Oswaldo Montenegro revisita memórias com A Dança dos Signos

Espetáculo mistura música, teatro e poesia e chega a Brasília para celebrar os 70 anos de trajetória do artista com clássicos da carreira e nova experiência visual Há artistas que transformam o palco em espaço de encontro entre memória e emoção. É nesse território que Oswaldo Montenegro retorna com “A Dança dos Signos”, espetáculo que volta à cena em 2026, ano em que o artista celebra seus 70 anos de vida. A apresentação acontece no dia 30 de maio, no Ulysses Centro de Convenções, em uma montagem que atravessa gerações ao unir música, poesia e narrativa teatral. A partir dos signos do zodíaco, Montenegro conduz o público por reflexões sobre identidade, comportamento e convivência, costurando histórias pessoais a canções que marcaram sua trajetória. Com abertura ao som de “A Lista”, o espetáculo percorre sucessos como “Bandolins”, “Lua e Flor”, “Intuição” e o poema “Metade”, enquanto dialoga com referências de nomes como Elton John, Bob Dylan e Chico Buarque. Ao lado da flautista Madalena Salles, parceira histórica de palco, o artista constrói uma atmosfera intimista que, nesta nova turnê, ganha projeções em led e intervenções visuais. Com mais de cinquenta profissionais envolvidos, “A Dança dos Signos” reafirma a capacidade de Montenegro de transformar canção e palavra em experiência sensível e coletiva. Quer ir? Oswaldo Montenegro – “A Dança dos Signos” Dia 30 de maio, 21h30 no Ulysses Centro de Convenções Indicado para maiores de 12 anos. Ingressos na Bilheteria Digital Imagens: Dalua e Celso Moraes/Divulgação

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Gustavo Silvestre: trabalho autoral que desacelera o olhar

