Festival Burger Gourmet apresenta as melhores receitas da cidade

Evento faz parte do Restaurant Week e sintetiza o amor dos brasilienses por hambúrguer em uma lista com as melhores casas do ramo e preços chamativos Atenção amantes de hambúrguer, durante os próximos 30 dias acontece em Brasília a primeira edição do Burger Gourmet by Restaurant Week. Democrática, a ação reúne mais de 50 hamburguerias e casas que estarão oferecendo receitas criativas e exclusivas em dois formatos de combos compostos de sanduíche e acompanhamento, o Tradicional (R$ 39,90) e o Plus (R$ 49,90). O evento que marcou o lançamento do projeto no Mané Mercado Vírgula, na última terça-feira (2), deu o tom de como essa grande festa vai rolar, ou seja, trazendo um turbilhão de sabores. Na ocasião, cerca de 130 convidados experimentaram uma variedade incrível de receitas. Afinal, ali estão reunidas 13 operações em um só lugar. Receitas clássicas dividiram a cena com sanduíches com pegada síria; feitos com camarão ou ainda em formato de pastel recheado com carne, cheddar e cebola caramelizada. Como o Burger Gourmet extrapola as fronteiras do Plano Piloto, moradores de diferentes cidades como Águas Claras, Ceilândia, Guará, Lago Sul, Samambaia, Sudoeste e Taguatinga terão saborosas opções para degustar do ladinho de casa. Mas vamos combinar que, um projeto como este, é um baita de um convite para juntar a galera e descobrir novos points. Não é mesmo? Confira a lista de quem está participando: A2 ForneriaBurger, Ammo Burger, Bikers Burger, Casa The FamousBurger, Cumarim – Águas Claras (2 unidades), Asa Sul e Asa Norte; Doma Rooftop, Fosters Burger, Há Hamburgueria Glúten Free, Inforno (Asa Sul e Asa Norte); Mané Mercado (14 espaços gastronômicos); Marvin (Plaza Norte e Casa Park); Meatz Burger (Águas Claras, Asa Sul, Ceilândia, Guará, Samambaia e Sudoeste); Mercearia Bar & Restaurante, Páprica Burger (Águas Claras, Asa Sul e Asa Norte); Pataro Burger (Park Sul e Asa Norte); Parrilla Burger, Primeiro Burger; RiccoBurger (Asa Sul e Águas Claras); San Francisco American Burger; Saucker Culinária sem Glúten, Superquadra (Asa Norte), The Salt, Trevo Sandwich, Trufa Burger e Vila Tarego. Ação social e parcerias Inclusive, o evento que é derivado da Restaurant Week traz a mesma dinâmica que estimula seus clientes a doar R$ 2, valor que será integralmente revertido para a organização não governamental Amigos da Vida (@ongamigosdavida), que constrói brinquedotecas em hospitais públicos do Distrito Federal e também cuida de crianças portadoras do vírus HIV. Com patrocínio da cerveja Eisenbahn e da Brasal Refrigerantes e sua Coca-Cola Sem Açúcar, o Burger Gourmet também firmou uma parceria com o Senac oferecendo cursos de capacitação para os colaboradores de todos os espaços e hamburguerias participantes como boas práticas na manipulação de alimentos, elaboração de cardápios, qualidade no atendimento, etc. Ah! E se você participar do festival, não jogue fora a nota fiscal daquilo que consumir, pois ela irá te garantir meia-entrada em qualquer peça infantil em cartaz no Teatro do Brasília Shopping, até o final da ação no dia 04 de junho. Quer saber todos os detalhes? Siga @burgergourmetbrasil. Quer experimentar? 1ª Burger Gourmet by Restaurant Week – Brasília, de 4 de maio a 4 de junho. Categorias: Tradicional (R$ 39,90 – hambúrguer + acompanhamento) e Plus (R$ 49,90 – hambúrguer + acompanhamento). Mais informações: @restaurantweekbrasil , @burgergourmetbrasil e (61) 9 9802-5867 Fotos: Divulgação

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Flávia Reis: “Estou experimentando todas as minhas formas de atuação”

