Elenco de “Homem com H” reúne 1500 pessoas em BSB

Com lotação máxima, projeção contou com a presença do diretor Esmir Filho, dos atores Jesuíta Barbosa (Ney Matogrosso), Jullio Reis (Cazuza) e show da cantora Catto. Festival promete muito mais até o próximo dia 15.   Apresentado pelo Ministério da Cultura e pelo Nubank, o OPEN AIR BRASIL está fazendo o maior sucesso em sua temporada 2025, que estreou em Brasília, no Pontão do Lago Sul, há uma semana. E, nessa terça-feira, 10 de junho, a supertela do maior cinema a céu aberto do mundo se ergueu diante de uma arena com sua capacidade máxima, reunindo cerca de 1.500 pessoas para a exibição de “Homem com H”, um dos destaques de sua programação. Além da lua (quase) cheia e da brisa do Lago Paranoá, a noite se fez ainda mais especial graças à presença do diretor Esmir Filho, dos atores Jesuíta Barbosa (Ney Matogrosso) e Jullio Reis (Cazuza). Para completar, o público ainda pôde conferir um show memorável da cantora Catto, desse festival que promete muito mais até o próximo dia 15. Felizes por poderem participar de uma projeção única, diretor e elenco chegaram cedo para conversar com a imprensa, que também se reuniu em grande número uma hora e meia antes da projeção começar. Este colunista fez seu tradicional #GETTOGETHER com eles. Para assistir, clique aqui, está imperdível! Momentos antes da sessão se iniciar, o idealizador e diretor-geral do Open Air Brasil Renato Byington agradeceu a presença e passou a palavra para o trio, que foi unânime em reconhecer o carinho que o público brasileiro vem dedicando à película. Afinal, na última segunda (09), “Homem com H”, filme que conta a vida e a trajetória de sucesso de Ney Matogrosso, ícone da Música Popular Brasileira, ultrapassou 600 mil espectadores e mais de R$ 13 milhões nas bilheterias de todo o país desde quando estreou no mês de maio. “Nós ficamos sabendo que só ‘Homem com H’ e ‘Lilo e Stitch’ deram sold out aqui no Open Air”, brincou em tom de festa Esmir Filho, afinal, é uma produção nacional despertando o mesmo interesse que uma grande produção dos estúdios Disney. Devidamente acomodados, Jesuíta, Jullio e o diretor não se cansaram de fazer fotos e vídeos da projeção na maior tela de cinema a céu aberto do mundo. Após, fizeram questão de prestigiar o show da cantora Catto, que é reconhecida por seu timbre de voz fora do comum, associado diversas vezes ao de Ney Matogrosso. Ao final de tudo, o grupo se reuniu nos bastidores para brindar a vida, já que motivos não faltam tanto para a película quanto para a cantora, que lançou recentemente “Caminhos Selvagens”, seu quinto álbum de estúdio — e o mais pessoal até agora. Inclusive, no show que acabara de fazer, incluiu músicas desse novo trabalho, como “Madrigal”, ao lado de clássicos como “Vaca Profana” (em homenagem à Gal Costa) e “Sangue Latino”, “uma música do Ney que nunca havia cantado antes em um show”, confidenciou a cantora no backstage. Muita coisa boa pela frente Depois de começar em grande estilo, a segunda semana do Open Air Brasil apresenta uma programação incrível, onde três das seis noites serão temáticas. A quarta-feira (11), por exemplo, será dedicada aos cinéfilos clássicos, com as sessões de “Tudo Sobre Minha Mãe”, de Pedro Almodóvar, e “Mickey 17”, de Bong Joon-ho (Parasita). No Dia dos Namorados, 12 de junho, vai entrar no clima dos apaixonados e exibir “Ghost – Do Outro Lado da Vida”. Para a comemoração ficar ainda mais completa, a cantora e compositora Dora Morelenbaum, vencedora do Grammy Latino com a banda Bala Desejo, vai garantir o clima romântico com um show que mistura elementos da MPB, do samba e do jazz. Seguindo adiante, os fãs do terror vão poder aproveitar a Sexta-Feira 13 com as sessões de “Pecadores”, dirigido por Ryan Coogler (Pantera Negra) e protagonizado por Michael B. Jordan, e “Premonição 6 – Laços de Sangue”, da famosa franquia aterrorizante. No sábado (14), toda a família poderá aproveitar a sessão da versão live-action de “Branca de Neve”, que tem direção de Marc Webb e traz Rachel Ziegler no papel da princesa e Gal Gadot como a Rainha Má. Na sequência, vem “Bridget Jones – Louca Pelo Garoto”, de Michael Morris, quarto filme da franquia queridinha dos fãs de comédia romântica. E, por fim, no domingo (15), o encerramento do evento contará com mais um longa recém-chegado às salas de cinema: “Thunderbolts”. A superprodução da Marvel conta com a participação de personagens já conhecidos e adorados pelo público, como Yelena Belova, interpretada por Florence Pugh, e o Soldado Invernal, papel de Sebastian Stan. Juliana Linhares vai animar o público com o último show da temporada em Brasília. A cantora, compositora e atriz potiguar, que já colaborou com artistas como Zeca Baleiro, Letrux e Chico César, vem fazendo apresentações por todo o Brasil com seu novo álbum Nordeste Ficção. O OPEN AIR BRASIL, que teve sua última edição em 2023 no Rio de Janeiro, é idealizado e produzido pela D+3 Produções. O evento une a magia do audiovisual à tecnologia de última geração da exclusiva tela gigante de 325 m² (do tamanho de uma quadra de tênis), que vem direto da Suíça. A projeção em 4K e o potente sistema de som, com 28 caixas Dolby Digital Surround, são um show à parte. Nesta edição de Brasília, serão realizadas 18 sessões ao longo das duas semanas, e a expectativa é de 1.500 pessoas por sessão. O objetivo é encantar o público e despertar, ou resgatar, a paixão pelo cinema. Depois de Brasília, o OPEN AIR BRASIL parte para Salvador, onde acontece entre os dias 30 de setembro e 12 de outubro no Centro de Convenções Salvador. Rio de Janeiro e São Paulo também estão no calendário, com previsão de realização em 2026. Em paralelo ao OPEN AIR BRASIL e também com o patrocínio do Nubank, a D+3 realizará ainda 12 edições do CINEMA INFLÁVEL em outras localidades do Distrito Federal. Gratuito, o evento que começou em

