Paulinho da Viola comemora 80 anos com turnê

Brasília recebe show que mais parece uma festa dos maiores sucessos da carreira do artista O cantor e compositor Paulinho da Viola celebra seus 80 anos de idade nos palcos do Brasil com uma grande festa da música brasileira, especialmente do samba. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, os shows tiveram os ingressos esgotados rapidamente e, nas duas cidades, os fãs ganharam sessão extra. Na capital federal, o artista se apresenta no próximo sábado (25), no Centro de Convenções Ulysses. Os ingressos estão à venda no site da Bilheteria Digital. O espetáculo revisita o início do compositor e cantor, desde os tempos do histórico show “Rosa de Ouro”, onde o jovem músico colocava pela primeira vez os pés num palco ao lado de figuras como Clementina de Jesus, Aracy Cortes e Zé Keti, passando pelo saudoso tempo dos festivais. Foi ali que “Sinal Fechado” deu o primeiro lugar a um jovem Paulinho que, de lá para cá, firmou-se como uma voz única e pujante da MPB e do Samba. Neste show, além dos sucessos marcantes de sua trajetória, Paulinho abre espaço para cantar algumas canções que, embora nunca tenha gravado, fazem parte de sua memória emotiva. E certamente há surpresas guardadas para o público, como novas interpretações de músicas já conhecidas, além de pelo menos uma composição inédita, logo na abertura do espetáculo. Com direção geral de Claudio Botelho, o espetáculo é uma festa de Paulinho da Viola, com Paulinho, para Paulinho, e mais do que tudo, para a Música que, com ele e por meio dele, segue cheia de vigor e possibilidades. Artista e sua obra fazem oitenta primaveras e o público celebra como um arranjo pra lá de especial. Ingressos a partir de R$ 100. Bora? Paulinho da Viola / às 21h do dia 25 de novembro / No Centro de Convenções Ulysses / 14 anos / Mais informações: (61) 98141-1990 Foto: Léo Aversa / Divulgação

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Vem aí Os Farsantes de Sergio Raposo

Autor brasiliense radicado no Rio de Janeiro, promove sessão de autógrafos de seu novo romance na cidade   O ano é 2027. No novo Estado policial brasileiro, o influencer conservador Paulo Byron, frequentador da alta-roda do poder, cai em desgraça ao ser acusado de participar de uma tentativa de golpe contra o presidente. Perseguido nas ruas e temendo pela sua vida, ele precisa contar com a ajuda da Resistência Armada Revolucionária. Mas para isso há um preço a ser pago. E qual será ela? Pois bem, a assustadora distopia não muito distante da realidade atual criada por Sergio Raposo revela uma trama intrigante em Os Farsantes  (Editora Ex Machina), romance que virá a público no próximo sábado (25), durante a sessão de autógrafos que acontece das 16h às 19h, na Oto Livraria (302 Norte, bloco E, loja 39, subsolo). Nascido em Brasília em 1972, o autor também é diretor e roteirista de audiovisual no Rio de Janeiro onde vive e realiza documentários e programas de TV sobre temas como educação, cultura e arte contemporânea. Os Farsantes é seu primeiro livro, revelando uma escrita ágil, repleta de ironia e jogos de espelhos. Criando um universo paralelo, que explora as contradições e os absurdos da política brasileira recente, Sergio Raposo propõe uma sátira repleta de camadas que surpreende e envolve o leitor do começo ao fim, dessa obra de 96 páginas que sai por R$ 40 no site da editora, podendo ser adquirida no evento que tem entraga gratuita. Foto: Divulgação

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Onde o Brasil encontra sua arte