Atriz com ampla formação, Flávia Reis está em cartaz no teatro ao lado de Ricardo Cubba, na TV aberta na novela Travessia e no streaming em reality show que desafia humoristas a não cometer a gafe de rir de si e dos outros Rolando o feed do Instagram ou passeando pela for you do Tiktok, certamente você já viu uma cena icônica de “Vai Que Cola” em que o saudoso Paulo Gustavo, está em cena com Marcos Majella e Flávia Reis. Na cena, a personagem muambeira de Flávia se enrola com um certo “quáquáquá!” e gargalhadas tomam conta de todos os expectadores. Um mix de emoção, ao lembrar de PG, e de aclamação ao elenco que fazem a cena bate em qualquer ser humano que tenha capacidade de reconhecer talentos verdadeiros quando os vê. Flávia Guimarães Reis, é uma carioca, nascida em 1975, década mais hippie da história, mas que não faz dela apenas uma descendente da década mais livre e colorida de todas. Flávia é talento puro. Passeia com uma facilidade gigante pelas mais variadas escolas da atuação. É formada pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio), e tem em sua trajetória comédias, séries, humorísticos, assinatura de roteiros e direção de espetáculos. Versatilidade podia ser seu último nome, mas Flávia é modesta e acredita que tudo depende de parcerias que fazem o sucesso chegar e ficar por onde passam seus encontros. Atualmente faz parte do elenco estrelado de “Travessia” (Rede Globo), e em seu currículo, há passagem pela Escola Nacional de Circo e cursos com referências da comédia internacional como Léo Bassi (Espanha) e Nani Colombaioni (Itália). O espetáculo “Neurótica!”, em faz diversos personagens a ensinou a trabalhar o cotidiano feminino de forma direta e cheia de cacos da versatilidade da mulher. A vencedora do “LOL – Brasil, se Rir Já Era”, da Prime Vídeo, Flávia também faz parte do elenco da série “Sem Filtro”, da Netflix, vivendo a Val, mãe das protagonistas Mel Maia e Ademara. Dá uma olhada na entrevista exclusiva que ela nos concedeu sobre carreira, arte e o espetáculo “Deixa que eu conto”, em cartaz no Teatro da UNIP, nos dias 6 e 7 de maio, no qual divide cena com o também super ator Ricardo Cubba e que conta com direção de Fernando Caruso. Sua formação com um enorme portfólio de grandes nomes até internacionais te deu uma porção de possibilidades em atuação em dramas, comédia e até circo, mas foi no humor do cotidiano que você conquistou um público fã. Foi um acaso ou já era um sonho seu desde sempre? Foi por acaso. Acredito que as redes sociais deram vazão ao meu olhar bem-humorado e cômico para o drama do cotidiano. Eu gosto de falar sobre temas que poderiam nos afligir, pequenas coisas que nos tiram sério, e que podemos encarar com leveza se rirmos delas. Gosto de transformar temas corriqueiros que irritam a todos em questões banais. A identificação do público com esses temas é imediata. O “Neurótica!” foi um ponto de partida muito intenso e já era uma reunião de suas experimentações de personagens. Você acredita em aposentadoria de personagens? Aquelas mulheres do Neurótica! evoluíram ou revivem o momento em que foram criadas lá atrás? Aquelas mulheres que criei para Neurótica não são datadas. São arquetípicas e seguem na peça porque tocam em questões que são do homem e da mulher contemporânea. Eu faço pequenos ajustes no texto sempre, mas é muito pouco. A peça tem 10 anos e continua encantando o público. Daqui a 40 anos eu poderei talvez avaliar, se ficou datada. Mas talvez eu não consiga mais fazer as 10 personagens com a mesma desenvoltura (risos). Nesse momento, fazendo Travessia, e atuando sob a ótica de assuntos relevantes para a sociedade como o caso de abuso da filha de sua personagem Marineide, você consegue vislumbrar a melhoria do olhar do público sobre a arte da atuação? Eu no momento faço vídeos de humor para a internet, faço séries e filmes para o streaming, estou em turnê com meu show de humor no teatro e faço novela tocando em um tema bastante relevante para a sociedade, através do drama de uma família. É um momento muito especial para mim pois estou experimentando minhas possibilidades de atuação em todos esses veículos. E o público olha para mim e comenta: “caramba, você é uma artista mesmo”. Eu estou muito feliz por estar “juntando os pontos” para quem ainda não reconhecia a força de um trabalho artístico e o tanto de dedicação e profissionalismo que ele exige. Sim, a pessoa engraçada dos vídeos da internet faz chorar na novela pois estuda e se dedica a essa profissão. Você foi consagrada vencedora do LOL Brasil, um reality de humor sobre não rir do próprio humor. Lidar com essas dualidades faz parte da carreira, assim como estar em cena ao lado do Ricardo Cubba com um humorístico nos palcos, enquanto vive um drama pesado na fase final de Travessia. A Flávia, mulher brasileira, politizada, vive bem dentro deste corpo que empresta tanta emoção às personagens? Essa dualidade mexe com a Flávia de hoje? Eu estou num momento pleno de realização. Não tem felicidade maior para uma atriz do que ser desafiada no seu campo de criação. Eu empresto minha voz e meu corpo às minhas personagens, falo sobre o que penso através do meu humor – ácido e irônico – nas redes sociais, e construo personagens para dar voz ao texto de outros roteiristas em filmes e na novela. Eu me formei como palhaça trabalhando durante 10 anos em hospitais, onde o que eu tinha de mais importante a fazer era estar disponível e permeável para as pessoas que eu encontrasse nas enfermarias. Transitar com afeto por onde os afetos me levassem. E é o que eu disponibilizo agora no meu trabalho. Estou muito feliz em poder mostrar tudo isso ao público. O “Deixa que eu conto” é a celebração de uma grande ideia de vocês sobre misturar stand-up