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Silvero Pereira traz seu “Pequeno Monstro” para Brasília

Dirigido por Andreia Pires, solo inédito do ator em curta temporada na CAIXA Cultural investiga histórias de infâncias LGBTQIA+ “Pequeno Monstro”, montagem teatral protagonizada pelo ator Silvero Pereira, chega a Brasília após temporadas de sucesso nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Fortaleza. A curta temporada será realizada no Teatro da Caixa, de 26 de junho a 06 de julho. Os ingressos estarão à venda em 21 de junho (sábado), a partir das 9h na bilheteria física, e a partir de 13h na Bilheteria Cultural. Pequeno Monstro surgiu há sete anos, quando Silvero Pereira começou a acompanhar relatos de crianças LGBTQIA+ e identificou semelhanças com vivências de sua própria infância. Após uma longa pesquisa, ele voltou à sala de ensaio (12 anos após o sucesso da sua peça BRTRANS) para então dar forma à dramaturgia e partilhar suas intenções artísticas com sua colega na Faculdade de Artes Cênicas, a diretora Andréia Pires. Os ensaios aconteceram na capital cearense, com sessões abertas ao público. “Foi muito bonito ver o corpo do Silvero em processo. Ele já trazia um texto estruturado, mas fomos ajustando juntos. Me senti entrando em uma casa que não era minha, mas logo me senti em casa. Fomos construindo uma dramaturgia fragmentada, atravessada por múltiplas questões e também pela minha linguagem cênica“, relata Andreia. Em cena, Silvero mistura referências literárias e musicais com matérias jornalísticas, memórias próprias e também de outras pessoas. O ator passeia por lembranças da infância e por uma juventude marcada por vários desafios, vividos na sua cidade natal, Mombaça, localizada no interior do Ceará. “Utilizo minha história como fio condutor e escudo para as outras histórias relatadas na peça. Esse entrelaçamento entre narrativas pessoais, ficcionais e de terceiros mostra que não se trata de exceções: esse tipo de violência é um problema profundo e secular, precisa de debate e medidas protetivas às vítimas“, afirma o artista. O solo ironiza o machismo estrutural e a homofobia, práticas naturalizadas que ferem, traumatizam e moldam trajetórias. “Estamos fazendo uma obra artística, não um manifesto”. O tema exige responsabilidade, por isso merece ser tratado com o potencial reflexivo e transformador do teatro’, explica Silvero. Durante o processo criativo, ele mergulhou em conversas familiares e resgatou vivências difíceis. “Foi um resgate emocional e uma renovação na minha formação pessoal e profissional. Compreendi melhor os caminhos que tomei na vida adulta“, conta. A diretora complementa: “Na sala de ensaio, vimos nascer um espetáculo que traz à tona infância, paixão, magia — e também violência. Amor e dor coexistem no palco, assim como na vida“. Pequeno Monstro segue a estrutura dramatúrgica já utilizada por Silvero em trabalhos anteriores, situações que entrelaçam múltiplas vozes e experiências. A obra propõe também uma reflexão urgente sobre a violência contra pessoas LGBTQIA+, destacando o alarmante número de assassinatos registrados no Brasil. ‘Vivemos em um país historicamente violento. É estrutural, e precisamos de atenção, denúncia e soluções’, analisa o ator. O espetáculo marca ainda o retorno de Silvero Pereira aos palcos desde a estreia de BR Trans, em 2012. Durante esse período, ele conquistou projeção nacional com papéis em novelas (A Força do Querer, Pantanal), no cinema (Bacurau) e na TV (The Masked Singer Brasil, que venceu). Silvero foi campeão do Programa The Masked Singer, da Rede Globo. Em seguida protagonizou o filme Maníaco do Parque, recentemente atuou na novela Garota do Momento com os personagens Érico e Verônica Queen. “Voltei ao teatro um tanto preocupado se ainda me sentia um ator de palco. Com 25 anos de carreira, percebi que nenhum ofício se sustenta só com talento — é preciso estudo e dedicação. Recusei trabalhos no audiovisual para me dedicar quase exclusivamente ao Pequeno Monstro, recomeçando treinos de corpo, voz e imaginação“, revela. A produção do espetáculo é da Quintal Produções, de Valencia Losada e Verônica Prates, empresa que há 15 anos atua nas áreas do teatro, dança e humanidades, na cidade do Rio de Janeiro. Entre os espetáculos realizados estão Lady Tempestade, Teoria King Kong, Cérebro_Coração e BR-Trans. Quem vai? “Pequeno Monstro” com Silvero Pereira / Caixa Cultural Brasília – Setor Bancário Sul Q. 4, Asa Sul / 26 de junho a 06 de julho – quintas, sextas e sábados às 20h, domingos às 19h – sessão extra no Sábado, dia 05, às 18h  e com acessibilidade (intérprete de libras) no dia 03 de julho / R$ 15 meia-entrada / Vendas a partir de 21 de junho – a partir das 9h na bilheteria física e das 13h neste link  / 14 anos / 60 minutos Fotos: Reprodução Instagram do artista

