A Arte de Vestir Espaços

Cerrado Cultural reuniu profissionais e seus convidados em evento exclusivo para celebrar projetos que resultaram em 59 obras de arte expostas em quatro ambientes da mostra 2026.   Existe um consenso entre grandes nomes do design: a arquitetura constrói o corpo de um ambiente, mas é a arte que lhe confere alma. Essa sinergia, que transforma paredes brancas em narrativas visuais e espaços vazios em lugares de contemplação, foi o fio condutor de uma noite especial promovida pela Cerrado Cultural. Na última terça-feira (8), a galeria abriu suas portas para uma recepção petit comité que celebrou a parceria com quatro arquitetos que assinam ambientes na CASACOR Brasília 2026. Para um seleto grupo de cerca de 50 convidados, a noite foi de celebração e agradecimento. Entre os presentes, as diretoras da CASACOR Brasília, Moema Leão e Eliane Martins, prestigiaram o evento, que marcou a parceria com os profissionais e a presença de 59 obras de arte cedidas pela galeria para os projetos de Miguel Gustavo, Bruno Pessoa, Walléria Teixeira e Eduardo Abdo. O galerista Lúcio Albuquerque, anfitrião da noite, destacou o poder dessa união. “Para além do investimento, a obra dá uma certa exclusividade àquele ambiente. O mobiliário é feito com uma tiragem maior, já a obra de arte é única. O que dá destaque e sensação de exclusividade é exatamente a obra de arte”, reflete. Lúcio pontuou ainda o momento de celebração da parceria: “São áreas completamente afins. Esse ano tivemos a grata surpresa de que duas capas, entre as seis revistas oficiais do evento, foram com arquitetos que estamos apoiando. Essa celebração é justamente para agradecer aos profissionais”. A arte como extensão da personalidade Passear pelos quatro ambientes que contam com a curadoria da Cerrado Cultural na mostra é experimentar diferentes formas de integrar arte e arquitetura. No Living Carbon (50 m²), o arquiteto Eduardo Abdo fez da arte um dos eixos do projeto, construído a partir da memória afetiva de suas avós. O espaço exibe 24 obras, sendo quatro esculturas e 20 pinturas, reunindo trabalhos de Diego Bresani, Fábio Baroli, Helô Sanvoy, Elder Rocha, Siron Franco, Virgílio Neto, Valéria Pena-Costa, David Almeida, Alice Lara, Matias Mesquita, Humberto Espíndola e Adriana Vignoli, além de esculturas assinadas por Luiz Mauro, Iêda Jardim e pela própria Adriana Vignoli. O ambiente conta ainda com peças do acervo familiar e da homenageada, a artista plástica Terezinha Abdo Tavares. “Nós precisávamos de um parceiro que apreciasse e fizesse parte da história da arte tanto quanto a gente. Fomos muito felizes numa curadoria que durou três meses, garimpando artistas incríveis”, revela Abdo, ressaltando o impacto dessa escolha. “A obra de arte traz vida e é uma extensão da personalidade do cliente. Ela tem o poder de ir mudando com o tempo; com a sua própria evolução, você consegue ir tendo uma evolução também do espaço.” No Living Entre Tempos – Midea (80 m²), Walléria Teixeira apostou em elementos naturais, tons terrosos e no design de Jader Almeida para criar um refúgio de contemplação. O toque de sofisticação fica por conta das 11 obras selecionadas, sendo quatro esculturas e sete pinturas, com trabalhos de Nuno Ramos, Raylton Parga, Divino Sobral e Lais Myrrha, pontuados pela tridimensionalidade das esculturas de José Bento. “Eu acho que, se você prestar atenção, o espaço é muito simples. Mas o que aparece? O bom design no mobiliário e a boa obra de arte que está na parede. A obra de arte vestiu o espaço”, define a arquiteta. “A Cerrado só vem agregar no mercado.” O encontro do contemporâneo com o regional O contraste de materialidades dá o tom no Construtopia – Espaço Brasal (135 m²), assinado por Bruno Pessoa, à frente do Studio Ark. Combinando o conforto de um carpete amarelo com a frieza sofisticada do aço inox, o arquiteto utilizou 12 obras de arte para criar narrativas visuais. As paredes e bases ganham vida com telas de Adriana Vignoli, Siron Franco, José Bechara, Matias Mesquita, Virgílio Neto, Nuno Ramos, Helô Sanvoy, Vanderlei Lopes e Estêvão Parreiras, em diálogo com as esculturas de Farnese de Andrade e Nuno Ramos. “Eu costumo dizer que nos meus projetos as paredes têm que ser brancas, porque é através delas que você coloca as obras para contar histórias”, explica Bruno. “Eu admiro muito o trabalho da Cerrado de alavancar e valorizar a arte regional, de fazer esse mix de artistas consagrados e novos no mercado. A arte tem o poder socioeconômico de mostrar o que aconteceu na sociedade de uma forma visual e dramática.” A tecnologia e a conectividade, por sua vez, ditam o ritmo do Office Claro (165 m²), projetado por Miguel Gustavo. O ambiente corporativo fluido e sustentável ganha contornos de galeria particular com as 12 peças escolhidas, sendo cinco esculturas e sete pinturas. O talento de Siron Franco e Talles Lopes está presente nas telas, enquanto o ambiente ganha contornos esculturais através das obras de José Bento e Waltércio Caldas. “Quando eu me encontrei com a Cerrado nesse processo, foi uma surpresa maravilhosa. Ela sempre soma, deixando o meu espaço cada vez mais surpreendente”, comemora o arquiteto e designer de interiores. Para Miguel, a fusão entre funcionalidade e estética é um caminho sem volta. “O mundo atual precisa disso. As pessoas têm que estar conectadas até para poder entender a arte. Para quem está começando no mercado, é importantíssimo poder vir ‘comer’ a arte”, finaliza. Visite a Cerrado | SHIS QI 05, Chácara 10, Lago Sul, Brasília – DF | Segunda a sexta, das 10h às 19h; sábado, das 10h às 13h | Entrada gratuita | Siga @cerrado.galeria Fotos: Nina Quintana

