Sim… Brasília comemora os 50 anos do Hip-Hop!

Com a exposição Graffiti Rivas Vida Hip Hop, a revolucionária e contagiante cultura é patrimônio imaterial do DF É isso mesmo, ele virou um cinquentão, porém, ninguém diz, tampouco acredita. O Hip-Hop, estilo musical que nasceu em uma festa que rolou em um apartamento no Bronx, em New York City, pelas mãos do DJ Kook Herc, no dia 11 de agosto de 1973, é hoje o segundo ritmo mais ouvido no Spotify em todo o mundo. Nada para um som que nasceu marginal. Só para se ter uma ideia, o Brasil é o terceiro país na lista dos que mais consomem o gênero, e claro, a cena em Brasília é efervescente. E para quem quiser se aventurar, conhecer e fazer descobertas sobre a força dessa cultura em terras candangas – que ultrapassou as barreiras musicais, se transformando em um verdadeiro estilo de vida, ela está muito bem representada na exposição Grafitti Rivas Vida Hip Hop, cujo vernissage ocorreu na última sexta-feira (11), no dia do B’Day do Hip-Hop, ocasião quando também foi lançado o minidocumentário biográfico do artista, lá na Biblioteca Nacional de Brasília.   Fazendo um justo resgate histórico para quem não o conhece, Rivas – que já foi conhecido como Kabala, é um artista multimídia detentor de inúmeros prêmios, ícone da cultura Hip Hop, onde atua indissociavelmente na maioria de seus segmentos, principalmente no grafitti. B.Boy e dançarino, ele foi fundador e influenciador de diversos grupos e equipes (crews) de Brake Dance; além de atuar também como Rapper/MC de reconhecimento nacional. Foi ele quem fundou o Encontro de B.Boys e B.Girls BSB-DF e Entorno, evento fixo no calendário cultural de Brasília há mais de 30 anos. Um parêntese… seu irmão foi o DJ Jamaika dono do hit Tô Só Observando, que chamou a atenção de toda a indústria fonográfica nacional. Ele que já participou do aclamado grupo Câmbio Negro, fundou com Rivas o grupo de rap Álibi, que contava com o apoio de Rei, do Cirurgia Moral. Infelizmente, o artista morreu aos 55 anos no último mês de março, depois de lutar muito tempo contra um câncer na coluna. Inclusive, é nítida a homenagem de Rivas a Jamaika na exposição em cartaz na Biblioteca Nacional, que reúne um acervo de 31 telas inéditas, peças de vestuário, jaquetas, bonés, camisetas, tênis, moletons e coletes, e ainda uma coleção com o nome da mostra com 50 camisetas. Produtor e arte-educador, Rivas, dedica parte da programação do evento à oficinas de graffiti para crianças e suas famílias no Espaço Kids/Geek (2º andar da Biblioteca), nos dias 09, 16 e 30 de setembro, das 9h às 11h. Também estão previstas visitas guiadas com seis escolas públicas em Brasília, onde irão rolar oficinas de rap. O mais legal é que toda essa programação vem de encontro à lei nº 7274/2023 de autoria do Deputado Distrital Max Maciel, que foi aprovada pelo IPHAN e pelo Governador Ibanês Rocha, tornando o Hip Hop Patrimônio Cultural e Imaterial no Distrito Federal. “Esse movimento representa milhares de jovens periféricos. Vale lembrar que já temos o Break como esporte olímpico e a arte do Grafitti reconhecida internacionalmente. Estamos preparando um inventário do Hip-Hop no DF. Além disso, vale ressaltar que esse movimento salva vidas nas periferias desse país”, destaca Max Maciel. Coerente, com mais de 35 anos de carreira e absolutamente engajado, Rivas é um formador de opiniões que incentivou a milhares de jovens e cidadãos a expressarem suas realidades de vida através da cultura Hip-Hop. Um nome que você não pode deixar de conhecer. Visite e exposição e confira abaixo mais cliques feitos por este colunista na abertura de Grafitti Rivas Vida Hip Hop: Serviço: Exposição Grafitti Rivas Hip Hop Onde: Biblioteca Nacional de Brasília (Complexo Cultural, Esplanada dos Ministérios) Quando: 12/08 a 12/10, de segunda a sexta-feira, das 9h às 20h; sábado das 9h às 14h Classificação Livre Mais informações: 3325-6257 / @rivas.artesvisuais

Sim… Brasília comemora os 50 anos do Hip-Hop! Read More »

Olha aí… agendinha cultural chegando na virada do sextou!

