Memória: um convite para conhecer a história de BSB

Programa Educativo abre sua agenda para visitas orientadas gratuitas para alunos do DF no Museu Vivo da Memória Candanga   Olha só que bacana essa ideia que bota a garotada PERAMBULANDO + Aprendendo ao mesmo tempo que desvenda as histórias que o Museu Vivo da Memória Candanga abriga com tanto carinho e dedicação. É que o Programa Educativo Memória Candanga já está com sua agenda para visitas mediadas abertas. Como as férias de meio de ano vão acabar em breve, os gestores de escolas públicas e privadas do Distrito Federal já podem ir se adiantando para garantir uma vaga.   A ação é realizada pelo Núcleo de Arte do Centro-Oeste (NACO) tem como objetivo estimular a sensibilização, a formação de público, a produção, bem como a difusão da história da construção da “nova capital”, resgatando sua memória e de seu contexto cultural, por meio de atividades pedagógicas inclusivas que envolvam a mediação do conjunto arquitetônico e acervo, exposições, oficinas e ações. “Memória Candanga é um projeto lindo. Nenhum museu local tem um espaço com um Programa Educativo como este e com uma equipe tão competente. Valeu a pena o esforço para emplacar a ação no Fundo de Apoio à Cultura do DF”. Celebra Eliane Falcão, gerente do Museu Vivo da Memória Candanga, lugar que preserva e valoriza a história e a cultura dos trabalhadores que construíram Brasília, a capital do Brasil, os famosos “candangos”.   Vale destacar ainda que o museu se localiza nas antigas instalações do Hospital Juscelino Kubitschek de Oliveira, o primeiro hospital do Distrito Federal, que atendia os operários vindos de várias partes do país para cá.   Já o projeto Memória Candanga acontece graças a recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e apoio do Museu Vivo da Memória Candanga – (MVMC), Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (SECEC/DF) e Governo do Distrito Federal (GDF). Já as solicitações de agendamentos, elas podem ser efetuadas clicando neste link. Serviço: Programa Educativo Memória Candanga Onde: Museu Vivo da Memória Candanga, Lote D – Setor Juscelino Kubitschek, Núcleo Bandeirante Quando: de segunda-feira a sábado, das 9h às 17h Agendamentos: clique aqui Mais informações: (61) 98102-6117 / @naco.arte   Fotos: Tatiana Terra / Divulgação

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Bob Zoom e seu tobogã desembarcam nas férias do Conjunto Nacional

Gratuita, atração estará disponível de até o final do mês na Praça Central do shopping A atração do Bob Zoom, com a formiguinha azul mais divertida e curiosa dos clipes musicais infantis foi pensada para divertir a criançada no mês das férias escolares. A participação é gratuita e irá funcionar com ingressos disponibilizados no aplicativo do Conjunto Nacional. Cada turma terá a capacidade máxima de 20 crianças e o circuito terá duração de 20 minutos. O personagem Bob Zoom utiliza a criatividade para entreter e ensinar as crianças por meio de histórias que despertam a curiosidade e a imaginação. A cenografia que compõe a atração é repleta de elementos do universo do personagem e sua turma: Zig e Zag, Alex, Eva e Lola, como por exemplo, o boneco Bob Zoom em 3D, a folha giratória, a piscina de espumas, jogo da memória e a mesinha de atividades. O ambiente ainda evidencia um belo pórtico e cogumelos instagramáveis. Com presença entre as maiores animações infantis do Brasil, Bob Zoom já conta com mais de 3,8 bilhões de visualizações no YouTube e 1 milhão de fãs no Facebook. Quer ir? Tobogã do Bob Zoom no Conjunto Nacional, de 7 a 31 de julho de 2023, na Praça Central do Conjunto Nacional. Segunda a sexta: das 13h às 22h; Sábado: das 9h às 22h; Domingo: das 14h às 20h. Ingressos: disponíveis gratuitamente no aplicativo do Conjunto Nacional. Turmas com capacidade máxima de 20 crianças e circuito com duração de 20 minutos. *Verificar classificação indicativa e regras de uso de cada brinquedo. Fotos: Divulgação

