Matinê para adultos estreia no beco da Externa Club

Farra para jovens adultos amantes de 8h de sono oferece uma experiência múltipla de entretenimento que é tendência mundial Matinê é novidade? Não! Mas essa, em especial, é para quem não quer madrugar na rua. Não se trata de uma típica matinê para aquela galera que precisa sair cedo por causa da idade. É exatamente o contrário: aqueles que não estão mais dispostos perder a noite de sono, já têm onde curtir no DF. Com quatro espaços — pistas de dança, praça de alimentação, espaço de jogos e espaço picadeiro —, a festa ocupa todo o beco da Externa Club, localizado no Setor Comercial Sul, das 15h às 22 horas (isso mesmo!), com edições a cada 15 dias, a partir de 24 de junho. Tendência Mundial A Matinê surge em Brasília como parte de um movimento global de eventos que buscam horários mais acessíveis e experiências inovadoras. Com o objetivo de criar uma nova identidade, a festa combina horário conveniente, ambiente diferenciado e propostas envolventes, acompanhando a tendência mundial de ocupar menos as madrugadas. Para todos os gostos As duas pistas de dança apresentam diversidade na curadoria musical. Homem Foguete será focada em música brasileira dançante, enquanto Globo da Morte terá uma seleção internacional que varia do hip-hop até temas estilo rádio Antena 1. A festa busca oferecer uma variedade musical única, garantindo que haja música para todos os gostos,  mantendo corpos em movimento. Estreia de luxo Estão na programação DJ Geo, com seu acervo de vinis, e a renomada DJ brasiliense Odara Kadiegi. Ambos comandam a Homem Foguete, que ainda conta com o show da incrível cantora e saxofonista Pina. Na Globo da Morte, a talentosa DJ Savana e o renomado pesquisador de black music, DJ Wash. Quer ir? Festa Matinê, dia 24 de junho (sábado), no Beco da Externa Club (SCS Q. 5 BL B – Asa Sul), das 15h às 22h. Ingressos: sympla.com.br Fotos: Divulgação

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Cinco opções culturais para curtir o finde em BSB

O finde tem teatro, shows e esporte no mar de entretenimento que Brasília se transformou Atenção querido leitor que espera avidamente o fim de semana chegar para sair PERAMBULANDO por aí à procura de diversão. Preparei com todo carinho, uma seleção de eventos entre as inúmeras atividades culturais e de lazer que a capital federal oferece neste fim de semana, que começa hoje (16) e vai até domingo (18). Então se liga que só tem o crème de la crème. E a nossa primeira sugestão é o Funn Festival, que encerra suas atividades trazendo shows imperdíveis nas noites de sexta e sábado: Blitz e Roupa Nova (16); Péricles, Belo e o Grupo Pixote (17). Porém, se você nunca passou por lá, o superevento oferece também inúmeras opções gastronômicas (Yukatán, Café e um Chêro, Açougue do Berg, entre outros); áreas kids e fitness; além de um verdadeiro parque de diversões com diversas atrações. Prepare o celular para fazer inúmeras selfies, pois a cenografia é espetacular, com destaque para o castelo que conta com laguinho, onde rola teatrinho e pedalinho. Preços, horários e demais informações no @funnfestival. Outro show que vai rolar hoje a noite (16) é o do cantor Tiago Iorc, que traz sua turnê Daramô a Brasília em apresentação única, no Centro de Convenções Ulysses, abertura da sala às 19h, e ingressos a partir de R$ 50 (meia-entrada), disponíveis no site www.alphatickets.com.br. Então, se você é fã, prepare o coração pois o repertório é composto por lançamentos como Saudade Boa, Tudo o que a fé pode tocar, e grandes sucessos como Amei te ver e Tangerina. Resumindo, a apresentação promete! Ah! E a galera que curte o som dos anos 1980 vai poder curtir o Tributo ao Rei do Pop, show que também está na agenda do Centro de Convenções, marcado para este sábado, a partir das 22h. No palco, Rodrigo Teaser, conhecido internacionalmente por ser um dos maiores intérpretes de Michael Jackson. Detalhe, ao seu lado, Kevin Dorsey e Jennifer Batten, respectivamente backingvocal e guitarrista que faziam parte da banda original do grande astro. Thriller, Billie Jean, Bad, Beat It, Black orWhite e tantos outros hits eternizados por MJ estarão no line-up. Com ingressos a partir de R$ 80 (meia-entrada), você tem mais informações no www.tributoaoreidopop.com.br. Que tal agora aumentar a adrenalina consideravelmente? Amantes de esportes radicais, no Centro Cultural Banco do Brasil vai rolar neste sábado e domingo (17 e 18) o Imagine Skate Tour, promovido por Bob Burnquist que éum dos maiores nomes do skate mundial. Aberto ao público, o evento promete uma imersão na cultura do skate, além de abordar temas de tecnologia, NTF, educação e cidadania. Tem desafios, provas, skatistas famosos e shows da banda Colomy, de André Frateschi (atual vocalista do Legião Urbana) e do grande Supla. Cata aí o insta @ccbbbrasilia para não perder nenhum detalhe do agito. E que tal perambular de bike e fazer boa ação ao mesmo tempo? Pra quem curtiu a ideia, a primeira edição do Pedal Solidário acontece lá na Ceilândia, no sábado, das 8 horas à meia noite, e no domingo, das 8h às 17h. A concentração é na frente do restaurante comunitário da cidade e a inscrição de cada ciclista é garantida mediante a entrega de 1 quilo de mantimento não perecível. Destaque para o Pedal Noturno, com percurso de 5 quilômetros na avenida Hélio Prates, a partir das 20 horas de sábado, onde são esperados cerca de 3 mil ciclistas. O evento terá ainda apresentações de artistas locais, food trucks, atividades recreativas — como spinning, zumba e massoterapia —, brinquedos infláveis, distribuição de algodão-doce e pintura de rosto, além de atendimento oftalmológico gratuito. Mais informações (61) 99802-0404. É isso aí, seja qual for sua escolha, com certeza a diversão estará em garantida. Bom fim de semana.