Entre as inúmeras festas, peças, exposições, trazemos a seleção de shows que estão rolando na cidade. Qual deles será sua escolha? Eita que Brasília está com tanta coisa acontecendo, que quando a gente vê já chegou o finde e onde é que estão as dicas para você sair PERAMBULANDO por aí??? Ahááá! Estão bem aqui Querides! E a gente já começa lembrando que a topíssima Gloria Groove estará se apresentando no festival Na Praia neste sábado (12), a partir das 18h, e o ingresso meia-social tá saindo por R$ 200 (duzentos reais). Acesse este link para comprar, caso ainda tenha (tinha até nossa última consulta). Ah! De quebra você ainda assiste ao show de Duda Beat e confere a participação especial de Pabllo Vittar por lá. Tem mais de 16 anos? Então, pode ir de boa e rebolar até o chão! No sábado (12) também tem outro festival da hora rolando: é o Rap Game, que será realizado a partir das 11h, no Bosque do Estádio Mané Garrincha, reunindo cerca de 20 artistas nacionais e locais, entre eles Djonga, Poze do Rodo, Tasha & Tracie, Pacificadores, Major RD, MC Marechal, Sidoka, DJ Seu, Recayd Mob e GuindArt’121. A festa vai durar mais de 12 horas sem interrupção. No local vai rolar também batalha de rimas, dance e intervenções de grafiti também. “A proposta do Rap Game é inovadora e une todas formas de expressão da cultura Hip-Hop, além de valorizar os artistas locais e promover a inclusão social e a diversidade cultural. É um encontro de gerações!“, explica Rafael Freire, responsável pela organização do festival em Brasília. Os ingressos estão à venda pelo site Showpass e custam entre R$ 90 a R$ 120 e a classificação indicativa é de 16 anos. Domingo é o Dia dos Pais, mas se você quiser curtir com ele desde o sábado, o Pátio Brasil está trazendo Renato Teixeira e seu filho, Chico Teixeira, como atração de um show bem good vibes gratuitaço que vai rolar a partir das 18h no Varandão daquele centro comercial. Os músicos transitarão por várias vertentes da música, desde o caipira mineiro ao folk, passando pelo blues e MPB. O conjunto de composições contará com uma seleção especial de músicas dos dois artistas, incluindo sucessos como: “Romaria“, “Tocando em Frente“, entre outros. Convida o Coroa e bom show! Outro evento muito massa que vai rolar é o icônico palco-bolha do Buraco do Jazz no jardim do CCBB Brasília em uma edição Weekend, com  Andreza Marques Banda e Sabor de Cuba no sábado (12/08), a partir das 17h, e no domingo (13/08), para celebrar o Dia dos Pais, apresentação de Soul Jahzz e Bell Lins. O legal é que toda a família pode ir curtir junto, não somente as atrações musicais, como Além dos shows, o público poderá desfrutar da programação do local, que traz exposições de arte e mostras de filmes. Atenção, não pinte por lá antes de retirar seu ingresso neste link! O Clube do Choro é outro que também tem programação para os dois dias do fim de semana. No sábado (12), rola a tradicional Roda de Choro, desta vez com os alunos e professores da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello. Curta os acordes dos bandolins, dos cavaquinhos, das flautas, dos violões, dos pandeiros, a partir das 10h, bem como da tradicional Feijoada da Casa que acontece na sequência. Já no domingo (13), a partir das 14h e segue até às 21h, trazendo DJs, música, dança, pintura, grafite, moda, Feira Criativa com exposição de arte e artesanato, encerrando o dia com a Conexão Charme.BR. É só chegar! Para finalizar esta agenda, quero falar sobre a Turnê de 50 anos de Chitãozinho e Xororó, que chegará em Brasília só no mês de outubro, mas que já está vendendo ingressos para quem gosta de se adiantar e garantir melhores lugares e preços mais em conta. Essa comemoração da carreira da dupla está marcada para o dia 28, um sábado, no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade. Já é sabido que no repertório da turnê estão os grandes hits que todos amam como Galopeira, 60 dias apaixonado, Fio de Cabelo, Evidências, Nuvem de Lágrimas, Se Deus me Ouvisse e Sinônimos. Com preços a partir de R$ 200, os ingressos podem ser adquiridos no site Guichê Live. A todos que sairão PERAMBULANDO por Brasília, curtindo os agitos, um bom final de semana! Fotos: Divulgação

