Meia-calça se alia a beleza e uniformiza pele

Com efeito “makeup”, nova meia-calça da marca italiana aproxima moda e beleza ao criar uma aparência mais uniforme e natural para as pernas A moda continua a buscar na beleza novas formas de reinventar clássicos. É nesse território de encontros que a italiana Calzedonia lançou a Invisible Makeup Effect Fio 15, uma meia-calça que leva para as pernas o conceito do efeito maquiagem. A proposta é simples, mas bastante contemporânea: criar uma aparência mais uniforme, suave e luminosa, preservando a transparência e a leveza características do fio 15. Com acabamento matte, a peça suaviza visualmente pequenas imperfeições e cria sobre a pele uma cobertura delicada, próxima à sensação de uma segunda pele. São seis tonalidades desenvolvidas para acompanhar diferentes tons de pele, reforçando a ideia de naturalidade que orienta a novidade. A escolha do fio 15 torna a meia especialmente interessante para os períodos de temperaturas mais amenas, quando as pernas voltam a ganhar protagonismo nas produções. Vestidos, saias e composições mais leves encontram na peça um acabamento discreto, que pode transitar do cotidiano às ocasiões especiais sem alterar a leitura do look. Outro detalhe está na região dos dedos, com costura ultrafina e discreta. O recurso permite que a meia seja usada também com calçados abertos, ampliando as possibilidades de styling e preservando a proposta de invisibilidade. Imagens: Divulgação

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Mês dos Pais: oito fragrâncias para presentear os diferentes estilos masculinos

Dos clássicos aos contemporâneos, a perfumaria transforma o presente em uma experiência de identidade, memória e afeto Presentear no Dia dos Pais vai muito além de escolher um objeto. Há presentes que permanecem na memória justamente porque despertam sensações, evocam lembranças e ajudam a construir identidade. Entre eles, poucos têm tanta força quanto um bom perfume. Afinal, fragrâncias acompanham histórias, marcam encontros e, muitas vezes, tornam-se parte da assinatura de quem as usa. Em um momento em que o autocuidado masculino ocupa um espaço cada vez mais importante no universo da moda e da beleza, a perfumaria reafirma seu protagonismo. As grandes marcas internacionais têm apostado em criações que dialogam com diferentes perfis de homens, dos mais discretos aos mais ousados, mostrando que escolher um perfume também é reconhecer personalidade, estilo de vida e comportamento. Mais do que acompanhar tendências, a perfumaria traduz identidade. Escolher uma fragrância para o Dia dos Pais é reconhecer quem essa pessoa é — ou como ela gosta de ser lembrada. Dos perfumes mais discretos aos mais intensos, cada um carrega uma forma diferente de contar histórias. E, quando o presente encontra a personalidade de quem o recebe, o aroma deixa de ser apenas uma fragrância para se transformar em memória. Para facilitar essa escolha, selecionamos oito fragrâncias disponíveis na Lord Perfumaria, reunidas de acordo com diferentes estilos de pais. Para o pai elegante e contemporâneo: Ralph Lauren Ralph’s Club New York Uma fragrância sofisticada, moderna e urbana. Ideal para homens que transitam com naturalidade entre compromissos profissionais e eventos sociais, valorizando elegância sem excessos. Carolina Herrera 212 Men Parfum Com assinatura refinada e versátil, é perfeito para pais que apreciam clássicos revisitados com um toque atual. Um perfume que funciona tanto durante o dia quanto à noite. Para o pai aventureiro e esportivo Ralph Lauren Polo 67 Extreme Inspirado na energia do esporte e na liberdade, entrega frescor aliado à intensidade. Combina com homens ativos que gostam de movimento e desafios. Davidoff Cool Water Man Eau de Toilette Um dos grandes clássicos da perfumaria masculina. Seu perfil aquático e refrescante continua atual e agrada quem busca leveza e versatilidade. Para o pai que gosta de marcar presença Rabanne 1 Million Night Elixir Intenso, envolvente e sedutor, é indicado para homens confiantes que gostam de perfumes de grande projeção e personalidade. Versace Eros Eau de Toilette Inspirado na mitologia grega, combina sensualidade e frescor em uma fragrância que se tornou um dos maiores sucessos da perfumaria masculina contemporânea. Para o pai clássico com personalidade Hugo Boss Bottled Striking Lavender A tradicional linha Boss Bottled ganha uma interpretação moderna com a presença da lavanda, oferecendo equilíbrio entre elegância, conforto e sofisticação. Joop! Homme Eau de Toilette Ícone da perfumaria internacional, mantém seu perfil intenso e inconfundível. Indicado para homens que não têm receio de expressar personalidade através do perfume. Serviço Todos os perfumes apresentados nesta seleção estão disponíveis no site da Lord Perfumaria, referência em perfumaria de luxo e beleza. E há ainda um incentivo extra para tornar o presente mais especial: utilizando o cupom LACKMAN, os filhos garantem 10% de desconto nas compras realizadas pelo site. Imagens: Divulgação

