Novidade: Nino Cucina de fato entre nós

Coluna PERAMBULANDO já foi conferir algumas delícias do cardápio do incensado restaurante paulistano. Vem saber tudo agora mesmo! Já fazia muito tempo que a cena gastronômica brasiliense ouvia rumores sobre a chegada do Nino Cucina na cidade e, por mais de três anos, o suspense ficou no ar. Porém, o mistério chegou ao fim na última semana, quando a filial candanga abriu suas portas, precisamente na quarta-feira (26), mas não demorou nadica de nada para as reservas esgotarem e as filas de espera por uma mesa se formarem, desde então, na porta da casa, que fica ali na esquina da CLS 406 sul. Mas, por que todo esse alvoroço? Sob o comando do Chef Rodolfo de Santis (um italiano que mora há mais de 12 anos no Brasil), o Nino é sucesso de público, desde 2015, quando inaugurou sua primeira unidade no Itaim Bibi (nova meca paulistana dos negócios). Claro que o alvoroço se deve também à entrada da XP Investimentos e seus milhões de reais no negócio, mas a qualidade dos pratos tipicamente italianos que são servidos diariamente aos clientes é inegável. Afinal, lembrem-se que estamos falando de Sampa, um “antro” dessa culinária, onde tropeçamos em ótimas trattorias a cada esquina. Então, algo de especial tem aí. Este colunista esteve na filial brasiliense no último sábado (29 de agosto) e tirou diversas conclusões: um menu enxuto, com duas páginas apenas com pratos que, para aqueles que gostam de invencionices, pode parecer básico demais. Afinal, polenta, carpaccio, bruschetta, burrata, spaghetti, gnocchi, polpettone, parmegiana, ossobuco, panna cotta, tiramisù… “…iiiiihhh!!! Já vi e já comi tudo isso aí!”, dirão. Pois é, eu também já comi e como arroz com feijão todo dia, mas o grande lance não é se você já comeu ou não, mas o fato é que os pratos que sua mãe ou sua avó fazem são muito mais gostosos do que qualquer lugar. Estou mentindo? E foi essa a sensação que tive por lá, como se a nonna de alguma amigo meu tivesse feito a comida, pois, nestes casos, até coisas que eu não como, eu arrisco levar à boca. Por exemplo, não sou da turma da polenta, mas a do Nino Cucina eu não somente provei, como repeti… Gratinada, com fonduta e gema mole, e uma ciabatta fofinha acompanhando. Também foi de encher os olhos (e lamber os beiços) o Il Polpettone, servido ao sugo (um dos meus molhos preferidos quando bem feito), acompanhado de tagliolini al dente e, creio eu, passado na manteiga. Foi o melhor da mesa, todo mundo roubou um pedaço. No quesito sobremesa, o Tiramisù (que já comi em muitos lugares, obrigado Senhor, até mesmo na Itália… porque privilégios a gente precisa sempre agradecer) oferecia uma harmonia perfeita entre os sabores de café, mascarpone e cacau. Pode parecer bobagem, mas é muito fácil achar versões onde um deles sobressai, mas é quando se complementam, que o doce parece muito mais gostoso. Pelo menos essa é minha opinião. Finalizando meu pensamento, eu modestamente acredito que a grande façanha do Nino Cucina talvez seja oferecer e entregar aquilo que esperamos de todo bom restaurante: comida feita com ingredientes frescos e de boa qualidade; execução correta; prato quente e bebida gelada que chegam rapidamente à mesa; e cores e perfumes que ganham nossos sentidos. Inclusive no quesito decoração, um rústico chic que ganha mobiliário e paredes em tons terrosos, onde galhos e ramos de trigo, alho, pimenta estão pendurados no ar; uma louça bonita estampada; copos e taças que valorizam os drinks… tudo pensado para que a experiência seja, do começo ao fim, um passeio pela Itália. E não pense você que, porque é clássico, é básico! Muito pelo contrário, aqui e acolá tem toques pessoais do Chef que fazem toda a diferença. E tem opções para diferentes paladares, proteínas diferentes, pratos vegetarianos, sem falar na criação de três receitas exclusivas para a cidade. Isso mesmo, diferente da matriz e da primeira filial da rede (aberta no Rio de Janeiro ano passado), Brasília ganhou para chama de seu os exclusivos Spaghetti allo scoglio (com vôngole, alho e óleo); Pesce al forno (peixe do dia com legumes grelhados, mix de folhas e risoto de limão siciliano); e a Costata Fiorentina (prime ribe com legumes, cogumelos salteados e fettutine na manteiga). Ah! E sobre valores, essa é outra grata surpresa, pois o cardápio é democrático e traz opções de entradas começando a R$ 26; pratos por R$ 56; drinks na faixa dos R$ 40; vinhos cerca de R$ 180; e sobremesas também a R$ 26. Claro que estamos falando do momento de inauguração, mas, para quem tem costume de sair sabe que é fácil pagar bem mais do que isso por aí. Tô mentindo? Então, a todos que se aventurarem no Nino Cucina, buon appetito amore mio! P.s.: Na foto de capa La Carbonara (spaghetti, ovo caipira, pancetta, pimenta-do-reino e pecorino com adição de trufas negras)   Serviço: Nino Cucina – Brasília CLS 403, Bloco D, Loja 34, Asa Sul Mais informações: (11) 3368-6863 ou @ninocucina   Fotos: Instagram @ninocucina

