Click: Brasília pelas lentes de Edu Vergara

Exposição traz um olhar inusitado para cartões-postais icônicos e cenas cotidianas da capital federal   Esta não é uma matéria, na verdade, trata-se de um convite para você sair PERAMBULANDO o quanto antes em direção ao Museu de Arte de Brasília (MAB) e visitar a exposição “Brasília Angularis – Você nunca viu Brasília por esses ângulos”. Afinal, a mostra está em cartaz somente até o dia 19 de fevereiro, ou seja, acaba muito em breve. Reunindo mais de 50 imagens, a coletânea é de autoria do fotógrafo Edu Vergara que se lançou ao desafio de retratar a natureza e a arquitetura da cidade por ângulos diversificados em busca de imagens inusitadas e 100% originais. Edu, que também é idealizador do Festival Internacional de Fotografia Brasília Photo Show, destaca que Angularis visa decifrar novos caminhos visuais que a capital tem a oferecer, tanto pelo exuberante Cerrado, quanto pelos traços inquietos e inovadores da sua arquitetura. “Quem não vive Brasília diariamente, nem sempre acredita que ela esbanja naturalmente tantos cenários estonteantes. Brasília é mestre em produzir photoshops sem que haja qualquer intervenção humana nesse processo”, pontua Vergara. Vale lembrar a melhor parte, este é um programa gratuito, uma ótima oportunidade para a família toda aproveitar a reta final das férias escolares que, coincidentemente, acabam no mesmo dia na rede pública de ensino.   Para PERAMBULAR por Brasília Angularis Museu de Arte de Brasília (MAB) / SHTN Trecho 1, projeto Orla Polo 03, Lote 05 / Todos os dias das 10h às 19h – exceto terças-feiras / Grátis / Livre   Fotos: Edu Vergara

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Brasília comemora o Dia do Quadrinho Nacional

Amantes do HQ tem encontro marcado com a nata dos quadrinistas do Distrito Federal em  feira cultural que traz diversas edições e um bate-papo entre Gabriel Góes e Thiago Borne   Para comemorar o Dia do Quadrinho Nacional em Brasília, a Oto Livraria (302 Norte, bloco E, loja 39, subsolo), em parceria com o site Raio Laser – Quadrinhos Além, realiza em 27 de janeiro, sábado, de 13h às 18h, uma feira com a presença de quadrinistas do Distrito Federal, expondo e vendendo suas publicações. Na ocasião, será lançada a revista Wunder Toy Comics #3 – Super Battle Monsters, de autoria de Gabriel Góes que às, 16h30, participa de um bate-papo com o toy maker Thiago Borne (Resinagem) e mediação do jornalista Pedro Brandt sobre os diálogos entre as histórias em quadrinhos e os brinquedos independentes.   Na feira, o público encontrará uma grande variedade de publicações autorais, com diferentes propostas estéticas e temáticas, com inspirações que passeiam pelos universos dos mangás, dos super-heróis e das graphic novels, em HQs de drama, humor e aventura. Além de Gabriel Góes e Thiago Borne, participam da feira: Bry Almeida, Euclides Neto, Fábio Paiva, Gauri, Jotape, Paulo Peres, Pedro D’Apremont, Pedro Ribeiro, Renata Rinaldi, Ricardo Diniz, Stéff, Tiago Palma, Waldenis Lopes e Wesley Samp. O Dia do Quadrinho Nacional é tradicionalmente comemorado em 30 de janeiro por ser a data de publicação de “As aventuras de Nhô Quim ou Impressões de uma viagem à Corte”, pioneira HQ de autoria de Angelo Agostini, lançada na revista Vida Fluminense em 1869. Quem é Gabriel Góes e Thiago Borne O mais antigo quadrinista de Brasília em atividade, o premiado Gabriel Góes é autor responsável por personagens como Billy Soco e Tiger Fist (em parceria com Oriol Barbera) e a publicação Vania e a turma de Anexia (com Pedro D’Apremont). Cocriador e editor de publicações do selo brasiliense Samba, produziu ainda quadrinhos para revistas independentes como Prego e Ragú e ainda participou da residência artística (conduzida por Angeli e Laerte) que resultou no álbum Baiacu. Góes também desenhou adaptações para quadrinhos de duas obras de Nelson Rodrigues, Vestido de noiva e Beijo no asfalto, com roteiros de Arnaldo Branco, e desenvolveu artes conceituais e storyboards para filmes e publicidade. Produziu também ilustrações para revistas como Rolling Stone, Galileu e o jornal Correio Braziliense. Thiago Borne atua sob o pseudônimo Resinagem e é pioneiro na produção de brinquedos independentes e autorais no Brasil, com mais de cinquenta peças realizadas, tanto em resina quanto em vinil. Atuou em parceria com editoras e artistas do underground, como tatuadores, músicos, quadrinistas – caso de Gabriel Góes, tendo feito bonecos dos personagens Billy Soco, Tiger Fist e Mapinguari. Inspirado nas estéticas do punk rock, do heavy metal e em filmes de terror, Resinagem atualmente foca seu trabalho em peças de vinil, o chamado “soft vinyl” ou “sofubi”, muito popular na produção de bonecos no Japão.   PERAMBULANDO pelo Dia do Quadrinho Nacional em Brasília Na Oto Livraria (302 Norte, bloco E, loja 39, subsolo) / Sábado 27/01 – 13h às 18h / Feira de HQs e lançamento da revista Wunder Toy Comics #3 – Super Battle Monsters (R$ 20), de Gabriel Góes / Bate-papo com Thiago Borne (Resinagem) e Gabriel Góes sobre histórias em quadrinhos e brinquedos independentes / Acesso livre.

