ID:Rio 2026, o auge da economia criativa

Em sua quinta edição, festival reúne desfiles, Fashion Fair, wellness, gastronomia, música e debates gratuitos em Niterói e Petrópolis Há encontros que acontecem para além da agenda. São aqueles em que a cidade vira cenário, a criatividade ganha corpo e a moda deixa de ser apenas roupa para assumir seu lugar como linguagem, identidade e movimento econômico. É nessa atmosfera que o ID:Rio Festival chega à sua quinta edição, entre os dias 18 e 21 de setembro, reunindo moda autoral, empreendedorismo, cultura e entretenimento em Niterói e Petrópolis. Na moda, a passarela reúne diferentes maneiras de pensar o vestir contemporâneo. Estão no lineup o upcycling de Almir França, o Ecossistema Criativo da Bolha Project, o design autoral de Denise Faertes, a moda esportiva da La Vie Sports, a produção do coletivo feminino OCA, voltada aos saberes ancestrais e à moda decolonial indígena, além da estreia da multimarcas Opinião, que apresenta uma curadoria de grifes cariocas. A programação ainda antecipa o próximo verão com um desfile de marcas da Rua dos Biquínis, de Cabo Frio. Em Niterói, a programação ocupa a Praia de Icaraí entre os dias 18 e 20 de setembro. A agenda reúne a Fashion Fair, ações de wellness da La Vie Sports, talks sobre empreendedorismo, seis momentos de moda e uma programação musical que passa por Xande de Pilares, Sávio, Baile do Zoli, Detonautas, Chico Chico e Lagum. Entre os destaques da passarela estão Almir França, Bolha Project, La Vie Sports, Opinião, Denise Faertes, Rua dos Biquínis Cabo Frio e OCA. Já Petrópolis recebe o ID:Rio no dia 21 de setembro, no Teatro Imperial, com uma programação voltada especialmente à capacitação de empreendedores do corredor produtivo da Rua Teresa, um dos principais polos de moda a céu aberto do estado, e da feira de Itaipava. A agenda de conhecimento conta com nomes como Eloísa Simão, fundadora do Fashion Rio e Fashion Business, Daniela Falcão, cofundadora da Nordestesse, e Michelle Souza, assessora de moda da Diretoria do Senai Cetiqt. Outro destaque é a Fashion Fair, que chega ampliada, com 60 participantes — o dobro da edição anterior — reunindo marcas de artesanato e moda autoral. É justamente aí que o festival ganha uma dimensão interessante: ao aproximar criação, mercado e público, transforma a moda independente em experiência, negócio e conversa. E porque moda não acontece isoladamente, o ID:Rio costura essa programação com shows, gastronomia, wellness e encontros sobre empreendedorismo. Entre as atrações musicais estão Xande de Pilares, Lagum, Detonautas, Chico Chico e Baile do Zoli. O evento é gratuito, sujeito à lotação, e tem como tema, nesta edição, “Todos nós empreendedores”. Tá no Rio? Quer ir? ID:Rio Festival 2026 18, 19 e 20 de setembro — Praia de Icaraí, Niterói 21 de setembro — Teatro Imperial, Petrópolis Entrada gratuita, sujeita à lotação Instagram: @idriofestival Imagens: Divulgação e Breno Galtier

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Yayoi Kusama, o fim do pontilhado

