Um Giro pelo Mundo sem sair de Brasília

Com entrada gratuita, a mostra exibirá animações, curtas e longas metragens do universo infantil, além de atividades culturais, como oficinas e espetáculos teatrais O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília recebe a Mostra Um Giro pelo Mundo – Navegando no Cinema Infantil, de 12 de outubro a 19 de novembro. A ideia é que toda a família, mas principalmente as crianças, conheçam e assistam a filmografia de 9 países, incluindo o Brasil. A programação é variada, com a exibição de mais de 50 filmes, além de atividades criativas e culturais, como oficinas, espetáculos e atrações voltadas para a sustentabilidade, e com a entrada gratuita. A mostra propõe conectar pessoas por meio da narrativa do cinema e estimular a experiência audiovisual desde a infância, e exibirá filmes de países como Suíça, Espanha, França, Portugal, Alemanha, Austrália, Itália, Argentina e Brasil. Quando se trata de filme brasileiro, a ideia é expandir os horizontes e sair do eixo Rio-São Paulo e mostrar a riqueza cinematográfica de diversos estados do país, destacando as animações. Os filmes internacionais, em sua maioria, são exibidos sem diálogos ou dublados em português. Carina Bini, realizadora e curadora da mostra, conta que o projeto transita em várias linguagens, como ficção, animação, curta-metragem, série de tv, documentários, entre outros. “A ideia é trazer filmes fora do blockbuster ou cinema comercial americano, trazendo um olhar novo sobre o cinema mundial para as crianças, já que muitos destes filmes não chegam no Brasil. Filmes que elas não teriam acesso no cotidiano e que fogem da linguagem padronizada a que tanto estamos acostumados, mas trazem produções fantásticas e enredos maravilhosos. A proposta da curadoria é ampliar o olhar das crianças para o audiovisual como um todo”. O tema escolhido para esta edição foi “tolerância” e está presente nas histórias exibidas na tela do cinema durante toda a mostra e também nas atividades paralelas. “A temática escolhida é uma oportunidade para as crianças explorarem temas como diversidade, inclusão, respeito ao outro e ao meio ambiente, buscando inspirar crianças e jovens espectadores a valorizar a aceitação e a compreensão mútua, independente das diferenças culturais, sociais ou individuais”, acrescenta Bini. Não perca!   A curadoria seguirá um roteiro pré-definido. Na primeira semana dedicada ao Dia das Crianças, comemorado no dia 12 de outubro, a mostra seguirá com duas sessões de filmes, uma às 11h e outra às 14h, de quinta (12) a domingo (15). Já nas semanas seguintes, aos sábados e domingos, até o dia 19 de novembro. Destaque para as animações as três animações que vieram do sul do país: “Tuca, o Mestre Cuca” de Santa Catarina, o curta paranaense premiado “Napo” e o longa gaúcho “As aventuras do avião vermelho”, inspirado na obra de Érico Veríssimo.  Entre as internacionais, não percam três curtas homenageiam a diretora e realizadora portuguesa Regina Pessoa: “A contabilidade dos dias”; “Kali, o Pequeno Vampiro” e “História trágica com final feliz”. Vale lembrar que ao longo de toda a mostra, haverá também cinco sessões acessíveis, com interpretação em libras (direto na tela) ou LSE (Legendagem para Surdos e Ensurdecidos). No dia 12 de outubro, abertura da mostra, vale destacar que todos os títulos exibidos serão acessíveis, com “Tarsilinha” (LSE) e “Tiago e Ísis e os Segredos do Brasil” (LSE). Já no dia 15, haverá exibição de curtas animados com interpretação em libras, assim como em 4 de novembro. No dia 12 de novembro, “Tiago e Ísis e os Segredos do Brasil” volta a ser exibido em sessão acessível com LSE. Quer saber mais? Acesse para ficar por dentro das demais atividades culturais e oficinas de sustentabilidade clicando neste link! Serviço: Um Giro Pelo Mundo – Navegando no Cinema Infantil Onde: Cinema do CCBB Brasília Quando: 12 de outubro a 19 de novembro Quanto: Entrada gratuita, mediante a retirada de ingressos no site www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília / 70 lugares por sessão Classificação livre Mais Informações: (61) 3108 7600 *Sessões acessíveis com interpretação em libras (direto na tela) ou LSE (Legendagem para Surdos e Ensurdecidos) – no dia 12/10 todas as sessões serão nesses formatos *Ingressos para as sessões de 12 a 15 de outubro serão liberadas às 9h de 08 de outubro *Ingressos para as demais sessões serão liberadas às 9h da sexta feira de cada semana   Fotos: Divulgação