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Olodum rende homenagem a Bob Marley em Salvador

Junto ao bloco Muzenza, ensaio na Praça do Pelourinho contará com músicas da lenda do reggae e cenas do filme no telão   Os fãs de Bob Marley vão ganhar um baita presente da Banda Olodum que, juntamente com a Paramount Pictures, irão realizar uma ação promocional para divulgar a estreia do filme “Bob Marley: One Love” na capital baiana. A iniciativa acontecerá dentro da programação oficial dos ensaios gratuitos no dia 28 de janeiro, quando o Olodum convidará o bloco Muzenza do Reggae para uma participação especial, na praça do Pelourinho, em Salvador, entre 14 e 17h. Juntos, os grupos vão tocar as músicas “Redemption Song” e “Three Little Birds”, enquanto cenas do filme serão exibidas no telão.   Principal ídolo do reggae, Bob Marley influenciou a sonoridade dos dois blocos: o Olodum incorporou o ritmo ao samba, dando origem ao samba-reggae. Já o grupo Muzenza teve origem a partir da morte de Marley, com o propósito de homenagear a cultura rastafári. A campanha do filme teve seu início no Dia da Consciência Negra, no qual Salvador foi uma das cidades protagonistas entre as ações. Agora, mais próximo da estreia do longa, a capital com a maior população preta do Brasil volta a ser palco de uma ação em homenagem a Bob Marley e a cultura do reggae. Para o presidente de Relações Institucionais do Olodum, Marcelo Gentil, “estar junto à Paramount para promover o lançamento do filme Bob Marley: One Love no ensaio do Bloco Olodum é mais uma oportunidade de celebrar o pan-africanismo e exaltar o compromisso social e político do reggae como instrumento de luta do povo preto. É relembrar uma das músicas gravadas por nós que afirma que A Arma é Musical”, destaca. Já o diretor e presidente do bloco afro Muzenza do Reggae, Jorge Santos, ressalta a importância da ação promocional na cidade de Salvador e da honra do convite, uma vez que a entidade nasceu como um tributo ao ícone do reggae: “Tudo vem da inserção da Legião Rastafariana da Bahia, fãs e adeptos do artista Bob Marley, acolhidos pelo Bloco Muzenza. E, através dos mesmos, foi enraizado dentro da instituição o sentimento e apego pelo artista, suas canções e até mesmo o seu modo de vida”. Sob a direção de Reinaldo Marcus Green e protagonizado pelo ator inglês Kingsley Ben-Adir, “Bob Marley: One Love” conta a vida do homem por trás da lenda do reggae e você vai poder ir PERAMBULAR pelos cinema de todo país para conferir a película a partir de 12 fevereiro de 2024. Já o trailler oficial, você assiste clicando neste link.   Fotos: Divulgação & Instagram Oludum por @antoniocarvalhovideomaker