Da dor psíquica às bolinhas que conquistaram o mundo, artista japonesa transformou alucinações em linguagem artística, aproximou arte da moda e levou mais de 400 mil pessoas ao CCBB Brasília. Há artistas que fazem arte. Yayoi Kusama fez de si própria uma obra de arte. E talvez seja justamente por isso que sua morte, anunciada nesta quinta-feira, 27 de agosto, aos 97 anos, pese tanto sobre o mundo da cultura. A artista japonesa morreu em 14 de agosto, em um hospital de Tóquio, onde vivia por vontade própria havia décadas. Até os últimos dias, continuou pintando. Kusama passou a vida transformando aquilo que poderia ser visto apenas como sofrimento em uma das linguagens mais reconhecíveis da arte contemporânea. Desde a infância, convivia com alucinações visuais e descrevia experiências em que enxergava pontos, redes e padrões que pareciam se multiplicar indefinidamente. Em vez de esconder esse universo, ela o colocou na tela, na escultura, na performance e, mais tarde, em instalações imersivas que fizeram milhões de pessoas entrar literalmente dentro de sua mente. As famosas bolinhas, portanto, nunca foram apenas uma assinatura estética: eram também uma maneira de dar forma ao que ela via e sentia. E aqui está uma das dimensões mais importantes de seu legado. Kusama ajudou a retirar o sofrimento psíquico do lugar de silêncio e vergonha e colocá-lo no centro da conversa sobre criação, identidade e existência. Ela falava abertamente sobre suas alucinações e sobre a relação entre sua saúde mental e sua produção artística. Depois de retornar ao Japão, em 1973, passou a viver em uma instituição psiquiátrica em Tóquio, mantendo um ateliê próximo e uma rotina de produção que atravessou décadas. Sua arte não deve, evidentemente, ser reduzida à doença — Kusama foi uma artista extremamente sofisticada, consciente e radical —, mas é impossível compreender a potência de sua obra sem reconhecer como ela transformou uma experiência psíquica profundamente particular em uma linguagem universal. Foi assim que pontos viraram infinito. E o infinito virou espelho, luz, abóbora, sexo, corpo, natureza, obsessão e, sobretudo, experiência. Nas Infinity Mirror Rooms, o visitante deixa de ser apenas espectador e passa a fazer parte da obra, perdido entre reflexos e pontos luminosos. Em Inhotim, onde ganhou uma galeria permanente em 2023, estão duas dessas experiências imersivas, I’m Here, But Nothing e Aftermath of Obliteration of Eternity, além de Narcissus Garden, com centenas de esferas espelhadas sobre a água. E se hoje parece absolutamente natural ver arte contemporânea atravessar as fronteiras dos museus, da publicidade, da música e da moda, Kusama ajudou a pavimentar esse caminho. Ela entendeu antes de muita gente que uma linguagem artística potente poderia ocupar também o cotidiano. Um dos capítulos mais emblemáticos foi sua parceria com a Louis Vuitton, iniciada a partir do encontro com Marc Jacobs e transformada em coleções que levaram seus famosos polka dots para bolsas, roupas, sapatos e acessórios. A colaboração voltou a ganhar força em 2023, quando a maison retomou o universo visual da artista em uma nova coleção. Mas Brasília também tem uma história especial com essa mulher que parecia enxergar o mundo em outra frequência. Em 2014, a exposição “Obsessão Infinita”, apresentada no CCBB Brasília, levou mais de 400 mil visitantes às galerias — recorde de público do centro cultural na capital até então. Filas enormes se formaram diante de uma exposição que transformou pontos, espelhos, luzes e repetição em um fenômeno popular. Brasília, que tantas vezes se orgulha de sua monumentalidade arquitetônica, descobriu ali uma outra forma de ocupar o espaço: entrando no universo infinito de Kusama.   Talvez seja essa a imagem que fica. Uma mulher japonesa que saiu de Matsumoto, atravessou a vanguarda de Nova York nos anos 1960, enfrentou preconceitos, apagamentos e crises, voltou ao Japão e, sem abandonar suas obsessões, construiu uma das identidades mais poderosas da arte mundial. Uma artista que fez da repetição uma revolução e daquilo que poderia ser considerado um limite uma possibilidade de expansão. Yayoi Kusama nos ensinou que o infinito pode caber em uma bolinha. Que uma alucinação pode virar linguagem. Que a arte também pode ser abrigo. E que aquilo que nos assusta, quando encontra forma, talvez deixe de nos dominar. A artista partiu, mas seu universo não tem a menor intenção de acabar. E talvez seja exatamente por isso que suas bolinhas continuam nos olhando de volta.   P.s. Siga @yayoikusamamuseum Fotos: Reprodução/Instagram

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Meia-calça se alia a beleza e uniformiza pele