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Nova linha fitness impulsiona expansão do Grupo Deep

Nova coleção feminina aposta em conforto, liberdade de movimento e sofisticação, ampliando a atuação da marca no segmento esportivo O Grupo Deep consolida o sucesso da Deep Action, sua nova linha de moda fitness feminina, disponível no e-commerce e nas lojas físicas da marca. Desenvolvida para acompanhar a rotina da mulher moderna, a coleção reúne peças que aliam conforto, liberdade de movimento e sofisticação, unindo funcionalidade e design para a prática de atividades físicas e o dia a dia. Segundo a diretora criativa e CEO do Grupo Deep, Ana Paula Aguiar, a proposta da coleção é oferecer produtos que conciliem desempenho e elegância. “A linha Deep Action nasceu desse olhar: vestir mulheres que buscam conforto, liberdade e sofisticação em todos os momentos do dia. O sucesso da coleção mostra que entregamos uma linha pensada para o movimento, desenhada com a elegância que faz parte da essência da marca”, afirma. A coleção Deep Action pode ser acessada e adquirida na loja virtual do Grupo Deep através do endereço: www.estilodeep.com.br ou nas lojas físicas da marca, . Imagens: Luis Moraes/Divulgação

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Moda marca a abertura do Liquidecora 2026 no CasaPark

Desfiles integrados à Casa Decorada destacaram o trabalho de estilistas e marcas em uma noite que uniu moda, arquitetura e design A temporada do Liquidecora 2026 foi aberta na noite de quinta-feira (16), com a inauguração da Casa Decorada, novo projeto do CasaPark que reúne ambientes assinados por arquitetos e designers em uma proposta voltada ao morar contemporâneo. Entre os destaques da noite, a Casa Quadra apresentou o desfile Veraneio – O Caminho até o Verão. Em vez da passarela tradicional, as modelos percorreram os ambientes da Casa Decorada, transformando a arquitetura em cenário para as coleções. A estilista Letícia Gonzaga apresentou sua leitura contemporânea da camisaria, com fibras naturais e modelagens precisas. Já a Graciano’s celebrou seus 50 anos com uma coleção de alfaiataria em couro, reforçando a tradição da marca. A inauguração reuniu arquitetos, designers, artistas, influenciadores e convidados, consolidando a proposta do CasaPark de aproximar moda, design e arquitetura em uma experiência criativa e inspiradora. Fotos: César Rebouças/Divulgação

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DFB transforma Fortaleza em palco para moda e música

