“Natureza Urbana” em cartaz no CCBB

Em cartaz até 20 de outubro, exposição que promove intercâmbio entre artistas brasileiros e bielorrusso é um verdadeira ode à relação harmoniosa entre o homem e a natureza   O movimento cultural Vulica apresenta “Natureza Urbana”, até 20 de outubro, no Centro Cultural Banco do Brasil – Brasília. O festival reúne artes urbanas, graffiti e bioarte em busca do equilíbrio entre as pessoas, suas cosmologias e o meio ambiente da cidade. Uma plataforma de diálogo intercultural entre artistas internacionais e brasileiros de diferentes cidades e etnias, que celebra a sabedoria dos povos originários e a diversidade das abordagens artísticas. “Natureza Urbana” propõe intercâmbios criativos em busca do mundo que sonhamos. A programação inclui exposições, intervenções artísticas interativas, performances, oficinas e bate-papos que buscam equilibrar diferentes visões de mundo. Entre as linguagens exploradas, destacam-se: graffiti, pintura, lambe-lambe, stencil, land art, bioescultura e meditação. Comprometido com a sustentabilidade ambiental, social e econômica, o projeto utiliza técnicas inovadoras de produção, desde o manejo responsável de resíduos até o uso de tintas à base de água, resinas e pigmentos naturais. Essas práticas são acompanhadas por uma linguagem positiva, engajamento comunitário, acessibilidade e celebração da diversidade. Os artistas convidados são experimentalistas comprometidos com esses ideais. A expressão artística de cada um contribuirá para a criação do Manifesto “Natureza Urbana”. A curadoria realizada por Mila Kotka e Nina Coimbra apresenta obras de ECHO (Belarus), Daiara Tukano (DF), Ramon Martins (SP), Adriane Kariú (DF), André Morbeck (GO), Bazinato (Belarus), Dante Horoiwa (SP), Mateus Dutra (GO), Mila Kotka (Belarus), Nina Coimbra (DF), Onio (DF), Thiago Alvim (MG), e Thiago Toes (SP). Esse caleidoscópio de artistas utilizará diversas técnicas para apresentar tanto obras prontas quanto novas criações ‘site specific’, transformando o CCBB Brasília em um espaço de criação e experimentação antes mesmo da abertura oficial do espaço expositivo, convidando o público a participar ativamente dessa evolução. O projeto “Natureza Urbana” nasce do movimento cultural Vulica Brasil, com patrocínio do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Se quiser um spoiler extra, veja aqui o Reel feito pela coluna #PERAMBULANDO! O Movimento Vulica O projeto “Vulica”, que significa “rua” em belarusso, nasceu em Minsk e agora traz novo dinamismo ao CCBB da capital federal. O projeto “Natureza Urbana” integra as comemorações dos 10 anos do movimento artístico e festival Vulica Brasil, realizado cinco vezes em Minsk, Belarus, de 2014 a 2019. Durante esses anos, mais de 50 murais de grandes proporções foram legados à cidade, assim como esculturas, instalações, exposições e um plano urbanístico para a “Rua Brasil”, nome carinhosamente dado a ela pelos seus frequentadores. Essas iniciativas tiveram impacto significativo no desenvolvimento urbanístico da região, cujas repercussões perduram até hoje. Em Brasília desde 2020, Vulica realizou em 2022 o projeto de urbanismo tático Acorda, Conic!, desafiando moradores do Distrito Federal a criarem intervenções artísticas e urbanísticas no i-Cônic-o Conic. Diferentes mentes criativas de Brasília se reuniram em workshops e idealizaram mudanças positivas para o local. No ano seguinte, o CCBB Brasília foi palco do Imagine Skate Tour, com a participação do Vulica. Na ocasião, quatro murais foram pintados pelos artistas brasilienses Gurulino, Ramon Phantom, Omik e Corujito, além de serem ministrados workshops de spray com Siren e Gurulino, e de estêncil com o artista goiano Diogo Rustoff. Programação: 8 de setembro “Colagem Automática” – Oficina de Colagem com Onio (DF) Das 14h às 17h (Sugestão de faixa etária: 12+ anos) Número de participantes: 15 vagas por turma Local: Torre 01, em frente à Galeria 4 “BioArte Meditação” – Oficina de Criação de Símbolos Sacros com Elementos de Plantas Urbanas com Mila Kotka (Belarus) Das 14h às 17h (Sugestão de faixa etária: 16+ anos) Número de participantes: 10 vagas Local: Galeria 1 13 de setembro “Transformando Espaços Urbanos” – Oficina de Lambe-Lambe com Adriane Kariú (DF) Das 14h às 17h (Sugestão de faixa etária: 9+ anos) Número de participantes: 15 vagas Local: Torre 01, em frente à Galeria 4 20 de outubro Encerramento de “Natureza Urbana” com intervenções artísticas Das 14h às 17h (Livre) Local: Deck e Jardim Vamos lá? Natureza Urbana / Centro Cultural Banco do Brasil Brasília / até 20 de outubro de 2024 – terça a domingo, das 9h às 21h /Livre / Entrada franca – ingressos na bilheteria física ou bb.com.br/cultura / Infos: naturezaurbana.art – @vulicabrasil – @ccbbbrasilia  

