Micarê será em maio de 2024. Ingressos já estão à venda

Festival está com pré-venda aberta e promete arrastar milhares de foliões nos dias 3 e 4 de maio A 4ª edição do Festival Micarê vai colocar os foliões da capital para vibrar nos dias 3 e 4 de maio do próximo ano. A pré-venda para os fãs do Micarê começou nesta terça-feira (12/12), pela plataforma Ingresse. O evento, que estreou em 2019 e substituiu a famosa Micarecandanga, arrasta multidões de admiradores da axé music com direito uma megaestrutura, abadás exclusivos e trios elétricos, carregando o clima do Carnaval de Salvador em pleno Cerrado. Na pré-venda, o kit Passaporte Atrás de Trio custa a partir de R$ 190 (meia-entrada), incluindo dois abadás e um ecocopo. O kit Passaporte Camarote Pré-venda, por sua vez, vale a partir de R$ 340 (meia-entrada), também com dois abadás e um ecocopo inclusos. Os passaportes estão com R$ 20 de desconto. As vendas gerais começam em breve, quando o evento deve divulgar as primeiras atrações do lineup. Fotos: Divulgação

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Paulinho da Viola comemora 80 anos com turnê

Brasília recebe show que mais parece uma festa dos maiores sucessos da carreira do artista O cantor e compositor Paulinho da Viola celebra seus 80 anos de idade nos palcos do Brasil com uma grande festa da música brasileira, especialmente do samba. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, os shows tiveram os ingressos esgotados rapidamente e, nas duas cidades, os fãs ganharam sessão extra. Na capital federal, o artista se apresenta no próximo sábado (25), no Centro de Convenções Ulysses. Os ingressos estão à venda no site da Bilheteria Digital. O espetáculo revisita o início do compositor e cantor, desde os tempos do histórico show “Rosa de Ouro”, onde o jovem músico colocava pela primeira vez os pés num palco ao lado de figuras como Clementina de Jesus, Aracy Cortes e Zé Keti, passando pelo saudoso tempo dos festivais. Foi ali que “Sinal Fechado” deu o primeiro lugar a um jovem Paulinho que, de lá para cá, firmou-se como uma voz única e pujante da MPB e do Samba. Neste show, além dos sucessos marcantes de sua trajetória, Paulinho abre espaço para cantar algumas canções que, embora nunca tenha gravado, fazem parte de sua memória emotiva. E certamente há surpresas guardadas para o público, como novas interpretações de músicas já conhecidas, além de pelo menos uma composição inédita, logo na abertura do espetáculo. Com direção geral de Claudio Botelho, o espetáculo é uma festa de Paulinho da Viola, com Paulinho, para Paulinho, e mais do que tudo, para a Música que, com ele e por meio dele, segue cheia de vigor e possibilidades. Artista e sua obra fazem oitenta primaveras e o público celebra como um arranjo pra lá de especial. Ingressos a partir de R$ 100. Bora? Paulinho da Viola / às 21h do dia 25 de novembro / No Centro de Convenções Ulysses / 14 anos / Mais informações: (61) 98141-1990 Foto: Léo Aversa / Divulgação

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Renata Jambeiro canta Clara Nunes: “É uma conexão com a minha ancestralidade”

