Open Air Brasil: a reinvenção do cinema está de volta!

Com filmes, shows e um pôr do sol de respeito, o Pontão do Lago Sul se transforma mais uma vez na sala de cinema mais bonita do país. E o melhor: nesta quarta, 7 de maio, o projeto estreia sua versão inflável em regiões do DF. Atenção, amantes da sétima arte: o Open Air Brasil está de volta a Brasília! Nove anos depois da última edição na cidade, o maior cinema a céu aberto do mundo retorna com tudo — e com endereço de tirar o fôlego. De 3 a 15 de junho, a icônica supertela de 325 m² (sim, do tamanho de uma quadra de tênis!) vai brilhar à beira do Lago Paranoá, no Pontão do Lago Sul, para sessões de cinema com direito a pôr do sol cinematográfico, shows, experiências sensoriais e, claro, muita pipoca. Apresentado pelo Ministério da Cultura e pelo Nubank, o evento chega à sua 34ª edição no país, com a promessa de conquistar o coração do público brasiliense mais uma vez. São 18 sessões em duas semanas — com filmes que vão dos clássicos aos infantis, blockbusters, cults e produções para todas as idades. Para completar o espetáculo, uma projeção em 4K, som Dolby Digital com 28 caixas e uma curadoria musical que já trouxe nomes como Gloria Groove, Lulu Santos e Preta Gil. O line-up completo e os filmes serão divulgados em breve, mas a venda de ingressos já começa no dia 7 de maio (clientes Nubank têm pré-venda nos dias 5 e 6). Saiba mais em @openairbrasil. “O Open Air Brasil e o Pontão do Lago Sul parecem ter nascido um para o outro”, resume Renato Byington, da D+3 Produções, produtora responsável pelo evento. E não é exagero: com céu limpo, clima seco e um público apaixonado por cinema, Brasília oferece o cenário ideal para essa experiência audiovisual ao ar livre. E tem mais: em paralelo à programação principal, o projeto também reforça seu compromisso com a democratização da cultura. A partir de maio, o Open Air Inflável — versão itinerante e gratuita do evento — vai circular por regiões do Distrito Federal e Goiás com pouco acesso ao cinema. A tela inflável de 60 m², somada à distribuição de pipoca, sessões com até 800 pessoas, curtas de cineastas locais e atividades culturais como rodas de conversa, oficinas e recreação infantil, transforma espaços públicos em verdadeiras festas do audiovisual. Tudo de graça! A temporada começa em Ceilândia, entre 7 e 11 de maio, e segue para Vila Telebrasília de 14 a 18 do mesmo mês. Ao todo, serão 12 edições até setembro, sempre com apoio de projetos culturais locais e do Governo do Distrito Federal. Então pode anotar: o cinema vai ocupar a cidade em junho — das margens do Lago Paranoá às praças e parques do DF. E você não vai querer ficar de fora, #PERAMBULANDO para lá e para cá!

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Homem com H será o filme do ano?

