Da botica ao império do bem-estar

30Exposição da Granado no SESI Lab entra na reta final, mas ainda dá tempo para você fazer descobertas dessa empresa que exala Brasil pelos poros   Se você ainda não visitou a exposição “Design e Indústria – A História da Tradicional Botica Granado“, essa é a sua chance! Em cartaz no SESI Lab, a mostra está em seus últimos dias, encerrando sua temporada em Brasília no dia 30 de março. Então aproveita essa dica da Coluna #PERAMBULANDO para revisitar a trajetória dessa icônica marca brasileira que é a Granado. Certeza que todo mundo vai se encantar com essa montagem belíssima, repleta de história e curiosidades. Com mais de 300 itens, a exposição – que já foi vista até então por mais de 30 mil pessoas na capital federal – convida o visitante a mergulhar na evolução da Granado, que há mais de 150 anos inova no setor de cosméticos e medicamentos. Rótulos, embalagens, propagandas antigas e produtos icônicos ajudam a contar como a botica cresceu e se tornou um símbolo de qualidade e pioneirismo, desde o famoso Polvilho Antisséptico, de 1903, até os luxuosos sabonetes glicerinados que conquistam gerações. A mostra também revela a influência da Granado no desenvolvimento da indústria farmacêutica nacional 4230e seu compromisso com a sustentabilidade, por meio do uso de extratos vegetais nativos, embalagens recicláveis e práticas livres de testes em animais. Além do conteúdo histórico e informativo, a montagem da exposição é um espetáculo à parte: interativa, bem cuidada e pensada para proporcionar uma experiência imersiva e nostálgica. Para os apaixonados por design, beleza e tradição, é um convite irresistível. Então corre, pois ainda dá tempo de explorar essa viagem no tempo de descobrir como a Granado ajudou a construir parte da identidade cultural do Brasil. A visitação é gratuita e acontece no SESI Lab, ao lado da Rodoviária do Plano Piloto. Spoiler: todo visitante pode levar para casa um brinde de recordação bem bacana, além de poder mandar de presente para pessoas queridas mundo afora. Quer saber qual é o mimo? Clique aqui e descubra já assistindo ao vídeo que este colunista fez em sua visita! Sinta a essência do Brasil! “Design e Indústria – A História da Tradicional Botica Granado” / SESI Lab, ao lado da rodoviária do Plano Piloto, Brasília-DF / Até 30 de março de 2025 – terça a sexta-feira – 9h às 18h; sábado, domingo e feriados – 10h às 19h / Siga @sesi.lab e @granado Fotos: Reprodução / Instagram  

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A força do teatro negro feminino

Em cartaz neste final de semana, duas produções teatrais, protagonizadas por mulheres, destacam a importância da memória ancestral, enquanto promovem a inclusão e a diversidade no cenário artístico   Em Brasília, o teatro negro floresce como um espaço celebração da cultura afro-brasileira. Duas produções recentes, Baraúna Boi Valente e Joana, exemplificam essa expressão artística, que não apenas conta histórias, mas também resgata memórias, desafia estereótipos e fortalece a identidade de um povo. Ambas as obras, idealizadas e protagonizadas por mulheres, destacam a força feminina e a importância da preservação de tradições. Baraúna Boi Valente (foto de capa), idealizado e interpretado pela atriz Aline Marcimiano, sob a direção de Hugo Rodrigues, é uma narrativa épica que mergulha nas raízes da cultura popular brasileira. A história de Baraúna, uma força ancestral feminina, é um chamado à celebração da vida, da cultura e da resistência. A personagem atravessa o tempo e o espaço, testemunha as dores da escravidão, lidera rebeliões e celebra a autonomia feminina. A obra, dividida em sete atos, é uma jornada mítica que resgata saberes ancestrais e vinga a violência contra mulheres negras. Com uma linguagem poética e imagética, Baraúna Boi Valente convida o público a refletir sobre a importância de preservar as tradições e honrar as memórias que nos constituem. As sessões de estreia são dia 21 de março, no Complexo Cultural da Samambaia, às 20h, e 22, sábado, no Salão da Administração do Riacho Fundo I, também às 20h. Já Joana, do Grupo Embaraça, revive a emblemática figura de Joana d’Arc em um contexto contemporâneo, onde a intolerância e o esquecimento são as fogueiras a serem enfrentadas. Com direção de Fernanda Jacob e atuação de Tuanny Araujo, a peça usa a força das palavras e da imaginação como escudo contra a opressão. A personagem, interpretada por Tuanny, desafia as convenções sociais e mesmo em um cenário de ruínas, acredita na construção de um mundo novo através da força dos livros. A obra, que estreou em novembro do ano passado, retorna desta vez no palco do SESC Estação 504 Sul nos dias 21, 22 e 23 de março. Ambas as produções são exemplos do poder transformador do teatro negro, que não apenas entretém, mas também educa, inspira e empodera. A idealização e atuação feminina em Baraúna Boi Valente e Joana destacam o papel central das mulheres negras na preservação e renovação da cultura afro-brasileira. Aline Marcimiano e Tuanny Araujo, cada uma à sua maneira, encarnam personagens que desafiam o status quo e reafirmam a importância da memória coletiva e da resistência cultural. Além das peças, o Seminário de Dramaturgia e Teatro Negro, promovido pelo Grupo Embaraça, reforça o compromisso com a formação e o incentivo à produção teatral negra. Com a participação de figuras renomadas como Cristiane Sobral e Meimei Bastos, o seminário busca impulsionar novas criações cênicas e fortalecer a presença de artistas negros no cenário cultural brasileiro. Em um momento em que a luta por representatividade e igualdade ganha cada vez mais força, o teatro negro em Brasília se consolida como um espaço de resistência e celebração. Através de obras como Baraúna Boi Valente e Joana, e iniciativas como o Seminário de Dramaturgia, a cultura afro-brasileira é não apenas preservada, mas também reinventada, garantindo que suas raízes continuem a florescer e inspirar as gerações futuras. Serviços: Espetáculo Baraúna Boi Valente Onde e Quando: Complexo Cultural da Samambaia: 21 de março, às 20h / Salão da Administração do Riacho Fundo 1: 22 de março, às 20h Quanto: Entrada franca, mediante retirada de ingresso em https://linktr.ee/raizesdoencanto Classificação indicativa: não recomendado para menores de 10 anos Observações: As sessões terão acessibilidade física, intérprete de Libras e audiodescrição. Este projeto é realizado com fomento da Lei Paulo Gustavo do Distrito Federal Mais informações: https://www.instagram.com/raizesdoencanto/ Espetáculo Joana Onde: SESC Estação 504 Sul Quando: sexta e sábado, 21 e 22/3, às 20h, e domingo, 23, às 19h Quanto: R$ 20 (meia-entrada), no Sympla Classificação indicativa: não recomendado para menores de 14 anos Observações: Duração de 1h10 / Temporada realizada com fomento do edital Funarte Retomada Mais informações: https://www.instagram.com/grupoembaraca/   Seminário: Dramaturgia e Teatro Negro Onde: SESC Estação 504 Sul Quando: terça-feira, 25/3, das 19h às 21h Quanto: entrada gratuita Classificação indicativa: não recomendado para menores de 14 anos Observações: seminário realizado com fomento da Lei Paulo Gustavo do Distrito Federal   Fotos: Divulgação

