Dire Straits Legacy em Brasília

De volta ao país com a turnê “For You South America 2024”, o grupo toca clássicos que marcaram época   Em uma atmosfera que remete a uma viagem aos anos 70, 80, a banda Dire Straits Legacy se apresenta às 22h, no auditório master do Centro de Convenções Ulysses, nesta quarta-feira no Dia do Trabalhador (01), para uma das apresentações da turnê “For You South America 2024”, que passará por algumas cidades brasileiras em um show que promete emocionar os fãs. Os ingressos custam a partir de R$ 170, podendo ser adquiridos no site da Oh! Artes ou acessando o perfil da produtora no Instagram (@ohartes). Formada por músicos que fizeram parte de diferentes fases da carreira do Dire Straits, a banda conta hoje com Alan Clark (teclados), Phil Palmer (guitarra), Mel Collins (sax), Marco Caviglia (voz e guitarra), Danny Cummings (percussão e voz), Primiano Dibiase (teclados), Steve Walters (baixo) e Alex Polifrone (bateria). Entre os inúmeros hits que fazem parte do repertório estão “Money for Nothing“, “So Far Away“, “Sultans of Swing“, “Walk of Life” e “Romeo and Juliet“. Vale registrar ainda que o Dire Straits foi e continua sendo um grande fenômeno mundial. Afinal, são mais de 17 milhões de ouvintes mensais no Spotify e cerca de um bilhão de visualizações no Youtube; além das cinco indicaçãoes para o Grammy, das quais o grupo foi vencedor em duas delas. Partiu? Dire Straits Legacy / Centro de Convenções Ulysses / 1º de maio (quarta-feira) – 22h / 16 anos / R$ 170 / (61) 3365-1225 / @ohartes Fotos: Capa – Reprodução Instagram / Reportagem – Ron Elkam

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Nando e Sebastião Reis em Brasília

Em apresentação intimista,  pai e filho se apresentam na cidade com show intimista que vem arrancando suspiros por onde passa  Para quem curte sair #PERAMBULANDO por apresentações ao vivo que rolam nos palcos da cidade, no próximo dia 19 é a vez de conferir de pertinho a apresentação de Nando Reis ao lado de seu filho Sebastião Reis. Isso mesmo, o garotinho da música “O Mundo é Bão, Sebastião!“, lançada em 20o1, hoje é um homão e se apresenta pela primeira vez na cidade, neste dueto para lá de intimista, dividindo os violões com seu pai. Na turnê “Violão e Voz Acústico” eles trazem releituras das canções que se imortalizaram com Nando. Desde que lançou o disco que batiza a turnê, em 2016, Nando Reis percorre o Brasil e o mundo neste show acústico com canções que marcaram sua carreira como “All Star”, “Relicário” e “Luz dos Olhos”. Então se liga, pois a apresentação em Brasília é única e acontece no Centro de Convenções Ulysses. Os ingressos são vendidos a partir de R$ 100 pela Bilheteria Digital. Com 60 anos completos, em 2023, o Titã mostrou toda sua versatilidade com uma agenda disputada. Relançou o seu primeiro disco solo “12 de janeiro”, encerrou as  turnês Nando Hits e PittyNando, que foram sucessos de bilheteria, e ainda fez apresentações com a banda que o catapultou à fama, na turnê “Titãs Encontro”, uma homenagem aos 40 anos da formação do grupo em shows históricos pelo Brasil e pelo mundo. Partiu? Nando Reis – “Violão e Voz Acústico” com Sebastião Reis / 19 de abril (sexta-feira) – 21h / Centro de Convenções Ulysses / 14 anos / À partir de r$ 100 na Bilheteria Digital   Fotos: Capa – Morgana Motta Photo (Instagram do artista / Michell Ogoshi – Divulgação  

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Partiu curtir muito o finde!

