Ballet de St. Petersburg vem a Brasília com O Lago Dos Cisnes

Com 30 bailarinos em cena, renomada companhia russa de ballet se apresenta no Auditório Master do Centro de Convenções Ulysses Guimarães em 7 de julho Depois de passar por mais de 10 países na América Latina, a tour 2023 do Ballet de ST. Petersburg chega ao Brasil para apresentações em apenas quatro capitais e Brasília não poderia ficar de fora. Na Capital Federal, o renomado espetáculo “O Lago dos Cisnes”, tem única apresentação confirmada em 7 de julho no palco do Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Os ingressos já estão à venda no site Bilheteria Digital. Com todo o requinte e sofisticação da dança clássica, a companhia russa é sucesso de público e de crítica por onde passa, mostrando aos espectadores um verdadeiro show em que 30 bailarinos, altamente treinados, combinam técnicas impecáveis com emoção e elegância em cada apresentação. Há mais de 280 anos fazendo história, a companhia de ballet St.Petersburg foi berço de alguns dos bailarinos mais famosos e emblemáticos da história como Alexander Volchkov, Julia Makhalina, Maria Alash e representa o melhor do lirismo e da tradição no mundo do ballet. A companhia também é conhecida por seu compromisso com as raízes do balé clássico, mantendo viva a tradição e a beleza da arte. O Lago dos Cisnes O Lago dos Cisnes, criado no século XIX, é o trabalho mais conhecido e reinterpretado de todo o repertório do balé clássico no mundo. Nele, os temas eternos do amor e do encantamento, do bem e do mal, são protagonistas. Durante os atos, é contada a história do príncipe Siegfried, que, acompanhado por seus amigos, vai procurar o propósito da distração antes de escolher a consorte. Eles chegam a um lago e o príncipe se apaixona pela princesa (Odette), amaldiçoada pelo feiticeiro maligno (Von Rothbart) a viver como um cisne parte de sua existência. Enganado pelo feiticeiro, o príncipe é seduzido por Odile, filha de Von Rothbart. Após um confronto com o feiticeiro, a entrega de amor de Siegfried quebra o feitiço que transformou a princesa em um cisne, mas é tarde demais. Com a música de Tchaikovski, O Lago dos Cisnes é uma das obras mais ouvidas do repertório universal. Quer ir? Ballet Clássico de ST. Petersburg, dia 7 de julho (sexta-feira), às 21h, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães Ingressos na Bilheteria Digital. Informações: (61) 98141-1990 / (61) 3554-4005 Classificação Indicativa: recomendado para maiores de 12 anos. Fotos: Divulgação

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Flávia Reis: “Estou experimentando todas as minhas formas de atuação”