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“Padrões Vibratórios”

A imersão sensível de Rogério Roseo se traduz em telas instigantes que já podem ser vistas gratuitamente no Espaço Oscar Niemeyer   Na noite da última quinta-feira (13), cerca de 200 convidados se reuniram no Espaço Oscar Niemeyer para prestigiar a abertura da exposição “Padrões Vibratórios”, primeira mostra individual do artista visual Rogério Roseo. O evento reuniu jornalistas, influenciadores, críticos de arte e amigos, que se encantaram com a potência das obras e com a sensibilidade do artista, consolidando sua estreia no circuito das artes plásticas da capital federal. A Coluna #PERAMBULANDO esteve por lá e te conta os highlights desse happening cultural.   Com curadoria de Rogério Carvalho, a exposição apresenta um conjunto de pinturas, desenhos, esculturas, vídeos e instalações que mergulham nas dinâmicas das relações humanas. Roseo reflete sobre os vínculos afetivos, os conflitos e as emoções que moldam nossa existência, criando um universo visual que convida o espectador à introspecção. “A arte é uma forma de se relacionar, seja com as próprias questões, seja com o outro. Criar é um processo de troca, de revelação”, afirma o artista.     Para o curador Rogério Carvalho, Roseo é uma das grandes promessas da arte contemporânea brasiliense. “Acompanho seu trabalho há quatro anos e vejo como sua pesquisa evoluiu de desenhos para pinturas e, agora, para uma linguagem ainda mais ampla. Suas obras são profundas, abordam a complexidade das relações humanas e nos convidam a um diálogo silencioso, porém intenso”, destaca. A abertura da exposição foi marcada por uma atmosfera sofisticada e acolhedora, com um coquetel assinado pelo JS Buffet e curadoria de mailing de Renata Foresti. Além disso, a pintura das paredes do espaço, em um tom de rosa claro, foi realizada com o apoio da Tintas Colibri, criando um ambiente que realça a experiência sensorial da mostra. “Padrões Vibratórios” segue aberta ao público até o dia 14 de abril, oferecendo uma oportunidade única para quem deseja vivenciar a arte como um espelho das conexões humanas. Confira abaixo alguns dos convidados que passaram por lá e foram clicados pelas lentes deste colunista/fotógrafo: Para os amantes de artes-plásticas“Padrões Vibratórios / Espaço Oscar Niemeyer – Praça dos Três Poderes Lote J – Brasília, DF / Até 14 de abril – Terça a sexta das 9h às 18h – Sábados, Domingos e Feriados – 9h às 17h / Gratuito / Livre Fotos: Gilberto Evangelista

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Helena Sofia: revolução intimista da MPB com “BRAVA!”