Com shows gratuitos de Fernanda Abreu, Ana Cañas, Alice Caymmi, FBC e Os Garotin, festival amplia sua vocação cultural e ocupa a Praia de Iracema com diferentes expressões da arte contemporânea Muito além das passarelas, o DFB Festival 2026 reafirma sua vocação como um dos principais encontros entre moda, música e economia criativa do país. De 9 a 12 de junho, a Praça Verde do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, em Fortaleza, recebe uma programação gratuita que reúne artistas de diferentes gerações e sonoridades, transformando a Praia de Iracema em um grande palco de experiências culturais. A agenda nacional traz nomes como Fernanda Abreu, Ana Cañas, Alice Caymmi, FBC e o trio Os Garotin, além de DJs, bandas e projetos independentes que movimentam a cena artística cearense. A abertura do festival será marcada pela força interpretativa de Alice Caymmi e pelo espetáculo “Ana Cañas Canta Rita Lee”, tributo à artista que redefiniu os rumos do rock brasileiro. Nos dias seguintes, o público poderá acompanhar a mistura de soul, R&B e música urbana de Os Garotin, as narrativas afiadas do rapper mineiro FBC e, no encerramento, a celebração dos 30 anos do álbum Da Lata, conduzida por Fernanda Abreu. Ao integrar música, comportamento e produção autoral em um mesmo território, o DFB amplia sua atuação como espaço de convergência entre diferentes linguagens criativas. Programação musical – Praça Verde 9 de junho (terça-feira) DJ Renata Dib Alice Caymmi Ana Cañas canta Rita Lee DJ Nego Celo 10 de junho (quarta-feira) Projeto Voyage Super Banda Os Garotin DJ Davi Fiuza 11 de junho (quinta-feira) DJ Viúva Negra 4rtin FBC DJ Priscila Delgado 12 de junho (sexta-feira) DJ Maria Tavares Transacionais Daniel Peixoto Fernanda Abreu DJ Isa Capelo Quer ir? DFB Festival 2026 De 9 a 12 de junho, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura e Cidade Dragão, Praia de Iracema, Fortaleza (CE) Instagram: @dfbfestival Imagens: Divulgação

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Cinco matchs para celebrar o Dia dos Namorados em sintonia

Entre notas amadeiradas, florais e gourmand, fragrâncias masculinas e femininas se encontram em combinações que deixam o romance ainda mais marcante O amor também mora na memória olfativa. Há casais que se reconhecem pelo toque, outros pela voz, mas existem aqueles que permanecem na pele um do outro através do perfume. Neste Dia dos Namorados, trocar fragrâncias pode ser uma forma delicada de construir cumplicidade, criar lembranças e transformar encontros cotidianos em pequenos rituais de afeto. Na  Lord Perfumaria, cinco combinações surgem como apostas para casais que desejam presentear em sintonia, equilibrando personalidade, desejo e elegância em pares que dialogam entre si como uma conversa íntima entre duas peles apaixonadas. Entre as combinações mais intensas está o encontro de Bad Boy Cobalt Absolute com Good Girl Jasmine Absolute (Carolina Herrera), uma dupla marcada por contraste e magnetismo. Enquanto ele mergulha em acordes densos e modernos, ela floresce em um jasmine envolvente e sofisticado, criando uma harmonia noturna, urbana e sedutora. Já Phantom in Red e Fame in Love (Rabanne), evocam um casal mais ousado, vibrante e divertido, daqueles que vivem o romance como quem dança sem medo no meio da madrugada. As notas doces, frutadas e sensuais criam uma assinatura compartilhada capaz de transformar qualquer abraço em permanência. Para os apaixonados por sofisticação contemporânea, Paradoxe e Paradigme (Prada), aparecem como uma combinação elegante e intelectual, perfeita para casais que encontram beleza nos detalhes e nas conversas longas depois do jantar. O MYSLF L’Absolu e o Libre Berry Crush (Yves Saint Laurent) traduzem uma paixão intensa, contemporânea e segura de si, em fragrâncias que misturam liberdade, sensualidade e presença. Para fechar, Burberry Hero EDT e Burberry Her revelam um casal mais leve e afetivo, com perfumes que equilibram frescor, delicadeza e uma sensação confortável de pertencimento — como quem encontra no outro a própria casa. Todas as combinações podem ser encontradas na  Lord Perfumaria, que reúne opções para diferentes estilos de casal neste Dia dos Namorados. E há ainda um incentivo extra para tornar o presente mais especial: utilizando o cupom LACKMAN, os apaixonados garantem 10% de desconto nas compras realizadas pelo site. Imagens: Divulgação