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Hamilton de Holanda em tributo a Dominguinhos no Complexo do Choro

Projeto conta com programação quinzenal para o brasiliense curtir os finais de semana com dança, teatro infantil, rodas de choro e muita música, no centro da Capital Federal O Ministério da Cultura, a Shell e o Instituto Cultural de Educação Musical de Brasília (ICEM) apresenta mais uma etapa do Complexo Cultural do Choro de Brasília, com muita arte, cultura e entretenimento no tradicional Espaço Cultural do Choro. Realizado a cada 15 dias, o projeto seguirá com apresentações especiais até janeiro de 2024. Em junho, a atração principal é o multitalentoso compositor e instrumentista Hamilton de Holanda, prestando homenagem a Dominguinhos. Nos dias 17 e 18, o público presente terá acesso a diversas expressões culturais locais e nacionais para todas as idades. “Valorizar as pessoas e empoderar vidas são compromissos da Shell. O Complexo Cultural do Choro contempla estes objetivos ao valorizar a cultura e fomentar o empreendedorismo. Estamos orgulhosos por fazer parte deste projeto”, afirma Glauco Paiva, gerente executivo de Comunicação e Responsabilidade Social da Shell Brasil. A já conhecida “Roda de Choro dos Alunos e Professores da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello” voltará a se apresentar no sábado, 17 de junho, a partir das 10h, na área externa do Espaço Cultural do Choro, seguida da roda de samba com Feijoada, evento tradicional da Casa. Já a noite, o Clube do Choro recebe Hamilton de Holanda. “É uma emoção muito grande voltar ao Clube do Choro de Brasília. Foi no Clube que me apresentei em público pela primeira vez na vida em 1981, quando tinha 5 anos de idade, então sempre passa um filme quando toco lá”. Acostumado a fazer música para quem quer sentir-se bem, Hamilton homenageará um ícone e celebra essa energia. “Homenagear Dominguinhos é certeza de música que faz bem para o corpo e para alma: as melodias dele purificam o ambiente, são como água mineral bebida direta da fonte. Vai ser uma noite inesquecível!”, afirma.  “É uma grande honra poder compartilhar o trabalho da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello em um projeto tão importante para a cultura brasileira, como este do Complexo Cultural do Choro. Ao som do choro, os brasilienses têm a oportunidade de apreciar o gênero musical que expressa com tanta riqueza e autenticidade a música instrumental brasileira”, destaca Reco do Bandolim, presidente do Clube do Choro de Brasília. No domingo, 18 de junho, a programação inicia às 16h para reunir a criançada no “Piquenique Chorão” com o “Tome sua poltrona”, da cia Circo Rebote. O espetáculo é um convite para o público se acomodar e se divertir com dois palhaços, Berinjela e Trompetino, que entram em cena para realizar um grande show de circo. Mas, eles são muitos desastrados, o que resulta em uma série de situações cômicas. Os palhaços apresentam números musicais com trompete e bateria e acrobáticos. O espetáculo traz uma série de momentos circense repletos de palhaçaria clássica. O “Choro Livre”, marcado para às 17h no Clube do Choro, terá como convidados: A cavaquinhista e bandolinista Mariana Sardinha, que esteve na abertura do projeto. O saxofonista Esdras Nogueira, que tocou por quase 2 anos na banda Móveis Coloniais de Acaju e o gaitista brasiliense Pablo Fagundes. E para finalizar, a banda Passo Largo estará no comando do “Domingo no Clube”, às 19h30. O grupo tem seu som baseado no rock, pop, funk e jazz, mas flerta com diversos outros estilos como baião, reggae, frevo, tango e salsa. Tal diversidade surge naturalmente devido à história musical e às influências dos instrumentistas. Marcus Moraes na guitarra, Vavá Afiouni no baixo e Thiago Cunha na bateria. Eles buscam uma fusão sonora que ao mesmo tempo em que se apodera do groove, do peso e da improvisação, deixa clara a impressão de melodias “cantáveis”, que mesmo em trechos aparentemente complexos mantêm uma leveza para compreensão. Programação do primeiro final de semana de junho: 17 de junho, sábado 10h – Roda de Choro dos Alunos e Professores da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello 20h30 – Hamilton de Holanda em um Tributo ao Mestre Dominguinhos 18 de junho, domingo 16h – Piquenique Chorão, com o espetáculo “Tome sua Poltrona” com a Cia Circo Rebote 17h – Choro Livre convida: Mariana Sardinha, Esdras Nogueira e Pablo Fagundes 19h30 – Domingo no Clube, com show da banda Passo Largo Quer ir? Complexo Cultural do Choro de Brasília Dias: 17 e 18 de junho (sábado e domingo) Endereço: Espaço Cultural do Choro – Setor de Divulgação Cultural – Eixo Monumental. Telefone: (61) 3226-3969 Acesso livre e gratuito, com exceção do Tributo ao Mestre, ingressos em bilheteriadigital.com.br/icem. Valor: R$ 50 (meia-entrada) / R$ 100 (inteira). Classificação indicativa: livre para todos os públicos.