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“96 Dias no Labirinto” com Sanagê Cardoso

Artista plástico lança livro que reúne reflexões em forma de desenho e escrita sobre dias reclusão forçados impostos pela pandemia mundial   Uma reunião de amigos. O lançamento do livro “96 Dias no Labirinto”, de Sanagê Cardoso, que aconteceu no último sábado (07) – no Espaço Casa do Shopping Casapark, parecia muito mais uma happy hour em que companheiros de uma vida se encontram para conversar, contar “causos” e dar boas risadas. Isso tudo porque, o artista plástico é um poço de simpatia e se revelou ser um grande showman no quesito palestra. Resultado de um recolhimento forçado, trancado dentro de casa, por conta da pandemia, Sanagê sentiu que precisava fazer algo além de cozinhar, testar novas receitas de forno e fogão, assim como deixar de lado o crochê “que quase me enlouqueceu”, convidenciou. A saída surgiu depois da inspiração que os traços do artista gráfico holandês Escher lhe trouxe. Enumerando folhas A4 em branco, onde foi traçando suas linhas em espiral e usando frases soltas, em busca de dar algum sentindo para esses dias de distanciamento social. “Este livro para mim é um relato pictórico de um momento imprevisto, em que a humanidade parou, no qual, durante o período de confinamento compulsório, dediquei-me a tarefas lúdicas, com o propósito de ocupação do tempo, e valorização do ócio e acabei encontrando respostas que quis compartilhar com as pessoas no formato de uma expressão que, até então, não havia experimentado”, afirma Sanagê. Entre um docinho aqui e outro acolá da Casa de Biscoitos Mineiros, o público formado por artistas, amigos e familiares, que foram até o lançamento se divertiu com as anedotas de Sanagê sobre o processo de criação de “96 Dias No Labirinto” e a sensação que ele teve ao usar as artes plásticas para, através de traços feitos com caneta permanente de escrita fina, traçar seu próprio labirinto em linhas em espiral. Em tempo, a obra custa R$ 54,00 e pode ser adquirido pelo instagram @artistasanage, entregue em todo o país.   Fotos: Gilberto Evangelista

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Países Baixos com a cultura em alta para brasilienses

