História(s) da arte brasileira!

CAIXA Cultural Brasília inaugura mostra com obras que fazem parte da Coleção Moraes e Oliveira.   Na última semana, a CAIXA Cultural Brasília recebeu o público para a abertura da mostra “História(s) da arte brasileira | multiplicidade da coleção Moraes e Oliveira”, que celebra os 30 anos da coleção particular de Onice Moraes e José Rosildete de Oliveira. Esta é a primeira vez que uma parte do acervo é exposta com um recorte da coleção. Os curadores Renata Azambuja e Emerson Dionísio de Oliveira selecionaram obras de 65 artistas visuais brasileiros que produziram a partir dos anos 1960. A abertura teve as falas de Luana do Prado Coelho de Lima, gerente da CAIXA Cultural Brasília, e da colecionadora Onice Moraes, seguida de uma visita guiada à mostra com os curadores.       A exposição contou ainda com a presença de diversos artistas cujas obras fazem parte do acervo, além de colecionadores, amigos e autoridades da esfera federal, entre eles Claudio Tozzi e Luiz Áquila, que vieram a Brasília especialmente para a abertura. A mostra fica em cartaz até o dia 13 de abril, com visitação de terça a domingo, das 9h às 21h. A entrada é franca e a classificação indicativa é 14 anos. A CAIXA Cultural Brasília fica no SBS Quadra 4, Lotes 3 / 4. Sobre a mostra Para a realização da mostra, os colecionadores convidaram os curadores Renata Azambuja e Emerson Dionísio Oliveira para conhecer, pesquisar e selecionar as peças para exposição. A exposição que entra em cartaz na CAIXA Cultural Brasília está organizada em cinco núcleos: Primeiras Aquisições (de 1995 a 2005); Percursos da Linha; Corpóreos; Vistas; e Fronteiriços (combinações de materiais, técnicas, palavras, entre outros).  Alguns artistas participam em um ou mais núcleos. O Núcleo Primeiras Aquisições (de 1995 a 2005) é formado por obras de Amilcar de Castro, Antônio Poteiro, Athos Bulcão, Bené Fonteles, Carlos Vergara, Claudio Tozzi, Elder Rocha Filho, Francisco Galeno, Iberê Camargo, Leda Watson, Luiz Áquila, Omar Franco, Ralph Gehre, Rubem Valentim, Rubens Gerchman, Selma Parreira e Shirley Paes Leme. Outra sessão, batizada de Percursos da Linha é formada por Almandrade, Ascânio MMM, Athos Bulcão, David Almeida, Eduardo Sued, Franz Krajcberg, Franz Weissmann, Helô Sanvoy, Iole de Freitas, José Roberto Bassul, Manfredo de Souza Neto, Marcelo Solá, Nelson Felix, Paulo Whitaker, Raquel Nava, Ralph Gehre e Roberto Burle Marx. Corpóreos é o núcleo expositivo formado por obras de Adriana Vignoli, Alex Cerveny, Alfredo Ceschiatti, Alice Lara, Athos Bulcão, Christus Nóbrega, Dalton Paula, Elder Rocha Filho, Glauco Rodrigues, Glênio Bianchetti, Glenio Lima, Maciej Babinski, Marcelo Feijó, Miguel Simão, Pedro Ivo Verçosa e Virgílio Neto. Tem ainda a parte denominada como Vistas, onde estão as obras de Adriana Rocha, Alex Flemming, David Almeida, Emmanuel Nassar, Leda Catunda, Luiz Gallina, Luiz Mauro, Pedro Gandra, Rodrigo Godá e Veridiana Leite. Por fim, o Núcleo Fronteiriços é formado por obras de Adriana Vignoli, Alex Cerveny, André Santangelo, Carlos Vergara, Christus Nóbrega, Clarice Gonçalves, Fernando Lucchesi, João Angelini, Luiz Hermano, Pitágoras, Raquel Nava, Ralph Gehre, Roberto Magalhães, Rodrigo Cruz, Shevan Lopes e Wagner Barja. Agora confira algumas das pessoas que compareceram ao coquetel de abertura pelas lentes deste colunista/fotógrafo:   Para quem gosta de história(s)… História(s) da arte brasileira | multiplicidade da coleção Moraes e Oliveira / Até 13/04 – terça a domingo, das 9h às 21h / 14 anos / Acesso para pessoas com deficiência / Entrada franca / Siga @caixaculturalbrasilia e @referenciagaleria Fotos: Gilberto Evangelista

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Tá rolando o Funn Summer… bora?