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The Flash está finalmente entre nós

Primeiro longa metragem do herói entrega diversão em meio a uma grande lição de vida Eletrizante! Se fosse pedido a este colunista para resumir o filme The Flash em apenas uma palavra, provavelmente, este seria o melhor adjetivo, não obstante às duas horas e vinte e quatro minutos da película que, assim como o super-herói, parecem passar mais rápido do que na realidade.   Eis aí outro ponto interessante, realidade, o mote central desse primeiro longa-metragem do personagem da DC que é capaz de ultrapassar a velocidade da luz e que, se valendo de seu superpoder, tenta mudar uma tragédia no passado, mas que acaba trazendo consequências desastrosas para o futuro, assim como para as diversas possibilidades de existência do multiverso. A produção que tem direção de Andy Muschietti, Ezra Miller, Ben Affleck e Michael Keaton (Batman), Sasha Calle (Supergirl) nos papéis principais agrada bastante aos fãs por diversos fatores: pela fidedignidade com que eles interpretam; os efeitos especiais; e um roteiro bem amarrado com piadas nos lugares certos. Combinando tudo isso, o resultado não poderia ser outro, a diversão é garantida. Como assisti ao filme na sessão de imprensa, a convite da Warner Bros. Pictures e a Espaço Z, ouvi de um amigo crítico de cinema ao falar para outros coleguinhas de profissão, antes mesmo do filme começar: “Vocês precisam aprender a voltar a ser criança”. E eu concordo plenamente, pois fazendo parte da galera 50+, cresci lendo história em quadrinhos que se materializam na tela e me ajudam a resgatar memórias, sonhos e fantasias. E o filme The Flash, que traz a ilusão de mundos que se colidem, tem tudo para fazer colidir gerações nas salas de cinema mundo afora. Isso eu não tenho a menor dúvida em afirmar, pois é notório que a magia que filmes de super-heróis se materializam na mistura de fãs da minha idade, com aqueles de 40+, 30+, 20+, 10+ e até abaixo dessa faixa etária diante das telas, com os olhos brilhando a cada reviravolta da trama. Agora, sem spoilers, qual a lição que tiramos da película? Aquela onde Flash irá aprender que, mesmo com o poder de mudar tudo, existem escolhas muito caras que precisam ser feitas e que não dependem apenas da nossa vontade, mas da consciência do processo de crescer, amadurecer e seguir adiante, assim como ele o fez desde quando adquiriu seus poderes, aprendendo as lições da vida o mais rápido possível PERAMBULANDO por aí! Foto: Divulgação