A trajetória de Ney Matogrosso que já está nas telas de todo país são a sugestão da Coluna #PERAMBULANDO para um domingo que merece pipoca, emoção e inspiração. Domingo é, por excelência, o dia de renovar o espírito. E poucas experiências são tão revigorantes quanto se deixar envolver por uma boa história na tela grande de um cinema. Com a estreia de Homem com H, cinebiografia de Ney Matogrosso, este domingo se torna ainda mais especial para os amantes da sétima arte, que poderiam aproveitar a dica da Coluna #PERAMBULANDO e não deveriam se furtar de comprar, antes da sessão, um belo combo de pipoca e refrigerante para a experiência ficar completa — pois essa película tem tudo para se tornar o filme de 2025. Dirigido e roteirizado por Esmir Filho, o filme mergulha na trajetória de Ney de Souza Pereira, desde sua infância em Bela Vista (MS), marcada por conflitos com o pai militar, até sua consagração como um dos maiores ícones da música e da cultura brasileiras — e que se mantém atuante, hoje em dia, aos 83 anos de idade. A narrativa percorre sua ascensão meteórica com o grupo Secos & Molhados (1973 e 74), sua carreira solo repleta de reinvenções e sua postura corajosa diante de temas como sexualidade e liberdade de expressão durante a ditadura militar. Jesuíta Barbosa entrega uma performance intensa e sensível no papel de Ney, capturando não apenas sua voz inconfundível, mas também sua presença cênica única. O elenco conta ainda com Rômulo Braga vivendo seu pai, Antônio; Hermila Guedes no papel da sua mãe, Beíta; Jullio Reis na pele do grande Cazuza, um de seus três grandes amores; e Bruno Montaleone como Marco de Maria, com quem Ney teve um relacionamento de 13 anos. O casting conta ainda com Caroline Abras (Lara), Mauro Soares (João Ricardo), Lara Tremouroux (Regina) e Jeff Lyrio (Gérson Conrad), todos contribuindo para uma representação rica e emocionante da vida do artista. Mais do que uma biografia, Homem com H é um manifesto sobre autenticidade, arte e resistência. A trilha sonora, composta por clássicos de Ney, como “Bandido Corazón” e “Pro Dia Nascer Feliz”, embala cenas que retratam momentos marcantes de sua carreira e vida pessoal — mas principalmente como Ney rompeu barreiras por não abrir mão de seus ideais e princípios, tanto na vida pessoal quanto na profissional. Atenção à cena em que ele hesita em gravar um de seus maiores sucessos. É um dos pontos altos do filme, que insiste em ficar o tempo todo lá em cima, trazendo um plot twist atrás do outro. Está duvidando? Então clique aqui e assista ao trailer que está de tirar o fôlego! Em cartaz nos cinemas de todo o país desde 1º de maio, o filme é uma oportunidade imperdível para celebrar a arte brasileira e refletir sobre a importância da liberdade de ser quem se é. Neste domingo, permita-se essa experiência: vá ao cinema, emocione-se com a história de Ney Matogrosso e saia da sala com o coração mais leve e a alma inspirada. Ah! Inclusive, não deixe de assistir à resenha em forma de vídeo publicada por este colunista no seu Instagram clicando neste link. Nela está a resposta à pergunta que intitula esta matéria. Claro, se trata de um ponto de vista pessoal, mas você terá informações extras e outros argumentos que vão te fazer querer sair de casa o quanto antes para assistir Homem com H , uma produção cinematográfica que, com certeza fará seu dia de amanhã — e a semana — nascer muito mais felizes! Fotos: Divulgação / Paris Filmes

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Artes visuais: Vilarejo 21 abre seleção para residência

Vilarejo 21 abre inscrições para seleção de artistas e curadores para a residência artística “Dípticos – Arte e Curadoria”   O Vilarejo 21 – Espaço de Arte, Criatividade e Cultura abre inscrições para a seleção de seis artistas visuais e seis curadores, incluindo duas vagas afirmativas (para negros, indígenas, pessoas com deficiência e LGBTQIA+), interessados em participar da residência artística “Dípticos – Arte e Curadoria”. As pessoas selecionadas trabalharão em duplas e ocuparão dois ateliês de produção do Vilarejo 21, no Altiplano Leste, Brasília-DF. Ao final da residência, estão previstas uma exposição no Museu Nacional da República e a produção de podcasts sobre as pesquisas desenvolvidas pelas duplas. Podem se inscrever pessoas maiores de 18 anos, interessadas em desenvolver pesquisas em linguagem, materiais e aprofundar suas investigações sobre a produção artística visual do Distrito Federal, entre outros temas referentes às artes visuais. As pessoas interessadas devem preencher o formulário eletrônico neste link. As inscrições começam no dia 1º de maio e seguem até 15 de junho de 2025. A residência artística oferecerá aos selecionados acesso a um ateliê de produção, encontro com os curadores Cinara Barbosa e Léo Tavares, encontro com pesquisadora Lelia Lofego, registro em podcast das reflexões e discussões entre os participantes, que será disponibilizado online e bolsa de estudos no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) para cada selecionado. O edital do projeto está disponível para consulta no neste link. “Dípticos – Arte e Curadoria” tem como objetivo promover e ampliar a compreensão da arte, valorizar, reconhecer o papel dos agentes culturais, através de um olhar sobre a crítica e a curadoria na arte contemporânea. Os seis artistas e os seis curadores selecionados para participar do projeto terão acesso a diferentes dispositivos de aprendizado, experimentação e suporte técnico para o desenvolvimento de suas obras. Este projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultural do Distrito Federal (FAC-DF). Sobre o Vilarejo 21 O Vilarejo 21 – Espaço de Arte, Criatividade e Cultura é um espaço independente de arte, gerido pelo casal de artistas Rafael Marques e Sofia Rodrigues Barbosa. O espaço se dedica a ampliar o acesso à arte e à produção de arte, pautado na valorização de conhecimentos formais e não formais, (acadêmicos, tradicionais, geracionais). A dupla acredita na formação e educação artística, em seu potencial transformador e na urgência de formação de público para o setor. “Afirmamos arte como profissão, considerando todos os seus agentes”. Localizado em uma chácara, rodeada pelo cerrado, no Altiplano Leste, bairro rural de Brasília. O local conta com um espaço de 200m² que abriga quatro ateliês e uma sala de estar batizada de Largo. Banheiro, copa, biblioteca e estacionamento privado completam este charmoso ambiente. No local são realizadas exposições, oficinas, projetos e residências artísticas.   Residência em artes visuais Dípticos: Arte e Curadoria / Vilarejo 21 / De 01 de maio a 15 de junho 2025 / Edital e Formulário online / Mais informações / Siga @vilarejo21 Fotos: Divulgação