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Conheça já o Circuito Brasília em Folia!

Em 2024, o Carnaval do Distrito Federal vai ter circuito inédito, reunindo plataformas e blocos que ocuparão três quilômetros no coração da cidade A maior novidade do carnaval da capital neste ano com certeza será o Circuito Brasília em Folia, uma iniciativa inovadora que promete transformar a maior festa popular brasileira na cidade em uma experiência única e integrada, reunindo três dos territórios carnavalescos do centro do Plano Piloto: o Setor Carnavalesco Sul, o Bloco das Montadas e a Plataforma da Diversidade. Ocupando um trajeto que soma três quilômetros de extensão e que abrigará cerca de 30 blocos, o projeto deverá receber um público estimado de 400 mil pessoas, nos quatro dias de carnaval, de 10 a 13 de fevereiro. Para sair PERAMBULANDO sem medo de ser feliz, você pode acompanhar a programação completa do circuito que será no Instagram circuitobsbfolia. “Esse protótipo é um pouco do nosso observar de muitos anos, décadas até, do carnaval em Brasília, mas também do nosso acompanhamento de carnavais de ruas de outras cidades. Vamos tentar experienciar esse desafio que vai ser percorrer uma avenida com carnaval sem grades, onde ambulantes possam trabalhar e serem nossos bares, tenha sustentabilidade, acessibilidade, folia e respeito”, explica Dayse Hansa, coordenadora do circuito e produtora do Carnapati. Para João Cândido, subsecretário de Difusão de Diversidade Cultural do DF, “esse circuito será muito importante para Brasília. Podemos ter um dos melhores carnavais na história do DF“. Segundo a Calculadora Cultural, criada pela especialista em economia criativa Ana Carla Fonseca, o circuito Brasília em Folia, ao custar R$ 1.245.000,00, trará como resultado econômico positivo mais de R$ 80 milhões. Mais de mil pessoas entre artistas, técnicos e prestadores de serviços serão diretamente contratados, incentivando o desenvolvimento econômico local. Em 2024, tanto o Bloco das Montadas quanto a Plataforma da Diversidade estarão em novos locais. O primeiro será no gramado da Biblioteca Nacional de Brasília no Eixo Monumental, e o segundo no Eixo Cultural Ibero-americano, ao lado da Torre de TV. O Setor Carnavalesco Sul permanece no Setor Comercial Sul. No caminho percorrido entre os três espaços, haverá dois trios elétricos com blocos que vão arrastar foliões e folionas pelo percurso, além da programação que acontecerá nos três palcos. Ah! O filmete promocional está muito bacana. Inclusive, se quiser assistir e passar adiante para divulgar a notícia, basta clicar aqui! Descentralização Ensaios, apresentações e desfiles de blocos da cidade em diferentes regiões administrativas como Ceilândia, Taguatinga, Jardim Botânico, Cruzeiro e Plano Piloto, também são parte do projeto. Bem como a promoção de campanhas educativas sobre cultura carnavalesca, redução de danos, combate ao assédio, cuidado com a limpeza urbana e dos espaços públicos. Transparência O projeto tem fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, realização da Associação Artística Mapati em parceria com o Instituto No Setor e o Distrito Drag e apoio do Coletivo Folia com Respeito e do Instituto Macondo. Respeitando critérios de transparência, a planilha com informações sobre os investimentos necessários para a realização do circuito está disponível neste link. Fotos: @pdrlcrd, @shakeitbsb e @ninaquintana