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No Royal Tulip: A vida de um pai moderno, com Marcelo Serrado

Inspirado nas vivências e relatos de pais contemporâneos, o ator leva à cena situações inusitadas e cômicas de um lar com uma pré-adolescente e dois bebês Os múltiplos dilemas e demandas de um pai nos dias atuais, vividos ou ouvidos por aí, se transformaram em matéria-prima para Um Pai de Outro Mundo, uma parceria de Marcelo Serrado e Claudia Mauro (vencedora do Prêmio APTR 2017 de Melhor Texto por “A vida passou por aqui”), com direção de Marcelo Saback. A peça cumpre curtíssima temporada no Teatro Royal Tulip, nos dias 17 e 18 de junho. A rotina de um pai, com filhos adolescentes ou bebês gêmeos, traz suas piadas prontas, e às vezes rir de si mesmo é a única saída possível. Interpretando este novo pai, e todos os personagens que gravitam à sua volta (mãe, filhos, filha), Serrado retrata o caos e a delícia dessa vida em que é preciso se desdobrar para dar conta da revolução dentro da casa – e da própria cabeça. Um Pai de Outro Mundo fala da transformação nos padrões de interação entre pais e filhos. Passeando por variadas fases, nem sempre cronológicas, fala de amor e das interações em mão dupla que esta relação provoca as duas partes, se desafiam mutuamente e como são afetadas uma pela outra. “Eles modificam a vida desse pai, um cantor de jingles classe média, com um casamento que tá meio lá, meio cá, eles fazem terapia de casal. Ele está sem dinheiro, e acaba tendo que ter uma relação constante com os filhos. Eu faço todos os personagens. Os filhos, o pai, a mulher, e depois estes mesmos filhos quando mais velhos. É uma comédia que pode emocionar muito. Fala desse pai de hoje, que tem que estar com os filhos também. O público tem tudo para gostar e se identificar.”, conta Marcelo Serrado. Quer ir? Um Pai de Outro Mundo Teatro Royal Tulip (SHTN Trecho 1 – Brasília), 17 e 18 de junho, sábado, às 20h, e domingo, às 19h Plateia: R$ 120 (inteira); R$ 60 (meia); e R$ 80 (ingresso solidário com doação de 1 kg de alimento). Plateia popular: R$ 50 (inteira); e R$ 25 meia. Antecipados www.sympla.com.br ou na Belini (113 Sul) sem taxas. Bilheteria funciona no teatro apenas nos dias de apresentação a partir das 14h até o início do espetáculo. Classificação indicativa: não recomendada para menores de 12 anos. Não será permitida a entrada após o início do espetáculo. Fotos: Rogerio Faissal e Ricardo Brajterman/Divulgação

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Com formação clássica da banda, Titãs Encontro chega a Brasília

