Flávio Cerqueira, esculturas poéticas do cotidiano

A mostra segue em cartaz no CCBB Brasília até 24 de agosto com entrada gratuita Brasília foi atravessada por significados na noite da última quarta-feira, 18 de junho. A Galeria 2 do Centro Cultural Banco do Brasil recebeu convidados, amigos, fãs e público em geral para a abertura da exposição Flávio Cerqueira – Um Escultor de Significados, individual do artista paulistano que transforma bronze em literatura visual, abordando temas como identidade, classe, raça, gênero e cotidiano com lirismo e força simbólica. A noite de abertura teve uma programação diversa e pulsante, com DJ ao vivo, apresentações de street dance com B-Girls, batalha de MCs, presença do artista e food trucks espalhados pelo jardim do CCBB. O clima era de celebração — e não faltaram olhares atentos, celulares erguidos e silêncios comovidos diante das esculturas de Cerqueira. Entre 17h e 18h, houve ainda uma visita guiada exclusiva para jornalistas e criadores de conteúdo, acompanhada pelo próprio artista, que conversou com o público sobre seus processos criativos e a importância de ocupar Brasília com narrativas negras, sensíveis e transformadoras. Com curadoria de Lilia Schwarcz, a exposição reúne cerca de 40 obras, muitas inéditas na capital, e foi eleita pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) como a melhor exposição de escultura de 2024. Dividida em cinco núcleos, a mostra propõe ao público uma travessia entre memórias pessoais, educação e invenção de mundos possíveis. “Não faço retratos, crio personagens”, afirma Flávio Cerqueira, que ao longo de 15 anos de carreira tem revolucionado a escultura contemporânea brasileira. Suas figuras são congelamentos do tempo — instantes suspensos, como páginas de um livro ou fotogramas de um filme. São corpos comuns com posturas altivas, pés descalços e gestos que questionam: Quem tem direito à permanência? Quem pode ser eternizado em bronze? Para a curadora Lilia Schwarcz, “a linguagem das esculturas do Flávio tem tudo a ver com a arquitetura de Brasília. São obras que falam do povo e da democracia, com uma força narrativa impressionante.” Já o artista reforça: “Apresentar minhas obras aqui é acionar novos sentidos. Brasília é simbólica e precisa ser tensionada por outros olhares.” Depois de temporadas aclamadas em São Paulo e Belo Horizonte, a mostra chega a Brasília como um verdadeiro manifesto de beleza, reflexão e potência. Claro que este colunista acompanhou tudo de perto e aproveitou para trazer dois extras. Primeiro, um #GETTOGETHER superbacana, onde rolam quase três minutinhos de conversa com o artista (sobre Brasília, seu trabalho, a expo e a vida) e que você confere neste link! Outro mimo, aproveitei para fazer clicks exclusivos da mostra e de quem passou por lá nessa noite maravilhosa. Veja abaixo: Quem aí gosta de poesia em forma de escultura? Flávio Cerqueira – Um Escultor de Significados / CCBB Brasília – Galeria 2 / Até 24 de agosto de 2025 – de terça-feira a domingo, das 9h às 21h / Entrada gratuita – retirada de ingressos em bb.com.br/cultura ou na bilheteria do CCBB / Livre Fotos: Gilberto Evangelista

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Miguel Falabella traz clássico da Broadway a Brasília