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Mercearia Bar faz sucesso com seus pratos instagramáveis

Novo empreendimento gastronômico da cidade abriu as portas na famosa rua dos restaurantes da Asa Sul, e apresenta uma proposta diferente com quatro ambientes Uma nova opção gastronômica acaba de ser inaugurada na Asa Sul, o Mercearia Bar & Restaurante, localizado na famosa rua dos restaurantes (404/405 Sul). Sob o comando dos irmãos e empresários João Victor Chaves e Ana Karolyna Chaves, e dos gestores Vicente Chaves e Stela Almeida conta com quatro ambientes – hall, salão, mezanino e jardim –, planejados pela arquiteta e paisagista Andressa Nunes. O cardápio apresenta uma variedade de opções, incluindo opções vegetarianas e veganas. O chef decidiu dividir ele em sete seções, que prometem conquistar o paladar dos brasilienses. Confira alguns pratos que se destacam pela beleza e sabores: Carta de drinks Construída pelo mixologista brasiliense Gutto Lopes, a carta de drinks conta com mais de 30 opções entre coquetéis autorais, clássicos, sem álcool e shots. Já a adega da casa fica localizada no mezanino e dispõe de mais de 200 garrafas com rótulos das importadoras Videira e Vinhos SA, de sete países diferentes – Brasil, Argentina, Chile, Itália, Espanha, Portugal e França. Quer ir? Mercearia Bar & Restaurante, na 404 Sul, Bloco. C, loja 7, funcionamento de segunda e terça-feira, 12h às 15h; quarta a domingo, 12h às 0h. Saiba mais no @merceariabarerestaurante Fotos: Carru/Divulgação

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Louças portuguesas de brinde e carro zero em sorteio para as mães no Terraço

Últimos dias para clientes trocarem notas por um jogo de pratos rasos, e concorrer a um Fiat Pulse O Terraço Shopping buscou inspiração nas lindas decorações portuguesas para trazer às clientes um brinde diferenciado no Dia das Mães. Para ganhar o conjunto de pratos decorados da linha Gourmet Oxford, basta cadastrar R$ 500 em compras no aplicativo Wynk e retirar na hora o conjunto. O brinde é válido até 18 de maio, ou enquanto durarem os estoques, e é limitado a uma unidade por CPF. E como para muitos esta é uma das datas mais especiais do ano, os clientes também podem concorrer ao sorteio de um automóvel zero quilômetro. A cada R$ 200 em compras, o cliente pode trocar virtualmente suas notas fiscais no aplicativo por cupons, para concorrer a um Fiat Pulse (foto acima). O sorteio será no dia 17 de junho, a partir das 19h, pela Loteria Federal. Quer? Confira o regulamento no site do Terraço Shopping  Instagram: @terracoshopping