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Yayoi Kusama, o fim do pontilhado

Da dor psíquica às bolinhas que conquistaram o mundo, artista japonesa transformou alucinações em linguagem artística, aproximou arte da moda e levou mais de 400 mil pessoas ao CCBB Brasília. Há artistas que fazem arte. Yayoi Kusama fez de si própria uma obra de arte. E talvez seja justamente por isso que sua morte, anunciada nesta quinta-feira, 27 de agosto, aos 97 anos, pese tanto sobre o mundo da cultura. A artista japonesa morreu em 14 de agosto, em um hospital de Tóquio, onde vivia por vontade própria havia décadas. Até os últimos dias, continuou pintando. Kusama passou a vida transformando aquilo que poderia ser visto apenas como sofrimento em uma das linguagens mais reconhecíveis da arte contemporânea. Desde a infância, convivia com alucinações visuais e descrevia experiências em que enxergava pontos, redes e padrões que pareciam se multiplicar indefinidamente. Em vez de esconder esse universo, ela o colocou na tela, na escultura, na performance e, mais tarde, em instalações imersivas que fizeram milhões de pessoas entrar literalmente dentro de sua mente. As famosas bolinhas, portanto, nunca foram apenas uma assinatura estética: eram também uma maneira de dar forma ao que ela via e sentia. E aqui está uma das dimensões mais importantes de seu legado. Kusama ajudou a retirar o sofrimento psíquico do lugar de silêncio e vergonha e colocá-lo no centro da conversa sobre criação, identidade e existência. Ela falava abertamente sobre suas alucinações e sobre a relação entre sua saúde mental e sua produção artística. Depois de retornar ao Japão, em 1973, passou a viver em uma instituição psiquiátrica em Tóquio, mantendo um ateliê próximo e uma rotina de produção que atravessou décadas. Sua arte não deve, evidentemente, ser reduzida à doença — Kusama foi uma artista extremamente sofisticada, consciente e radical —, mas é impossível compreender a potência de sua obra sem reconhecer como ela transformou uma experiência psíquica profundamente particular em uma linguagem universal. Foi assim que pontos viraram infinito. E o infinito virou espelho, luz, abóbora, sexo, corpo, natureza, obsessão e, sobretudo, experiência. Nas Infinity Mirror Rooms, o visitante deixa de ser apenas espectador e passa a fazer parte da obra, perdido entre reflexos e pontos luminosos. Em Inhotim, onde ganhou uma galeria permanente em 2023, estão duas dessas experiências imersivas, I’m Here, But Nothing e Aftermath of Obliteration of Eternity, além de Narcissus Garden, com centenas de esferas espelhadas sobre a água. E se hoje parece absolutamente natural ver arte contemporânea atravessar as fronteiras dos museus, da publicidade, da música e da moda, Kusama ajudou a pavimentar esse caminho. Ela entendeu antes de muita gente que uma linguagem artística potente poderia ocupar também o cotidiano. Um dos capítulos mais emblemáticos foi sua parceria com a Louis Vuitton, iniciada a partir do encontro com Marc Jacobs e transformada em coleções que levaram seus famosos polka dots para bolsas, roupas, sapatos e acessórios. A colaboração voltou a ganhar força em 2023, quando a maison retomou o universo visual da artista em uma nova coleção. Mas Brasília também tem uma história especial com essa mulher que parecia enxergar o mundo em outra frequência. Em 2014, a exposição “Obsessão Infinita”, apresentada no CCBB Brasília, levou mais de 400 mil visitantes às galerias — recorde de público do centro cultural na capital até então. Filas enormes se formaram diante de uma exposição que transformou pontos, espelhos, luzes e repetição em um fenômeno popular. Brasília, que tantas vezes se orgulha de sua monumentalidade arquitetônica, descobriu ali uma outra forma de ocupar o espaço: entrando no universo infinito de Kusama.   Talvez seja essa a imagem que fica. Uma mulher japonesa que saiu de Matsumoto, atravessou a vanguarda de Nova York nos anos 1960, enfrentou preconceitos, apagamentos e crises, voltou ao Japão e, sem abandonar suas obsessões, construiu uma das identidades mais poderosas da arte mundial. Uma artista que fez da repetição uma revolução e daquilo que poderia ser considerado um limite uma possibilidade de expansão. Yayoi Kusama nos ensinou que o infinito pode caber em uma bolinha. Que uma alucinação pode virar linguagem. Que a arte também pode ser abrigo. E que aquilo que nos assusta, quando encontra forma, talvez deixe de nos dominar. A artista partiu, mas seu universo não tem a menor intenção de acabar. E talvez seja exatamente por isso que suas bolinhas continuam nos olhando de volta.   P.s. Siga @yayoikusamamuseum Fotos: Reprodução/Instagram