Novo álbum teve processo criativo em residência artística realizada em Palermo, na Sicília, em 2018, onde as ruas da cidade e os encontros casuais com pessoas se transformaram em melodias e letras A música sempre foi uma força que desafiou as certezas de Helena Sofia. Quando a artista paranaense chegou a um ponto de reflexão sobre sua carreira, quase decidindo deixá-la de lado, foi a própria música que a trouxe de volta ao palco. “BRAVA!”, seu novo álbum, não só é uma afirmação de sua trajetória, mas também um recomeço profundo e transformador. O processo criativo do álbum remonta a uma residência artística em Palermo, na Sicília, em 2018, onde as ruas da cidade e os encontros casuais com pessoas se transformaram em melodias e letras. “Pierre e Danielle, por exemplo, conta a história de duas pessoas que conheci durante a viagem. Siciliano, que abre o disco, foi inspirado por um simples momento de saborear o sumo de um limão”, revela Helena. A visão de que as experiências cotidianas se tornam universais por meio da arte transparece no som do álbum. Ao lado da diretora musical Erica Silva, Helena se lançou na busca pelo conceito de antropofagismo, de Mário de Andrade, misturando referências da cultura brasileira com elementos da música eletrônica e até do reggaeton. “BRAVA!” é um álbum maduro, mas sem perder a ousadia. Em comparação com seus trabalhos anteriores, como Desejo Canibal (2014) e Tormenta (2016), este novo projeto reflete uma artista mais leve, que busca maior liberdade dentro da MPB que ela mesma denominou como “Música Perturbada Brasileira”. A vontade de ser autêntica e verdadeira com suas raízes musicais persiste, mas agora, de maneira mais fluida, com menos exigência, em um processo mais introspectivo, mas ao mesmo tempo mais expansivo. “Às vezes, a melodia me diz qual palavra eu preciso buscar. É muito intuitivo” A trajetória de Helena Sofia como artista sempre foi independente, desde a criação de seu primeiro álbum até agora. A dificuldade em levantar fundos e a constante luta para alcançar o público são algumas das maiores pedras no caminho de um artista independente. “Mesmo com estúdio próprio, gravar não é barato. E a etapa mais desafiadora é a divulgação. Sem dinheiro, a gente não vai muito longe. É um trabalho de formiguinha”, afirma. No entanto, ela vê nessa independência a possibilidade de criar livremente, sem se prender às expectativas de gravadoras ou de tendências mercadológicas. Esse ethos de liberdade e autenticidade se reflete também em seu processo criativo. Para Helena, o segredo está na conexão imediata entre letra e melodia. “Às vezes, a melodia me diz qual palavra eu preciso buscar. É muito intuitivo”, diz ela, explicando como sua escrita musical flui com a mesma naturalidade das conversas mais sinceras. Entre as faixas mais pessoais do álbum, Brava se destaca. Escrita no dia da morte de sua avó, essa canção carrega um peso emocional profundo, refletindo a despedida com uma expressão italiana que a avó costumava usar, celebrando a bravura de quem partiu. “Brava” se tornou não só uma maneira de se despedir, mas também um dos maiores pontos de conexão com o público, sendo uma das faixas que mais toca seus ouvintes. O clipe de Siciliano, gravado em uma pedreira abandonada, também se destaca como uma experiência única de empoderamento feminino. “O matriarcado pode ser a solução para todos os problemas”, Helena brinca, lembrando das dificuldades enfrentadas pela equipe durante as gravações, que foram feitas sob condições adversas. Mas o mais importante foi o fato de que o clipe foi produzido exclusivamente por mulheres, desde a produção até a segurança, um feito significativo em um mundo artístico muitas vezes dominado por outras dinâmicas. Nas redes sociais, onde Helena se conecta diretamente com seus fãs, a artista se utiliza do Instagram e do WhatsApp para criar uma comunidade mais próxima e pessoal. “Tento usar o TikTok, mas acho que minha idade não permite, hahaha”, ela ri, demonstrando sua abordagem descontraída e real com seu público. Para ela, as redes sociais são essenciais para superar as barreiras impostas pela indústria, e o contato direto com os fãs tem sido fundamental no sucesso do seu trabalho. Além de sua referência a ícones da MPB, como Gilberto Gil, Milton Nascimento e Rita Lee, Helena também se inspira na ousadia de artistas como Madonna e nas vanguardas da música brasileira. Nomes como Itamar Assumpção e Arrigo Barnabé são pilares para sua música, e, quem sabe, um dia, Helena possa ver a sua carreira desafiada por uma colaboração com esses ícones. “Eu iria me divertir muito com a Fernanda Takai e o John Ulhoa, do Pato Fu, temos uma energia caótica parecida”, confessa. “Espero que as pessoas não passem ilesas. Que a música ressoe, faça elas sentir, lembrar, ou pensar sobre algo que ainda querem fazer.” À medida que BRAVA! continua a ser descoberto, Helena Sofia está de olho no futuro. O próximo passo? “Quero continuar divulgando BRAVA!, gravar mais clipes desse álbum e talvez regravar algumas músicas de Desejo Canibal em uma versão mais intimista e acústica”, planeja, com a mesma energia que a manteve viva como artista ao longo dos anos. A jornada de Helena Sofia, iniciada ainda na infância com o piano e os corais, não é só uma busca pelo som perfeito, mas por uma conexão real com a alma do ouvinte. Em suas palavras, “Espero que as pessoas não passem ilesas. Que a música ressoe, faça elas sentir, lembrar, ou pensar sobre algo que ainda querem fazer.” E, sem dúvida, Helena segue buscando, a cada canção, um lugar onde o público e ela possam se reconhecer. Veja mais sobre a cantora clicando aqui no @helenasofiaoficial Fotos: Ana Paula Málaga e Divulgação