Em entrevista exclusiva para o Lackman & CO., cantora que teve sua vida atravessada pelo sucesso de Clara Nunes, presta homenagem, e conta um pouco sobre como é sua vida na música  O cenário musical  brasiliense tem suas fases bem definidas e, para além do rock, a capital tem talentos que fazem da música um de seus bens mais preciosos. Renata Jambeiro, que percorre os melhores palcos e é, sem dúvidas, uma das melhores joias que temos no nosso lineup de representantes musicais estreará o show “Mestiça – Celebrando Clara Nunes” revisitando a discografia da mineira que marcou a Música Popular Brasileira nas décadas de 1970 e 1980. A apresentação será no dia 9 de novembro (quinta-feira), às 20h, no Teatro SESC Garagem (913 Sul). O espetáculo costura músicas, performances e textos e contará com a participação especial de artistas que também tiveram suas histórias entrelaçadas com a obra de Clara Nunes como Cássia Portugal  e Marcelo Café. A cantora, de 41 anos, iniciou na arte do canto ainda na adolescência e tem em seu currículo, musicais e muitos espetáculos teatrais. Apesar de não ser musicista formada, sua formação em Artes Cênicas e Dança a transportou pelos meandros das artes de performance e a colocou no seu devido e merecido lugar, o de cantora. Renata aproveitou um tempinho entre os ensaios e nos concedeu uma entrevista cheia de detalhes sobre ser artista e sua paixão pela música. Confira: Quem é a Renata Jambeiro entendida, descrita e vivenciada pela própria Renata Jambeiro? “Mel Dels”, que pergunta difícil! Renata é filha de Obá, não foge da luta mas leva a vida sempre olhando o copo cheio. Intensa em tudo, amiga, acolhedora, carinhosa. Mas também afrontosa (como diz a amada Mãe Dora), decidida e obstinada. Caminhando e vendo quem sou a cada esquina, encruzilhada, reta e curva.  A Renata é muito “diferenciada” das outras Renatas do planeta. Ela é um poço sem fundo de talento e vê o mundo pelas lentes da arte. O que faz a Renata acordar diariamente e viver? Primeiro, fico agradecida pelo carinho ao qual se refere a mim e a minha trajetória. O que me faz levantar e viver é me sentir útil pro mundo e fazer as pessoas felizes. Por isso eu canto. Porque eu gosto de cantar a felicidade, a alegria. Muitas vezes as pessoas me falam que meu canto é reza, que me ouvem quando estão tristes e precisam ficar felizes e é isso, isso me faz levantar e trabalhar. Inspirar meus filhos, para que vejam a mãe fazer algo que ama, poder sustentá-los com amor e alegria. Você ouve o que canta? Em que momentos a sua música te faz ouvinte dela? Sim, me ouço. E gosto e me emociono. Não ouço com tanta frequência, mas ouço sim. Quando eu estou feliz ou quando preciso transmutar alguma energia que não está legal, eu recorro a mim mesma e meus pilares musicais Bethânia, Clara e Daniela. A Renata de hoje é aprimoramento ou continuidade da Renata de ontem? A Renata hoje é um acúmulo de Renatas anteriores, de Renatas diversas. Algumas Renatas passaram, outras permanecem sendo eternamente lapidadas. Mas talvez, uma Renata hoje se destaque, que é a Renata-mãe, que concentra várias numa só e que trouxe uma outra perspectiva de olhar sobre a vida, a arte e nossa missão nesse mundo. Após tantos anos na estrada fazendo e dando shows diferentes, o que descobriu sobre você? Complexo responder em poucas linhas mas o que eu poderia dizer é que eu conheci lugares (cidades, países) que eu não sabia que queria conhecer e dentro de mim, lugares que eu não sabia que existiam até a arte, a música e o samba me apresentarem. Eu sou um ser artístico desde que nasci. E descobri o quanto é importante a gente ser quem a gente é, entender quando uma expectativa é sua e quando é dos outros e que você sempre pode aprender com qualquer pessoa e situação, ensinar e inspirar e ser inspirado o tempo todo. É um movimento contínuo. O que pode contar sobre suas perspectivas de futuro musical? Tem um futuro se traçando agora que é retomar o show em celebração a Clara Nunes – Mestiça. Mas também formatando o projeto “Fé Menina” pra circular e ocupar espaços com formação de mulheres (seguindo o fluxo de trabalhos femininos que sempre permearam minha trajetória) e gravação do álbum novo, o “Forasteira”. Tudo isso na música. Outros projetos igualmente intensos estão para estrear como a “Revista do Samba”, agora em novembro, encabeçada por mim e realizada pelo instituto Mumalanga, alguns trabalhos de curadoria e direção artística de festivais e grupos, e ocupação 2024 com o instituto Caminhos Abertos, do qual sou presidente. Existe um gatilho para te fazer cantar? Te dá vontade de cantar quando… Até sorri pra essa pergunta. Agora já me deu vontade de cantar! Quando acordo e tem Sol, quando meus filhos brincam comigo, quando os coloco pra dormir eu sempre canto, quando estou com medo, quando estou feliz, quando estou comendo. Eu canto comendo. Juro! Quando faxino a casa, arrumo coisas é ótimo ouvir música e cantar alto.  Experimenta cantar e ouvir o disco “Fogaréu” pra vassourar a casa! Conte-nos sobre seu mais novo show “Mestiça”. Sabemos que você é uma admiradora de Clara Nunes. Ao que se deve esse carinho pela “tal mineira guerreira”? Clara faz parte da minha vida desde sempre. É minha mãe cantando alto em casa em domingo de sol. É alegria e chegança. É uma conexão com minha ancestralidade. É minha relação com a umbanda e o candomblé desde sempre. A  Clara fala de um Brasil profundo até hoje, pra minha geração e sempre que sinto o chamado, volto com esse show. Assim posso continuar seu legado e seguir falando de sua contribuição e importância para a música popular brasileira. O que o público ganhará de presente no seu show? Verdade, energia, alegria! Um show de um Brasil potente, plural, magnético, forte e resiliente. Músicos de

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#PERAMBULANDO por Brasília, a capital do samba!

