hub360letramentodigital

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Duas mostras imperdíveis na Cerrado Cultural

Encontro de gerações inaugura temporada de mostras onde curadorias investigam a imagem, o tempo e a interioridade pelas obras de Claudio Tozzi e mais doze artistas de expressão. No último sábado, 23 de maio, cerca de 150 convidados estiveram na Cerrado Cultural, no Lago Sul, para a abertura simultânea das exposições “Uma continuidade como respiro”, de Claudio Tozzi, e da coletiva “Abismal… Abissal”. Entre artistas, curadores, colecionadores e convidados, o público percorreu os espaços da galeria e acompanhou um panorama que articula diferentes gerações e produções da arte contemporânea brasileira. No pavimento principal, sob curadoria do italiano Cristiano Raimondi, a exposição “Uma continuidade como respiro”, de Claudio Tozzi, propõe um percurso não cronológico por mais de 20 obras, entre pinturas e esculturas realizadas de 1963 até os dias atuais. Para aproximar Brasília da atmosfera do ateliê do artista em São Paulo, as paredes da galeria receberam o mesmo tom presente na casa de Tozzi. “Mais do que apresentar diferentes fases de maneira linear, meu interesse foi evidenciar como certas tensões formais, políticas e perceptivas atravessam toda a obra de Tozzi, transformando-se continuamente sem jamais perder o seu núcleo inicial”, afirma Raimondi, destacando o diálogo entre a histórica “Multidão” (1968) e a recente “Território” (2012). No outro espaço da galeria, a coletiva “Abismal… Abissal”, com curadoria de Tálisson Melo, apresentou obras de 12 jovens artistas em destaque na cena contemporânea: Manuela Costa e Silva, Raquel Nava, Abraão Veloso, Estevão Parreiras, Rebeca Miguel, Ana Hortides, Isabela Seifarth, Talles Lopes, Walter Pimentel, Genor Sales, Tor Teixeira e Raylton Parga. Partindo da ideia de abismo como experiência geográfica e subjetiva, a exposição articula questões ligadas ao interior do país, à memória e aos atravessamentos afetivos. “O título traz dois adjetivos que compartilham a mesma raiz, o abismo. Entendi que esse profundo do abismal e do abissal dialogava tanto com a expressão ‘Brasil profundo’, usada para falar do interior, quanto com a nossa subjetividade”, afirma o curador. Para Lúcio Albuquerque, sócio-diretor da Cerrado Cultural, o encontro entre as duas exposições sintetiza o compromisso do espaço, criado em 2022 com foco na valorização da produção artística do Centro-Oeste. “Temos uma exposição de um artista com mais de seis décadas de percurso, que já faz parte da história da arte contemporânea brasileira, e uma segunda mostra coletiva que reúne a produção de 12 artistas jovens, em sua maioria do Distrito Federal e de Goiás. Com isso, podemos oferecer um panorama mais amplo sobre a vasta produção de arte contemporânea brasileira”, afirmou durante a abertura. As exposições “Uma continuidade como respiro” e “Abismal… Abissal” seguem em cartaz na Cerrado Cultural, no Lago Sul, em Brasília, até 25 de julho. O espaço fica na QI 05, Chácara 10, com entrada gratuita e visitação de segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 13h. Mais informações podem ser acompanhadas no Instagram da galeria, @cerrado.galeria. Confira quem prestigiou o evento pelas lentes desse fotógrafo/colunista: Serviço: Uma continuidade como respiro (Claudio Tozzi) e Abismal…Abissal (Coletiva com 12 artistas) Curadorias: Cristiano Raimondi e Tálisson Melo Período expositivo: 23 de maio a 25 de julho de 2026 Onde: Cerrado Cultural – SHIS QI 05, Chácara 10, Lago Sul, Brasília/DF Horários: Segunda a sexta, das 10h às 19h; sábado, das 10h às 13h Entrada: Gratuita / Classificação livre Siga: @cerrado.galeria Fotos: Gilberto Evangelista

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Brasília em desenho esferográfico

Personalidades da política, da cultura e do design prestigiam inauguração do monumental painel de Jailson Belford no Arquivo Público do Distrito Federal. A arte, a memória e a identidade de Brasília se encontraram em uma noite especial, na última quinta-feira (21), que marcou a inauguração do monumental painel c, do artista Jailson Belfort, na fachada do Arquivo Público do Distrito Federal. O evento reuniu autoridades locais e nacionais, representantes do setor cultural, designers, artistas e convidados apaixonados pelas artes em uma celebração à história e ao patrimônio da capital federal. A iniciativa, realizada pela Adegraf, celebra os 40 anos do Arquivo Público do DF e os 66 anos de Brasília com uma obra de grandes proporções — 72 metros de largura por 8 metros de altura — que transformou a obra original do artista feita com canetas esferográficas, em um painel monumental. O painel apresenta uma linha do tempo visual com alguns dos principais monumentos da cidade, entre eles o Congresso Nacional, a Catedral Metropolitana, a Ponte JK e a Torre Digital, transformando a fachada do Arquivo Público em um verdadeiro marco artístico urbano. Além da inauguração do painel, os convidados também puderam conhecer a exposição “Brasília em Linhas do Tempo”, aberta ao público até o dia 21 de junho. A mostra reúne cerca de 30 obras de Jailson Belfort, além de croquis, fotografias, vídeos e materiais históricos que revelam os bastidores do processo criativo e reforçam a conexão entre arte e memória. A noite foi marcada pelo encontro entre cultura, design e patrimônio, reafirmando o papel de Brasília como Cidade Criativa do Design reconhecida pela UNESCO e fortalecendo o compromisso das instituições envolvidas com a valorização da arte e da história da capital. Confira quem passou por lá pelas lentes deste colunista/fotógrafo: Fotos: Gilberto Evangelista