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“Ruídos” de Berna Reale é uma explosão

Com curadoria de Silas Martí, exposição da artista paraense entra em cartas no CCBB trazendo obras que discutem a condição humana diante da desigualdade de gênero, econômica, social e da violência     Se prepare para ser impactado por uma mostra que vai incomodar, provocar, brincar e mexer completamente com sua cabeça. A partir desta terça-feira (16) você já pode ir PERAMBULANDO até a exposição “Ruídos”, da artista visual paraense Berna Reale, que está aberta à visitação na Galeria 3 do CCBB Brasília. E não se iluda, mesmo que as obras ocupem apenas um espaço daquele centro cultural, como dizem por aí, elas vão alugar um tríplex na sua mente. Isso porque as obras discutem, como já foi dito acima a condição humana nesse mundo tão desigual, onde gênero, classe econômica e social e violência importam, mas não do jeito como deveriam. A mostra, que tem curadoria de Silas Martí, apresenta um recorte da produção da artista de 2009 a 2023 em fotografia, objeto, performance, pintura e vídeo. Em exibição até 10 de março, a visitação é de terça a domingo, das 9h às 21h. A entrada é gratuita, mediante emissão de ingresso no site bb.com.br/cultura ou na bilheteria física. A classificação indicativa é livre. “Seus trabalhos são todos alicerçados em contrastes potentes, de um lado o visual pop, colorido, que pode remeter à estética publicitária ou mesmo aos exageros do barroco, e, de outro, uma crítica social afiada, a denúncia da precariedade e da violência do Brasil. Daí o ruído. Os trabalhos nos levam para uma sensação de deslumbramento na superfície e ao mesmo tempo cortam esse clima com o que de fato está no cerne deles, a morte, a desigualdade, o assédio, os descalabros políticos”, explica o curador Silas Martí. Entre a luxúria e a precariedade, a obra de Berna Reale primeiro seduz, para depois denunciar as mais variadas formas de violências contra os grupos mais vulneráveis, como mulheres, moradores das periferias e populações carcerárias. É uma narrativa do que é viver no Brasil, um país barroco, tropical e violento, e o que é ser brasileiro. De fato, ruído é uma quebra na harmonia, é aquilo destruído pelas beiradas, corroído sem que ninguém faça caso até que seja tarde demais. Em tempo, o Brasil de Berna Reale, lugar central de sua arte, está muito distante da ordem e do progresso. É o país da luxúria ilusória, de cores berrantes e afagos de veludo, e ao mesmo tempo o centro da carnificina, um banquete servido aos abutres, elucida a curadoria. Quem é Berna Reale?      Nascida em Belém do Pará, ela e é uma das artistas mais importantes no cenário brasileiro atual, sendo reconhecida como uma das principais expoentes da prática de performance no país. Reale iniciou sua carreira artística no começo da década de 1990. Seu primeiro trabalho de grande impacto, Cerne (25º Salão Arte Pará, 2006), intervenção fotográfica realizada no Mercado de Carne do Complexo do Ver-o-Peso, conduziu a artista ao Centro de Perícias Renato Chaves, onde passou a trabalhar como perita a partir de 2010. Desde então, Reale tem explorado seu próprio corpo como elemento central da produção de suas performances, fotografias e vídeos. Seus trabalhos, marcados pela abordagem crítica aos aspectos materiais e simbólicos da violência e aos processos de silenciamento presentes nas mais diversas instâncias da sociedade, investigam a importância das imagens na manutenção de imaginários e ações brutais. A potência de sua produção reside na contraposição entre o desejo de aproximação e o sentimento de repulsa, ressaltando a ironia que resulta da combinação entre o fascínio e a aversão da sociedade pela violência. A fotografia, nesse contexto, desempenha um papel fundamental. Ela não é apenas o meio de registro de suas ações, capaz de perpetuá-las, mas um desdobramento de seu processo de criação. A artista vive e trabalha em Belém, Pará, Brasil. PERAMBULE JÁ! “Ruídos”, de Berna Reale / CCBB Brasília – Galeria 3 / De hoje até 10 de março de 2024, terça a domingo, das 9h às 21h / Infos: 3108-7600 – @ccbbbrasilia ou bb.com.br/cultura / Ingressos gratuitos no site e na bilheteria física do local / Classificação Indicativa Livre   Fotos: Divulgação

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Bloco do Silva e de todos nós!