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Quem aí já foi à Expotchê 2025?

Na 32ª edição, feira celebra a cultura gaúcha com o inédito Churras Tchê, praças temáticas e um verdadeiro roteiro gastronômico no coração de Brasília. A 32ª Expotchê, que acontece até o dia 15 de junho de 2025 no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade (em Brasília), traz uma das grandes novidades de sua história: o Churras Tchê – 1º Festival de Churrasco da Expotchê. A iniciativa celebra uma das maiores paixões nacionais e símbolo da identidade gaúcha, em um espaço exclusivo, com estações de preparo ao vivo, mestres da brasa, degustações, atrações culturais e experiências sensoriais. Sob a curadoria da assadora gaúcha Clarice Chwartzmann, o Churras Tchê transforma o ato de assar carne em uma arte coletiva, resgatando tradições e promovendo trocas entre diversos assadores. A iniciativa valoriza o churrasco como arte gastronômica e expressão de identidade sulista, reunindo mestres da brasa, marcas especializadas e o melhor da tradição em um ambiente acolhedor e sensorial. Para a novidade, será dedicado um espaço exclusivo, no estacionamento da entrada A.   Além do churrasco, a Expotchê 2025 oferece um verdadeiro roteiro gastronômico pelos sabores do Rio Grande do Sul. Da culinária campeira aos doces artesanais, são diversos espaços temáticos pensados para proporcionar ao público uma imersão afetiva e sensorial. Na Praça do Chimarrão, o visitante encontra cuias, ervas selecionadas, demonstrações e histórias em torno da bebida mais emblemática dos pampas. Já a Praça do Pão exala o aroma das cucas e pães coloniais assados na hora, remetendo às festas típicas das colônias do interior gaúcho. Os apaixonados por doces têm parada obrigatória na Praça do Chocolate, uma ilha dedicada ao cacau em todas as suas formas: barras artesanais, bombons recheados, chocolates em formatos variados e, claro, o irresistível fondue de chocolate com morangos. A Praça do Vinho reúne vinícolas gaúchas com rótulos selecionados para degustação e compra, enquanto o Tchê Bier chama a atenção com sua carreta de chopp Heineken, com seus enormes tonéis gelados, e um ambiente de confraternização típico dos grandes encontros. Ainda na parte das bebidas, logo ali ao lado, a imersão sensorial continua na Praça do Vinho. E neste ano, a Vinícola Monte Reale, de Flores da Cunha, trará seus rótulos para venda em caixas, garrafas e taças, além de uma cenografia que reproduz a fachada original da vinícola. Outro destaque é a ala da agroindústria familiar, com produtos vindos, diretamente, de pequenos produtores do interior do Rio Grande do Sul, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Rural e a FETAG-RS. As cidades representadas este ano são: Bagé, Bento Gonçalves, Colorado, Dois Lajeados, Estrela, Farroupilha, Garibaldi, Harmonia, Hulha Negra, Ilópolis, Monte Belo do Sul, Nova Bassano, Nova Pádua, Nova Roma do Sul, Paraí, Passo do Sobrado, Picada Café, Poço das Antas, Santa Tereza, Soledade, Teutônia, Três de Maio, Venâncio Aires, Vera Cruz, Veranópolis e Vista Gaúcha. Entre os artigos comercializados estão o charque, mel, própolis, doce de leite; os embutidos artesanais, salames, queijos coloniais temperados, vinhos orgânicos, licores, melados, sucos, molhos, açúcares; as cachaças, nozes, frutas, geleias, pastas, rapaduras, e, claro, a erva mate. Gastronomia como elo cultural Com forte compromisso com a economia criativa e o impacto positivo, a Expotchê trata a gastronomia como elo entre tradição, cultura e inovação. “Com o Churras Tchê e a diversidade de sabores oferecidos nos estandes e praças temáticas, mostramos que a comida também é uma forma de contar a história do Rio Grande”, afirma Rômulo Mendonça, diretor-geral da Rome Eventos. Mais do que uma feira, a Expotchê é uma celebração da alma gaúcha, onde tradição, cultura e sabores caminham juntos. Sobre o evento Celebrar a cultura gaúcha é valorizar uma história de coragem, tradição, trabalho e amor às raízes. Realizada pela primeira vez em 1992, a Expotchê faz parte do Calendário Oficial do Distrito Federal (Lei nº 3.622/2005) e é um dos maiores encontros culturais da capital do país. Em sua 32ª edição, a feira transforma o Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade em um verdadeiro recorte do Rio Grande do Sul. Promovida pela Rome Eventos, a Expotchê reúne o melhor das manifestações artísticas (mais de 70 apresentações), da moda, da agroindústria familiar e, claro, da gastronomia típica gaúcha. Realizada pela primeira vez em 1992, a Expotchê está incluída no Calendário Oficial do Distrito Federal, por meio da Lei nº 3.622/2005. Promovida pela Rome Eventos, conta com o apoio institucional da Secretaria de Esporte e Lazer e da Secretaria de Turismo do Governo do Distrito Federal; FETAG-RS, Emater-RS, Secretaria de Desenvolvimento Rural, Secretaria de Turismo e Secretaria da Cultura do Governo do Rio Grande do Sul. Delícias à vista! 32ª Expotchê / Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade / até 15 de junho – segunda a quinta das 16h às 23h (entrada gratuita até 17h) – sexta a domingo das 11h às 23h / R$ 10 (meia-entrada) / Ingressos na bilheteria física ou pelo site oficial Fotos: Divulgação