Região central de Brasília reúne principais atrações culturais do final de semana desta agenda telegráfica, feita para você decidir bem rapidinho o que vai fazer e montar sua programação Este final de semana está do jeito que o brasiliense gosta, com programação cultural por todo o Distrito Federal. Então, para quem gosta de sair #PERAMBULANDO, cá estão as sugestões da coluna. Para saber mais é só abrir os hiperlinks para comprar ingressos ou acessar os perfis oficiais no Instagram. Vamos lá? Hoje, sexta-feira (12) tem uns shows muito maneiros: Maria Gadu, às 21h, no Auditório Master do Centro de Convenções Ulysses, com lugares a partir de R$ 100. No mesmo lugar, porém, na sala Planalto, às 20h, começa a temporada de três dias do Documentário Musical “Elas Brilham – Vozes que iluminam e transformam o mundo”. Uma homenagem às mulheres símbolo do empoderamento feminino, com lugares começando em R$ 37,50 (meia-entrada). Ali do ladinho, começa a 2ª edição do Complexo Cultural do Choro. Além de toda a programação recreativa gratuita, com atividades para a criançada, roda de samba e feijoada, o destaque ficam para as apresentações (hoje e amanhã) de Wagner Tiso e Marcio Malard em tributo ao mestre Milton Nascimento. O ingresso para estes shows estão R$ 50 (meia-entrada).   Andando um pouco mais para a frente, na Arena BRB, tem pit stop da turnê “AmarElo – A Gira Final” do cantor, compositor, rapper e pensador Emicida. A partir das 20h30, com ingressos a R$ 110 (meia-entrada).  Na mesma região, Já no Eixo Cultural Ibero-americano (antiga Funarte) a sexta e o sábado têm programação gratuita com circo, dança, maracatu, Forró de Vitrola e vários shows como o Bloco Eduardo e Mônica (12) e o Ara Ketu (13), de graça! O rolê começa a partir das 17h e  das 16h, respectivamente. Ainda no quesito música, precisamos ir #PERAMBULANDO rumo à Ceilândia, onde acontece o Festival de Cultura Nordestina “Brasília Cantada em Versos”. Shows, batalhas, exposição de cordel, poesia e muito mais neste evento gratuito que acontece na Casa do Cantador (QNN Quadra 32 Área Especial G), hoje e amanhã (12 e 13), das 18h às 23h. De volta ao Plano Piloto, a badalada festa carioca Arca de Noé (que custa R$ 360 (meia-entrada) promete oito horas de agito a partir das 16h desse sábado (13), na Concha Acústica, de frente para o Lago Paranoá (se não chover, o pôr do sol será um espetáculo à parte). Na Asa Sul e Norte, ou seja, no Casa Mar Boteco e no Bar Primo Pobre tem homenagem ao Dia Nacional da Mulher Sambista neste sábado (13) com rodas de primeira, é só chegar. E atenção, galera do Sudoeste (e quem quiser chegar) poderá fazer uma viagem no tempo com a Festa Túnel 80, também no sábado (13), lá no Primeiro Bar. Pagando só R$ 30 no ingresso, você vai curtir aquele som maroto, feito para quem gosta de dançar.   Amantes de artes-visuais, a expo Solfejo, em cartaz na Caixa Cultural traz obras que emitem som, luz e até fotografias de ondas sonoras e concertos com as músicas dos planetas. Imperdível! De graça, este rolê é para toda a família. Inclusive a criançada irá gostar de sair #PERAMBULADO pelas peças de teatro montadas especialmente para elas, como a “A Bela Adormecida“, da Cia Néia e Nando, a partir das 16h, tanto sábado, quanto domingo (13 e 14), no Brasília Shopping (ingressos a R$ 30 na bilheteria local). No final da Asa Sul, ou seja, no Teatro Unip acontece o espetáculo “Um Só Coração” do Grupo 3 Palavrinhas, onde os personagens Sarah, Davi e Miguel têm como missão impedir o fechamento da escola de música Dó Ré Mi e contam com a ajuda da Florzinha e de outros amigos. A apresentação é só no sábado (13), às 15h, e os ingressos custam a partir de R$ 70. E a última opção da agenda são as Aventuras de Shrek, no JK Shopping, no domingo (14), a partir das 15h, com entrada franca. O espetáculo faz parte do projeto Tardes Divertidas. A todos, um ótimo fim de semana!