Turnê que reúne os sete integrantes dos Titãs leva sucessos a público em mais de 20 espetáculos marcados em 17 cidades do país Eu fico aqui pensando, se para este colunista já está sendoemocionante escrever a notícia de que o show Titãs Encontro está chegando a Brasília, no próximo dia 07 de junho (quarta-feira), imagina quando os milhares de fãs da banda estiverem reunidos lá no Estádio Nacional Mané Garrincha, ouvindo e cantando, mais uma vez, clássicos que me fizeram dançar, pular e me divertir como nunca durante a minha adolescência… Cara, vai ser insano! Isso mesmo leitores, aos onze anos de idade e graças ao meu irmão mais velho, eu já ouvia em casa e nas festinhas o disco Titãs (1984); aos doze, Televisão (1985); aos treze, Cabeça Dinossauro (1986); e aos quatorze, a coroação da rebeldia com Jesus Não Tem Dentes no País dos Banguelas (1987). Claro, depois vieram vários outros discos fenomenais, mas o fato é que, quem viveu no Distrito Federal nessa época foi bombardeado por hinos criados por Legião Urbana, Capital Inicial, Plebe Rude e tantas outras bandas, que é quase impossível não ter oRock’n Roll nacional correndo pelas veias até hoje. Inclusive, quero registrar minhas desculpas pelo tom 100% pessoal deste texto, mas o fato é que, se você ainda não garantiu seu ingresso para essa apresentação histórica, fica a dica: corra para não ficar de fora (se é que ainda dá tempo). Afinal, essa será uma grande oportunidade para ver mais uma vez Arnaldo Antunes, Branco Mello, Charles Gavin, Nando Reis, Paulo Miklos, Sérgio Britto e Tony Bellotto revivendo inúmeros clássicos que eles lançaram ao longo de uma trajetória que soma mais de quatro décadas de vida. E apesar de vivermos em um mundo dominado por hits de 2 a 3 minutos feitos para viralizar no TikTok, é bem capaz que a maioria das pessoas que você conheça ainda cante de cor muitas músicas da banda ou que tenha ao menos uma canção do Titãs salva em suas playlits preferidas.Polícia, Sonífera Ilha, Bichos Escrotos, Homem Primata, Televisão, Marvin, Família, Comida, Go Back, Os Cegos do Castelo… será que vão tocar todas essas aqui em Brasília? O certo é que, com o mote “todos ao mesmo tempo agora”, que faz alusão ao disco lançado pelo grupo em 1991 e valoriza o presente ao levar tecnologia e criatividade na interação com grandes públicos, a experiência Titãs Encontro é uma verdadeira celebração da música que os sete integrantes fizeram juntos, valorizando a pluralidade estética de cada fase que a banda passou. De acordo com o release enviado pela assessoria de imprensa, no palco, ainda haverá homenagem ao guitarrista do grupo, Marcelo Fromer, que morreu em 2001, com a participação da filha do artista, a também cantora Alice Fromer, na turnê. É também sabido que, daqui os Titãs continuam a trajetória Brasil afora, com parada em São Paulo, nos dias 16, 17 e 18 de junho, onde a banda “joga em casa” e se apresenta no Allianz Parque (as duas primeiras datas, já com ingressos esgotados). O grupo também tem uma ida a Portugal confirmada, com show marcado para 3 de novembro, na Altice Arena, em Lisboa.   E aí, partiu vestir a camiseta da banda e os jeans surrados, calçar os coturnos e fazer parte dessa história? Quer ir? Titãs Encontro Onde: Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha Quando: 07 de junho, abertura dos portões às 19h, show às 22h Quanto: a partir de R$ 220 (inteira) cadeira inferior. Confira no site oficial para demais preços e setores Compre: pelo site Eventim – https://www.eventim.com.br/event/titas-encontro-arena-brb-mane-garrincha-15393512/ Mais informações: https://www.titasencontro.com.br/ Fotos: Divulgação

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Anarriê! Confira 4 dicas de festas juninas pelo DF