Na exposição Aracnalização, o estilista ressignifica técnicas ancestrais em instalações escultóricas que unem memória, sofisticação e resistência no espaço intimista da galeria de Carlos Penna Na exposição Aracnalização, o estilista Gustavo Silvestre transforma o crochê em arquitetura sensível. As obras ocupam a Galeria de Carlos Penna como organismos suspensos, entre sombras, tensões e delicadezas que parecem redesenhar o espaço ao redor. Há, nas peças, uma dimensão quase ritualística: fios que deixam de cumprir função decorativa para assumir estado escultórico, instaurando um silêncio raro em tempos marcados pela velocidade e pelo excesso visual da moda contemporânea. O artesanal, aqui, não surge como nostalgia, mas como discurso de permanência. Gustavo costura memória, tempo e matéria em instalações que evocam afetos domésticos — a lembrança das mãos, da casa, da herança têxtil — enquanto projeta o crochê para um território futurista, sofisticado e radicalmente contemporâneo. A trajetória de Gustavo Silvestre acompanha esse mesmo gesto de reposicionamento cultural. Reconhecido por transformar técnicas manuais em linguagem de moda autoral e arte contemporânea, o estilista construiu uma carreira marcada pela valorização do fazer coletivo, da sustentabilidade e da inteligência ancestral presente nos fios. Seu trabalho desafia a lógica descartável da indústria ao defender o tempo como elemento criativo e político. Em vez de acelerar processos, Gustavo desacelera o olhar: faz do ponto repetido uma forma de resistência estética e humana. Entre resíduos, tramas e narrativas marginalizadas, sua obra reafirma que tradição não pertence ao passado — ela pode ser ferramenta de invenção, luxo e futuro. A exposição segue até o final de maio de 2026 na Galaeria Carlos Penna (R. Mateus Grou, 610 – Pinheiros, São Paulo – SP) Confere a entrevista que Gustavo nos concedeu: O crochê, na sua exposição, ganha um novo fôlego como linguagem artística e apresentação apurada de obras de arte. O que te fez escolher essa técnica ancestral para essa narrativa contemporânea? O crochê sempre me interessou pela potência humana que existe nele. É uma técnica ancestral, construída ponto a ponto pelas mãos, pelo tempo e pela repetição, mas que ainda carrega uma capacidade infinita de transformação. O que me move é justamente deslocar essa linguagem do lugar onde ela foi historicamente colocada, muitas vezes doméstico ou decorativo, e apresentá-la como matéria de arte, de pesquisa e de construção contemporânea. Através do crochê, eu consigo falar sobre tempo, memória, resistência, coletividade e sobre sofisticação. Existe uma inteligência estrutural muito grande nessa técnica. Então, para mim, usar o crochê hoje é quase um gesto de reposicionamento cultural. A galeria do Carlos Penna é um espaço que dialoga com o público de forma intimista e até pessoal. Como você acredita que a Aracnalização se transmutou nesse espaço, ganhando uma dimensão quase cerimonial sobre o seu trabalho? A galeria do Carlos tem uma atmosfera muito particular, quase silenciosa, e isso permitiu que a exposição respirasse de uma maneira muito sensorial. A Aracnalização fala sobre tecer espaços, criar presenças, quase como organismos vivos ocupando a arquitetura. Quando essas obras entram na galeria, elas deixam de ser apenas objetos e passam a criar uma experiência de permanência e contemplação. Existe algo de ritual nesse encontro entre matéria, tempo e corpo. As peças pendem, se expandem, criam sombras, tensões e delicadezas. É quase como entrar dentro de uma teia. E isso conversa muito com o trabalho do Carlos, porque ele também entende a matéria de uma forma muito emocional e escultórica.   Existe uma dimensão de resistência no crochê, uma forma de reinventar o tempo e o espaço. Como você vê essa prática dialogando com o ritmo acelerado da moda e da vida urbana em que estamos inseridos hoje? Eu vejo o crochê quase como um contraponto ao excesso de velocidade que vivemos hoje. A lógica do artesanal exige presença. Não existe aceleração possível quando você trabalha com as mãos. Cada ponto carrega tempo, corpo e atenção. Na moda e na vida contemporânea, muitas vezes tudo acontece de forma muito descartável e imediata. O crochê me permite trazer uma outra reflexão sobre valor, permanência e processo. Não é sobre nostalgia. É sobre imaginar futuros mais humanos, onde o fazer manual possa coexistir com inovação, arte e tecnologia sem perder sua essência. Ao olhar para as peças, quais memórias ou afetos você deseja evocar no espectador, e que tipo de diálogo você gostaria de criar entre o seu pensamento criativo, o passado artesanal e o futuro da moda? Eu gosto da ideia de que as pessoas reconheçam algo familiar, mas ao mesmo tempo não consigam definir exatamente o que é. O crochê ativa memórias muito afetivas e coletivas: a casa, a avó, o cuidado, o tempo lento. Mas eu tento deslocar essas referências para um lugar inesperado, mais contemporâneo, mais escultórico e até futurista. Meu desejo é criar uma ponte entre ancestralidade e invenção. Mostrar que tradição não significa algo parado no passado. Pelo contrário: ela pode ser um território extremamente radical e inovador quando revisitamos essas técnicas com outro olhar. Por fim, se seu trabalho fosse uma narrativa, qual seria o ponto, desfecho ou o convite silencioso que você deixaria para quem visualiza ou deseja suas obras? Talvez o convite seja desacelerar o olhar. Entender que existe beleza no tempo das coisas, na construção manual, na delicadeza e também na imperfeição. Meu trabalho fala muito sobre transformação. Sobre como fios, resíduos, materiais esquecidos e até histórias marginalizadas podem ganhar novos significados através das mãos. Então, se existe um desfecho, talvez ele esteja justamente nessa possibilidade de reconectar as pessoas com algo mais humano, sensível e essencial. Imagens incríveis cedidas por Danilo Sorrino

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Santis transforma fé em alta-moda na coleção MARIA