Atriz com ampla formação, Flávia Reis está em cartaz no teatro ao lado de Ricardo Cubba, na TV aberta na novela Travessia e no streaming em reality show que desafia humoristas a não cometer a gafe de rir de si e dos outros Rolando o feed do Instagram ou passeando pela for you do Tiktok, certamente você já viu uma cena icônica de “Vai Que Cola” em que o saudoso Paulo Gustavo, está em cena com Marcos Majella e Flávia Reis. Na cena, a personagem muambeira de Flávia se enrola com um certo “quáquáquá!” e gargalhadas tomam conta de todos os expectadores. Um mix de emoção, ao lembrar de PG, e de aclamação ao elenco que fazem a cena bate em qualquer ser humano que tenha capacidade de reconhecer talentos verdadeiros quando os vê. Flávia Guimarães Reis, é uma carioca, nascida em 1975, década mais hippie da história, mas que não faz dela apenas uma descendente da década mais livre e colorida de todas. Flávia é talento puro. Passeia com uma facilidade gigante pelas mais variadas escolas da atuação. É formada pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio), e tem em sua trajetória comédias, séries, humorísticos, assinatura de roteiros e direção de espetáculos. Versatilidade podia ser seu último nome, mas Flávia é modesta e acredita que tudo depende de parcerias que fazem o sucesso chegar e ficar por onde passam seus encontros. Atualmente faz parte do elenco estrelado de “Travessia” (Rede Globo), e em seu currículo, há passagem pela Escola Nacional de Circo e cursos com referências da comédia internacional como Léo Bassi (Espanha) e Nani Colombaioni (Itália). O espetáculo “Neurótica!”, em faz diversos personagens a ensinou a trabalhar o cotidiano feminino de forma direta e cheia de cacos da versatilidade da mulher. A vencedora do “LOL – Brasil, se Rir Já Era”, da Prime Vídeo, Flávia também faz parte do elenco da série “Sem Filtro”, da Netflix, vivendo a Val, mãe das protagonistas Mel Maia e Ademara. Dá uma olhada na entrevista exclusiva que ela nos concedeu sobre carreira, arte e o espetáculo “Deixa que eu conto”, em cartaz no Teatro da UNIP, nos dias 6 e 7 de maio, no qual divide cena com o também super ator Ricardo Cubba e que conta com direção de Fernando Caruso. Sua formação com um enorme portfólio de grandes nomes até internacionais te deu uma porção de possibilidades em atuação em dramas, comédia e até circo, mas foi no humor do cotidiano que você conquistou um público fã. Foi um acaso ou já era um sonho seu desde sempre? Foi por acaso. Acredito que as redes sociais deram vazão ao meu olhar bem-humorado e cômico para o drama do cotidiano. Eu gosto de falar sobre temas que poderiam nos afligir, pequenas coisas que nos tiram sério, e que podemos encarar com leveza se rirmos delas. Gosto de transformar temas corriqueiros que irritam a todos em questões banais. A identificação do público com esses temas é imediata. O “Neurótica!” foi um ponto de partida muito intenso e já era uma reunião de suas experimentações de personagens. Você acredita em aposentadoria de personagens? Aquelas mulheres do Neurótica! evoluíram ou revivem o momento em que foram criadas lá atrás? Aquelas mulheres que criei para Neurótica não são datadas. São arquetípicas e seguem na peça porque tocam em questões que são do homem e da mulher contemporânea. Eu faço pequenos ajustes no texto sempre, mas é muito pouco. A peça tem 10 anos e continua encantando o público. Daqui a 40 anos eu poderei talvez avaliar, se ficou datada. Mas talvez eu não consiga mais fazer as 10 personagens com a mesma desenvoltura (risos). Nesse momento, fazendo Travessia, e atuando sob a ótica de assuntos relevantes para a sociedade como o caso de abuso da filha de sua personagem Marineide, você consegue vislumbrar a melhoria do olhar do público sobre a arte da atuação? Eu no momento faço vídeos de humor para a internet, faço séries e filmes para o streaming, estou em turnê com meu show de humor no teatro e faço novela tocando em um tema bastante relevante para a sociedade, através do drama de uma família. É um momento muito especial para mim pois estou experimentando minhas possibilidades de atuação em todos esses veículos. E o público olha para mim e comenta: “caramba, você é uma artista mesmo”. Eu estou muito feliz por estar “juntando os pontos” para quem ainda não reconhecia a força de um trabalho artístico e o tanto de dedicação e profissionalismo que ele exige. Sim, a pessoa engraçada dos vídeos da internet faz chorar na novela pois estuda e se dedica a essa profissão. Você foi consagrada vencedora do LOL Brasil, um reality de humor sobre não rir do próprio humor. Lidar com essas dualidades faz parte da carreira, assim como estar em cena ao lado do Ricardo Cubba com um humorístico nos palcos, enquanto vive um drama pesado na fase final de Travessia. A Flávia, mulher brasileira, politizada, vive bem dentro deste corpo que empresta tanta emoção às personagens? Essa dualidade mexe com a Flávia de hoje? Eu estou num momento pleno de realização. Não tem felicidade maior para uma atriz do que ser desafiada no seu campo de criação. Eu empresto minha voz e meu corpo às minhas personagens, falo sobre o que penso através do meu humor – ácido e irônico – nas redes sociais, e construo personagens para dar voz ao texto de outros roteiristas em filmes e na novela. Eu me formei como palhaça trabalhando durante 10 anos em hospitais, onde o que eu tinha de mais importante a fazer era estar disponível e permeável para as pessoas que eu encontrasse nas enfermarias. Transitar com afeto por onde os afetos me levassem. E é o que eu disponibilizo agora no meu trabalho. Estou muito feliz em poder mostrar tudo isso ao público. O “Deixa que eu conto” é a celebração de uma grande ideia de vocês sobre misturar stand-up