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Zezé Motta: “Não tenho arrependimento, tudo é aprendizado”

Mulher, negra e potente. Assim é a atriz e cantora que estreia terceira de programa que enaltece mulheres negras A multiartista Zezé Motta estreou a terceira temporada do “Especial Mulher Negra 2023” no canal E! Entertainment. O programa foi exibido para homenagear  o Dia da Mulher Negra, Latino-americana e Caribenha. Gravado no Santa Teresa Hotel RJ – MGallery, a atração contou com performance da Iza, cantando “Meu Talismã”. O especial também trouxe personalidades  da arte e do ativismo negro, como Elisa Lucinda, Taís Araújo, Dandara Mariana, Clara Moneke, Luedji Luna, Liniker a Ministra da Cultura Margareth Menezes, jornalista e apresentadora Maju Coutinho e Sônia Guimarães, primeira mulher negra brasileira doutora em Física e a primeira a lecionar no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) em depoimentos.  Desde sua primeira edição em 2020, o “Especial Mulher Negra” tem ganhado notoriedade e o apoio de grandes nomes do cenário artístico e ativista, e a presença marcante de Zezé Motta nesta terceira temporada reforça a importância da representatividade e da valorização da cultura negra. Zezé nos deu a honra de uma pequena entrevista. Confira: Você inspira mulheres diariamente com suas ações e palavras. Essa mulher empoderada sempre teve espaço dentro das suas expectativas de vida? Acredito que sempre teve espaço, porém foi uma construção. Tudo que passei nesses quase 80 anos de vida e 55 de carreira, me tornaram a mulher que sou hoje, cada dificuldade e vitória, costumo dizer que não tenho arrependimentos, tudo é aprendizado. Cantar e atuar estão muito lado a lado. Alguma dessas duas funções, que você assumiu com maestria, é mais fácil? Eu amo cantar e atuar, faço ambos até hoje, é uma união que dá certo para mim, acredito que tudo que fazemos com amor flui para nós, não posso escolher um só (risos). O que a Zezé Motta cantora tem a dizer a quem quer ter uma carreira e trajetória de sucesso como a que Zezé Motta mulher conquistou?! Seja firme em suas decisões, acredite no seu potencial e em seus valores e acho que o mais importante, não leve nada para o lado pessoal. Fotos: Miguel Sá/Divulgação/Reprodução Web

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Escolas recebem grafiteiros famosos para educar criançada

Projeto une arte de rua e crianças para desenvolvimento de novas habilidades artísticas em Ceilândia O Projeto ‘Tem Graffiti na minha Escola’ do artista Fernando Elom e do parceiro Rivas amantes do Hip Hop e moradores da Ceilândia teve início este ano com oficinas de graffiti para alunos das Escolas Classe 12 de Taguatinga e o CEF Maria do Rosário na Ceilândia. O projeto patrocinado pelo FAC começou em abril e já está previsto para a segunda fase no início das aulas escolares com data prevista para 18 de agosto no CEF 312 de Samambaia. Para Elom, grafiteiro de longa data, ver o interesse das crianças desde cedo é muito gratificante e o projeto visa desenvolver ações educativas e de inclusão para jovens que passam por processo de vulnerabilidade social. “Utilizamos os elementos do Hip Hop como ferramenta pedagógica e motivacional para crianças e adolescentes e o resultado é surpreendente”, declara. Para Rosilene, Vice Diretora da Escola Classe 12 de Taguatinga é um orgulho receber o grafiteiro Elom na instituição. “Ele é nosso parceiro há quase 20 anos e através deste projeto trazemos vida e arte para nossos alunos. Espero que o trabalho perpetue”. Fotos: Divulgação