Pautas culturais e abertura de exposição no Metrô Galeria agitam a semana da representação holandesa na capital federal Visita aos principais museus e centros culturais da cidade, coquetel, inauguração de exposição tendo a água como tema. O Embaixador dos Países Baixos no Brasil André Driessen e os membros do seu corpo diplomático, tiveram uma semana movimentada. Na terça-feira (3) chegou a Brasília uma comitiva capitaneada pela Embaixadora para Cooperação Cultural Internacional do Ministério das Relações Exteriores do Reino dos Países Baixos Dewi van de Weerd e diretores de quatro renomados museus da Holanda: Naturalis, Mauritshuis, Nemo e Sonnenborgh. Na agenda, visita ao Palácio do Itamaraty, Ministério da Cultura, Ibram- Instituto Brasileiro de Museus, uma visita mediada à exposição Portinari Raros, no CCBB Brasília e encontro no MAB- Museu de Arte de Brasília, com diretores de museus locais e com o subsecretário de patrimônio do Distrito Federal, Felipe Ramón. Uma recepção cultural, na residência oficial do embaixador brindou o sucesso da viagem da comitiva pela capital federal. Já na quinta-feira (5), um coffee break oferecido pela Embaixada teve como cenário a estação 106 do metrô, com uma cerimônia que marcou a abertura da exposição “Água é Vida”, que fica aberta ao público até o dia 26 de outubro na Estação Galeria. Entre os presentes, figuras do corpo diplomático, jornalistas e representantes de órgãos governamentais, como o presidente do metrô Handerson Cabral, a diretora da ANA (Agência Nacional de águas e Saneamento Básico), Ana Carolina Argolo e o Secretário de Assuntos Institucionais Paco Britto, que junto com o Embaixador André Driessen discursaram sobre a importância desse recurso natural cada vez mais escasso ao redor do mundo. Após os discursos, os convidados embarcaram em um vagão, exclusivo, do metrô rumo a Estação Galeria, onde a exposição foi inaugurada. São dezenove fotos selecionadas através de um concurso lançado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros dos Países Baixos, com fotos de diferentes partes do planeta, incluindo o Brasil, que conta com o registro do pernambucano José Nunes, cuja foto traz um pescador puxando sua rede cheia de resíduos plásticos no rio Capiberibe, que corta a cidade de Recife. A exposição “Água é Vida” é um chamado a ação que os Países Baixos fazem em prol da preservação da água, convidando a todos a compartilhar fotos no Instagram que mostrem os desafios hídricos e que inspirem as pessoas a agir, marcando @NLinBrasil e usando a hashtag #AguaEVida. Depois da Estação Galeria (5/10 a 26/10), no Metrô, a exposição segue para os Complexos Culturais de Planaltina (28/10 – 17/11) e Samambaia (20/11 – 11/12). Fotos: Gilberto Evangelista

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Tonight: DJs Victor Lou e Rafael Cerato entre nós

O artista goiano retorna ao Mezanino da Torre de TV enquanto o DJ francês faz sua estreia em Brasília. Os headliners dividem o lineup com os DJs brasilienses Wand7r e Attena   Esta sexta-feira (6/10) é dia de um dos shows mais aguardados na agenda noturna intensa do Mezanino BRB. A casa, localizada no rooftop da Torre de TV, recebe mais uma vez um novo DJ set de arrepiar de Victor Lou e com a estreia do francês Rafael Cerato em Brasília. O lineup também inclui os talentos brasilienses Wand7r e Attena. Mais uma oportunidade inesquecível de vibrar até ver o sol nascer com a vida mais especial da capital. Victor Lou, que retorna à casa para mais um show, fez sua estreia na cena musical em 2015. Desde então, ele tem conquistado sucesso com faixas notáveis como “Suavemente” e “This is House“. Atração confirmada no Tomorrowland Brasil 2023, ele é um nome frequente nas programações de eventos musicais famosos. Victor Lou segue um estilo musical que vem se atualizando junto com a cena eletrônica. Inclusive, promete um set completamente novo para a noite de sexta no Mezanino. Com quase 200 mil ouvintes mensais no Spotify e milhões de streams, Rafael Cerato é de Marselha, na França, e faz um som eletrônico que vai do house ao techno. Inclusive, ele já fez diversos b2b com lendas da cena “Solomun”, sendo o último deles em Ibiza. Com diversos lançamentos por gravadoras renomadas, ele comanda a label RITUAL. O repertório do artista inclui o álbum “Requiem” (2020) e faixas de sucesso como “Uplift” e vários remixes. Uma das apostas da house music na cena nacional, Wand7r é de Brasília e está imerso na música desde os 8 anos, por influência da mãe, e começou a estudar produção ainda aos 15. Notado pelo renomado Mochakk e influenciado por ritmos como R&B e jazz, o artista tem entre seus lançamentos o EP “Dancer” (2023). Juliana Araújo, conhecida como Attena, é outro talento da capital e faz sucesso com seus sets como Melodic Techno Vol. 1, disponível no Soundcloud. Serviço: DJs Victor Lou e Rafael Cerato Onde: Mezanino BRB, Torre de TV (andar R), Eixo Monumental, Brasília Quando: sexta-feira, 6 de outubro, a partir das 23h30 Quanto: a partir de R$ 80 (meia-entrada feminina, 2º lote) + taxa Ingressos: via Bilheteria Digital Classificação indicativa: 18 anos Mais informações: @meza.nino Fotos: Divulgação

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4 de outubro, mas pode chamar de CoMA’s Day!