No mês das mães e das noivas, a Santis apresenta uma coleção onde o vestir se aproxima do rito e da emoção Há coleções que nascem da tendência. Outras, da memória. A nova coleção da grife Santis parece surgir de um lugar mais delicado e profundo: da devoção. Batizada de MARIA, a linha criada por Elizabeth Santos e Jonathas Almeida mergulha no imaginário sagrado feminino para construir vestidos que transitam entre a alta-costura e o gesto espiritual. O lançamento acontece no próximo 13 de maio, no Recanto das Águas, tendo como cenário a Capela Nossa Senhora Aparecida — escolha que reforça a atmosfera quase litúrgica da apresentação. Tivemos acesso a croquis de alguns dos vestidos e trazemos, com exclusividade para que possamos apreciar. A coleção reúne dez vestidos inspirados em diferentes devoções marianas, entre elas Nossa Senhora Aparecida, de Fátima, das Graças e Guadalupe. Mas o que poderia facilmente cair no literal encontra outro caminho nas mãos de Elizabeth. Em vez de símbolos óbvios, a estilista trabalha sensações. Há uma tentativa clara de traduzir delicadeza, silêncio, força e permanência através da construção das peças. O resultado aparece em vestidos que parecem menos desenhados para um altar convencional e mais pensados como extensões emocionais de quem os veste. Tecnicamente, a coleção reafirma o domínio do ateliê sobre os códigos da moda noiva. Zibeline estruturado, gazar de seda, organzas translúcidas e camadas de tule sustentam volumes precisos sem perder leveza. A cartela cromática percorre brancos absolutos, marfins suaves e tons amanteigados, interrompidos apenas por pequenas interferências douradas, verdes e azuis — quase sussurros visuais que remetem ao imaginário sacro sem comprometer a sofisticação contemporânea da coleção. A apresentação da coleção foi concebida como uma experiência sensorial. A beleza das modelos terá assinatura de Ricardo Maia e equipe, enquanto iluminação e sonorização criam a atmosfera do desfile. Sob regência do maestro Jackson Farias, a trilha sacra reforça o caráter simbólico da coleção. O cenário será a Capela Nossa Senhora Aparecida, no Recanto das Águas, aberta especialmente para o evento. A experiência conta ainda com Federal Buffet, Drinks da Capital, doces de Léo Almeida e decoração assinada pela Ornna, de Camila Araújo. Imagens: Cedidas ao Lackman & Co.

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Nordestesse ocupa Casa Quadra com moda e artesania 