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Portais Abertos: Makina de Rabisko na Biblioteca Nacional

Entre graffiti e poesia visual, a mostra “Portais: Clarões do Invisível” convida o público a refletir sobre a vida, a natureza e a arte A Biblioteca Nacional de Brasília está com as portas abertas para receber a exposição “Portais: Clarões do Invisível”, do artista Flávio Mendes, conhecido como Makina de Rabisko. Até o dia 7 de julho, o público poderá conferir de perto essa imersão sensível que atravessa o graffiti das ruas para as telas, abrindo portais que conectam o visível e o invisível. Com um trabalho que transita entre diferentes técnicas e cores vibrantes, Makina de Rabisko – filho da Ceilândia e do movimento hip hop – cria uma narrativa visual provocadora, onde cada obra funciona como um farol, convidando o visitante a refletir sobre a relação com a natureza, os ciclos da vida e as raízes que nos sustentam.  A entrada é franca e a exposição pode ser visitada de segunda a sexta, das 8h às 22h, e aos sábados e domingos, das 8h às 14h, na Biblioteca Nacional de Brasília (em frente ao Museu Nacional, no Eixo Monumental). Uma oportunidade para se perder e se encontrar nos clarões do invisível! Fotos: Divulgação

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O cinema sob as estrelas já está entre nós!

Reunindo 1100 pessoas, o maior cinema a céu aberto do mundo retorna ao Pontão do Lago Sul com documentário de Milton Nascimento e show de Ellen Oléria.   Com um pôr do sol cinematográfico, pipoca quentinha em mãos e clima de celebração, cerca de 1.100 convidados devidamente agasalhados marcaram presença na aguardada noite de estreia do Open Air Brasília, na última terça-feira (3). De volta à capital federal, o maior cinema a céu aberto do mundo ocupa o icônico Pontão do Lago Sul, às margens do Lago Paranoá, com uma programação imperdível até o dia 15 de junho. Um dos momentos mais esperados da noite foi a subida da tela gigante de 325 m², equivalente ao tamanho de uma quadra de tênis — um verdadeiro espetáculo visual que reforça a grandiosidade do evento, que acomoda até 1.500 pessoas por sessão em meio à natureza, diante desse telão majestoso, lindamente emoldurado pelo Lago Paranoá. Nessa avant-première, os convidados foram presenteados com a exibição emocionante de “Milton – Bituca Nascimento”, um documentário que celebra a trajetória de um dos maiores ícones da música brasileira. Dirigido por Flávia Moraes, o filme revela um olhar íntimo sobre a turnê de despedida de Milton, realizada entre 2022 e 2023. Bastidores, momentos pessoais e depoimentos comoventes de grandes nomes da música nacional e internacional compõem esse road movie musical que tem narração de Fernanda Montenegro. Ao final, o público foi brindado ainda com um show arrebatador da cantora Ellen Oléria, que apresentou sucessos próprios e clássicos da MPB. Vale lembrar que o Open Air Brasil reúne grandes clássicos e sucessos do cinema, shows ao vivo e uma curadoria gastronômica especial — criando uma verdadeira experiência sensorial sob as estrelas. Já a programação musical inclui nomes como Larissa Luz, Dora Morelenbaum, Catto e Juliana Linhares, que prometem aquecer as noites brasilienses com muita arte e emoção Outro ponto alto é o espaço gourmet, que reúne uma seleção de food trucks como Di Dimantoini Burger, Crepe Voyage, Dog da Igrejinha e Churros do Tio. Para acompanhar, nada melhor que os rótulos especiais da World Wine, que garantem sabores à altura do espetáculo — perfeitos para brindar a temporada e espantar o friozinho do inverno candango. Apresentado pelo Ministério da Cultura, o Open Air Brasília conta com o patrocínio do Nubank, que também promove ativações especiais no local. A programação completa está disponível no @openairbrasil e os ingressos já estão à venda no site Sympla. Em tempo, não deixe de conferir abaixo as fotos de quem passou por lá, pelas lentes deste fotógrafo/colunista:   Fotos: Gilberto Evangelista