Começa nesta quarta-feira a edição 2023 do festival reúne conferência, mostra de cinema e shows no CCBB Brasília Uma verdadeira celebração da riqueza da cultura e arte brasileiras por meio de expressões artísticas além da música. Este é o Festival CoMA que chega à sua 6ª edição firmando parceria inédita com o CCBB Brasília. Até o próximo domingo (08), artistas emergentes e consagrados farão apresentações ao ar livre nos jardins do centro cultural queridinho da cidade, onde foram instalados não apenas um, mas cinco palcos para show. Entre os inúmeros nomes nacionais e locais confirmados estão Letrux-Redux, João Bosco, Johnny Hooker, Potyguara Bardo e Baianasystem. A agenda completa está no perfil @festivalcoma do Instagram. Diversidade é a palavra de ordem do festival que apresenta também uma conferência com diversas atividades (showcases e DJcases) e uma mostra de cinema documental sobre música. E o primeiro debate (de uma série incrível), que acontece às 18h desta quarta-feira (04), coloca frente à frente a Ministra da Cultura Margateth Menezes e a Chef Lili Almeida, marcando a abertura oficial do Festival CoMA 2023, com o tema “Cultura: Alimento para a Alma“. O bate-papo promete, afinal, será um diálogo profundo sobre a importância da cultura em nossas vidas, como ela nutre nossa alma e nos conecta com nossas raízes. Para democratizar ainda mais o acesso ao festival e consolidar o compromisso de promover a acessibilidade cultural e o encontro de múltiplas expressões artísticas, neste ano, os ingressos terão valor fixo: R$ 30,00 (inteira) e R$15,00 (meia entrada). Além disso, o evento contará com um plano de mobilidade e transporte gratuito saindo em direção ao CCBB Brasília a partir do Museu Nacional da República. In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical Explorando as potencialidades culturais do CCBB Brasília, o CoMA traz para o cinema do CCBB Brasília a mostra In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical. Serão apresentados 9 títulos que foram destaque nas suas últimas três edições, que abordam a vida de diferentes artistas e movimentos musicais que deixaram sua marca na sociedade. São eles: La danza de Los Mirlos (Álvaro Luque | Peru | 2022); The Beat Diaspora (Tico Fernandes, Roguan, Carol Lima, Joyce Prado, Bruno Zambelli | Brasil | 2022); Belchior – Apenas um Coração Selvagem (Natália Dias e Camilo Cavalcanti | Brasil | 2022); Manguebit (Jura Capela | Brasil | 2022); Lenha, Brasa e Bronca: A História de Jacildo e Seus Rapazes (Dennis Rodrigues | Brasil | 2021); Dom Salvador & Abolition (Artur Ratton e Lilka Hara | Brasil, Estados Unidos | 2020); Cecilia Amado e Pablo Oliveira Brasil | 2023); As Faces do Mao (Dellani Lima e Lucas Barbi | Brasil | 2021); e Uma banda Made in Brazil (Egler Cordeiro | Brasil | 2017). CoMA para crianças, Consciente e Acessível O festival tem duas atrações para as crianças: no sábado, às 16h20, o Pé de Cerrado Brincantes e no domingo, às 16h, o Teatro Mapati apresenta A Odisseia de Nonô: Uma Alegoria Lúdica nos Céus de Brasília, uma apresentação circense que acompanha a jornada de Nonô, um peixe com caudas exuberantes, explorando o céu de Brasília. Inspirada na cantiga folclórica ‘Peixe Vivo”, a alegoria promove a preservação do cerrado. CoMA é sustentável sim, uma vez que seu discurso se materializa no uso de eco copos, mobiliários produzidos com material reutilizável, coleta seletiva, destinação adequada de resíduos e o incentivo ao descarte de lixo eletrônico para reciclagem. No quesito acessibilidade, a programação é toda ela em libras, áudio e braile; para todo o canto o piso é adaptado para melhor locomoção de cadeirantes e distribuição de fones de ouvido para autistas. Essas são algumas das iniciativas já adotadas pelo CoMA Consciente em outras edições e que permanecem neste ano. Além disso, PCDs têm entrada gratuita, bem como seus acompanhantes, desde que solicitado antecipadamente para a produção do evento. Outro destaque, o CoMA disponibilizará transporte gratuito do Museu Nacional a para o CCBB Brasília durante todos os dias de programação. Os ônibus farão múltiplas viagens ao longo do dia e visam garantir que o público aproveite ao máximo as atrações de forma prática e sem grandes preocupações com deslocamento. Serviço: Festival CoMA – Consciência, Música e Arte 2023 Período: De 4 a 8 de outubro Consulte horários, programação e classificação indicativa no site Local: Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) | SCES Trecho 02 Lote 22 Ed. Tancredo Neves. Setor De Clubes Sul. Brasília – DF Ingressos: disponíveis no site www.bb.com.br/cultura Valores: meia-entrada | R$15 (será exigida a apresentação da comprovação na entrada do evento); inteira | R$30 Foto: Instagram CoMA by Victor Diniz