Com participações especiais, Brasília é a cidade que abre a temporada de um show imperdível e que esta coluna aconselha: não perca! É isso mesmo, não tem redundância alguma no título e no sutiã desta notícia, pois o primeiro big evento musical da cidade em 2024, e que a coluna PERAMBULANDO tem o orgulho de recomendar, promete levar uma multidão de gente para dançar ao som das melodias gostosas do cantor Silva, que chega com seu “bloco pré-carnavalesco lúdico” (vamos assim dizer) cheio de convidados tão carismáticos e deliciosos de ouvir quanto ele. Até agora a trupe é composta por Marcelo D2, Marina Sena (dois grandes nomes que dispensam apresentações) e Umiranda. Este último é um DJ aqui de Brasília que bota a galera para ferver nas pistas de dança e das festas mais alternativas e bacanosas da cidade. Este colunista é fã de carteirinha dele e dessa turma toda, é claro! Anote aí que o Bloco do Silva se apresenta no próximo dia 19 de janeiro, lá na Arena BRB. Os portões do evento irão abrir às 22h e de acordo com o site Sympla, onde você garante seu ingresso clicando neste link, lá está dizendo que vai rolar até por volta das 4h da madrugada. Ah! Em tempo, ao entrar para conferir antes de escrever este texto, a entrada individual somente para maiores de 18 anos está a partir de R$ 170 (mais R$ 20,40 de taxa). Achou salgado? Bobagem, pois dá para dividir em até 12X! Na boa, vale tudo para não ficar de fora desse showzaço que a Influ Produções está trazendo para cá e que depois passará ainda por BH, Recife e Sampa (dias 20, 26 e 27 de janeiro respectivamente). Vale lembrar que o repertório conta com clássicos da música brasileira de verão, e que o Bloco do Silva é mais um passo na intensa jornada do cantor em construir novos caminhos entre tempos e estéticas musicais diferentes, mostrando toda força de um dos nomes mais produtivos e criativos dessa geração. “O Bloco do Silva já marcou a minha vida e a vida de muita gente. Todo verão fazemos juntos essa grande viagem musical, caminhando por tantos lugares com essa grande celebração da vida em torno da música brasileira! Em 2024 seguimos com nossos encontros de exaltação à alegria”, conta Silva.   Partiu Bloco do Silva? Arena BRB Mané Garrincha / 19 de janeiro a partir das 22h / Ingressos pelo Sympla / Somente para maiores de 18 anos Fotos: Divulgação / Reprodução Instagram

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Complexo Cultural do Choro dá tchau pra 2023