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Atenção BSB, partiu curtir o feriadão do trabalhador!

Final de semana prolongado em Brasília tem shows de axé, sertanejo, rock e viagem pelo universo É pessoal, de quarta a domingo, Brasília vai se transformar em um grande palco para comemorar o feriado de 1º de maio com muita música, cultura e opções para toda a família. A capital federal recebe uma programação variada que vai do axé baiano ao rock brasiliense, passando por experiências gastronômicas, sertanejo e até uma jornada imersiva pelo espaço sideral. A maratona começa já na véspera do feriado, dia 30 de abril, com a despedida da segunda temporada do projeto Temporâneo, na AABB, às margens do Lago Paranoá. A partir das 19h30, o público será embalado por uma noite memorável com shows de Birinaite, Os Distintos Filhos (foto de capa) e uma participação surpresa. Os ingressos custam a partir de R$ 40 e estão à venda na Bilheteria Digital ou na bilheteria física do evento. A classificação é 18 anos. O Temporâneo funciona às sextas, sábados e vésperas de feriado e encerra suas atividades justamente nesta noite especial e o perfil no Insta é o @temporaneobrasilia. No dia seguinte, 1º de maio, a festa continua no mesmo local com o Esquentarê, prévia do aguardado Festival Micarê 2025. A partir das 17h, a pista será comandada por Tuca Fernandes, DJ Flávio Fatboy e Thales Jr, preparando o público para os dois dias de carnaval fora de época que tomam conta do Estacionamento da Arena BRB nos dias 2 e 3 de maio. Por lá, sobem ao palco grandes ícones da axé music, como Bell Marques, Durval Lelys, Timbalada, Banda Eva, Xanddy Harmonia, Tomate e Rafa & Pipo. O festival celebra os 40 anos do axé com trio elétrico, abadás personalizados e muita energia. Os ingressos para todas as noites estão disponíveis na Bilheteria Digital, e a classificação é 18 anos. Já quem procura um ambiente mais descontraído e ao ar livre pode apostar na programação da Fazenda Churrascada Brasília, no Clube de Golfe. O espaço, que une música e gastronomia, preparou uma série de shows ao vivo durante o feriadão. A agenda começa na quarta (30) com a dupla Enzo & Rafael, às 20h. No feriado de 1º de maio, é a vez de Ricco & Ronny, às 15h. A sexta (2) será animada por Robson & Raphael (14h) e Thiago Meirelles (20h). No sábado (3), Ricco & Ronny retornam às 15h30, seguidos por Leo Oliveira, às 20h. Para fechar com chave de ouro, Enzo & Rafael voltam ao palco no domingo (4), às 15h. O funcionamento da casa vai de terça a quinta, das 12h às 23h; sexta, até meia-noite; sábado, das 11h30 à 0h; e domingo, até 19h. Mais informações pelo @fazendachurrascadabsb. Se a ideia é curtir um passeio em família, o Planetário de Brasília é parada obrigatória. O espaço recebe o projeto Viagem na Via Láctea, uma experiência imersiva com imagens em movimento, efeitos sonoros e uma narrativa envolvente sobre o universo. O simulador funciona diariamente, das 13h às 19h, até 24 de maio, com entrada gratuita. Na área externa, a exposição interativa permanece aberta 24 horas por dia, com painéis informativos e atividades sobre planetas, vida extraterrestre e ciência espacial. A classificação é livre e o perfil do lugar é @planetariodebrasilia. Seja no embalo do axé, nas batidas do rock, nos sabores da carne na brasa ou sob as estrelas, Brasília está pronta para celebrar o Dia do Trabalhador com uma programação para todos os estilos. Com informações e fotos de divulgação da JJ Assessoria de Imprensa