Muita música e esportes ao ar livre agitam o segundo fim de semana do festival de verão brasiliense promovido pela Funn Entretenimento.   O Funn Summer, um dos festivais de verão mais aguardados do Distrito Federal, chega ao seu segundo fim de semana, nos dias 15 e 16 de fevereiro, e promete agitar o Clube ASES (acesso por trás do Pier 21) com atrações de peso: Cat Dealers (foto de capa), Fancy Inc., Bruno Diegues (ex-vocalista do Jeito Moleque) e a Banda 5521. Depois do último fim de semana, que marcou a volta desse incrível festival sazonal com shows de Silva, Baile do Sapuca e Buchecha, a coluna #PERAMBULANDO só tem uma coisa a dizer: não perca a oportunidade! Afinal, no line-up deste sábado (15), as atrações confirmadas são: Cat Dealers, dupla composta pelos irmãos Lugui e Pedrão, donos dos hits ‘Sunshine’, ‘Gravity’ e ‘Ai Ai Ai’. Celebrando seus 10 anos de carreira, eles prometem agitar a pista de dança com uma mistura envolvente de house e música pop. Já o duo Fancy Inc., formado por Felipe e Daniel, vem conquistando cada vez mais espaço com seu som cheio de groove e promete levar os fãs ao delírio com sets dinâmicos e envolventes. A noite de sábado conta ainda com a DJ brasiliense Camila Jun. Ela já lançou faixas por selos icônicos de house music, como ‘Nervous Records’, ‘Toolroom’, ‘Toolroom Trax’ e ‘Wh0 Plays’, além de ter trabalhado em colaborações e remixes com artistas de renome internacional. Do underground ao mainstream, sua pesquisa musical não tem fronteiras e seu compromisso é fazer a pista dançar. Já no domingo (16), Bruno Diegues, ex-vocalista do Jeito Moleque, é uma das grandes atrações do festival, prometendo uma verdadeira festa para os amantes do gênero. Com sua energia contagiante e músicas que falam diretamente ao coração do público, ele é uma figura carismática e querida nas rodas de samba e nas festas de pagode. Nesse mesmo dia, o festival recebe o grupo mais carioca do Brasil: a Banda 5521. Formada pelo sexteto Gui Evaristo, LS, Caio, Vini, Matheuzinho e Tiago, a banda traz toda a vibe do Rio de Janeiro para Brasília. Sobre o festival “O diferencial do Funn Summer, sem dúvidas, é o mix de música boa, gastronomia e esportes em um único evento. Além dos shows, o festival oferece uma estrutura completa para o público, incluindo lounges privativos, esportes aquáticos, terrestres e aulões”, compartilha o sócio Henrique Migras. As opções gastronômicas são variadas – de acarajé, crepe e cachorro-quente a açaí e sorvete. Neste sábado (15), as portas do complexo abrirão às 9h com uma programação esportiva completa: aulões fit, wakeboard, caiaque, stand-up paddle, altinha, teqball e frescobol. A partir das 12h, o beach club começa a funcionar com DJs nacionais que irão promover um sunset inesquecível às margens do Lago Paranoá. Os clientes CAIXA, principal patrocinadora do evento, têm 20% de desconto na compra dos ingressos. Já a Corona, também patrocinadora do festival, marca presença com seu lifestyle característico dentro do espaço. Com uma proposta inovadora, o Funn Summer se consolidou como uma opção de entretenimento de alto padrão em Brasília, proporcionando aos participantes momentos inesquecíveis em um cenário paradisíaco, intimista e que começa ainda com o sol lá em cima. Em tempo, os ingressos disponíveis lá no site Ingresse. Aos indecisos, dá só uma olhada neste vídeo da passagem da Coluna #PERAMBULANDO na abertura do festival! Abaixo, a programação na íntegra do Funn Summer Verão: 15/02 | Sábado CatDealers Fancy Inc Camila Jun DJs Convidados 16/02 | Domingo 5521 (Direto do RJ) Bruno Diegues – Ex-vocalista do Jeito Moleque canta todos os sucessos da banda DJs Convidados 22/02 | Sábado KVSH Carol Favero DJs Convidados 01/03 | Sábado Fica Comigo (Feliz Carnaval, meu amor) Just Mike (Fica Comigo) Victor Lima Chicco Aquino DJs Convidados *Clientes Caixa têm benefício exclusivo: 20% de desconto na compra de ingresso.   Bora pro Club curtir o verão? FUNN Summer / Clube ASES (acesso pelo estacionamento atrás do Pier 21) / até 1º de março de 2025 – 16h às 2h / 15 e 22/02 a partir das 9h e fecha às 2h / Compre pelo Ingresse / Siga @funnsumerclub

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Desenho autoral e simplicidade formal