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Bruno Motta: “Este momento reúne tudo o que eu já aprendi”

Em entrevista exclusiva, o humorista fala sobre o prazer de estar fazendo o show Gongada Drag, sucesso nas redes e por onde quer que vá. Aos 43 anos de idade, o mineiro Bruno Motta acredita estar vivendo um momento único em sua carreira, que, cá entre nós, é repleta de feitos que o colocam na posição de um dos melhores comediantes brasileiros de stand-up de sua geração. Em um rápido bate-papo com a coluna #PERAMBULANDO, ele disse que está utilizando todas as artimanhas que sua profissão lhe ensinou para comandar o “Gongada Drag”. A fórmula do espetáculo, que vem fazendo grande sucesso na internet e em todos os teatros que excursiona pelo país, reúne comediantes e drag queens fazendo piadas entre si, mas principalmente detonando uma convidada especial. Com mais ácido sulfúrico, o veneno rola solto, carregado de muito “amor e afeto” como ele próprio garante. Momento “merchant” para quem não quer perder a chance de dar boas gargalhadas em sua passagem pela capital federal: o espetáculo acontece neste sábado (06), às 19h30, no Centro de Convenções Ulysses. A doméstica Rose de Lindsay Paulino será o alvo de Fernando Pedrosa, Babu Carreira  Frimes, Shannon Skarllet, Desirée Beck e da brasiliense Pikinéia. Aqui neste link você confere um vídeo que este colunista fez sobre o evento, e clicando aqui você garante seu ingresso (que já está no 3º lote) com 20% de desconto, basta escrever GIBA (em letras maiúsculas) no espaço reservado para cupom. Presente da coluna para os leitores. Mas voltando para Bruno Motta, vale destacar aos desavisados que ele é um dos pioneiros da comédia stand-up no Brasil. Seu estilo único e inovador conquistou o público em cheio, e sua habilidade em transformar observações cotidianas em fonte de riso sempre o destacou da grande maioria. A fama nacional veio quando se tornou um dos criadores e apresentadores do fenômeno televisivo “Furo MTV“, bem como pela sua passagem como apresentador do espetáculo “Improvável” (nos anos 2010). Hoje, ele reina, sobretudo, nos palcos e na Internet com vídeos hilários. A capacidade de pensar rapidamente e criar momentos hilariantes ao vivo fazem de Motta um dos mestres da comédia improvisada. Sem mais delongas, fiquem com o bate-papo: O que mais tem contribuído para o tremendo sucesso que Gongada Drag vem conquistando: o boca a boca; os recortes de cena no TikTok; a onda da stand-up comedy no Brasil ou a tradição dos programas de auditório? Eu acho que o que tem contribuído mais para o sucesso do Gongada é a falta de atrações para esse público (LGBTQIAPN+). Eu acho que a gente, realmente, nós somos únicos (reflete). Isso é uma parte muito importante. Não tem uma coisa parecida. Sabe? Como disse um amigo meu, não é qualquer lugar que você vai e consegue rir durante duas horas e meia. Então eu acho que é um conjunto de tudo que está acontecendo. Também acredito que as pessoas gostam de estar no meio de algo como se fosse um programa de auditório, ver o show acontecendo ao vivo e não só nos recortes do TikTok. Assim, parece que ela está dentro do melhor episódio do programa de TV favorito dela, de uma competição de drag. Enfim, eu acho que é um pouco de tudo, mas principalmente pelo fato de que a gente conseguiu reunir tantos ingredientes para fazer algo único. Não é raro vermos no palco do Gongada figuras mitológicas como Silvetty Montilla e Thália Bombinha dividindo a cena com meninas da “new generation” como Naza e Frimes. O choque de gerações não poderia resultar, como diz o meme, em um “choque de monstros”? A ideia do Gongada é justamente misturar programas de TV, referências, gerações diferentes e, até este momento, tem sido incrível para todo mundo, e para o público principalmente. No caso do roast americano, existe um limite tênue entre a brincadeira e a ofensa. O mesmo se aplicaria ao Gongada? Como evitar que o roast não ultrapasse limites, melhor dizendo, que o nosso tradicional veneno não transforme a brincadeira em algo intoxicante, especialmente ao vivo? No nosso caso, estamos educando o nosso público sobre o que é uma gongada para nós. Né? Tem amizade, tem afeto, tem uma diversão com sentido dos dois lados. Nós falamos que criamos um espaço seguro para poder se gongar, para poder fazer essa brincadeira e explicar para as pessoas que esse é o nosso jeito. O fato é, estamos aqui pela diversão! Sua carreira dispensa apresentações, mas seria correto dizer que você vive algo completamente inusitado no papel de anfitrião do Gongada Drag? Em que medida? E, sem modéstia, quais seriam os ingredientes que você diria que acrescentou nessa receita? Sim, este é um momento muito especial da minha carreira, porque reúne tudo aquilo que eu já aprendi. Eu acho que sou apresentador, mas também ajudo com elas na criação, com meu lado de produtor, de direção, de conseguir bolar, pensar todo este evento, tem meu lado de empresário também, da internet, então acho que acabo reunindo todos os meus talentos e mais alguns que eu esqueci aqui (enumera às gargalhadas). Acredito que política não está entre as ideias de uma gongada entre as drags, mas você arriscaria fazer alguma brincadeira sobre a cidade, sua proximidade com o tema? Tem alguma piada “pronta” sobre a capital federal ou do público daqui? Olha, eu acho que a gente pode dizer que quem sabe o nosso próximo presidente não é drag, né?   Fotos: Reprodução / Instagram do artista