Último final de semana do ano tem programação recheada onde teatro infantil, Choro e samba ganham destaque   Para encerrar o ano de 2023 em clima de celebração, o Complexo Cultural do Choro apresenta uma programação animada e para toda a família. Com acesso gratuito, as opções incluem teatro infantil com personagens natalinos, apresentações de choro e samba de alta qualidade nos dias 16 e 17 de dezembro, no Espaço Cultural do Choro. Nos sábados,16, às 10h, a animação fica por conta da Roda de Choro dos Alunos e Professores da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello. Além da boa música, o público é convidado para a tradicional Feijoada da Casa, que sempre garante uma combinação perfeita: samba e feijoada. No domingo, dia 17, o Piquenique Chorão, às 16h, a excêntrica Família Firula e seus convidados apresentam o espetáculo: “Firulas natalinas em Arrumação de Natal“. Em uma noite especial, seres mágicos do Natal precisarão deixar tudo pronto antes da chegada do Noel. Mas conhecendo essa turma maluca, brincadeiras excêntricas podem atrasar essa entrega. A única coisa que eles garantem é que muitas Firulas natalinas irão acontecer. Em seguida, as famílias podem se dirigir para o espaço interno do Clube do Choro e curtirem o Regional Choro Livre, que convida os músicos Larissa Umaytá para abrilhantar ainda mais a roda com seu pandeiro, o gaitista Pablo Fagundes, já veterano da casa, e o flautista Sergio Morais para uma democrática roda de choro em que todos são convidados a participar e mostrar o que sabem. E para encerrar a programação de 2023, mas sem deixar o ritmo cair, o Domingo do Clube recebe o músico Dillo Daraujo com o show “Baile de Guitarrada”, que apresenta um panorama da guitarra amazônica e suas derivações. O público vai poder conhecer melhor um repertório que é comum nas danceterias e festas populares de um Brasil “caribenho”, pouco descoberto até os anos 1980.  O guitarrista também passeia pelas lambadas instrumentais do repertório das cordas e dos tambores de Belém ao Marajó, clássicas como: Moliendo Cafe, além de Cumbias peruanas como Sonido Amazônico, a banda se apresenta em formato de quarteto. Na formação do grupo estão: Tulio Lima na bateria, na percussão Mariana e no baixo Paula Zimbres. Confira a programação completa: 16 de dezembro, sábado 10h – Ensaio Aberto Alunos e Professores da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello 12h – Feijoada com Samba 17 de dezembro, domingo 16h – Piquenique Chorão com A Excêntrica Família Firula com “Firulas Natalinas em Arrumação de Natal” 17h – Choro Livre convida: Larissa Umaytá, Pablo Fagundes e Sergio Morais 18h45 – Domingo no Clube com show o Baile de Guitarrada com Dillo Daraujo Curtiu? Bora lá então…  Complexo Cultural do Choro de Brasília / 16 e 17 de dezembro (sábados e domingos) / (61) 3226-3969 / evento gratuito com classificação indicativa livre   Fotos: Divulgação

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Micarê será em maio de 2024. Ingressos já estão à venda

Festival está com pré-venda aberta e promete arrastar milhares de foliões nos dias 3 e 4 de maio A 4ª edição do Festival Micarê vai colocar os foliões da capital para vibrar nos dias 3 e 4 de maio do próximo ano. A pré-venda para os fãs do Micarê começou nesta terça-feira (12/12), pela plataforma Ingresse. O evento, que estreou em 2019 e substituiu a famosa Micarecandanga, arrasta multidões de admiradores da axé music com direito uma megaestrutura, abadás exclusivos e trios elétricos, carregando o clima do Carnaval de Salvador em pleno Cerrado. Na pré-venda, o kit Passaporte Atrás de Trio custa a partir de R$ 190 (meia-entrada), incluindo dois abadás e um ecocopo. O kit Passaporte Camarote Pré-venda, por sua vez, vale a partir de R$ 340 (meia-entrada), também com dois abadás e um ecocopo inclusos. Os passaportes estão com R$ 20 de desconto. As vendas gerais começam em breve, quando o evento deve divulgar as primeiras atrações do lineup. Fotos: Divulgação

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Silvero Pereira: “Só faço arte se tiver algo pra falar”