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“Mente e Coração”, sinta a CASACOR BSB 2026

A 34ª edição acontece na histórica casa do Candango até de agosto e 12 de outubro, com 40 ambientes projetados por 52 profissionais. Atenção amantes do mundo da arquitetura, design de interiores e paisagismo! Ela está de volta e fica entre nós até o dia 12 de outubro. Isso mesmo, a CASACOR Brasília acontece pela segunda vez  na histórica Casa do Candango, localizada na 603 Sul.  Sob o tema “Mente e Coração“, a 34ª edição da CASACOR Brasília propõe uma profunda reflexão sobre o morar contemporâneo, convidando o visitante a desacelerar em um mundo hiperconectado e a redescobrir o lar como um refúgio físico, emocional e de cura. Geralmente, este colunista prefere usar os releases que recebe como fonte de inspiração, mas este texto, além de muito bem escrito, faz justiça ao evento que só é possível graças a inúmeras “forças“, todas elas citadas abaixo e, por isso mesmo, convido ao leitor que não perca nenhum detalhe, até mesmo porque, no final, eu irei falar o meu TOP 3 de ambientes preferidos, cujas fotos estão ilustrando essa postagem. Dito isso… Em sua segunda passagem pelo icônico endereço, a mostra ocupa o espaço de três pavimentos, com 40 ambientes inovadores, assinados por um elenco composto por 52 profissionais, promovendo o encontro e o vigor da convivência entre veteranos e novos talentos da arquitetura, design de interiores e paisagismo. A 34ª edição da mostra parte da ideia de que o lar deixou de ser apenas um lugar para morar. Tornou-se refúgio físico e emocional, ambiente de cura, convivência e bem-estar. A proposta atravessa praticamente todos os projetos, que exploram a neuroarquitetura, a biofilia, a valorização das memórias afetivas, a integração entre os ambientes e o uso de materiais naturais. Texturas, aromas, iluminação indireta, arte, música, vegetação, materiais naturais e peças autorais aparecem como ferramentas para provocar emoções e pertencimento, sem deixar de lado a tecnologia. “A CASACOR Brasília deste ano mostra que viver bem vai além da estética. O tema ‘Mente e Coração’ representa ambientes que unem conforto, inovação e tecnologia a serviço das pessoas, criando experiências que cuidam do corpo, da mente e das emoções”, define a empresária Moema Leão, sócia da mostra ao lado de Eliane Martins e Sheila Podestá. “Este ano a mostra está colorida, aconchegante, cheia de vida. Vamos receber o público com muita hospitalidade em uma CASACOR Brasília que instiga a reconexão e a afetividade”, complementa a arquiteta Sheila Podestá. “Estamos com um time de profissionais bem renovado, o que certamente também traz um certo vigor no evento”, afirma a arquiteta e organizadora da CASACOR Brasília, Eliane Martins. Vigor esse destacado ainda pelas novidades na programação, com cursos, palestras e visitas guiadas. “Serão dois meses intensos de muita atividade e que a gente quer proporcionar um momento diferente para o público, uma nova experiência no mesmo local”. Elenco com diferentes gerações A edição de 2026 se destaca também como um encontro entre diferentes gerações da arquitetura brasileira. Veteranos dividem espaço com profissionais que participam da mostra pela primeira vez. A convivência entre repertórios amplia a diversidade estética da mostra e reforça a vocação da CASACOR Brasília como vitrine. Entre os destaques estão os veteranos da CASACOR Brasília, profissionais que contribuíram para construir a história da mostra ao longo das últimas décadas. Walléria Teixeira, em sua 28ª participação; Miguel Gustavo, com 25 edições; e Hélio Albuquerque, que soma 23 participações, reafirmam a força de suas trajetórias no circuito de arquitetura e design. A experiência de George Zardo, participante há mais de 20 edições, e de Larissa Dias, que chega à 17ª participação, se encontra com a nova geração em parcerias que atravessam os laços profissionais e familiares: ele ao lado da filha, Julia Zardo, e ela, da sócia Natália Dias. Completa a lista de profissionais experientes Leo Romano, que soma 55 participações em edições da CASACOR realizadas em diferentes cidades do Brasil e exterior. Bar Ocelo de Orestes Blanco e Rosa Maranini A edição de 2026 também abre espaço para profissionais estreantes na mostra brasiliense. Fazem sua primeira participação na CASACOR Brasília: Lucas Nascimento, Natália Luz, Romulo Carvalho (Studio Roque Arquitetura), Ana Luísa Jardim, Ruan Braga e Wilker Alcântara, Edoarda Trombini (Studio Essere), Daniel Mendonça, Chrystian Marques Yamahita (Coloiado Arquitetura e Interiores), Betânia Lima e Macley Oliveira, Matheus Rocha (M Rocha Arquitetura), Bruno Carvalho, Maria Beatriz Carneiro (Estúdio Talha) e Eduardo Abdo (Carbon Arquitetura e Engenharia). A mostra marca também a estreia de Amanda Beatriz, ao lado da designer de interiores Aline Silva, que participa pela segunda vez, e de Bárbara Oliveira Queiroz (Estúdio Solo), que se junta a Gabriel Domingues de Souza, que esteve na mostra em outras oportunidades. O elenco se completa com profissionais conhecidos da CASACOR Brasília como Rick Hudson, em sua terceira participação; Eliene Lucindo, também na terceira; Alex Claver e Wilker Medeiros (Studio 2 Arquitetura), que chegam à sexta participação; além de Bruno Pessoa (Studio Ark), Luciana Canalli (On Arquitetura), Palloma Meneghello, Daniele Franco, Lisi Sandri (terceira participação), Renata Dutra, Juliane Almeida, Daiana Pontes, Alessandra Passero e Didacio Duailibe, Carla Monza e Isabella Souza (Orla Arquitetura), Alessandra Lima Oliveira (Tudo Arquitetura), Giovanna Leal, Angela Feitoza e Maria Carolina Feitoza, Fabiana Boner, Orestes Blanco e Rosa Maranini e Luciano Pena e Vinícius Alano (Três Arquitetura), que reforçam a pluralidade de estilos e experiências da mostra. Gastronomia A edição de 2026 aposta fortemente em estímulos sensoriais — texturas, aromas, iluminação indireta, biofilia e neuroarquitetura — para despertar o sentimento de pertencimento e bem-estar. Essa narrativa imersiva se estende à rota gastronômica da mostra, que conta com quatro operações. Para além do conceito de mostra, a CASACOR Brasília convida o visitante a viver experiências únicas, entre elas, do ponto de vista gastronômico. Quatro operações estão montadas, seguindo a mesma narrativa dos demais ambientes. O restaurante Aroma, comandado pelo chef Ronny Peterson e projetado pelo Studio Roque Arquitetura de Rômulo Carvalho, propõe uma experiência inspirada na ancestralidade e na cultura negra. A cafeteria Entre Fluxos, operada pela Lilie Pâtisserie & Boulangerie, transforma uma pausa para o café em um momento