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Tenha “Fé no Flow”

Murilo Gun está em Brasília neste fim de semana em espetáculo que mistura palestra, humor e música Com uma abordagem que mescla comédia, autoconhecimento e música ao vivo, o humorista e palestrante Murilo Gun apresenta seu novo espetáculo, “Fé no Flow”, ao público de Brasília, neste final de semana. Serão três apresentações na Sala Martins Pena, do Teatro Nacional Claudio Santoro – duas no sábado (15): a primeira às 18h30 (sessão extra) e outra às 21h. E uma sessão no domingo (16), às 20h30. Os ingressos estão entre R$ 90 e R$ 220 e você pode comprar clicando aqui! Sob a direção de Márcio Ballas, a montagem oferece uma experiência imersiva que vai além do stand-up tradicional e convida o público a explorar a relação entre ordem e caos e reflexão sobre a busca por uma vida mais alinhada e fluida, fazendo um convite para a criatividade e o autoconhecimento. “Fé no Flow é fruto de um experimento pessoal que desenvolvo, mesmo sem saber, há mais de 20 anos. Mas que, nos últimos anos, venho fazendo de forma intencional e buscando entender como podemos viver em harmonia com o fluxo da vida, abraçando tanto a ordem quanto o caos”, comenta Murilo Gun. Sobre Murilo Gun Foi um dos pioneiros da internet no Brasil, vencendo dois prêmios iBest (1997 e 1998). Em 1999, aos 16 anos, captou investimentos, fundou a start-up BIT e criou o “Peça Comida” (um “iFood” via pager e fax). Foi empresário de tecnologia do Porto Digital por 10 anos… Até que decidiu se reinventar! Foi um dos pioneiros da comédia stand-up no Brasil, com turnê nacional, lançou show no Netflix e apresentou programas no SBT, Multishow e Comedy Central… Até que decidiu se reinventar! Em 2014, morou durante três meses em um centro de pesquisas da NASA, no Vale do Silício, estudando futurismo na Singularity University. E na volta fundou a KEEP LEARNING SCHOOL – uma escola de cursos online de criatividade que teve 20 mil alunos pelo período de cinco anos… Até que decidiu se reinventar! Durante a pandemia, abriu todos os seus cursos gratuitamente chegando em 500 mil alunos, e entrou num período sabático de autoconhecimento e altoconhecimento. Nos últimos anos, vem se dedicando à palestras corporativas e retiros de liderança, conectando o mundo dos negócios com o universo sútil. Até que decidiu misturar toda a sua história de empresário, comediante, palestrante e aprendiz do sútil… e voltou ao teatro com a palestra espetáculo “Fé no Flow”.   Quem vai? “Fé no Flow” / Sala Martins Pena do Teatro Nacional de Brasília / 15 e 16 de março – sábado 18h30 e 21h, domingo  20h30 / R$ 90 a 220 na Bilheteria Digital / 12 anos / Siga @murilogun Fotos: Divulgação / Instagram