Com 25 anos de mercado, estudiobola inaugura showroom na Casapark em Brasília, mais um passo no seu plano de expansão, que já soma cinco lojas no País e previsão de abertura no exterior Atenção brasilienses que fazem parte do Fã Clube do Décor Nacional, a notícia de hoje da Coluna #PERAMBULANDO é feita sob medida para vocês! Com foco na expansão nacional, a marca de design autoral estudiobola inaugurou recentemente a primeira loja marca em Brasília. Localizada no Casapark, a loja conta com projeto assinado por Alan Chu, evidenciando elementos icônicos da arquitetura e do design de interiores local. Com cerca de 500m², o novo ponto é o quinto showroom no País e o 41º, dentre as unidades store in store. “Já bem distribuídos nacionalmente, concentramos primeiramente as aberturas das franquias em São Paulo, onde nasceu a marca e em 2024 fomos para o Rio de Janeiro. Esse ano, chegamos a Brasília e ainda teremos novidades nos próximos dois anos, com novas aberturas no Brasil e estreia no exterior”, conta Débora Torquato, head de marca do estudiobola. A nova loja traz as mesmas características dos demais showroons trazendo uma arquitetura e interiores com design limpo, que evidenciam os mobiliários e objetos autorais como protagonistas do espaço. No portfólio, o espaço traz desde peças icônicas como a poltrona Shell, bem como os últimos lançamentos. Inclusive, se quiser fazer uma parada rápida na leitura para um tour virtual, basta clicar aqui para assistir ao vídeo feito pela coluna #PERAMBULANDO in loco. Em tempo, vale destacar que “o projeto foi concebido como uma homenagem a arquitetura da Capital, utilizando símbolos presentes no dia a dia da cidade e no imaginário de seus habitantes, como os pilares inclinados dos edifícios do Plano Piloto; a icônica fachada do Teatro Nacional e o forro metálico, desenhado por Athos Bulcão para o Plenário do Senado Federal”, explica o arquiteto Alan Chu. Conheça o estudiobola Desenho autoral e simplicidade formal. Esta frase é a espinha dorsal do trabalho da marca paulista. Um trabalho isento de modismos e tendências, com uma pesquisa rigorosa de proporções e acabamentos que confere às criações resultados atemporais. Conceito este, aplicado em todo lifestyle estudiobola. Alguns prêmios de design durante esse trajeto, como o Prêmio Museu da Casa Brasileira, ajudaram a balizar o trabalho da marca nos últimos 23 anos. Com excelência reconhecida em seu desenho e por sempre vincular seu trabalho à busca de resultados comerciais, o estudiobola segue priorizando suas relações com as empresas que produzem e distribuem suas criações. Em permanente expansão, a estrutura interna antes comandada pelos fundadores, deu lugar à um time de profissionais que ajudam a posicionar a marca no mercado brasileiro e internacional. O estudiobola está presente no Brasil em diferentes modelos de negócios: Franquias, Store In Store e Multimarcas. Para o mercado internacional a marca se planeja para chegar com lojas nos EUA e Europa nos próximos anos, além de sua Flagship em São Paulo onde mantém o seu estúdio de criação, um galpão de uma antiga fábrica. Para quem ama décor atemporal… estudiobola / Casapark SGCV Sul Lote 22, Brasília – DF / Siga: @estudiobola

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Liniker abre show-extra em Brasília

Sim, vai ter dose-dupla de um dos shows mais esperados do ano e dessa vez, ninguém vai ficar de fora!   Sold out garantido! Quando Liniker anunciou as vendas da sua CAJU Tour em Brasília (no próximo 05 de abril), não demorou mais do que três horas para os ingressos se esgotarem. O fato levou a artista a abrir um espacinho na sua agenda e assim anunciar uma segunda apresentação na Arena Lounge BRB para dia 6 de abril. Então, não dê bobeira e corra já para garantir seu lugar nesse evento único, pois as vendas estão a todo vapor lá no site da Bilheteria Digital. Com direção musical de Fejuca e direção artística de Liniker, Celso Bernini/Stage e Renan de Andrade, a turnê de CAJU é dividida em quatro atos, são eles: O Sol Interno, com canções como “TUDO” e “VELUDO MARROM”; O Alter Ego com “MAYONGA”, “PAPO DE EDREDOM” e mais; O Retrogosto, em que Liniker revista sucessos dos álbuns Indigo Borboleta Anil (2021), Goela Abaixo (2019) e Remonta (2016); e finaliza em tom de Celebração, listando músicas como “POPSTAR” e “FEBRE”. Realizado pela BREU ENTERTAINMENT e Oh! Artes, a CAJU Tour tem a Natura como sua patrocinadora. Em São Paulo os shows aconteceram nos dias 8, 13 e 19 de novembro de 2024. A terceira data, inclusive, contou com transmissão ao vivo pelo Multishow e Globoplay. Na sequência, Liniker já se apresentou no Rio de Janeiro, Curitiba, Recife, Porto Alegre e Belo Horizonte. Neste ano, a artista ainda passará por diversas cidades, entre elas Aracaju, no dia 21 de março; João Pessoa, no dia 22 de março; e Salvador, nos dias 29, 30 e 31 de março. Caju tour vem aí! Liniker em Brasília / Arena Lounge BRB, Estádio Mané Garrincha – Brasília/DF / 05 de abril (sábado – esgotado) – 22h30 e 06 de abril (domingo) – 20h / Ingressos a partir de R$ 80,00 (meia-entrada) / Compre na Bilheteria Digital   Fotos: Larissa Kreili