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Brasília ganhará novo monumento

A capital federal se prepara para receber A Queda de Atlas, monumento interativo de sete toneladas que desafia a gravidade. Muito em breve, a capital do país vai ganhar um novo ponto de contemplação urbana que promete dar um verdadeiro nó no cérebro de quem vive ou visita a cidade. Imagine um imponente “origami” feito de aço corten e concreto, pesando quase sete toneladas, mas que, desafiando a lógica, parece flutuar no ar. Batizada de A Queda de Atlas, a monumental instalação é a nova aposta do arquiteto e artista visual Anderson Schneider. Em plena reta final de construção, a obra, que será instalada na frente do SESI Lab, criará uma impressionante ilusão óptica já que a estrutura maciça não repousará sobre pilares. Em vez disso, ela irá pairar, pendurada de baixo para cima por finos cabos de aço galvanizado. A sensação de quem a observar será a de que a gravidade foi invertida, e os cabos servem apenas como âncoras segurando a peça no chão para impedi-la de decolar rumo ao céu. Mas o assombro visual (que promete render imagens incríveis) é apenas a porta de entrada da experiência sensorial e contemplativa que, por meio da engenharia, arquitetura e escultura, convidará o público a uma reflexão sobre a exaustão e a cobrança por performance na vida contemporânea. A obra esconde uma surpresa e que será revelada em breve, mas já podemos adiantar o spoiler: a peça será interativa, perfeita para quem curte momentos de devaneio e leveza em meio à rigidez do concreto. Viabilizada por meio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF) e com o patrocínio da Pinheiro Ferragens para sua complexa execução física, a instalação que ornamentará os jardins do SESI Lab está prevista para estar entre nós ainda neste mês de agosto. Para a imprensa especializada, cidadãos e visitantes que buscam novos ângulos e intervenções inusitadas na capital: preparem as lentes. O aço vai levitar…   Serviço: “A Queda de Atlas”, de Anderson Schneider Quando: Final de agosto de 2026 Onde: SESI Lab (Setor Cultural Sul, Brasília – DF) Mais informações: Em breve… mas já pode ver os spoiler em @aquedadeatlas   Fotos: Divulgação / Anderson Schneider

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Remembear cultiva afetos e memórias das mães