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Chico Buarque recebe Prêmio Camões quatro anos após anúncio

Um dos maiores artistas brasileiros de todos os tempos ganha a maior láurea da literatura em língua portuguesa Escolhido por unanimidade, em 2019, o compositor, cantor e escritor, Chico Buarque, de 78 anos, ganhou o Prêmio Camões. Neste 24 de abril de 2023, ele finalmente conseguiu receber a maior honraria da literatura em língua portuguesa. Segundo o Ministério da Cultura, o  objetivo de consagrar um autor de língua portuguesa que, pelo conjunto de sua obra, tenha contribuído para o enriquecimento do patrimônio literário e cultural do idioma.  Na cerimônia realizada no Palácio de Queluz em Portugal, estiveram presentes o Presidente Lula (PT), juntamente com o Primeiro-Ministro Português António Costa e outras personalidades influentes da cultura e política lusófona. O motivo da demora para Chico Buarque receber o prêmio, se deu por conta da pandemia de Covid-19 e pelo ex-presidente, Jair Bolsonaro (PL) se recusar a assinar a documentação necessária para entrega da premiação.  Apesar da falta de uma cerimônia de premiação, Chico Buarque recebeu os 100 mil euros (cerca de R$ 540 mil) que foram concedidos, sem problemas. Entretanto, a questão do diploma de Chico Buarque gerou uma situação em que os vencedores dos anos seguintes tiveram que esperar na fila para receber as cerimônias de premiação. Mia Couto, vencedor do prêmio em 2013, fez questão de exaltar a obra do premiado. “Quando eu comecei a ouvir as canções do Chico, percebi que havia uma dimensão da nossa língua, que ela cantava e que guardava a poesia. Como a poesia, que é profundamente lírica, profundamente íntima, podia se manifestar e se podia revelar na canção”, afirmou. O presidente da Biblioteca Nacional, Marco Lucchesi, ressaltou a importância do prêmio, em um comunicado oficial. “É uma conquista extremamente forte e representa uma espécie de Nobel da Língua Portuguesa não só por todos aqueles que receberam África, os países africanos, Brasil e Portugal, mas também pela alta qualidade de seus jurados. Portanto, o Prêmio Camões é uma proposta que avança além das fronteiras e, no fundo, a partir da literatura promove a cultura do diálogo e da paz”.  Carreira de Chico  na Literatura  Chico Buarque é um dos mais renomados artistas brasileiros, famoso por sua carreira na música e na literatura. Como escritor, Chico Buarque publicou seu primeiro romance, “Estorvo”, em 1991 (imagem), que foi bem recebido pela crítica e lhe rendeu o Prêmio Jabuti. Em seguida, ele publicou outros romances de sucesso, incluindo “Benjamim” e “Budapeste”, que também receberam prêmios literários importantes. Chico Buarque é conhecido por sua habilidade em criar personagens complexos e em explorar questões sociais e políticas em suas obras. Além dos romances, Chico Buarque também publicou peças de teatro, como “Ópera do Malandro” e “Roda Viva”, que foram muito bem recebidas pelo público e pela crítica. Seus livros foram traduzidos para diversos idiomas e publicados em vários países. Chico Buarque na música  Francisco Buarque de Hollanda, mais conhecido como Chico Buarque, é um dos mais renomados músicos brasileiros. Nascido em 19 de junho de 1944, no Rio de Janeiro, começou sua carreira como compositor aos 19 anos. Seu primeiro álbum, “Chico Buarque de Hollanda”, foi lançado em 1966 e já mostrava seu talento e versatilidade como compositor, abordando temas sociais e políticos. A partir daí, Chico lançou uma série de álbuns icônicos que se tornaram referências na música popular brasileira, como “Construção” (1971), “Meus Caros Amigos” (1976) e “Carioca” (2006). Ao longo de sua trajetória, Chico recebeu diversos prêmios e honrarias, como o Grammy Latino de melhor álbum de MPB, por “Caravanas” (2018). Suas letras sempre abordaram temas como amor, política, injustiça social e identidade brasileira, tornando-se um ícone da música brasileira e inspirando diversos outros artistas. Muitas de suas músicas foram censuradas durante o período da ditadura militar no Brasil, o que só aumentou sua popularidade e tornou suas canções ainda mais simbólicas. Ao longo de sua carreira, Chico Buarque colaborou com diversos artistas brasileiros e internacionais, como Tom Jobim, Caetano Veloso, Gal Costa e Milton Nascimento. Suas composições já foram interpretadas por inúmeros cantores e cantoras, como Elis Regina, Maria Bethânia, Oswaldo Montenegro e Ney Matogrosso. Com sua voz suave e poética, Chico Buarque conquistou o coração de milhões de fãs em todo o mundo e se consolidou como um dos maiores artistas brasileiros de todos os tempos. Seu legado na música e na literatura é inestimável e continuará a inspirar gerações futuras. Leia também: Dra Janete Vaz lança livro na Livraria da Travessa Fotos: Ricardo Stuckert, Divulgação e Reprodução Internet