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“Nebulosa de Baco” em cartaz no CCBB

Montagem da Cia. Stavis-Damaceno traz para a cidade espetáculo inédito inspirado na obra do Nobel de Literatura, Luigi Pirandello,  com Rosana Stavis e Helena de Jorge Portela   Com dramaturgia e direção de Marcos Damaceno, e atuação de Rosana Stavis e Helena de Jorge Portela, “Nebulosa de Baco” faz temporada de 5 de fevereiro a 2 de março de 2025, no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília. O espetáculo, que se alterna entre o drama e a comédia, apresenta o difícil processo de duas atrizes ao interpretarem os papéis conturbados de uma filha e o seu pai; e navega sobre o conceito do que é verdade e o que é inventado, ou até onde conseguimos chegar à verdade.  A peça tem patrocínio do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) e as sessões acontecem de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 18h. Exceção para os dias 8 e 9 de fevereiro, quando as sessões são às 17h30, e no dia 15, quando não haverá sessão. “Nebulosa de Baco” é uma montagem da Cia. Stavis-Damaceno inspirada na obra do Nobel de Literatura, Luigi Pirandello, e traz à cena uma atriz que não consegue chorar. Ajudada por outra atriz mais experiente, ela se prepara para atuar em uma peça sobre a difícil relação entre uma filha e o seu pai. Uma peça dentro de outra (uma dramática, a outra cômica) em que – como é próprio dos textos de Pirandello e muito atual para o tempo presente – são constantemente embaralhadas as noções entre o que é real e o que é inventado, entre o que é verdade e o que é mentira, entre o que é e o que parece, mas não é. Em “Nebulosa de Baco” (da mesma companhia de “A Aforista“), duas mulheres, duas atrizes, estão em seu “habitat natural”, em uma sala de ensaio, e que é, nas palavras de Damaceno, “espaço fascinante de caos e criação, onde atrizes reconhecidamente fortes revelam suas fragilidades e inseguranças”. Nessa sala, elas tentam descobrir a melhor forma de interpretar ali no palco, em uma peça que se equilibra entre o riso e o choro e que, por vezes, levanta questões delicadas e difíceis de se lidar, como os traumas causados pela violência e o abuso sexual na infância. Uma peça que, como é comum nas montagens de Damaceno, chama a atenção para o contraste entre os momentos hilariantes e outros angustiantes e perturbadores. A encenação traz outras características que são próprias da Companhia Stavis-Damaceno, como o ritmo vertiginoso de pensamentos aparentemente desordenados; o apreço pela dramaturgia contemporânea que nos apresenta novos olhares acerca das relações humanas em nossos dias; e a excelência do trabalho do elenco, trazendo ao público espetáculos contundentes que impactam quase que exclusivamente pela força dos atores e das palavras. “A Aforista” – considerada pelo 18º Prêmio APTR como uma das 5 melhores montagens de 2023 nas categorias dramaturgia, espetáculo, direção, atriz, figurino e música; e que ganhou alguns dos principais prêmios do teatro brasileiro, entre eles o de Melhor Espetáculo, conferido pela Associação Paulista de Críticos de Arte –, é um exemplo recente dessas características. O nome “Nebulosa de Baco” tem inspiração na astronomia e na mitologia. As nebulosas são onde nascem as estrelas; entre as mais conhecidas estão a Nebulosa de Orion e a Nebulosa Olho de Gato. Já Baco, na mitologia greco-romana, não é apenas o deus do vinho e do teatro: ele representa a fertilidade criativa e a dualidade humana entre controle e entrega. É ele quem inspira a transformação do caos interno em beleza e expressão. “É para isso que nascem as atrizes, para mostrar, a cada noite, aos olhos do público, o mundo visto sob outra luz. Não a luz acachapante do sol, mas feito a delicadeza, a suavidade da luz da lua”, conclui Damaceno. Vamos ao teatro? “Nebulosa de Baco” / Teatro do CCBB Brasília / até 02 de março – quinta a sábado, 20h; Domingo, 18h / Dia 16/02 – bate-papo com o diretor e as atrizes após a sessão / R$ 15 (meia entrada) e R$ 30 (inteira) – bb.com.br/cultura ou na bilheteria física / 18 anos / Siga @ccbbbrasilia Fotos: Renato Mangolin