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2 x Porco: Tem festivais suínos rolando na cidade

Amantes da boa mesa tem opções distintas extremamente saborosas onde o porquinho é a estrela da vez Quem aí gosta de carne de porco levanta a mão! Pode parecer brincadeira, mas não é… Tem gente que não aprecia. Em alguns casos porque acha que ela pode trazer algum risco para a saúde, seja por gordura, pelo cultivo ou simplesmente porque é menos valorizada do que outras proteínas mais glamorosas. Na América do Norte, por exemplo, ela é facilmente encontrada em todos os supermercados, no Canadá é bastante consumida por todos. Este colunista é da turma que ama, tanto, que já até viajei para São Paulo só para conhecer a Casa do Porco, restaurante ganhador de inúmeros prêmios gastronômicos, um dos poucos do país a fazer parte da Bib Gourmand, prestigiosa listagem do Guia Michelin que reúne endereços mundo afora que oferecem excelência em serviços até US$50 a refeição. Dito isso, e indo direto ao ponto, fiquem sabendo que o Xamam Restaurante e Charcutaria deu início a um festival muito simpático (e imperdível) batizado de Fest Porc, onde você pode comer à vontade petiscos feitos de diferentes partes do porco. Entre eles estão a Pimenta Recheada (de linguiça e queijo), o Torresmo de Rolo, a Bruschetta Blumenau (de linguiça), a Coxinha de Joelho e a Mini Kafta, detalhe, uma das melhores que já comi na vida de tão macia, suculenta, com tempero no ponto. Acreditem! Vale destacar que o serviço tem dois preços distintos: com 14 opções de petiscos por R$89,90; e a versão reduzida com sete petiscos a R$ 59,90. No quesito bebidas, o cardápio é bem variado, mas tanto o chope, quanto as caipirinhas da estação ganham 50% de desconto para quem participa do Festival. E o mais legal é que o Fest Porc acontece de terça-feira à sábado, das 19h às 22h30, por tempo indeterminado. Quer saber mais? Segue lá no Instagram @xamam_carnedeporco. A segunda dica que trago para vocês é que começou na última terça-feira (18) e termina domingo (23) o Festival I Love Bacon do Porks, ou seja, um rolê gastronômico possível de ser apreciado onde quer que a rede esteja presente. Eu conheci a iniciativa na loja da 103 Sul (@porks_asasul), que reuniu jornalistas e influencers para uma noite de degustação. Lá pudemos provar os pratos que fazem parte da ação que reúne novidades e clássicos do cardápio da casa. Então, recomendo fortemente o Enroladinho de Mandioca com Bacon (R$ 25), assim como o Bei com Melado (R$18), ambos são produtos inéditos, criativos e muito saborosos. Mas é como eu disse no vídeo que postei nas minhas redes sociais há pouco (vai lá ver @gilbertoevangelista): como é que pode ficar ruim algo que tem mandioca e bacon fritos? E a pitado do doce então… Maravilha! Além de alguns chopes artesanais (Cruls e Cavalo Louco, hmmm… deliciosos), também experimentei um dos carros-chefes de lá a Batata Tropeira (R$25), que é uma batata rústica frita, com pernil desfiado e molho de barbecue por cima. Dos deuses… real! Para finalizar, um Milk-Shake de Bacon (R$ 28) a terceira e última novidade exclusiva do festival. Já uma amiga comeu o Porks Bacon Burguer (R$20), habitué no menu, e ela disse que estava bárbaro. Musiquinha rolando ao vivo, ambiente agradável, afinal, era voz e violão, pois quando é banda e som muito alto, já não curto. Velho, né gente, 50 anos, tem suas chatices (risos). Mas se eu consegui te convencer de que o I Love Bacon é uma boa pedida, corre, chama alguém para ir PERAMBULANDO lá no Porks até domingo e nos demais dias lá no Xamam.   Fotos: Divulgação

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Um brinde à primeira edição do Wine & Farm