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Breton leva peças de estúdio brasiliense para Salão do Móvel de Milão

Chaise e Poltrona Aor assinadas pelo estúdio brasiliense Choque Design, retomam o passado para repensar o presente no stand da Abimóvel Começa hoje e segue até o próximo dia 23 de abril, a 61ª edição do Salão do Móvel de Milão, maior evento internacional de design, que movimenta a cidade italiana com as principais tendências do setor. A Breton, marca referência de mobiliário de alto padrão no mercado brasileiro, apresenta duas peças da Coleção Borogodó Breton, assinadas pelo estúdio brasiliense Choque Design no stand da Abimóvel, no Pavilhão 24 da mostra. Com um futuro constantemente mutável e imprevisível, o olhar cuidadoso para as memórias afetivas do passado proporciona o melhor acolhimento possível. A Chaise e Poltrona Aor, assinadas pelo Choque Design, retomam então referências de clássicos do design brasileiro da década de 60 e 70 com um olhar contemporâneo. As peças são leves, multifuncionais e oferecem soluções de design para o mundo atual. Assinadas por Dimitri Lociks e Simone Turíbio, a Chaise Aor conta com um assento vazado que permite guardar um livro ou Ipad, e seu desenho apresenta encosto ajustável e sustentação para aconchegar uma diversidade de corpos. Já a Poltrona Aor, com desenho leve e escultórico, tem a versatilidade de mobiliário que pode ser utilizado em ambientes residenciais e corporativos. Saiba mais acessando breton.com.br. Fotos: Divulgação  

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PicniK festeja 63 anos de Brasília com identidade candanga e arte