“Natureza Urbana” em cartaz no CCBB Read More »

Não perca, Carmina Burana no Festival Sinfônico!

Uma celebração monumental da música e da dança encerra série de experiências inesquecíveis que foram oferecidas pela Lei de Incentivo à Cultura e Shell   Um encerramento clássico, popular e grandioso, assim como foi toda a programação desta 5ª edição do Festival Sinfônico. Com um belo desfile de atrações, a começar pela apresentação do projeto Viva Arte Viva ao lado do Coral 10; passando por Eduardo Rangel, Marina Melaranci, Gabriel Grossi e Edson Cordeiro, a última noite de encontros entre artistas dos mais variados estilos e ritmos musicais com a Orquestra Filarmônica de Brasília promete exceder quaisquer expectativas do público que comparecer à Concha Acústica, na noite de 07 de setembro. Afinal de contas, esta será a primeira vez em que a cidade será testemunha de uma encenação da cantata cênica Carmina Burana, de Carl Orff. Além da música, que será executada ao vivo pela orquestra do maestro Thiago Francis, o espetáculo contará com coreografia inédita da grande Cristina Perera para o Corpo de Baile da OFB. Simplesmente, imperdível! Com patrocínio master da Shell pelo segundo ano consecutivo, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, o FSV já conquistou seu lugar como um dos melhores eventos musicais no calendário da capital federal. “A música clássica brasileira tem um valor muito especial para a Shell. O Festival Sinfônico vem para acompanhar as constantes transformações da nossa cultura, conseguindo unir a tradição e o contemporâneo em um só lugar. Apoiar sua quinta edição nos faz reforçar um dos compromissos da companhia com a sociedade, por meio de patrocínios culturais, que é a manutenção e perpetuação da nossa história através da cultura“, comenta Alexandra Siqueira, gerente de Comunicação Externa e Marca da Shell Brasil. Popularmente clássico e grandioso A despedida da 5ª edição do Festival Sinfônico e da Concha Acústica de Brasília começa com um espetáculo emocionante. Isso porque a OFB receberá o projeto Viva Arte Viva, uma iniciativa que há 18 anos vem mudando vidas por meio da música, dança e teatro. A apresentação, intitulada Viva Arte Viva em Cena, trará a energia e o talento de 280 crianças de diferentes escolas públicas do Distrito Federal que, ao lado dos músicos da OFB e do Coral 10 de Brasília, darão um show de inclusão e criatividade. A coordenadora geral do projeto, Cleani Calazans, explica que o espetáculo é o resultado de um semestre de oficinas intensivas e traz uma forte mensagem sobre educação ambiental. “Foi uma criação coletiva entre os arte-educadores e os alunos, que se transformou em uma apresentação de porte, levando as crianças do espaço escolar para um grande palco“. Depois da criançada, o FSV será palco de um reencontro emocionante entre o cantor e compositor Eduardo Rangel e a Orquestra Filarmônica de Brasília, que, em 2006, gravaram um disco ao vivo no Teatro Nacional de Brasília. Rangel, que tem composições gravadas por artistas como Edson Cordeiro, Márcio Faraco, Indiana Nomma, Renata Arruda, Ju Cassou e Antenor Bogea, estreou na cena musical com o álbum “Pirata de Mim”, de 1998, onde está a canção “Copacabana Blues”, que lhe rendeu uma indicação ao Prêmio Sharp de Música, competindo ao lado de grandes nomes como Chico Buarque e Paulo Miklos na categoria de melhor compositor do ano. Será que esses hits vão estar no setlist do espetáculo? Só indo pessoalmente para saber, mas, para quem gosta de spoilers, “Viúva” é uma das canções que certamente não ficará de fora. Como essa noite será reservada quase que completamente à música clássica em sua essência, quem também fará parte da festa é a mezzo-soprano ítalo-brasileira Marina Melaranci, que é dona de técnica impecável e presença de palco arrebatadora, e de um currículo de trabalhos e apresentações que vem conquistando plateias por onde passa, como o Teatro Marcello e a Sala Baldini em Roma; o Palais Royale em Bruxelas; o Ateneu Romano em Bucareste; o Oratoire du Louvre em Paris e a Sala Brasil em Londres. Em 2022, Melaranci cativou o público ao interpretar o icônico papel de Carmen, da ópera homônima de Georges Bizet, mostrando seu talento musical com a Orquestra Sinfônica Cláudio Santoro de Brasília. Seu percurso musical inclui também os últimos dois anos de colaboração dedicada com a Filarmónica Paul Constantinescu na Romênia. Após um hiato de pelo menos dois anos sem se apresentar em sua cidade natal, o harmonicista brasiliense Gabriel Grossi aceita o convite da OFB para participar do Festival, onde apresentará uma verdadeira obra-prima. “Tenho certeza de que faremos uma apresentação para lá de especial com o concerto do Villa-Lobos para harmônica e orquestra. Essa é uma peça raríssima e belíssima do Villa, que é realmente o divisor de águas na história do meu instrumento e da música brasileira”, conta Gabriel, que é considerado um dos melhores harmonicistas do mundo. Com 15 discos em seu nome, Grossi foi integrante do Hamilton de Holanda Quinteto, conjunto vencedor do Prêmio da Música Brasileira em 2007 e finalista do Grammy Latino por três vezes consecutivas. Prolífico produtor e compositor, já trabalhou com grandes nomes do métier, tais como Hermeto Pascoal, Chico Buarque, Milton Nascimento, Jacob Collier, Snarky Puppy, Winton Marsalis, Djavan, Ivan Lins, Ed Motta, João Donato, Guinga, Lenine, Dominguinhos, Dave Matthews, entre outros. E, seguindo a curva ascendente, o Festival Sinfônico V irá temperar a noite clássica com a virtuosidade pop de Edson Cordeiro. Com sua exuberância vocal e performance teatral, o cantor promete um espetáculo memorável; afinal, desde seu surgimento nos anos 1990, ele seduziu plateias ao redor do mundo com sua voz de contratenor e repertório eclético, muitas vezes dançante e provocativo. Ganhador de inúmeros prêmios, Edson usa sua impressionante amplitude vocal para transitar entre ópera, música erudita, clássicos da canção brasileira, música latina, jazz, rock, pop e dance music. Radicado na Alemanha desde 2007, Cordeiro divide seu tempo entre turnês internacionais e gravações. Atualmente, ele se dedica à produção de seu décimo quarto álbum, sob a direção musical de Zeca Baleiro. O primeiro single, “Tango do Cordeiro”, destaca todo o virtuosismo que Edson tem, o que

Não perca, Carmina Burana no Festival Sinfônico! Read More »

Partiu Festival Bocadim 2024!