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Ney Matogrosso de volta a Brasília

Depois do grande sucesso da sua cinebiografia, cantor faz nova apresentação da turnê “Bloco na Rua” na cidade.   Ícone da música brasileira, Ney Matogrosso retorna a Brasília com a aclamada turnê “Bloco na Rua” para uma única apresentação em 14 de junho, no Centro de Convenções Ulysses.  Com sua presença hipnotizante e voz inconfundível, o artista leva ao palco um espetáculo vibrante, que une repertório ousado, figurinos marcantes e direção cênica impecável. Com ingressos esgotados em diversas capitais brasileiras e também no exterior — incluindo apresentações nos Estados Unidos, Inglaterra e Portugal — a turnê é marcada pela força interpretativa de Ney e por uma atmosfera cênica que transforma o show em uma verdadeira experiência sensorial. Aos 83 anos, o artista reafirma sua posição como referência absoluta de vanguarda, liberdade e vitalidade. O retorno aos palcos da capital federal acontece em um momento especial da carreira de Ney Matogrosso, que acaba de ser homenageado no cinema com a cinebiografia Homem com H. O filme, dirigido por Esmir Filho e estrelado por Jesuíta Barbosa, estreou em maio nos cinemas de todo o Brasil e mergulha na trajetória artística e pessoal de Ney, reafirmando sua importância como figura central na cultura brasileira. Espetáculo e filme se complementam como retratos da ousadia, da liberdade e da força transformadora de um dos artistas mais singulares do país.Os ingressos começam a partir de R$ 90 (a meia-entrada) e podem ser adquiridos pelo site Bilheteria Digital. Este colunista já conferiu a apresentação e sabe que cada centavo vale à pena, pois o repertório da turnê reúne clássicos como “Eu Quero é Botar Meu Bloco na Rua” (Sergio Sampaio), “A Maçã” (Raul Seixas), “Jardins da Babilônia” (Rita Lee/Lee Marcucci), além de releituras como “Como 2 e 2” (Caetano Veloso) e sucessos da parceria com Fagner, como “Postal de Amor” e “Ponta do Lápis”. Não faltam também momentos marcantes da carreira, como “Sangue Latino”, dos tempos de Secos & Molhados. O visual impactante do espetáculo tem figurinos exclusivos de Marcos Paulo e cenografia assinada por Batman Zavarese, nomes que colaboram para a construção estética inconfundível que acompanha Ney ao longo de sua trajetória. A banda que o acompanha reúne músicos consagrados como Sacha Amback, Marcos Suzano, Felipe Roseno, Dunga, Mauricio Almeida, Aquiles Moraes e Everson Moraes. Com seu estilo inclassificável e entrega cênica total, Ney Matogrosso mostra que estar no palco continua sendo seu estado natural — e que seu “Bloco” segue mais vivo, provocador e necessário do que nunca. Show mais que imperdível! Ney Matogrosso – ‘Bloco na Rua Tour 2025’ / Centro de Convenções Ulysses / 14 de junho (sábado) – 21h / A partir de R$ 90 – Bilheteria Digital / 14 anos  Fotos: Divulgação

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Hidden 2025: entre ruínas e rituais urbanos