Com efeito “makeup”, nova meia-calça da marca italiana aproxima moda e beleza ao criar uma aparência mais uniforme e natural para as pernas A moda continua a buscar na beleza novas formas de reinventar clássicos. É nesse território de encontros que a italiana Calzedonia lançou a Invisible Makeup Effect Fio 15, uma meia-calça que leva para as pernas o conceito do efeito maquiagem. A proposta é simples, mas bastante contemporânea: criar uma aparência mais uniforme, suave e luminosa, preservando a transparência e a leveza características do fio 15. Com acabamento matte, a peça suaviza visualmente pequenas imperfeições e cria sobre a pele uma cobertura delicada, próxima à sensação de uma segunda pele. São seis tonalidades desenvolvidas para acompanhar diferentes tons de pele, reforçando a ideia de naturalidade que orienta a novidade. A escolha do fio 15 torna a meia especialmente interessante para os períodos de temperaturas mais amenas, quando as pernas voltam a ganhar protagonismo nas produções. Vestidos, saias e composições mais leves encontram na peça um acabamento discreto, que pode transitar do cotidiano às ocasiões especiais sem alterar a leitura do look. Outro detalhe está na região dos dedos, com costura ultrafina e discreta. O recurso permite que a meia seja usada também com calçados abertos, ampliando as possibilidades de styling e preservando a proposta de invisibilidade. Imagens: Divulgação

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Mês dos Pais: oito fragrâncias para presentear os diferentes estilos masculinos

Dos clássicos aos contemporâneos, a perfumaria transforma o presente em uma experiência de identidade, memória e afeto Presentear no Dia dos Pais vai muito além de escolher um objeto. Há presentes que permanecem na memória justamente porque despertam sensações, evocam lembranças e ajudam a construir identidade. Entre eles, poucos têm tanta força quanto um bom perfume. Afinal, fragrâncias acompanham histórias, marcam encontros e, muitas vezes, tornam-se parte da assinatura de quem as usa. Em um momento em que o autocuidado masculino ocupa um espaço cada vez mais importante no universo da moda e da beleza, a perfumaria reafirma seu protagonismo. As grandes marcas internacionais têm apostado em criações que dialogam com diferentes perfis de homens, dos mais discretos aos mais ousados, mostrando que escolher um perfume também é reconhecer personalidade, estilo de vida e comportamento. Mais do que acompanhar tendências, a perfumaria traduz identidade. Escolher uma fragrância para o Dia dos Pais é reconhecer quem essa pessoa é — ou como ela gosta de ser lembrada. Dos perfumes mais discretos aos mais intensos, cada um carrega uma forma diferente de contar histórias. E, quando o presente encontra a personalidade de quem o recebe, o aroma deixa de ser apenas uma fragrância para se transformar em memória. Para facilitar essa escolha, selecionamos oito fragrâncias disponíveis na Lord Perfumaria, reunidas de acordo com diferentes estilos de pais. Para o pai elegante e contemporâneo: Ralph Lauren Ralph’s Club New York Uma fragrância sofisticada, moderna e urbana. Ideal para homens que transitam com naturalidade entre compromissos profissionais e eventos sociais, valorizando elegância sem excessos. Carolina Herrera 212 Men Parfum Com assinatura refinada e versátil, é perfeito para pais que apreciam clássicos revisitados com um toque atual. Um perfume que funciona tanto durante o dia quanto à noite. Para o pai aventureiro e esportivo Ralph Lauren Polo 67 Extreme Inspirado na energia do esporte e na liberdade, entrega frescor aliado à intensidade. Combina com homens ativos que gostam de movimento e desafios. Davidoff Cool Water Man Eau de Toilette Um dos grandes clássicos da perfumaria masculina. Seu perfil aquático e refrescante continua atual e agrada quem busca leveza e versatilidade. Para o pai que gosta de marcar presença Rabanne 1 Million Night Elixir Intenso, envolvente e sedutor, é indicado para homens confiantes que gostam de perfumes de grande projeção e personalidade. Versace Eros Eau de Toilette Inspirado na mitologia grega, combina sensualidade e frescor em uma fragrância que se tornou um dos maiores sucessos da perfumaria masculina contemporânea. Para o pai clássico com personalidade Hugo Boss Bottled Striking Lavender A tradicional linha Boss Bottled ganha uma interpretação moderna com a presença da lavanda, oferecendo equilíbrio entre elegância, conforto e sofisticação. Joop! Homme Eau de Toilette Ícone da perfumaria internacional, mantém seu perfil intenso e inconfundível. Indicado para homens que não têm receio de expressar personalidade através do perfume. Serviço Todos os perfumes apresentados nesta seleção estão disponíveis no site da Lord Perfumaria, referência em perfumaria de luxo e beleza. E há ainda um incentivo extra para tornar o presente mais especial: utilizando o cupom LACKMAN, os filhos garantem 10% de desconto nas compras realizadas pelo site. Imagens: Divulgação