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Extra, extra! Últimos lugares para ver Ney em Brasília

Cantor faz única apresentação do Centro de Convenções Ulysses Guimarães   Parabéns a todos que conseguiram se programar antecipadamente e conseguiram ingressos para assistir Ney Matogrosso, que passa pela cidade na próxima sexta-feira (22) com sua turnê Bloco na Rua que, por acaso, esteve por aqui ano passado. Em apresentação única no Auditório Master do Centro de Convenções Ulysses, a partir das 21h, o espetáculo ainda conta com cadeiras extras (aquelas que são colocadas nas laterais e espaço vazios do local), além de alguns poucos camarotes, mas para os fãs que dormiram no ponto, se traduz em uma oportunidade única de não perder a apresentação.   Então, se você quer tentar a sorte, cruze os dedos e acesse o site da Bilheteria Digital. Depois, em caso de sucesso, é só se preparar para curtir o set list que Ney escolheu, onde estão músicas que revelam a diversidade musical que o artista traz consigo ao longo da carreira: Eu quero é botar meu bloco na rua (Sergio Sampaio), de onde saiu o título da turnê, A Maçã (Raul Seixas), Álcool (Bolero Filosófico), da trilha original do filme Tatuagem (DJ Dolores), O Beco, gravada por Ney nos final dos anos 80 (Herbert Vianna/Bi Ribeiro) e Mulher Barriguda, do primeiro álbum dos Secos e Molhados, de 1973 (Solano Trindade/João Ricardo). O repertório foi selecionado enquanto Ney excursionava com o show Atento aos Sinais. “Não é um show de sucessos meus, mas quis abrir mais para o meu repertório. Dessa vez eu misturei coisas que já gravei com repertório de outras pessoas”, explica Ney, que cantará ainda duas canções pinçadas do compacto duplo Ney Matogrosso e Fagner, lançado em 1975: Postal do Amor (Fagner/Fausto Nilo/Ricardo Bezerra) e Ponta do Lápis (Clodô/Rodger Rogerio). Outros dois clássicos que ele nunca havia cantado, Como 2 e 2 (Caetano Veloso) e Feira Moderna (Beto Guedes/Lô Borges/Fernando Brant), também estão no roteiro.   Em tempo, vale ressaltar o belíssimo figurino criado em parceria com o estilista Lino Villaventura, além da participação no palco da banda que já vem o acompanhando Ney nos últimos anos: Sacha Amback (direção musical e teclado), Marcos Suzano e Felipe Roseno (percussão), Dunga (baixo), Maurício Negão (guitarra), Aquiles Moraes (trompete) e Everson Moraes (trombone). Serviços: Ney Matogrosso – “Turnê 2023 Bloco na Rua” Onde: Centro de Convenções Ulysses Quando: Sexta-feira, 22/09 – 21h Duração: Aproximadamente 1:50h de show. Classificação indicativa: 14 anos Mais informações: 98409-0198   Fotos: Instagram/The Town Festival

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Ninguém pode perder Paula Toller totalmente AMOROSA!