Em meio a tantas opções, veja quais são as escolhas para sair PERAMBULANDO de xadrez, calça jeans e muito apetite com Gilberto Evangelista É isso mesmo, maio não tinha nem chegado ao fim e as festas “juninas” já estavam pipocando Distrito Federal afora. Porém, com o début do mês oficial que ostenta datas comemorativas dedicadas a Santo Antônio (13), São João (24) e São Pedro (29), partiu canjica, pipoca, bolos, quentão, churrasquinho, curau, batidas, galinhada, maçã do amor, amendoim torrado, cerveja geladinha e muito mais. Afinal, sempre tem um show da hora para dançar agarradinho, além das atrações infantis para a garotada. Taí a festa junina do Iate Clube, que começou nesta quinta-feira (01) e vai até sábado (03) trazendo uma minicidade cenográfica com estação de trem e uma vila que reúne 24 barracas de comidas típicas, além das delícias especiais servidas por Parrilla Madrid, Pedacinho Pizzas, Miquéias Fast Food, Churros do Tio, Koni Store, Sweet Cake e Raclete Swiss Gourmet. Na programação, Adriana Samartini, Lucas e Bárbara e Trio Balançado estão entre as atrações confirmadas do evento. Horário, preço e outros detalhes das festas estão no serviço no final desse texto. Mas antes de ir lá curiá, fique sabendo que é neste sábado (3) tem início o Quintal da Dona Graça. Isso mesmo, aquela festa lá no Park Way, que só quem foi sabe o tanto que é boa. Primeiro porque a decoração é surpreendente, uma experiência única; segundo pelo enorme e variado buffet “sirva-se à vontade” que o ingresso dá direito (bebidas à parte); e terceiro, pelas atrações para adultos e crianças. Tá duvidando? Pergunta para quem já foi ou fuça o Instagram deles e tire suas conclusões, que também podem ser tiradas in loco até o dia 13 de agosto. E se você pensa que o Casapark é apenas um shopping de design para ir fazer compras para deixar sua casa completa, está muito enganado. O centro comercial se esmera em oferecer experiências para seus clientes, e o Arraial que eles estão programando para o próximo dia 17 promete. Isso mesmo, tá longe, mas é um Save The Date, para ninguém perder o show da dupla sertaneja Lucas Viana e Barbara, nem a apresentação da quadrilha Formiga, além das comidas típicas, bar, área para crianças com brinquedos infláveis, pescaria e muita diversão. Agasalhos e alimentos não perecíveis serão doados à ONG Formiguinhas da Alegria e darão direito à meia-entrada. Por fim, conta aqui para mim: você também é fã da Casa de Biscoitos Mineiros? Eu sou louco, amo a broa temperada e o bolo de cenoura até não poder mais. Pois é, a rede que completa 27 anos nesta sexta-feira, 2, faz festas juninas com barraquinhas, delícias, tudo nos conformes, durante todo o mês. Mas o detalhe é que os quitutes da época são vendidos no dia a dia nas lojas, podendo ser consumidos no local, comprar e levar pra casa ou encomendar. Tem arroz doce, bolo de mandioca, pé de moleque, pamonha assada e muito, mas muito mais mesmo! É isso pessoal, seja en arrière em bom francês ou anirriê em português, partiu PERAMBULAR pelas festas juninas da capital! Quer ir? A Vila 2023 Iate Clube de Brasília – Setor de Clubes Esportivos Norte, Trecho 2, Conjunto 4 01 a 03 de junho. Quinta e sexta-feira a partir das 19h; sábado, 18h Entrada franca para sócios e crianças até 04 anos; R$ 50 adulto e R$ 30 de 5 a 12 anos (ingresso solidário com doação de 1Kg de alimento não perecível) Compre: na portaria do clube ou pelo link: www.bilheteriadigital.com/festa-junina-do-iate-2023-02-de-junho Programação completa: @iatebsb Quintal da Dona Graça 2023 SMPW, Quadra 04, Conjunto 03, Lote 11 Finais de semana até 13 de agosto, a partir das 18h, aos domingos às 16h Buffet a partir de R$ 70 (crianças de 5 a 10 anos) e R$ 130 (11 anos em diante); bebidas à parte Compre: pelo link: bileto.sympla.com.br/event/83099 Programação completa: @quintaldadonagraca Arraiá Casapark Estacionamento da Cobasi no Shopping Casapark, SGCV Lote 22 17 de junho, das 18h às 22h Entrada franca para crianças até 07 anos e R$ 15 (meia-entrada solidária com doação de 1Kg de alimento ou agasalho) Compre: pelo link: https://www.sympla.com.br/evento/arraia-casapark/ Programação completa: @casapark Arraiá Casa de Biscoitos Mineiros Nas lojas da rede Dia 03 de junho na unidade Asa Norte; dia 10 em Águas Clara Castanheiras; dia 17 na Asa Sul; dia 24 em Águas Claras Alecrim; e dia 01 de julho no Sudoeste Entrada franca, consumação in loco Informações e endereços: @casadebiscoitosmineiros Fotos: Divulgação

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Kleber Montanheiro: “A roupa é um veículo de comunicação pessoal”