Com músicas de Stephen Sondhein, Uma Coisa Engraçada Aconteceu a Caminho do Fórum ocupa a Sala Planalto Centro de Convenções Ulysses a partir de 20 de junho para curtíssima temporada até 29 de junho Séculos separam a capital federal do Brasil, nos dias atuais, da Roma antiga, regida pelos césares. Muita coisa mudou — menos a força de uma boa comédia e a capacidade do ser humano de rir de suas próprias histórias. Inspirado nas obras do dramaturgo romano Plauto (254–184 a.C.), o musical criado nos anos 60 finalmente é montado no Brasil. Brasília será a única cidade, após a temporada paulista, a ser visitada pela grande produção estrelada por Miguel Falabella, que reuniu um elenco de amigos para celebrar seus 25 anos dedicados ao teatro musical. Com patrocínio da BB SEGUROS, o musical “Uma Coisa Engraçada Aconteceu a Caminho do Fórum” (A Funny Thing Happened on the Way to the Forum), um dos maiores sucessos da Broadway, listado pela revista especializada Whats On Stage como um dos 100 melhores musicais da história em mais de 100 anos de temporadas, chega a Brasília após enorme sucesso da temporada em São Paulo, com sessões esgotadas e recepção entusiasmada do público. Com estreia marcada para 20 de junho na Sala Planalto do Ulysses Centro de Convenções, o espetáculo ficará em cartaz em curtíssima temporada somente durante duas semanas, de quinta a domingo, até 29 de junho. Os ingressos já estão à venda na plataforma SYMPLA. Confira as informações em SERVIÇO abaixo. Com músicas e letras de Stephen Sondheim, o musical conta com canções memoráveis como “Comedy Tonight”, sendo uma celebração das farsas clássicas, marcada por uma energia vibrante e humor atemporal. “Uma coisa engraçada aconteceu a caminho do Fórum” é uma das peças mais divertidas da Broadway, com música de excelência e um elenco de comediantes que é o meu time dos sonhos. Eu não poderia estar mais feliz. Após o sucesso de nossa temporada em São Paulo, é uma alegria poder levar essa história alucinada que se passa na Roma dos Césares, que continua mais atual do que nunca, para Brasília!”, confessa Miguel Falabella. Assinada pela Atual Produções e Aveia Cômica, a montagem nacional de “Uma Coisa Engraçada Aconteceu a Caminho do Forum” é apresentada pelo Ministério da Cultura e BB SEGUROS com patrocínio Omoda Jaecoo Primavia e realização da Lei de Incentivo à Cultura, Lei Rouanet e Ministério da Cultura, Governo Federal Brasil, união e reconstrução. A produção foi realizada por meio de um acordo especial com a Music Theatre International (MTI) e tem a direção geral de Bárbara Guerra, direção musical de Laura Visconti e coreografia de Johnny Camolese e Zuba Janaína. O texto original de Burt Shevelove e Larry Gelbart ganhou versão de Bianca Tadini e Luciano Andrey. Além de Miguel Falabella como Pseudolus, o elenco do musical conta também com estrelas do teatro musical, como Edgar Bustamante, Ivan Parente, Giovanna Zotti, Carlos Capelette, Mauricio Xavier, Lucas Colombo, Luci Salutes, Frederico Reuter, entre outros. Este musical é especialmente notável por marcar a primeira vez que Stephen Sondheim escreveu tanto a música quanto as letras para um espetáculo da Broadway. Em projetos anteriores, ele havia contribuído apenas com as letras. Harold Prince, diretor e produtor da produção original, é recordista de prêmios Tony, acumulando 21 ao longo de sua carreira, incluindo oito por direção, oito por produção, dois como produtor do Melhor Musical do Ano e três prêmios Tony especiais. Além disso, todos os principais atores que interpretaram Pseudolus na Broadway — Zero Mostel, Phil Silvers e Nathan Lane — foram premiados com o Tony. Ao longo dos anos, muitos títulos de episódios de programas de televisão fizeram referência ao musical. Séries como Mad Men e Glee mencionaram diretamente A Funny Thing Happened on the Way to the Forum, reforçando sua influência cultural nas artes performáticas. Logo após seu encerramento na Broadway, o musical ganhou uma adaptação cinematográfica em 1966. Zero Mostel, Jack Gilford e Leon Greene reprisaram seus papéis do espetáculo. O filme é especialmente marcante por incluir a última aparição de Buster Keaton em frente às câmeras. ELENCO Miguel Falabella – Pseudolus Edgar Bustamante – Hysterium Ivan Parente – Senex Giovanna Zotti – Domina Carlos Capelette – Erronius Mauricio Xavier – Lycus Lucas Colombo – Hero Luci Salutes – Philia Frederico Reuter – Miles Glorius Brenda Nadler – Tintinabula Andreza Medeiros – Panacea Rafa L – Vibrata Maysa Mundim – Gymnasia Matheus Paiva – Curingas Renato Bellini – Curingas Estevão Souz – Curingas Paula Miessa – Swing Bruno Kimura – Swing Serviço: UMA COISA ENGRAÇADA ACONTECEU A CAMINHO DO FÓRUM  Temporada: 20 a 29 de junho Local: Sala Planalto do Centro de Convenções Ulysses Horários e valores: Quintas, sextas, sábados às 20h e domingos às 19h30 Plateia PREMIUM R$ 200,00 meia entrada e R$ 400,00 inteira Plateia VIP R$ 125,00 meia entrada e R$ 250,00 inteira Plateia popular R$ 19,50 meia entrada e R$ 39,00 inteira Duração: 2h mais 15 minutos de intervalo. Faixa etária: 14 anos *Clientes BB SEGURIDADE tem 50% de desconto, limitados a 4 ingressos por CPF, por sessão (desconto não cumulativo à meia-entrada e outros benefícios por lei ou promoções). Todas as sessões possuem audiodescrição e libras.   Fotos: Divulgação

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Elenco de “Homem com H” reúne 1500 pessoas em BSB