Em sua 7ª edição, a ocupação urbana mais vibrante da cidade estreia com festa sensorial, line-up vibrante e afeto gastronômico Um resort de sensações, um refúgio para chamar de seu — o Hidden abriu a temporada 2025 em grandessíssimo estilo. Desta vez, o evento de ocupação urbana mais charmoso da capital está abrigado na ruína da antiga sede do clube ASFUB, no Setor de Clubes Norte (ao lado do Cresspom). E a noite de inauguração, que aconteceu na quarta-feira (28), reuniu 600 pessoas e uma mistura deliciosa de tribos: o rapper e empresário Hungria, a campeã olímpica Maurren Maggi e o grafiteiro e artista visual Daniel Toys estavam entre os convidados. Logo na recepção — marcada pela vibrante identidade visual da artista Bebel Franco, que dá vida às paredes e colunas do espaço como um todo —, os visitantes foram recebidos pela primeira exposição itinerante da temporada: “Brasília, Utopia Geométrica”, assinada pelo fotógrafo e publicitário Paulo Leone, que entrega um olhar poético e atento sobre a nossa cidade.  A programação, que a partir de agora começa às 19h, trouxe como trilha inicial o clima good vibes do Duo Smart Jazz, embalando taças de vinho e espumante da Del Maipo, importadora responsável pela seleção que compõe a carta da casa. Para os fãs de cerveja, três rótulos Heineken foram escalados: IPA, Pilsen e Pale Ale. E para quem pedia algo com sabor mais intenso, o mix Coca-Cola com Jack Daniel’s agradou bastante. A noite seguiu com o retorno aguardado do coletivo Funkeando — projeto que mistura música eletrônica a clássicos do funk, soul, samba e hip-hop, reunindo oito artistas no palco. Parados por um tempo, escolheram o Hidden para voltar com tudo à cena musical, fazendo o público dançar até tarde; embalo que continuou com o DJ Maraskin e sua playlist recheada de hits oitentistas. Como dançar e bebericar inevitavelmente abre o apetite, a chef convidada da vez, Raquel Pacheco, da Casa de Vó – Comida e Afeto, preparou duas receitas que abraçaram o estômago e o coração dos notivagos: linguine ao molho de tomate com polpetas de carne, e um arroz caldoso de cogumelos funghi e Paris — esse último, perfeito para vegetarianos e amantes dos sabores da terra. Seguindo sua proposta original de ressignificar espaços adormecidos, o Hidden promete uma temporada de inverno intensa, trazendo uma curadoria que vai além da música, ou seja, uma experiência sensorial completa. Às quintas, o rock’n roll dita o ritmo. Às sextas, entra em cena o pop rock. Os sábados celebram brasilidades e experiências musicais exclusivas. E alguns domingos surgem com programações-surpresa. Tudo isso, claro, até que as chuvas voltem a banhar as ruas de Brasília. Para os idealizadores Mari e Daniel Braga, a abertura foi muito mais que simbólica. “Fazer uma edição à beira-lago, sobretudo nesse espaço, é um desejo antigo. E se depender da vibe que sentimos nesta noite de estreia, a temporada será tudo aquilo que nosso público espera de nós: noites de muita música boa, regadas a cultura, boas bebidas e comidinhas que só é possível degustar por aqui”, afirmam. Ah, e um último lembrete: quem é cliente CAIXA Visa ainda garante 10% de desconto no couvert e em qualquer compra no Hidden. Confira agora cliques de quem passou por lá pelas lentes deste colunista/fotógrafo: Bernardo e Maria Luisa Avelar Vinho, música, cultura e gastronomia Hidden / Ruína da antiga sede do clube ASFUB – Setor Clubes Norte – perto do CRESPOM / até o fim da seca – quintas, sextas, sábados e domingos especiais – 19h / Siga @hiddenbrasilia Fotos: Gilberto Evangelista

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Será! um livro sobre primeiro álbum da Legião Urbana

Imagina estar na produção do primeiro álbum da Legião Urbana, pois bem, José Emílio Rondeau esteve e decidiu contar tudo em um livro Entre brigas, tensões, novo integrante ingressando na banda dias antes de iniciar as gravações, e em meio ao caos instalado na EMI-Odeon, o jornalista, crítico musical e diretor de videoclipes José Emilio Rondeau assumiu a produção do que viria a ser o álbum de estreia da maior banda brasileira de todos os tempos, a Legião Urbana. São deste disco os sucessos “Será”, “Ainda é Cedo”, “Geração Coca-Cola”, “Por Enquanto” entre outros hits que explodiram nas rádios em 1985. Quarenta anos depois, Rondeau mergulhou em suas memórias para revisitar os bastidores daqueles cinco meses de gravação no livro Será!, que reúne curiosidades e histórias nunca contadas, com detalhes saborosos. O lançamento acontecerá no dia 4 de junho, na Livraria da Travessa de Ipanema, com direito a bis no dia 13 de junho, na Bienal do Livro do Rio. Para ajudar no relato, Rondeau entrevistou os legionários Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá. Também conversou com personagens que passaram dias e noites no estúdio, testemunhas da genialidade de Renato Russo, da falta de sintonia de Bonfá com o novo baixista Renato Rocha e de uma discussão que quase abalou a parceria entre a banda e o próprio Rondeau, praticamente um estreante na função de produtor musical. “Quando ouvi a primeira fita cassete da Legião sabia que a história do rock brasileiro iria mudar. Ali estavam as sementes para uma potencial revolução. E eu precisava fazer parte daquele momento”, lembra o jornalista. O livro tem prefácio assinado por João Barone, baterista dos Paralamas do Sucesso – os “padrinhos da Legião”, nas palavras de Renato Russo – e traz fotos raras de Mauricio Valladares registradas durante as gravações. Será! estará nas livrarias e sites em junho, com lançamento também no formato e-book em mais de 20 plataformas digitais. Conta com 112 páginas, e custará R$ 65 (impresso) e R$ 39 (e-book).   Imagens: Mauricio Valladares e Divulgação

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Arte subdesenvolvida abre com festa e samba no CCBB