Atenção pessoal! A coluna PERAMBULANDO traz como sugestão a 16ª edição do Salão do Artesanato, que está rolando até o próximo domingo (19) lá na varanda da Pátio Brasil. Com o slogan que nomeia esta notinha, o evento que é um dos maiores do Brasil, reunindo artesãos de todas as regiões do país, consequentemente, têm muitas opções de compras, oficinas e entretenimento cultural por lá. Cerâmica, madeira, fios, capim, palha, metal, rendas, bordados e tantas outras tipologias se traduzem nos mais diversos objetos de decoração, uso pessoal, utensílios, móveis, roupas, acessórios e muito mais. É passar, conferir e, quem sabe, já garantir o presente de Natal. Vale destacar ainda que o Salão do Artesanato tem os sócios Rômulo Mendonça e Leda Simone à frente da Rome Eventos – idealizadora da iniciativa – conta com apoio do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB)/ Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Ministério do Turismo, Pátio Brasil Shopping, da Secretaria de Turismo do Governo do Distrito Federal e patrocínio do Sebrae e Correios. Bora lá? 16º Salão do Artesanato / Pátio Brasil / até 19 de novembro – horário de funcionamento do shopping / Entrada franca Fotos: Gilberto Evangelista

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Onde o Brasil encontra sua arte

Atenção pessoal! A coluna PERAMBULANDO traz como sugestão a 16ª edição do Salão do Artesanato, que está rolando até o próximo domingo (19) lá na varanda da Pátio Brasil. Com o slogan que nomeia esta notinha, o evento que é um dos maiores do Brasil, reunindo artesãos de todas as regiões do país, consequentemente, têm muitas opções de compras, oficinas e entretenimento cultural por lá. Cerâmica, madeira, fios, capim, palha, metal, rendas, bordados e tantas outras tipologias se traduzem nos mais diversos objetos de decoração, uso pessoal, utensílios, móveis, roupas, acessórios e muito mais. É passar, conferir e, quem sabe, já garantir o presente de Natal. Vale destacar ainda que o Salão do Artesanato tem os sócios Rômulo Mendonça e Leda Simone à frente da Rome Eventos – idealizadora da iniciativa – conta com apoio do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB)/ Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Ministério do Turismo, Pátio Brasil Shopping, da Secretaria de Turismo do Governo do Distrito Federal e patrocínio do Sebrae e Correios. Bora lá? 16º Salão do Artesanato / Pátio Brasil / até 19 de novembro – horário de funcionamento do shopping / Entrada franca   Fotos: Gilberto Evangelista

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Um presente para todos os dias de 2024

Artista plástica Carmen San Thiago traz memórias da cidade no dia a dia em calendário lúdico Pensar em garantir um presente de Natal pode parecer meio precipitado para alguns, enquanto para outros se adiantar é uma grande solução, ainda mais quando estamos diante de uma obra de arte que rende homenagem a Brasília, feita em série limitada (200 unidades). Sabe aquele tipo de presente útil para usar o ano todo, superautêntico e original? Pois é, este colunista prioriza essas características que elevam a lembrancinha e emocionam quem quer que a venha receber. Sem falar que só dou aquilo que gostaria de ganhar. E quando o preço excelente? Já pensou emocionar gastando só R$ 60 conto? Ok, tá parecendo uma publi, mas não é. O fato é que o calendário anual feito por Carmen San Thiago me emociona desde quando o conheci ano passado (e não o comprei, me arrependo e muito por conta disso). Ele é repleto de pinturas acrílicas que captam a beleza das memórias cotidianas de Brasília, ressaltando a estreita relação com a cidade permeia a trajetória da artista visual, que transita por diferentes suportes e linguagens com uma delicadeza que alia traços e olhares poéticos. Essas cenas da capital reunidas ali celebra as pessoas que dão vida ao concreto em imagens feitas com sua técnica singular, que se utiliza uma paleta de cores vibrantes, transformando episódios aparentemente comuns em visões lúdicas. Inclusive, voltando à história do “presente de Natal”, já pensou dar para uma pessoa especial ou ainda aquele amigo que se mudou de Brasília para outro canto do mundo ou alguém que simplesmente ama esta cidade como você? Este ano não vou dar bobeira e garantir logo o meu pelo @carmensanthiago. Ah! E antes que eu me esqueça, se você curtiu as imagens, tem uma queda por aquarelas e gostaria de se iniciar ou praticar mais a técnica, Carmen estará promovendo a experiência “Tinta, Pão e Vinho”, às 19h da próxima quarta-feira (22), no Lago Norte. Na ocasião, um grupo pequeno de participantes irá se desconectar do mundo diante de um desafio especial: pintar um pão inspirado nas famosas pâtisseries. Ainda será servida uma degustação de pães e acompanhamentos preparada pelo chef Eduardo Sedelmaeir, criando uma atmosfera relaxante e divertida, estimulando criatividade, promovendo momentos de prazer e descobertas artísticas. O valor? R$ 260 (duzentos e sessenta) e o contato é o mesmo Insta acima.   Fotos: Instagram da artista / Divulgação