O evento acontece na Praça Portugal e conta com apresentação internacional e inédita da banda cult  americana Brian Jonestown Massacre Brasília está prestes a comemorar mais um aniversário e, para celebrar o próximo 21 de abril, o PicniK, projeto que há 11 anos se consolidou como referência da cidade, preparou uma programação multicultural imperdível para todas as idades. Em 2023, seguindo a proposta de ocupar espaços públicos mágicos e subutilizados do Quadrado, o evento acontece na Praça Portugal, a partir das 13h e conta com diversas atrações locais, nacionais e internacionais, além de eixos temáticos que garantem proporcionar um dia inteiro de lazer aos candangos. Com entrada gratuita até às 16h, o PicniK traz ao Brasil, pela primeira vez, a banda Brian Jonestown Massacre, ícone do rock psicodélico e da cena indie norte-americana. Outros grupos e nomes de peso como Firefriend e Joe Silhueta, além da tradicional e cerratense Orquestra Alada e da estreia do projeto Gharana Eletroacústica – uma união da banda Tartamudo com o cineasta e tocador de sitar André Luiz Oliveira – , prometem proporcionar uma experiência inesquecível para o aniversário da cidade. Para os amantes e colecionadores de discos, a Feira do Vinil oferece um espaço exclusivo para o público se deleitar com a cultura dos antigos bolachões. Serão mais de 10 lojas trazendo pechinchas, preciosidades e novidades, levando a experiência musical também para os lares brasilienses. Outra atração importante é o lendário DJ Marky. Diretamente de São Paulo, ele aterrissa, a convite da Claro Música, no ônibus vibrante da Disco’n’Funk, agitando o público com pérolas do groove e com um set exclusivo e inédito, na cidade, de black music. Economia criativa candanga Com intuito de dar visibilidade às marcas, produtos e artistas da cidade, centenas de empreendedores criativos que transitam pela arte, moda e decoração estarão presentes no PicniK. Para quem quer dar aquele tapa no visual, a dica é o Espaço Belezas, por lá o público encontra conceituados cabeleireiros, trancistas e barbeiros da cidade. Gastronomia para todos os públicos Na Praça de Alimentação, chefs renomados, jovens talentos e os food trucks queridinhos do DF estarão presentes para retratar a diversidade, a qualidade e a riqueza da gastronomia brasiliense. Pensando nas pessoas com restrições alimentares, o evento conta também com uma Área Vegana, que oferece quitutes saborosos e saudáveis, incluindo todo mundo no rolê. A entrada do PicniK é gratuita, porém, a partir das 16h para acessar o perímetro do evento é solicitada a doação de 1kg de alimento. Não é permitida a entrada com bebidas e alimentos. O encontro, indicado para todas as idades, é uma ótima oportunidade de passeio com a família, cachorros, vizinhos, paqueras e amigos. Preparem as cangas, os óculos de sol e venham celebrar essa data tão importante numa terapia coletiva autenticamente candanga. Quer ir? PicniK Festival, dia 21 de abril de 2023, das 13h às 23h, na Praça Portugal (próximo à Embaixada dos EUA). Entrada: Gratuita até às 16h. Após este horário será necessária a colaboração com 1 Kg de alimento não perecível para o programa Abrace. Proibida a entrada com bebidas e comidas. Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos. Fotos: Shake it/Divulgação

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Terraço recebe exposição “Brasília em Linhas” de Jailson Belfort