Olha aí… agendinha cultural chegando na virada do sextou! Read More »

Agosto, mas pode chamar de Mês da Fotografia

Com abertura de cinco exposições simultaneamente, Festival tem programação intensa para amantes da 8ª arte Foi dada a partida da 10ª Edição do Festival Mês da Fotografia, que chega neste ano com uma extensa programação, toda ela baseada no tema “Reencontros e suas Possibilidades”. Vale lembrar que, depois da pandemia, essa é a primeira vez que o evento acontece presencialmente e, como a saudade era grande, essa festa já chegou chegando com a abertura de cinco exposições ao mesmo tempo, além de uma belíssima projeção mapeada, tudo com pompa e circunstância de um vernissage in loco, na última quinta-feira (3), na Galeria Térreo do Museu Nacional da República. E se este colunista fosse resumir esse rolê em uma única palavra, diversidade seria o termo perfeito para traduzir os cliques democráticos presentes tanto da VIII Exposição Coletiva, bem como nas mostras Chão de Cores (do Coletivo Retratação); Afro Futuro (do Coletivo Jovens de Expressão); 1st Brazilian International Photography Circuit (dos Coletivos Fotoclubes); e Mosaico FotoDesejo, que ficarão abertas à visitação pública até o dia 10 de setembro. Então já pode ir PERAMBULANDO por lá a qualquer momento para conferir as mostras que, reunidas, somam mais de 120 imagens. A propósito, essas fotos foram as mesmas que fizeram parte da Projeção Mapeada que, como mostra essa reportagem, deixou a cúpula do Museu muito mais lúdica e encantadora na ocasião, magia que se repetirá na noite do próximo dia 19 de agosto, Dia Mundial da Fotografia. Então, se você perdeu esse meeting semana passada, já anota na agenda para não ficar de fora da próxima exibição. Inclusive, clicando neste link você acessa o site do Festival Mês da Fotografia e toda sua programação, que contará ainda com a abertura de outras exposições, palestras, shows, mercado de fotografia e muito mais. Este colunista classifica ainda como imperdível tudo o que está previsto para acontecer no Pavilhão Espaço da Fotografia Photo Experience + LAB, que será construído na área externa do Museu Nacional da República, com funcionamento entre os dias 16 e 20 de agosto. Por lá vão rolar os espaços FotoTEC, Mercado da Luz, Summit Experience, Art Meeting, além de bate-papos e workshops de diferentes temáticas e totalmente gratuitos. Vale destacar também alguns dos encontros como o do Igor Valter (que vai falar sobre NFTs no Mercado da Arte – 16/08); de Gilberto Lima (e o tema das Artes visuais, novas tecnologias e Inteligência Artificial – 17/08); e o do Mateus Morbeck (explicando as Artes Visuais Tecnologia e Inteligência Artificial – 18/08). Todas essas atividades se passarão no Auditório 2 do Museu Nacional. Para finalizar, anote por aí o Leilão de Fotografias com Coletivo Sebastianas, que contará com a participação da DJ Úrsula Zion, no palco principal do Pavilhão Espaço da Fotografia, no dia 20 de agosto. Essa será uma oportunidade para adquirir fotos bem legais para pendurar na parede da sua casa ou ambiente de trabalho, pois só vai ter foto linda!  Então #ficaadica e não deixe de acompanhar o perfil do Festival Mês da Foto no Instagram para dar aquela força e confira mais cliques de quem deu check na abertura das exposições com clicks exclusivos feitos por este colunista:     Fotos: Capa – Cristiano Costa / Expo e sociais – Gilberto Evangelista