Evento promete democratização da bebida em meio ao ambiente lúdico e as delícias da Small Farm Costelaria Gaúcha   Se sair PERAMBULANDO por aí já é bom, imagina se o destino final é uma degustação de vinhos onde estarão disponíveis nada mais, nada menos que 70 rótulos? E, detalhe, esse rolê, que nem Baco teria coragem de colocar defeito, conta com um cenário bucólico de fazenda típica dos Pampas, porém, ninguém vai ter que sair da capital federal para isso. Afinal, a primeira edição do Wine & Farm será na Small Farm Costelaria Gaúcha, ao lado da ponte JK, no próximo sábado (22), a partir das 17h. O evento que promete ser um festival de vinhos para democratizar de uma vez por todas o acesso à bebida tem preço bem bacana de R$ 35 (segundo lote) que dá direito a entrada, uma taça personalizada, além da primeira dose servida de cortesia. Daí em dia, durante 6 horas, o visitante poderá escolher o que beber, entre duas dosagens diferentes: 75 ml e 100 ml e os preços serão divididos em quatro categorias de preços: R$ 7,00; R$ 10,00, R$ 15,00 e R$ 20,00. Curtiu? Compre pelo Sympla. Com curadoria da jornalista especializada em vinhos Adriana Nasser, o Wine & Farm oferece espumantes, vinhos brancos, rosés ou tintos, de diferentes países, vendidos não somente em taça, mas em garrafa também. “A proposta é que a pessoa prove vinhos que ainda não conhece, experimente coisas novas e leve pra casa algumas garrafas dos que mais gostou”, sugere a organizadora. Audace Wines, Pizzato, Grande Adega, DUE vinhos, Legado Confraria, Wine Day, Vinci, Vineria San Paolo, Wine C, entre outros expositores marcaram presença no happening. Dois últimos detalhes para te deixar com mais vontade de ir: por lá ainda terá uma minifeira com queijos brasileiros artesanais, clube de cafés, farofas gourmet, conservas, entre outros itens, bem como acessórios para vinho tipo saca-rolhas e marcadores de taças. Para harmonizar com seu vinho ou espumante, o cardápio da Costelaria Gaúcha tem petiscos deliciosos como burrata, carpaccio, croquetes de costela, tábua de queijos variados, tábua de frios, pastéis de costela, polenta frita, além da tradicional costela. P.s.: Crianças não pagam para entrar e o consumo de água, comidas e brinquedoteca são pagos à parte.    Serviço: Wine & Farm Quando: 22/07/2023, das 17h às 23h Onde: Small Farm Costelaria Gaúcha , Setor de Clubes Sul, trecho 3 lote 6 B – Ao lado da ponte JK Quanto:  2º lote – R$ 35 Adquire: pelo Sympla   Fotos: Instagram Costelaria Gaúcha / Divulgação

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Coppola, um delicioso motivo para você viajar até Alexânia

Restaurante inaugura o serviço à la carte no Tauá Resorts com moderna gastronomia italiana em ambiente para lá de luxuoso   “Maravilhoso”, “perfeito”, “tem que ir”, “não deixe de experimentar”, “fiz uma superdescoberta” ou ainda “o melhor italiano de tal canto”… Matérias de gastronomia tem expressões meio clichês que no fim deixa o texto com uma cara de publi paga. Não é mesmo? E mesmo não sendo meu caso, mas fosse qualquer um desses chavões que eu utilizasse para começar esta coluna de hoje, eu não estaria faltando com a sinceridade, até mesmo porque não ganhei dinheiro algum para isso. O fato é que vocês, meus Querides Leitores, só irão acreditar de fato nas minhas palavras depois de darem um pulinho ali em Alexânia (GO) para experimentar as delícias do Coppola, o novo restaurante à la carte que fica no Tauá Resorts. E eu já estou vendo o pensamento de vocês: “Não é que ele estava falando a verdade?!”.   A convite do mesmo, eu e mais um monte de coleguinhas da área (jornalistas e influencers), tivemos o prazer de saborear um menu degustação somente com os pratos que o próprio restaurante acredita transmitir sua alma. E, em função da experiência vivida, devo admitir que a casa tem o espírito da mais legítima moderna gastronomia italiana. Estou colocando a foto (que fiz de celular mesmo) do menu para que possam ver com seus próprios olhos como fomos bem tratados, mas ressalto que ninguém precisa ficar com inveja. Afinal, a distância de Brasília até lá são cerca de 7okm (saindo do centro da cidade, dá uma horinha só até lá), viagem que passa muito rapidinho, diante da qualidade da estrada que já grande conhecida dos brasilienses que volta e meia estão em Goiânia. E bora combinar, gourmand de verdade anda o tanto que for necessário para ter uma refeição decente, que encanta, daquelas que deixam na boca a vontade de voltar ali para um novo deleite. Eita que fui poético agora… Ah! Apesar de todas fotos que compõem essa reportagem não corresponderem às minhas principais escolhas (amei o Arancini, o Linguine, o Scaloppine e o Tiramisù do trilogia de sobremesas), fica aí uma mostra de alguns cerca de 20 pratos que são preparados pelo chef Diego Dias de Oliveira e sua equipe. Acho que nem preciso dizer que o ambiente é de extremo bom gosto. Eu até brinquei no vídeo que postei nas minhas redes sociais que é bom demais comer em um lugar onde até o banheiro é bonito. Quem quiser assistir, só clicar aqui, mas para me seguir – pois vou adorar ter novos seguidores, o perfil lá no Insta @gilbertoevangelista. Em tempo, o projeto da casa é do renomado escritório de arquitetura de São Paulo, Maurício Queiroz. Por fim, o Coppola é aberto ao público, ou seja, não precisa estar hospedado no Tauá Resort para ter acesso a esse pedacinho da Itália em pleno Goiás. Mas pensando bem, já foi até Alexânia mesmo, porque não pernoitar ou passar logo o finde? Como dizem: #ficaadica… e neste caso, fica a #dicadogiba. Boa aventura gastronômica!   Serviço Tauá Resort Alexânia BR-060, 561, Alexânia – GO Informações e reservas: 0800 333 1900 / @tauaresorts   Fotos: Agência Fotonoticia Fotojornalismo