Com direção criativa de Fabiani Christine, marca de personalizados aposta em fé e arte brasiliense para transformar presentes em heranças emocionais Num calendário cada vez mais atravessado por datas que pedem consumo rápido, a marca brasiliense Remembear prefere desacelerar — e sentir. Para o Dia das Mães 2026, a etiqueta apresenta “Jardim de Amor”, uma coleção que transforma o gesto de presentear em narrativa afetiva, com estética delicada e camadas simbólicas que orbitam entre fé, memória e pertencimento. A diretora criativa Fabiani Christine conduz a proposta como quem cultiva — literalmente — um jardim emocional. Orquídeas em branco e verde estruturam a identidade visual, enquanto ícones de devoção, como Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora das Graças, Nossa Senhora de Guadalupe, Santa Terezinha e o Espírito Santo, surgem como amuletos visuais de proteção e maternidade. O floral se expande em hortênsias, girassóis, lavandas e tulipas, compondo um repertório que equilibra o clássico e o contemporâneo sem cair no óbvio. Há, ainda, um movimento importante de valorização da cena local. Artistas de Brasília, como Andrea Zakarewicz, Mariana Vidigal, Maite Barbosa, Jader Rodrigues e Rafaela Rodrigues, assinam peças exclusivas, reforçando o caráter autoral da coleção — que atravessa porcelanas e cristais pintados à mão, objetos em madeira, quadros e até confeitaria artesanal. A personalização, já assinatura da casa, ganha força: fotos, manuscritos e desenhos são incorporados às criações, deslocando o presente do campo do objeto para o território da memória. “Mais do que presentear, queremos criar memórias afetivas. Cada peça carrega uma história e nasce da intenção de transformar sentimentos em algo permanente”, afirma Fabiani. Veja mais no Instagram: @remembear.brasil Imagens: Divulgação/Cedidas ao Lackman & Co.

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Dia das Mães com afeto e Athos Bulcão no TGS

Taguatinga Shopping aposta em memória afetiva e design brasiliense em campanha de Dia das Mães Há campanhas que operam no automático — e há aquelas que tocam em algo mais silencioso, quase íntimo. A do Taguatinga Shopping, neste Dia das Mães, me parece caminhar nesse segundo lugar. Não pela mecânica, que é clara, mas pelo gesto de escolher Athos Bulcão como ponto de partida. Em Brasília, isso nunca é apenas uma referência estética; é memória incorporada ao cotidiano. Entre 30 de abril e 11 de maio, o presente deixa de ser apenas um objeto e passa a carregar uma camada de reconhecimento. A boleira colecionável, construída a partir dos grafismos de Athos, não é só um brinde — ela evoca a cidade dentro de casa. Há algo de muito preciso nessa transição: do azulejo público à mesa privada, do monumental ao afetivo. “A proposta deste ano foi trazer um item que tivesse reconhecimento imediato e conexão com a cidade. A escolha do Athos Bulcão fortalece esse vínculo e amplia o valor percebido do presente”, afirma a gerente de marketing do Taguatinga shopping, Mayce Tranquillini. Saiba mais… Entre 30 de abril e 11 de maio, a campanha organiza-se de forma direta: a cada R$ 600 em compras, o cliente garante uma boleira exclusiva inspirada na obra de Athos Bulcão; a cada R$ 400, recebe um cupom para os sorteios. Estão em jogo 50 vouchers de R$ 500 para o Madero, com sorteios nos dias 9 e 13 de maio, além de um Citroën Basalt 0km, que será sorteado em 17 de junho. Notas fiscais do Madero pontuam em dobro, assim como a doação de 1kg de alimento não perecível. Toda a participação acontece via aplicativo do shopping, com apoio presencial no Piso 3. O resgate do brinde é limitado a uma unidade por CPF. Todos os detalhes no www.taguatingashopping.com.br Imagens: Divulgação

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CASACOR Bsb: open house prestigiado