Agosto, mas pode chamar de Mês da Fotografia Read More »

Em Sampa, CasaCor é certificada como Lixo Zero

Mostra recebeu certificação a Zero Waste International Alliance (ZWIA) por meio do Instituto Lixo Zero Brasil A CASACOR São Paulo recebeu, pelo terceiro ano consecutivo, o Certificado Lixo Zero, com impressionante índice de 99,7% de desvio de aterro e nota A em boas práticas. Respeitando a metodologia estabelecida pela Zero Waste International Alliance (ZWIA) por meio do Instituto Lixo Zero Brasil, a auditoria teve como objetivo avaliar a aplicação da hierarquia Lixo Zero, tanto com base nos documentos enviados quanto na visita in loco. A preocupação com a redução de resíduos foi uma constante na organização do evento. Nesta edição, incentivou-se o uso de lonas plásticas no contrapiso para diminuir a aderência da argamassa, possibilitando que os pisos sejam removidos sem quebras durante a desmontagem. Dessa forma, podem ser reaproveitados em outras obras ou doados. O mesmo acontece com móveis, portas, espelhos, vidros e outros, evitando descarte. Os resíduos gerados na edição 2022 equivalem a 4 dias de produção em uma cidade de 210 mil habitantes. Os cálculos foram baseados nas 875 toneladas geradas pela mostra no ano anterior, sendo que nenhuma dessas toneladas foi enviada para aterro sanitário. Entre outras medidas adotadas pela organização estão também as obras secas, economia e reutilização de recursos hídricos, economia de energia, coleta seletiva, programa de reciclagem e destinação adequada.   “O evento CASACOR São Paulo é um grande laboratório que nos permite experimentar inovações com criatividade sempre associadas às melhores práticas sustentáveis. Esperamos que esta conquista seja inspiração para todo o mercado”, afirma Darlan Firmato, Gestor de Sustentabilidade da mostra. Segundo Matheus Peçanha, do Certificado Lixo Zero, “a Casacor vem se mostrando, além de uma mostra de arquitetura, um case de sustentabilidade e ESG em muitas frentes, sendo uma referência hoje. Fazer e manter uma gestão de resíduos de maneira eficiente é um grande desafio, que tem sido contornado com grande maestria”. A conscientização de arquitetos, designers de interiores e paisagistas, além do reforço de parceiros como Ciclo – que cuida da Gestão de Resíduos e Carbon Free – responsável compensação de carbono do evento, aliadas ao acompanhamento constante da direção do evento, fez com que a CASACOR evoluísse até o estágio atual. De acordo com Vicenzo Zaratin, da Ciclo, “um dos principais pilares deste evento é a sustentabilidade. Por isso, desde sempre foi inegociável nossa meta de não agredir o meio ambiente no país. A metodologia lixo zero foi uma ferramenta importante, e sua certificação representa a validação de que a CASACOR, mais uma vez, permanece no caminho certo.” Fotos: Divulgação

Em Sampa, CasaCor é certificada como Lixo Zero Read More »