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Bate-papo cultural na Referência Galeria

Encontro com curadores da mostra “Queria olhar de outro lugar” é uma grande oportunidade para quem quer entender um pouco mais sobre os meandros do mundo das artes Essa é para colocar na agenda! No próximo dia 30 de janeiro, quinta-feira, às 17h, a Referência Galeria de Arte realiza uma conversa com os curadores da mostra “Queria olhar de outro lugar”, Emerson Dionísio Oliveira e Pedro Ernesto. Entre os temas que serão abordados, os curadores falarão da proposta curatorial e sobre as relações entre o acervo da galeria e a história da arte brasileira. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos, ou seja, é só chegar! O espaço fica na comercial da 202 Norte, Bloco B Loja 11, Subsolo. A mostra A mostra, segundo os curadores, é um convite a olhar de outro lugar, a imaginar outras condições humanas e outras possibilidades de futuro, para além de esquemas programados. Os curadores afirmam em seu texto sobre a mostra que as obras reunidas nesta exposição são lembretes desses futuros possíveis, resultado de um sonho que completa 30 anos em 2025. “Referência construída nas últimas três décadas na conjunção entre muito trabalho, farta resiliência, profissionalismo, amizades e boa arte”, dizem os curadores que convidados a mergulhar no acervo da galeria trazem para o público obras que se relacionam com o farto histórico de exposições individuais realizadas desde novembro de 1995. A exposição apresenta apenas uma pequena parcela dessa história. “Referência, como o futuro, é muito maior que os passos possíveis que separam cada obra e a vontade nela depositada. O interesse por deslocar lugares de modo a viabilizar novos olhares já estava presente na própria constituição da galeria”, afirmam. Vale destacar que a mostra coletiva conta com obras de Adriana Rocha, André Santangelo, Camila Soato, Carlos Vergara, Clarice Gonçalves, Claudio Tozzi, Daniel Perfeito, Diô Viana, Francisco Galeno, Gu da Cei, João Angelini, José Roberto Bassul, Josiane Dias, Karina Dias, Léo Tavares, Marcelo Camara, Márcio Borsoi, Patrícia Bagniewski, Rogério Ghomes, R. Godá, Rodrigo Zeferino, Rubem Valentim e Veridiana Leite Os curadores Emerson Dionisio Oliveira é historiador da arte. Doutor em História pela Universidade de Brasília (UnB), ex-diretor do Museu de Arte Contemporânea de Campinas -SP, atualmente é professor do Departamento de Artes Visuais na Universidade da UnB e editor da Revista “MODOS – História da arte”. É autor dos livros “Museus de Fora” (2011), “Instituições da Arte” (2012); “Histórias da Arte em Exposições” (2016); “Histórias da Arte em Coleções” (2016); “Histórias da Arte em Museus” (2019) e, o mais recente, “Musealização da Arte” (2023). Pedro Ernesto é professor adjunto do Departamento de Artes Visuais da Universidade de Brasília (UnB). É Doutor (2020) e Mestre (2016) em Artes, com ênfase em Teoria e História da Arte pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UnB (PPGAV-UnB).  Possui bacharelado em Desenho Industrial com habilitação em Programação Visual e Projeto de Produto pela UnB (2011). Atua no ensino e pesquisa em Teoria e História da Arte com ênfase em arte contemporânea, história da arte, curadoria, exposições, a partir de perspectiva interdisciplinar com políticas culturais, sociologia da arte, história da cultura e museologia. Atuou como professor no curso de Licenciatura em Artes Visuais da Universidade Estadual do Paraná (Unespar). Foi curador da exposição “Docente corpo” (2023), realizada em Castro (PR). Referência 30 anos   Em tempo, a Referência Galeria de Arte, fundada em 1995 por Onice Moraes e José Rosildete de Oliveira, é um marco na cena cultural de Brasília, destacando-se desde sua primeira exposição inédita de Amílcar de Castro. Ao longo de 30 anos, promoveu artistas renomados como Athos Bulcão, Carlos Vergara e Claudio Tozzi, além de talentos emergentes. Paulo Moraes, filho do casal, integrou a administração em 2004, fortalecendo a gestão estratégica. “Com foco na valorização de artistas do Centro-Oeste e regiões fora dos eixos dominantes da arte, a galeria busca ampliar a inclusão nas coleções privadas, refletindo a história e a diversidade cultural de seu tempo”, conforme destaca Onice Moraes. Bate-papo cult! Conversa com Emerson Dionísio Oliveira e Pedro Ernesto / Referência Galeria de Arte / 30/01 – 17h às 19h / Entrada franca / Livre para todos os públicos   “Queria olhar de outro lugar” / Até 28/02/2025 / segunda a sexta – 10h às 19h; sábado – 10h às 15h / Entrada franca / Livre para todos os públicos / Siga @referenciagaleria