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É neste finde: Música Urbana II

Para comemorar o aniversário de 65 anos de Brasília, Capital Inicial apresenta segunda edição do festival Música Urbana, evento que também contará com shows de Os Paralamas do Sucesso e Samuel Rosa   Após o sucesso do show de aniversário de Brasília em 2024, que contou com a recriação do evento que parou o berço do rock brasiliense em 1984, a banda Capital Inicial se prepara para a segunda edição do Música Urbana. Os artistas – que estarão em turnê comemorativa ‘Acústico 25 Anos’ – farão uma pausa para realizar esse show que celebrará os 65 anos da capital federal. No dia 26 de abril, a Arena BRB Nilson Nelson recebe a banda, além de Samuel Rosa e Os Paralamas do Sucesso. Produzido pela Bonus Track e Oh! Artes, os ingressos para o festival estão disponíveis a partir de R$ 90 no site da Eventim. Em 1984, o Música Urbana teve ingressos esgotados unindo Capital Inicial, Legião Urbana e Plebe Rude, no teatro do Colégio Alvorada, em Brasília. “O Música Urbana é o festival autoral do Capital que a gente tem muito prazer em realizar na cidade que nos acolheu e onde tudo começou – Brasília! A segunda edição vai ser ainda melhor que a primeira. E olha que a primeira foi demais. Não percam!”, afirma Dinho. O show marcou tanto a história do rock nacional, que dois anos depois, a música que deu o nome a esse encontro, seria o primeiro single do Capital Inicial, ficando entre as músicas mais tocadas das rádios brasileiras. Música Urbana Música Urbana é uma composição escrita por Renato Russo com participação dos irmãos Fê e Flávio Lemos e André Pretorius. A letra surgiu nos ensaios da banda Aborto Elétrico e conta sobre um fim de noite entre os amigos da ‘’Turma da Colina’’, que tentavam voltar para casa caminhando pelas ruas de Brasília. Saiba mais sobre Música Urbana. A Turma da Colina foi um movimento de bandas formado por um grupo de adolescentes em Brasília, responsáveis pelo surgimento de grandes nomes do rock brasileiro como Capital Inicial, Plebe Rude, Os Paralamas do Sucesso e Legião Urbana.   Quem vai? Música Urbana – Capital Inicial, Os Paralamas do Sucesso e Samuel Rosa / 26 de abril (sábado) –  19h / Arena BRB Nilson Nelson /  Ingressos a partir de R$ 90 – Eventim   Foto de divulgação

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Casa de Chá, a força da gastronomia na Praça dos Três Poderes