É quinta, mas já pode programar o finde

Confira já opções culturais peneiradas por quem é especialista em sair PERAMBULANDO por essa capital desvairada Brasília, final de semana ainda nem chegou e você já está pensando no que fazer para sair do marasmo? Pois está com 100% de razão, afinal, é fato que este colunista também sairá PERAMBULANDO por aí com destino certo: a festa A Volta dos Anos 80, o agito perfeito para um “Influencer New Face 50+” como eu. Não somente pela seleção musical, que trará muito Pop and Rock das antigas, mas principalmente pelo cenário, escolhido: a Piscina de Ondas, no Parque da Cidade, um lugar cheio de memórias afetivas para quem se divertiu por lá quando era criança. Então anote aí, o Estacionamento 7 é o ponto de encontro; a festa, que tem classificação indicativa de 18 anos, é no sábado (5) começa a partir das 19h (pôr do sol) e tem ingressos a R$ 70 (segundo lote), mas vale à pena checar direitinho valores e opções na Bilheteria Digital e também seguir o @voltaaosanos80. Com certeza outro programa que vai estar bem concorrido é a última etapa do Festival Sinfônico IV, que recebe na Concha Acústica de Brasília, nesse sábado (5), o multitalentoso compositor e instrumentista Hamilton de Holanda. Foi ele quem reinventou o tradicional Bandolim de 8 cordas adicionando um par de cordas e combinado com os solos rápidos, contrapontos e improvisações, inspira uma nova geração a pegar o bandolim de 10 cordas e incorporar nos diferentes gêneros. “É uma alegria imensa reencontrar a Orquestra Filarmônica e poder tocar para gente que me conhece desde o começo de minha carreira, daí sempre rola uma emoção além do normal. Vai ser lindo!“, ressalta Hamilton sobre o Festival, que é apresentado pelo Ministério da Cultura e pela Shell. A programação começa às 18h30 e os ingressos já estão disponíveis no site da Bilheteria Digital. Doadores de um pacote de absorvente com abas terão direito a comprar o ingresso pelo valor da meia-entrada de R$ 15. Vamos seguindo com a vibe musical lembrando você de que o Terraço Shopping está com uma programação musical bem bacana para todos os finais de semana do mês de agosto. E o esquema funciona estilo dobradinha, ou seja, no sábado o som embala o jantar (às 19h30) e no domingo, o almoço (às 13h). Então, nesses dias 5 e 6, estarão por lá Carlinhos Veiga e Trio (de voz, viola e violão); e o guitarrista, produtor musical e arranjador Kadu Araújo, respectivamente. Sugerimos seguir @terracoshopping para não perder nadica de nada da programação que, além de boa, é gratuita. E para o pessoal que ama artes visuais, fica o aviso de que a Caixa Cultural Brasília recebe, de 1º de agosto a 10 de setembro, a Programação expositiva e audiovisual do Museu das Mulheres. Com curadoria de Sissa Aneleh Batista de Assis (Diretora do Museu das Mulheres), o evento vai celebrar as contribuições das mulheres pioneiras nas artes plásticas de Brasília por meio da Mostra Coletiva Trajetórias Femininas – Primeira Geração de Artistas Plásticas de Brasília, com obras de Betty Bettiol, Helena Lopes, Lêda Watson, Marlene Godoy, Naura Timm e Ray di Castro. Além disso, também serão exibidos filmes produzidos por cineastas mulheres, abordando o protagonismo feminino negro na direção de cinema documentário em Brasília presentes na Mostra de Cinema “Elas Estão na Direção”, com películas de Edileuza Penha, Marisol Kadiegi e Jamila Terra. Tais iniciativas reafirmam a importância em promover a visibilidade e a valorização do trabalho artístico de mulheres, que prezam pela originalidade da pesquisa em linguagens artísticas, uso de técnicas inovadoras e temáticas do universo feminino. Entrada gratuita e classificação livre. Informações, horários, extras clique aqui ou acompanhe o @museudasmulheres_oficial. Essa notícia é para a galera animada, que não mede quilômetros para curtir uma boa farra. O Festival Deu Praia Tour convoca a galera da cidade para ir curtir Natiruts, 3030, Bloco Eduardo & Mônica e a cantora Ana Vilela no Beira Rio (Próximo ao Centro Histórico de Pirenópolis). Unindo música, entretenimento e atividades esportivas para toda a família o evento multicultural começa na sexta-feira (4), a partir das 18h, e segue até o domingo (6), quando a garotada vai poder se divertir a partir das 9h. Os ingressos estão à venda pelo site Uau Tickets e custam a partir de R$ 90 (meia-entrada). Fique por dentro de todos os detalhes seguindo o @deupraiatour. Vamos finalizar esse projeto (bem executado, modéstia à parte) de “agenda cultural” falando de um rolê que, na verdade, acontece na próxima terça-feira (8) com a apresentação do espetáculo Café não é só uma xícara, pelo Grupo Tápias lá no Sesc Ceilândia Newton Rossi, às 20h, com entrada franca. A companhia de dança contemporânea franco-brasileira, que tem como coreógrafa a bailarina Flávia Tápias, foi buscar inspiração em obras do fotógrafo Sebastião Salgado, colocando em cena sentimentos e sensações vindos da pesquisa realizada sobre o café, uma bebida tão presente na vida dos brasileiros, que evoca tradições, crenças e espiritualidade. Com certeza, é o tipo de apresentação para não se perder de modo algum. Portanto, siga @grupotapias. Boas PERAMBULADAS por aí! Fotos: Divulgação