Enquanto o Rock parece ter dado um tempo, o samba ganha cada vez mais espaço na cena musical da cidade, e o Buraco do Tatu é uma das comprovações desse fato   É isso mesmo leitores do meu coração, é inegável, não somente para este colunista que cresceu em uma Brasília 100% Rock’n Roll, mas para quem quiser olhar para as coisas como elas são. Hoje em dia, Menos é Mais vem fazendo cada vez mais sucesso que Legião Urbana entre os candangos, sobretudo junto das novas gerações. E não precisamos de pesquisa para comprovar o fato de que, a cada dia, é maior o número de shows e rodas de samba que acontecem em cada canto do Distrito Federal. Entre os espaços ocupados pelo gênero, o Birosca (no Setor de Diversões Sul, vulgo Conic) abriga um dos rolês mais disputados atualmente, o Buraco do Tatu. O nome do projeto cultural, que vem rolando há exatos um ano e dois meses, é uma alusão direta com o túnel que liga Asa Sul e Asa Norte e que, “depois de atravessá-lo, você se depara com um mundo de cores, se transportando de um lugar para outro”, destaca Augusto Berto, que é responsável pela iniciativa. “Então, é uma brincadeira, até mesmo pela proximidade (com o Birosca), e quando você passa pelo nosso Buraco do Tatu do Samba, a pessoa é transportada também para um mundo cheio de cor, muito mais cheio de alegria, de música, uma outra dimensão” musical, completa. Berto, que canta e toca tantan, é um dos oito artistas que fazem parte da formação fixa do grupo, e que se reúne duas vezes ao mês (em geral a cada 15 dias) numa roda de samba rodeada por uma verdadeira legião de fãs do samba. A banda se completa por Yara Alvarenga (surdo), Lene Black (percussão), Ane Êoketu (percussão), Breno Alves (pandeiro), Amilcar Parré (violão), Nelsinho Serra (cavaco) e Thanise Silva (flauta). No entanto, é de praxe a galera receber visitas ilustres que, curtindo uma folga no domingão, passam por lá e dão uma palhinha, como já foi o caso de Murica; Letícia Fialho, Marvin, entre outros. DJ AnBar Vale destacar ainda que, apesar do samba dominar a programação do Buraco do Tatu, ela é dividida em blocos, criando um espaço para que outras vertentes da música popular brasileira possam brilhar; seja pelas carrepetas do DJ AnBar (residente que tem um repertório forte de gafieira) ou dos itinerantes que tocam no intervalo e após o encerramento da banda. Odara Kadiegi, Paula Torelly e Tamara Maravilha já deram o ar da suas graças, assim como o DJ Umiranda, “que é um dos queridinhos do público”, segundo Augusto Berto, “apesar de termos um esquema rotativo de DJs, a mistura do funk com o samba que ele traz, sempre faz muito sucesso”, avalia. Inclusive, em entrevista exclusiva a este colunista, que já esteve duas vezes PERAMBULANDO lá pelo Buraco do Tatu, o produtor cultural contou que o projeto nasceu na época da pandemia, quando o isolamento, as perdas e as dores eram compartilhadas pelo mundo. “Eu ficava imaginando como seria bom estar em uma roda de samba de novo e com a galera cantando, dançando junto, e de tanto pensar, isso tudo foi se materializando na minha cabeça”, relembra. “E a ideia do Buraco é começar a semana de um jeito melhor, pois fazer um samba no domingo é bem mais legal que ficar em casa mexendo no celular ou vendo televisão, com ansiedade, pensando besteira. Este é um lugar de encontros, de encantos, para renovar energias, para que as pessoas se conheçam, façam amizades, encontrem novos amores, aonde a gente possa lembrar que a vida é muito boa”, decreta. Então, se você ainda não conhece, acompanhe o @entrenoburacodotatu para saber, por exemplo, quando a próxima “reunião” acontece. Ah! Se liga que tem lista de cortesia, preços populares, mas vá sabendo, desde já, que ali é um lugar onde todo mundo é aceito, sem distinção, com respeito ao próximo, e principalmente à cultura do Não é não! Então, HTs, respeitem as minas! “A gente sempre reforça isso, mas não deve ser só no Buraco, afinal, 2023, em qualquer evento, de qualquer ritmo, local, isso é simplesmente obrigação”, enfatiza Augusto. Para finalizar, um enorme Vida longa ao samba em/de Brasília! E se você curtiu a leitura até aqui, não deixe de ver este post em homenagem a esse rolê imperdível… Quero ver todo mundo PERAMBULANDO por lá!   Fotos: Nina Quintana

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4 de outubro, mas pode chamar de CoMA’s Day!