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Gustavo Silvestre: trabalho autoral que desacelera o olhar

Na exposição Aracnalização, o estilista ressignifica técnicas ancestrais em instalações escultóricas que unem memória, sofisticação e resistência no espaço intimista da galeria de Carlos Penna Na exposição Aracnalização, o estilista Gustavo Silvestre transforma o crochê em arquitetura sensível. As obras ocupam a Galeria de Carlos Penna como organismos suspensos, entre sombras, tensões e delicadezas que parecem redesenhar o espaço ao redor. Há, nas peças, uma dimensão quase ritualística: fios que deixam de cumprir função decorativa para assumir estado escultórico, instaurando um silêncio raro em tempos marcados pela velocidade e pelo excesso visual da moda contemporânea. O artesanal, aqui, não surge como nostalgia, mas como discurso de permanência. Gustavo costura memória, tempo e matéria em instalações que evocam afetos domésticos — a lembrança das mãos, da casa, da herança têxtil — enquanto projeta o crochê para um território futurista, sofisticado e radicalmente contemporâneo. A trajetória de Gustavo Silvestre acompanha esse mesmo gesto de reposicionamento cultural. Reconhecido por transformar técnicas manuais em linguagem de moda autoral e arte contemporânea, o estilista construiu uma carreira marcada pela valorização do fazer coletivo, da sustentabilidade e da inteligência ancestral presente nos fios. Seu trabalho desafia a lógica descartável da indústria ao defender o tempo como elemento criativo e político. Em vez de acelerar processos, Gustavo desacelera o olhar: faz do ponto repetido uma forma de resistência estética e humana. Entre resíduos, tramas e narrativas marginalizadas, sua obra reafirma que tradição não pertence ao passado — ela pode ser ferramenta de invenção, luxo e futuro. A exposição segue até o final de maio de 2026 na Galaeria Carlos Penna (R. Mateus Grou, 610 – Pinheiros, São Paulo – SP) Confere a entrevista que Gustavo nos concedeu: O crochê, na sua exposição, ganha um novo fôlego como linguagem artística e apresentação apurada de obras de arte. O que te fez escolher essa técnica ancestral para essa narrativa contemporânea? O crochê sempre me interessou pela potência humana que existe nele. É uma técnica ancestral, construída ponto a ponto pelas mãos, pelo tempo e pela repetição, mas que ainda carrega uma capacidade infinita de transformação. O que me move é justamente deslocar essa linguagem do lugar onde ela foi historicamente colocada, muitas vezes doméstico ou decorativo, e apresentá-la como matéria de arte, de pesquisa e de construção contemporânea. Através do crochê, eu consigo falar sobre tempo, memória, resistência, coletividade e sobre sofisticação. Existe uma inteligência estrutural muito grande nessa técnica. Então, para mim, usar o crochê hoje é quase um gesto de reposicionamento cultural. A galeria do Carlos Penna é um espaço que dialoga com o público de forma intimista e até pessoal. Como você acredita que a Aracnalização se transmutou nesse espaço, ganhando uma dimensão quase cerimonial sobre o seu trabalho? A galeria do Carlos tem uma atmosfera muito particular, quase silenciosa, e isso permitiu que a exposição respirasse de uma maneira muito sensorial. A Aracnalização fala sobre tecer espaços, criar presenças, quase como organismos vivos ocupando a arquitetura. Quando essas obras entram na galeria, elas deixam de ser apenas objetos e passam a criar uma experiência de permanência e contemplação. Existe algo de ritual nesse encontro entre matéria, tempo e corpo. As peças pendem, se expandem, criam sombras, tensões e delicadezas. É quase como entrar dentro de uma teia. E isso conversa muito com o trabalho do Carlos, porque ele também entende a matéria de uma forma muito emocional e escultórica.   Existe uma dimensão de resistência no crochê, uma forma de reinventar o tempo e o espaço. Como você vê essa prática dialogando com o ritmo acelerado da moda e da vida urbana em que estamos inseridos hoje? Eu vejo o crochê quase como um contraponto ao excesso de velocidade que vivemos hoje. A lógica do artesanal exige presença. Não existe aceleração possível quando você trabalha com as mãos. Cada ponto carrega tempo, corpo e atenção. Na moda e na vida contemporânea, muitas vezes tudo acontece de forma muito descartável e imediata. O crochê me permite trazer uma outra reflexão sobre valor, permanência e processo. Não é sobre nostalgia. É sobre imaginar futuros mais humanos, onde o fazer manual possa coexistir com inovação, arte e tecnologia sem perder sua essência. Ao olhar para as peças, quais memórias ou afetos você deseja evocar no espectador, e que tipo de diálogo você gostaria de criar entre o seu pensamento criativo, o passado artesanal e o futuro da moda? Eu gosto da ideia de que as pessoas reconheçam algo familiar, mas ao mesmo tempo não consigam definir exatamente o que é. O crochê ativa memórias muito afetivas e coletivas: a casa, a avó, o cuidado, o tempo lento. Mas eu tento deslocar essas referências para um lugar inesperado, mais contemporâneo, mais escultórico e até futurista. Meu desejo é criar uma ponte entre ancestralidade e invenção. Mostrar que tradição não significa algo parado no passado. Pelo contrário: ela pode ser um território extremamente radical e inovador quando revisitamos essas técnicas com outro olhar. Por fim, se seu trabalho fosse uma narrativa, qual seria o ponto, desfecho ou o convite silencioso que você deixaria para quem visualiza ou deseja suas obras? Talvez o convite seja desacelerar o olhar. Entender que existe beleza no tempo das coisas, na construção manual, na delicadeza e também na imperfeição. Meu trabalho fala muito sobre transformação. Sobre como fios, resíduos, materiais esquecidos e até histórias marginalizadas podem ganhar novos significados através das mãos. Então, se existe um desfecho, talvez ele esteja justamente nessa possibilidade de reconectar as pessoas com algo mais humano, sensível e essencial. Imagens incríveis cedidas por Danilo Sorrino