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Hair Brasília and Beauty aposta em inovação para o setor

Evento ocorrerá com congressos e empreendedorismo de 16 a 18 de julho, no Pavilhão do Parque da Cidade O mercado de beleza no Distrito Federal movimenta anualmente mais de R$ 1 bilhão em serviços, produtos e investimentos. Em cada cidade há uma gama enorme de salões, estúdios de beleza, barbearias e lojas especializadas em matéria-prima para profissionais da área. A Hair Brasília and Beauty é o maior evento de beleza do Centro-Oeste e festeja o setor e seu crescimento. Pela segunda vez, a feira ocorrerá no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidades, nos dias 16, 17 e 18 de julho de 2023, e reunirá em seus 36 mil metros quadrados, cerca de 900 marcas. Público terá transporte gratuito ida e volta da Rodoviária do Plano Piloto, durante todos os dias de evento. Na feira há espaços dedicados à experts em tratamentos e cuidados estéticos, escolas de formação de primeiro mundo atendendo a demanda educacional, lojistas que investem em produtos nacionais, locais e importados. Fatores que diferem o DF de outros Estados quando o assunto é experiência de consumo, bom atendimento e qualidade. O Pavilhão também será ocupado por auditórios, lounges, área gastronômica, espaço para palestras e workshops. Para Érika Lobo, idealizadora da feira, o setor é um dos que mais emprega e que oferece possibilidades, especialmente para empreendedores de primeira oportunidade. “Nosso setor abraça quem quer iniciar um negócio a partir da qualificação, sendo autossuficiente em todas as etapas para se tornar um grande especialista na área”, afirma. SUSTENTABILIDADE E ISO 20.121 – A Hair Brasília elaborou sua Declaração de Propósitos e Compromissos de Sustentabilidade com foco na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável da ONU, adequação à Norma ISO 20.121 da ABNT que estabelece padrões de gestão sustentável, adoção de estratégias rumo ao Lixo Zero da Zero Waste International Alliance e alinhamento com o Compromisso Brasileiro de redução das emissões de gases de efeito estufa presente na Política Nacional sobre Mudanças Climáticas. DESFILES – No dia 17, será realizado o tradicional desfile apresentando tendências de moda, cabelo e maquiagem da estação em parceria com o movimento “Fashion Inclusivo”, projeto que tem como missão resgatar a autoestima das pessoas com deficiência, e valorizar os traços de cada participante contra o preconceito os integrando à sociedade a partir da apresentação de talentos. Quer ir? Hair Brasília And Beauty 2023, dias 16, 17 e 18 de julho de 2023, das 12h às 21h, no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade. Com ônibus saindo da Rodoviária do Plano Piloto a cada hora. Ingressos: R$ 10, nesse link Inscrições para congressos: linktr.ee/hairbrasiliaandbeauty Foto: Divulgação  

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Jorge Guerreiro: “Entendo a moda como expressão, assim como forjar uma poesia”