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Nova linha fitness impulsiona expansão do Grupo Deep

Nova coleção feminina aposta em conforto, liberdade de movimento e sofisticação, ampliando a atuação da marca no segmento esportivo O Grupo Deep consolida o sucesso da Deep Action, sua nova linha de moda fitness feminina, disponível no e-commerce e nas lojas físicas da marca. Desenvolvida para acompanhar a rotina da mulher moderna, a coleção reúne peças que aliam conforto, liberdade de movimento e sofisticação, unindo funcionalidade e design para a prática de atividades físicas e o dia a dia. Segundo a diretora criativa e CEO do Grupo Deep, Ana Paula Aguiar, a proposta da coleção é oferecer produtos que conciliem desempenho e elegância. “A linha Deep Action nasceu desse olhar: vestir mulheres que buscam conforto, liberdade e sofisticação em todos os momentos do dia. O sucesso da coleção mostra que entregamos uma linha pensada para o movimento, desenhada com a elegância que faz parte da essência da marca”, afirma. A coleção Deep Action pode ser acessada e adquirida na loja virtual do Grupo Deep através do endereço: www.estilodeep.com.br ou nas lojas físicas da marca, . Imagens: Luis Moraes/Divulgação

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Moda marca a abertura do Liquidecora 2026 no CasaPark

Desfiles integrados à Casa Decorada destacaram o trabalho de estilistas e marcas em uma noite que uniu moda, arquitetura e design A temporada do Liquidecora 2026 foi aberta na noite de quinta-feira (16), com a inauguração da Casa Decorada, novo projeto do CasaPark que reúne ambientes assinados por arquitetos e designers em uma proposta voltada ao morar contemporâneo. Entre os destaques da noite, a Casa Quadra apresentou o desfile Veraneio – O Caminho até o Verão. Em vez da passarela tradicional, as modelos percorreram os ambientes da Casa Decorada, transformando a arquitetura em cenário para as coleções. A estilista Letícia Gonzaga apresentou sua leitura contemporânea da camisaria, com fibras naturais e modelagens precisas. Já a Graciano’s celebrou seus 50 anos com uma coleção de alfaiataria em couro, reforçando a tradição da marca. A inauguração reuniu arquitetos, designers, artistas, influenciadores e convidados, consolidando a proposta do CasaPark de aproximar moda, design e arquitetura em uma experiência criativa e inspiradora. Fotos: César Rebouças/Divulgação

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DFB transforma Fortaleza em palco para moda e música