Lançamento do masterplan da 34ª edição contou com palestras de Pedro Ariel Santana e Ana Clara Schick, além de apresentação de quarteto de cordas da OSTNCS. A CASACOR Brasília 2026 acontece no período entre 12 de agosto a 12 de outubro. E, pela segunda vez, em uma edificação que é patrimônio afetivo da capital federal, a Casa do Candango. A edição deste ano foi apresentada nesta quinta-feira,19 de março, na Sala Martins Pena do Teatro Nacional Claudio Santoro, quando marcas e profissionais da arquitetura, designers de interiores e paisagistas conheceram a nova configuração da 34ª mostra. O masterplan deste ano conta com 46 ambientes inspirados no tema da CASACOR em 2026: “Mente e Coração”, que propõe uma reflexão sobre a casa como um espaço de cura, refúgio físico e psíquico em um mundo hiperconectado e acelerado. O assunto pautou as palestras do Diretor de Conteúdo e Relacionamento da CASACOR Pedro Ariel Santana e da curadora da marca, Ana Clara Escuciato Schick. Ambos discorreram sobre o tema deste ano. “É um convite à pensar a moradia com qualidade de vida, uma reflexão sobre as angústias resultantes do tempo digital. Casa é afeto”, afirmou Pedro Ariel Santana. Já Ana Clara discorreu sobre projetos que criam casas com personalidade e afeto. A tarde marcou a ainda uma apresentação musical do quarteto de cordas da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro (OSTNCS), com a participação do maestro Claudio Cohen (violino), Lilian Raiol (violino), Márcio da Costa (viola) e Rodolpho Borges (violoncelo). Números No ano passado, a mostra de arquitetura, design de interiores e paisagismo encerrou a sua 33ª edição com o registro de 30 mil visitantes em seus dois meses de realização. O público pode conferir projetos que abraçaram processos sustentáveis, materiais naturais e experiências imersivas para despertar os sentidos e sugerir um momento de pausa e introspecção. Em 2025 foram 50 ambientes assinados por 67 profissionais, mergulhados no tema “Semear Sonhos”, instigando uma reflexão profunda sobre o futuro das cidades, da arquitetura e das relações humanas. Os projetos revelaram o morar afetivo, regenerativo e consciente, explorando a identidade brasiliense por meio de elementos – como a terra vermelha do Cerrado – e um design que dialoga com o artesanal, o sensorial e a contemplação. A mostra, que ocupou uma área de 5.040 m² dividida entre térreo e outros dois pavimentos do prédio, deixou um legado. Toda a estrutura da Casa do Candango foi recuperada pela CASACOR Brasília antes do evento abrir as portas para o público. A edificação de 1977 passou por recuperação das fachadas, vidros, pisos, caixas d’água e telhados e atualização das redes hidráulicas, elétricas e de águas pluviais, além da construção de estacionamento e a requalificação dos jardins. A ação reafirma o compromisso da mostra com o desenvolvimento urbano e social, além de se alinhar com o conceito deste ano “Semear Sonhos”, ao conectar à memória dos trabalhadores que ergueram Brasília ao propósito de dar novos usos aos espaços históricos da capital federal. Veja alguns dos convidados presentes ao evento pelas lentes de César Rebouças: 34ª CASACOR Brasília Quando: 12 de agosto a 12 de outubro de 2025 Special Sale: 11 e 12 de outubro Onde: Casa do Candango – SGAS 603 Visitação: de terça a sexta-feira, das 15h às 22h. Sábados e feriados, das 12h às 22h. Domingo, das 12h às 21h Classificação: livre Acessibilidade: a mostra é acessível em toda a sua extensão Informações: A CASACOR Brasília 2025 não é um evento PETFRIENDLY. Exceção para cães-guia. Nossa equipe estará em toda a mostra para te auxiliar. Não é autorizado o uso de equipamentos profissionais como, tripé, luz e acessórios para captação de imagem/foto/vídeo durante a visitação do público. Organização: A CASACOR Brasília é organizada pela EMS Eventos (Eliane Martins, Moema Leão e Sheila de Podestá) franqueada da CASACOR Promoções e Eventos, uma empresa do Grupo Abril Mais informações: www.casacor.com.br/mostras/brasilia / Siga @casacor_brasília

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Saúde, arquitetura e qualidade de vida