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Circo, balé e artes plásticas: confira três dicas culturais imperdíveis

Em meio à cena cultural fervilhante da capital federal, elegemos sugestões para tirar você de casa neste fim de semana   Quero começar este texto fazendo um alerta: isso não é uma agenda cultural, muito pelo contrário, são dicas selecionadas que este colunista aposta como diversão garantida para você sair PERAMBULANDO sozinho, a dois ou em bando mesmo com a família e amigos pelo mundo das artes em cartaz na nossa querida capital, neste fim de semana. E a primeira delas é o espetáculo Mundo Jurássico, que o Circo Internacional da China está trazendo para Brasília, no próximo sábado (08), lá no Centro de Convenções Ulysses, em duas sessões: a primeira às 15h, e a segunda às 18h. Os ingressos estão à venda nas Óticas Diniz e no site Furando a Fila. Já os preços começam a partir de R$ 70 e vão até R$ 1 mil. O espetáculo está encantando a todos por onde vem passando. Com 45 habilidosos acrobatas, dançarinos e contorcionistas em cena, a apresentação está dividida em cinco atos, onde adrenalina e beleza se misturam em movimentos, figurinos, maquiagens e cenário de outro mundo; unindo modernidade e tradição em meio a um enredo mágico. Mais informações pelo whatsapp (61) 98142-1990. Imperdível!   Não sei se vocês estão se lembrando, mas em maio saiu aqui no site uma matéria sobre a apresentação do Ballet de ST. Petersburg, que chega à capital federal encenando O Lago dos Cisnes, um clássico universal. Pois bem, esse dia chegou, é nessa sexta-feira (07), a partir das 21h, no Centro de Convenções Ulysses. Fica o lembrete de que ainda tem ingressos disponíveis no site Bilheteria Digital. Esta é uma oportunidade única para os amantes dessa expressão artística, uma vez que 30 bailarinos de uma das melhores companhias de dança do mundo, com 280 anos de estrada, estarão executando técnicas e movimentos impecáveis, recheados de emoção e elegância. A história é um clássico criado no século XIX, onde os temas eternos do amor e do encantamento, do bem e do mal, são protagonistas. Mais informações pelo (61) 98141-1990 e a classificação Indicativa é para maiores de 12 anos.   E para quem ainda não visitou a exposição gratuita Nhe´ ẽ Se, lá na Caixa Cultural Brasília, corre que ainda dá tempo, pois ela está encerrando sua temporada local gratuita no próximo domingo (9). Reunindo o trabalho de 12 artistas indígenas originários de diferentes territórios brasileiros (Aislan Pankararu; Ajú Paraguassu; Arissana Pataxó; Déba Tacana; Edgar Kanaykõ Xakriaba; Glicéria Tupinambá; Lilly Baniwa; Merremii Karão Jaguaribaras; Paulo Desana; Tamikuã Txihi; Úyra Sodoma; e Xadalu Tupã Jekupé), a mostra propõe um mergulho no universo indígena, a partir da narrativa particular de cada um dos participantes. Por meio de pinturas, fotografias, instalações, vídeos e textos, a exibição, que tem curadoria de duas mulheres indígenas – Sandra Benites e Sallisa Rosa, provoca e convida o olhar do público a diálogos com diferentes etnias, territórios, expressões culturais e inquietações. A visitação é entre 9h e 21h, aberta para o público de todas as idades. Bom passeio a todes que forem PERAMBULAR pelo mundo das artes!   Fotos: Divulgação

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Jovens Titãs aterrissam em ação inédita no Taguatinga Shopping