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Teatro: Um Jardim para Tchekhov

Em cartaz no CCBB Brasília, Maria Padilha e grande elenco atuam em peça que mistura Brasil e Rússia em uma trama que discute, com bastante humor, os tempos de intolerância vividos no país. Paisagens dramáticas, personagens tomados por questões existenciais e reflexões profundas costumam figurar no imaginário quando se fala em autores russos. Mas esse estereótipo diz pouco sobre “Um Jardim para Tchekhov“, espetáculo que conta com o patrocínio do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com temporada até o dia 02 de fevereiro no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília. Transitando entre a comédia, o lirismo e o drama, o texto inédito assinado por Pedro Brício, narra a história de uma consagrada atriz de teatro, Alma Duran, vivida por Maria Padilha, que vai morar com sua filha, a médica Isadora (Olivia Torres), e seu genro Otto, um delegado de polícia (Erom Cordeiro), em um condomínio em Botafogo, no Rio de Janeiro. Brício está indicado ao Prêmio Shell de Teatro 2024, pela dramaturgia da obra, cujo resultado será anunciado em março de 2025. O fato é que, desempregada há três anos, Duran começa a dar aulas de teatro para a estudante Lalá (Iohanna Carvalho), enquanto sonha em montar “O Jardim das Cerejeiras“. Ao enfrentar dificuldades para realizar o espetáculo, ela conhece um desconhecido no playground do prédio, que afirma ser Anton Tchekhov (Leonardo Medeiros), que passa a ajudá-la. Embora o espetáculo evoque o autor russo, o texto não é inspirado nele, conta Pedro Brício. “O tom tchekhoviano está na dualidade de emoções, nas tensões sociais, na aridez da violência, na intolerância. Por outro lado, há o afeto, a beleza, situações patéticas, risadas. É uma mistura de sentimentos, é sobre rir das nossas dores”. E por mais que a Alma Duran esteja passando por uma situação difícil, lidando com o fracasso, com a falta de dinheiro, não perde a capacidade de sonhar, de inventar um futuro. Sim, com maestria e boas doses de humor, a peça vai discutindo os tempos de intolerância vividos no país, trazendo para perto do público o que, aparentemente, estaria distante no tempo e no espaço, como a obra de um autor russo que viveu entre o século XIX e o XX. A diretora da peça, Georgette Fadel, conta que “o autor é geralmente lido do ponto de vista psicológico, das relações sociais, mas ele tem uma vertente de humor muito importante, a qual a equipe escolheu ressaltar. ‘O Jardim das Cerejeiras’, por exemplo, é uma comédia, mas ficou conhecida na montagem do diretor russo Constantin Stanislavski, que insistiu em encená-la como um drama, o que conferiu a ela essa pecha”. Vale destacar que partiu da atriz Maria Padilha a ideia de fazer uma montagem envolvendo Anton Tchekhov. Seu primeiro trabalho com o autor russo foi em 1999, na peça “As Três Irmãs”, dirigida por Enrique Diaz. “Me apaixonei por sua obra, pelo ser humano que ele foi. Desde então sonhava em montar uma peça dele, mas é algo grandioso, com muitos personagens e ficaria inviável financeiramente. Convidei, então, o Pedro Brício, com quem havia trabalhado no monólogo ‘Diários do Abismo’, que fez uma brilhante adaptação das obras da escritora mineira Maura Lopes Cançado. Como grande dramaturgo que é, ele criou a história original que se transformou na peça ‘Um Jardim para Tchekhov’”. Padilha ainda sublinha que a personagem Alma Duran é um verdadeiro presente neste momento de sua carreira: “Ela traz um sopro de vida, um sopro de arte. Chega para mudar as relações, tanto na sua família, como para a estudante de teatro Lala, que recebe aulas particulares da atriz. Alma simboliza a própria arte e o teatro como um lugar de respiro, de ar. Ela está entre o lírico e o humor, o drama e a comédia – algo que me dá muito prazer em representar como atriz”. Acessibilidade Para que todo mundo possa ir #PERAMBULANDO com o maior conforto e segurança até o CCBB Brasília, a ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, até o local. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Inclusive, uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. E o itinerário/horário da van saí da Biblioteca Nacional para o CCBB às 12h, 14h, 16h, 18h e 20h . Já o sentido inverso, ou seja, do CCBB para a Biblioteca Nacional é sempre às 13h, 15h, 17h, 19h e 21h. Vamos conferir?  Um Jardim para Tchekhov / Teatro do CCBB / até 2 de fevereiro de 2025 – quinta a sábado, às19h30, e domingo, às 17h / R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada) / Adquira no site www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física toda sexta feira da semana anterior / Siga @ccbbbrasilia   Fotos: Divulgação

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Teatro Nacional: ele está de volta!