Casapark Prime realiza o bate-papo que coloca o bem-estar como uma premissa da arquitetura e da decoração. Em março, o Casapark Prime, programa de relacionamento do Casapark, retoma os encontros com especialistas de diferentes áreas do conhecimento voltados para arquitetos e designers de interiores. No dia 18 de março, às 18h30, no Espaço Casa, acontece o Casapark Prime Talk “Quando a casa ajuda a dormir”. Realizado em parceria com o a Atlas Colchões, o evento reúne profissionais da saúde, arquitetura e bem-estar para discutir como o ambiente doméstico pode influenciar a qualidade do sono e contribuir para uma vida mais saudável. Participam do encontro Aliciane Mota, Carolina Colaço, Cristiane Coelho, Danuska Tokarski, Giovanna Leal, Ruan Braga e Sérgio Leite. Voltado principalmente para arquitetos e designers de interiores, o evento também é aberto ao público interessado no tema, mediante inscrição prévia e sujeito à disponibilidade de vagas. A entrada é gratuita e o espaço tem capacidade para 200 pessoas. As inscrições são feitas pelo Sympla. Para acompanhar a programação completa, acesse @casaparkprime e @casapark.   A conversa reúne profissionais de diferentes áreas que pesquisam e atuam diretamente com o tema. Participam a otorrinolaringologista Dra. Aliciane Mota, especialista em medicina do sono; a neurologista e médica do sono Carolina Colaço, professora de Neurologia da Universidade Católica de Brasília; a psicóloga Danuska Tokarski, certificada em Psicologia do Sono pela Academia Brasileira do Sono; e o fisioterapeuta Sérgio Leite, doutor em Ciências Médicas pela UnB. Também participam da conversa a empresária Cristiane Coelho, CEO da Atlas Colchões, com mais de 30 anos de experiência no desenvolvimento de soluções voltadas ao descanso e ao bem-estar, e os arquitetos Giovanna Leal, do escritório GL Arquitetos, e Ruan Braga, à frente do Studio Ruan Braga, que trarão a perspectiva da arquitetura e do design de interiores na construção de ambientes que favoreçam o descanso. A arquitetura e a ciência do sono têm se mostrado aliadas fundamentais na promoção do bem-estar e da qualidade de vida. O modo como os ambientes domésticos são concebidos — considerando aspectos como iluminação, ventilação, escolha de materiais e organização dos espaços — pode influenciar diretamente a qualidade do descanso e a recuperação do corpo e da mente. Ao integrar princípios da arquitetura com o conhecimento científico sobre o sono, é possível projetar casas que favoreçam rotinas mais saudáveis e contribuam para noites verdadeiramente reparadoras O talk “Quando a casa ajuda a dormir” acontece durante a Semana do Sono, promovida pela Associação Brasileira do Sono (ABS). O evento tem como objetivo levar à população informações qualificadas, novidades e as pesquisas mais recentes sobre a saúde do sono. Com o lema “Durma bem: viva melhor”, a Semana do Sono é realizada em diversos estados do Brasil. Sobre os participantes Aliciane Mota – Médica formada pela UFC, com especialização em Otorrinolaringologia pela USP–Bauru. Possui título de especialista em Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial pela ABORL e formação em Medicina do Sono pela ABORL e pelo Instituto do Sono para adultos, crianças e adolescentes. É membra titular da ABORL, da IAPO (Interamerican Association of Pediatric Otorhinolaryngology) e da Sociedade Brasileira do Sono. Carolina Colaço – Neurologista formada pela UFPR, médica do sono pela USP de São Paulo, membra titular da Academia Brasileira do Sono e professora de Neurologia da Universidade Católica de Brasília. Cristiane Coelho – Empresária e CEO da Atlas Colchões, com mais de 30 anos de experiência no segmento. Lidera a pesquisa e o desenvolvimento de colchões e acessórios da marca, unindo tecnologia, inovação e princípios da medicina do sono para promover mais saúde e bem-estar. Danuska Tokarski – Psicóloga pela Universidade de Brasília (UnB), certificada em Psicologia do Sono pela Academia Brasileira do Sono (ABS) e pela Sociedade Brasileira de Psicologia (SBP). É membro da Sociedade Brasileira do Sono, secretária da ABS-DF nos biênios 2022/23 e 2024/25, e possui formação em EMDR pelo IABAPT. Giovanna Leal – Arquiteta à frente do escritório GL Arquitetos, onde desenvolve projetos residenciais de alto padrão com abordagem autoral, unindo sofisticação, funcionalidade e a experiência do morar. Atua também como mentora de arquitetos, compartilhando processos e estratégias de gestão para escritórios de arquitetura. Ruan Braga – Arquiteto com mais de 20 anos de trajetória dedicada à arquitetura de alto padrão e fundador do Studio Ruan Braga. O escritório reúne um portfólio de projetos residenciais e comerciais marcados pelo equilíbrio entre estética e funcionalidade, com foco na escuta dos hábitos e da dinâmica de quem vive os espaços. Sergio Leite é fisioterapeuta formado pela UFRN, especialista em Fisioterapia Respiratória pela UnB, mestre em Ciências da Saúde pela UnB e doutor em Ciências Médicas pela mesma instituição. É também diretor da empresa Complemento SleepCare. Vamos falar de bem-estar? Casapark Prime Talks – “Quando a casa ajuda a dormir” / Com Aliciane Mota, Carolina Colaço, Cristiane Coelho, Danuska Tokarski, Giovanna Leal, Ruan Braga Sérgio Leite / Espaço Casa – Mezanino da Livraria da Travessa , Piso Superior, Casapark / Dia 18 de março – 18h30 / Ingressos no Sympla / Inscrição Gratuita / Siga: @casaparkprime e @casapark Fotos: Divulgação

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Design que Conecta Territórios