É quinta, mas já pode programar o finde Read More »

“Circuito Utópico” – o limite da arte digital e analógica

No Espaço Cultural Renato Russo, primeira individual de Luiz Ricardo traz questionamentos sobre a estética das artes nos dias atuais A Galeria Parangolé, do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul, recebe a primeira exposição individual do artista brasiliense Ricardo Luiz: “Circuito Utópico”. Sob a curadoria de Wagner Barja, a mostra ficará em cartaz entre 3 de agosto a 19 de setembro. Nela serão exibidas cerca de 30 obras, realizadas no período de 2019 a 2023, onde o visitante poderá conferir uma de série relevos 3D, peças em dobraduras de papel algodão como suportes de rigorosa pintura. “São formas e cores marcantes com desenhos sobre volumes, onde as linhas do exímio desenhista brincam com os elementos geométricos da composição. O jogo das cores que anima o olhar faz parte da estrutura de todo o conjunto da obra do Ricardo”, explica o Wagner Barja. Nesse conjunto, a narrativa geométrico-formalista se destaca não só pelo rigor da manufatura, mas também pela destreza e pelo total domínio técnico do processo criativo de Ricardo Luiz onde sempre resta a questão se, a pintura sobre papel é uma colagem digital ou uma pintura de fato? O artista simplifica destacando que “a perfeição é uma meta”. Serviço: Exposição “Circuito Utópico” de Ricardo Luiz Onde: Galeria Parangolé do Espaço Cultural Renato Russo – 508 sul Quando: 03/08 a 19/09/23 – de terça a domingo, das 10h às 20h Quanto: Entrada franca Classificação: livre   Fotos: Ricardo Luiz / Divulgação

“Circuito Utópico” – o limite da arte digital e analógica Read More »