Na Casa Quadra, o Nordestesse aproxima criação, território e memória em uma curadoria que atravessa autoralidade para presentear no Dia das Mães Existe algo de muito particular quando o Nordeste encontra Brasília. Talvez pela maneira como essas criações conseguem transformar memória em matéria — no crochê, na madeira pintada, nos tecidos que carregam textura e território. Entre os dias 6 e 9 de maio, o Festival Nordestesse chega à Casa Quadra, no Lago Sul, com uma edição dedicada ao Dia das Mães, reunindo moda, acessórios, joalheria e gastronomia artesanal em uma curadoria que privilegia autoria e afeto. Entre os destaques está a estreia da joalheira baiana Bia Machado, que apresenta peças em madeira pintada e ouro 18k inspiradas em santos, orixás e flores. A cearense Amares Brasil retorna ao festival com bolsas, resort wear e homewear produzidos em diálogo com grupos de artesãos do Ceará e da Bahia. Já o estilista potiguar George Azevedo volta à cidade após apoteótico desfile no Metrópoles Catwalk, aqui em Brasília com a coleção Segunda Pele, revisitando os grafismos de onça que marcaram sua trajetória em versões mais sofisticadas, dominadas pelo preto e branco. Vejam alguns cliques do primeiro dia de Nordestesse + Quadra: Também participam desta edição a Catarina Mina, com suas já reconhecidas bolsas de crochê e peças apresentadas recentemente na São Paulo Fashion Week, além da Cearensy, comandada por Synara Leal, que aposta em crochês elaborados e silhuetas fluidas pensadas tanto para o inverno brasiliense quanto para o verão europeu. O festival ainda reúne marcas como Almacor e Sau, ambas com novas coleções voltadas para um público que busca peças autorais sem abrir mão de versatilidade. A experiência se expande para a gastronomia, com uma seleção de produtos artesanais que inclui geleias de cajá com cachaça, picles de maxixe e quiabo e os premiados queijos de cabra da Fazenda Carnaúba, da família de Ariano Suassuna. Mais do que um evento de compras, o Nordestesse reafirma um movimento cada vez mais forte na moda brasileira: o de valorizar criação com identidade, tempo e história. Conheça as marcas que desembacaram na capital do país: Almacor (BA)Com estreia marcada na passarela do DFB Festival, em junho, a marca de roupas e objetos autorais transforma ilustrações de jovens neurodivergentes em estampas cheias de identidade. Design e inclusão se encontram como extensões de uma galeria de arte. Amares Brasil (CE)Fundada por Amanda Medrado em parceria com artesãos do Ceará e da Bahia, a Amares une moda resort, acessórios e homewear com forte valorização de matérias-primas naturais. Suas coleções equilibram sofisticação, manualidade e design brasileiro. B.Design (AL)Criada por Bianca Theotonio, a B.Design trabalha joias em prata reciclada e pedras brutas com produção slow e tiragens limitadas. Peças carregadas de memória, natureza e narrativa afetiva moldam o DNA da marca. Bia Machado (BA)As joias de Bia Machado unem ouro 18k, madeira de demolição e pedras naturais em criações inspiradas na cultura baiana e afro-brasileira. Fé, arte popular e sofisticação aparecem traduzidas em peças feitas à mão. Bossa de Maria (BA)Com foco em linho, tricoline e modelagens fluidas, a Bossa de Maria veste mulheres que buscam elegância sem abrir mão do conforto. A marca mistura alfaiataria tropical, crochê e delicadeza artesanal em peças atemporais. Catarina Mina (CE)Referência nacional em crochê contemporâneo, a Catarina Mina transforma técnicas manuais nordestinas em bolsas e roupas urbanas e sofisticadas. A marca integra o line-up da São Paulo Fashion Week e simboliza uma moda autoral conectada à tradição. Cearensy (CE)Com direção criativa de Synara Leal, a Cearensy atualiza o crochê artesanal com estética sofisticada e sensual. Suas peças transitam entre praia, resort e gala com acabamento inspirado na alta-costura. George Azevedo Art (RN)O estilista George Azevedo traduz referências do Nordeste em roupas marcadas por estampas artísticas e pintura manual. Em suas coleções, elementos como onças, cajueiros e símbolos populares ganham leitura urbana e contemporânea. Milá (RJ)Criada em 2020, a Milá aposta em tricôs leves feitos com fios naturais e modelagens pensadas para o estilo da mulher brasiliense. A marca combina conforto, minimalismo e sofisticação casual. Palma (BA)Inspirada pelo litoral baiano, a Palma transforma vidros lapidados pelo mar em joias orgânicas combinadas a ouro e pedras preciosas. Suas coleções exploram o universo marítimo por uma ótica sofisticada e nada óbvia. Sau (CE)Conhecida inicialmente pela moda praia de alta performance, a Sau expandiu seu universo para peças resort sofisticadas e versáteis. Com modelagens elaboradas e tons neutros, a marca transita do pós-praia à vida urbana com naturalidade. Quer ir? NORDESTESSE + CASA QUADRA Na SHIS QI 15, Conjunto 03, Casa 23 De quarta a sexta, das 11h às 20h e sábado, das 10h às 17h. Imagens: PeLucas/Divulgação Nordestesse

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A arte de perfumar quem se ama no Dia das Mães