Vem aí a 4ª edição da Brasília Design Week , que acontece de 10 a 14 de junho no Memorial dos Povos Indígenas “Design que Conecta Territórios” é o tema da edição 2026 da Brasília Design Week (BDW), evento que reforça e desperta para o talento e a identidade única dos designers brasileiros, evidenciando ainda mais os da capital federal. O lançamento oficial da BDW26 aconteceu nesta quinta-feira, 26 de fevereiro, no Espaço Cobogó da Arena BRB Mané Garrincha. Uma noite com a presença de secretários e representantes de Secretarias do GDF, autoridades, designers, arquitetos, artesãos e empresários. Foi uma noite para celebrar, fortalecer conexões, compartilhar propósitos e abrir caminhos para novas colaborações que impulsionam o design, a tecnologia e a economia criativa do Distrito Federal. O tema deste ano da BDW26 tem como pilar Brasília, representando o ponto de encontro, a união e representatividade da cultura e saberes do Brasil e do mundo. O evento contará com collabs com artistas e designers, artesãos e artistas. As peças produzidas na cocriação serão expostas no Memorial dos Povos Indígenas. O local abrigará também a exposição principal da Semana do Design, de 10 de junho a 12 de julho, e atividades imersivas que acontecerão de 10 a 14 de junho. Idealizado por Caetana Franarin, a BDW vem se consolidando como um dos principais eventos dedicados ao design no país. A edição do ano passado atraiu somente na exposição realizada no Museu Nacional da República 46.700 pessoas, número três vezes maior que o da edição anterior. “A Brasília Design Week consagra a cidade como a capital do design brasileiro. Uma importante vitrine para o design nacional, com troca de conhecimento e grandes conexões”, destaca Caetana Franarin, diretora-geral da BDW (foto principal). Entre as novidades desta edição, Caetana Franarin anunciou o lançamento de um portal de design brasiliense, valorizando a produção local, e a realização de uma residência com um designer de cada região do País. A edição de 2026 contará com novas ações, além das permanentes oficinas e palestras e o Circuito de Embaixadas, e marca a estreia do Circuito Brasília Design + Nesper e do guia com designers por BDW + Sebrae no DF para divulgar coletivamente a vocação de Brasília para o design. A publicação será uma vitrine que aproximará estabelecimento que tem o design como DNA, com o público consumidor. Estreando também este ano, o Experiências imersivas por BDW + Sebrae no DF propõe quatro visitas guiadas por regiões do DF, unindo o consumidor a diferentes segmentos da economia criativa e do turismo: Vinícola Brasília mais Vinhedo da Região do PAD-DF, arte urbana com street art da Ceilândia e visita a galeria mais a confecção de estandarte em Planaltina, além de um roteiro de arquitetura e design no Plano Piloto. Sobre a BDW26 A Brasília Design Week 2025 é uma realização do Instituto Desponta Brasil e do Instituto Brasil de Economia Criativa com apoio e fomento do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Sececdf) e da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Sectidf), Abimóvel, ApexBrasil e Sebrae no DF. Também destacam-se como patrocinadores e parceiros a Adepro, a Adegraf, a Fecomércio-DF, por meio da Câmara Empresarial de Economia Criativa, SesiLab/CNI, Brasília Shopping e Metropolitano. HPlus é o hotel oficial do evento. Todos juntos para promover o design como expressão viva de Brasília e do Brasil: plural, potente e em constante movimento. Confira quem passou pelo evento de abertura: Para quem gosta de design “BDW26 – Design que Conecta Territórios” / De 10 a 14 de junho – Exposição principal de 10 de junho a 12 de julho / Memorial dos Povos Indígenas Fotos: Divulgação

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Artesanato e criatividade como elementos do design

Oficina faz parte da programação preparatória do II Fórum das Cidades Criativas do Design que acontecerá em março na cidade. No dia 31 de janeiro de 2026, das 9h às 12h30, o Centro de Artesanato do GDF (507 Sul) recebe a oficina “Cultura de Negócios Criativos: Conectando Saberes, Serviços e Soluções”, voltada a artesãos e profissionais criativos do Distrito Federal que desejam fortalecer sua atuação no mercado sem abrir mão da identidade, da autoria e da cultura presentes em cada criação. Com 3h30 de duração e vagas limitadas a 21 participantes, a oficina propõe uma imersão prática para quem já produz — ou deseja produzir — com mais clareza sobre os próximos passos do próprio negócio criativo. A iniciativa, que faz parte da programação preparatória do II Fórum das Cidades Criativas do Design, que acontecerá em Brasília (10 a 13/03), conecta saberes e experiências do fazer artesanal a uma visão mais estruturada de empreendedorismo, ajudando os participantes a transformar talento em soluções com maior consistência, valor percebido e sustentabilidade. Ao longo do encontro, os participantes serão convidados a refletir sobre posicionamento, comunicação de valor e tomada de decisões mais seguras para crescer, vender e se manter relevantes no mercado. A oficina também aproxima o artesanato e a criação autoral das oportunidades ligadas ao turismo, valorizando o Distrito Federal como território de cultura, identidade e produção criativa. A condução da oficina ficará a cargo dos facilitadores Andrea Judice, Marcelo Judice e Wagner Alves, com apoio de profissionais responsáveis pelas estações de trabalho temáticas: Alessandra Pinheiro, na área de Branding; Claudia Pires El-moor, com foco em Embalagem; e Eduardo Meneses, responsável pela estação de Precificação. Essa dinâmica permite que os participantes tenham contato direto com ferramentas práticas e orientações aplicáveis ao seu próprio negócio criativo. Para quem vive do fazer — e para quem deseja viver dele com mais estratégia — a proposta é uma virada de chave: olhar para o próprio trabalho com visão de futuro, com os pés no território e com a mente aberta para novas possibilidades de construção e crescimento. O projeto é uma realização do Instituto ACDD e conta com o apoio da Secretaria de Turismo do Distrito Federal, por meio do Termo de Colaboração nº 3/2025 SETUR/DF. Informações e inscrições no @brasiliacidadecriativa. Serviço: Cultura de Negócios Criativos: Conectando Saberes, Serviços e Soluções  Local: Centro de Artesanato do GDF – 507 Sul Data: 31 de janeiro de 2026 Horário: 9h às 12h30 Duração: 3h30 Público: Artesãos e criativos do DF Vagas: 21 participantes / Entrada Franca Foto de Jocelyn Morales na Unsplash

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