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Oswaldo Montenegro revisita memórias com A Dança dos Signos

Espetáculo mistura música, teatro e poesia e chega a Brasília para celebrar os 70 anos de trajetória do artista com clássicos da carreira e nova experiência visual Há artistas que transformam o palco em espaço de encontro entre memória e emoção. É nesse território que Oswaldo Montenegro retorna com “A Dança dos Signos”, espetáculo que volta à cena em 2026, ano em que o artista celebra seus 70 anos de vida. A apresentação acontece no dia 30 de maio, no Ulysses Centro de Convenções, em uma montagem que atravessa gerações ao unir música, poesia e narrativa teatral. A partir dos signos do zodíaco, Montenegro conduz o público por reflexões sobre identidade, comportamento e convivência, costurando histórias pessoais a canções que marcaram sua trajetória. Com abertura ao som de “A Lista”, o espetáculo percorre sucessos como “Bandolins”, “Lua e Flor”, “Intuição” e o poema “Metade”, enquanto dialoga com referências de nomes como Elton John, Bob Dylan e Chico Buarque. Ao lado da flautista Madalena Salles, parceira histórica de palco, o artista constrói uma atmosfera intimista que, nesta nova turnê, ganha projeções em led e intervenções visuais. Com mais de cinquenta profissionais envolvidos, “A Dança dos Signos” reafirma a capacidade de Montenegro de transformar canção e palavra em experiência sensível e coletiva. Quer ir? Oswaldo Montenegro – “A Dança dos Signos” Dia 30 de maio, 21h30 no Ulysses Centro de Convenções Indicado para maiores de 12 anos. Ingressos na Bilheteria Digital Imagens: Dalua e Celso Moraes/Divulgação