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A “Mudernage Popular” de Paulino Aversa

Com obras inéditas, artista faz uma de suas maiores e mais importantes individuai no Espaço Oscar Niemeyer   Com vernissage babalado, repleto da galera das artes e de sua turma de amigos das décadas de 1980 e 90, Paulino Aversa – o artista plástico mais pop da capital (na humilde opinião deste colunista) – inaugurou sua mais individual (e uma das maiores): Mudernage Popular – Pinturas e Objetos. O happening rolou no Espaço Oscar Niemeyer, na última quinta-feira (09), e onde a mostra segue aberta para visitação gratuita até o último dia deste ano. Somando  20 pinturas e 15 objetos estilo ready made em tamanhos variados, a exposição grita aos quatro cantos do prédio circular que o artista segue tendo Brasília como sua grande e eterna musa inspiradora. Aqui estamos falando de obras inéditas em releituras que trazem personagens que já vimos aqui e acolá que ganham vida nas cores contrastantes e traços fortes característicos de Paulino, e onde a bossa fica por conta da cultura rock´n roll . “Minha pintura retrata coisas que eu vivi e vi na minha infância e adolescência. Imagens, cores, traços e recortes guardados em lembranças que conectam o presente, passado e futuro. Tudo junto e misturado e tendo Brasília como grande inspiração”, explica o pintor. Para Danielle Athayde, que assina a bdesse show, “a mostra explora a maturidade artística de Paulino, que utiliza elementos que remetem a sua própria história e experiências como meio de expressão e reflexão. Sua abordagem versátil traz à tona referências do cotidiano em suas criações”, que parecem ficar ainda mais ricas e intrigantes graças aos pequenos textos espalhados entre os quadros do publicitário João Paulo Oliveira, também conhecido como João Palmo.   Confira abaixo cliques (deste colunista que também é fotógrafo) do pessoal que pintou lá no vernissage: Gilberto Salomão Para ir PERAMBULANDO por lá… “Mudernage Popular- Pinturas e Objetos” by Paulino Aversa / até 31 de dezembro de 2023 / terça a sexta, das 9h às 18h; sábado, domingo e feriado das 9h às 17h.   Fotos: Gilberto Evangelista

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Três vivas para Dulcina de Moraes