Com lotação máxima, projeção contou com a presença do diretor Esmir Filho, dos atores Jesuíta Barbosa (Ney Matogrosso), Jullio Reis (Cazuza) e show da cantora Catto. Festival promete muito mais até o próximo dia 15.   Apresentado pelo Ministério da Cultura e pelo Nubank, o OPEN AIR BRASIL está fazendo o maior sucesso em sua temporada 2025, que estreou em Brasília, no Pontão do Lago Sul, há uma semana. E, nessa terça-feira, 10 de junho, a supertela do maior cinema a céu aberto do mundo se ergueu diante de uma arena com sua capacidade máxima, reunindo cerca de 1.500 pessoas para a exibição de “Homem com H”, um dos destaques de sua programação. Além da lua (quase) cheia e da brisa do Lago Paranoá, a noite se fez ainda mais especial graças à presença do diretor Esmir Filho, dos atores Jesuíta Barbosa (Ney Matogrosso) e Jullio Reis (Cazuza). Para completar, o público ainda pôde conferir um show memorável da cantora Catto, desse festival que promete muito mais até o próximo dia 15. Felizes por poderem participar de uma projeção única, diretor e elenco chegaram cedo para conversar com a imprensa, que também se reuniu em grande número uma hora e meia antes da projeção começar. Este colunista fez seu tradicional #GETTOGETHER com eles. Para assistir, clique aqui, está imperdível! Momentos antes da sessão se iniciar, o idealizador e diretor-geral do Open Air Brasil Renato Byington agradeceu a presença e passou a palavra para o trio, que foi unânime em reconhecer o carinho que o público brasileiro vem dedicando à película. Afinal, na última segunda (09), “Homem com H”, filme que conta a vida e a trajetória de sucesso de Ney Matogrosso, ícone da Música Popular Brasileira, ultrapassou 600 mil espectadores e mais de R$ 13 milhões nas bilheterias de todo o país desde quando estreou no mês de maio. “Nós ficamos sabendo que só ‘Homem com H’ e ‘Lilo e Stitch’ deram sold out aqui no Open Air”, brincou em tom de festa Esmir Filho, afinal, é uma produção nacional despertando o mesmo interesse que uma grande produção dos estúdios Disney. Devidamente acomodados, Jesuíta, Jullio e o diretor não se cansaram de fazer fotos e vídeos da projeção na maior tela de cinema a céu aberto do mundo. Após, fizeram questão de prestigiar o show da cantora Catto, que é reconhecida por seu timbre de voz fora do comum, associado diversas vezes ao de Ney Matogrosso. Ao final de tudo, o grupo se reuniu nos bastidores para brindar a vida, já que motivos não faltam tanto para a película quanto para a cantora, que lançou recentemente “Caminhos Selvagens”, seu quinto álbum de estúdio — e o mais pessoal até agora. Inclusive, no show que acabara de fazer, incluiu músicas desse novo trabalho, como “Madrigal”, ao lado de clássicos como “Vaca Profana” (em homenagem à Gal Costa) e “Sangue Latino”, “uma música do Ney que nunca havia cantado antes em um show”, confidenciou a cantora no backstage. Muita coisa boa pela frente Depois de começar em grande estilo, a segunda semana do Open Air Brasil apresenta uma programação incrível, onde três das seis noites serão temáticas. A quarta-feira (11), por exemplo, será dedicada aos cinéfilos clássicos, com as sessões de “Tudo Sobre Minha Mãe”, de Pedro Almodóvar, e “Mickey 17”, de Bong Joon-ho (Parasita). No Dia dos Namorados, 12 de junho, vai entrar no clima dos apaixonados e exibir “Ghost – Do Outro Lado da Vida”. Para a comemoração ficar ainda mais completa, a cantora e compositora Dora Morelenbaum, vencedora do Grammy Latino com a banda Bala Desejo, vai garantir o clima romântico com um show que mistura elementos da MPB, do samba e do jazz. Seguindo adiante, os fãs do terror vão poder aproveitar a Sexta-Feira 13 com as sessões de “Pecadores”, dirigido por Ryan Coogler (Pantera Negra) e protagonizado por Michael B. Jordan, e “Premonição 6 – Laços de Sangue”, da famosa franquia aterrorizante. No sábado (14), toda a família poderá aproveitar a sessão da versão live-action de “Branca de Neve”, que tem direção de Marc Webb e traz Rachel Ziegler no papel da princesa e Gal Gadot como a Rainha Má. Na sequência, vem “Bridget Jones – Louca Pelo Garoto”, de Michael Morris, quarto filme da franquia queridinha dos fãs de comédia romântica. E, por fim, no domingo (15), o encerramento do evento contará com mais um longa recém-chegado às salas de cinema: “Thunderbolts”. A superprodução da Marvel conta com a participação de personagens já conhecidos e adorados pelo público, como Yelena Belova, interpretada por Florence Pugh, e o Soldado Invernal, papel de Sebastian Stan. Juliana Linhares vai animar o público com o último show da temporada em Brasília. A cantora, compositora e atriz potiguar, que já colaborou com artistas como Zeca Baleiro, Letrux e Chico César, vem fazendo apresentações por todo o Brasil com seu novo álbum Nordeste Ficção. O OPEN AIR BRASIL, que teve sua última edição em 2023 no Rio de Janeiro, é idealizado e produzido pela D+3 Produções. O evento une a magia do audiovisual à tecnologia de última geração da exclusiva tela gigante de 325 m² (do tamanho de uma quadra de tênis), que vem direto da Suíça. A projeção em 4K e o potente sistema de som, com 28 caixas Dolby Digital Surround, são um show à parte. Nesta edição de Brasília, serão realizadas 18 sessões ao longo das duas semanas, e a expectativa é de 1.500 pessoas por sessão. O objetivo é encantar o público e despertar, ou resgatar, a paixão pelo cinema. Depois de Brasília, o OPEN AIR BRASIL parte para Salvador, onde acontece entre os dias 30 de setembro e 12 de outubro no Centro de Convenções Salvador. Rio de Janeiro e São Paulo também estão no calendário, com previsão de realização em 2026. Em paralelo ao OPEN AIR BRASIL e também com o patrocínio do Nubank, a D+3 realizará ainda 12 edições do CINEMA INFLÁVEL em outras localidades do Distrito Federal. Gratuito, o evento que começou em