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Arte Bruta: A.R.L. Vida e Obra no CCBB

Antônio Roseno de Lima é o tipo de artista “desconhecido” que você precisa conhecer (e assim será) com exposição inédita e gratuita que chega a capital federal Atenção amantes da fotografia e das artes-plásticas, a exposição “A.R.L. Vida e Obra” – que está em cartaz no CCBB Brasília, a partir dessa terça-feira (02) – vai alugar um tríplex nas suas cabeças e corações. Podem confiar nessa dica da coluna #PERAMBULANDO, pois o espírito criativo de Antônio Roseno de Lima nos presenteia com obras coloridas e inquietantes nascidas a partir da sua condição de semianalfabeto e favelado, um reflexo da mais pura e encantadora arte bruta de um homem que sofria de doenças mentais, onde autorretratos, onças, vacas, galos, Santos Dumont, bêbados, mulheres e presidentes foram seus temas principais. Com visitação gratuita, até 22 de maio (mediante emissão de ingresso no site e na bilheteria física), esta é uma oportunidade para o público conhecer a produção desse artista outsider descoberto no final da década de 1980 pelo artista-plástico e professor doutor do Instituto de Artes da UNICAMP, Geraldo Porto, que também assina a curadoria da mostra. Residente da favela Três Marias, em Campinas (onde viveu de 1962 até sua morte em junho de 1998), Roseno expressava seus sonhos e observações do cotidiano através de suas pinturas, muitas vezes utilizando materiais improvisados encontrados no lixo: pedaços de latas, papelão, madeira e restos de esmalte sintético. Seu barraco era sua tela, onde cores vibrantes e figuras contornadas em preto ganhavam vida, revelando uma poesia visual única. Nas obras, as diversas aspirações do artista são representadas, mas uma delas se repete em toda a sua arte: “Queria ser um passarinho para conhecer o mundo inteiro!“ Com cores fortes, escrevia nos quadros: “Este desenho foi fundado em 1961“, referindo-se ao início de sua obra de desenho, pintura e fotografia. Mesmo sendo semianalfabeto, as palavras sempre fizeram parte de sua expressão poética, tarefa que cumpria com a ajuda de amigos e crianças do bairro pobre que escreviam e ele apenas copiava. Foi somente em 1991, que Roseno teve sua primeira exposição individual, também com curadoria de Geraldo Porto, na galeria de arte contemporânea Casa Triângulo, em São Paulo. Este foi o primeiro passo para seu nome chegar em galerias e edições especializadas no mercado europeu e norte-americano, além de provocar um certo burburinho nacional. Porém, pobre e doente, morreu em 1998, quando grande parte de seus trabalhos já estava em coleções de arte no Brasil e no exterior. Infelizmente, outra grande parte foi jogada no lixão pelo caminhão da prefeitura, chamado pela família para limpar a casa. Assim como Arthur Bispo do Rosário, A.R.L. faz parte desses “artistas virgens” ou “outsiders“, autores dessa “arte incomum” que, em alguns casos, são frutos de surtos psicóticos. Jean Dubuffet, por exemplo, refere-se a eles como “indivíduos sem condicionamento cultural, sem assistência profissional e sem conhecimento das tradições e da história da arte, que realizam uma operação artística quimicamente pura“. Para Geraldo Porto, Antônio Roseno “é sim um artista outsider, pela originalidade do seu processo criativo. Sua criatividade desconhecia limites entre fotografar, pintar ou escrever. Analfabeto, ele escrevia; fotógrafo, ele pintava; pintor, ele tecia. Pintava ‘para não ficar doente’. Um último spoiler antes de irem até o CCBB Brasília, é que a mostra está dividida em seis seções: Recortes da Cidade; Presidentes; O Fotógrafo; Frutos; Flores e Animais; Mulheres e Santas; e O Bêbado (a preferida deste colunista), onde está uma série de rostos de olhos embaralhados e alucinados pela bebida, trabalho que o projetou como artista no mercado internacional, se tornando sua marca registrada. Enfim, graças à exposição “A.R.L. Vida e Obra“, o público brasiliense vai poder conhecer melhor Antônio (um entre cinco irmãos), nascido em 1926, na cidade de Alexandria (RN). Aos 22 anos, ele decide sair da roça para morar na cidade, fazendo doce com sua madrinha. Aos 30 anos, largou o casamento com Cosma, com quem teve cinco filhos, para buscar melhores condições em São Paulo. Ali se dedicou à fotografia, antes de se estabelecer na favela Três Marias, em 1962, onde produziu a maior parte de sua arte ao lado de Soledade, companheira de quase quatro décadas, mesmo Roseno insistindo em repetir: “Nunca tive amor na vida“. #PERAMBULANDO pela arte bruta e primitiva A.R.L Vida e Obra / CCBB Brasília / Até 22 de maio, de terça a domingo – 9h às 22h / Retire antecipadamente o ingresso aqui ou na bilheteria física / Livre Fotos: Divulgação / Adriano Rosa