Silvero Pereira bateu um papo com o Lackman e contou sobre sua vida, carreira, moda e homenagem ao mestre Belchior, que chega a Brasília com três apresentações na Caixa Cultural De 8 a 10 de dezembro, a Caixa Cultural Brasília apresenta o show “Silvero Interpreta Belchior”. O multiartista canta as composições de Belchior, homenageando um dos mais relevantes compositores do Nordeste, que deixou um gigante legado para a música brasileira. Serão quatro apresentações na capital federal, duas delas seguidas de um intimista bate-papo entre artista e público. Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do local e no site da Bilheteria Cultural. No palco, o roteiro do show reúne cerca de 18 canções conhecidas do grande público, hits que promovem momentos divertidos, emocionantes e introspectivos, como “Sujeito de Sorte”, “Como Nossos Pais”, “Medo de Avião”, “A Palo Seco”, “Paralelas”, entre outros clássicos que ganharam interpretações únicas com a performance de Silvero Pereira. Além da musicalidade envolvente, o espetáculo tem a teatralidade garantida com a dramaturgia, a troca de figurinos assinados por estilistas cearenses como Kallil Nepomuceno, o desenho de luz e a execução sonora de uma banda que acompanha Silvero desde 2021 e que se unem para garantir ao público uma experiência verdadeiramente inesquecível. Confira a entrevista exclusiva que o artista nos concedeu. Quem é Belchior quando descrito pelo Silvero Pereira? Belchior é um símbolo de força nordestina, um gênio que descreveu o Brasil de ontem e de hoje. Um artista atemporal e atento ao passado, presente e futuro. Na sua opinião, o que fez Belchior virar norma quando o assunto é boa música brasileira? A boa música brasileira é composta por artistas cultos, estudiosos e cheios de referências. Não se consegue ouvir Belchior com atenção e não se sentir modificado pelos seus versos. Sua carreira é repleta de nuances. Há TV, teatro, cinema, web e até passarela, como no DFB Festival em que vc se fez presente em vários desfiles. Ser esse profissional multifacetado é uma obrigação hoje ou você sempre quis estar em todos esse lugares?! Não me sinto nessa obrigação, faço aquilo que me dá prazer e me engrandece como artista. Sou um apaixonado e estudioso da arte, então vou experimentando e vendo o que pode ser transdisciplinar entre as diversas funções. No seu figurino tem peças do Kallil Nepomuceno, um dos maiores nomes do Nordeste. Essa valorização do que é da sua terra é digna de elogios. Você se considera um veículo de divulgação da sua terra? Totalmente! Nordeste é uma potência e precisamos sempre estar de mãos dados levando uns aos outros juntos. Vestir um estilista cearense é vestir minha armadura, minha história, meu povo! Como é ser um artista cearense de sucesso  em dias de redes sociais nos quais fama tem muito a ver com o que se posta e não muito com o que se faz? Uso minhas redes sociais de acordo com minhas convicções e reflexões. Sou divertido nas redes porque me divirto com ela, mas também uso essa ferramenta para divulgar meus textos de uma coluna do jornal local, pra fazer meus posicionamentos e divulgar meus trabalhos. Não quero ser fútil nas redes! Esse show te fez descobrir algo novo sobre você? O que Belchior acrescentou na sua vida ao interpreta-lo? Esse show é um encontro com minha história através dos versos de um outro cearense, saído do interior e que buscou seus sonhos na arte e nos estudos. Esse show é uma exposição da minha história, meus percursos. Existe um gatilho para te fazer cantar? Te dá vontade de cantar quando… A arte pra mim é gatilho! Só faço arte se tiver algo pra falar, que me inquieta e questiona a sociedade. Qual o significado de roupa, moda e estilo pra você? Moda é quem vive! Eu não ligo pra tendências, uso aquilo que me faz bem e expõe minha personalidade.   Quer ir ao show? Silvero Interpreta Belchior  Na CAIXA Cultural Brasília (SBS Q.4 – Asa Sul, Brasília) Dias 08, 09 e 10 de dezembro de 2023 Horário: Dia 08 (sexta) às 20h; dia 09 (sábado) às 17h (sessão com libras) e 20h (sessão com bate-papo); dia 10 (domingo) às 19h (com bate papo) Ingressos: R$30 (inteira) R$15 (meia) Classificação indicativa: Livre para todos os públicos Acesso a pessoas com deficiência   Informações: (61) 3206-9448 https://www.caixacultural.gov.br Fotos: Divulgação ;;

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Studio Drift une natureza e tecnologia em obras de arte