Diversidade musical, inovação sustentável e uma vibe única marcam a 10ª edição do evento que movimenta a capital.   Prepare-se para viver mais uma vez o Festival Bocadim, que agita Brasília entre os dias 06 e 08 de setembro, na área externa do Eixo Cultural Ibero-Americano. O evento chega com tudo, trazendo nomes que prometem elevar o som e a vibe da capital como a irreverente Banda UÓ(GO/SP – na capa desta matéria), que promete um show exclusivo de tirar o fôlego. Thiago Pethit (SP) é outra atração que retorna aos palcos com toda sua teatralidade e hits marcantes, assim como a rainha da sofrência, Raquel dos Teclados (BA), que promete embalar corações. Já a Banda Lamparina (MG), se revela como uma mistura de pop, rock e indie, ou seja, a cara da juventude; enquanto Zaynara (PA), a revelação do tecno-brega-melody, chega a essa festa com as bençãos de sua madrinha musical, ninguém menos que Joelma. Por fim, as argentinas da Kumbia Queers (ARG) trazem seu som inconfundível de kumbia-pós-punk para o encerramento. Porém, que fique bem claro que as atrações não param por aí. O festival ainda conta com a presença da Banda do Músico-DJ-Produtor Musical (SP), o talentoso Kassin (RJ), além dos sets vibrantes dos DJs Telma e Selma (DF) e Laine D’Oliva (DF). Dayse Hansa, a mente por trás do festival, comemora a trajetória do evento, que desde 2014 vem colocando diversidade em pauta. “Chegar à 10ª edição é um orgulho imenso. Desde o início, o Bocadim se propôs a trazer uma line-up que celebra a diversidade, com destaque para artistas LGBTQIAP+ e mulheres. Hoje, vemos que contribuímos de forma significativa para a inclusão desses artistas nos grandes festivais da cidade. Como sempre brincamos, aqui tem um bocadim de tudo para todes”, sentencia Dayse. Coisas do Bocadim Um destaque especial dessa edição vai para os talentos locais e regionais, escolhidos através de um edital com curadoria de peso, formada por nomes como Brenda Lima, Eduarda Kona Zion, Eli Moura, Mar Nóbrega e Rafaella Ferrugem. Entre os selecionados, estão artistas como Bárbara Silva, Blake Damon, Ediá, Elon (PB), Gaivota Naves, Kluber (PR), Lunar Dream, Pratanes, Puta Romântica, Ralé Xique, Shaira e Thiago Jamelão. Patrocinado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, O Bocadim 2024 vem com outras novidades que reforçam seu compromisso com o futuro. Este ano, o festival lança um plano de sustentabilidade, que não só vai gerenciar os resíduos, mas também focar no cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A Praça de Alimentação, repleta de opções vegetarianas e veganas, promete reduzir o impacto ambiental e atender os paladares mais conscientes. E tem mais: o evento também vai promover ações de respeito e equidade no backstage, além de criar um espaço seguro para acolher casos de assédio. As tradicionais oficinas de produção cultural e coquetelaria, que acontecem antes do festival, continuam sendo oferecidas gratuitamente para quem quiser mergulhar de cabeça na cultura. Um bocado de coisa boa! 10ª Edição do Festival BOCADIM / 06 a 08 de setembro / Eixo Ibero-americano de Cultura (antiga Funarte) – Bsb/DF / Preço: R$ 20 (meia-entrada) / Classificação 16 anos/ Compre aqui   Foto: Banda UÓ – Capa / Reprodução Instagram  

Partiu Festival Bocadim 2024! Read More »