Atração de férias tem atrativo para criançada com atividades como parede de elástico, balanço e até oficina de pizza O parque exclusivo “Camping – Os Jovens Titãs em Ação” traz os queridos Robin, Estelar, Ravena, Mutano e Ciborque, pela primeira vez para Brasília. No desenho, os garotos convivem na mesma casa sem nenhum adulto por perto e, quando não estão salvando o mundo, usam seus poderes para fazer atividades do dia a dia, como lavar a roupa. Durante todo o mês de julho, o Taguatinga Shopping convida as crianças para exibirem seus poderes com os heróis teens mais amados da DC Comics. A atração ocorre na Praça Central e os ingressos custam a partir de R$ 30. O parque surpreende toda a família com muita aventura em brinquedos que vão desde uma divertida interação, na atração “Brincando com a Ravena”, muita emoção, na ponte pênsil e escalada com o Mutano, desafios com o Robin e o Silkie, entre paredes de elástico, e um escorregador super diferente. Além disso, um balanço tematizado do Ciborgue traz um espaço muito especial para as crianças e adultos cadeirantes. A ação conta ainda uma Oficina de Pizza, onde a criançada vai disputar quem monta primeiro a comida preferida dos Jovens Titãs em Ação. As brincadeiras não param por aí. A tecnologia por geolocalização e realidade aumentada estará presente num game gratuito com os jovens heróis: o participante poderá escolher qual personagem quer ser, e, caminhando pelos corredores do shopping, procurará pelos heróis parceiros que estão presos por vilões. Através de desafios propostos pelo game, poderá libertar cada um deles. Diversão para todos Sempre às sextas-feiras, o Taguatinga Shopping receberá, das 9h às 10h, instituições sociais cadastradas na plataforma TGS Solidário para brincar de forma gratuita no parque, antes da abertura geral para o público. “As férias são sinônimo de diversão e entendemos que todas as crianças merecem aproveitar. Nos dias 07, 14, 21 e 28 de julho ofereceremos uma experiência especial para diversos pequenos acolhidos pelas instituições cadastradas na nossa plataforma”, afirma a gerente de marketing do shopping, Maíra Garcia. Quer ir? Parque Camping – Os Jovens Titãs em Ação, até 30 de julho de 2023, na Praça Central – Taguatinga Shopping. De segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 12h às 22h. Ingressos: Passaportes entre R$ 30 e R$ 75, com acréscimo de R$ 10 a cada 10 minutos adicionais ou fração. Classificação Indicativa: 03 a 10 anos. Veja mais no taguatingashopping.com.br Informações: (61) 3451-6000 Fotos: Divulgação

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Federico Puppi: “Me expresso mais através do violoncelo do que com minha voz”