Em cartaz no CCBB Brasília até 03 de agosto, mostra reúne trabalhos de 40 artistas brasileiros cujo recorte é de 1930 ao início de 1980.   Com roda de samba, visita às galerias e apresentação do catálogo, na noite de terça-feira, 20 de maio, o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília inaugurou a mostra “Arte Subdesenvolvida”. Com curadoria de Moacir dos Anjos e da Tuîa Arte e Produção, a exposição apresenta 180 obras de 40 artistas brasileiros que produziram entre os anos 1930 e 1980. Falando ao público presente, André Giancotti, gerente de marketing do CCBB Brasília, ressaltou a importância da mostra como uma importante reflexão sobre a história do país. Moacir dos Anjos, passou em revista os conceitos e objetivos que conduziram o processo curatorial. Bruna Neiva, da Tuîa, Bruna Neiva, da Tuîa reafirmou a importância de centros culturais e exposições criarem diálogos com os públicos e a arte brasileira. A festa de abertura seguiu com o a apresentação do grupo Samba de Passarinha, com o melhor do samba. Sobre a mostra A partir dos anos 1930, mais precisamente após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), países econômica e socialmente vulneráveis passaram a ser denominados “subdesenvolvidos”. No Brasil, artistas reagiram ao conceito, comentando, posicionando-se e até combatendo o termo. Parte do que eles produziram nessa época está presente na mostra Arte Subdesenvolvida, que tem curadoria de Moacir dos Anjos e da Tuîa Arte Produção. A mostra fica em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) até 3 de agosto de 2025. Com visitação de terça a domingo, das 9h às 21h, com entrada nas galerias até as 20h40. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso na bilheteria ou pelo site do CCBB e a classificação indicativa é livre. O conceito de subdesenvolvimento foi corrente por cinco décadas até ser substituído por outras expressões, dentre elas, países emergentes ou em desenvolvimento. “Por isso o recorte da exposição é de 1930 ao início dos anos 1980, quando houve a transição de nomenclatura, no debate público sobre o tema, como se fosse algo natural passar do estado do subdesenvolvimento para a condição de desenvolvido”, reflete o curador Moacir dos Anjos. “Em algum momento, perdeu-se a consciência de que ainda vivemos numa condição subdesenvolvida”, complementa.   A mostra, com patrocínio do Banco do Brasil e BB Asset, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, apresenta pinturas, livros, discos, esculturas, cartazes de cinema e teatro, áudios, vídeos, além de um enorme conjunto de documentos. São peças de coleções particulares, dentre elas, dois trabalhos de Candido Portinari e duas obras de Anna Maria Maiolino. Há também obras de Paulo Bruscky e Daniel Santiago cedidas pelo Museu de Arte do Rio – MAR. Acessibilidade     A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.    A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Seus horários saindo da Biblioteca Nacional para o CCBB são 12h, 14h, 16h, 18h e 20h. Já no sentido contrário, do CCBB para a Biblioteca Nacional, a condução parte sempre às 13h, 15h, 17h, 19h e 21h. Agora confira abaixo mais cliques feitos por este Colunista/Fotógrafo de quem prestigiou a abertura de “Arte Subdsenvolvida”: Bruna Tavares e Eduardo Alves Um viva às artes-visuais brasileira! “Arte Subdesenvolvida” / Galerias 1, 3, 5 e Pavilhão de Vidro do CCBB Brasília / até 3 de agosto de 2025 – terça a domingo, das 9h às 21h (entrada na galeria até às 20h40) / Grátis com retirada de ingresso no bb.com.br/cultura ou na bilheteria física / Livre   Fotos: Gilberto Evangelista

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Bsb cultural: um finde repleto de opções!