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“As Crianças” em cartaz na CAIXA Cultural

Em curta temporada, o espetáculo conta a história de três físicos nucleares que estão numa casa isolada à beira-mar em região outrora bucólica, hoje devastada por um acidente nuclear Um casal de físicos aposentados Dayse (Analu Prestes) e Robin (Mario Borges), vive só e sem vizinhos numa casa improvisada perto da costa, numa região inóspita, assolada por um acidente nuclear. Após uma ausência de quase quarenta anos, Rose (Stela Freitas), antiga colega de profissão e amiga, chega a essa casa com uma missão que poderá mudar para sempre a vida do casal. Para complicar as coisas, Robin teve uma relação com Rose no passado. O parágrafo acima dá uma ideia de como se passa o sucesso teatral “As Crianças”, escrito em 2016 pela premiada dramaturga inglesa Lucy Kirkwood, que desembarca em Brasília sob a direção de Rodrigo Portella (“Ficções”, “Tom na Fazenda”). A temporada acontece nos dias 2, 3 e 4 de abril, de terça a quinta-feira, no Teatro da CAIXA Cultural Brasília, com sessões sempre às 19h. Os ingressos, R$ 30 e R$ 15 (meia para clientes CAIXA e casos previstos em lei), poderão ser adquiridos a partir do dia 23 de março na bilheteria do teatro ou no site. Vale lembrar ainda que a peça (uma tragédia cômico-delirante) tem duração de 80 minutos e é recomendada para maiores de 14 anos. Indicada a 25 prêmios, foi vencedora de nove deles. Em seu elenco, que conta com Mario Borges e Stela Freitas, Analu Prestes foi vencedora dos Prêmios Shell, APTR, Cesgranrio e Botequim Cultural, por As Crianças. Já Rodrigo foi vencedor dos prêmios Cesgranrio, APTR e Botequim Cultural como melhor diretor, também por este trabalho. “As Crianças”, que estreou em Londres no ano em que foi escrita, levanta duas camadas de reflexão: num nível individual, fala da relação do ser humano com a passagem do tempo e seu inventário de perdas e ganhos; e num nível coletivo, trata de discussões éticas sobre a responsabilidade com o uso dos recursos do planeta e com as gerações futuras. Reparação e redenção são temas dessa peça que volta seu olhar para os catastróficos resultados da interação entre os humanos e a natureza. Estruturalmente, a peça se sustenta pelo desvendamento progressivo dos sentimentos desses personagens que, aos poucos, vão mostrando não só seus problemas afetivos, mas também a profunda crise ética em relação ao seu papel na sociedade em que vivem. Paralelamente à questão nuclear, o texto investe nas particularidades da vida desses três indivíduos – sua relação com os filhos (ou a opção por não os ter), a proximidade da morte, a traição, as omissões, a fantasia e o desejo. Trata-se de um grande desastre a espelhar os pequenos desastres de três vidas. “A discussão da peça está para além da questão nuclear. Ela nos provoca a pensar em como usamos os recursos disponíveis. Entendo que Kirkwood quer que pensemos em nossa responsabilidade com as futuras gerações. Para mim, a grande pergunta da peça é: salvar as crianças de um futuro catastrófico é um ato de heroísmo ou uma obrigação?”, questiona Rodrigo Portella, diretor.   Vamos #PERAMBULAR pelo teatro? As Crianças / CAIXA Cultural Brasília / Dias 2, 3 e 4 de abril de 2024, às 19h / Ingressos a R$ 15 meia-entrada e clientes CAIXA clicando neste link / 14 anos / Mais informações aqui Fotos: Divulgação / Renato Mangolin