Com recorde de inscrições, Festival Dulcina tem programação variada com 17 peças de todas as regiões brasileiras, sendo uma produção internacional, além de prestar homenagem a Alexandre Ribondi   Ele está de volta! O Festival Dulcina, que acontece entre os dias 10 e 19 de novembro, chega à sua terceira edição em Brasília, trazendo uma rica programação para profissionais, estudantes e amantes do teatro, e que tem como grande homenageada Dulcina de Moraes, força motriz dos palcos e da profissionalização dessa arte no Distrito Federal e no país. Acontecendo no Plano Piloto e em diferentes Regiões Administrativas, o festival soma quase duas dezenas de peças e performances, uma delas de Lima (Peru), além de uma peça e uma exposição dedica ao jornalista, escritor e teatrólogo Alexandre Ribondi. No total serão 10 dias que ninguém vai querer ficar de fora. Entre as diversas novidades sobre o Festival Dulcina 2023 é que ele está dando seu primeiro passo rumo à sua internacionalização abrindo espaço para outros países da América Latina ao receber a participação de Astrágalo (produção encenada dias 10 e 11, às 20h no Teatro Galpão Hugo Rodas do Espaço Cultural Renato Russo, na 508 sul), um depoimento cênico da companhia Ópalo Teatro, em coprodução com CAPAZ, que denuncia as práticas da traumatologia e ortopedia infantil no Peru na década dos anos 70 e 80. “Um espetáculo necessário que traz a temática da acessibilidade e da diversidade de corpos como tema, questões que precisam ser conhecidas, pensadas e discutidas”, analisa o coordenador geral do evento Cleber Lopes. Outra novidade é que pela primeira vez, o Festival recebe a participação de peças das cinco regiões do Brasil, com espetáculos oriundos do Amazonas, Paraná, Ceará, Bahia, Mato Grosso, Minas Gerais e São Paulo. “Não centralizar e tampouco delimitar as inscrições de produções foram medidas tomadas com o objetivo de contemplar todos esses espaços, gerando assim um entendimento que o Festival Dulcina é de fato um espaço diverso”, destaca Lopes sobre esta edição que teve nada menos do que exatas 361 inscrições, diante de 204 no ano passado, ou seja, um aumento de 80%. “E isso comprova que a quantidade de produções realizadas em todo o país, bem como a vontade de participar do evento, é enorme, o que nos traz uma percepção muito positiva do trabalho que nos propusemos a fazer”, avalia o coordenador. Mesmo com um dia a menos em relação aos anos anteriores, o Festival está trazendo mais produções neste ano. A programação é intensa, ao todo são 17 espetáculos (143 selecionados por edital, 3 a convite da Produtora C1, responsável pelo evento e 1 participação especial internacional). Isso quer dizer que em alguns dias estarão sendo encenadas peças e realizadas ações de formação em até três locais diferentes: Gama, Plano Piloto, Ceilândia, Samambaia e Taguatinga são as Regiões Administrativas (RAs) por onde o evento vai passar. “A curadoria primou pela diversificação, apostando em diferentes tipos de espetáculos, performativos, cômicos, dramáticos, então é realmente para um público diverso, tendo em vista o processo de acolhimento, formação