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Janelas abertas à cultura

Instituto Janelas da Arte promove cinco cursos gratuitos de capacitação na área de projetos culturais. Inscrições gratuitas estão abertas até o dia 21/03 Com a perspectiva de contribuir para qualificação de profissionais da cultura e economia criativa de pessoas residentes nas diversas regiões administrativas do DF, o Instituto Janelas da Arte, Cidadania e Sustentabilidade promove o projeto “Janelas Abertas”,  oferecendo cinco cursos gratuitos voltados para desenvolvimento de projetos:  Captação de Recursos, Elaboração de Projetos, Ferramentas de Comunicação para Projetos Culturais, Prestação de Contas e Roteirização de Podcast. O projeto surge em um momento muito importante para os mercados de cultura e economia criativa no Brasil, que estão crescendo e se transformando com o apoio das políticas públicas, das novas tecnologias e dos novos modelos de negócios. O projeto “Janelas Abertas” quer ajudar a formar profissionais qualificados para atuar nesse setor, oferecendo uma oportunidade para pessoas de diferentes regiões de Brasília. A prioridade de vagas será para pessoas de regiões mais carentes e de grupos em situação de vulnerabilidade, como pessoas negras, indígenas, mulheres, pessoas LGBTQIAPN+ e com deficiência. “O objetivo é preparar os participantes para atuar de forma sustentável na cultura, seja no setor público ou privado, ajudando-os a criar, promover e financiar seus próprios projetos culturais e que os cursos ofertados sejam o motor propulsor de fortalecimento e implementação de empreendimentos criativos”, comenta Lorena Oliveira, Diretora do projeto. As atividades ocorrerão no Espaço Cultural Renato Russo, um importante centro cultural de Brasília, que completou 50 anos, formando artistas e produtores culturais ao longo das últimas gerações. A escolha do espaço visa fortalecer ainda mais esse legado e ampliar o impacto da formação oferecida. Em tempo, vale destacar que o projeto “Janelas Abertas” conta realização do Ministério da Cultura e Instituto Janelas da Arte, e apoios do Beco da Coruja Produções, Espaço Cultural Renato Russo e Secretaria de Cultura do DF. Confira os cursos disponíveis: Captação de Recursos com Carol Lacombe, Mauka Cultura Neste curso, você vai aprender as estratégias para encontrar e garantir recursos para seus projetos culturais, explorando diferentes fontes de financiamento. Elaboração de Projetos com Rafael Reis, Instituto No Setor Este curso ensina como criar projetos culturais, do planejamento à execução, com dicas práticas para transformá-los em realidade. Ferramentas de Comunicação para Projetos Culturais com Jaqueline Dias, Tato Comunicação e Instituto Janelas da Arte Aqui você vai aprender como usar ferramentas de comunicação para divulgar seu projeto cultural e alcançar seu público de forma eficaz. Prestação de Contas com Ana Celina, Omorode Gestão de Projetos Um curso para quem quer aprender a organizar e apresentar as finanças de projetos culturais de maneira clara e profissional. Roteirização de Podcast com Pedro Vitor, Armário Cast Aprenda a criar roteiros para podcasts e a transformar suas ideias em conteúdos interessantes e bem estruturados. As inscrições são gratuitas e limitas e podem ser realizadas pelo link na bio do instagram @institutojanelasdaarte. Dúvidas e mais informações podem ser obtidas pelo email cursos@institutojanelas.com.br. Foto de Debashis RC Biswas na Unsplash

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Diversidade na tela do Cine Brasília