Polêmico e necessário: Antonio Obá, o livro

Vocês já repararam como, muitas vezes, nós desconhecemos brasilienses que são aclamados mundialmente pelo seu trabalho? Arrisco a dizer que Antonio Obá pode ser um desses nomes. Talvez, PERAMBULANDO por aí, você possa ter cruzado com o artista nascido na Ceilândia, que ainda vive e trabalha em Brasília. Mas pode ser que mesmo assim o grande público ainda não saiba o quanto o moço tá bombando mundo afora pelas suas obras que são polêmicas, questionadoras e incômodas por jogar no ventilador e espalhar por todos os cantos o não reconhecimento da raça negra na formação da sociedade brasileira, sempre relegada a um lugar de desprezo. Esse resgate de dignidade atribuiu grande valor ao seu trabalho, que há um tempo já atingiu a cifra acima de um milhão de reais (por obra). Sua arte já foi exposta ou fazem parte de coleções de relevo em Amsterdam, Paris, New York, México, Rio de Janeiro, São Paulo entre outros hot spots. O sucesso é tamanho, que François Pinault, (empreendedor bilionário francês, fundador da empresa de investimentos Artémis e do grupo de luxo Kering – que detém marcas como Saint Laurent, Alexander McQueen e Gucci) tem uma obra de Obá em seu acervo. É indiscutível o quão longe chegou e ainda poderá chegar esse filho de uma dona de casa e de um entregador de gás, até mesmo porque, Obá completa 40 anos de idade em 2023, onde 20 deles foi trilhando seu caminho nas artes plásticas e outros tantos ensinando educação artística e processos criativos como professor no Centro Educacional 15 de Ceilândia, e no Centro de Desenvolvimento de Potencial Criativo (CRIAR), para crianças e adultos em Taguatinga. Hoje, faz parte da elite da arte contemporânea brasileira representada pela Mendes Wood DM, galeria de São Paulo com filiais em New York e Bruxelas. Leigo ou fã, o melhor dessa notícia chega agora para você: nesta semana teve lançamento do livro Antonio Obá (Editora Cobogó), na Livraria da Travessa, localizada no Casapark.  Com textos das curadoras Diana Campbell e Diane Lima, a edição reúne pinturas, objetos e performances criadas pelo artista que investiga as contradições na construção do Brasil, refletindo sobre a ideia de uma identidade nacional a partir do tensionamentoda memória racial, histórica e política do país. Perturbando arquétipos e padrões impostos pela sociedade, suas obras tiram o corpo negro de um lugar de vergonha e exploração para, em suas próprias palavras, “recuperar, reconfigurar e narrar imagens que podem resgatar a dignidade de um corpo que foi historicamente negado, marginalizado, comercializado, distorcido e apagado.” Este colunista esteve presente ao lançamento, ao lado de inúmeros convidados. Era tanta gente reunida no local na última terça-feira (25), que só a fila de autógrafos durava cerca de duas horas. O que posso ressaltar ainda é que o livro é nota mil, e você pode conferir um pouco dessa noite neste vídeo. Para quem se interessar em adquirir a obra, deixo ainda três opções de compra: os sites da Editora Cobogó; da Livraria Travessa; e do Shopping Casapark. Pesquisou, achou e arrematou essa belíssima obra de arte. Por fim, uma última dica para quem estiver PERAMBULANDO por São Paulo até o dia 18 de fevereiro por São Paulo, Antonio Obá está em cartaz com a exposição Revoada na Pina Contemporãnea, a nova galeria da Pinacoteca de São Paulo. Imagens: Divulgação

Polêmico e necessário: Antonio Obá, o livro Read More »

Zezé Motta: “Não tenho arrependimento, tudo é aprendizado”