Começa nesta quarta-feira a edição 2023 do festival reúne conferência, mostra de cinema e shows no CCBB Brasília Uma verdadeira celebração da riqueza da cultura e arte brasileiras por meio de expressões artísticas além da música. Este é o Festival CoMA que chega à sua 6ª edição firmando parceria inédita com o CCBB Brasília. Até o próximo domingo (08), artistas emergentes e consagrados farão apresentações ao ar livre nos jardins do centro cultural queridinho da cidade, onde foram instalados não apenas um, mas cinco palcos para show. Entre os inúmeros nomes nacionais e locais confirmados estão Letrux-Redux, João Bosco, Johnny Hooker, Potyguara Bardo e Baianasystem. A agenda completa está no perfil @festivalcoma do Instagram. Diversidade é a palavra de ordem do festival que apresenta também uma conferência com diversas atividades (showcases e DJcases) e uma mostra de cinema documental sobre música. E o primeiro debate (de uma série incrível), que acontece às 18h desta quarta-feira (04), coloca frente à frente a Ministra da Cultura Margateth Menezes e a Chef Lili Almeida, marcando a abertura oficial do Festival CoMA 2023, com o tema “Cultura: Alimento para a Alma“. O bate-papo promete, afinal, será um diálogo profundo sobre a importância da cultura em nossas vidas, como ela nutre nossa alma e nos conecta com nossas raízes. Para democratizar ainda mais o acesso ao festival e consolidar o compromisso de promover a acessibilidade cultural e o encontro de múltiplas expressões artísticas, neste ano, os ingressos terão valor fixo: R$ 30,00 (inteira) e R$15,00 (meia entrada). Além disso, o evento contará com um plano de mobilidade e transporte gratuito saindo em direção ao CCBB Brasília a partir do Museu Nacional da República. In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical Explorando as potencialidades culturais do CCBB Brasília, o CoMA traz para o cinema do CCBB Brasília a mostra In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical. Serão apresentados 9 títulos que foram destaque nas suas últimas três edições, que abordam a vida de diferentes artistas e movimentos musicais que deixaram sua marca na sociedade. São eles: La danza de Los Mirlos (Álvaro Luque | Peru | 2022); The Beat Diaspora (Tico Fernandes, Roguan, Carol Lima, Joyce Prado, Bruno Zambelli | Brasil | 2022); Belchior – Apenas um Coração Selvagem (Natália Dias e Camilo Cavalcanti | Brasil | 2022); Manguebit (Jura Capela | Brasil | 2022); Lenha, Brasa e Bronca: A História de Jacildo e Seus Rapazes (Dennis Rodrigues | Brasil | 2021); Dom Salvador & Abolition (Artur Ratton e Lilka Hara | Brasil, Estados Unidos | 2020); Cecilia Amado e Pablo Oliveira Brasil | 2023); As Faces do Mao (Dellani Lima e Lucas Barbi | Brasil | 2021); e Uma banda Made in Brazil (Egler Cordeiro | Brasil | 2017). CoMA para crianças, Consciente e Acessível O festival tem duas atrações para as crianças: no sábado, às 16h20, o Pé de Cerrado Brincantes e no domingo, às 16h, o Teatro Mapati apresenta A Odisseia de Nonô: Uma Alegoria Lúdica nos Céus de Brasília, uma apresentação circense que acompanha a jornada de Nonô, um peixe com caudas exuberantes, explorando o céu de Brasília. Inspirada na cantiga folclórica ‘Peixe Vivo”, a alegoria promove a preservação do cerrado. CoMA é sustentável sim, uma vez que seu discurso se materializa no uso de eco copos, mobiliários produzidos com material reutilizável, coleta seletiva, destinação adequada de resíduos e o incentivo ao descarte de lixo eletrônico para reciclagem. No quesito acessibilidade, a programação é toda ela em libras, áudio e braile; para todo o canto o piso é adaptado para melhor locomoção de cadeirantes e distribuição de fones de ouvido para autistas. Essas são algumas das iniciativas já adotadas pelo CoMA Consciente em outras edições e que permanecem neste ano. Além disso, PCDs têm entrada gratuita, bem como seus acompanhantes, desde que solicitado antecipadamente para a produção do evento. Outro destaque, o CoMA disponibilizará transporte gratuito do Museu Nacional a para o CCBB Brasília durante todos os dias de programação. Os ônibus farão múltiplas viagens ao longo do dia e visam garantir que o público aproveite ao máximo as atrações de forma prática e sem grandes preocupações com deslocamento. Serviço: Festival CoMA – Consciência, Música e Arte 2023 Período: De 4 a 8 de outubro Consulte horários, programação e classificação indicativa no site Local: Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) | SCES Trecho 02 Lote 22 Ed. Tancredo Neves. Setor De Clubes Sul. Brasília – DF Ingressos: disponíveis no site www.bb.com.br/cultura Valores: meia-entrada | R$15 (será exigida a apresentação da comprovação na entrada do evento); inteira | R$30 Foto: Instagram CoMA by Victor Diniz