Para celebrar o aniversário da cidade, durante o mês de abril, shopping recebe 60 obras feitas com canetas esferográficas, oficinas de desenho e uma sessão de live-painting O Terraço Shopping, orgulhoso de ser brasiliense, e que já com seu conceito open mall valoriza ainda mais um dos traços mais belos da cidade, o céu recebe para festejar o aniversário de Brasília, uma exposição para enaltecer os traços únicos da capital do país. Desde 1º de abril, o público pode ver a exposição Brasília em Linhas, com obras do artista Jailson Belfort feitas com canetas esferográficas, cujos temas são ícones e monumentos da cidade. Serão expostas 60 obras do artista, divididas em dois momentos. De 1º a 15 de abril, os quadros terão os temas “Esculturas & Monumentos e Cultura & Lazer”. Em seguida, entre os dias 16 a 30 de abril, a exposição terá obras nos temas “Prédios Públicos e Religiosidade”. E para deixar o dia do aniversário de Brasília, 21 de abril, ainda mais especial, o artista Jailson Belfort irá realizar uma sessão de live-painting, às 15h, onde ele demonstrará sua técnica com as canetas esferográficas ao produzir um retrato do Terraço Shopping, no mesmo estilo das obras expostas. O artista nasceu em São Luís no Maranhão e está radicado em Brasília desde 1999. Em sua carreira, ele foi designer gráfico, ilustrador e diretor de arte, onde refinou seu estilo de arte visual sem abandonar a arte do desenho à mão livre. O universo dinâmico da comunicação visual e sua sensibilidade às imagens do cotidiano foram tomando forma de arte ao longo dos 28 anos de carreira. Oficinas E para encantar o público infanto-juvenil serão oferecidas oficinas com o artista. As aulas acontecerão todos os sábados de abril, em três sessões, 13h, 15h e 17h, de forma gratuita e sem necessidade de inscrição. As oficinas têm como proposta apresentar fundamentos básicos de desenhos, utilizando técnicas com canetas esferográficas presentes nas obras expostas. As crianças poderão desenhar Brasília e seus patrimônios, presentes na série Brasília em Linhas. Com isso os pequenos terão chance de aprender sobre a Capital Federal, ao mesmo tempo em que exercitam a criatividade ao desenhar com esferográficas. Quer ver? Exposição Brasília em Linhas, de 1° a 30 de abril, na Praça do Cinema no Terraço Shopping. Oficinas de Desenho Brasília em Linhas, com Jailson Belfort, aos sábados, às 13h, 15h e 17h, na Praça do Cinema. Acesso livre e atividades gratuitas. Sessão de Live-painting, com Jailson Belfort, sexta-feira, 21 de abril, às 15h, na Praça do Cinema. Imagens: Divulgação

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Segunda temporada de “Cidade Invisível” expande cultura nacional

Série brasileira chegou na Netflix amplificando o folclore e mostrando o poder do audiovisual brasileiro A segunda temporada da série “Cidade Invisível” foi lançada no dia 22 de março, e já está disponível na Netflix.  A história, que mistura fantasia, folclore nacional e drama, chama a atenção dos espectadores desde sua primeira temporada. Essa nova temporada promete agradar ainda mais aos fãs. O novo ano de “Cidade Invisível” mantém a qualidade da primeira e traz novas tramas e personagens para o universo da série. A trama continua acompanhando o detetive Eric (Marco Pigossi), que agora precisa lidar com a chegada de uma nova criatura mítica na cidade do Rio de Janeiro. Personagens queridos da primeira temporada, como a Iara (Jessica Córes) e o Saci (Wesley Guimarães), retornam na história. A qualidade visual da série acompanha a primeira, principalmente os efeitos especiais e a fotografia, que ajudam a criar o clima de mistério e fantasia que permeia a trama. Os atores conseguem dar vida aos personagens e torná-los críveis e interessantes, mesmo com toda a magia que permeia o enredo. Sucesso em mais de 40 países Cidade Invisível foi um sucesso de crítica e público ao estrear em fevereiro de 2021. A trama misturou folclore brasileiro com uma excelente trama, em uma história sobre um policial que descobre um mundo mágico escondido no Rio de Janeiro. O resultado foi uma produção elogiada por sua originalidade e pela qualidade da produção. Durante a pandemia de Covid-19, a série Cidade Invisível foi lançada, porém, ficou mais de dois anos sem episódios inéditos. Esse longo período sem novos episódios permitiu que o criador, Carlos Saldanha, e sua equipe de roteiristas desenvolvessem a trama da segunda temporada com mais calma, evitando que a pressa em retornar logo após o primeiro ano prejudicasse a qualidade da atração. O sucesso da primeira temporada de Cidade Invisível criou expectativas que afetaram o elenco. Ao retornar, o ator e protagonista da série Marco Pigossi, afirmou ter encontrado uma equipe dedicada em manter o legado. O alto comprometimento permitiu um trabalho eficiente e de qualidade. A segunda temporada de Cidade Invisível é uma continuação à altura da primeira, a série contínua sendo uma das melhores produções nacionais disponíveis na Netflix. Os fãs da série certamente irão gostar da nova temporada, e aqueles que ainda não assistiram têm uma ótima oportunidade para se juntar aos milhões de espectadores que já se encantaram com essa história única e fascinante. Curtiu? Assista ao trailer: Imagens: Reprodução Netflix