Dona de uma voz singular, cantora canta grandes sucessos da carreira, além de música inédita em Brasília Paula Toller está de volta à capital com a  turnê Amorosa, nesse sábado (23), em apresentação única no Centro de Convenções Ulysses. No repertório, é uma antologia de toda sua carreira solo e no Kid Abelha, com direção musical e arranjos do lendário produtor Liminha, que também participa dos shows. Grandes clássicos de 40 anos de carreira compõem o set list, como Nada Sei, Lágrimas e Chuva, Amanhã é 23 e Como eu quero, entre outras, celebrando a especial conexão da artista com seu público.   Além dos grandes sucessos, a cantora apresentará uma canção inédita, gravada recentemente. “Com muita emoção, vamos tocar pela primeira vez a música Perguntas, do Beni Borja, meu saudoso amigo e parceiro nos primórdios do Kid. Amorosa é uma celebração de toda minha carreira, mas também um propósito de vida daqui pra frente”, conta Paula.   Além de Liminha, a cantora que é dona de uma das melhores vozes soprano lírico da música popular brasileira será acompanhada pela banda composta por Gustavo Camardella (violão e vocal), Pedro Dias (baixo e vocal), Gê Fonseca (teclados e vocal) e Adal Fonseca (bateria). Além de boa música, o público vai se encantar com a direção de arte e os cenários do espetáculo que são do consagrado arquiteto e designer Gringo Cardia com imagens do pintor e tapeceiro modernista Genaro de Carvalho. Serviço: Paula Toller – “Amorosa“ Onde: Centro de Convenções Ulysses Quando: Sábado, 23 de setembro, com abertura de portões às 20h Quanto: a partir de R$ 80 (meia-entrada) Classificação Indicativa: Acima de 18 Anos (12 a 17 anos somente acompanhado dos pais ou responsável legal) Compre: Alpha Tickets Foto: Instagram da artista / Reprodução

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Coming soon: Do chão para o chão by Helena Lopes

Em exposição inédita, a artista visual Helena Lopes apresenta sua mais recente produção que reúne imagens digitais, impressões em fine art, vídeo projeção e textos, em um desdobramento de sua pesquisa sobre os processos de gravura e impressão. Anote na agenda: 21 de setembro, a partir das 19h, o Museu Nacional da República inaugura a mostra “Do chão para o chão”, de Helena Lopes com curadoria de Renata Azambuja e expografia de Gero Tavares. Na abertura, artista e curadora participam de uma roda de conversa e conduzem o público a uma visita à exposição e contará com tradução em Libras. Em exibição até o dia 19 de novembro, na Galeria 2 do Museu, a visitação é de terça a domingo, das 9h às 18h30.  A mostra é realizada com o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultural do Distrito Federal (FAC-DF). A exposição deriva de questões relacionadas à viagem que Helena fez em uma reflexão sobre as suas raízes, a sua ancestralidade, sobre colocar-se no lugar do outro. Em visita a Auschwitz, em 2019, ela imaginou como deveria ter sido a vida naquelas condições. Chão craquelado, com fendas, com diversas colorações. Identificou personagens e imaginou histórias, estabeleceu paralelos com a história de sua família, que migrou para o Brasil ainda na primeira metade do século 20. Ao retornar para o Brasil e para o seu ateliê, Helena começou a ver as imagens que produziu durante a viagem. Passou a transformá-las, manipulando-as com o Photoshop. Foi alterando a experiência original e reinventando as imagens, que se conectaram com os escritos relacionados às suas visões sobre o que viu e sentiu. “Só fui entender o circuito que fiz quando cheguei em casa. Surgiram os personagens mentais que se tornaram meus guias, aos quais depois dei nomes. Trabalhei os personagens mentalmente como se eu fosse uma arqueóloga que descobriu o objeto e cautelosamente vai retirando a Terra que está ao redor”, explica. “Em ‘Do chão para o chão’, Helena Lopes reúne realidade e ficção”, afirma a curadora Renata Azambuja. “Com dois tipos de narrativas, a visual de fotografias e vídeo e a dos textos manuscritos tirados de anotações de viagem, a artista imagina e inventa as histórias sobre a família dela e inventa as imagens a partir das fotografias do chão que fotografou”, continua. Desde os anos 1970, Helena Lopes trabalha com a gravura em metal como seu meio e o papel como suporte. Nos últimos anos, ela tem explorado novas modalidades de trabalhar a imagem pela impressão. “Helena é uma artista visual que se apropria da mídia digital, do uso do computador como suporte para transformar o seu frame na imagem final”, afirma Azambuja. Programação Durante o período da mostra, serão realizadas rodas de conversa com artistas e curadores que se relacionam com a produção de Helena Lopes. No dia 21 de setembro, na abertura da mostra, Helena Lopes e Renata Azambuja realizam uma conversa seguida de uma visita à mostra. No dia 7 de outubro, a conversa acontece com Ralph Gehre, seguido de Sérgio Fingermann, 20 de outubro, e Christus Nóbrega, em 11 de novembro de 2023. Com entrada gratuita, todas a rodas de conversa terão tradução em Libras. A programação da mostra estará disponível no instagram @helenalopes, @atelierhelenalopes e @museunacionaldarepublica.     Foto: Divulgação