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Extra, extra! Últimos lugares para ver Ney em Brasília

Cantor faz única apresentação do Centro de Convenções Ulysses Guimarães   Parabéns a todos que conseguiram se programar antecipadamente e conseguiram ingressos para assistir Ney Matogrosso, que passa pela cidade na próxima sexta-feira (22) com sua turnê Bloco na Rua que, por acaso, esteve por aqui ano passado. Em apresentação única no Auditório Master do Centro de Convenções Ulysses, a partir das 21h, o espetáculo ainda conta com cadeiras extras (aquelas que são colocadas nas laterais e espaço vazios do local), além de alguns poucos camarotes, mas para os fãs que dormiram no ponto, se traduz em uma oportunidade única de não perder a apresentação.   Então, se você quer tentar a sorte, cruze os dedos e acesse o site da Bilheteria Digital. Depois, em caso de sucesso, é só se preparar para curtir o set list que Ney escolheu, onde estão músicas que revelam a diversidade musical que o artista traz consigo ao longo da carreira: Eu quero é botar meu bloco na rua (Sergio Sampaio), de onde saiu o título da turnê, A Maçã (Raul Seixas), Álcool (Bolero Filosófico), da trilha original do filme Tatuagem (DJ Dolores), O Beco, gravada por Ney nos final dos anos 80 (Herbert Vianna/Bi Ribeiro) e Mulher Barriguda, do primeiro álbum dos Secos e Molhados, de 1973 (Solano Trindade/João Ricardo). O repertório foi selecionado enquanto Ney excursionava com o show Atento aos Sinais. “Não é um show de sucessos meus, mas quis abrir mais para o meu repertório. Dessa vez eu misturei coisas que já gravei com repertório de outras pessoas”, explica Ney, que cantará ainda duas canções pinçadas do compacto duplo Ney Matogrosso e Fagner, lançado em 1975: Postal do Amor (Fagner/Fausto Nilo/Ricardo Bezerra) e Ponta do Lápis (Clodô/Rodger Rogerio). Outros dois clássicos que ele nunca havia cantado, Como 2 e 2 (Caetano Veloso) e Feira Moderna (Beto Guedes/Lô Borges/Fernando Brant), também estão no roteiro.   Em tempo, vale ressaltar o belíssimo figurino criado em parceria com o estilista Lino Villaventura, além da participação no palco da banda que já vem o acompanhando Ney nos últimos anos: Sacha Amback (direção musical e teclado), Marcos Suzano e Felipe Roseno (percussão), Dunga (baixo), Maurício Negão (guitarra), Aquiles Moraes (trompete) e Everson Moraes (trombone). Serviços: Ney Matogrosso – “Turnê 2023 Bloco na Rua” Onde: Centro de Convenções Ulysses Quando: Sexta-feira, 22/09 – 21h Duração: Aproximadamente 1:50h de show. Classificação indicativa: 14 anos Mais informações: 98409-0198   Fotos: Instagram/The Town Festival

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Veja: 4 shows pra sair PERAMBULANDO por aí

Quatro estilos da MPB contagiam o final de semana com espetáculos para todos os gostos Se você é do tipo de pessoa que adora shows de música ao vivo, este final de semana está repleto de opções. E como tem apresentações que já acontecem hoje mesmo, não podemos perder tempo, e vamos de agendinha bem prática, objetiva e focada somente neste tópico. Isso mesmo, quer saber sobre teatro, exposições e outras “cositas más”? Sentimos muito, pois hoje vamos PERAMBULAR pelas ondas do som! Para começar, nesta sexta-feira (15) tem apresentação única de Djavan, no Auditório Master do Centro de Convenções Ulysses. Com músicas de toda sua carreira e de Homônimo, seu 25º álbum de estúdio, o cantor não deixará Sina e Flor de Lis de fora da apresentação que começa às 22h, com ingressos a R$ 270 (3º lote). Compre no site da Bilheteria Digital. Falando em MPB, Fábio Jr também faz uma apresentação única no mesmo palco do Centro de Convenções Ulysses e horário, 22h, só que nesse sábado (16). O espetáculo faz parte da turnê comemorativa aos 40 anos de carreira do artista, reunindo clássicos como Alma Gêmea, Enrosca, Só Você, Caça e Caçador e Pai. Os ingressos podem ser adquiridos neste link ao custo de R$ 120 (meia entrada). Tá pensando o que? A galera do Rock também tem sua vez! O Festival 5 anos do Galpão 17 está com uma programação intensa que vai até o domingo (17), e que você pode conferir na sua íntegra no perfil @galpao17df no Instagram. Entre os inúmeros shows, no sábado (16) tem Raimundos (foto principal) como atração principal, e claro que Eu Quero Ver O Oco, Mulher de Fases, A Mais Pedida e Selim vão estar entre os hits que colocarão todo mundo para dançar. As apresentações começam nessa noite a partir das 20h com a Banda Serpa Blues. Os ingressos estão sendo vendidos on line neste link a R$ 120 (3º lote). Não perca! Outro rolê que também acontece somente até este domingo é a Expoabra 2023, que está cheia de atividades para a garotada e toda a família. Durante todo o sábado e domingo (16 e 17), quando a entrada gratuita, é possível conferir provas equestres e exposição de bovinos com algumas das raças mais nobres do mundo, por exemplo. Como sempre, os shows chamam a atenção do grande público, que vai ter a chance de curtir diferentes espetáculos, sendo Rio Negro e Solimões o principal deles, na noite desta sexta-feira (15); e Zézé di Camargo e Luciano, na noite de sábado (16). Fique por dentro de tudo do evento pelo perfil @expoabra no Instagram. A todes que vão sair PERAMBULANDO ou não, um bom fim de semana! Fotos: Divulgação