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Filme de aluno de Santa Maria é selecionado para Festival Filmaê

Resultado do projeto Vamos ao Cinema de 2022, que promove formação no segmento do audiovisual em unidades do ensino público do DF, “Méritos”, está na mostra que empodera jovens cineastas O curta “Méritos”, do aluno Hizaian, aluno do ensino médio do Centro Educacional de Santa Maria, selecionado para o Festival de cinema Filmaê, foi resultado do projeto Vamos ao Cinema de 2022, que promove formação no segmento do audiovisual em unidades do ensino público do DF. Hizaian, conhecido artisticamente como The Shock, teve seu filme premiado no final do projeto como melhor viodeoclipe, direção e melhor fotografia, pelo júri técnico do projeto, que esse ano está acontecendo nas escolas CED 310 de Santa Maria, CED 15 da Ceilândia e CECON Estrutural – um centro de convivência que atende adolescentes – e que terá cerca de 120 estudantes participando neste primeiro semestre. A música sempre foi uma grande inspiração para fazer clipes cinematográficos de artistas. “The Shock” já era um apaixonado por música, cinema e tudo ligado ao mundo do audiovisual. “O cinema e o audiovisual já estavam no meu radar, mas o projeto “Vamos ao Cinema” me proporcionou uma estrutura que possibilitou a produção de um clipe com maior qualidade. Com o apoio do projeto eu aprendi mais sobre o que eu gosto de fazer, e está abrindo um leque de oportunidades para mim e para minha carreira”, afirma Hizaian. Em 2023, o “Vamos ao Cinema” passa a contar com o patrocínio da Neoenergia Brasília como iniciativa do Instituto Neoenergia, por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Distrito Federal e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. É importante ressaltar que o projeto introduz esses adolescentes à Agenda 2030 e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS e conta com profissionais gabaritados no assunto, que fazem parte do Programa Estratégico UnB 2030: Sustentabilidade e Desenvolvimento Inclusivo da Universidade de Brasília. Quem quiser saber mais sobre o projeto, ou ter acesso ao conteúdo, é só acessar o site www.vamosaocinema.org.br. Imagem: Divulgação

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Asteroide AP612 estreia em abril no Galpão Salomé