Com shows gratuitos de Fernanda Abreu, Ana Cañas, Alice Caymmi, FBC e Os Garotin, festival amplia sua vocação cultural e ocupa a Praia de Iracema com diferentes expressões da arte contemporânea Muito além das passarelas, o DFB Festival 2026 reafirma sua vocação como um dos principais encontros entre moda, música e economia criativa do país. De 9 a 12 de junho, a Praça Verde do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, em Fortaleza, recebe uma programação gratuita que reúne artistas de diferentes gerações e sonoridades, transformando a Praia de Iracema em um grande palco de experiências culturais. A agenda nacional traz nomes como Fernanda Abreu, Ana Cañas, Alice Caymmi, FBC e o trio Os Garotin, além de DJs, bandas e projetos independentes que movimentam a cena artística cearense. A abertura do festival será marcada pela força interpretativa de Alice Caymmi e pelo espetáculo “Ana Cañas Canta Rita Lee”, tributo à artista que redefiniu os rumos do rock brasileiro. Nos dias seguintes, o público poderá acompanhar a mistura de soul, R&B e música urbana de Os Garotin, as narrativas afiadas do rapper mineiro FBC e, no encerramento, a celebração dos 30 anos do álbum Da Lata, conduzida por Fernanda Abreu. Ao integrar música, comportamento e produção autoral em um mesmo território, o DFB amplia sua atuação como espaço de convergência entre diferentes linguagens criativas. Programação musical – Praça Verde 9 de junho (terça-feira) DJ Renata Dib Alice Caymmi Ana Cañas canta Rita Lee DJ Nego Celo 10 de junho (quarta-feira) Projeto Voyage Super Banda Os Garotin DJ Davi Fiuza 11 de junho (quinta-feira) DJ Viúva Negra 4rtin FBC DJ Priscila Delgado 12 de junho (sexta-feira) DJ Maria Tavares Transacionais Daniel Peixoto Fernanda Abreu DJ Isa Capelo Quer ir? DFB Festival 2026 De 9 a 12 de junho, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura e Cidade Dragão, Praia de Iracema, Fortaleza (CE) Instagram: @dfbfestival Imagens: Divulgação

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Cinco matchs para celebrar o Dia dos Namorados em sintonia

Entre notas amadeiradas, florais e gourmand, fragrâncias masculinas e femininas se encontram em combinações que deixam o romance ainda mais marcante O amor também mora na memória olfativa. Há casais que se reconhecem pelo toque, outros pela voz, mas existem aqueles que permanecem na pele um do outro através do perfume. Neste Dia dos Namorados, trocar fragrâncias pode ser uma forma delicada de construir cumplicidade, criar lembranças e transformar encontros cotidianos em pequenos rituais de afeto. Na  Lord Perfumaria, cinco combinações surgem como apostas para casais que desejam presentear em sintonia, equilibrando personalidade, desejo e elegância em pares que dialogam entre si como uma conversa íntima entre duas peles apaixonadas. Entre as combinações mais intensas está o encontro de Bad Boy Cobalt Absolute com Good Girl Jasmine Absolute (Carolina Herrera), uma dupla marcada por contraste e magnetismo. Enquanto ele mergulha em acordes densos e modernos, ela floresce em um jasmine envolvente e sofisticado, criando uma harmonia noturna, urbana e sedutora. Já Phantom in Red e Fame in Love (Rabanne), evocam um casal mais ousado, vibrante e divertido, daqueles que vivem o romance como quem dança sem medo no meio da madrugada. As notas doces, frutadas e sensuais criam uma assinatura compartilhada capaz de transformar qualquer abraço em permanência. Para os apaixonados por sofisticação contemporânea, Paradoxe e Paradigme (Prada), aparecem como uma combinação elegante e intelectual, perfeita para casais que encontram beleza nos detalhes e nas conversas longas depois do jantar. O MYSLF L’Absolu e o Libre Berry Crush (Yves Saint Laurent) traduzem uma paixão intensa, contemporânea e segura de si, em fragrâncias que misturam liberdade, sensualidade e presença. Para fechar, Burberry Hero EDT e Burberry Her revelam um casal mais leve e afetivo, com perfumes que equilibram frescor, delicadeza e uma sensação confortável de pertencimento — como quem encontra no outro a própria casa. Todas as combinações podem ser encontradas na  Lord Perfumaria, que reúne opções para diferentes estilos de casal neste Dia dos Namorados. E há ainda um incentivo extra para tornar o presente mais especial: utilizando o cupom LACKMAN, os apaixonados garantem 10% de desconto nas compras realizadas pelo site. Imagens: Divulgação

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Gustavo Silvestre: trabalho autoral que desacelera o olhar