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Dra Janete Vaz lança livro na Livraria da Travessa

Como um presente para o aniversário da Capital Federal, livro aborda experiências e histórias de mulheres no mundo empresarial Reconhecida pelo sucesso no empreendedorismo, a cofundadora e presidente do Conselho de Administração do Grupo Sabin, Janete Vaz, é autora de um dos capítulos do livro “Mulheres no Conselho”, que foi lançado no último dia 14, na Livraria da Travessa, do Casa Park Shopping. Na obra, a empresária destaca a trajetória compartilhada com sua sócia, Sandra Soares Costa, no Conselho de Administração do Grupo Sabin, empresa referência em saúde com presença em 15 estados, além do Distrito Federal. Confira alguns cliques de quem passou por lá pra homenagear a doutora Janete: Com 32 relatos femininos, em 408 páginas, o livro reúne a participação de autoras renomadas que retratam, além de histórias inspiradoras, suas experiências no dia a dia de Conselhos de grandes e médias empresas brasileiras. Seus cases e metodologias criadas ao longo de suas trajetórias estão presentes neste livro e chama atenção para outra questão importante que precisa ser discutida: a desigualdade entre homens e mulheres.  Fotos: Divulgação Sabin

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63 anos de Brasília terá shows gratuitos e atrações pela cidade

Fundo de Quintal, Joelma, Maiara e Maraisa e muito mais aquecem o fim de semana com feriado na capital Entre os dias 21 e 23 de abril, a celebração do 63º aniversário de Brasília contará com a presença de renomadas atrações musicais em um palco montado na Torre de TV. Estão confirmados para o evento a dupla sertaneja Maiara & Maraisa, a cantora Joelma e o grupo Fundo de Quintal. O Governo do Distrito Federal (GDF) promete uma celebração de aniversário de Brasília que atenda a todos os gostos, estilos e idades. Com uma grande festa que inclui shows de música popular e clássica, além de diversos eventos e atrações espalhados pela capital, a comemoração deste ano estará concentrada em um palco montado na Praça da Torre de TV. A programação do 63º aniversário de Brasília espera receber cerca de 20 mil pessoas diariamente. O Secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues, destaca a resiliência da cidade, enaltece suas belezas e relembra as palavras do líder da Legião Urbana, banda icônica do rock nacional nascida na capital. Para Bartolomeu, Brasília chega aos 63 anos se reinventando, após superar os desafios recentes. A cidade é conhecida por suas belas paisagens, céu e arquitetura, o que mostra que Brasília continua sendo uma cidade viva em um Distrito Federal em expansão. Além disso, ele relembra as palavras de Renato Russo, poeta intrinsecamente ligado à terra da capital, que em um verso eternizou: “Meu Deus, mas que cidade linda”. Eventos por toda Capital Após três anos sem grandes atrações devido à pandemia, a celebração do aniversário da cidade conta com uma programação especial neste ano. Além disso, as comemorações começaram antecipadamente com as atividades do Abril Indígena, que serão realizadas até o dia 25 no Memorial dos Povos Indígenas (MPI). Essa programação inclui diversas atividades, como oficinas, contação de histórias para crianças, debates e uma feira de artesanato que reúne a riqueza cultural de diversas etnias espalhadas pelo Brasil. No Espaço Cultural Renato Russo, uma semana de atrações artísticas promete animar os brasilienses durante as comemorações do aniversário da cidade. A programação inclui exibição de filmes, concertos sinfônicos, atividades infantis, feiras culturais, exposições e até um baile de aniversário.  