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Saiu o line-up do Festival CoMa… vem ver!

Johnny Hooker, João Bosco e BaianaSystem estão confirmados no Festival CoMA   Parte do mistério foi revelado, a 6ª edição do Festival CoMa já confirmou as atrações que irão se apresentar neste grande laboratório de culturas, onde a experimentação faz parte do seu DNA em uma fórmula que reúne ainda uma multiplicidade de ideias, diversidade e transformação. Então se prepare, pois entre os dias 4 e 8 de outubro você irá curtir Johnny Hooker (e seu Clube da Sofrência em homenagem a Marília Mendonça); João Bosco (celebrando seus 50 anos de carreira) e Baiana System (com seu reggae direto de Salvador). A programação do CoMa conta ainda com apresentações de Francisco El Hombre e Letrux, encerrando os dias de conferência com shows cativantes. A programação inclui ainda Tuyo; Boogarins com participação especial de Gaivota; Bixiga 70 + Jessica Caitano; Pé De Cerrado; Siba; Murica + Letícia Fialho; Potyguara Bardo; Vanessa Moreno; 7 Na Roda convidando Teresa Lopes; Seu Estrelo; Melly; Toto De Babalong + Casa De Ablo; Katu Mirim; Baile do Café com participação de Paula Lima; Puterrier; Ellefante + Saudade; Israel Paixão; Larissa Umaytá; Lows; Ypu. Entre os artistas internacionais estão Julie Neff e Eastern Owl, ambos do Canadá. Vale destacar também que diversos sons e estilos prosperam no CoMA, com sets e pesquisas musicais dos DJs: Malfeitona; Sallun; Criolina; Filhos De Guetta; Underbaile e Perde A Linha apresentarão DJ Set’s ao longo da semana de festival. “Na nossa sexta edição, decidimos desconstruir e reconstruir o próprio Festival. O CoMA é sobre transformação, desafios e inovação. Apesar dos valores essenciais preservados, a experiência do público será completamente nova“, explica Diego Marx, diretor artístico do CoMA. Agora seguimos aguardando (com ansiedade) a confirmação sobre o local e ingressos que, segundo a organização do evento, serão divulgadas em breve. Enquanto isso, siga o perfil no Instagram: @festivalcoma Foto: Divulgação

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Sim… Brasília comemora os 50 anos do Hip-Hop!