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Prepare o riso, pois tem “Gongada Drag” em Brasília!

O evento de humor LGBTQIAPN+ terá uma única sessão na capital federal, no Centro de Convenções Ulysses   Sucesso por onde passa, a “Gongada Drag” é um espetáculo para quem aprecia humor ácido, rápido e direto, com piadas feitas a cada instante, sendo cada uma melhor que a outra. Trata-se de uma fusão entre o estilo “roast” de comédia e a energia criativa das drag queens do Brasil. Reunindo diversas artistas desse meio ao lado do apresentador Bruno Motta, o formato mistura stand-up com programa de auditório e pitadas de reality shows. O resultado é único: o riso rola solto do começo ao fim. Então, se você não quer ficar de fora, fica a dica mais urgente da coluna #PERAMBULANDO: adquira o quanto antes seu ingresso, pois o evento terá apresentação única em Brasília, no próximo sábado, dia 6 de abril, às 19h30, no Centro de Convenções Ulysses (SDC). Os ingressos custam a partir de R$ 125 (meia-entrada) e estão disponíveis neste link. E como será uma noite em que o veneno será destilado em grandes quantidades, ela não é recomendada para menores de 16 anos. De acordo com Bruno Motta, idealizador da iniciativa, o “Gongada Drag” é uma aula de bom humor, só que fora da boate. “Estamos conseguindo misturar um elenco sensacional, com uma mistura de artistas da noite e dos realities. Acho que é um grande momento para a arte drag no Brasil“. E para quem ainda não entendeu, nesse universo, gongar significa tirar sarro, fazer piada de alguém em público. Nos palcos, a ideia virou comédia e deu origem ao espetáculo que hoje faz sucesso em várias cidades que visita.  Com elenco rotativo, diversos comediantes e drag queens de programas como Drag Race Brasil e Caravana das Drags já participaram do “Gongada Drag“. E como já é praxe, em cada espetáculo, uma figura mitológica da cena noturna brasileira é “homenageada“, sendo o alvo principal das piadas feitas pelos demais artistas presentes no palco. Em Brasília, a honra será de Lindsay Paulino, a Rose, doméstica do Brasil, famosa por seus programas no Multishow e vídeos na internet. Ela será acompanhada das drags Frimes, Shannon Skarllet, Pikinéia, Desirée Beck, e dos comediantes Fernando Pedrosa e Babu Carreira. “Inacreditável o quanto foi rápida a aceitação do público para esse projeto. Acho que realmente criamos algo que não existia, um espetáculo fixo de comédia, drags, gongação, que é uma aula de bom humor, só que fora da boate, da noite. Estamos conseguindo misturar um elenco sensacional, com uma mistura de drags da noite e dos realities. Acho que é um grande momento para a arte drag no Brasil“, avalia Motta.   Quem quer morrer de tanto rir?  “Gongada Drag” em Brasília / Centro de Convenções Ulysses / 6 de abril (sábado) – 19h30 / Ingressos de R$ 125,00 a R$ 250,00, neste link / 16 anos / Apresentação de Giral Projetos Fotos: Reprodução / Instagram dos artistas

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TGS presenteia clientes com ovo Kopenhagen