Batemos um papo-exclusivo com o virtuoso músico que está dividindo cena com Vera Holtz em Ficções no CCBB. Você vai se surpreender! Brasília ganhou uma bela temporada teatral nesses primeiros seis meses de 2023. No caso do Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB, várias produções encantaram os amantes dessa arte com produções incríveis como Molière, Jorge Para Sempre Verão, Carmen – A Grande Pequena Notável e agora Ficções. Com ingressos esgotados, o monólogo que traz Vera Holtz (Prêmio Shell de Melhor Atriz 2023) interpretando o instigante texto de Rodrigo Portella (baseado no best-seller Sapiens – Uma Breve História da Humanidade), tem dado o que falar na cidade. Claro que muito do burburinho é sobre a “falta” de ingressos diante da enorme demanda. Entretanto, enquanto não tivermos mais salas e o Teatro Nacional não for revitalizado e entregue à população, infelizmente, essa será a nossa realidade, se adiantar para garantir o quanto antes um ingresso, contando com um pouco de sorte também. Dito isso, vocês devem estar se perguntando: Mas se não tem ingresso, e se a matéria sobre o espetáculo já saiu aqui no site, por que falar sobre ela mais uma vez? Simples, porque vocês precisam conhecer Federico Puppi, músico italiano que compôs a trilha sonora da peça (executada ao vivo por ele em cada apresentação) e que divide o palco com Holtz. Então a ideia é com este texto fazer uma introdução e, depois, a internet lhes ajuda chegar a qualquer lugar. Vamos nessa? Bem, o histórico dele, vocês podem conferir no site do artista, pois está tudo lá, bem bonitinho, falando que ele é radico no Brasil; começou a estudar aos 4 anos na sua terra natal; se formou erudito, para se especializou em música moderna; desde que chegou por aqui, dez anos atrás, trabalhou com grandes nomes da MPB (Gilberto Gil, Ana Carolina, Péricles, Diogo Nogueira e outros), coproduzindo o último disco de Maria Gadú, Guelã, com quem tocou por 4 anos em turnês nacionais e internacionais; lançou dois discos autorais para lá de elogiados, etc, etc. Mas no que se refere a Ficções, Federico Puppi ganhou recentemente o prêmio de melhor música na 17ª edição do prêmio APTR – Associação dos Produtores de Teatro. E apesar deste colunista não ser crítico musical, arrisco a dizer que foi merecidíssimo. Afinal, consegui assistir à peça e considero que tão grande quanto a atuação de Vera é a contribuição que o músico traz ao espetáculo, tocando virtuosamente apaixonado o seu violoncelo. Sabe quando você está num concerto musical e um solo te deixa hipnotizado? Pois bem, isso acontece diversas vezes em cena, arrancando aplausos constantes da plateia. E somente para quem prestigia a coluna PERAMBULANDO aqui no LACKMAN & CO, Puppi teve a gentileza de responder a uma entrevista exclusiva que segue na íntegra, logo abaixo. Mas não antes de deixar um último presente para vocês, o perfil do artista no Instagram para que possam segui-lo por lá e conhece-lo melhor: @federicopuppi. Boa leitura! Violoncelo não é o mais popular dos instrumentos, o que te levou até ele a partir dos 4 anos de idade? Foi paixão? Comecei a tocar violoncelo por a caso, na verdade. Ninguém na minha família é musico ou trabalha com arte. Eu nasci numa região no norte oeste da Itália, no meio das Alpes, e vivia num vilarejo pequenino de 1200 habitantes, chato Hône. Na frente da minha casa tinha uma biblioteca na qual tinham vários cursos e um dia apareceu um de violoncelo. Minha avó, que morava no apartamento em baixo do nosso, mesmo sem saber direito o que era um violoncelo e tampouco do que se tratava, ficou curiosa e me inscreveu para eu experimentar, sendo que eu só tinha 4 anos de idade. Conheci Marco Branche, que se tornaria meu primeiro maestro de violoncelo, e ele me fez experimentar esse instrumento maravilhoso, num formato menor para crianças. Alguma mágica aconteceu naquele dia, porque essa experiência me impactou de um jeito que eu nunca mais parei de tocar. O curso no qual minha avó me matriculou era o começo do método Suzuki na Itália – uma metodologia japonesa de ensino de música muito interessante que se baseia que ensina a linguagem musical assim como as crianças aprendem a linguagem verbal – percurso de estudo que segui até meus 14 anos, quando entrei no conservatório. O que fez você ir na direção da música popular ao invés da clássica? A partir da minha adolescência sempre tive interesse em outros estilos musicais. A música clássica foi para mim uma base de estudo, mas nunca me expressei plenamente através dela. Eu sentia a exigência de experimentar mais com o instrumento, de tocar algo do meu tempo. Assim comecei a tocar numa banda de rock instrumental, amplificando o violoncelo com um captador de um baixo desmontado e modificado, dentro de um amplificador de guitarra. Comecei a brincar com pedais de efeitos e um mundo novo se abriu na minha frente. Depois disso entrou na minha vida o Jazz e a improvisação, lembro que a primeira vez que ouvi John Coltrane foi uma catarse e isso me estimulou a estudar o Jazz e todas suas infinitas facetas. Foi um período libertador, sair dos dogmas do conservatório e poder inventar livremente, compor minhas músicas, tocar o violoncelo de outras formas. Para quem está a apenas 10 anos no Brasil, você já tocou com muita gente boa por aqui. Foi sorte, bons contatos, profissionalismo ou um mix de tudo isso? Nesses 10 anos de Brasil tive muitas oportunidades incríveis e toquei com muitos artistas que admiro. O Brasil tem uma riqueza musical incomparável. Assim que eu me mudei pra cá, eu nem falava português, não conhecia ninguém então foi um percurso bem sinuoso. E foi no momento mais complicado da minha vida que começaram a se apresentar algumas situações interessantes. Não sei te dizer exatamente o que foi, mas acredito que naquela época, eu estava disposto a correr atrás de qualquer possibilidade. Tocava em todo lugar:

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Matinê para adultos estreia no beco da Externa Club

Farra para jovens adultos amantes de 8h de sono oferece uma experiência múltipla de entretenimento que é tendência mundial Matinê é novidade? Não! Mas essa, em especial, é para quem não quer madrugar na rua. Não se trata de uma típica matinê para aquela galera que precisa sair cedo por causa da idade. É exatamente o contrário: aqueles que não estão mais dispostos perder a noite de sono, já têm onde curtir no DF. Com quatro espaços — pistas de dança, praça de alimentação, espaço de jogos e espaço picadeiro —, a festa ocupa todo o beco da Externa Club, localizado no Setor Comercial Sul, das 15h às 22 horas (isso mesmo!), com edições a cada 15 dias, a partir de 24 de junho. Tendência Mundial A Matinê surge em Brasília como parte de um movimento global de eventos que buscam horários mais acessíveis e experiências inovadoras. Com o objetivo de criar uma nova identidade, a festa combina horário conveniente, ambiente diferenciado e propostas envolventes, acompanhando a tendência mundial de ocupar menos as madrugadas. Para todos os gostos As duas pistas de dança apresentam diversidade na curadoria musical. Homem Foguete será focada em música brasileira dançante, enquanto Globo da Morte terá uma seleção internacional que varia do hip-hop até temas estilo rádio Antena 1. A festa busca oferecer uma variedade musical única, garantindo que haja música para todos os gostos,  mantendo corpos em movimento. Estreia de luxo Estão na programação DJ Geo, com seu acervo de vinis, e a renomada DJ brasiliense Odara Kadiegi. Ambos comandam a Homem Foguete, que ainda conta com o show da incrível cantora e saxofonista Pina. Na Globo da Morte, a talentosa DJ Savana e o renomado pesquisador de black music, DJ Wash. Quer ir? Festa Matinê, dia 24 de junho (sábado), no Beco da Externa Club (SCS Q. 5 BL B – Asa Sul), das 15h às 22h. Ingressos: sympla.com.br Fotos: Divulgação

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Cinco opções culturais para curtir o finde em BSB

O finde tem teatro, shows e esporte no mar de entretenimento que Brasília se transformou Atenção querido leitor que espera avidamente o fim de semana chegar para sair PERAMBULANDO por aí à procura de diversão. Preparei com todo carinho, uma seleção de eventos entre as inúmeras atividades culturais e de lazer que a capital federal oferece neste fim de semana, que começa hoje (16) e vai até domingo (18). Então se liga que só tem o crème de la crème. E a nossa primeira sugestão é o Funn Festival, que encerra suas atividades trazendo shows imperdíveis nas noites de sexta e sábado: Blitz e Roupa Nova (16); Péricles, Belo e o Grupo Pixote (17). Porém, se você nunca passou por lá, o superevento oferece também inúmeras opções gastronômicas (Yukatán, Café e um Chêro, Açougue do Berg, entre outros); áreas kids e fitness; além de um verdadeiro parque