Na exposição Aracnalização, o estilista ressignifica técnicas ancestrais em instalações escultóricas que unem memória, sofisticação e resistência no espaço intimista da galeria de Carlos Penna Na exposição Aracnalização, o estilista Gustavo Silvestre transforma o crochê em arquitetura sensível. As obras ocupam a Galeria de Carlos Penna como organismos suspensos, entre sombras, tensões e delicadezas que parecem redesenhar o espaço ao redor. Há, nas peças, uma dimensão quase ritualística: fios que deixam de cumprir função decorativa para assumir estado escultórico, instaurando um silêncio raro em tempos marcados pela velocidade e pelo excesso visual da moda contemporânea. O artesanal, aqui, não surge como nostalgia, mas como discurso de permanência. Gustavo costura memória, tempo e matéria em instalações que evocam afetos domésticos — a lembrança das mãos, da casa, da herança têxtil — enquanto projeta o crochê para um território futurista, sofisticado e radicalmente contemporâneo. A trajetória de Gustavo Silvestre acompanha esse mesmo gesto de reposicionamento cultural. Reconhecido por transformar técnicas manuais em linguagem de moda autoral e arte contemporânea, o estilista construiu uma carreira marcada pela valorização do fazer coletivo, da sustentabilidade e da inteligência ancestral presente nos fios. Seu trabalho desafia a lógica descartável da indústria ao defender o tempo como elemento criativo e político. Em vez de acelerar processos, Gustavo desacelera o olhar: faz do ponto repetido uma forma de resistência estética e humana. Entre resíduos, tramas e narrativas marginalizadas, sua obra reafirma que tradição não pertence ao passado — ela pode ser ferramenta de invenção, luxo e futuro. A exposição segue até o final de maio de 2026 na Galaeria Carlos Penna (R. Mateus Grou, 610 – Pinheiros, São Paulo – SP) Confere a entrevista que Gustavo nos concedeu: O crochê, na sua exposição, ganha um novo fôlego como linguagem artística e apresentação apurada de obras de arte. O que te fez escolher essa técnica ancestral para essa narrativa contemporânea? O crochê sempre me interessou pela potência humana que existe nele. É uma técnica ancestral, construída ponto a ponto pelas mãos, pelo tempo e pela repetição, mas que ainda carrega uma capacidade infinita de transformação. O que me move é justamente deslocar essa linguagem do lugar onde ela foi historicamente colocada, muitas vezes doméstico ou decorativo, e apresentá-la como matéria de arte, de pesquisa e de construção contemporânea. Através do crochê, eu consigo falar sobre tempo, memória, resistência, coletividade e sobre sofisticação. Existe uma inteligência estrutural muito grande nessa técnica. Então, para mim, usar o crochê hoje é quase um gesto de reposicionamento cultural. A galeria do Carlos Penna é um espaço que dialoga com o público de forma intimista e até pessoal. Como você acredita que a Aracnalização se transmutou nesse espaço, ganhando uma dimensão quase cerimonial sobre o seu trabalho? A galeria do Carlos tem uma atmosfera muito particular, quase silenciosa, e isso permitiu que a exposição respirasse de uma maneira muito sensorial. A Aracnalização fala sobre tecer espaços, criar presenças, quase como organismos vivos ocupando a arquitetura. Quando essas obras entram na galeria, elas deixam de ser apenas objetos e passam a criar uma experiência de permanência e contemplação. Existe algo de ritual nesse encontro entre matéria, tempo e corpo. As peças pendem, se expandem, criam sombras, tensões e delicadezas. É quase como entrar dentro de uma teia. E isso conversa muito com o trabalho do Carlos, porque ele também entende a matéria de uma forma muito emocional e escultórica.   Existe uma dimensão de resistência no crochê, uma forma de reinventar o tempo e o espaço. Como você vê essa prática dialogando com o ritmo acelerado da moda e da vida urbana em que estamos inseridos hoje? Eu vejo o crochê quase como um contraponto ao excesso de velocidade que vivemos hoje. A lógica do artesanal exige presença. Não existe aceleração possível quando você trabalha com as mãos. Cada ponto carrega tempo, corpo e atenção. Na moda e na vida contemporânea, muitas vezes tudo acontece de forma muito descartável e imediata. O crochê me permite trazer uma outra reflexão sobre valor, permanência e processo. Não é sobre nostalgia. É sobre imaginar futuros mais humanos, onde o fazer manual possa coexistir com inovação, arte e tecnologia sem perder sua essência. Ao olhar para as peças, quais memórias ou afetos você deseja evocar no espectador, e que tipo de diálogo você gostaria de criar entre o seu pensamento criativo, o passado artesanal e o futuro da moda? Eu gosto da ideia de que as pessoas reconheçam algo familiar, mas ao mesmo tempo não consigam definir exatamente o que é. O crochê ativa memórias muito afetivas e coletivas: a casa, a avó, o cuidado, o tempo lento. Mas eu tento deslocar essas referências para um lugar inesperado, mais contemporâneo, mais escultórico e até futurista. Meu desejo é criar uma ponte entre ancestralidade e invenção. Mostrar que tradição não significa algo parado no passado. Pelo contrário: ela pode ser um território extremamente radical e inovador quando revisitamos essas técnicas com outro olhar. Por fim, se seu trabalho fosse uma narrativa, qual seria o ponto, desfecho ou o convite silencioso que você deixaria para quem visualiza ou deseja suas obras? Talvez o convite seja desacelerar o olhar. Entender que existe beleza no tempo das coisas, na construção manual, na delicadeza e também na imperfeição. Meu trabalho fala muito sobre transformação. Sobre como fios, resíduos, materiais esquecidos e até histórias marginalizadas podem ganhar novos significados através das mãos. Então, se existe um desfecho, talvez ele esteja justamente nessa possibilidade de reconectar as pessoas com algo mais humano, sensível e essencial. Imagens incríveis cedidas por Danilo Sorrino