Baseada no clássico “O Pequeno Príncipe”, de Antoine de Saint-Exupéry, peça propõe reflexão sobre o ‘adulto’ em obra que mistura teatro, dança e vídeo com Ana Flávia Garcia Piloto, ilustrador e escritor francês, Exupéry (1900-1944) foi o criador da obra imortal e fenômeno editorial O Pequeno Príncipe. A obra, que encontra ecos no contexto político em que foi escrita, inspirou o diretor e dramaturgo Roberto Dagô a criar o inédito espetáculo ASTEROIDE AP612. A produção irá estrear em abril na capital federal. A peça terá temporada aberta ao público nos dias 8, 9, 15, 22, 23, 29 e 30 de abril, sempre aos sábados, às 20h, e aos domingos, às 19h, no Galpão Salomé (Asa Norte). Haverá também sessões gratuitas para escolas. Ingressos: R$ 10 (meia-entrada) pelo sympla. Não recomendado para menores de 14 anos. A montagem conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal – FAC-DF. Em cena e em performance solo, a atriz Ana Flávia Garcia alerta para a beleza e a importância da simplicidade. Ela mostra que pequenas ações cotidianas e gestos como o afeto, o cuidado e a empatia, ou mesmo a arte, são atitudes políticas essenciais, ainda que pareçam invisíveis. “O espetáculo nasce desse desejo de cuidado e de atenção ao que é invisível. É um gesto de alerta para o presente, mas também de esperança quanto ao que podemos plantar para o futuro e nos corações”, explica o diretor e dramaturgo Roberto Dagô. O espetáculo ASTEROIDE AP612 parte da premissa de que a subjetividade fascista é um modo de existir excessivamente “adultescido”. Tendo esta hipótese como ponto de partida, a peça transita entre a dança, o teatro e o audiovisual para tramar um conto cósmico ora pequeno demais, ora grande demais, onde o universo é eternamente insuficiente para caber o Outro. O nome do espetáculo faz alusão ao lar do Pequeno Príncipe, um corpo celeste excessivamente pequeno para ser planeta, e ao imaginário apocalíptico em torno dos asteroides, personagens cósmicos que ameaçam a vida na Terra. A respeito do nome da obra, os criadores brincam: “Nomeamos nosso próprio asteroide”. A estrutura cenográfica do espetáculo é inspirada na arquitetura, função e simbologia de planetários. “A ideia é promover a imersão do público dentro do universo da figura central (Ana Flávia Garcia), um pequeno-grande corpo celeste que atravessa o espaço envolvido pela imensidão e pelo desconhecido”, detalha Dagô. Tendo como recurso uma atitude de imaginação radical para problematizar macro e micropolíticas, a obra convida delicadamente a estarmos sempre atentos às sementes de baobá não apenas no outro, mas também em nós, afinal ninguém está nunca a salvo de sentir-se o centro do universo. Quer ir? Espetáculo inédito ASTEROIDE AP612, dias 8, 9, 15, 22, 23, 29 e 30 de abril. Sábados, às 20h, e aos domingos, às 19h, no Galpão Salomé (St. de Habitações Coletivas e Geminadas Norte 713 BL E LT 4 – Asa Norte), com ingressos a R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada), à venda no site Sympla. Classificação Indicativa: Recomendado para maiores de 14 anos. Fotos: Humberto Araújo/Divulgação

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Catetinho reabre para visitas de estudantes e turistas

Catetinho recebe visitas na reabertura de parte expositiva do casarão que foi habitado por Juscelino Kubitschek O Museu do Catetinho foi reaberto para visitação do público em geral e retomada de trabalhos de educação patrimonial com alunos de escolas públicas e particulares. O equipamento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec), fundado em 1956, é a primeira residência oficial do então presidente Juscelino Kubitschek em Brasília e ficou 72 dias fechado em razão de queda de uma árvore que destruiu a Casa do Zelador, edificação história que não era tombada. O secretário de Cultura, Bartolomeu Rodrigues, falou sobre a necessidade de interdições temporárias do local devido à peculiaridade arquitetônica do espaço. “O Catetinho é um espaço muito vulnerável e delicado. Então essas interdições temporárias e periódicas precisarão acontecer se quisermos cuidar bem de um equipamento histórico com essas peculiaridades”, observa. “É um espaço que, a rigor, está em constante reforma, porque necessita de um olhar aguçado, cuidadoso, 24 horas por dia. Estamos sempre preocupados com sua importância histórica, tanto quanto com o conforto e a segurança dos visitantes”, destaca. O subsecretário de Patrimônio Cultural, Aquiles Brayner, comemora a volta do Catetinho como local de educação patrimonial. Na semana que vem, serão retomados os trabalhos previstos no Territórios Culturais – parceria da Secec com a Secretaria de Educação. Já há 35 escolas agendadas até meados de 2023. “O museu faz parte do programa Territórios Culturais, que temos em parceria com a Secretaria de Educação. A gente não vê o Catetinho apenas como museu histórico, mas também como reserva de área verde, além de valorizar o edifício por características arquitetônicas de construção em madeira”, destaca o gestor. A reabertura, no entanto, será apenas do Palácio de Tábuas e do Anexo, onde fica a cozinha, projetados por Oscar Niemeyer. O público não terá acesso à parte recreativa, junto ao curso de água, onde há necessidade de podas de árvores. O Buriti, um anexo que funcionou no passado como cantina e, nos últimos tempos, funcionava como apoio educativo, só terá as instalações sanitárias usadas, uma vez que fica mais próximo da mata. Fotos: Hugo Lira e Paulo H. Carvalho/Divulgação Agência Brasília

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