Plebe Rude está na programação que marca a volta do templo das artes em Brasília e os ingressos para apresentações abertas ao público na Martins Pena estarão disponíveis a partir desta quinta (19)   É isso mesmo! O Teatro Nacional, ou melhor dizendo, parte dele – a Sala Martins Penna está quase pronta e você poderá participar dessa festa de reabertura. Porém, para não deixar nenhum detalhe de fora, decidi repostar na íntegra as informações que a jornalista Adriana Izel formatou em matéria linda na Agência Brasília. Confira abaixo e já se programe! Certamente a Coluna #PERAMBULANDO fará de tudo para não ficar de fora… A festa de reinauguração da Sala Martins Pena do Teatro Nacional será realizada em seis atos. Destes, quatro são abertos ao público, que poderá conferir as apresentações gratuitamente mediante a retirada de ingressos. Os tíquetes começarão a ser disponibilizados nesta quinta-feira (19), pelo site Sympla, com cada entrada sendo liberada em um dia diferente e com a restrição de um ingresso por CPF. O primeiro show a ter o ingresso disponibilizado é do cantor e violeiro Almir Sater. A apresentação será no sábado (21), às 19h30, e a entrada já poderá ser garantida a partir da meia-noite desta quinta-feira. Os ingressos para domingo (22), dia dedicado às artes cênicas, estarão disponíveis no sábado (21). Poderão ser retiradas as entradas para as sessões das 11h, da peça Os Saltimbancos, da Agrupação Teatral Amacaca, e das 17h e 19h30, do espetáculo TelaPlana, da Cia Os Melhores do Mundo. A entrada para segunda-feira (23), quando será realizado o show em homenagem a Brasília e ao rock com a Plebe Rude, estará disponível no domingo. Já os ingressos para o dia da dança, 26 (quinta-feira), estarão no site a partir de segunda-feira. A reabertura da Sala Martins Pena reúne diferentes manifestações artísticas, desde a música à dança, passando, é claro, pelo teatro. Os dois primeiros atos são exclusivos para convidados. Nesta quarta-feira (18), os profissionais que participaram das obras de restauração do espaço serão homenageados com uma apresentação da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, com a Sinfonia do Concreto. Dois dias depois, na sexta, haverá a reabertura formal da sala, com um show conjunto da Orquestra Sinfônica e a dupla Chitãozinho e Xororó. Programação completa Quarta (18): Sinfonia do Concreto 19h – Espetáculo da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro para operários que trabalharam na reconstrução da Sala Martins Pena (exclusivo para convidados) Sexta (20): O Novo Ato 19h – Abertura 20h – Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro com Chitãozinho e Xororó (exclusivo para convidados) Sábado (21): O Recomeço 19h30 – Show de Almir Sater (ingressos disponíveis na quinta-feira, 19) Domingo (22): De Volta aos Palcos 11h – Teatro infantil – Saltimbancos 17h – Os Melhores do Mundo – TelaPlana 19h30 – Os Melhores do Mundo – TelaPlana (ingressos disponíveis no sábado, 21) Dia 23: Hoje é Dia de Rock 20h – Apresentação da banda brasiliense Plebe Rude (ingressos disponíveis no domingo, 22) Dia 26: Dia da Dança 18h30 às 21h. A dança contemporânea, a dança urbana, a dança brincante e o tradicional balé marcam presença na reabertura da Martins Pena para emocionar o público. (ingressos disponíveis na segunda, 23). Foto: Reprodução/Instagram

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A Tropicália! completa um ano