De animação ganhadora do Oscar 2025 a romance gay, mostra de filmes franceses e documentário sobre memórias e amizade marcam as estreias da semana de 13 a 19 de março, no cinema mais querido da cidade Esta semana o Cine Brasília conta com duas estreias que vão encantar o público de diferentes maneiras a partir desta quinta-feira, 13: um romance musical arrebatador e um sensível documentário sobre a passagem do tempo e os laços de amizade. Amores que voltam, sentimentos que nunca foram embora e uma trilha sonora para embalar tudo isso, O Melhor Amigo (foto abaixo), novo longa de Allan Deberton, conhecido pelo premiado “Pacarrete”, leva o público a Canoa Quebrada, cidade onde os personagens Lucas e Felipe se reencontram e reacendem uma paixão adormecida. Sob a atmosfera do verão, praia, desejo e música, essa história de amor e descoberta se desenrola no embalo de hits dos anos 80 e 90, sob o sol escaldante e o céu azul do Ceará. Com um elenco que mistura novos talentos e nomes já consagrados, como Claudia Ohana, Matheus Carrieri e a icônica Gretchen – que interpreta a si mesma –, o longa é um convite para se deixar levar por essa história de amor intensa e cheia de reviravoltas. Parte da Sessão Vitrine Petrobras, o filme chega ao Cine Brasília com ingressos a R$15 (inteira) e R$7,50 (meia). Já Amizade, do diretor Cao Guimarães, premiado e aclamado em festivais internacionais como o Festival Internacional de Documentário de Amsterdã (IDFA) e a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, é uma experiência sensível e nostálgica. Por 30 anos, o cineasta mineiro registrou momentos simples e profundos ao lado de amigos artistas, transformando esses fragmentos em um filme que fala sobre afeto, memórias e a passagem do tempo. Com imagens captadas em diversos formatos – de super-8 a gravações de secretária eletrônica –, o documentário constrói um mosaico de emoções que transitam entre o poético, o melancólico e o espontaneamente alegre. Seleção de curtas Nesta semana, as sessões do longa O Melhor Amigo serão abertas pelo curta-metragem Eu Não Sei Se Vou Ter Que Falar Tudo de Novo (foto abaixo). Dirigido por Vitória Fallavena e Thassilo Weber, a produção apresenta uma emocionante e delicada história sobre memória, identidade e aceitação. Fernando, um homem gay prestes a se casar, se encontra semanalmente com sua mãe, Ana, que tem Alzheimer. Em cada encontro, ele precisa contar a ela sobre sua sexualidade – e a dúvida persiste: ela realmente esquece ou prefere não lembrar? Com uma abordagem sensível e necessária, o filme explora o impacto do preconceito, as tensões entre gerações e a luta pela aceitação dentro da família. Os curtas exibidos no Cine Brasília são selecionados na Chamada Pública de Curtas do Cine Brasília, uma iniciativa que busca ampliar a diversidade da programação e fortalecer o cinema nacional. A previsão da atual gestão é que 150 curtas de todo o Brasil sejam exibidos antes das sessões de longas-metragens em cartaz. Os filmes escolhidos recebem um cachê de R$1.000 para obras finalizadas a partir de 2024 e R$500 para aquelas concluídas até 2023. As inscrições podem ser feitas até 1º de abril de 2027 pelo site cinebrasilia.com/chamadas-publicas, onde também está disponível o edital completo. Mostra Chantal Akerman De 13 a 19 de março, o Cine Brasília continua a celebração do cinema de Chantal Akerman com a segunda semana da Mostra dedicada à cineasta belga. O evento presta homenagem a uma das vozes femininas mais marcantes da história do cinema, trazendo ao público uma seleção de filmes que exploram o tempo, o espaço e a condição feminina com profundidade. Nesta segunda semana, serão exibidos os títulos Hotel Monterey, um documentário que transforma um hotel em Nova York em um espaço de observação silenciosa, e Exploda Minha Cidade, curta experimental no qual uma jovem, em um ritual doméstico carregado de tensão, destrói seu próprio apartamento. A programação também inclui 15 de Agosto, um monólogo introspectivo que revela a solidão e a subjetividade feminina, e A Mudança, uma obra que investiga a angústia das escolhas e do deslocamento. Em Toda Uma Noite, Akerman constrói um mosaico de encontros e despedidas em Bruxelas, enquanto Anos Dourados traz uma abordagem inusitada ao misturar música e crítica social em um ambiente de shopping center. A Mostra ainda apresenta A Prisioneira, uma adaptação de “Em Busca do Tempo Perdido”, de Marcel Proust, que investiga obsessão e voyeurismo com um olhar meticuloso e perturbador. Os documentários Com Sonia Wieder-Atherton e Ao Leste com Sonia Wieder-Atherton destacam a relação entre imagem e som, revelando a parceria da cineasta com a violoncelista. E Do Leste, que oferece um retrato melancólico do pós-bloco soviético, transformando paisagens e rostos anônimos em pura poesia visual. Em Cartaz Os filmes Flow e Meu Verão com Glória seguem em cartaz no Cine Brasília. Vencedor do Oscar de Melhor Animação, Flow fez história, no último dia 2, ao se tornar o primeiro longa da Letônia a ganhar uma estatueta da Academia. Dirigido por Gints Zilbalodis, o filme acompanha a emocionante jornada de um solitário gato preto em busca de sobrevivência. As sessões acontecem todas as manhãs, às 10h, exceto na segunda, 18. Já Meu Verão com Glória, de Marie Amachoukeli, segue emocionando o público com a história de Cléo, uma menina francesa criada por Glória, que precisa retornar inesperadamente para Cabo Verde. Em busca do vínculo perdido, Cléo decide passar o verão ao lado dela, embarcando em uma jornada de descobertas e afetos. Mostra de Cinema Francófono 2025 Em celebração ao Mês da Francofonia, o Cine Brasília abre suas portas para a Mostra de Cinema Francófono 2025, um evento que traz a riqueza da língua francesa e a diversidade das culturas francófonas para a tela do cinema. De 13 a 19 de março, o público candango poderá assistir gratuitamente a sete filmes de sete diferentes países, explorando narrativas que abordam temas universais como identidade, pertencimento, meio ambiente e direitos humanos. A Mostra faz parte da programação oficial da Francofonia 2025 no Brasil, uma iniciativa das embaixadas francófonas em parceria com instituições culturais e acadêmicas, como a Aliança Francesa e a Universidade de Brasília. Entre os destaques da Mostra, está o filme Os Dois Alfred (foto acima),