de diversões com diversas atrações. Prepare o celular para fazer inúmeras selfies, pois a cenografia é espetacular, com destaque para o castelo que conta com laguinho, onde rola teatrinho e pedalinho. Preços, horários e demais informações no @funnfestival. Outro show que vai rolar hoje a noite (16) é o do cantor Tiago Iorc, que traz sua turnê Daramô a Brasília em apresentação única, no Centro de Convenções Ulysses, abertura da sala às 19h, e ingressos a partir de R$ 50 (meia-entrada), disponíveis no site www.alphatickets.com.br. Então, se você é fã, prepare o coração pois o repertório é composto por lançamentos como Saudade Boa, Tudo o que a fé pode tocar, e grandes sucessos como Amei te ver e Tangerina. Resumindo, a apresentação promete! Ah! E a galera que curte o som dos anos 1980 vai poder curtir o Tributo ao Rei do Pop, show que também está na agenda do Centro de Convenções, marcado para este sábado, a partir das 22h. No palco, Rodrigo Teaser, conhecido internacionalmente por ser um dos maiores intérpretes de Michael Jackson. Detalhe, ao seu lado, Kevin Dorsey e Jennifer Batten, respectivamente backingvocal e guitarrista que faziam parte da banda original do grande astro. Thriller, Billie Jean, Bad, Beat It, Black orWhite e tantos outros hits eternizados por MJ estarão no line-up. Com ingressos a partir de R$ 80 (meia-entrada), você tem mais informações no www.tributoaoreidopop.com.br. Que tal agora aumentar a adrenalina consideravelmente? Amantes de esportes radicais, no Centro Cultural Banco do Brasil vai rolar neste sábado e domingo (17 e 18) o Imagine Skate Tour, promovido por Bob Burnquist que éum dos maiores nomes do skate mundial. Aberto ao público, o evento promete uma imersão na cultura do skate, além de abordar temas de tecnologia, NTF, educação e cidadania. Tem desafios, provas, skatistas famosos e shows da banda Colomy, de André Frateschi (atual vocalista do Legião Urbana) e do grande Supla. Cata aí o insta @ccbbbrasilia para não perder nenhum detalhe do agito. E que tal perambular de bike e fazer boa ação ao mesmo tempo? Pra quem curtiu a ideia, a primeira edição do Pedal Solidário acontece lá na Ceilândia, no sábado, das 8 horas à meia noite, e no domingo, das 8h às 17h. A concentração é na frente do restaurante comunitário da cidade e a inscrição de cada ciclista é garantida mediante a entrega de 1 quilo de mantimento não perecível. Destaque para o Pedal Noturno, com percurso de 5 quilômetros na avenida Hélio Prates, a partir das 20 horas de sábado, onde são esperados cerca de 3 mil ciclistas. O evento terá ainda apresentações de artistas locais, food trucks, atividades recreativas — como spinning, zumba e massoterapia —, brinquedos infláveis, distribuição de algodão-doce e pintura de rosto, além de atendimento oftalmológico gratuito. Mais informações (61) 99802-0404. É isso aí, seja qual for sua escolha, com certeza a diversão estará em garantida. Bom fim de semana.