Selecionamos 5 opções de presentes para as mães que amam se sentir cheirosas O Dia das Mães é sobre escolhas. Escolher um presente para representar todo um carinho não é das tarefas mais fáceis. Trata-se de uma data que evoca afeto, gratidão e memórias, e o perfume, com seu poder sensorial, transforma-se em uma escolha especialmente marcante. Cada fragrância carrega uma história, um instante, um sentimento, e, ao presentear mães, criamos laços invisíveis. Os mercados de moda, acessórios, gastronomia, entretenimento oferecem tantas opções quanto forem possíveis para fazer a economia girar, mas não se trata apenas de dar algo, mas de marcar com algo. Reproduzir na imaginação histórias e criar novas lembranças faz parte desse momento. Perfume, para muitas mães, nunca foi apenas vaidade. Existe algo de memória suspensa no ar quando uma fragrância atravessa a casa, permanece num abraço ou reaparece, anos depois, no tecido de um casaco guardado. Talvez por isso presentear com perfume ainda seja um gesto tão íntimo — porque não se entrega somente um frasco, mas uma atmosfera. Entre os clássicos, selecionamos 5 opções que podem ser encontrados no site da Lord Perfumaria, e adquiridos com 10% de desconto usando nosso cupom LACKMAN, seguem atravessando gerações com elegância, o coffret Lancôme Coffret La Vie Est Belle aparece como uma escolha de presença marcante, com sua assinatura gourmand de íris, baunilha e patchouli, quase luminosa na pele. Já Prada Paradoxe traduz uma feminilidade contemporânea, menos óbvia, equilibrando delicadeza e estrutura. Enquanto isso, Yves Saint Laurent Libre Berry Crush carrega essa sofisticação vibrante que parece caminhar entre liberdade e intensidade, como quem entra num ambiente e muda discretamente sua temperatura. Para mães que preferem fragrâncias mais silenciosas — aquelas que não anunciam presença, mas permanecem na lembrança —, Issey Miyake L’Eau D’Issey EDT continua sendo um dos florais aquáticos mais elegantes já construídos, com frescor quase etéreo. Em outra direção, Narciso Rodriguez For Her EDP opera na linguagem da pele: almíscar, profundidade e uma sensualidade limpa, madura e extremamente sofisticada. São perfumes que escapam do excesso e entendem que elegância, muitas vezes, está justamente no que não precisa ser dito em voz alta. Quer adquirir alguma dessas opções com desconto? Acesse lordperfumaria.com.br e use o cupom LACKMAN pra ganhar 10% de desconto em suas compras. E ainda receba amostra em compras online + frete grátis a partir de R$ 149 ou brinde surpresa a partir de R$ 699. Imagens: Divulgação

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Remembear cultiva afetos e memórias das mães

Com direção criativa de Fabiani Christine, marca de personalizados aposta em fé e arte brasiliense para transformar presentes em heranças emocionais Num calendário cada vez mais atravessado por datas que pedem consumo rápido, a marca brasiliense Remembear prefere desacelerar — e sentir. Para o Dia das Mães 2026, a etiqueta apresenta “Jardim de Amor”, uma coleção que transforma o gesto de presentear em narrativa afetiva, com estética delicada e camadas simbólicas que orbitam entre fé, memória e pertencimento. A diretora criativa Fabiani Christine conduz a proposta como quem cultiva — literalmente — um jardim emocional. Orquídeas em branco e verde estruturam a identidade visual, enquanto ícones de devoção, como Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora das Graças, Nossa Senhora de Guadalupe, Santa Terezinha e o Espírito Santo, surgem como amuletos visuais de proteção e maternidade. O floral se expande em hortênsias, girassóis, lavandas e tulipas, compondo um repertório que equilibra o clássico e o contemporâneo sem cair no óbvio. Há, ainda, um movimento importante de valorização da cena local. Artistas de Brasília, como Andrea Zakarewicz, Mariana Vidigal, Maite Barbosa, Jader Rodrigues e Rafaela Rodrigues, assinam peças exclusivas, reforçando o caráter autoral da coleção — que atravessa porcelanas e cristais pintados à mão, objetos em madeira, quadros e até confeitaria artesanal. A personalização, já assinatura da casa, ganha força: fotos, manuscritos e desenhos são incorporados às criações, deslocando o presente do campo do objeto para o território da memória. “Mais do que presentear, queremos criar memórias afetivas. Cada peça carrega uma história e nasce da intenção de transformar sentimentos em algo permanente”, afirma Fabiani. Veja mais no Instagram: @remembear.brasil Imagens: Divulgação/Cedidas ao Lackman & Co.

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DFB 2026: a moda volta ao mar e mostra seu poder