Reaberta no coração de Brasília, a construção de Niemeyer vira café-escola do Senac-DF, misturando sabores brasileiros que já conquistou locais e turistas   Brasília completa 65 anos este mês e eu te pergunto: onde você gostaria de comemorar o aniversário da capital federal? De tanto perambular para lá e para cá, a Casa de Chá da Praça dos Três Poderes – onde funciona o Café Escola do Senac-DF – certamente é um dos melhores spots para festejar a data. E não sou eu quem confirma a sugestão, e sim os mais de 100 mil visitantes que o lugar recebeu desde a sua reabertura, em 26 de junho de 2024. A impressionante marca confirma que um dos pontos mais emblemáticos de Brasília estava mesmo precisando desse projeto, que une gastronomia, cultura e educação. Inclusive, vale destacar que o cardápio da Casa de Chá foi elaborado pelo renomado chef brasiliense Gil Guimarães, que introduziu o conceito de representatividade brasileira em cada prato. Incorporando elementos dos diversos biomas do Brasil, o cardápio reflete a rica diversidade do país. Além disso, os nomes de pratos e bebidas prestam homenagem à cultura, geografia e personalidades marcantes de Brasília. Ah! E tem vinhos e cervejas Made in Bsb para deixar tudo ainda mais gostoso. A partir desse norte, o local passou a funcionar como um verdadeiro laboratório prático de ensino, onde alunos do Senac colocam em ação os conhecimentos adquiridos em sala de aula, atuando no preparo dos pratos e no atendimento ao público. A proposta vai além da formação profissional, transformando a experiência gastronômica em uma vivência cultural e educativa. E quem ganha com isso é o visitante, seja ele local ou turista, pois na Casa de Chá é possível desfrutar desde o café da manhã, passando pelo almoço, brunch, chá da tarde, até o happy hour — já que seu horário de funcionamento é de quarta a domingo, das 10h às 19h30. Este colunista mesmo teve uma ótima experiência almoçando por lá. Quer saber como foi? Clique aqui e assista ao vídeo dessa visita. Nele, tem até imagens do Menu de Páscoa que já está “em cartaz” por lá — mas por “curta temporada”. De acordo com o diretor regional do Senac-DF, Vitor Corrêa, o sucesso imediato que se traduz no número expressivo de visitantes é um reflexo direto do impacto positivo do projeto. “A Casa de Chá é um ambiente de aprendizado, excelência e troca de experiências. Ver mais de 100 mil pessoas passando pelo café-escola é a prova do impacto positivo que geramos na comunidade e na formação de profissionais da gastronomia”, afirma. Arquitetura, design e modernismo Projetada por Oscar Niemeyer entre 1965 e 1966, a Casa de Chá foi pensada como um espaço de convivência na monumental Praça dos Três Poderes. Semienterrada, com janelas que oferecem visão livre do horizonte, a construção é tombada pelo Iphan e representa um marco do modernismo brasileiro. A marca visual do espaço foi desenvolvida a partir da própria caligrafia de Niemeyer, e o mobiliário, criado por designers de Brasília em parceria com a Adepro-DF, completa a ambientação com peças autorais e modernas — incluindo poltronas originais de Jean Gillon, cedidas pela Aquiles Gallery. Inclusive, para quem se apaixonar pelo décor, tem um catálogo para você comprar as peças que mais lhe chamarem a atenção e deixar sua casa com a cara de Brasília.   Vai um pouco de história e gastronomia? Casa de Chá / Praça dos Três Poderes, Brasília – DF / Café-escola: quarta a domingo — 10h30 às 19h30 / Visitação: todos os dias — mesmo horário / Siga @casadechasenacdf Fotos: Divulgação

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Ópera Pepito de Offenbach na Martins Pena