Com a exposição Graffiti Rivas Vida Hip Hop, a revolucionária e contagiante cultura é patrimônio imaterial do DF É isso mesmo, ele virou um cinquentão, porém, ninguém diz, tampouco acredita. O Hip-Hop, estilo musical que nasceu em uma festa que rolou em um apartamento no Bronx, em New York City, pelas mãos do DJ Kook Herc, no dia 11 de agosto de 1973, é hoje o segundo ritmo mais ouvido no Spotify em todo o mundo. Nada para um som que nasceu marginal. Só para se ter uma ideia, o Brasil é o terceiro país na lista dos que mais consomem o gênero, e claro, a cena em Brasília é efervescente. E para quem quiser se aventurar, conhecer e fazer descobertas sobre a força dessa cultura em terras candangas – que ultrapassou as barreiras musicais, se transformando em um verdadeiro estilo de vida, ela está muito bem representada na exposição Grafitti Rivas Vida Hip Hop, cujo vernissage ocorreu na última sexta-feira (11), no dia do B’Day do Hip-Hop, ocasião quando também foi lançado o minidocumentário biográfico do artista, lá na Biblioteca Nacional de Brasília.   Fazendo um justo resgate histórico para quem não o conhece, Rivas – que já foi conhecido como Kabala, é um artista multimídia detentor de inúmeros prêmios, ícone da cultura Hip Hop, onde atua indissociavelmente na maioria de seus segmentos, principalmente no grafitti. B.Boy e dançarino, ele foi fundador e influenciador de diversos grupos e equipes (crews) de Brake Dance; além de atuar também como Rapper/MC de reconhecimento nacional. Foi ele quem fundou o Encontro de B.Boys e B.Girls BSB-DF e Entorno, evento fixo no calendário cultural de Brasília há mais de 30 anos. Um parêntese… seu irmão foi o DJ Jamaika dono do hit Tô Só Observando, que chamou a atenção de toda a indústria fonográfica nacional. Ele que já participou do aclamado grupo Câmbio Negro, fundou com Rivas o grupo de rap Álibi, que contava com o apoio de Rei, do Cirurgia Moral. Infelizmente, o artista morreu aos 55 anos no último mês de março, depois de lutar muito tempo contra um câncer na coluna. Inclusive, é nítida a homenagem de Rivas a Jamaika na exposição em cartaz na Biblioteca Nacional, que reúne um acervo de 31 telas inéditas, peças de vestuário, jaquetas, bonés, camisetas, tênis, moletons e coletes, e ainda uma coleção com o nome da mostra com 50 camisetas. Produtor e arte-educador, Rivas, dedica parte da programação do evento à oficinas de graffiti para crianças e suas famílias no Espaço Kids/Geek (2º andar da Biblioteca), nos dias 09, 16 e 30 de setembro, das 9h às 11h. Também estão previstas visitas guiadas com seis escolas públicas em Brasília, onde irão rolar oficinas de rap. O mais legal é que toda essa programação vem de encontro à lei nº 7274/2023 de autoria do Deputado Distrital Max Maciel, que foi aprovada pelo IPHAN e pelo Governador Ibanês Rocha, tornando o Hip Hop Patrimônio Cultural e Imaterial no Distrito Federal. “Esse movimento representa milhares de jovens periféricos. Vale lembrar que já temos o Break como esporte olímpico e a arte do Grafitti reconhecida internacionalmente. Estamos preparando um inventário do Hip-Hop no DF. Além disso, vale ressaltar que esse movimento salva vidas nas periferias desse país”, destaca Max Maciel. Coerente, com mais de 35 anos de carreira e absolutamente engajado, Rivas é um formador de opiniões que incentivou a milhares de jovens e cidadãos a expressarem suas realidades de vida através da cultura Hip-Hop. Um nome que você não pode deixar de conhecer. Visite e exposição e confira abaixo mais cliques feitos por este colunista na abertura de Grafitti Rivas Vida Hip Hop: Serviço: Exposição Grafitti Rivas Hip Hop Onde: Biblioteca Nacional de Brasília (Complexo Cultural, Esplanada dos Ministérios) Quando: 12/08 a 12/10, de segunda a sexta-feira, das 9h às 20h; sábado das 9h às 14h Classificação Livre Mais informações: 3325-6257 / @rivas.artesvisuais

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Federico Puppi: “Me expresso mais através do violoncelo do que com minha voz”