Na Praia de Iracema, e conectado às celebrações dos 300 anos de Fortaleza, o festival abandona a neutralidade e assume um posicionamento: território é discurso, e autoria não se negocia Há edições que acontecem. E há edições que se posicionam. O DFB Festival 2026 pertence à segunda categoria. Ao sair do espaço neutro e reocupar a Praia de Iracema, em Fortaleza, o evento mostra mais do que uma escolha estética — faz uma escolha política. Coloca a moda de frente para o vento, para o sal, para a cidade real. E, sobretudo, para si mesma. De 9 a 12 de junho, o festival assume o tema “Praia de Iracema: coração e cérebro da Cidade Dragão” e, com isso, abandona qualquer tentativa de pasteurização com muito contexto. E isso muda tudo. A moda brasileira passou anos tentando se explicar para fora. Traduzir-se para caber. O DFB, há algum tempo, entendeu que esse esforço não é importante — e talvez até prejudicial. Em 2026, essa consciência se radicaliza: a praia não é backdrop, é narrativa Quando o desfile acontece diante do mar, não há como dissociar roupa de origem. A renda deixa de ser tendência e imprime linguagem. O feito à mão deixa de ser “detalhe” e reassume seu lugar de tecnologia ancestral. É nesse ponto que o DFB se diferencia de outros eventos do calendário: ele não simula identidade. Ele opera a partir dela. Line-up confirma movimento que já vinha se desenhando com mais construção de discurso Nomes como Lino Villaventura, Almir França são criadores que não precisam provar relevância porque já a incorporaram à própria trajetória. Ao lado deles, David Lee, Melk Zda e J. Cabral e George Azevedo reforçam uma moda que flerta com o experimental sem perder densidade. Entre os nomes confirmados, estão, Silvânia de Deus, Gabriela Fiuza, Ethos, 4 Town, além de marcas e coletivos como Casa Aika, Oco Club, Studio Orla, Almacor, 407 AA e Lire Brand revelam um deslocamento importante: a autoria deixa de ser individual e passa a ser coletiva, territorial, expandida. A moda deixa de ser assinatura e passa a ser ecossistema. A programação também evidencia a força de iniciativas colaborativas, como o projeto Mãos da Moda – com Adriana Meira, Dua, Luci Bortowski, Carnavalia, Teroy, Areia, Inttui e Morada – e o movimento Nordestesse, presente por meio de marcas como Patu e Almacor. Consistência no Concurso dos Novos Com as instituições Ateneu (CE), UCS (RS), Udesc (SC), UFCA (CE), UFPE (PE), Unifor (CE), Unipe (PB) e UTFPR (PR) e outras, o projeto segue sendo espaço para experimentar, porque é aí que surge linguagem. Enquanto parte do mercado insiste em formar profissionais prontos para vender, o Concurso dos Novos permite formar criadores que pensam. E isso, hoje, é raro. Shows e energia criativa A programação musical acontece na Arena DFB, localizada na Praça Verde do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, com atrações distribuídas ao longo dos quatro dias de festival, sempre a partir do pôr do sol. Voltada a convidados, a agenda reúne shows de artistas nacionais e locais, que serão divulgados em breve. Quer ir? DFB Festival 2026 De 9 a 12 de junho de 2016, na Praia de Iracema e no Centro Cultural Dragão do Mar – Fortaleza (CE) Instagram: @dfbfestival  Imagens: Eduardo Maranhão e Nicholas Gondim/Divulgação

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Dia das Mães com afeto e Athos Bulcão no TGS

Taguatinga Shopping aposta em memória afetiva e design brasiliense em campanha de Dia das Mães Há campanhas que operam no automático — e há aquelas que tocam em algo mais silencioso, quase íntimo. A do Taguatinga Shopping, neste Dia das Mães, me parece caminhar nesse segundo lugar. Não pela mecânica, que é clara, mas pelo gesto de escolher Athos Bulcão como ponto de partida. Em Brasília, isso nunca é apenas uma referência estética; é memória incorporada ao cotidiano. Entre 30 de abril e 11 de maio, o presente deixa de ser apenas um objeto e passa a carregar uma camada de reconhecimento. A boleira colecionável, construída a partir dos grafismos de Athos, não é só um brinde — ela evoca a cidade dentro de casa. Há algo de muito preciso nessa transição: do azulejo público à mesa privada, do monumental ao afetivo. “A proposta deste ano foi trazer um item que tivesse reconhecimento imediato e conexão com a cidade. A escolha do Athos Bulcão fortalece esse vínculo e amplia o valor percebido do presente”, afirma a gerente de marketing do Taguatinga shopping, Mayce Tranquillini. Saiba mais… Entre 30 de abril e 11 de maio, a campanha organiza-se de forma direta: a cada R$ 600 em compras, o cliente garante uma boleira exclusiva inspirada na obra de Athos Bulcão; a cada R$ 400, recebe um cupom para os sorteios. Estão em jogo 50 vouchers de R$ 500 para o Madero, com sorteios nos dias 9 e 13 de maio, além de um Citroën Basalt 0km, que será sorteado em 17 de junho. Notas fiscais do Madero pontuam em dobro, assim como a doação de 1kg de alimento não perecível. Toda a participação acontece via aplicativo do shopping, com apoio presencial no Piso 3. O resgate do brinde é limitado a uma unidade por CPF. Todos os detalhes no www.taguatingashopping.com.br Imagens: Divulgação