O ponto alto das festividades será a homenagem ao jornalista, escritor, poeta e agitador cultural TT Catalão, que faleceu em janeiro de 2020. Os eventos já tiveram início no dia 16 e continuarão até os dias 21, 22 e 23, marcando também o primeiro ano da Gibiteca, espaço querido pelos fãs de histórias em quadrinhos e mangás. As bibliotecas Nacional e Pública de Brasília terão uma programação diversa de oficinas, apresentações musicais, debates e palestras, batalha de rap, meditação e sessão de autógrafos, a partir do dia 18. A gerente da Biblioteca Nacional, Marmenha Rosário, destaca a importância da instituição como centro cultural, que deve desenvolver novos serviços que atendam às necessidades locais e promovam a preservação da memória e disseminação da informação. Conjunto Nacional Para celebrar a data, o Conjunto Nacional vai promover, de 21/04 a 23/04,  uma agenda especialíssima que reúne algumas das coisas preferidas dos brasilienses. O Festival traz edição comemorativa do Pedal Cultural, o Cine Conjunto, cinema open air que terá na programação curtas infantis e longas metragens que são sucessos de público e crítica e que têm tudo a ver com Brasília: Rock Brasília – Era de Ouro (Vladimir Carvalho), Eduardo e Mônica (René Sampaio) e O Último Cine Drive in (Iberê Carvalho), além de muita música boa com nomes como a Banda 4 Estações, e coletivo de DJs Criolina. As atrações serão gratuitas, mediante retirada de ingresso no aplicativo do shopping.  Cine Brasília O Cine Brasília celebra o aniversário da cidade com a mostra “Brasília, Duas ou Três Coisas que Eu Sei Dela”, exibindo 11 filmes, entre longas e curtas-metragens de diferentes épocas. Destaque para a redescoberta do curta-metragem “Brasília – A Cidade da Alvorada”, do sueco Torgny Anderberg, com imagens inéditas da capital em construção em 1959. Maratona Para os amantes de esporte, a Maratona de Brasília, que ocorre no dia 21 de abril em celebração aos aniversários da capital, voltou ao calendário esportivo do Distrito Federal e oferece percursos de 42km (individual e em dupla), 10km e 5km. O evento contará com shows de bandas emblemáticas da cidade, incluindo o grupo Eduardo e Mônica, e terá largada às 7h, no Eixo Monumental, em frente ao Palácio do Buriti. Haverá mais de R$50 mil em prêmios e uma categoria para pessoas com deficiência.  Liberty Mall No Liberty Mall a comemoração dos 63 anos da capital federal, fica por conta da exposição “Brasília 63 anos – a concretização de um sonho”, que acontece de 18 a 30 de abril. Em parceria com Mercedes Urquiza, autora do livro “A Trilha do Jaguar: na Alvorada de Brasília”, lançado em 2018, e o Museu Vivo da Memória Candanga.  O shopping apresenta uma viagem no tempo, com a exibição de materiais, mobiliários históricos e fotografias premiadas de Ake Borglund. Além disso, a programação inclui uma roda de conversa com Mercedes e exibição do documentário “A invenção de Brasília”. A exposição oferece um olhar humano sobre o início da construção da capital, contando a história da viagem da pioneira Mercedes Urquiza de Buenos Aires até o Planalto Central, em 1957, quando a capital ainda nem constava no mapa do Brasil.  Fotos: Divulgação