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Silvero Pereira traz seu “Pequeno Monstro” para Brasília

Dirigido por Andreia Pires, solo inédito do ator em curta temporada na CAIXA Cultural investiga histórias de infâncias LGBTQIA+ “Pequeno Monstro”, montagem teatral protagonizada pelo ator Silvero Pereira, chega a Brasília após temporadas de sucesso nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Fortaleza. A curta temporada será realizada no Teatro da Caixa, de 26 de junho a 06 de julho. Os ingressos estarão à venda em 21 de junho (sábado), a partir das 9h na bilheteria física, e a partir de 13h na Bilheteria Cultural. Pequeno Monstro surgiu há sete anos, quando Silvero Pereira começou a acompanhar relatos de crianças LGBTQIA+ e identificou semelhanças com vivências de sua própria infância. Após uma longa pesquisa, ele voltou à sala de ensaio (12 anos após o sucesso da sua peça BRTRANS) para então dar forma à dramaturgia e partilhar suas intenções artísticas com sua colega na Faculdade de Artes Cênicas, a diretora Andréia Pires. Os ensaios aconteceram na capital cearense, com sessões abertas ao público. “Foi muito bonito ver o corpo do Silvero em processo. Ele já trazia um texto estruturado, mas fomos ajustando juntos. Me senti entrando em uma casa que não era minha, mas logo me senti em casa. Fomos construindo uma dramaturgia fragmentada, atravessada por múltiplas questões e também pela minha linguagem cênica“, relata Andreia. Em cena, Silvero mistura referências literárias e musicais com matérias jornalísticas, memórias próprias e também de outras pessoas. O ator passeia por lembranças da infância e por uma juventude marcada por vários desafios, vividos na sua cidade natal, Mombaça, localizada no interior do Ceará. “Utilizo minha história como fio condutor e escudo para as outras histórias relatadas na peça. Esse entrelaçamento entre narrativas pessoais, ficcionais e de terceiros mostra que não se trata de exceções: esse tipo de violência é um problema profundo e secular, precisa de debate e medidas protetivas às vítimas“, afirma o artista. O solo ironiza o machismo estrutural e a homofobia, práticas naturalizadas que ferem, traumatizam e moldam trajetórias. “Estamos fazendo uma obra artística, não um manifesto”. O tema exige responsabilidade, por isso merece ser tratado com o potencial reflexivo e transformador do teatro’, explica Silvero. Durante o processo criativo, ele mergulhou em conversas familiares e resgatou vivências difíceis. “Foi um resgate emocional e uma renovação na minha formação pessoal e profissional. Compreendi melhor os caminhos que tomei na vida adulta“, conta. A diretora complementa: “Na sala de ensaio, vimos nascer um espetáculo que traz à tona infância, paixão, magia — e também violência. Amor e dor coexistem no palco, assim como na vida“. Pequeno Monstro segue a estrutura dramatúrgica já utilizada por Silvero em trabalhos anteriores, situações que entrelaçam múltiplas vozes e experiências. A obra propõe também uma reflexão urgente sobre a violência contra pessoas LGBTQIA+, destacando o alarmante número de assassinatos registrados no Brasil. ‘Vivemos em um país historicamente violento. É estrutural, e precisamos de atenção, denúncia e soluções’, analisa o ator. O espetáculo marca ainda o retorno de Silvero Pereira aos palcos desde a estreia de BR Trans, em 2012. Durante esse período, ele conquistou projeção nacional com papéis em novelas (A Força do Querer, Pantanal), no cinema (Bacurau) e na TV (The Masked Singer Brasil, que venceu). Silvero foi campeão do Programa The Masked Singer, da Rede Globo. Em seguida protagonizou o filme Maníaco do Parque, recentemente atuou na novela Garota do Momento com os personagens Érico e Verônica Queen. “Voltei ao teatro um tanto preocupado se ainda me sentia um ator de palco. Com 25 anos de carreira, percebi que nenhum ofício se sustenta só com talento — é preciso estudo e dedicação. Recusei trabalhos no audiovisual para me dedicar quase exclusivamente ao Pequeno Monstro, recomeçando treinos de corpo, voz e imaginação“, revela. A produção do espetáculo é da Quintal Produções, de Valencia Losada e Verônica Prates, empresa que há 15 anos atua nas áreas do teatro, dança e humanidades, na cidade do Rio de Janeiro. Entre os espetáculos realizados estão Lady Tempestade, Teoria King Kong, Cérebro_Coração e BR-Trans. Quem vai? “Pequeno Monstro” com Silvero Pereira / Caixa Cultural Brasília – Setor Bancário Sul Q. 4, Asa Sul / 26 de junho a 06 de julho – quintas, sextas e sábados às 20h, domingos às 19h – sessão extra no Sábado, dia 05, às 18h  e com acessibilidade (intérprete de libras) no dia 03 de julho / R$ 15 meia-entrada / Vendas a partir de 21 de junho – a partir das 9h na bilheteria física e das 13h neste link  / 14 anos / 60 minutos Fotos: Reprodução Instagram do artista