É isso mesmo, a agenda cultural da Coluna #PERAMBULANDO está recheada das mais diversas atividades para ninguém ficar em casa. Confere e já compartilha com a galera! Sextou, sábadou e domingou! O que não falta na agenda cultural do Distrito Federal são razões para você se divertir sozinho. Então se prepara para ir clicando nos links ativos desta matéria para ir descobrindo mais detalhes das superdicas que a Coluna #PERAMBULANDO está recomendando. Inclusive, vamos começar destacando os shows que vão rolar lá hoje (16) no Funn Festival com Seu Jorge, Marcelo D2 e Blitz, sem esquecer que tem apresentação para a criançada amanhã (18) do coletivo de influenciadores digitais Dos Rosa. Aproveita e anota aí duas outras oportunidades para “balançar o esqueleto”! A primeira delas é o show que a Oh! Artes está trazendo para a capital federal do Maurício Maniere repleto de “Classics” das décadas de 1970, 80 e 90 como “Minha Menina”, “All Night Long” e “Love Is In The Air”. A apresentação é sábado (17), a partir das 21h30, no Centro de Conveções Ulysses. Os ingressos estão a partir de R$ 90 (meia-entrada) e você compra seu ingresso clicando aqui! A outra balada ao vivo rola Francis e Olívia Hime, nesta sexta e sábado (16 e 17) abrindo oficialmente a nova temporada do Complexo Cultural do Choro, uma ação cultural incrível que a Shell patrocina. Não perca, pois o finde todo têm atividades para toda a família, além da tradicional feijoada com choro e muito mais. Os ingressos custam R$ 50 (meia-entrada) e os detalhes estão no @clubedochoro. Agora, vamos falar de teatro. A primeira dica é ideal para a garotada, “O Mundo Mágico da Barbie” que desembarca no Teatro Brasília Shopping celebrando um universo de fantasia e amizade com muita música e dança personificado em quatro tipos diferentes da boneca mais famosa do mundo: Fashionista, Aventureira, Cientista e Artista. As sessões são sábado e domingo (17 e 18), às 16h, e o valor da a meia-entrada é de R$ 30.  Já o espetáculo “Como é que pode? 10 anos” mescla Stand Up Comedy, esquetes de humor e números de mágica para falar de questões cotidianas, que brotam da expressão popular que dá nome ao texto, interpretado maestralmente por Gabriel Louchard. Garanta seu ingresso clicando aqui para a sessão única que acontece no Teatro Unip, às 20h, do sábado (17). E como lazer em Brasília é quase um sinônimo de passear nos shopping-centers da cidade, se liga que o Conjunto Nacional tem uma programação tripla e gratuita: o elegante passeio de motos do Distinguished Gentleman’s Ride 2025; a exposição interativa Tesouros da Terra e a Brinquedoteca do Aladim. Já no Casapark acontece a 9ª edição da Feira Panela Candanga, que vai até o domingo (18) e também é de graça. Basta chegar junto para ver o que a gastronomia artesanal local tem de melhor a oferecer. Mas atenção, algumas atividades, tanto para adultos, quanto para crianças, como o Show de Mágica e a Oficina Enfeitando Paninhos de Prato, precisam de inscrição prévia. Mas se você é do tipo que ama artes plásticas, não perca a exposição “Inútil Paisagem”, da fotógrafa Josiane Dias, com curadoria de Eder Chiodetto, em cartaz na Referência Galeria de Arte. Em sua primeira individual no local, a artista visual apresenta obras em formatos variados que através da fotografia subverte as percepções de tempo e espaço e oferece novas narrativas que exploram a memória e os sentidos. Aproveita e passe também pela Sala Acervo, onde estão expostas “Novidades no Acervo”, uma mostra coletiva com obras dos artistas Camila Soato, David Almeida, Fernando Leite, Luciano Macedo, Patricia Furlong e Reynaldo Candia. Ambas tem visitação gratuita até o dia 7 de junho. Outro esquema intimista é o espetáculo “A Metamorfose da Metáfora”, com os músicos Jean Garfunkel e Pratinha Saraiva. O show faz parte da programação complementar da exposição “ROUČKA – Kafka em Movimento”, do artista tcheco Pavel Roučka, em exibição até 25 deste mês, na Galeria 2 do CCBB Brasília. A entrada é gratuita, mediante retirada de ingresso na bilheteria ou pelo site do CCBB, e a classificação indicativa é livre para todos os públicos. Sair #PERAMBULANDO para fora do Plano Piloto e suas imediações também poderá te nutrir da mais pura arte. É o caso do projeto Escola de Formação de Bailarinos que têm apresentações gratuitas de balé com entrada livre para todas as idades em Planaltina e Sobradinho, respectivamente nos dias 18/05, às 17h e 29/05, às 20h. Clica aí no nome de cada satélite para garantir seus ingressos. E por falar em Planaltina, inaugurou hoje (16) no Museu Histórico e Artístico de Planaltina a exposição Belx Pretx – uma poética mitológica, em que o fotógrafo Luíz Roberto Moreira propõe uma revisitação visual e simbólica ao panteão da mitologia grega, porém apresentando corpos negros como encarnações contemporâneas de deuses e deusas clássicos. Realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF (FAC/DF), a mostra permanece aberta até 15 de junho e a entrada é gratuita. O Guará é outra Região Administrativa onde a arte encontra seu espaço com a apresentação da opereta Pepito, um resgate da obra do compositor alemão Jacques Offenbach (1819–1880) feito pela diretora artística Hyandra Ello e o maestro e diretor musical Raffael de Abreu Ribeiro. Juntos comandam um elenco formado por três cantores e uma pequena orquestra com cinco músicos, que encenam, em um ato único, uma história que se passa em um vilarejo nordestino fictício nos anos 1970 — auge do gênero musical brega, com sua estética marcante e genuinamente brasileira. Gratuito, só chegar na Escola Técnica do Guará, no sábado ou domingo (17 e 18). A próxima dica não é necessariamente cultural, mas tão prazerosa quanto: a estreia da JK Run, um evento que une corrida de rua, experiências gastronômicas e música ao vivo em um formato inédito. A largada será às 7h do domingo (18) em frente à academia Clube.Co, no Setor de Clubes Esportivos Sul, com percursos de 3 km (caminhada), 5 km e 10 km, passando por um dos cartões-postais da cidade: a Ponte JK. As inscrições (e os kits

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