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CLDF aprova novas possibilidades de ocupação para o SCS

Ainda não será possível morar no Setor Comercial Sul, mas abertura traz possibilidades empresariais, que devem aumentar número de vagas de empregos na região Foi aprovado nesta terça-feira (11), em primeiro e segundo turnos, o projeto de lei complementar nº 141/2022, de autoria do Poder Executivo, que autoriza a extensão de usos e atividades no Setor Comercial Sul (SCS). O projeto permite a execução de determinadas atividades industriais, comerciais, institucionais e de prestação de serviços em quadras da região. Após aprovação, PLC segue para sanção ou veto do governador. O deputado Chico Vigilante (PT) explicou a importância do projeto para revitalizar o Setor Comercial Sul. “Este projeto foi fruto de uma discussão com a prefeitura comunitária do SCS. Aquela área pode virar um grande pólo tecnológico do DF. É preciso gerar empregos e revitalizar aquela região”, defendeu. O distrital Gabriel Magno (PT), alertou para o risco de especulação imobiliária na região. “O PLC em questão não diz nada a respeito dos gabaritos e dimensões que serão permitidos. Não podemos correr o risco de transformar o SCS numa corrida da especulação imobiliária”, disse. O deputado Fábio Félix (PSOL) pediu a retomada da discussão do Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCUB). “Um projeto de modificação territorial desta complexidade deveria ser feito no âmbito do PPCUB. É o instrumento para se discutir toda a área tombada. Não podemos ter uma visão fragmentada”, observou. Fotos: Pedro Ventura/Agência Brasília