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Veja: 4 shows pra sair PERAMBULANDO por aí

Quatro estilos da MPB contagiam o final de semana com espetáculos para todos os gostos Se você é do tipo de pessoa que adora shows de música ao vivo, este final de semana está repleto de opções. E como tem apresentações que já acontecem hoje mesmo, não podemos perder tempo, e vamos de agendinha bem prática, objetiva e focada somente neste tópico. Isso mesmo, quer saber sobre teatro, exposições e outras “cositas más”? Sentimos muito, pois hoje vamos PERAMBULAR pelas ondas do som! Para começar, nesta sexta-feira (15) tem apresentação única de Djavan, no Auditório Master do Centro de Convenções Ulysses. Com músicas de toda sua carreira e de Homônimo, seu 25º álbum de estúdio, o cantor não deixará Sina e Flor de Lis de fora da apresentação que começa às 22h, com ingressos a R$ 270 (3º lote). Compre no site da Bilheteria Digital. Falando em MPB, Fábio Jr também faz uma apresentação única no mesmo palco do Centro de Convenções Ulysses e horário, 22h, só que nesse sábado (16). O espetáculo faz parte da turnê comemorativa aos 40 anos de carreira do artista, reunindo clássicos como Alma Gêmea, Enrosca, Só Você, Caça e Caçador e Pai. Os ingressos podem ser adquiridos neste link ao custo de R$ 120 (meia entrada). Tá pensando o que? A galera do Rock também tem sua vez! O Festival 5 anos do Galpão 17 está com uma programação intensa que vai até o domingo (17), e que você pode conferir na sua íntegra no perfil @galpao17df no Instagram. Entre os inúmeros shows, no sábado (16) tem Raimundos (foto principal) como atração principal, e claro que Eu Quero Ver O Oco, Mulher de Fases, A Mais Pedida e Selim vão estar entre os hits que colocarão todo mundo para dançar. As apresentações começam nessa noite a partir das 20h com a Banda Serpa Blues. Os ingressos estão sendo vendidos on line neste link a R$ 120 (3º lote). Não perca! Outro rolê que também acontece somente até este domingo é a Expoabra 2023, que está cheia de atividades para a garotada e toda a família. Durante todo o sábado e domingo (16 e 17), quando a entrada gratuita, é possível conferir provas equestres e exposição de bovinos com algumas das raças mais nobres do mundo, por exemplo. Como sempre, os shows chamam a atenção do grande público, que vai ter a chance de curtir diferentes espetáculos, sendo Rio Negro e Solimões o principal deles, na noite desta sexta-feira (15); e Zézé di Camargo e Luciano, na noite de sábado (16). Fique por dentro de tudo do evento pelo perfil @expoabra no Instagram. A todes que vão sair PERAMBULANDO ou não, um bom fim de semana! Fotos: Divulgação