O Gesto de Mokdissi na CAIXA Cultural

Exposição de pinturas de Rosana Mokdissi marca a reabertura do centro cultural que habita o coração do Plano Piloto Na última terça-feira, 3 de setembro, a CAIXA Cultural Brasília reabriu suas portas ao público após três meses de reformas, inaugurando a mostra “Rosana Mokdissi – O Gesto como Ponto de Partida“, com curadoria de Agnaldo Farias. O evento contou com a presença de amigos, artistas e curadores. Antes do início da visitação, a gerente da CAIXA Cultural Brasília, Luana do Prado, deu as boas-vindas ao público, celebrando a reabertura do espaço cultural. Em seguida, o curador e a artista também disseram algumas palavras a todos antes de partirem para uma visita mediada pela exposição. A mostra apresenta um recorte significativo da produção de Rosana Mokdissi entre 2020 e 2023, com 34 obras que investigam o gestual da pintura e sua materialização sobre a tela. Essas obras exploram dois momentos distintos da carreira da artista: o primeiro, de 2020 a 2021, marcado pelo auge da pandemia e do isolamento social, e o segundo, de 2022 a 2023, que revela uma intensificação do gesto na pintura. De 2020, durante o confinamento pandêmico, surgem obras que o curador Agnaldo Farias compara a grandes palimpsestos — antigos pergaminhos reaproveitados após terem seus textos raspados. Um exemplo é uma lona pintada de dourado, com tarjas escuras feitas de spray, sugerindo a existência de um texto ocultado pela tinta. Segundo o curador, “essas pinturas reforçam a ideia de que a história da humanidade se constrói a partir de escombros, sobre resíduos materiais e imateriais de tempos e espaços amalgamados”. Uma dessas peças, com mais de um metro e meio de altura e quatro de largura, destaca-se na exposição. Outra obra dessa série apresenta a palavra “give up” (desista, em inglês) repetidamente sobre um fundo marrom, preto e cinza. A desistência é afirmada pela repetição do gesto, uma espécie de defesa da inação. Essa obra tem quase dois metros de altura e largura. Entre 2021 e 2022, a artista passa a explorar novas escolhas. Em uma das obras, utilizando várias texturas de grafite, Mokdissi traça linhas retas e circulares sobre um fundo branco sujo, inserindo uma linha grossa e vermelha na diagonal. Nessa fase, o gesto da pintura se torna mais efusivo e a tinta, de textura líquida, é arremessada contra a tela, criando riscos que se cruzam dentro e fora do espaço sem cor, preservando a intensidade dos arremessos. As obras produzidas em 2022 trazem mais cores e um certo ar primaveril. Formas circulares lado a lado evocam árvores cheias de flores, enquanto múltiplos círculos se acumulam, interpenetram-se e disputam espaço entre ramos pretos, semelhantes a raízes expressivas e nervosas, produzidas por spray. Com entrada gratuita, a exposição estará em cartaz na CAIXA Cultural até 3 de novembro, na Galeria Vitrine. Não perca a chance de ir #PERAMBULANDO até lá para conhecer um pouco da trajetória de 20 anos de Mokdissi pelo mundo das artes. Em tempo, vivendo e trabalhando em Brasília, ela aprimorou seu talento na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, tendo estudado, inclusive, com o pintor Sérgio Fingermann, além de já ter participado de workshops com Charles Watson.  Agora veja mais alguns clicks de quem prestigiou a noite de abertura da exposição pelas lentes deste colunista:   Partiu? “Rosana Mokdissi – O Gesto como Ponto de Partida” / CAIXA Cultural Brasília – SBS Quadra 4, Lotes 3 e 4 / terça a domingo, das 9h às 21h / Grátis / Siga no Insta @caixaculturalbrasilia e art_by_rosanamokdissi

O Gesto de Mokdissi na CAIXA Cultural Read More »