Boa música e discos de vinil… evento completa 1 ano em edição recheada de atrações musicais e com after show n° 1.000 do INFINU com The Skatalites Prepare-se para uma viagem sonora que combina vinil, boas vibes e atrações imperdíveis. A Tropicália! Feira de Discos volta ao INFINU nos dias 14 e 15 de dezembro para sua 5a edição, comemorando um ano de sucesso com DJs renomados e uma curadoria de mais de 15 mil discos. Para elevar o nível, o evento se junta ao show nº 1.000 do INFINU, estrelado pelos lendários The Skatalites — os mestres do ska direto da Jamaica. No comando das pick-ups, nomes como Dubstrong, Ramus Shack, Bento Araujo e Rasmus Schack trazem influências que vão do reggae ao boogie brasileiro. Representando Brasília e além, onze DJs, incluindo Ogunda-O e Miriam Mica, prometem uma trilha sonora variada com brasilidades, latinidades e rock. Além disso, 12 expositores de discos do DF, SP e GO garantem que o público encontre verdadeiras joias do vinil. Mais que uma feira, a Tropicália! é um encontro de apaixonados por música e colecionadores de discos. “A gente aposta na diversificação e na renovação a cada edição, com expositores e DJs de diferentes estados”, afirma o idealizador André Kalil. Tudo isso no coração da Asa Sul, com praça de alimentação e aquele clima descontraído que só o INFINU sabe oferecer. Confira a lista dos participantes da edição de um ano da Tropicália!: Expositores: @astoria_discos (DF) | @discosbacural (GO) | @bassul.discos (DF) | @fadigadiscos (GO) | @se7evinil (DF) | @quitandaestudiogaleria (DF) | @disc.caos (DF) | @otavinil (DF) | @dompedrodiscos (DF) | @otolivraria (DF) | @murunduterraesom | @bambasdiscos DJs: Dubstrong (@dubstrong) | Bento Araujo (@poeirazine) | Rasmus Shack (@batukizer) | Ogunda-O | Miriam Mica (@micasouza) | La Reina (@lareinadj)| Nalua (@dj.nalua) | Onda Tropicais (@_ondastropicais) | Loco Maria (@josemariapalmieri) | Bacural (bacuralhc) | Selecta Funk   Pra quem curte vinil… Tropicália! Feira de Discos / INFINU (506 Sul) / 14 e 15 de dezembro – 12h às 22h / Ingressos para o show na Shotgun. Não perca! Fotos: Jack Hamilton/Unsplash (capa) + Maze e Batukizer / Divulgação

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Bonitinha, mas Ordinária e Inclusiva

Pela primeira vez o clássico de Nelson Rodrigues é protagonizado por uma família preta. E detalhe, em circulação pelo Brasil, a montagem já foi vista por 4.800 pessoas em três capitais   A CAIXA Cultural Brasília apresenta, de 12 a 22 de dezembro, a peça “Bonitinha, mas Ordinária”, de Nelson Rodrigues, com grande elenco e direção de Bruce Gomlevsky. As sessões acontecem de quinta-feira a sábado, às 20h, e domingo, às 19h. Os ingressos já estão à venda no site Bilheteria Cultural e na bilheteria do teatro por R$ 30 (inteira). A peça que tem o patrocínio da CAIXA conta com intérprete de libras em todas as sessões. Somando inúmeras versões para os palcos e três adaptações para o cinema, a nova montagem, idealizada pela Quereres Produções, surge 62 anos depois de sua primeira encenação. E pela primeira vez, a peça é protagonizada por uma família preta. O texto dialoga com a sociedade atual, abordando temas fortes como a violência contra a mulher, o racismo e a hipocrisia. A encenação de Bruce Gomlevsky manteve a ambientação da história na década de 1960. “A peça fala sobre a elite do atraso que está no poder há anos oprimindo as pessoas. As lutas identitárias não podem perder o foco, já que a exploração e a desigualdade continuam”, comenta o diretor. Além das apresentações, a produtora promove ainda a “Oficina do Riso”. Com duração de quatro horas, a oficina será realizada no dia 14 de dezembro e terá 25 vagas destinadas a atores principiantes e profissionais que desejem aprender ferramentas para a Arte do Humor. A oficina destina-se à prática da comicidade, por meio de jogos e improvisações entre os participantes. A montagem estreou em agosto deste ano no Rio de Janeiro (RJ). Na sequência, passou por Curitiba (PR), Fortaleza (CE) e encerra o ano de 2024 na capital federal. Desde a estreia, a peça foi assistida por 4.800 espectadores. Extras Em “Bonitinha, Mas Ordinária”, Edgard é um rapaz de origem humilde que faz um acordo para se casar com Maria Cecília, uma moça rica que foi desonrada. Mas sua vizinha, Ritinha, se torna um dos vértices de um triângulo amoroso. O espetáculo tem no elenco Emílio Orciollo Netto (Edgard), Sol Miranda (Ritinha), Júlia Portes (Maria Cecília), Ricardo Blat (Werneck) e Sylvia Bandeira (Dona Lígia). A peça ainda conta com Claudio Gabriel, Alexandra Medeiros, Leo de Moraes, Marília Coelho, Jitman Vibranovski, Kênia Bárbara, Ágatha Marinho, Aline Dias, Junior Vieira, Vini Portella e Leo de Moraes.   Partiu teatro? Bonitinha, mas Ordinária / Caixa Cultural Brasília – SBS Quadra 4, Lotes 3/4 – BSB-DF / 12 a 22 de dezembro de 2024 – quinta a sábado às 20h; domingo às 19h / R$ 30 (inteira) / 110min – 16 anos / Mais informações (61) 3206-6456 (bilheteria) / Siga @caixaculturalbrasilia   Fotos: Dalton Valério

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