Montagem é a primeira do gênero a entrar em cartaz no Teatro Nacional depois de sua reabertura e será será encenada nos dias 11, 12 e 13 de abril, cantada em português Brasília celebra em grande estilo o mês de abril, quando a cidade completa 65 anos, com uma montagem inédita da opereta Pepito, do compositor francês Jacques Offenbach (1819-1880). Esta obra rara, nunca apresentada na capital e sem registros de exibição no Brasil, marca a estreia de uma nova temporada na Sala Martins Pena do Teatro Nacional, sendo a primeira ópera apresentada no local após sua reabertura no final do ano passado. Conhecido principalmente pela incompleta Os Contos de Hoffman e pela famosa “ária da boneca”, Offenbach era, na verdade, um apaixonado compositor de operetas, tendo escrito mais de 100 obras desse gênero em um período de menos de 20 anos. Pepito é uma das suas primeiras produções, e para resgatar essa obra e sua importância como precursora do teatro musical moderno, a diretora de cena Hyandra Ello e o maestro e diretor musical Rafael de Abreu Ribeiro comandam um elenco de três cantores e uma pequena orquestra de cinco músicos. A adaptação de Pepito para o cenário brasileiro é uma criação da diretora artística Hyandra Ello, que escolheu ambientar a história em um esquecido vilarejo nordestino na década de 1970, época de auge do gênero musical Brega, singularmente brasileiro. A tradução e adaptação do texto foram feitas por Janette Dornellas, e o enredo traz a história de Vertigo, um senhor dono de uma pousada (interpretado pelo baixo Hugo Lemos), que tenta conquistar Manuelita, dona de outra pousada vizinha (interpretada pela soprano Isabel Quintela). No entanto, Manuelita aguarda o retorno de seu amado Pepito, que se alistou no exército. Eles têm a inesperada chegada de Miguel (interpretado pelo tenor Roger Vieira), um jovem que é do vilarejo e estava morando na capital. Ao longo da trama, repleta de reencontros, decepções e surpresas, a estética do Brega brasileiro é incorporada, conferindo um tom divertido e emocional ao espetáculo. Além disso, vale destacar que a ópera Pepito será cantada em português, oferecendo uma imersão ainda mais acessível e intimista para o público brasileiro. O maestro Rafael de Abreu Ribeiro comenta sobre a proposta: “A ideia deste projeto é criar um espetáculo móvel, que possa ser montado rapidamente em uma variedade de espaços diferentes, como pequenos auditórios ou até pátios de escola. Optamos por uma mini-orquestra de cinco músicos para manter a sonoridade original com um número reduzido de instrumentistas. Isso resulta em um espetáculo ágil e intimista, com uma interação única entre os cantores e a orquestra, que farão parte da cena, caracterizados como moradores do vilarejo.” Hyandra Ello, por sua vez, enfatiza a importância do exercício de se conectar com o momento e os personagens: “O grande exercício na Opereta Pepito é viver o agora com os três personagens. De forma leve e descontraída, propus uma direção que visa a diversão, a aceitação do caos e o compromisso de criar uma obra colorida e cheia de vivacidade. O amor entre os personagens é brega, e essa é a nossa maior inspiração para trazer a alegria dessa história ao público. Queremos que as pessoas se divirtam e, ao mesmo tempo, parem para refletir sobre a vida em um ritmo acelerado, com a música envolvente de Offenbach.”   Vamos à ópera? Pepito de Jacques Offenbach / Sala Martins Pena do Teatro Nacional Claudio Santoro / 11 a 13 de abril – 19h / R$ 20,00 (inteira) / Mais informações e ingressos antecipados / Livre / 50 minutos   Fotos: Divulgação

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Prêmio Jorge Laffond reconhece trabalhos humanos e sociais