e aperfeiçoamento feito por Dulcina de Moraes ao longo de toda sua trajetória”, explica Cleber Lopes. Entre as atrações que estarão em cena, o grupo mais conhecido que vai participar desta edição é Os Melhores do Mundo com uma peça inédita (depois de mais de uma década sem estrear espetáculos). O espetáculo Telaplana (que já está fazendo algumas apresentações no Clube do Choro às terças-feiras) será apresentado no SESC Ceilândia, no dia 15 de novembro, às 19h. A comédia explora situações absurdas que a tecnologia trouxe para as nossas vidas, cada vez mais “virtual e interativa”. O ingresso é gratuito. E além de peças encenadas, o Festival Dulcina conta ainda com cinco ações formativas, onde duas delas serão workshops, um sobre Teatro Negro e outro com a companhia pernambucana Magiluth; além de três mediações com debates com estudantes, antes e após os espetáculos: Enluarada: Uma Epopeia Sertaneja, Übercapitalismo, e Media Negra (na apresentação realizada no Espaço Semente no Gama).   Extra, extra e um viva a Ribondi! A exposição em homenagem ao jornalista e teatrólogo Alexandre Ribondi chega como um dos destaques do Festival Dulcina, além de A Vida Ordinária de Cristina, peça escrita por ele e que, inclusive, abrirá a programação teatral às 19h da sexta-feira 10 de novembro, na Sala Marco Antônio Guimarães do Espaço Cultural Renato Russo. Com direção de Alessandro Brandão, a montagem gira em torno do diálogo entre duas mulheres (uma cis e uma trans) que se encontram nos bastidores de um programa de televisão sensacionalista, enquanto esperam para as gravações. Ao longo da conversa, as duas trocam experiências e perspectivas a respeito da vida e do mundo, desenrolando uma trama de amor e desconstrução de preconceitos. Há 50 anos fazendo arte, Alexandre Ribondi está entre aqueles que, assim como Dulcina de Moraes, se tornaram sinônimos do teatro brasiliense. Trabalhando com grandes nomes nacionais e internacionais, o escritor tem sua carreira marcada pela crítica social em defesa da diversidade. Laís Aderne, Dimer Monteiro, Ricardo Torres, Hugo Rodas, Plínio Mósca, Irmãos Guimarães, Marcelo Saback foram alguns dos parceiros de trabalhos deste homem que lançou Cássia Eller e tantos outros talentos para o mundo. Com fotografias artísticas e de seu acervo pessoal à exposição promete emocionar quem o conheceu e encantar as novas gerações que precisam saber quem é Alexandre Ribondi e o que ele representa para o teatro de Brasília.   Programação teatral Dia 10/11/23 – sexta-feira 19h – A Vida Ordinária de Cristina (DF) Espaço Renato Russo – Sala Marco Antônio Guimarães Sinopse: Com direção de Alessandro Brandão e texto assinado por Alexandre Ribondi, a montagem gira em torno do diálogo entre duas mulheres que se encontram nos bastidores de um programa de televisão sensacionalista, enquanto esperam para as gravações. Uma é Tônia, uma mulher transgênero, interpretada pela estreante Luísa Rodrigues. A outra é Cristina, uma mulher cisgênero simples e intimidada pelo ambiente, encarnada por Adriana Nunes. Ao longo da conversa, as duas trocam experiências e perspectivas a respeito