Ação faz parte da promoção Compre e Ganhe, especial para o período. Criançada também poderá participar de encontros especiais com o Sr. Coelho O TGS recebe uma Páscoa cheia de doçura. Para celebrar a data, o shopping oferece uma promoção Compre e Ganhe: entre os dias 22 e 31 de março, nas compras acima de R$ 500, clientes podem trocar suas notas no aplicativo Wynk e ganhar um delicioso ovo de Páscoa Kopenhagen Mil Delícias de 200g. A retirada do brinde é realizada no lounge de trocas, localizado no piso 2, ao lado da Faculdade Anhanguera, e a participação é limitada a um brinde por CPF, enquanto durarem os estoques. Os encontros são gratuitos, mediante agendamento no site Sympla. A criançada também poderá aproveitar momentos cheios de magia e de brincadeiras com o Sr. Coelho, que retorna ao centro de compras nos dias 30 e 31 para o “Encontro com o Sr. Coelho”. Serão 25 crianças por sessão nos horários de 10h, 14h, 16h e 19h aos sábados, e no domingo, nos horários de 14h, 16h e 18h. Pensando em oferecer uma celebração para todos, o TGS promove, no domingo, às 11h, um encontro especial entre o querido coelho da Páscoa e crianças autistas. Durante o período, a criançada e suas famílias poderão aproveitar um momento com o personagem numa estrutura que garantirá uma experiência segura e enriquecedora para todos. “Convidamos nossos clientes a viverem essa incrível experiência. Será uma oportunidade única para celebrar a Páscoa e tirar fotos. O espaço foi pensado exclusivamente para o público e estará disponível ao longo de todo o mês. Vale a pena conhecer!”, convida a gerente de marketing, Mayce Tranquillini. Saiba mais ENCONTRO COM O SR. COELHO Quando: 30 e 31 de março de 2024. Horário: 30/03 (sábado): 10h às 11h / 16h às 17h / 19h às 20h 31/03 (domingo): 14h às 15h / 16h às 17h / 18h às 19h Local: Piso 1, próximo a loja Cacau Show Classificação indicativa: 02 a 12 anos de idade Capacidade de cada sessão: 25 crianças Agendamento: Balcão de Informações, 1° piso, ou pelo Sympla. ENCONTRO COM O SR. COELHO ESPECIAL PARA CRIANÇAS AUTISTAS Quando: 31 de março de 2024, domingo. Horário: 11h. Local: Piso 1, próximo a loja Cacau Show Agendamento: Balcão de Informações, piso 1, ou pelo Sympla. PROMOÇÃO COMPRE E GANHE Quando: 22 a 31 de março de 2024 ou enquanto durarem os estoques. Dinâmica da promoção: nas compras acima de R$ 500, clientes trocam notas pelo aplicativo Wynk e ganham um voucher para trocar por um ovo Kopenhagen Mil Delícias de 200g. Participação limitada a um brinde por CPF. Horário: Funcionamento do Shopping Local:  lounge de trocas, localizado no piso 2, ao lado da Faculdade Anhanguera. Imagens: Divulgação

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#PERAMBULANDO no samba com Alcione e Maria Rita

É isso mesmo, chegou a hora decurtir o show que vai colocar a cidade para sambar e que, de quebra, ainda traz grupos brasilienses compostos exclusivamente por mulheres para essa grande “roda”   Se você ainda não garantiu seu ingresso para o show que traz Alcione e Maria Rita a Brasilia, corre, pois ainda dá tempo de viver essa experiência musical que, cá entre nós, deve ser incrível! Afinal, a história de cada uma delas na música e no samba nos dão motivos de sobra para esperar uma noite inesquecível. Marcadas para acontecer no Ginásio Nilson Nelson, a partir das 21h deste sábado (23), as apresentações das artistas são precedidas, cada uma delas, pelos grupos SaiaBamba e Elas Que Toquem (um show de abertura e outro no intervalo). Vale lembrar que estes dois coletivos estão entre as principais  iniciativas de samba brasiliense, não somente pela desenvoltura musical, mas também pela representatividade. Voltando a falar de “Marrom“, aos 76 anos, ela segue cultuada como uma das maiores cantoras do país. Inclusive, Alcione aproveita o show na capital para celebrar os 50 anos de carreira e entoar os clássicos que a tornaram uma lenda viva no ramo musial, a exemplo de “Você me vira a cabeça”, “Estranha loucura” e “Sufoco”. Já  “A Bacanuda”, como Maria Rita vem sendo chamada carinhosamente pelos fãs, já deixou claro, há muito tempo, que herdou a voz e a malemolência da mãe, mas que preferiu se desafiar e tomar as rédeas da sua própria jornada. Mesmo flertando com diferentes cadências, foi com o samba que ela chegou ao coração do público e de onde nunca mais saiu. “Tá perdoado”, “Maltratar não é direito” e “Cara valente” estão entre os sucessos que irão contagiar a plateia. Bora #PERAMBULAR no samba junto dessa mulherada? Alcione e Maria Rita – participações de SaiaBamba e Elas Que Toquem / 23 de março (sábado)
-  21h
/ Ginásio Nilson Nelson / 18 anos / Ingressos a partir de R$ 80 pelo Sympla Fotos: Divulgação