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Quem aí já foi à Expotchê 2025?

Na 32ª edição, feira celebra a cultura gaúcha com o inédito Churras Tchê, praças temáticas e um verdadeiro roteiro gastronômico no coração de Brasília. A 32ª Expotchê, que acontece até o dia 15 de junho de 2025 no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade (em Brasília), traz uma das grandes novidades de sua história: o Churras Tchê – 1º Festival de Churrasco da Expotchê. A iniciativa celebra uma das maiores paixões nacionais e símbolo da identidade gaúcha, em um espaço exclusivo, com estações de preparo ao vivo, mestres da brasa, degustações, atrações culturais e experiências sensoriais. Sob a curadoria da assadora gaúcha Clarice Chwartzmann, o Churras Tchê transforma o ato de assar carne em uma arte coletiva, resgatando tradições e promovendo trocas entre diversos assadores. A iniciativa valoriza o churrasco como arte gastronômica e expressão de identidade sulista, reunindo mestres da brasa, marcas especializadas e o melhor da tradição em um ambiente acolhedor e sensorial. Para a novidade, será dedicado um espaço exclusivo, no estacionamento da entrada A.   Além do churrasco, a Expotchê 2025 oferece um verdadeiro roteiro gastronômico pelos sabores do Rio Grande do Sul. Da culinária campeira aos doces artesanais, são diversos espaços temáticos pensados para proporcionar ao público uma imersão afetiva e sensorial. Na Praça do Chimarrão, o visitante encontra cuias, ervas selecionadas, demonstrações e histórias em torno da bebida mais emblemática dos pampas. Já a Praça do Pão exala o aroma das cucas e pães coloniais assados na hora, remetendo às festas típicas das colônias do interior gaúcho. Os apaixonados por doces têm parada obrigatória na Praça do Chocolate, uma ilha dedicada ao cacau em todas as suas formas: barras artesanais, bombons recheados, chocolates em formatos variados e, claro, o irresistível fondue de chocolate com morangos. A Praça do Vinho reúne vinícolas gaúchas com rótulos selecionados para degustação e compra, enquanto o Tchê Bier chama a atenção com sua carreta de chopp Heineken, com seus enormes tonéis gelados, e um ambiente de confraternização típico dos grandes encontros. Ainda na parte das bebidas, logo ali ao lado, a imersão sensorial continua na Praça do Vinho. E neste ano, a Vinícola Monte Reale, de Flores da Cunha, trará seus rótulos para venda em caixas, garrafas e taças, além de uma cenografia que reproduz a fachada original da vinícola. Outro destaque é a ala da agroindústria familiar, com produtos vindos, diretamente, de pequenos produtores do interior do Rio Grande do Sul, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Rural e a FETAG-RS. As cidades representadas este ano são: Bagé, Bento Gonçalves, Colorado, Dois Lajeados, Estrela, Farroupilha, Garibaldi, Harmonia, Hulha Negra, Ilópolis, Monte Belo do Sul, Nova Bassano, Nova Pádua, Nova Roma do Sul, Paraí, Passo do Sobrado, Picada Café, Poço das Antas, Santa Tereza, Soledade, Teutônia, Três de Maio, Venâncio Aires, Vera Cruz, Veranópolis e Vista Gaúcha. Entre os artigos comercializados estão o charque, mel, própolis, doce de leite; os embutidos artesanais, salames, queijos coloniais temperados, vinhos orgânicos, licores, melados, sucos, molhos, açúcares; as cachaças, nozes, frutas, geleias, pastas, rapaduras, e, claro, a erva mate. Gastronomia como elo cultural Com forte compromisso com a economia criativa e o impacto positivo, a Expotchê trata a gastronomia como elo entre tradição, cultura e inovação. “Com o Churras Tchê e a diversidade de sabores oferecidos nos estandes e praças temáticas, mostramos que a comida também é uma forma de contar a história do Rio Grande”, afirma Rômulo Mendonça, diretor-geral da Rome Eventos. Mais do que uma feira, a Expotchê é uma celebração da alma gaúcha, onde tradição, cultura e sabores caminham juntos. Sobre o evento Celebrar a cultura gaúcha é valorizar uma história de coragem, tradição, trabalho e amor às raízes. Realizada pela primeira vez em 1992, a Expotchê faz parte do Calendário Oficial do Distrito Federal (Lei nº 3.622/2005) e é um dos maiores encontros culturais da capital do país. Em sua 32ª edição, a feira transforma o Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade em um verdadeiro recorte do Rio Grande do Sul. Promovida pela Rome Eventos, a Expotchê reúne o melhor das manifestações artísticas (mais de 70 apresentações), da moda, da agroindústria familiar e, claro, da gastronomia típica gaúcha. Realizada pela primeira vez em 1992, a Expotchê está incluída no Calendário Oficial do Distrito Federal, por meio da Lei nº 3.622/2005. Promovida pela Rome Eventos, conta com o apoio institucional da Secretaria de Esporte e Lazer e da Secretaria de Turismo do Governo do Distrito Federal; FETAG-RS, Emater-RS, Secretaria de Desenvolvimento Rural, Secretaria de Turismo e Secretaria da Cultura do Governo do Rio Grande do Sul. Delícias à vista! 32ª Expotchê / Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade / até 15 de junho – segunda a quinta das 16h às 23h (entrada gratuita até 17h) – sexta a domingo das 11h às 23h / R$ 10 (meia-entrada) / Ingressos na bilheteria física ou pelo site oficial Fotos: Divulgação