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A Virginia de Cláudia Abreu

Atriz mergulha no universo de Virginia Woolf para a criação de seu primeiro solo, com direção de Amir Haddad A CAIXA Cultural Brasília (DF) recebe, nos dias 13, 14, 15 e 16 de março, o espetáculo Virginia, baseado na vida e obra da autora inglesa Virginia Woolf. Com interpretação da atriz Cláudia Abreu, a peça terá apresentações às 20h na quinta, sexta e sábado e às 17h no domingo. Os ingressos estarão disponíveis para venda a partir de 8 de março às 9h na bilheteria do Teatro da CAIXA e a partir das 13h pelo site Bilheteria Cultural. A peça terá interpretação solo da atriz Cláudia Abreu, que concebeu o espetáculo como resultado do impacto que Virginia Woolf causou nela ao longo de sua trajetória. A vida e a obra da autora inglesa são os motores dessa criação, fruto de um longo processo de pesquisa e experimentação que durou mais de cinco anos. Primeiro monólogo da carreira da atriz, o solo marca ainda a sua estreia na dramaturgia e o retorno da parceria com Amir Haddad, que a dirigiu em ‘Noite de Reis’ (1997). O monólogo Virginia, que estreou em julho de 2022, em São Paulo, já percorreu mais de 25 cidades, entre elas Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), Natal (RN), Salvador (BA), além de Guanajuato no México. O espetáculo também fez parte da programação do Festival Internacional Cervantino, em Lisboa. A montagem foi vista por mais de 45 mil pessoas e agora, em 2025, segue sua vocação itinerante com as apresentações programadas na CAIXA Cultural. Uma antiga paixão A relação de Cláudia com Virginia Woolf começa em Orlando, encenação assinada por Bia Lessa, de 1989. Aos 18 anos, ela travou contato inicial com a escritora de clássicos como ‘Mrs Dalloway’, ‘Ao Farol’ e ‘As Ondas’. No entanto, somente em 2016, com a indicação de uma professora de literatura, que a atriz reencontrou e mergulhou de cabeça no universo da autora. Após ler e reler alguns livros, incluindo as memórias, biografias e diários, a vontade de escrever sobre Virginia falou mais alto. “Eu me apaixonei por ela novamente. Fiquei fascinada ao perceber como uma pessoa conseguiu construir esta obra brilhante com tanto desequilíbrio, tragédias pessoais e problemas que teve na vida. Como ela conseguiu reunir os cacos?“, questiona a atriz, que enxerga Virginia também como um marco de maturidade em sua trajetória. “O texto também vem deste desejo de fazer algo que me toca, do que me interessa falar hoje. De falar do ser humano, sobre o que fazemos com as dores da existência, sobre as incertezas na criação artística, também falar da condição da mulher ontem e hoje. Não poderia fazer uma personagem tão profunda sem a vivência pessoal e teatral que tenho hoje“, avalia. A dramaturgia de Virginia foi concebida como inventário íntimo da vida da autora. Em seus últimos momentos, ela rememora acontecimentos marcantes em sua vida, a paixão pelo conhecimento, os momentos felizes com os queridos amigos do grupo intelectual de Bloomsbury, além de revelar afetos, dores e seu processo criativo. A estrutura do texto se apoia no recurso mais característico da literatura da escritora: a alternância de fluxos de consciência, capaz de ‘dar corpo’ às vozes reais ou fictícias, sempre presentes em sua mente. A chegada de Amir ao projeto veio ao encontro do desejo de Cláudia em encenar o seu próprio texto. Malu Valle, que assina a codireção da montagem, chegou no processo quando Amir se recuperava de covid e contribuiu em toda a etapa final de Virginia.  Quem aí é fã de Virginia Woolf? Virginia / CAIXA Cultural Brasília SBS – Quadra 4 – Lotes 3/4 – Brasília – DF / 13, 14, 15 – 20hs – 16 de março – 17hs / Ingressos R$ 15 (meia entrada) na bilheteria ou na Bilheteria Cultural / 12 anos / Siga @caixaculturalbrasilia Fotos: Divulgação / Flávia Canavarro

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Roupa Nova: show extra em BSB!