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Renata Jambeiro canta Clara Nunes: “É uma conexão com a minha ancestralidade”

Em entrevista exclusiva para o Lackman & CO., cantora que teve sua vida atravessada pelo sucesso de Clara Nunes, presta homenagem, e conta um pouco sobre como é sua vida na música  O cenário musical  brasiliense tem suas fases bem definidas e, para além do rock, a capital tem talentos que fazem da música um de seus bens mais preciosos. Renata Jambeiro, que percorre os melhores palcos e é, sem dúvidas, uma das melhores joias que temos no nosso lineup de representantes musicais estreará o show “Mestiça – Celebrando Clara Nunes” revisitando a discografia da mineira que marcou a Música Popular Brasileira nas décadas de 1970 e 1980. A apresentação será no dia 9 de novembro (quinta-feira), às 20h, no Teatro SESC Garagem (913 Sul). O espetáculo costura músicas, performances e textos e contará com a participação especial de artistas que também tiveram suas histórias entrelaçadas com a obra de Clara Nunes como Cássia Portugal  e Marcelo Café. A cantora, de 41 anos, iniciou na arte do canto ainda na adolescência e tem em seu currículo, musicais e muitos espetáculos teatrais. Apesar de não ser musicista formada, sua formação em Artes Cênicas e Dança a transportou pelos meandros das artes de performance e a colocou no seu devido e merecido lugar, o de cantora. Renata aproveitou um tempinho entre os ensaios e nos concedeu uma entrevista cheia de detalhes sobre ser artista e sua paixão pela música. Confira: Quem é a Renata Jambeiro entendida, descrita e vivenciada pela própria Renata Jambeiro? “Mel Dels”, que pergunta difícil! Renata é filha de Obá, não foge da luta mas leva a vida sempre olhando o copo cheio. Intensa em tudo, amiga, acolhedora, carinhosa. Mas também afrontosa (como diz a amada Mãe Dora), decidida e obstinada. Caminhando e vendo quem sou a cada esquina, encruzilhada, reta e curva.  A Renata é muito “diferenciada” das outras Renatas do planeta. Ela é um poço sem fundo de talento e vê o mundo pelas lentes da arte. O que faz a Renata acordar diariamente e viver? Primeiro, fico agradecida pelo carinho ao qual se refere a mim e a minha trajetória. O que me faz levantar e viver é me sentir útil pro mundo e fazer as pessoas felizes. Por isso eu canto. Porque eu gosto de cantar a felicidade, a alegria. Muitas vezes as pessoas me falam que meu canto é reza, que me ouvem quando estão tristes e precisam ficar felizes e é isso, isso me faz levantar e trabalhar. Inspirar meus filhos, para que vejam a mãe fazer algo que ama, poder sustentá-los com amor e alegria. Você ouve o que canta? Em que momentos a sua música te faz ouvinte dela? Sim, me ouço. E gosto e me emociono. Não ouço com tanta frequência, mas ouço sim. Quando eu estou feliz ou quando preciso transmutar alguma energia que não está legal, eu recorro a mim mesma e meus pilares musicais Bethânia, Clara e Daniela. A Renata de hoje é aprimoramento ou continuidade da Renata de ontem? A Renata hoje é um acúmulo de Renatas anteriores, de Renatas diversas. Algumas Renatas passaram, outras permanecem sendo eternamente lapidadas. Mas talvez, uma Renata hoje se destaque, que é a Renata-mãe, que concentra várias numa só e que trouxe uma outra perspectiva de olhar sobre a vida, a arte e nossa missão nesse mundo. Após tantos anos na estrada fazendo e dando shows diferentes, o que descobriu sobre você? Complexo responder em poucas linhas mas o que eu poderia dizer é que eu conheci lugares (cidades, países) que eu não sabia que queria conhecer e dentro de mim, lugares que eu não sabia que existiam até a arte, a música e o samba me apresentarem. Eu sou um ser artístico desde que nasci. E descobri o quanto é importante a gente ser quem a gente é, entender quando uma expectativa é sua e quando é dos outros e que você sempre pode aprender com qualquer pessoa e situação, ensinar e inspirar e ser inspirado o tempo todo. É um movimento contínuo. O que pode contar sobre suas perspectivas de futuro musical? Tem um futuro se traçando agora que é retomar o show em celebração a Clara Nunes – Mestiça. Mas também formatando o projeto “Fé Menina” pra circular e ocupar espaços com formação de mulheres (seguindo o fluxo de trabalhos femininos que sempre permearam minha trajetória) e gravação do álbum novo, o “Forasteira”. Tudo isso na música. Outros projetos igualmente intensos estão para estrear como a “Revista do Samba”, agora em novembro, encabeçada por mim e realizada pelo instituto Mumalanga, alguns trabalhos de curadoria e direção artística de festivais e grupos, e ocupação 2024 com o instituto Caminhos Abertos, do qual sou presidente. Existe um gatilho para te fazer cantar? Te dá vontade de cantar quando… Até sorri pra essa pergunta. Agora já me deu vontade de cantar! Quando acordo e tem Sol, quando meus filhos brincam comigo, quando os coloco pra dormir eu sempre canto, quando estou com medo, quando estou feliz, quando estou comendo. Eu canto comendo. Juro! Quando faxino a casa, arrumo coisas é ótimo ouvir música e cantar alto.  Experimenta cantar e ouvir o disco “Fogaréu” pra vassourar a casa! Conte-nos sobre seu mais novo show “Mestiça”. Sabemos que você é uma admiradora de Clara Nunes. Ao que se deve esse carinho pela “tal mineira guerreira”? Clara faz parte da minha vida desde sempre. É minha mãe cantando alto em casa em domingo de sol. É alegria e chegança. É uma conexão com minha ancestralidade. É minha relação com a umbanda e o candomblé desde sempre. A  Clara fala de um Brasil profundo até hoje, pra minha geração e sempre que sinto o chamado, volto com esse show. Assim posso continuar seu legado e seguir falando de sua contribuição e importância para a música popular brasileira. O que o público ganhará de presente no seu show? Verdade, energia, alegria! Um show de um Brasil potente, plural, magnético, forte e resiliente. Músicos de