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Santis transforma fé em alta-moda na coleção MARIA

No mês das mães e das noivas, a Santis apresenta uma coleção onde o vestir se aproxima do rito e da emoção Há coleções que nascem da tendência. Outras, da memória. A nova coleção da grife Santis parece surgir de um lugar mais delicado e profundo: da devoção. Batizada de MARIA, a linha criada por Elizabeth Santos e Jonathas Almeida mergulha no imaginário sagrado feminino para construir vestidos que transitam entre a alta-costura e o gesto espiritual. O lançamento acontece no próximo 13 de maio, no Recanto das Águas, tendo como cenário a Capela Nossa Senhora Aparecida — escolha que reforça a atmosfera quase litúrgica da apresentação. Tivemos acesso a croquis de alguns dos vestidos e trazemos, com exclusividade para que possamos apreciar. A coleção reúne dez vestidos inspirados em diferentes devoções marianas, entre elas Nossa Senhora Aparecida, de Fátima, das Graças e Guadalupe. Mas o que poderia facilmente cair no literal encontra outro caminho nas mãos de Elizabeth. Em vez de símbolos óbvios, a estilista trabalha sensações. Há uma tentativa clara de traduzir delicadeza, silêncio, força e permanência através da construção das peças. O resultado aparece em vestidos que parecem menos desenhados para um altar convencional e mais pensados como extensões emocionais de quem os veste. Tecnicamente, a coleção reafirma o domínio do ateliê sobre os códigos da moda noiva. Zibeline estruturado, gazar de seda, organzas translúcidas e camadas de tule sustentam volumes precisos sem perder leveza. A cartela cromática percorre brancos absolutos, marfins suaves e tons amanteigados, interrompidos apenas por pequenas interferências douradas, verdes e azuis — quase sussurros visuais que remetem ao imaginário sacro sem comprometer a sofisticação contemporânea da coleção. A apresentação da coleção foi concebida como uma experiência sensorial. A beleza das modelos terá assinatura de Ricardo Maia e equipe, enquanto iluminação e sonorização criam a atmosfera do desfile. Sob regência do maestro Jackson Farias, a trilha sacra reforça o caráter simbólico da coleção. O cenário será a Capela Nossa Senhora Aparecida, no Recanto das Águas, aberta especialmente para o evento. A experiência conta ainda com Federal Buffet, Drinks da Capital, doces de Léo Almeida e decoração assinada pela Ornna, de Camila Araújo. Imagens: Cedidas ao Lackman & Co.

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Nordestesse ocupa Casa Quadra com moda e artesania 