Noite memorável marca a entrega dos trofeus para quem faz diferença em prol do publico LGBTQIAPN+ Aproveitando que hoje, 10 de abril é uma quinta-feira, a Coluna #PERAMBULANDO quer fazer uma matéria estilo #tbt, para enaltecer o Prêmio Jorge Laffond, uma iniciativa do coletivo Distrito Drag, que visa reconhecer e homenagear personalidades, grupos e projetos que se destacam na promoção da cultura e dos direitos da comunidade LGBTQIA+. O prêmio leva o nome de Jorge Lafond, artista brasileiro conhecido por sua contribuição à arte transformista e por seu papel como a icônica personagem Vera Verão. A primeira edição do prêmio ocorreu em 2019, durante o lançamento do “Calendário Drag 2020″, um projeto do Distrito Drag que aborda temas sociais por meio da arte drag. Desde então, o evento tem sido realizado anualmente, ampliando seu alcance e reconhecimento. Ao longo de suas edições, o Prêmio Jorge Laffond tem celebrado diversas personalidades e iniciativas como Maria Gadú, Erika Hilton, Bianca Dellafancy, Marcinha do Corintho, Keila Simpson, Ivan Baron, Symmy Larrat, Margareth Menezes, Diego Martins e Amaury Lorenzo. Na 4ª edição, realizada em março de 2024, por exemplo, o ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, foi um dos homenageados na categoria Políticas Públicas. Já nesta 5ª edição, foram reconhecidos nomes como as cantoras Liniker e Leci Brandão, o escritor Raphael Montes e o advogado, o ativista Renan Quinalha e o editor-chefe do site, Fernando Lackman por sua atuação de destaque no setor da moda e beleza brasiliense. O prêmio não apenas celebra conquistas individuais, mas também reforça a importância da luta pelos direitos LGBTQIA+ e a valorização da cultura e da arte dentro dessa comunidade. Além das premiações, o evento inclui performances artísticas e apresentações que destacam a diversidade e a criatividade da cultura LGBTQIA+. O Distrito Drag, responsável pela organização do prêmio, é um coletivo criado em 2017 com o objetivo de produzir e difundir a cultura LGBTQIA+ por meio da arte transformista, promovendo a auto-organização e formação de artistas, além de preservar a memória e história da comunidade. Registrar a memória LGBBTQIA+ por meio do reconhecimento a quem contribui diretamente para a cultura, política e outras áreas é o que motiva a produção do prêmio. “Para nós, o Prêmio Jorge Laffond é uma forma não somente de agradecer aos premiados por seus incríveis trabalhos prestados, como também de incentivar que mais artistas, ativistas e entidades se empenhem em lutar por causas relevantes”, definiu Victor Baliane, responsável pela direção artística do prêmio. Vale destacar ainda que nesta edição, a premiação segue com a missão de potencializar a luta e as conquistas da população LGBTQIA+, expressa em vertentes artísticas, políticas e de visibilidade. “Jorge Laffond foi um dos nossos que contribuiu muito com sua força artística e de resistência. Inspirados por ele, queremos ver mais e mais pessoas LGBTQIA+ e aliadas com suas trajetórias reconhecidas e celebradas”, destacou Ruth Venceremos, uma das diretoras do Distrito Drag.   Veja a lista dos homenageados do Prêmio Jorge Laffond 2025: Arte transformista: Ginger Mc.Gaffney (DF) Cultura Ballroom: Ursula (DF) Narrativas dissidentes: Renan Quinalha (SP) Cinema e Audiovisual: Raphael Montes (RJ) Artes Visuais: Rafael da Escóssia (DF) Comunicação: Daniel Adjuto (DF) Orgulho: Leci Brandão (RJ) História e Memória: Documentário: Um Salto Alto – A História da Arte Transformista do Distrito Federal Militância LGBTQIA+: Lucci Laporta (DF) Moda e Beleza: Fernando Lackman (DF) Música: Liniker (SP) Parlamentar aliado/a: Max Maciel (DF) Parlamentar LGBTQIA+: Daiana Santos (RS) Produção Cultural: Ava Scherdien (DF) Iniciativa Cultural: Bloco Baile da Piki (DF) Quem vê close não vê corre: Pagodão Delas (DF) Políticas Públicas: Governo do Estado do Ceará Drag revelação: GG Limona (DF) Faz a diferença: Luís Roberto Barroso (PB) Promoção e Defesa dos Direitos Humanos: Macaé Evaristo (MG) Consultoria em Diversidade e Inclusão: Ricardo Sales (SP) Fotos: Gilberto Evangelista 

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Papo de Capoeira tem ginga, história e inclusão