Batemos um papo-exclusivo com o virtuoso músico que está dividindo cena com Vera Holtz em Ficções no CCBB. Você vai se surpreender! Brasília ganhou uma bela temporada teatral nesses primeiros seis meses de 2023. No caso do Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB, várias produções encantaram os amantes dessa arte com produções incríveis como Molière, Jorge Para Sempre Verão, Carmen – A Grande Pequena Notável e agora Ficções. Com ingressos esgotados, o monólogo que traz Vera Holtz (Prêmio Shell de Melhor Atriz 2023) interpretando o instigante texto de Rodrigo Portella (baseado no best-seller Sapiens – Uma Breve História da Humanidade), tem dado o que falar na cidade. Claro que muito do burburinho é sobre a “falta” de ingressos diante da enorme demanda. Entretanto, enquanto não tivermos mais salas e o Teatro Nacional não for revitalizado e entregue à população, infelizmente, essa será a nossa realidade, se adiantar para garantir o quanto antes um ingresso, contando com um pouco de sorte também. Dito isso, vocês devem estar se perguntando: Mas se não tem ingresso, e se a matéria sobre o espetáculo já saiu aqui no site, por que falar sobre ela mais uma vez? Simples, porque vocês precisam conhecer Federico Puppi, músico italiano que compôs a trilha sonora da peça (executada ao vivo por ele em cada apresentação) e que divide o palco com Holtz. Então a ideia é com este texto fazer uma introdução e, depois, a internet lhes ajuda chegar a qualquer lugar. Vamos nessa? Bem, o histórico dele, vocês podem conferir no site do artista, pois está tudo lá, bem bonitinho, falando que ele é radico no Brasil; começou a estudar aos 4 anos na sua terra natal; se formou erudito, para se especializou em música moderna; desde que chegou por aqui, dez anos atrás, trabalhou com grandes nomes da MPB (Gilberto Gil, Ana Carolina, Péricles, Diogo Nogueira e outros), coproduzindo o último disco de Maria Gadú, Guelã, com quem tocou por 4 anos em turnês nacionais e internacionais; lançou dois discos autorais para lá de elogiados, etc, etc. Mas no que se refere a Ficções, Federico Puppi ganhou recentemente o prêmio de melhor música na 17ª edição do prêmio APTR – Associação dos Produtores de Teatro. E apesar deste colunista não ser crítico musical, arrisco a dizer que foi merecidíssimo. Afinal, consegui assistir à peça e considero que tão grande quanto a atuação de Vera é a contribuição que o músico traz ao espetáculo, tocando virtuosamente apaixonado o seu violoncelo. Sabe quando você está num concerto musical e um solo te deixa hipnotizado? Pois bem, isso acontece diversas vezes em cena, arrancando aplausos constantes da plateia. E somente para quem prestigia a coluna PERAMBULANDO aqui no LACKMAN & CO, Puppi teve a gentileza de responder a uma entrevista exclusiva que segue na íntegra, logo abaixo. Mas não antes de deixar um último presente para vocês, o perfil do artista no Instagram para que possam segui-lo por lá e conhece-lo melhor: @federicopuppi. Boa leitura! Violoncelo não é o mais popular dos instrumentos, o que te levou até ele a partir dos 4 anos de idade? Foi paixão? Comecei a tocar violoncelo por a caso, na verdade. Ninguém na minha família é musico ou trabalha com arte. Eu nasci numa região no norte oeste da Itália, no meio das Alpes, e vivia num vilarejo pequenino de 1200 habitantes, chato Hône. Na frente da minha casa tinha uma biblioteca na qual tinham vários cursos e um dia apareceu um de violoncelo. Minha avó, que morava no apartamento em baixo do nosso, mesmo sem saber direito o que era um violoncelo e tampouco do que se tratava, ficou curiosa e me inscreveu para eu experimentar, sendo que eu só tinha 4 anos de idade. Conheci Marco Branche, que se tornaria meu primeiro maestro de violoncelo, e ele me fez experimentar esse instrumento maravilhoso, num formato menor para crianças. Alguma mágica aconteceu naquele dia, porque essa experiência me impactou de um jeito que eu nunca mais parei de tocar. O curso no qual minha avó me matriculou era o começo do método Suzuki na Itália – uma metodologia japonesa de ensino de música muito interessante que se baseia que ensina a linguagem musical assim como as crianças aprendem a linguagem verbal – percurso de estudo que segui até meus 14 anos, quando entrei no conservatório. O que fez você ir na direção da música popular ao invés da clássica? A partir da minha adolescência sempre tive interesse em outros estilos musicais. A música clássica foi para mim uma base de estudo, mas nunca me expressei plenamente através dela. Eu sentia a exigência de experimentar mais com o instrumento, de tocar algo do meu tempo. Assim comecei a tocar numa banda de rock instrumental, amplificando o violoncelo com um captador de um baixo desmontado e modificado, dentro de um amplificador de guitarra. Comecei a brincar com pedais de efeitos e um mundo novo se abriu na minha frente. Depois disso entrou na minha vida o Jazz e a improvisação, lembro que a primeira vez que ouvi John Coltrane foi uma catarse e isso me estimulou a estudar o Jazz e todas suas infinitas facetas. Foi um período libertador, sair dos dogmas do conservatório e poder inventar livremente, compor minhas músicas, tocar o violoncelo de outras formas. Para quem está a apenas 10 anos no Brasil, você já tocou com muita gente boa por aqui. Foi sorte, bons contatos, profissionalismo ou um mix de tudo isso? Nesses 10 anos de Brasil tive muitas oportunidades incríveis e toquei com muitos artistas que admiro. O Brasil tem uma riqueza musical incomparável. Assim que eu me mudei pra cá, eu nem falava português, não conhecia ninguém então foi um percurso bem sinuoso. E foi no momento mais complicado da minha vida que começaram a se apresentar algumas situações interessantes. Não sei te dizer exatamente o que foi, mas acredito que naquela época, eu estava disposto a correr atrás de qualquer possibilidade. Tocava em todo lugar:

Federico Puppi: “Me expresso mais através do violoncelo do que com minha voz” Read More »

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