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Hamilton de Holanda em tributo a Dominguinhos no Complexo do Choro

Projeto conta com programação quinzenal para o brasiliense curtir os finais de semana com dança, teatro infantil, rodas de choro e muita música, no centro da Capital Federal O Ministério da Cultura, a Shell e o Instituto Cultural de Educação Musical de Brasília (ICEM) apresenta mais uma etapa do Complexo Cultural do Choro de Brasília, com muita arte, cultura e entretenimento no tradicional Espaço Cultural do Choro. Realizado a cada 15 dias, o projeto seguirá com apresentações especiais até janeiro de 2024. Em junho, a atração principal é o multitalentoso compositor e instrumentista Hamilton de Holanda, prestando homenagem a Dominguinhos. Nos dias 17 e 18, o público presente terá acesso a diversas expressões culturais locais e nacionais para todas as idades. “Valorizar as pessoas e empoderar vidas são compromissos da Shell. O Complexo Cultural do Choro contempla estes objetivos ao valorizar a cultura e fomentar o empreendedorismo. Estamos orgulhosos por fazer parte deste projeto”, afirma Glauco Paiva, gerente executivo de Comunicação e Responsabilidade Social da Shell Brasil. A já conhecida “Roda de Choro dos Alunos e Professores da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello” voltará a se apresentar no sábado, 17 de junho, a partir das 10h, na área externa do Espaço Cultural do Choro, seguida da roda de samba com Feijoada, evento tradicional da Casa. Já a noite, o Clube do Choro recebe Hamilton de Holanda. “É uma emoção muito grande voltar ao Clube do Choro de Brasília. Foi no Clube que me apresentei em público pela primeira vez na vida em 1981, quando tinha 5 anos de idade, então sempre passa um filme quando toco lá”. Acostumado a fazer música para quem quer sentir-se bem, Hamilton homenageará um ícone e celebra essa energia. “Homenagear Dominguinhos é certeza de música que faz bem para o corpo e para alma: as melodias dele purificam o ambiente, são como água mineral bebida direta da fonte. Vai ser uma noite inesquecível!”, afirma.  “É uma grande honra poder compartilhar o trabalho da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello em um projeto tão importante para a cultura brasileira, como este do Complexo Cultural do Choro. Ao som do choro, os brasilienses têm a oportunidade de apreciar o gênero musical que expressa com tanta riqueza e autenticidade a música instrumental brasileira”, destaca Reco do Bandolim, presidente do Clube do Choro de Brasília. No domingo, 18 de junho, a programação inicia às 16h para reunir a criançada no “Piquenique Chorão” com o “Tome sua poltrona”, da cia Circo Rebote. O espetáculo é um convite para o público se acomodar e se divertir com dois palhaços, Berinjela e Trompetino, que entram em cena para realizar um grande show de circo. Mas, eles são muitos desastrados, o que resulta em uma série de situações cômicas. Os palhaços apresentam números musicais com trompete e bateria e acrobáticos. O espetáculo traz uma série de momentos circense repletos de palhaçaria clássica. O “Choro Livre”, marcado para às 17h no Clube do Choro, terá como convidados: A cavaquinhista e bandolinista Mariana Sardinha, que esteve na abertura do projeto. O saxofonista Esdras Nogueira, que tocou por quase 2 anos na banda Móveis Coloniais de Acaju e o gaitista brasiliense Pablo Fagundes. E para finalizar, a banda Passo Largo estará no comando do “Domingo no Clube”, às 19h30. O grupo tem seu som baseado no rock, pop, funk e jazz, mas flerta com diversos outros estilos como baião, reggae, frevo, tango e salsa. Tal diversidade surge naturalmente devido à história musical e às influências dos instrumentistas. Marcus Moraes na guitarra, Vavá Afiouni no baixo e Thiago Cunha na bateria. Eles buscam uma fusão sonora que ao mesmo tempo em que se apodera do groove, do peso e da improvisação, deixa clara a impressão de melodias “cantáveis”, que mesmo em trechos aparentemente complexos mantêm uma leveza para compreensão. Programação do primeiro final de semana de junho: 17 de junho, sábado 10h – Roda de Choro dos Alunos e Professores da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello 20h30 – Hamilton de Holanda em um Tributo ao Mestre Dominguinhos 18 de junho, domingo 16h – Piquenique Chorão, com o espetáculo “Tome sua Poltrona” com a Cia Circo Rebote 17h – Choro Livre convida: Mariana Sardinha, Esdras Nogueira e Pablo Fagundes 19h30 – Domingo no Clube, com show da banda Passo Largo Quer ir? Complexo Cultural do Choro de Brasília Dias: 17 e 18 de junho (sábado e domingo) Endereço: Espaço Cultural do Choro – Setor de Divulgação Cultural – Eixo Monumental. Telefone: (61) 3226-3969 Acesso livre e gratuito, com exceção do Tributo ao Mestre, ingressos em bilheteriadigital.com.br/icem. Valor: R$ 50 (meia-entrada) / R$ 100 (inteira). Classificação indicativa: livre para todos os públicos.

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The Flash está finalmente entre nós