O Sonhador nas Alturas

A arte de Daniel TOYS ganha as paredes da galeria do Mezanino na Torre de TV “Tudo Começa no Sonho” é o nome da nova exposição de Daniel Toys (@toysdaniel), que está em cartaz até 28 de setembro na galeria do restaurante Mezanino, localizado em um dos cartões-postais mais bacanas da cidade, a Torre de TV. Com cerca de 40 obras, entre pinturas e instalações, o artista urbano apresenta suas mais recentes criações, que trazem, entre outros elementos, as árvores do Cerrado, as pipas que flutuam no céu da capital federal e os trabalhadores. Com curadoria do artista e empresário Bruno Barbosa, a ideia é inspirar e motivar o público a acreditar em seus sonhos, despertar seus propósitos e vislumbrar seus desejos na arte urbana. Repletas de cores, figuras abstratas e formas geométricas, as pinturas e instalações da exposição mesclam o graffiti e o muralismo, que marcam o trabalho de TOYS, e as referências, como já foi dito, das suas mais recentes experimentações, onde utiliza a cidade como suporte para sua arte. Dessa forma, ele transmite uma mensagem positiva e motivacional, enfatizando a importância dos sonhos como força motriz para alcançar conquistas. Inspirado pela frase “sempre fui sonhador, isso é o que me mantém vivo”, do rapper Mano Brown, TOYS reflete sobre como os sonhos são o primeiro passo para a realização de um propósito de vida. Com um toque lúdico, a exposição resgata memórias da infância e um universo onde não há regras ou limitações, desafiando a rigidez da realidade cotidiana. “Assim, Tudo Começa no Sonho é um convite para que o público mergulhe em um mundo de possibilidades, onde a arte serve como um lembrete de que os sonhos são essenciais para manter viva a esperança e a determinação”, sentencia o artista. De Brasília para o mundo, TOYS, nascido em 1991, cria personagens desde a infância e começou a desenhar em muros aos 13 anos, no Guará. Formado em Publicidade e Propaganda, ganhou destaque ao criar o personagem “toyzin”, que passou a chamar atenção nas ruas de Brasília. Hoje, com mais de 30 exposições pelo mundo, o trabalho do artista transita entre diferentes materiais, objetos e linguagens artísticas, da publicidade à ilustração digital. Consolidado como um dos principais muralistas do DF, seus trabalhos já percorreram diferentes cantos do Brasil e países da Europa e da América Latina, como Argentina, Chile, Peru, França, Alemanha, Áustria, Portugal, Reino Unido e Espanha. A nova mostra se soma ao rol das demais que já passaram pela Galeria do Mezanino, como as de Gabriel Wickbold, Rafael Sanches, Sérgio Coimbra, Douglas Viana, entre outros nomes emergentes da cena cultural brasiliense e nacional, como “Mão Reflexiva”, da Nós Galeria (SP). Inclusive, ir #PERAMBULANDO por lá é uma ótima desculpa para aproveitar e se esbaldar nas delícias do menu do Mezanino (@meza.nino), que une gastronomia criativa a drinks MARAVILHOSOS criados por Nitay Pontes (@artistapalatavel), que, inclusive, elaborou uma receita exclusiva em homenagem a “Tudo Começa no Sonho”, disponível somente nos sete primeiros dias da mostra. Este colunista provou… que delícia, assim como este Reel que eu fiz de todos os detalhes por lá! Mas, voltando ao tema, se já não tiver mais a bebida quando você for, relaxa, tudo o que esse mixologista faz tem o poder de te levar às nuvens, garantindo sonhos cheios de energia boa como a exposição do TOYS. Não perca! Bora? “Tudo Começa no Sonho – TOYS” / Mezanino da Torre de TV – Eixo Monumental / Até 28 de setembro / R$ 15 (taxa de couvert artístico) / Segunda a sábado – 11h30 às 20h / Livre Fotos: @ribeiroricardo

O Sonhador nas Alturas Read More »

Gilmar Satão reúne 56 grafiteiros no Sol Nascente

Encontro de Grafitti COMVIDA do artista Gilmar Satão reunirá 56 grafiteiros nos dias 24 e 25 de agosto no Sol Nascente Nos dias 24 e 25 de agosto, das 08 às 18h, o Sol Nascente na Ceilândia recebe o projeto Encontro de Grafitti COMVIDA, evento que faz parte do projeto Isso é Hip Hop, que acontece até dezembro no DF. O encontro comemorativo celebra os 30 anos da trajetória de Satão, um dos precursores do movimento e membro da DF Zulu Breakers de Ceilândia. “Quero mostrar que existe vida ativa na cultura hip hop, uma renovação que traz frescor ao cenário da cultura em áreas de pouco acesso à arte. Vamos receber convidados de São Paulo, Minas Gerais e Goiânia. Serão 56 artistas de diversas vertentes nos estilos throw-up, free style, wild style e 3D, que utilizam técnicas mistas de stencil, realismo, desenhos abstratos e com temas diversos”, declara. Fazendo história Jornalista, grafiteiro, produtor, e militante da cultura Hip Hop em Brasília. Nascido e criado na Ceilândia, Gilmar Cristiano 52 anos, mais conhecido como Gilmar Satão, despertou o interesse pela arte de rua desde cedo. Aos 12 anos de idade seu envolvimento com a pichação já buscava alternativas para sair da ociosidade. Após longos 10 anos se aventurando pelas ruas de Brasília como pichador, conheceu o movimento Hip Hop através do Filme Beat Street, que na ocasião lhe foi apresentado pelo seu amigo Sowtto. Já em meados dos anos 90 começa a fazer graffiti pelas ruas da Ceilândia, formando em 1992 juntamente com seus amigos o OS-3 “S”- Satão, Sowtto e Supla. Após trinta anos de estrada com estilo WILD-STYLE, conseguiu transformar seus trabalhos como referência para Brasília. Através de vários projetos desenvolvidos e viagens como França, São Paulo, Manaus, Rio de Janeiro, Curitiba, Joinville, Goiânia, entre outros estados. Quer ver? Encontro de Grafitti COMVIDA Dias 24 e 25 de agosto, das 08h às 18h Na Chácara Comunitária 28 lote 08, área especial 2 – Sol Nascente DF Informações: (61) 99242-8635 Gilmar Satão Instagram: @isso.e.hiphop Fotos: Divulgação