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Perfumes de abril: elegância e a inspiração na moda

Diabo Veste Prada 2 inspira escolhas de perfumes ligados à moda no mês de seu lançamento Abril de 2026 se torna um mês de transformação na perfumaria, alinhando-se ao poder da moda e ao imaginário do cinema. O aguardado retorno de “O Diabo Veste Prada 2” – com lançamento marcado para 30 de abril em todos os cinemas do país –, traz de volta a aura de sofisticação e reinvenção, influenciando também os novos perfumes que chegam ao mercado. Como forma de identificar a admiração pelo mercado da moda, a perfumaria investe em essências que conduzem as sensações para as passarelas e araras do todo mundo. Na Lord Perfumaria, há fragrâncias que dialogam com esse espírito fashion. Vejam três destaques que separamos e aproveitem o nosso cupom de desconto LACKMAN para ganhar 10% de desconto no site  lordperfumaria.com.br. Valentino Born in Roma Purple Melancholia (50 ml) é um convite ao mistério poético da cidade italiana e foi lançado recentemente. Traz notas como ameixa e osmanthus na versão feminina, e cardamomo com coco na masculina. Carolina Herrera 212 VIP Rose (80 ml), que exala charme urbano. Criado para refletir o espírito das festas exclusivas de Nova York, ele é descrito como uma fragrância vibrante, sofisticada e ultra-feminina.  Jean Paul Gaultier Divine Couture (30 ml) redefine a alta-costura em uma fragrância poderosa. Criado pelo perfumista Quentin Bisch, a fragrância é descrita como solar, viciante e sensual. Todos inspirados pela elegância do cinema e pelo frescor de abril, esses lançamentos são um convite para quem ama moda e pode transformar essa sofisticação em escolhas de roupas. Abril, afinal, é o mês em que o perfume se torna protagonista de uma narrativa de estilo e poder. Imagens: Divulgação

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Dia do Perfume e o mês do signo mais sensível

A atmosfera pisciana convida a uma perfumaria mais intuitiva, emocional e envolvente No calendário das afetividades, o Dia do Perfume existe como uma celebração silenciosa, quase etérea — dessas necessidades que não se impõem, mas permanecem. Mais do que um acessório invisível, a fragrância é linguagem, memória e presença. E não por acaso, a data encontra ressonância simbólica no período em que o sol transita pelo signo de Peixes, território regido pela sensibilidade, pela imaginação e pelas camadas sutis da experiência humana. Último signo do zodíaco, Peixes carrega em si uma espécie de síntese emocional dos demais — é onde tudo se dissolve, se mistura e se transforma. Na perfumaria, essa lógica se traduz em composições que fogem do óbvio: fragrâncias aquáticas, notas empolvadas, acordes ambarados e nuances que evocam pele, lembrança e sonho. Para o pisciano, o perfume não é apenas escolha estética, mas extensão do sentir. Veja alguns perfumes que podem ser encontrados facilmente na Lord Perfumaria, parceira do Lackman & Co. Se a perfumaria contemporânea tem apostado em narrativas mais autorais e menos lineares, é possível dizer que ela se aproxima cada vez mais de uma lógica pisciana de criação: fragrâncias que contam histórias, despertam memórias e se adaptam à pele de forma única. Não se trata mais de marcar presença, mas de sugeri-la — como quem deixa um rastro sutil no ambiente. Neste Dia do Perfume, o convite é menos sobre escolher uma fragrância nova e mais sobre perceber o que ela diz — ou desperta. Porque, no fim, há perfumes que não apenas se usam. Eles acontecem — como Peixes. Quer adquirir alguma dessas opções com desconto? Acesse lordperfumaria.com.br e use o cupom LACKMAN pra ganhar 10% de desconto em suas compras. Imagens: Divulgação/Lord Perfumaria

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