Na Casa Quadra, o Nordestesse aproxima criação, território e memória em uma curadoria que atravessa autoralidade para presentear no Dia das Mães Existe algo de muito particular quando o Nordeste encontra Brasília. Talvez pela maneira como essas criações conseguem transformar memória em matéria — no crochê, na madeira pintada, nos tecidos que carregam textura e território. Entre os dias 6 e 9 de maio, o Festival Nordestesse chega à Casa Quadra, no Lago Sul, com uma edição dedicada ao Dia das Mães, reunindo moda, acessórios, joalheria e gastronomia artesanal em uma curadoria que privilegia autoria e afeto. Entre os destaques está a estreia da joalheira baiana Bia Machado, que apresenta peças em madeira pintada e ouro 18k inspiradas em santos, orixás e flores. A cearense Amares Brasil retorna ao festival com bolsas, resort wear e homewear produzidos em diálogo com grupos de artesãos do Ceará e da Bahia. Já o estilista potiguar George Azevedo volta à cidade após apoteótico desfile no Metrópoles Catwalk, aqui em Brasília com a coleção Segunda Pele, revisitando os grafismos de onça que marcaram sua trajetória em versões mais sofisticadas, dominadas pelo preto e branco. Vejam alguns cliques do primeiro dia de Nordestesse + Quadra: Também participam desta edição a Catarina Mina, com suas já reconhecidas bolsas de crochê e peças apresentadas recentemente na São Paulo Fashion Week, além da Cearensy, comandada por Synara Leal, que aposta em crochês elaborados e silhuetas fluidas pensadas tanto para o inverno brasiliense quanto para o verão europeu. O festival ainda reúne marcas como Almacor e Sau, ambas com novas coleções voltadas para um público que busca peças autorais sem abrir mão de versatilidade. A experiência se expande para a gastronomia, com uma seleção de produtos artesanais que inclui geleias de cajá com cachaça, picles de maxixe e quiabo e os premiados queijos de cabra da Fazenda Carnaúba, da família de Ariano Suassuna. Mais do que um evento de compras, o Nordestesse reafirma um movimento cada vez mais forte na moda brasileira: o de valorizar criação com identidade, tempo e história. Conheça as marcas que desembacaram na capital do país: Almacor (BA)Com estreia marcada na passarela do DFB Festival, em junho, a marca de roupas e objetos autorais transforma ilustrações de jovens neurodivergentes em estampas cheias de identidade. Design e inclusão se encontram como extensões de uma galeria de arte. Amares Brasil (CE)Fundada por Amanda Medrado em parceria com artesãos do Ceará e da Bahia, a Amares une moda resort, acessórios e homewear com forte valorização de matérias-primas naturais. Suas coleções equilibram sofisticação, manualidade e design brasileiro. B.Design (AL)Criada por Bianca Theotonio, a B.Design trabalha joias em prata reciclada e pedras brutas com produção slow e tiragens limitadas. Peças carregadas de memória, natureza e narrativa afetiva moldam o DNA da marca. Bia Machado (BA)As joias de Bia Machado unem ouro 18k, madeira de demolição e pedras naturais em criações inspiradas na cultura baiana e afro-brasileira. Fé, arte popular e sofisticação aparecem traduzidas em peças feitas à mão. Bossa de Maria (BA)Com foco em linho, tricoline e modelagens fluidas, a Bossa de Maria veste mulheres que buscam elegância sem abrir mão do conforto. A marca mistura alfaiataria tropical, crochê e delicadeza artesanal em peças atemporais. Catarina Mina (CE)Referência nacional em crochê contemporâneo, a Catarina Mina transforma técnicas manuais nordestinas em bolsas e roupas urbanas e sofisticadas. A marca integra o line-up da São Paulo Fashion Week e simboliza uma moda autoral conectada à tradição. Cearensy (CE)Com direção criativa de Synara Leal, a Cearensy atualiza o crochê artesanal com estética sofisticada e sensual. Suas peças transitam entre praia, resort e gala com acabamento inspirado na alta-costura. George Azevedo Art (RN)O estilista George Azevedo traduz referências do Nordeste em roupas marcadas por estampas artísticas e pintura manual. Em suas coleções, elementos como onças, cajueiros e símbolos populares ganham leitura urbana e contemporânea. Milá (RJ)Criada em 2020, a Milá aposta em tricôs leves feitos com fios naturais e modelagens pensadas para o estilo da mulher brasiliense. A marca combina conforto, minimalismo e sofisticação casual. Palma (BA)Inspirada pelo litoral baiano, a Palma transforma vidros lapidados pelo mar em joias orgânicas combinadas a ouro e pedras preciosas. Suas coleções exploram o universo marítimo por uma ótica sofisticada e nada óbvia. Sau (CE)Conhecida inicialmente pela moda praia de alta performance, a Sau expandiu seu universo para peças resort sofisticadas e versáteis. Com modelagens elaboradas e tons neutros, a marca transita do pós-praia à vida urbana com naturalidade. Quer ir? NORDESTESSE + CASA QUADRA Na SHIS QI 15, Conjunto 03, Casa 23 De quarta a sexta, das 11h às 20h e sábado, das 10h às 17h. Imagens: PeLucas/Divulgação Nordestesse

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