Gilmar Satão reúne 56 grafiteiros no Sol Nascente Read More »

Não perca o Cerrado Jazz Festival 2024

Nesta edição, grandes instrumentistas do DF, artistas consagrados e contemporâneos da cena jazzística do Brasil e exterior Brasília recebe, nos dias 23 e 24 de agosto, a 5ª edição do Cerrado Jazz Festival, um dos mais esperados eventos de música de Brasília, que será realizado na área externa do Museu Nacional da República. Mais uma vez, o festival se destaca por democratizar o acesso à cultura, oferecendo uma rica programação de jazz e música instrumental com entrada gratuita.  Na programação de 2024, artistas de diversas vertentes do jazz e da música instrumental garantem shows para todos os públicos do DF. Ivan Lins, Joyce Moreno, Amaro Freitas e Zé Manoel (PE), Metá Metá (SP), Candice Ivory & The Simi Brothers, Marcus Moraes e a galera do Coletivo Superjazz.  E mais! Dois grupos do Distrito Federal selecionados pelo chamamento público que o festival realizou para compor a programação.  A Orquestra Pizidim, única dedicada ao choro no quadradinho, e Jhoninha Medeiros Big Band sobem ao palco do Cerrado Jazz este ano para dois concertos primorosos.  “O Cerrado Jazz Festival reafirma a importância da música instrumental brasileira, e insere Brasília na rota dos grandes Festivais de Jazz do país, promovendo um Festival democrático, amoroso e acessível para todos os públicos. Com uma programação diversificada e ações voltadas para formação e empreendedorismo, inclusão e sustentabilidade, o festival oferece uma oportunidade única para o público ampliar seu repertório e celebrar a arte e a cultura”, comenta Lorena Oliveira, idealizadora do projeto. O festival começou em 2015 com a ideia de trazer música instrumental para os espaços públicos de Brasília de forma democrática e gratuita, permitindo que todos tenham acesso à música instrumental. O Cerrado Jazz promove intercâmbios culturais com artistas de todo o Brasil e abre espaço para a produção local, sempre destacando a qualidade da música instrumental e do jazz. Com uma equipe majoritariamente feminina e ações voltadas para a acessibilidade, o evento também se compromete com a sustentabilidade e responsabilidade social, realizando atividades como plantio de árvores, doações de material reciclável e alimentos não perecíveis. Na sexta-feira (23), o festival começa às 18h com Dudão Melo e o Coletivo Superjazz, conhecidos por sua fusão inovadora entre jazz e música afro-brasileira. Às 19h, Marcus Moraes subirá ao palco lançando seu quinto álbum, seguido pela Orquestra Pizidim, representante do choro e fazendo homenagem ao Mestre Pixinguinha, às 20h. Joyce Moreno, pioneira na expressão feminina na MPB, renomada cantora e compositora, se apresentará às 21h30, trazendo seu vasto repertório. Amaro Freitas e Zé Manoel homenageiam o álbum “Clube da Esquina”, às 23h, e às 00h30, o Coletivo Superjazz retorna para uma performance especial com instrumentistas convidados. No sábado (24), a abertura dos portões será às 18h, e Jhoninha Medeiros Big Band abre a noite às 18h30. O Metá Metá, com seu som rítmico e polifônico, subirá ao palco às 20h, seguido por Ivan Lins às 21h30, que celebra 50 anos de parceria com Vitor Martins com o show “ABRE ALAS”. Às 23h, Ellen Oléria realizará um tributo a Nina Simone, e às 00h30, Candice Ivory & The Simi Brothers encerrarão o festival com show vibrante do jazz e blues diretamente de Memphis. O Cerrado Jazz é realizado com recursos da Lei de Incentivo à Cultura e Fundo de Apoio à Cultura do DF, com realização do Beco da Coruja Produções e patrocínio da Neoenergia Brasília e Neoenergia Instituto. Conta com apoios da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, Espaço Cultural Renato Russo, Instituto Janelas da Arte e Venâncio. Compromisso com Sustentabilidade e Inclusão O Cerrado Jazz Festival é um projeto que se destaca pela inclusão e acessibilidade, com ações como audiodescrição, intérpretes de libras e áreas acessíveis para a comunidades de pessoas com deficiência. O evento é alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, abordando temas como educação de qualidade, trabalho decente, igualdade de gênero e paz, justiça e instituições eficazes. A programação inclui as atividades formativas do #Cerradolab com oficinas, cursos, masterclass e workshops para um público diversificado. O festival também realiza ações sustentáveis, como o plantio mudas de árvores e a doações de material reciclável e alimentos não perecíveis. Essas iniciativas reforçam o compromisso com a responsabilidade social e ambiental, proporcionando um impacto positivo na comunidade e no meio ambiente. Para mais informações sobre o festival, acesse o site oficial www.cerradojazz.com.br ou acompanhe as redes sociais @cerradojazzfestival.  Fotos: Divulgação / Reprodução Instagram