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Dez anos depois, GRUPO CORPO está de volta

Brasília vai poder conferir o espetáculo Gira em apresentação única nesse sábado (09), no Centro de Convenções Ulysses   Uma década é tempo demais para um reencontro acontecer, principalmente quando existe tanto amor envolvido. Concordam? Porém, como diz o ditado popular, antes tarde do que nunca. Então, se você ainda não sabia, não se adiantou, corra e garanta já seu ingresso para Gira, a mais nova produção do GRUPO CORPO, simplesmente a maior companhia de dança do país que, como dito acima, tem apresentação única marcada para o sábado (09), às 22h (com acesso a partir das 20h), no Auditório Master do Centro de Convenções Ulysses. Não somente pelo hiato, pela grande da companhia em si, mas sobretudo pelo show que chega até nós, essa é o tipo de ocasião para não ficar de fora. Sobretudo porque Gira é um espetáculo que resgata raízes brasileiras ao exaltar os movimentos da Umbanda, onde foi buscar inspiração, trazendo (depois de muitas pesquisas e visitas a terreiros) uma visão poética em forma de coreografia dessa necessidade atávica do homem de se conectar com o divino ou simplesmente com o oculto. Para quem espera por um pouco de spoiler para decidir se embarca nessa aventura performática, fique sabendo que a cena é formada por um “quadrado” de linóleo negro, de 13m X 9m, intensamente iluminado –  representação simbólica de um terreiro. Como surpreender é rotina para esta Cia de Balé mineira de Belo Horizonte, não há coxias, apenas 21 cadeiras que se perfilam nas laterais e no fundo do palco, uma área imersa nas sombras, formando uma semi arena. Esse não-cenário assinado por Paulo Pederneiras é coberto de tule negro, tecido que também envolve os bailarinos sempre que estão fora de cena. Logo no início de Gira, um grupo de sete bailarinas ocupa o centro da cena. Mãos cruzadas sobre a lateral esquerda do quadril, olhos fechados, troncos que pendulam sobre si mesmos em vaguíssimas órbitas, tudo nelas sugere o transe. Está estabelecido o caráter volátil do que se passará no palco dali para frente. Este colunista não viu (ainda), mas segundo as informações recebidas, não se trata de uma imitação dos cultos afrobrasileiros. A partir das experiências vividas em ritos de celebração tanto do candomblé quanto da umbanda (em especial as giras de Exu), Rodrigo Pederneiras (re)constrói o poderoso glossário de gestos e movimentos a que teve acesso, fundindo-o com maestria ao vasto vocabulário edificado em mais de três décadas de prática como coreógrafo residente do GRUPO CORPO. Riscadas por trios, duos ou solos brevíssimos, as formações de grupo (frequentemente em número de sete) serão recorrentes. Em uma trilha eminentemente rítmica, duas grandes respirações melódicas abrem espaço para a materialização de solos femininos imperiosos, dançados sobre a voz de instrumentos igualmente solitários – o baixo acústico de Marcelo Cabral, em Agô Lonan, e o sax tenor de Thiago França, em Okuta Yangi I. Nos figurinos, Freusa Zechmeister adota a mesma linguagem para todo o elenco, independente do gênero: torso nu, com a outra metade do corpo coberta por saias brancas de corte primitivo e tecido cru. Então, conservadores não poderão se fazer de desavisados. OK? Dito isso tudo: e aí, todo mundo vai PERAMBULANDO amanhã para esse grande reencontro entre Brasília e o GRUPO CORPO? Serviço: GRUPO CORPO – “GIRA” Onde: Centro de Convenções Ulysses Quando: 09/09/23 (sábado), 22h (acesso a partir das 20h) Quanto: a partir de R$ 100 (poltrona superior / meia entrada) Compre: pela Bilheteria Digital / Sujeito a taxa de serviço Classificação indicativa: 14 anos Fotos: José Luiz Pederneiras

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