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Portais Abertos: Makina de Rabisko na Biblioteca Nacional

Entre graffiti e poesia visual, a mostra “Portais: Clarões do Invisível” convida o público a refletir sobre a vida, a natureza e a arte A Biblioteca Nacional de Brasília está com as portas abertas para receber a exposição “Portais: Clarões do Invisível”, do artista Flávio Mendes, conhecido como Makina de Rabisko. Até o dia 7 de julho, o público poderá conferir de perto essa imersão sensível que atravessa o graffiti das ruas para as telas, abrindo portais que conectam o visível e o invisível. Com um trabalho que transita entre diferentes técnicas e cores vibrantes, Makina de Rabisko – filho da Ceilândia e do movimento hip hop – cria uma narrativa visual provocadora, onde cada obra funciona como um farol, convidando o visitante a refletir sobre a relação com a natureza, os ciclos da vida e as raízes que nos sustentam.  A entrada é franca e a exposição pode ser visitada de segunda a sexta, das 8h às 22h, e aos sábados e domingos, das 8h às 14h, na Biblioteca Nacional de Brasília (em frente ao Museu Nacional, no Eixo Monumental). Uma oportunidade para se perder e se encontrar nos clarões do invisível! Fotos: Divulgação

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O cinema sob as estrelas já está entre nós!

Reunindo 1100 pessoas, o maior cinema a céu aberto do mundo retorna ao Pontão do Lago Sul com documentário de Milton Nascimento e show de Ellen Oléria.   Com um pôr do sol cinematográfico, pipoca quentinha em mãos e clima de celebração, cerca de 1.100 convidados devidamente agasalhados marcaram presença na aguardada noite de estreia do Open Air Brasília, na última terça-feira (3). De volta à capital federal, o maior cinema a céu aberto do mundo ocupa o icônico Pontão do Lago Sul, às margens do Lago Paranoá, com uma programação imperdível até o dia 15 de junho. Um dos momentos mais esperados da noite foi a subida da tela gigante de 325 m², equivalente ao tamanho de uma quadra de tênis — um verdadeiro espetáculo visual que reforça a grandiosidade do evento, que acomoda até 1.500 pessoas por sessão em meio à natureza, diante desse telão majestoso, lindamente emoldurado pelo Lago Paranoá. Nessa avant-première, os convidados foram presenteados com a exibição emocionante de “Milton – Bituca Nascimento”, um documentário que celebra a trajetória de um dos maiores ícones da música brasileira. Dirigido por Flávia Moraes, o filme revela um olhar íntimo sobre a turnê de despedida de Milton, realizada entre 2022 e 2023. Bastidores, momentos pessoais e depoimentos comoventes de grandes nomes da música nacional e internacional compõem esse road movie musical que tem narração de Fernanda Montenegro. Ao final, o público foi brindado ainda com um show arrebatador da cantora Ellen Oléria, que apresentou sucessos próprios e clássicos da MPB. Vale lembrar que o Open Air Brasil reúne grandes clássicos e sucessos do cinema, shows ao vivo e uma curadoria gastronômica especial — criando uma verdadeira experiência sensorial sob as estrelas. Já a programação musical inclui nomes como Larissa Luz, Dora Morelenbaum, Catto e Juliana Linhares, que prometem aquecer as noites brasilienses com muita arte e emoção Outro ponto alto é o espaço gourmet, que reúne uma seleção de food trucks como Di Dimantoini Burger, Crepe Voyage, Dog da Igrejinha e Churros do Tio. Para acompanhar, nada melhor que os rótulos especiais da World Wine, que garantem sabores à altura do espetáculo — perfeitos para brindar a temporada e espantar o friozinho do inverno candango. Apresentado pelo Ministério da Cultura, o Open Air Brasília conta com o patrocínio do Nubank, que também promove ativações especiais no local. A programação completa está disponível no @openairbrasil e os ingressos já estão à venda no site Sympla. Em tempo, não deixe de conferir abaixo as fotos de quem passou por lá, pelas lentes deste fotógrafo/colunista:   Fotos: Gilberto Evangelista