Carmen, a Grande Pequena Notável é imperdível! Espetáculo que conta a trajetória de Carmen Miranda tem curta temporada e já entra na sua segunda semana de exibição Este texto começa de um modo diferente, com uma pergunta que não quer calar: Querides Leitores, já assistiram “Carmen, a Grande Pequena Notável”? Ok, vocês podem estar com vontade de retrucar dizendo: “Mas como assim, se a peça só entrou em cartaz há uma semana?”. Pois é meu povo, o questionamento se faz necessário, porque já tem um tempinho (se é que vocês já não se ligaram) que as temporadas no CCBB Brasília são de apenas três semanas. Dito isso, não percam tempo, pois este colunista garante que, depois de Molière e Jorge Pra Sempre Verão, esta é mais uma das fantásticas produções que ninguém pode deixar de assistir. Com apresentações de quinta-feira até domingo (veja horários no serviço abaixo), o musical em linguagem de Teatro de Revista segue até o próximo dia 11 de junho, trazendo um resumo da carreira dessa grande estrela brasileira. Na estrada desde 2018, quando estreou em São Paulo, a produção dirigida por Kleber Montanheiro, já foi vista por milhares de pessoas. Em cena, no papel de Carmen Miranda, a premiada atriz Amanda Acosta divide o palco com Daniela Cury, Gustavo Rezende, Gabriella Britto, Jonathas Joba, Júlia Sanchez e Roma Oliveira, além dos músicos Maurício Maas, Betinho Sodré, Monique Salustiano e Fernando Patau. Inspirado no livro homônimo de Heloisa Seixas e Julia Romeu (vencedor do Prêmio FNLIJ de Melhor Livro de Não-Ficção em 2015), o espetáculo ganhador do APCA de melhor direção artística de 2022 dura cerca de 1h30. Ele se propõem a preservar e homenagear a memória dessa portuguesa naturalizada brasileira, conhecida por todos como a “pequena notável”, e se tornou um ícone musical graças à sua voz, seu gingado e balangandãs, tanto no nosso país, quanto nos Estados Unidos, entre os anos de 1930 e 1950. Eu poderia ainda escrever linhas e linhas com inúmeras razões para todo mundo ir PERAMBULANDO o quanto antes até o teatro do CCBB, mas, vou me ater somente ao fato de que, segundo um passarinho me contou, as roupas que a protagonista usa em cena foram inspiradas em desenhos originais, fruto de um trabalho de pesquisa hercúleo de Montanheiro (que também é figurinista nessa produção) e que, inclusive, já ganhou o Prêmio São Paulo de Melhor Figurino por “Carmen, a Grande Pequena Notável”. Diante disso, fizemos cinco perguntinhas para ele sobre o assunto, cujas respostas estão nesta entrevista exclusiva concedida para Lackman&CO: Além de diretor, você também é o figurinista de “Carmen, a Grande Pequena Notável” (e sei que também atua como artista visual, cenógrafo e iluminador). Por que nesta produção você também quis se jogar no figurino? Normalmente quando dirijo um espetáculo, crio a concepção visual. Muitas vezes acabo chamando um outro profissional para dialogar com essa concepção. Nesse caso do musical Carmen, a direção foi muito inspirada pela ideia das letras da cenografia e da composição de cores do figurino, do preto e branco para o colorido. Por isso acabei assinando as três criações: direção, cenários e figurinos. A direção dependia muito da dinâmica criada pelas letras do nome Carmen presentes no cenário e pela a evolução dos figurinos, onde as pequenas frutas que são bordadas nas roupas pretas e brancas vão evoluindo e aumentando até chegarem na cabeça de frutas da cena no Cassino da Urca. A partir daí os figurinos de todo o espetáculo ficam coloridos. Essa é uma ideia conceitual muito forte e que nasceu junto com a direção. O que foi mais difícil, o trabalho de pesquisa ou conseguir os tecidos, aviamentos, detalhes para fazer o figurino de Carmen? Eu acho que foi a escolha do material mesmo, pois eu necessitava de tecidos específicos e bordados que se assemelhassem ao desenho de todo guarda-roupa que foi criado. A pesquisa não foi difícil, temos muito material sobre a Carmen em livros, vídeos, etc. Acho que o grande desafio foi criar um conceito que fosse único para esse espetáculo, e não somente reproduções dos figurinos originais. A roupa é um “veículo de comunicação pessoal”, vamos assim dizer. Desse modo, o que você acha que a Carmen queria dizer ao mundo pela maneira como ela se vestia para subir ao palco? Eu vejo muito as ideias que a Carmen trouxe para o seu visual como uma explosão da nossa brasilidade. Além de buscar um estilo único, que se destacasse na época através de um certo exagero, ela ditou moda. Trouxe o sapato plataforma como uma identidade e ao mesmo tempo criou uma linguagem tropical, que acabou influenciando muitos artistas que vieram depois. Apesar de muitos dos figurinos que Carmen usou serem mais próximos ao conceito de fantasias, você considera que ela rompeu padrões? Com certeza! Eu não acredito muito na ideia de fantasias, acredito mais no conceito de amplitude, como uma lente de aumento. Acho que Carmen foi muito visionária nesse sentido. No momento onde a moda era muito comportada, Carmen abusou das cores, das caudas que se arrastavam pelo chão, dos plissados e franzidos. Além de se utilizar também de estampas, grandes e coloridas. Um abuso para a época. O sapato plataforma dela foi uma encomenda ao sapateiro que lhe disse algo do tipo, “mas isso não está na moda”, no que ela respondeu “eu nunca segui a moda”, mas deste modo ela não estaria então lançando moda? Qual a herança (ou ensinamento) fashion Carmen nos deixou? A criação do sapato plataforma segue essa mesma ideia de amplitude. Carmen era baixa de estatura, pensou no sapato para ficar mais alta. Dessa forma ela rompe padrões a partir das suas necessidades e claro, acaba lançando moda. Isso se dá com a identificação de outras mulheres, que se sentem libertas, acreditando em si mesmas, querendo mostrar ao mundo a sua voz. A moda nasce sempre desse rompimento de padrões. A partir de pessoas que não se identificam, que enxergam como óbvio e resolvem se mostrar de uma

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Vera Holtz traz monólogo “Ficções” para o CCBB Brasília