Uma das promessas da atual geração de atores brasileiro mostra que a moda pode ser leve, confortável e fazer todo sentido no lifestyle Jorge Guerreiro, é um dos nossos mais talentosos e versáteis atores do cenário atual brasileiro. Com 41 anos, o carioca com altura de modelo, que é uma das incríveis crias do grupo “Nós do Morro” trilha um caminho de excelência na indústria do entretenimento. Com passagens por espaços com a Escola de Teatro Le Monde e a Escola de Atores Wolf Maia, ambas no Rio de Janeiro, Jorge mudou-se para São Paulo e ingressou na ELT – Escola Livre de Teatro, tendo o seu primeiro contato com o teatro paulistano, um passo que o levou para a conceituada Escola de Arte Dramática – EAD/ECA/USP, na Universidade de São Paulo. No audiovisual, fez uma participação memorável na segunda temporada da aclamada série “Rio Heroes“, dirigida por Luis Pinheiros para a Fox. Além disso, Guerreiro conta em seu currículo com curtas-metragens, incluindo “Ponto”, “Universos”, “O Olho” e “Apanhador”, entre outros. Nos palcos festeja seu trabalho em espetáculos como “Quintal do Manuel” dirigido por Bel Sete, “OTorcicologologista” dirigido por Mônica Montenegro, “Tudo Aquilo Que Já Dissemos” – Silvana Garcia, e “Maputo – Terça-feira em Cena” – Janaina Leite, “Ensaio Para As Tempestades” – José Fernando Peixoto. Em 2023, Jorge Guerreiro está envolvido nas filmagens da aguardada série “Justiça 2” da GloboPlay, dirigida por Gustavo Fernandez e escrita por Manuela Dias, autora de “Amor de Mãe“, “Justiça” e “Cordel Encantado“. Em um papo sobre moda, Jorge aponta escolhas, estilo e deixa claro que moda e conforto andam de mãos dadas. Confira: Você tem uma beleza de tirar o fôlego dos fandons e tem também toda uma facilidade para ser fotografado. Já trabalhou como modelo? Se não, de onde vem essa habilidade? Oba! Hahaha! Obrigado pelo carinho. Eu comecei a carreira como modelo, e na agência que eu fazia parte me aconselharam a estar no teatro para melhorar a desenvoltura. Mas sempre tive um trabalho ativo com o corpo desde criança, então manipular ele partindo da mais pura essência até a estética da forma acaba não sendo tão distante. A moda está aí, cada vez mais para todos. Como é sua relação com a moda? Tem um estilo definido? Ótima!!! Dou graças a esse compartilhamento dos fundamentos da moda, veja quantas ideias e possibilidades temos hoje, marcas novas , linhas novas, referências… Está mais rico. Eu entendo a moda como expressão, assim como forjar uma peça, construir um personagem, uma poesia. Tudo isso fala diretamente o que somos, mesmo enquanto sociedade. Sobre estilo definido, penso que “estou” em uma pegada voltada para a simplicidade, até para o genderless, tanto no desenho quanto na utilidade das peças. Na hora de se vestir para sair o que pesa mais, o conforto ou o resultado na frente do espelho?  Vai da intenção. Mas tenho preferido o conforto, eu estou num momento da vida em que as coisas mais leves estão fazendo mais sentido, agora, tem os dias que o resultado na frente do espelho tem toda razão de existir (risos). Com toda liberdade que os homens têm hoje de ser e se expressarem pelo que vestem, qual roupa você não deixaria de ter e qual você não se imagina usando? A priori não é uma crítica ao estilo sapatênis e tudo que ele abrange, mas é algo que não concebo, o que cai diretamente na ideia de expressão e que tem a ver com construção, visão de mundo, por aí vai… Que não seja um apontamento a quem opte, mas uma perspectiva. Agora o que eu não deixo de ter é um belo costume slim, preto ou grafiti. Muito se fala sobre o que combina ou não com uma pessoa, a partir de estudo de coloração, trabalho desempenhado, entre outros. Você segue tendências de mercado ou se veste de acordo com a necessidade? Acho muito difícil estar longe da influência das tendências, partindo da ideia de que somos construídos todos os dias, obvio que as experiências particulares vão determinar de alguma forma a variação dessa influência, o que vira necessidade. No final eu tento dosar usando o conforto como baliza. Tem alguém que considere estiloso é que te inspira ao escolher suas roupas? Se sim, quem e por quê? Gosto do Oscar Metsavaht (Osklen), de como ele pensa o vestir-se. Tem algo que você ainda não vestiu, mas que pensa em usar quando tiver a oportunidade para usar? Ricardo Almeida e Alexandre Won. Acompanhe Jorge Guerreiro no Instagram: @jorge_guerreiro7 Fotos: Allis Bezerra e Lucio Luna

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A festança continua… Veja 3 dicas para sair perambulando pelas Festas Julinas