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Ney Matogrosso de volta a Brasília

Depois do grande sucesso da sua cinebiografia, cantor faz nova apresentação da turnê “Bloco na Rua” na cidade.   Ícone da música brasileira, Ney Matogrosso retorna a Brasília com a aclamada turnê “Bloco na Rua” para uma única apresentação em 14 de junho, no Centro de Convenções Ulysses.  Com sua presença hipnotizante e voz inconfundível, o artista leva ao palco um espetáculo vibrante, que une repertório ousado, figurinos marcantes e direção cênica impecável. Com ingressos esgotados em diversas capitais brasileiras e também no exterior — incluindo apresentações nos Estados Unidos, Inglaterra e Portugal — a turnê é marcada pela força interpretativa de Ney e por uma atmosfera cênica que transforma o show em uma verdadeira experiência sensorial. Aos 83 anos, o artista reafirma sua posição como referência absoluta de vanguarda, liberdade e vitalidade. O retorno aos palcos da capital federal acontece em um momento especial da carreira de Ney Matogrosso, que acaba de ser homenageado no cinema com a cinebiografia Homem com H. O filme, dirigido por Esmir Filho e estrelado por Jesuíta Barbosa, estreou em maio nos cinemas de todo o Brasil e mergulha na trajetória artística e pessoal de Ney, reafirmando sua importância como figura central na cultura brasileira. Espetáculo e filme se complementam como retratos da ousadia, da liberdade e da força transformadora de um dos artistas mais singulares do país.Os ingressos começam a partir de R$ 90 (a meia-entrada) e podem ser adquiridos pelo site Bilheteria Digital. Este colunista já conferiu a apresentação e sabe que cada centavo vale à pena, pois o repertório da turnê reúne clássicos como “Eu Quero é Botar Meu Bloco na Rua” (Sergio Sampaio), “A Maçã” (Raul Seixas), “Jardins da Babilônia” (Rita Lee/Lee Marcucci), além de releituras como “Como 2 e 2” (Caetano Veloso) e sucessos da parceria com Fagner, como “Postal de Amor” e “Ponta do Lápis”. Não faltam também momentos marcantes da carreira, como “Sangue Latino”, dos tempos de Secos & Molhados. O visual impactante do espetáculo tem figurinos exclusivos de Marcos Paulo e cenografia assinada por Batman Zavarese, nomes que colaboram para a construção estética inconfundível que acompanha Ney ao longo de sua trajetória. A banda que o acompanha reúne músicos consagrados como Sacha Amback, Marcos Suzano, Felipe Roseno, Dunga, Mauricio Almeida, Aquiles Moraes e Everson Moraes. Com seu estilo inclassificável e entrega cênica total, Ney Matogrosso mostra que estar no palco continua sendo seu estado natural — e que seu “Bloco” segue mais vivo, provocador e necessário do que nunca. Show mais que imperdível! Ney Matogrosso – ‘Bloco na Rua Tour 2025’ / Centro de Convenções Ulysses / 14 de junho (sábado) – 21h / A partir de R$ 90 – Bilheteria Digital / 14 anos  Fotos: Divulgação

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Hidden 2025: entre ruínas e rituais urbanos