Adaptação teatral de “Sapiens”, best seller do filósofo israelense Yuval Noah Harari conta com atuação de  Vera Holtz, vencedora do Prêmio Shell/2023 na categoria melhor atriz Com mais de 23 milhões de cópias vendidas em todo o mundo, o livro Sapiens – uma breve história da humanidade, do professor e filósofo Yuval Noah Harari, foi o ponto de partida para o espetáculo Ficções, idealizado pelo produtor Felipe Heráclito Lima e escrito e encenado por Rodrigo Portella. O monólogo que foi sucesso de crítica e público nos CCBB RJ, SP e BH, marca o retorno de Vera Holtz aos palcos, e chega ao CCBB Brasília para uma temporada de 15/06/23 até 09/07/23. Publicado em 2014, o livro de Harari afirma que o grande diferencial do homem em relação às outras espécies é sua capacidade de inventar, de criar ficções, de imaginar coisas coletivamente e, com isso, tornar possível a cooperação de milhões de pessoas – o que envolve praticamente tudo ao nosso redor: o conceito de nação, leis, religiões, sistemas políticos, empresas etc. Mas também o fato de que, apesar de sermos mais poderosos que nossos ancestrais, não somos mais felizes que esses. Partindo dessa premissa, o livro indaga: estamos usando nossa característica mais singular para construir ficções que nos proporcionem, coletivamente, uma vida melhor? “É um livro que permite uma centena de reflexões a partir do momento em que nos pensamos como espécie e que, obviamente, dialoga com todo mundo. Acho que esse é o principal mérito da obra dele.”, analisa Felipe H. Lima, que comprou os direitos para adaptar o livro para o teatro em 2019. Quer ir? Ficções com Vera Holtz em temporada de 15 de junho a 09 de julho de 2023, de quinta a sábado, às 20h / domingo às 18h, no Teatro do Centro Cultural do Banco do Brasil (SCES Trecho 02) Ingressos: R$ 30 (inteira), e R$ 15 (a meia para estudantes, professores, profissionais da saúde, pessoa com deficiência (e acompanhante, quando indispensável para locomoção), adultos maiores de 60 anos e clientes BB), à venda em www.bb.com.br/cultura ou na bilheteria do CCBB Brasília Classificação indicativa: recomendado para maiores de 12 anos. Informações: (61) 3108-7600 E-mail: ccbbdf@bb.com.br Site/ bb.com.br/cultura Fotos: Ale Catan/Divulgação  

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Museu da República recebe “ÁguaPé” em seu espelho d’água

Artistas transformam o espelho d’água do Museu da República em uma instalação vibrante e interativa No coração da cidade, o Museu da República se tornou o palco de uma intervenção artística inovadora, intitulada “ÁguaPé”, cujo objetivo é surpreender e encantar os visitantes com uma experiência única. O espelho d’água localizado em frente ao museu foi transformado em uma instalação vibrante, repleta de cores e interatividade. Ao passar pelo Complexo Cultural da República João Herculino, composto pelo Museu Nacional da República (MuN) e a Biblioteca Nacional, os visitantes notarão que o local ganhou vida em meio às estruturas de concreto projetadas por Oscar Niemeyer. Desta vez, a exposição está do lado de fora do MuN: um jardim flutuante. Mais de 10 mil mudas de aguapé foram colhidas no Lago Paranoá e trazidas para embelezar os espelhos d’água do museu. Este projeto artístico foi concebido e executado principalmente por mulheres como parte da 21ª Semana Nacional dos Museus. Gisel Carriconde Azevedo e Isabela Couto são as artistas responsáveis, com curadoria de Sissa Aneleh.  A exposição estará aberta para visitação diariamente até 16 de julho. A diretora do MuN, Sara Seilert, ressaltou a importância da intervenção. “É muito interessante colocar plantas em um ambiente completamente de concreto. As artistas trouxeram um toque de natureza para perto da obra de Oscar Niemeyer. É uma obra de arte vegetal”, defendeu. Uma das intenções dessa intervenção é chamar a atenção para a preservação dos ambientes naturais e a urgência da discussão sobre o clima. A proposta da intervenção é despertar o olhar atento para a relação entre arte e natureza, sensibilizando o público sobre a importância da preservação ambiental e do uso consciente dos recursos naturais. Ao unir a estética visual com a conscientização ambiental, “ÁguaPé” se destaca como uma intervenção artística de impacto, que transforma o espaço urbano em uma obra de arte viva. Além de outros parceiros, as artistas contaram com o apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal para viabilizar o transporte das mudas. Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília e Isabela Couto

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