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Walter Rodrigues e Galeria 12: “Eu acredito que roupa boa é aquela que já existe”

Galeria 12, em Caxias do Sul, é o novo espaço do estilista, que conta com acervo de peças homônimas e muitas aquisições assinadas por grandes nomes da moda mundial Ele é um dos mais importantes nomes do setor têxtil nacional. Em sua trajetória há fatos que compõem a história da moda nacional, como ter sido o primeiro estilista a fazer uma collab com uma grande rede de lojas fastfashion, ter apresentado coleções inesquecíveis na São Paulo Fashion Week e ter conhecimento sobre tudo que faz referência ao mundo fashion. Walter Rodrigues é um gentleman. Um exemplar de criador que não se fez na moda apenas por ser um mercado. Em tudo o que ele se propõe, tem muito sentimento. Carinho mesmo, sabe?! Isso lhe deu fãs, admiradores, alunos e aprendizes. Olhar pra história recente da moda brasileira e não o citar, é fazer papel de bobo. Ele é estilista, consultor na área de design de produto e coordenador do Núcleo de Pesquisa e Design do Inspiramais. Dono de um conhecimento desconcertante para quem estuda, estimulante para quem busca conhecimento, e amigável demais para quem se profunda nos assuntos “modísticos” como ele. Sua ação mais recente está ligada ao desapego. Após anos e anos construindo um riquíssimo acervo de peças de nomes da moda de várias partes do mundo e os armazenando com todo o rigor necessário, Walter decidiu abrir seus closets secretos de roupas-ícones e colocar à venda para fazer tudo isso circular. A Galeria 12 fica em Caxias do Sul e tece, a partir de então uma nova trama para a história da moda. Confira entrevista exclusiva que Walter concedeu para o Lackman: Qual o sentimento de dividir com o público o seu acervo? A metáfora do “vão-se os anéis, ficam os dedos”, resume a sua atitude? Eu acho que esse acervo, ele tinha uma função na vida, que era na realidade conservar tudo aquilo que me encantava no trabalho de outras pessoas, e que serviu de certa forma de aprendizado para melhorar meu produto, para a qualidade do meu produto. A intenção desse acervo sempre foi mantê-lo em um lugar privado onde ele pudesse ser visitado, onde ele pudesse ter consultas, mas no Brasil onde a moda não é valorizada, onde a gente não tem espaços e nem a médio ou longo prazo surge a possibilidade de existir um museu da moda, que poderia servir como um acervo básico até da história brasileira, porque muitas dessas roupas foram compradas aqui no Brasil, ou seja, a gente tem acesso a roupas importadas de qualidade, e nem para isso a gente tem um espaço para poder contar. Depois de mais de 20 anos guardado, e eu pensando sempre que tecido é perecível, eu acho que chegou a hora de colocar em prática o desapego. Então eu selecionei realmente as peças que eu acho que são incríveis, junto com meu acervo de loja que eu tinha com peças que não são usadas, surgiu a ideia de abrir a Galeria 12, que é esse espaço de curadoria onde a mistura desses estilistas das décadas de 70, 80, 90 e 2000 podem se misturar, contar uma nova história e fazer parte do guarda-roupa das pessoas. Desapegar dói? Deixa um vazio, e por isso demorou tantos anos para que seu “closet de colecionador” fosse aberto? Colocando culpa no meu signo, como bom sagitariano, eu sou super apegado com as minhas coisas. Demorou um tempo sim para eu entender que era necessário, agora tudo também meio que o universo conspirou, porque eu achei o lugar muito interessante num espaço de uma galeria que eu gosto muito aqui em Caxias do Sul, então tudo isso de certa forma foi colaborando para que a ideia se edificasse e que daí, se construísse toda essa percepção de que o acervo poderia vir e ser vendido. É lógico que o acesso à venda também vai ser feito pelo Instagram e eu tenho a impressão, que pelo menos a parte dos estilistas mais contemporâneos, tipo de Thierry Mugler, ou Claude Montana, por exemplo, vai ser vendida para o exterior porque eu não consigo entender as pessoas comprando isso aqui, eu acredito que que essas peças irão para arquivos internacionais. Você é extremamente organizado e o seu acervo deve ter sido meticulosamente catalogado. Quantas peças fazem parte desse montante de conhecimento adquirido em anos de pesquisa? Como bom sagitariano a hora que se decide, se decide e o apego não existe mais, então eu estou bem livre desse peso (risos). É bem difícil precisar um número na realidade. Por mais que eu seja organizado, por exemplo todo o meu acervo pessoal de Walter, dos desfiles de Walter eles estão organizados cronologicamente, mas eu não sei ainda quantas peças eu tenho eu também não sei quantas peças eu tenho do acervo de aquisições, que é como eu chamo esses acervos que eu fui comprando ao longo dos tempos. Eu sei que eu tenho muita coisa. Tenho quase, uns 90 Thierrys, umas 70 peças do Saint Laurent, e aí mais outras coisas, muitas outras coisas de outros designers, mas talvez o volume maior seja desses dois. É claro que eu estou sempre atento e sempre buscando repor também, porque já começou a vender então tem que pensar e repor para sempre ter um acervo bacana na Galeria. E junto disso realmente tem peças que não foram usadas que estavam guardadas desde o fechamento da loja, lá em 2012, que são extremamente atemporais e que estão aqui junto para serem vendidas também. Quais nomes fazem parte do acervo Galeria 12? Bom, de marcas têm um pouco de tudo. Tem Jiu Sander, Louis Féraud, Emanuel Ungaro, tem Jean Paul Gaultier, Cloé, Dior, Armani, Vivienne Westwood, Gianfranco Ferré, Hervé Legér, Kenzo, Paco Rabanne, Tom Ford, Jonh Galliano, Azzedine Alaïa, Balenciaga da época do Nicolas Ghesquière, tem coisas que eu trouxe do Japão que são os kimonos especiais, tem algumas peças que foram coletadas em brechó mas com aspecto de a artesania, então tem vestidos do