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Afrontosa e divertida! A expo virtual de Viviane Cardell

Artista lança galeria virtual para Toy Pussy, uma série de obras criada ao longo de 18 anos de aprofundamento no tema – a assexualidade das bonecas Barbie   Já está no ar o website interativo que traz um recorte da extensa obra da artista visual Viviane Cardell, que teve início em 2006, quando lançou sua primeira série de vulvas idealizadas. A coleção foi apresentada pela primeira vez em Madri, na Espanha, e posteriormente em São Paulo, no ano de 2009. Desde então, suas obras vêm sendo expostas em mostras e galerias particulares. Ao acessar a galeria, os espectadores visualizam um menu no qual é possível visualizar cada “Toy Pussy” individualmente. Apresentadas em uma imagem 360°, no formato GIF animado ou similar, ainda é possível ouvir um áudio humorístico dramatizado na voz de uma atriz, ator ou cantora. “A intenção é que esse áudio agregue mais significados à experiência da espectadora e do espectador”, explica a artista. A série questiona a criação de uma boneca objeto que é um mero cabide para acessórios. “Quando todos [os acessórios] são suprimidos, e a boneca fica nua, revela-se a representação de uma mulher assexuada, sem qualquer sinal de vulva”, aponta Cardell. Ela afirma ainda que, ao conceber a coleção, “idealizo uma cura simbólica para a boneca mutilada e crio um contraponto à lógica mercantil e patriarcal que converte o corpo feminino em objeto suscetível à violência física, sexual, estética e emocional”. O envoltório das obras, em acrílico transparente, reproduz as embalagens de brinquedos. Inspiração que, no caso das Toy Pussies, inclui rótulos explicativos com bordões cômicos de duplo sentido que são traduzidos em diversos idiomas. Sobre o nome da coleção, Viviane explica: “Pussy, termo em inglês, pode ser traduzido como um apelido carinhoso dado a gatos domésticos e é uma forma de se designar a vagina”. Com isso, a tradução literal da série seria “vagina-brinquedo”. Passados mais de 10 anos da exposição em São Paulo e depois da campanha “O mundo da Barbie está evoluindo”, lançada pela Mattel (fabricante da boneca), em 2016, poderia se pensar que Toy Pussy estivesse ultrapassado. Porém, tal campanha, utilizando-se dos conceitos de diversidade e inclusão, não passou de uma jogada publicitária para frear a queda nas vendas e expandir seu mercado. Por meio de discretas adequações nos traços faciais, cabelo e formato do corpo da boneca, a Barbie “evoluída” conquistou novas consumidoras mirins de todas as cores, corpos e tipos de cabelos. E as contradições originais desse ícone persistem: a necessidade de acessórios, agora diferenciados e mais caros, e o vazio entre as pernas. Ao compreender a jogada de marketing da fabricante, Viviane trabalhou na nova coleção Toy Pussy Evolution, na qual a artista se debruça sobre as questões da pluralidade. Reitera o conceito inicial do projeto e explora diferentes formatos, cores, texturas e tamanhos para as vulvas, e aborda, ainda, a inclusão de pessoas LGBT+ e de pessoas com deficiência. A denúncia, nesta nova série, discute a autenticidade desses voos da marca por ares democráticos, “restritos a quem pode pagar pelo caro bilhete de embarque e que se alicerça sobre o clichê contemporâneo da meritocracia com o mote: #VocêPodeSerTudoQueQuiser, que leva em conta o consumo desenfreado, essencial à boneca Barbie, e o eterno vender mais do mesmo”, contesta a artista. Acesse já! Galeria Virtual “Toy Pussy” / clique e veja / Siga a artista no Instagram https://www.toypussy.com.br/ Fotos: Divulgação

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