Com opções para sábado, domingo e os dias úteis da semana também, ainda está longe do roteiro de comidas típicas ter um fim em Brasília Hummm… junho já chegou ao fim, mas o cheirinho de pipoca, quentão, churrasquinho e tantas outras delícias continua no ar. Afinal, como todo mundo que mora no Distrito Federal já sabe, as Festas Juninas viram Julinas, Agostinas e até Setembrinas. Decidi então trazer três opções para quem ainda não foi curtir algum arrasta pé, dar aquela paquerada entre uma gostosura aqui e uma bebidinha acolá, porque a ideia é sair de casa para espantar o friozinho gostoso que vem fazendo no quadradinho. E a primeira delas é o Arraiá Open Roça do Primeiro Bar no SIG, de frente ao Sudoeste, e que acontece nos dias 1 e 2 de julho. O legal é que ao adquirir o ingresso pela Bilheteria Digital – R$ 89 adulto e R$ 49 para crianças até 12 anos, a pessoa pode comer e repetir todas as gostosuras que estarão disponíveis na festança. A fartura está garantida no cardápio que terá entre outros itens pamonha, canjica de coco e amendoim, arroz carreteiro, cachorro quente, caldos diversos, chocolate quente e até espetinho doce de uva com chocolate e morango com chocolate. Nos dois dias a festa começa às 16h (termina 01 no sábado e 23h no domingo) e a programação conta ainda com quadrilha, shows, brinquedos infláveis e muito mais. Os detalhes, você confere no @primeirobar ou pelo WhatsApp (61) 3028-1331. E o pessoal de Águas Claras, que já fez uma big festa por lá há pouco tempo, já pode ir se preparando para repetir a dose e comparecer em peso no DF Plaza Shopping que, em parceria com a Maple Bear, está montando um cenário lindo na sua espaçosa Praça de Alimentação. O agito está marcado para começar às 17h, deste domingo (02) e contará com as tradicionais comidas típicas, quadrilha, brinquedos e shows para a criançada. A dica maior é: caprichem no visual! Pois vai rolar uma Batalha de Looks que irá eleger os melhores, inclusive, com direito a premiação! Olha aí o @dfplazashopping para ficar esperto nos detalhes do evento. Por fim, minha terceira dica não é para você curtir neste sábado ou domingo, mas para continuar no clima de segunda a sexta-feira, aproveitando a programação gastronômica do Pontão do Lago Sul. Isso mesmo, Fausto & Manoel, Gran Bier, Izzi Wine Garden, Manzuá, Mormaii, Sallva, Same Same, Soho, Açaí Oakberry, American Cookies, Geléia, La Paleta, Náutico, Pastelaria do Beto, Stonia e até a recém-chegada Chard, todas as operações prepararam menus especiais que propõem releituras de seus pratos em uma pegada mais “junina”. As fórmulas estão “em cartaz”, no almoço e jantar, até o próximo dia 06 de julho. Então, já sabem, só acessar o @pontaodolagosul para todos os detalhes. E bon appétit a todos! Fotos: Divulgação

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Federico Puppi: “Me expresso mais através do violoncelo do que com minha voz”