Mulher, negra e potente. Assim é a atriz e cantora que estreia terceira de programa que enaltece mulheres negras A multiartista Zezé Motta estreou a terceira temporada do “Especial Mulher Negra 2023” no canal E! Entertainment. O programa foi exibido para homenagear  o Dia da Mulher Negra, Latino-americana e Caribenha. Gravado no Santa Teresa Hotel RJ – MGallery, a atração contou com performance da Iza, cantando “Meu Talismã”. O especial também trouxe personalidades  da arte e do ativismo negro, como Elisa Lucinda, Taís Araújo, Dandara Mariana, Clara Moneke, Luedji Luna, Liniker a Ministra da Cultura Margareth Menezes, jornalista e apresentadora Maju Coutinho e Sônia Guimarães, primeira mulher negra brasileira doutora em Física e a primeira a lecionar no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) em depoimentos.  Desde sua primeira edição em 2020, o “Especial Mulher Negra” tem ganhado notoriedade e o apoio de grandes nomes do cenário artístico e ativista, e a presença marcante de Zezé Motta nesta terceira temporada reforça a importância da representatividade e da valorização da cultura negra. Zezé nos deu a honra de uma pequena entrevista. Confira: Você inspira mulheres diariamente com suas ações e palavras. Essa mulher empoderada sempre teve espaço dentro das suas expectativas de vida? Acredito que sempre teve espaço, porém foi uma construção. Tudo que passei nesses quase 80 anos de vida e 55 de carreira, me tornaram a mulher que sou hoje, cada dificuldade e vitória, costumo dizer que não tenho arrependimentos, tudo é aprendizado. Cantar e atuar estão muito lado a lado. Alguma dessas duas funções, que você assumiu com maestria, é mais fácil? Eu amo cantar e atuar, faço ambos até hoje, é uma união que dá certo para mim, acredito que tudo que fazemos com amor flui para nós, não posso escolher um só (risos). O que a Zezé Motta cantora tem a dizer a quem quer ter uma carreira e trajetória de sucesso como a que Zezé Motta mulher conquistou?! Seja firme em suas decisões, acredite no seu potencial e em seus valores e acho que o mais importante, não leve nada para o lado pessoal. Fotos: Miguel Sá/Divulgação/Reprodução Web

Zezé Motta: “Não tenho arrependimento, tudo é aprendizado” Read More »

No MAB: Salvador Aversa – Obras de um colecionador

Em justa homenagem, neto remonta história do avô através de coleção recheada de ícones da arte brasileira A família Aversa é ligada pela paixão às artes plásticas. Paulino é pai, artista prolífico de Brasília que você já deve ter ouvido falar. Afinal, foi ele quem pintou aquelas Kombis que a gente vê “jogadas” no gramado atrás da UnB, quando passamos pelo setor de clubes norte.  Salvador foi o avô, colecionador inveterado, que adquiriu obras de grandes nomes como Rubem Valentim, Ismael Nery, Carlos Scliar, Di Cavalcanti, Inimá de Paula, Alberto Guignard, Tarsila do Amaral, entre outros. Antônio é o neto, jovem marchand e galerista, que trilha seu próprio caminho, demonstrando sinais de que honrará muito bem o sobrenome. Prova disso é a curadoria que acaba de fazer para a exposição “Salvador Aversa – Obras de um Colecionador”, que inaugura nessa quinta-feira (27), no Museu de Arte de Brasília – MAB, que reúne cerca de 60 obras que fazem ou já fizeram parte do acervo da família. Em forma de homenagem, a mostra revela que as escolhas do avô “passavam mais por um critério emocional do que pela valorização das obras. Ele comprava o que tocava seu coração”, afirmar o neto. “Acredito que o gosto dele pela pintura começou com os artistas mineiros que tão bem retratavam as paisagens de Minas Gerais, quando ele ainda era estudante”, completa. Em tempo, a exibição nos convida a percorrer o caminho das artes plásticas brasileira do século XX, sob o olhar de alguém que conviveu com artistas como Athos Bulcão e Burle Marx, dos quais se tornou amigo durante a construção da nova capital. O paulista Salvador, engenheiro civil formado em Minas Gerais, veio parar no Planalto Central respondendo um chamado do próprio Juscelino Kubistchek, em 1958. Aqui, Aversa foi presidente da Novacap em 1970, e foi quando conheceu Oscar Seraphico, grande galerista da época, que seu interesse pelo mundo das artes aumentou, passando a adquirir pinturas e peças incríveis e que agora ganham as paredes do MAB, nessa exposição que tem visitação gratuita, em cartaz durante os próximos 30 dias. Não perca! Serviço: “Salvador Aversa- Obras de um Colecionador” Onde: MAB- Museu de Arte de Brasília Quando: De 27 de julho a 27 de agosto, quarta a segunda-feira, das 10h às 19h Quanto: Entrada franca Classificação: livre Crédito fotográfico: Edgard César/Divulgação

No MAB: Salvador Aversa – Obras de um colecionador Read More »

Rolar para cima