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Santis transforma fé em alta-moda na coleção MARIA

No mês das mães e das noivas, a Santis apresenta uma coleção onde o vestir se aproxima do rito e da emoção Há coleções que nascem da tendência. Outras, da memória. A nova coleção da grife Santis parece surgir de um lugar mais delicado e profundo: da devoção. Batizada de MARIA, a linha criada por Elizabeth Santos e Jonathas Almeida mergulha no imaginário sagrado feminino para construir vestidos que transitam entre a alta-costura e o gesto espiritual. O lançamento acontece no próximo 13 de maio, no Recanto das Águas, tendo como cenário a Capela Nossa Senhora Aparecida — escolha que reforça a atmosfera quase litúrgica da apresentação. Tivemos acesso a croquis de alguns dos vestidos e trazemos, com exclusividade para que possamos apreciar. A coleção reúne dez vestidos inspirados em diferentes devoções marianas, entre elas Nossa Senhora Aparecida, de Fátima, das Graças e Guadalupe. Mas o que poderia facilmente cair no literal encontra outro caminho nas mãos de Elizabeth. Em vez de símbolos óbvios, a estilista trabalha sensações. Há uma tentativa clara de traduzir delicadeza, silêncio, força e permanência através da construção das peças. O resultado aparece em vestidos que parecem menos desenhados para um altar convencional e mais pensados como extensões emocionais de quem os veste. Tecnicamente, a coleção reafirma o domínio do ateliê sobre os códigos da moda noiva. Zibeline estruturado, gazar de seda, organzas translúcidas e camadas de tule sustentam volumes precisos sem perder leveza. A cartela cromática percorre brancos absolutos, marfins suaves e tons amanteigados, interrompidos apenas por pequenas interferências douradas, verdes e azuis — quase sussurros visuais que remetem ao imaginário sacro sem comprometer a sofisticação contemporânea da coleção. A apresentação da coleção foi concebida como uma experiência sensorial. A beleza das modelos terá assinatura de Ricardo Maia e equipe, enquanto iluminação e sonorização criam a atmosfera do desfile. Sob regência do maestro Jackson Farias, a trilha sacra reforça o caráter simbólico da coleção. O cenário será a Capela Nossa Senhora Aparecida, no Recanto das Águas, aberta especialmente para o evento. A experiência conta ainda com Federal Buffet, Drinks da Capital, doces de Léo Almeida e decoração assinada pela Ornna, de Camila Araújo. Imagens: Cedidas ao Lackman & Co.

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