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Ho, Ho, Ho: onde e quando os Noéis chegam por aqui?

Olha aí a agenda completa para você ir perambulando receber o Bom Velhinho nos principais centros comerciais da cidade Entre os eventos que movem multidões em Brasília, a chegada do Papai Noel nos shoppings da cidade, com certeza, está entre eles. Até mesmo porque, é quando também são inauguradas as decorações natalinas. E como já tem mall que se adiantou e já colocou Santa Claus para trabalhar na sua praça central, nós do LACKMAN&CO corremos com seu “presente de Natal”, ou seja, uma agenda em ordem cronológica contando sobre a chegada dos grandes representantes natalinos. Confira os highlights dos shoppings que já prepararam suas promoções e distribuição de brindes (que são, geralmente por tempo e números limitados, hein!). Ah! Clique nos links para seguir seu shopping preferido no Instagram. Conjunto Nacional  @shoppingconjuntonacional O primeiro shopping de Brasília dá as boas-vindas ao Papai Noel neste sábado (4), às 15h, com direito a desfile de personagens, banda musical, show de ursos e muito mais. O CNB terá ainda um ponto de arrecadação da campanha “Natal Sem Fome” que, desde 1993, já ajudou mais de 26 milhões de pessoas por todo o Brasil a terem um Natal digno. Você pode doar até o dia 31/12. Sobre promoção e brindes, o shopping ainda está preparando as surpresas, mas já descobrimos que ela começa no primeiro dia de dezembro e vai distribuir panetones da Bauducco. Taguatinga Shopping @taguashopping O Taguatinga Shopping se prepara para dar boas-vindas à temporada de Natal com muita luz, magia e diversão, tudo isso com a presença do @EuSouNoel que chega por lá às 18h, deste sábado (4). A festa é gratuita, aberta ao público e conta com apresentação de personagens, músicas natalinas, além de show sincronizado de LEDs e decoração decorativa com destaque para o “Correio do Noel”. A promoção e a distribuição de brindes ainda não foram divulgadas. Terraço Shopping @terracoshopping Santa Claus chegará neste sábado (4) para abrir o “Natal do Bosque Brilhante”, que terá brinquedos, pintura de rosto e uma árvore de Natal externa de vinte metros de altura, com cem mil pontos de luz e músicas natalinas. As pulseiras de acesso gratuito serão distribuídas a partir das 16h, no balcão do subsolo. De 01/12 até 02/01/24 acontece a promoção que vai sortear um Fiat Fastback by Abarth (a cada R$ 250 um cupom). Para garantir o panetone da Cacau Show é preciso somar R$ 500 em compras. Liberty Mall @shoppinglibertymall O Papai Noel já confirmou sua chegada ao shopping neste sábado (4), em uma festa que dura das 14h às 17h. O “Natal dos Ursos” tem na sua programação oficinas, espetáculo teatral, parada e muita música. Tudo isso acontecendo tanto no primeiro, quanto no segundo piso. Brasília Shopping @brasiliashopping A festa para receber o Papai Noel no Brasília Shopping acontece a partir das 16h deste domingo (5). Vai ter cortejo, balé e poesia de Bráulio Bessa. JK Shopping @jkshopping_df O Papai Noel já mandou avisar que domingo (5), às 17h, pousará seu trenó no centro comercial, trazendo alegria à criançada. Inclusive, estará com uma roupagem nova e completamente diferente das usadas em anos anteriores. O espetáculo será incrível, porém, a programação festiva começa mesmo a partir das 14h, cheia de brincadeiras e atrações. Pátio Brasil @patiobrasil O shopping vai revelar o clima mágico da “Fazenda das Renas do Papai Noel” com a chegada do Bom Velhinho no próximo domingo (5), quando acenderão a árvore de Natal e a fachada do mall. A programação acontece a partir das 13h e conta com show de mágica, cantata de Natal, distribuição de pipoca, algodão-doce, balões e várias surpresas. E atenção, não sabemos se terá sorteio de algum grande prêmio, mas com R$ 500 em compras no Pátio, o cliente leva para casa um lindo prato decorativo exclusivo by Aurora Decor. Boulevard Shopping @boulevardshoppingbrasilia A festa de chegada do Papai Noel é, na verdade, um grande espetáculo circense. O Le Petit Cirque acontece no sábado (11), às 15h, com personagens, luzes de natal, música, dança, espetáculo aéreo, pipoca e muitas gargalhadas. Serão disponibilizados 600 ingressos com inscrição online pelos canais digitais do shopping a partir da próxima terça-feira (7). Venâncio Shopping @venancioshopping Ele foi o primeiro centro comercial a fazer sua festa de boas-vindas ao Bom Velhinho. Aconteceu no último sábado (28/10). Agora, o ele segue participando de toda a programação do Sabadinho Divertido que traz como tema o Natal. Os espetáculos ganham vida com a cia Néia & Nando e a programação você confere clicando aí no título. Ah! O Noel também estará presente todos os sábados de novembro, das 13h30 às 15h30 para receber os pequenos e suas cartinhas especiais, na Casinha do Papai Noel (Piso P1). A promoção garante que comprando R$ 350 nas lojas participantes, o cliente ganhe de brinde um panetone de doce de leite da Havanna. DF Plaza, Iguatemi e ParkShopping Até fecharmos essa matéria não conseguimos descobrir detalhes da festa do DF Plaza (@dfplazashopping), mas o pessoal de Águas Claras, Taguatinga e região podem ir lá conferir a festa, que acontece no domingo, dia 5 de novembro, a partir das 15h. Já o Shopping Iguatemi (@iguatemi_bsb), será o mall que terá mais tempo para nos surpreender, uma vez que sua recepção ao Bom Velhinho está prevista para o próximo dia 9/12 (sábado), sem horário definido. E o ParkShopping (@parkshoppingbsb), que está às voltas com os preparativos de sua festa de 40 anos na próxima semana, também é outro que decidiu tomar um pouco mais de tempo, fazendo a grande celebração de boas-vindas à Santa Claus no domingo dia 12 de novembro. Fotos: Divulgação