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Vestir Brasília: Sebrae DF lança programa de incremento para indústria

Iniciativa voltada para empresários da indústria têxtil visa o desenvolvimento da moda no DF, melhoria da gestão empresarial e aumento de produtividade e competitividade O Sebrae no DF lançou, nessa quinta-feira (16), o projeto Vestir Brasília. O evento reuniu empreendedores do segmento têxtil que receberam orientações sobre estratégias de planejamento e como oferecer novas experiências para o consumidor, utilizando também as ferramentas digitais, que são uma tendência no mercado. O Vestir Brasília é uma iniciativa com empresas da área de confecção e foi apresentado pelo analista de moda do Sebrae, Thiago Angelo, que destacou o desenvolvimento do setor da moda através da identidade local como meio de colaboração para maior geração de empregos e relevância nacional. “Queremos incentivar as marcas autorais de Brasília para que elas ganhem mais mercado e, ao mesmo tempo, promover o consumo e a valorização das marcas locais. O desafio é exaltar a moda da capital federal para seu público, criando um sentimento de pertencimento”, aponta o analista. Thiago conta que é comum ver os brasilienses consumirem marcas que não são da cidade e a ideia é que o consumidor identifique as marcas que têm o DNA de Brasília. O projeto conta com a prática de uma economia criativa, que é onde a moda autoral está, e também com o fortalecimento das indústrias de moda mais tradicionais. “Vamos trabalhar com dois públicos: as empresas tradicionais, que têm CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas, utilizada para determinar quais atividades são exercidas por uma empresa) de indústria e varejo, e as marcas que estão começando agora. A ideia é fazer um resgate das marcas locais e dessa percepção de crescimento setorial dentro de quatro eixos principais: mercado, governança, políticas públicas e diferenciação setorial”, explica. Por meio de ações como capacitação, consultoria, eventos de acesso ao mercado e conteúdo, o Sebrae também acompanhará essas empresas. É por meio desse processo que o empresário compreende melhor o nicho no qual atua e suas peculiaridades. “Então, cada vez mais, o Sebrae oferece profissionalismo técnico para dentro da moda. Isso ocorre tanto com instruções sobre posicionamento de marca, quanto por meio de uma iniciativa que promova sustentabilidade de negócios. Essa é a nossa construção junto com o empreendedor”, garante Thiago. Dentro desse contexto, são aproximadamente 100 marcas que estarão participando do projeto, como malharias, confecções e vestuário. O Vestir Brasília tem a prospecção de aumentar o faturamento e produtividade dos empresários do segmento têxtil em torno de 5,4% para o ano de 2023. De acordo com dados do Sindiveste DF, são, aproximadamente, 5 mil empresas neste ramo em Brasília e DF. Para a presidente do Sindiveste DF, Walquíria Aires, Brasília tem potencial para ser ainda mais atrativa. “Aqui, temos a melhor renda per capita do Brasil, grandes compradores do setor vestuário e um público que consome, basicamente, tudo o que vem de fora. Logo, temos todas as condições para fazer esse segmento crescer”, assegura. O evento de lançamento também contou com a participação do gerente de coleções digitais da Renner, Akihito Hira, que destacou a importância da transformação digital na indústria da moda. Segundo o especialista, o aporte de tecnologia melhora a eficiência da empresa, atende melhor às expectativas dos consumidores, reduz o impacto ambiental, acompanha a concorrência e costuma aproveitar as novas oportunidades de negócios. Ao concordar com Akihito Hira, Walquíria acrescentou que, além da tecnologia, mais dois fatores são fundamentais para o desenvolvimento desse setor dentro do DF: a inovação e o design. A programação do Vestir Brasília contemplará a realização de ações de capacitação como: jornada de design e gestão, consultorias de desenvolvimento de coleção, branding, assim como a promoção de eventos de moda. Segundo o analista de moda do Sebrae, Thiago Angelo, com a expansão deste ramo, já existe uma iniciativa junto ao Sindiveste DF para fazer um levantamento da capacidade produtiva das malharias e confecções aptas para participar de processos licitatórios, como produção de uniformes de escolas da cidade. “Quando falamos em uniformes escolares, por exemplo, só a Secretaria de Educação consome, anualmente, R$3 milhões de peças e, este ano, essas peças estão sendo fabricadas em outros estados. Talvez porque falte ao setor a tecnologia, inovação e design como forma de tornar esse produto mais competitivo”, alerta Walquíria Aires. O empreendedor de marca autoral, Sérgio Calado, reforça essa ideia. “A tecnologia e a moda estão em constante transformação, por isso, precisamos nos atualizar. Projetos como o Vestir Brasília são esclarecedores, sobretudo, porque contemplam o todo. Pretendo participar e acho que estávamos precisando de uma iniciativa que fomente a moda e coloque a cidade no lugar que é dela, de uma cidade criativa e que tem identidade. Essa iniciativa motiva a gente, enquanto empreendedor”, conclui. O empresário que tiver interesse em aderir ao projeto, pode acessar o link a seguir e realizar sua adesão: https://forms.office.com/r/4qhebKDpY8. Texto e fotos: AIs. Comunicação e Sebrae DF

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Vestindo Cultura oferece workshop de passarela

A oficina contempla público infantil, jovem e adulto. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por telefone No próximo sábado (18), Roberto Schiavinato e Lindolfo Rocha ministrarão dois seminários e duas mesas-redondas sobre técnicas de passarela, expressão corporal e facial na sede da Agência Scouting. O workshop é a segunda ação do projeto Vestindo Cultura, atualmente na 5a edição. “O que me encanta é a transversatilidade do projeto que conecta moda, literatura, arte e cultura. Além, é claro de valorizar o mercado de moda local e os profissionais da cidade. No sábado (18), espero ter muita gente nova pra fazer se apaixonar pela moda como eu. Lembrando que teremos horários específicos de acordo com a faixa etária”, explicou Lindolfo Rocha, booker internacional da Agência Scouting. De 10h as 12h, as aulas serão para crianças de 3 a 12 anos. Os Jovens de 13 a 18 anos devem comparecer de 14h as 16h. Das 16h as 18h o público acima de 18 anos será contemplado. Quer participar? Inscrições: (61) 3346-8337 ou whatsapp (61) 986526470 Data: 18 de março Tema: Andamento e Postura, Expressão Corporal e Técnicas de Passarela Local: 514 sul, bloco C, loja 22- Edifício Anya (entrada pela W2) Levar alimento não-perecível ou outros para doação. Instagram @scoutingbrasília Fotos: Divulgação

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