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“Hello, Pessoas! Um Guia para Ser Autêntico”

Lançamento reúne convidados e celebra autenticidade na arquitetura e na vida. O lançamento do livro “Hello, Pessoas! — Um Guia para Ser Autêntico”, da arquiteta e designer de interiores Carol Bezerra, movimentou o Espaço Cássio Veiga Casa em uma noite marcada por encontros, trocas e celebração da criatividade. O evento foi um sucesso, reunindo profissionais de diferentes áreas da cidade, entre arquitetos, designers, formadores de opinião e convidados especiais. Com uma atmosfera acolhedora e sofisticada, o encontro contou com buffet assinado pelo chef Pedro Moreira, que contribuiu para a experiência sensorial dos presentes, reforçando o cuidado em cada detalhe da ocasião. A obra marca a estreia editorial de Carol Bezerra, conhecida nas redes sociais como @caroldecora, e propõe uma reflexão prática e inspiradora sobre autenticidade, criatividade e identidade — tanto na arquitetura quanto na vida. Publicado pela TAB Marketing Editorial, o livro vai além da decoração ao abordar a construção de espaços que traduzem histórias pessoais e emoções. Ao longo de 170 páginas, a autora compartilha sua visão sobre o universo da arquitetura de interiores, reunindo sensibilidade estética, conhecimento técnico e funcionalidade em uma linguagem acessível e contemporânea. Entre os temas abordados estão a criatividade aplicada, a diferenciação em um mercado cada vez mais competitivo e o desenvolvimento de uma assinatura própria. Durante o evento, Carol destacou a importância de criar conexões genuínas por meio dos espaços e celebrou o lançamento como a realização de um projeto que amplia seu diálogo com o público. “Esse livro é um convite para que as pessoas se reconheçam nos ambientes em que vivem e tenham coragem de expressar sua essência”, afirmou. “Hello, Pessoas!” é o primeiro de uma série de publicações idealizadas pela autora, com o objetivo de democratizar o acesso a conteúdos que incentivem a autenticidade e a expressão criativa no morar. Fotos: JP Rodrigues

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Quando o cinema sai da tela

SESI Lab promove oficina que é um verdadeiro convite à uma imersão no universo de Jair Molina Jr. Há algo de quase artesanal e, ao mesmo tempo, profundamente experimental nas obras do cineasta Jair Sanches Molina Jr. Ele não apenas filma – ele projeta imagens mapeadas sobre palcos, paredes, corpos, telas, experimenta em holografia, realiza ficção e documentários, dirige programas de televisão e podcasts em rádio, produz festivais de cinema ao ar livre, escreve artigos e livros, enquanto articula a criação de ciclovias e novos parques pelas cidades, confundindo as fronteiras entre o que é tela, o que é espaço, e o que é tempo presente. Entre os dias 19 e 22 de maio, das 14h30 às 17h, no SESI Lab, o realizador paulista conduz uma oficina sobre Audiovisual Expandido que promete menos ensinar uma técnica do que desmontar certezas sobre o qual a função do audiovisual na contemporaneidade. O que leva um diretor de curtas premiados, como “O Plantador de Quiabos”, a dedicar anos de pesquisa ao Cinema ao Vivo e ao Videomapping dentro de companhias de teatro? Molina traz na bagagem parcerias com o Teatro Oficina de Zé Celso, a Cia. Livre e o Teatro de Narradores. Ele é professor universitário, pesquisador do LabArteMídia e autor de dois livros que escancaram poéticas e técnicas em constante movimento. O primeiro foi traduzido para seis idiomas, inclusive em russo. O mais recente, “Cinema ao Vivo e Experiências Audiovisuais em Tempo Real” (2024), funciona como diários de bordo de suas experimentações. Durante a oficina, os participantes realizarão experimentos de projeção. É um convite para pensar o audiovisual como matéria espacial, tátil, em tempo real. Mas quem é, de fato, o artista por trás dessa metodologia inquieta? O que o levou a fundar o festival Cine-Cicletada e a dirigir a produtora Okra Filmes? Há um fio invisível ligando suas memórias de criação, suas referências teatrais e sua prática docente – e ele raramente é desfiado em entrevistas convencionais. No dia 23 de maio, a partir das 10h, Molina sobe ao palco do Auditório do SESI Lab para uma palestra aberta. Será a chance de vê-lo discorrer sobre os bastidores conceituais de sua trajetória múltipla. Mas o encontro mais revelador, talvez, aconteça antes, na iluminação entre um experimento de projeção e outro, ou numa conversa informal, quando o artista se permite lembrar por que, afinal, decidiu expandir o audiovisual para além de qualquer tela. Fica a pergunta no ar: o que ainda não foi dito sobre esse criador que transita com tanta liberdade entre a tela, o palco, a sala de aula e as páginas? Serviço: 4ª Residência Artística MEU LUGAR Local: SESI Lab Endereço: Setor Cultural Sul, Bloco A, Asa Sul Acessibilidade: Libras nas palestras e oficinas no SESI Lab Mais informações e inscrições: @nucleodepesquisadacena Fotos: Alex Litvin – Unsplash (capa) / Divulgação

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Rolar para cima