A exposição Vida em Coisas reúne criações incríveis que despertam reflexões sobre a relação da humanidade com a natureza, por meio de esculturas e instalações hipnóticas Usando a luz como um dos pilares de sua arte, Lonneke Gordijn e Ralph Nauta, junto às suas equipes em Amsterdã e Nova York, exploram as relações dos seres humanos com a natureza e a tecnologia de forma simples e ao mesmo tempo profunda. As obras que tocam em aspectos essenciais da vida na Terra estão presentes na mostra Studio Drift – Vida em Coisas, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília, com visitação gratuita, até 24 de janeiro. Lonneke Gordijn e Ralph Nauta, criaram DRIFT em 2007, na Holanda. Atualmente, comandam uma equipe multidisciplinar de 64 pessoas, nos estúdios em Amsterdã e Nova York. Os artistas se tornaram mundialmente conhecidos pela criação de esculturas, instalações e performances que colocam pessoas, ambiente e natureza na mesma frequência. Suas obras sugerem ao público uma reconexão com o planeta. Alfons Hug, curador da mostra ao lado de Marcello Dantas, explica que ao escolher a luz como elemento central de suas composições artísticas, DRIFT “nos faz pensar no mundo de hoje, mas também em nossas origens, pois esta luz vem de longe e contém um vislumbre do passado remoto”. Ocupando o Pavilhão de Vidro, as galerias 1, 2 e 5, Studio Drift – Vida em Coisas tem entre seus destaques a obra Fragile Future (foto de capa), que procura fundir natureza e tecnologia em uma escultura multidisciplinar de luz, que traz uma visão utópica e crítica do futuro do nosso planeta, em que duas formas de evolução aparentemente opostas realizam um pacto de sobrevivência. Circuitos elétricos tridimensionais, de bronze, ficam conectados a sementes da planta dente-de-leão, que emitem luzes. Trata-se de uma peça com forma potencialmente infinita, que pode crescer ou encolher, dependendo do espaço que ocupa. Para a construção, a dupla recorreu a sementes que, uma a uma, receberam luzes de LED, num processo artesanal que resiste aos métodos de produção em massa e à cultura do descarte. A instalação está presente na Galeria 1. Entre as obras que mais chamam a atenção está a escultura hipnótica Shylight (algo como “luz tímida”, se traduzido para o português – exposta no Pavilhão de Vidro) reproduz o comportamento das flores que, durante a noite, se fecham, numa medida de proteção e de economia de recursos. Fusca Volkswagen, Jogo Game Boy, Lápis, Cabo Elétrico, Bicicleta, Pandeiro e Havaianas, que foram criadas especialmente para a mostra brasileira, assim como Banquete, merecem sua atenção pois são fruto da parceria de DRIFT com os designers brasileiros do Estúdio Campana, Humberto e Fernando Campana. Se grande parte dos objetos feitos pelos homens tendem a ter uma forma fixa, o projeto do DRIFT, neste caso, é recuperar a ideia de que, na natureza, tudo está em constante metamorfose e adaptação. Assim, os objetos animados ganham a força de expressar, caráter e emoção. Para o curador Marcello Dantas existe uma racionalidade por trás das obras do DRIFT, que é a possibilidade da natureza e da tecnologia viverem em harmonia. “Seja pelo mundo biônico, seja pelo conceito de animismo, em que todas as coisas – animais, fenômenos naturais e objetos inanimados – possuem um espírito que os conecta uns aos outros”. Em tempo, a mostra é patrocinada pelo Banco do Brasil e BB Asset Management e tem ingressos gratuitos, disponíveis em bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília. Bora lá?   Studio Drift – Vida em Coisas / Centro Cultural Banco do Brasil Brasília / até 21 de janeiro de 2024 – terça-feira a domingo, das 09h às 21h / Classificação indicativa: livre / Entrada gratuita / Ingressos em www.bb.com.br/cultura e na bilheteria local   Fotos: Divulgação

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