Após esgotarem os ingressos para o dia 12, a banda oferece mais uma oportunidade para os fãs viverem a emoção de seus maiores sucessos. Após a alta demanda pelos ingressos, o Roupa Nova anuncia uma nova data para o show da turnê “2025” em Brasília. Além do show já marcado para 12 de abril de 2025, a banda também se apresentará em 13 de abril no Centro de Convenções Ulysses. Os ingressos já estão à venda no site da Bilheteria Digital (www.bilheteriadigital.com). Com mais de 35 milhões de discos vendidos e um Grammy Latino no currículo, a banda promete um espetáculo recheado de sucessos que marcaram gerações e atravessaram décadas. A apresentação será uma verdadeira viagem pela carreira do grupo, que conquistou o público com suas músicas românticas e inesquecíveis, presentes nas trilhas sonoras de mais de 35 novelas. Considerada uma das maiores bandas do cenário musical brasileiro, o grupo é o único do país a manter a mesma formação desde o início de sua carreira. Com Cleberson Horsth, Ricardo Feghali, Kiko, Nando, Serginho Herval e Fábio Nestares, eles levam aos palcos sua história de vitórias, incluindo mais de 15 troféus de prestígio, como o Grammy Latino, 10 prêmios como Melhor Grupo no Prêmio da Música Brasileira e o Troféu Imprensa. SOBRE A BANDA Tudo começou em 1980 quando foram chamados para gravar um tema de final de ano da rádio Cidade. Mariozinho Rocha, produtor naquela ocasião, sugeriu que o nome da banda mudasse para o que hoje é um nome conhecido e amado por todo Brasil. Quando o assunto é trilha de novela, Roupa Nova é recordista, são responsáveis por tocar o “Tema da Vitória”, composto e arranjado por Eduardo Souto Neto, que mais tarde se tornaria tema de Ayrton Senna, pela música tema do “Xou da Xuxa” e do “Vídeo Show”, todos da Rede Globo, além do “Rock in Rio”. Nas canções mais famosas estão Whisky a Go-Go, Dona, Volta pra Mim, Anjo, Seguindo no Trem Azul, A Viagem, Coração Pirata, entre muitas outras. Vencedores do Grammy Latino de melhor álbum pop contemporâneo brasileiro com o disco Roupa Nova em Londres, gravado em 2009 nos estúdios de Abbey Road na capital britânica, a banda acumula discos de ouro e platina, como com o álbum Roupa Nova 30 anos, de 2010. Em 2015, o grupo lançou o CD e DVD Todo Amor do Mundo, que conta com participações de Tico Santa Cruz, Alexandre Pires, Ed Motta e Angélica. O disco intercala canções e narrativas trazendo partes da história da banda desde antes do seu início, na década de 1960. Dentre as parcerias que a banda já fez ao longo de toda a carreira estão Roberto Carlos, Ivete Sangalo, Rita Lee, Sandra de Sá, Zélia Duncan, Fagner, Steve Hackett, David Coverdale, Fafá de Belém, Lulu Santos, Leandro & Leonardo, Daniel, Ney Matogrosso, Luan Santana, Maite Perroni e outros. Sempre inovando, nesses 40 anos de muitos acordes, a banda lançou o álbum As Novas do Roupa, composto por 11 canções inéditas, que estão disponíveis nas principais plataformas digitais. Em 2022 a banda gravou um inédito e emocionante projeto comemorativo aos 40 anos, com participações especiais de ANAVITÓRIA, Daniel, Marcos & Belutti, Melim e Tiago Abravanel, que deram voz a sucessos que transcendem as barreiras da música. Dando continuidade ao sonho da banda com uma linda e merecida homenagem ao Paulinho, Roupa Nova usou uma holografia do ídolo, que interpretou junto aos demais integrantes a canção “Os Corações Não São Iguais”, fazendo as mais de 10 mil pessoas presentes irem às lágrimas na Jeunesse Arena, Rio de Janeiro. Oficialmente fazendo parte da banda, Fábio Nestares entra para somar, e passa a ser o sétimo Roupa Nova, assumindo os vocais ao lado dos demais integrantes. O ano de 2023 trouxe lançamentos e novidades. Disponível nas plataformas de streaming, Roupa Nova 40 anos também está disponível para assinantes Globoplay e no YouTube oficial da banda. Outra novidade foi o anúncio do “Navio Roupa Nova 40 anos”, que coroa a grande história de uma das maiores bandas brasileiras em atividade. Promovido pela PromoAção, principal empresa de navios temáticos do mundo, a embarcação sairá em março de 2024 e promete muitas emoções a bordo do luxuoso MSC Preziosa, além de muitas atrações especiais. Com mais de 35 milhões de cópias vendidas, 38 discos lançados e 35 temas de novela, 20 indicacoes a prêmios, sendo vencedora de 15, é assim que a banda Roupa Nova segue com números que impressionam e shows cada vez mais lotados. Serviço: Roupa Nova – 2025 TOUR Dia: 12 de abril de 2025 (sábado) Horário: 21h30 Classificação Indicativa: 14 anos Informações: www.ohartes.com / @ohartes / (61) 3554-4005 / WhatsApp: (61) 98141-1990 Ingressos: Poltrona Superior: R$ 130,00* Poltrona Especial: R$160,00* Poltrona VIP R$ 180,00* Poltrona Gold R$ 220,00* Poltrona Premium Poltrona Front Premium R$ 290,00* R$350,00* Camarote All Inclusive   Menu assinado com open food de empratados da culinária italiana, brasileira e árabe. Open bar de espumante, vinho tinto, cerveja, whisky 12 anos e drinks. Espaço reservado com acesso exclusivo e banheiros privativos. Bistrôs com banquetas de lugar MARCADO. R$ 700,00* Espaço Bistrô Banquetas de 4 lugares. Acesso exclusivo, combo com whisky 12 anos, água de coco, água mineral.   R$ 1.600,00* Lounges Sofá sofá para 4 pessoas na primeira fila + 1 garrafa destilado a escolha + 4 aguas de coco R$ 2.400,00* *Valores referentes à meia entrada e sujeito à alteração sem prévio aviso. – Meia-entrada: estudantes, idosos acima de 60 anos, professores da rede pública e funcionários públicos. Ponto de Vendas: https://www.bilheteriadigital.com/show-extra-roupa-nova-em-brasilia-tour-2025-13-de-abril Pontos físicos: BARBEARIA ELVIS JK SHOPPING (Venda somente em cartão e sem taxa de conveniencia) 3º Piso, Taguatinga Norte JK Shopping LOJA 315 BARBEARIA ELVIS (Venda somente em cartão) Taguatinga Shopping 3º PISO LOJA 3044 – Taguatinga KONI 209 SUL (Venda somente em cartão) Asa Sul Comércio Local Sul 209 BL B – Asa Sul (Horário de funcionamento: 11:30 às 22:30) KONI 101 SUDOESTE (Venda somente em cartão) St. Sudoeste Superquadra Sudoeste 101 Bloco B LOJA 170 – Sudoeste (Horário de funcionamento: 11:30 às 22:30) *Sujeito a taxa de serviço, e taxa no parcelamento em 1x 2x e 3x vezes no cartão de crédito. Com informações da Assessoria de Imprensa / Fotos: Divulgação e Reprodução Instragram Oficial

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