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Em cartaz: Noturno e as criaturas da noite de Oswaldo Montenegro

Noturno, musical de autoria de Oswaldo Montenegro reestreia em Brasília, 25 anos após sua primeira temporada nos palcos da cidade Com elenco renovado de Menestréis, Noturno ganha nova montagem sob direção de Deto Montenegro, irmão do autor, e codireção de dois nomes do teatro candango, Abaetê Queiroz e Juliana Drummond. Ambos, Abaetê e Juliana, integraram o elenco do espetáculo em sua primeira versão por aqui, 25 anos atrás. A direção de produção é de Claudia Charmillot. Em cena, 29 atrizes e atores, cantam, dançam e encenam esquetes que retratam diversas situações da vida noturna. A obra, de 1991, é uma das mais antigas do repertório da Oficina dos Menestréis, inaugurada por Oswaldo e hoje dirigida de Deto. “É na noite que as pessoas menos competem entre si, menos se chocam com o ridículo, no entanto, é quando mais se encontram e trocam segredos. É o horário do amor e dos mistérios”, descreve Oswaldo Montenegro. Esta nova montagem de Noturno, que será apresentada em curta temporada no Teatro Levino de Alcântara da Escola de Música, dias 27, 28 e 29 de outubro, é fruto de uma oficina de montagem de espetáculo, realizada em parceria entre a Oficina dos Menestréis (SP), ministrada por Deto, e a Oficina Circo íntimo (DF), por Abaetê e Juliana. O musical vem sendo erguido desde março deste ano. Estão no elenco alunos que participaram da primeira montagem, 25 anos atrás, e novos, compondo um encontro de gerações com um grupo bem diverso de artistas. As oficinas, de metodologia criada por Oswaldo e aplicada há 30 anos, tem como alicerce despertar nos alunos o valor da atuação em grupo, o verdadeiro sentido de colaboração e consiste em estimular a arte que existe em cada um. Para Deto, “a arte pode muito mais do que se imagina, quando trabalhada com leveza e de uma forma intuitiva e colaborativa”. O resultado se imprime em um corpo de elenco conciso agregando musicalidade, ritmo, expressão corporal e dicção em sintonia. Aspectos essenciais para o este espetáculo musical de ritmo cênico mágico, conduzido por uma trilha sonora extraordinária e de partitura coreográfica que exige dos menestréis uma sinergia precisa. A expressão Menestréis vem da Idade Média e era usado para se referir a artistas da corte, cantores de poemas e responsáveis por levar alegria por onde passassem. O termo agênero, utilizado por Oswaldo Montenegro para se referir às suas atrizes e atores, acabou sendo adotado como nome da oficina. Quer ir? Musical Noturno, no Teatro Levino de Alcântara da Escola de Música de Brasília (SGAS 602 – L2 Sul) Dias 27, 28 e 29 de outubro, sexta-feira, às 21h, sábado, às 20, e domingo, às 19h. Ingressos: R$ 40 (meia entrada, plateia), e R$ 25 (meia entrada, plateia popular). Pelo Sympla e na Belini Pani & Gastronomia (113 Sul). Classificação indicativa: não recomendado para menores de 12 anos Informações: (61) 9983-9177 (WhatsApp). Fotos: Julio Rua e Vitor Dbest/Divulgação

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