Primeiro longa metragem do herói entrega diversão em meio a uma grande lição de vida Eletrizante! Se fosse pedido a este colunista para resumir o filme The Flash em apenas uma palavra, provavelmente, este seria o melhor adjetivo, não obstante às duas horas e vinte e quatro minutos da película que, assim como o super-herói, parecem passar mais rápido do que na realidade.   Eis aí outro ponto interessante, realidade, o mote central desse primeiro longa-metragem do personagem da DC que é capaz de ultrapassar a velocidade da luz e que, se valendo de seu superpoder, tenta mudar uma tragédia no passado, mas que acaba trazendo consequências desastrosas para o futuro, assim como para as diversas possibilidades de existência do multiverso. A produção que tem direção de Andy Muschietti, Ezra Miller, Ben Affleck e Michael Keaton (Batman), Sasha Calle (Supergirl) nos papéis principais agrada bastante aos fãs por diversos fatores: pela fidedignidade com que eles interpretam; os efeitos especiais; e um roteiro bem amarrado com piadas nos lugares certos. Combinando tudo isso, o resultado não poderia ser outro, a diversão é garantida. Como assisti ao filme na sessão de imprensa, a convite da Warner Bros. Pictures e a Espaço Z, ouvi de um amigo crítico de cinema ao falar para outros coleguinhas de profissão, antes mesmo do filme começar: “Vocês precisam aprender a voltar a ser criança”. E eu concordo plenamente, pois fazendo parte da galera 50+, cresci lendo história em quadrinhos que se materializam na tela e me ajudam a resgatar memórias, sonhos e fantasias. E o filme The Flash, que traz a ilusão de mundos que se colidem, tem tudo para fazer colidir gerações nas salas de cinema mundo afora. Isso eu não tenho a menor dúvida em afirmar, pois é notório que a magia que filmes de super-heróis se materializam na mistura de fãs da minha idade, com aqueles de 40+, 30+, 20+, 10+ e até abaixo dessa faixa etária diante das telas, com os olhos brilhando a cada reviravolta da trama. Agora, sem spoilers, qual a lição que tiramos da película? Aquela onde Flash irá aprender que, mesmo com o poder de mudar tudo, existem escolhas muito caras que precisam ser feitas e que não dependem apenas da nossa vontade, mas da consciência do processo de crescer, amadurecer e seguir adiante, assim como ele o fez desde quando adquiriu seus poderes, aprendendo as lições da vida o mais rápido possível PERAMBULANDO por aí! Foto: Divulgação

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No Royal Tulip: A vida de um pai moderno, com Marcelo Serrado

Inspirado nas vivências e relatos de pais contemporâneos, o ator leva à cena situações inusitadas e cômicas de um lar com uma pré-adolescente e dois bebês Os múltiplos dilemas e demandas de um pai nos dias atuais, vividos ou ouvidos por aí, se transformaram em matéria-prima para Um Pai de Outro Mundo, uma parceria de Marcelo Serrado e Claudia Mauro (vencedora do Prêmio APTR 2017 de Melhor Texto por “A vida passou por aqui”), com direção de Marcelo Saback. A peça cumpre curtíssima temporada no Teatro Royal Tulip, nos dias 17 e 18 de junho. A rotina de um pai, com filhos adolescentes ou bebês gêmeos, traz suas piadas prontas, e às vezes rir de si mesmo é a única saída possível. Interpretando este novo pai, e todos os personagens que gravitam à sua volta (mãe, filhos, filha), Serrado retrata o caos e a delícia dessa vida em que é preciso se desdobrar para dar conta da revolução dentro da casa – e da própria cabeça. Um Pai de Outro Mundo fala da transformação nos padrões de interação entre pais e filhos. Passeando por variadas fases, nem sempre cronológicas, fala de amor e das interações em mão dupla que esta relação provoca as duas partes, se desafiam mutuamente e como são afetadas uma pela outra. “Eles modificam a vida desse pai, um cantor de jingles classe média, com um casamento que tá meio lá, meio cá, eles fazem terapia de casal. Ele está sem dinheiro, e acaba tendo que ter uma relação constante com os filhos. Eu faço todos os personagens. Os filhos, o pai, a mulher, e depois estes mesmos filhos quando mais velhos. É uma comédia que pode emocionar muito. Fala desse pai de hoje, que tem que estar com os filhos também. O público tem tudo para gostar e se identificar.”, conta Marcelo Serrado. Quer ir? Um Pai de Outro Mundo Teatro Royal Tulip (SHTN Trecho 1 – Brasília), 17 e 18 de junho, sábado, às 20h, e domingo, às 19h Plateia: R$ 120 (inteira); R$ 60 (meia); e R$ 80 (ingresso solidário com doação de 1 kg de alimento). Plateia popular: R$ 50 (inteira); e R$ 25 meia. Antecipados www.sympla.com.br ou na Belini (113 Sul) sem taxas. Bilheteria funciona no teatro apenas nos dias de apresentação a partir das 14h até o início do espetáculo. Classificação indicativa: não recomendada para menores de 12 anos. Não será permitida a entrada após o início do espetáculo. Fotos: Rogerio Faissal e Ricardo Brajterman/Divulgação

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