Em sua 7ª edição, a ocupação urbana mais vibrante da cidade estreia com festa sensorial, line-up vibrante e afeto gastronômico Um resort de sensações, um refúgio para chamar de seu — o Hidden abriu a temporada 2025 em grandessíssimo estilo. Desta vez, o evento de ocupação urbana mais charmoso da capital está abrigado na ruína da antiga sede do clube ASFUB, no Setor de Clubes Norte (ao lado do Cresspom). E a noite de inauguração, que aconteceu na quarta-feira (28), reuniu 600 pessoas e uma mistura deliciosa de tribos: o rapper e empresário Hungria, a campeã olímpica Maurren Maggi e o grafiteiro e artista visual Daniel Toys estavam entre os convidados. Logo na recepção — marcada pela vibrante identidade visual da artista Bebel Franco, que dá vida às paredes e colunas do espaço como um todo —, os visitantes foram recebidos pela primeira exposição itinerante da temporada: “Brasília, Utopia Geométrica”, assinada pelo fotógrafo e publicitário Paulo Leone, que entrega um olhar poético e atento sobre a nossa cidade.  A programação, que a partir de agora começa às 19h, trouxe como trilha inicial o clima good vibes do Duo Smart Jazz, embalando taças de vinho e espumante da Del Maipo, importadora responsável pela seleção que compõe a carta da casa. Para os fãs de cerveja, três rótulos Heineken foram escalados: IPA, Pilsen e Pale Ale. E para quem pedia algo com sabor mais intenso, o mix Coca-Cola com Jack Daniel’s agradou bastante. A noite seguiu com o retorno aguardado do coletivo Funkeando — projeto que mistura música eletrônica a clássicos do funk, soul, samba e hip-hop, reunindo oito artistas no palco. Parados por um tempo, escolheram o Hidden para voltar com tudo à cena musical, fazendo o público dançar até tarde; embalo que continuou com o DJ Maraskin e sua playlist recheada de hits oitentistas. Como dançar e bebericar inevitavelmente abre o apetite, a chef convidada da vez, Raquel Pacheco, da Casa de Vó – Comida e Afeto, preparou duas receitas que abraçaram o estômago e o coração dos notivagos: linguine ao molho de tomate com polpetas de carne, e um arroz caldoso de cogumelos funghi e Paris — esse último, perfeito para vegetarianos e amantes dos sabores da terra. Seguindo sua proposta original de ressignificar espaços adormecidos, o Hidden promete uma temporada de inverno intensa, trazendo uma curadoria que vai além da música, ou seja, uma experiência sensorial completa. Às quintas, o rock’n roll dita o ritmo. Às sextas, entra em cena o pop rock. Os sábados celebram brasilidades e experiências musicais exclusivas. E alguns domingos surgem com programações-surpresa. Tudo isso, claro, até que as chuvas voltem a banhar as ruas de Brasília. Para os idealizadores Mari e Daniel Braga, a abertura foi muito mais que simbólica. “Fazer uma edição à beira-lago, sobretudo nesse espaço, é um desejo antigo. E se depender da vibe que sentimos nesta noite de estreia, a temporada será tudo aquilo que nosso público espera de nós: noites de muita música boa, regadas a cultura, boas bebidas e comidinhas que só é possível degustar por aqui”, afirmam. Ah, e um último lembrete: quem é cliente CAIXA Visa ainda garante 10% de desconto no couvert e em qualquer compra no Hidden. Confira agora cliques de quem passou por lá pelas lentes deste colunista/fotógrafo: Bernardo e Maria Luisa Avelar Vinho, música, cultura e gastronomia Hidden / Ruína da antiga sede do clube ASFUB – Setor Clubes Norte – perto do CRESPOM / até o fim da seca – quintas, sextas, sábados e domingos especiais – 19h / Siga @hiddenbrasilia Fotos: Gilberto Evangelista

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Será! um livro sobre primeiro álbum da Legião Urbana

Imagina estar na produção do primeiro álbum da Legião Urbana, pois bem, José Emílio Rondeau esteve e decidiu contar tudo em um livro Entre brigas, tensões, novo integrante ingressando na banda dias antes de iniciar as gravações, e em meio ao caos instalado na EMI-Odeon, o jornalista, crítico musical e diretor de videoclipes José Emilio Rondeau assumiu a produção do que viria a ser o álbum de estreia da maior banda brasileira de todos os tempos, a Legião Urbana. São deste disco os sucessos “Será”, “Ainda é Cedo”, “Geração Coca-Cola”, “Por Enquanto” entre outros hits que explodiram nas rádios em 1985. Quarenta anos depois, Rondeau mergulhou em suas memórias para revisitar os bastidores daqueles cinco meses de gravação no livro Será!, que reúne curiosidades e histórias nunca contadas, com detalhes saborosos. O lançamento acontecerá no dia 4 de junho, na Livraria da Travessa de Ipanema, com direito a bis no dia 13 de junho, na Bienal do Livro do Rio. Para ajudar no relato, Rondeau entrevistou os legionários Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá. Também conversou com personagens que passaram dias e noites no estúdio, testemunhas da genialidade de Renato Russo, da falta de sintonia de Bonfá com o novo baixista Renato Rocha e de uma discussão que quase abalou a parceria entre a banda e o próprio Rondeau, praticamente um estreante na função de produtor musical. “Quando ouvi a primeira fita cassete da Legião sabia que a história do rock brasileiro iria mudar. Ali estavam as sementes para uma potencial revolução. E eu precisava fazer parte daquele momento”, lembra o jornalista. O livro tem prefácio assinado por João Barone, baterista dos Paralamas do Sucesso – os “padrinhos da Legião”, nas palavras de Renato Russo – e traz fotos raras de Mauricio Valladares registradas durante as gravações. Será! estará nas livrarias e sites em junho, com lançamento também no formato e-book em mais de 20 plataformas digitais. Conta com 112 páginas, e custará R$ 65 (impresso) e R$ 39 (e-book).   Imagens: Mauricio Valladares e Divulgação

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