Batemos um papo-exclusivo com o virtuoso músico que está dividindo cena com Vera Holtz em Ficções no CCBB. Você vai se surpreender! Brasília ganhou uma bela temporada teatral nesses primeiros seis meses de 2023. No caso do Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB, várias produções encantaram os amantes dessa arte com produções incríveis como Molière, Jorge Para Sempre Verão, Carmen – A Grande Pequena Notável e agora Ficções. Com ingressos esgotados, o monólogo que traz Vera Holtz (Prêmio Shell de Melhor Atriz 2023) interpretando o instigante texto de Rodrigo Portella (baseado no best-seller Sapiens – Uma Breve História da Humanidade), tem dado o que falar na cidade. Claro que muito do burburinho é sobre a “falta” de ingressos diante da enorme demanda. Entretanto, enquanto não tivermos mais salas e o Teatro Nacional não for revitalizado e entregue à população, infelizmente, essa será a nossa realidade, se adiantar para garantir o quanto antes um ingresso, contando com um pouco de sorte também. Dito isso, vocês devem estar se perguntando: Mas se não tem ingresso, e se a matéria sobre o espetáculo já saiu aqui no site, por que falar sobre ela mais uma vez? Simples, porque vocês precisam conhecer Federico Puppi, músico italiano que compôs a trilha sonora da peça (executada ao vivo por ele em cada apresentação) e que divide o palco com Holtz. Então a ideia é com este texto fazer uma introdução e, depois, a internet lhes ajuda chegar a qualquer lugar. Vamos nessa? Bem, o histórico dele, vocês podem conferir no site do artista, pois está tudo lá, bem bonitinho, falando que ele é radico no Brasil; começou a estudar aos 4 anos na sua terra natal; se formou erudito, para se especializou em música moderna; desde que chegou por aqui, dez anos atrás, trabalhou com grandes nomes da MPB (Gilberto Gil, Ana Carolina, Péricles, Diogo Nogueira e outros), coproduzindo o último disco de Maria Gadú, Guelã, com quem tocou por 4 anos em turnês nacionais e internacionais; lançou dois discos autorais para lá de elogiados, etc, etc. Mas no que se refere a Ficções, Federico Puppi ganhou recentemente o prêmio de melhor música na 17ª edição do prêmio APTR – Associação dos Produtores de Teatro. E apesar deste colunista não ser crítico musical, arrisco a dizer que foi merecidíssimo. Afinal, consegui assistir à peça e considero que tão grande quanto a atuação de Vera é a contribuição que o músico traz ao espetáculo, tocando virtuosamente apaixonado o seu violoncelo. Sabe quando você está num concerto musical e um solo te deixa hipnotizado? Pois bem, isso acontece diversas vezes em cena, arrancando aplausos constantes da plateia. E somente para quem prestigia a coluna PERAMBULANDO aqui no LACKMAN & CO, Puppi teve a gentileza de responder a uma entrevista exclusiva que segue na íntegra, logo abaixo. Mas não antes de deixar um último presente para vocês, o perfil do artista no Instagram para que possam segui-lo por lá e conhece-lo melhor: @federicopuppi. Boa leitura! Violoncelo não é o mais popular dos instrumentos, o que te levou até ele a partir dos 4 anos de idade? Foi paixão? Comecei a tocar violoncelo por a caso, na verdade. Ninguém na minha família é musico ou trabalha com arte. Eu nasci numa região no norte oeste da Itália, no meio das Alpes, e vivia num vilarejo pequenino de 1200 habitantes, chato Hône. Na frente da minha casa tinha uma biblioteca na qual tinham vários cursos e um dia apareceu um de violoncelo. Minha avó, que morava no apartamento em baixo do nosso, mesmo sem saber direito o que era um violoncelo e tampouco do que se tratava, ficou curiosa e me inscreveu para eu experimentar, sendo que eu só tinha 4 anos de idade. Conheci Marco Branche, que se tornaria meu primeiro maestro de violoncelo, e ele me fez experimentar esse instrumento maravilhoso, num formato menor para crianças. Alguma mágica aconteceu naquele dia, porque essa experiência me impactou de um jeito que eu nunca mais parei de tocar. O curso no qual minha avó me matriculou era o começo do método Suzuki na Itália – uma metodologia japonesa de ensino de música muito interessante que se baseia que ensina a linguagem musical assim como as crianças aprendem a linguagem verbal – percurso de estudo que segui até meus 14 anos, quando entrei no conservatório. O que fez você ir na direção da música popular ao invés da clássica? A partir da minha adolescência sempre tive interesse em outros estilos musicais. A música clássica foi para mim uma base de estudo, mas nunca me expressei plenamente através dela. Eu sentia a exigência de experimentar mais com o instrumento, de tocar algo do meu tempo. Assim comecei a tocar numa banda de rock instrumental, amplificando o violoncelo com um captador de um baixo desmontado e modificado, dentro de um amplificador de guitarra. Comecei a brincar com pedais de efeitos e um mundo novo se abriu na minha frente. Depois disso entrou na minha vida o Jazz e a improvisação, lembro que a primeira vez que ouvi John Coltrane foi uma catarse e isso me estimulou a estudar o Jazz e todas suas infinitas facetas. Foi um período libertador, sair dos dogmas do conservatório e poder inventar livremente, compor minhas músicas, tocar o violoncelo de outras formas. Para quem está a apenas 10 anos no Brasil, você já tocou com muita gente boa por aqui. Foi sorte, bons contatos, profissionalismo ou um mix de tudo isso? Nesses 10 anos de Brasil tive muitas oportunidades incríveis e toquei com muitos artistas que admiro. O Brasil tem uma riqueza musical incomparável. Assim que eu me mudei pra cá, eu nem falava português, não conhecia ninguém então foi um percurso bem sinuoso. E foi no momento mais complicado da minha vida que começaram a se apresentar algumas situações interessantes. Não sei te dizer exatamente o que foi, mas acredito que naquela época, eu estava disposto a correr atrás de qualquer possibilidade. Tocava em todo lugar:

Federico Puppi: “Me expresso mais através do violoncelo do que com minha voz” Read More »

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