Terceira edição do evento une tradição e transformação social em dois dias de celebração da capoeira como símbolo de luta, arte e diversidade. Nos dias 11 e 12 de abril de 2025, o Salão Múltiplas Funções, localizado na Região Administrativa do Guará – DF, será palco da terceira edição do evento “Papo de Capoeira”. Com uma programação intensa, que inclui workshops, rodas de capoeira e apresentações artísticas, o evento visa destacar as múltiplas facetas dessa expressão cultural e reafirmar a importância da capoeira para a sociedade brasileira e mundial. Desde sua primeira edição, em 2021, o “Papo de Capoeira” se consolidou como um espaço de resistência e valorização da cultura afro-brasileira, promovendo o fortalecimento da identidade negra, a inclusão social e o enfrentamento do preconceito. Organizado em parceria com o Ministério da Igualdade Racial, o evento se propõe a democratizar o acesso à cultura, ao lazer e ao esporte, incentivando a participação de grupos historicamente marginalizados, como mulheres, negros, pessoas com deficiência (PCDs) e a comunidade LGBTQIA+. O reconhecimento da Roda de Capoeira como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO, em 2014, é um marco fundamental para o evento. A capoeira, que nasceu no Brasil no século XVII como símbolo de resistência no período escravista, continua sendo um dos maiores ícones da cultura nacional. A Roda de Capoeira é um espaço de aprendizado, cooperação e celebração da herança africana, sendo praticada atualmente em mais de 160 países. Esse reconhecimento reforça a capoeira não apenas como uma manifestação cultural, mas como um verdadeiro símbolo de luta e solidariedade. Com 150 vagas gratuitas para workshops, participação nas rodas e outras atividades, o evento visa não apenas promover o intercâmbio entre capoeiristas, mas também fortalecer a capoeira do Distrito Federal em âmbito nacional e internacional. Idealizado por Michelle Santos Lima, conhecida como mestre Michelinha nas rodas de capoeira, e pela produtora Karla Aragão, o evento aborda todos os aspectos relativos à capoeira, como a dança, a arte, a cultura e a luta. “O evento é inclusivo e está aberto a todos os públicos, desde crianças até idosos. Contaremos com a participação de palestrantes de Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, além da presença de capoeiristas e amantes dessa arte vindos de todas as partes do Brasil”, afirma Michelle. A iniciativa também contribui para a formação cultural dos participantes e gera emprego e renda para educadores e trabalhadores autônomos ligados à cultura. Além das atividades programadas, o evento será aberto ao público, permitindo que todos possam vivenciar a riqueza da capoeira e suas contribuições para a sociedade. Com a inclusão como um de seus pilares, o “Papo de Capoeira” celebra a diversidade e a força da cultura negra, buscando sempre fortalecer as linguagens da dança, da música e das práticas corporais coletivas. O evento contará com interpretação em Libras e tem sua programação completa em @papodecapoeiraoficial   Paranauê Paraná! III Papo de Capoeira / Salão Múltiplas Funções – Guará / 11 da- 18h às 22h e 12 – 8h45 às 22h / 150 vagas gratuitas / Siga @papodecapoeiraoficial   Fotos: Divulgação

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Tem galeria de Bsb no Portas para a Arte

Galeria José Maciel.Art estreia no Portas para a Arte com a exposição “Ecos da Memória” O projeto Portas para a Arte, promovido pela Fundação Bienal do Mercosul, chega à sua segunda edição com o objetivo de transformar Porto Alegre em uma grande galeria a céu aberto durante a 14ª Bienal do Mercosul, que acontece na capital gaúcha de 27 de março a 1º de junho. A novidade desta vez é que a organização do evento amplia sua representatividade ao convidar duas galerias de Santa Catarina e uma de Brasília para integrar a programação fora do Rio Grande do Sul. E a representante da capital federal não poderia ser outra senão a Galeria José Maciel.Art, que estreia no prestigiado evento com a exposição “Ecos da Memória”, a ser inaugurada no dia 3 de abril, na Chácara 71 da QI 05, no Lago Sul. Quem for #PERAMBULANDO por lá verá uma seleção de obras de José Maciel, artista e fundador da galeria, que explora de forma singular as memórias pessoais e coletivas, conectando passado e presente por meio da arte. Com curadoria de Cláudio Pereira e Danielle Athayde, a exposição apresenta obras inéditas criadas especialmente para o projeto, incluindo pinturas, desenhos e peças com seixos rolados, refletindo a profunda conexão do artista com sua trajetória e suas recordações. José Maciel, que além de artista plástico é advogado, celebrou sua participação no evento: “Como gaúcho, é uma grande honra integrar o Portas para a Arte – Fundação Bienal do Mercosul. A inclusão de Brasília na programação deste ano torna minha participação ainda mais especial“, confessou o artista. Sobre o artista Além de advogado, José Maciel construiu uma trajetória artística marcada por um vínculo profundo com a arte. Desde jovem, teve a oportunidade de conviver com grandes mestres, como Iberê Camargo, cuja influência moldou seu olhar artístico. Sua obra é reconhecida por uma expressividade singular, conectando o pessoal ao universal. Maciel já expôs em espaços renomados, como o Espaço Oscar Niemeyer, o CasaPark e o Instituto Pernambuco Porto, em Portugal. Em setembro de 2024, inaugurou seu atelier-galeria em Brasília, um espaço dedicado à sua criação, além de lançar seu site oficial (www.josemaciel.art), ampliando o acesso às suas obras e consolidando sua presença no mercado de arte. Portas Para a Arte em Brasília Ecos da Memória / Galeria JoséMaciel.Art/ SHIS QI 05, Chácara 71, Lago Sul / até 01 de junho 2025  – visitação com horário marcado / Whatsapp (61) 99265-7678 Foto: Divulgação

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