Não perca o Cerrado Jazz Festival 2024 Read More »

O Legado de Veuve Clicquot nas Telas

Descubra a História de Barbe-Nicole Ponsardin no Filme que Estreia Hoje nos Cinemas   Estreou nesta quinta-feira (22), nos principais cinemas do país, o filme “A Viúva Clicquot: A Mulher que Formou um Império“. A película traz a impressionante história de Barbe-Nicole Ponsardin, uma viúva de 27 anos que, após a morte prematura do marido, ousou desafiar as convenções da época e assumir o controle da vinícola da família. Interpretada por Haley Bennett e dirigida por Thomas Napper, a obra retrata a trajetória desta pioneira, que não só enfrentou críticos e barreiras impostas pela sociedade, mas também revolucionou a indústria do champagne, tornando-se uma das primeiras e mais bem-sucedidas empresárias do ramo. O filme narra como Barbe-Nicole, sem apoio e em um mundo dominado por homens, conduziu a empresa com astúcia e coragem, introduzindo inovações que transformaram o champagne em um produto de prestígio mundial. A história de sua vida, que se entrelaça com o desenvolvimento da marca Veuve Clicquot, destaca como ela moldou a tradição e a excelência que continuam a sustentar a marca até os dias atuais, uma história de dois séculos e meio. Com roteiro de Erin Dignam e produção de Christina Weiss Lurie, Haley Bennett e Joe Wright, “A Viúva Clicquot” traz no elenco Tom Sturridge, Sam Riley e Natasha O’Keeffe, em uma produção distribuída no Brasil pela Paris Filmes. Denso, dramático, envolvente e apaixonante, vale ressaltar que o filme está centrado nos primeiros anos da história desse império, incluindo episódios notáveis, como durante as Guerras Napoleônicas, quando a viúva conseguiu contrabandear champagne para a Rússia, apesar do bloqueio imposto por Napoleão, conquistando um mercado que ainda hoje é um dos mais importantes para a marca. O fato é que, seja você amante de espumantes ou não, é inegável que a Veuve Clicquot segue sendo reconhecida, não apenas por sua história, mas também por seu compromisso com a qualidade e a inovação, continuando a ser uma das marcas de champagne mais prestigiadas do mundo, transformando seu inconfundível rótulo de cor amarela em um artigo de luxo. Inclusive, se bater aquela vontade de tomar uma tacinha ao sair do filme, a coluna #PERAMBULANDO traz seis dicas de espumantes bem mais em conta que a Veuve. Quer saber quais são? Clique aqui e tim-tim! Fotos: Divulgação

O Legado de Veuve Clicquot nas Telas Read More »

Cerrado Cultural, o novo espaço das artes de Brasília

Vernissage marca a abertura de centro cultural idealizado pela Galeria para abrigar projetos diversos, mostras, residências artísticas e formação educativa   Essa é o tipo de notícia que a coluna #PERAMBULANDO adora trazer: a Galeria Cerrado acaba de inaugurar um novo e inédito espaço na cidade, é o Cerrado Cultural, que tem foco nas artes plásticas contemporâneas e modernas, sobretudo aquelas produzidas na capital federal e na região Centro-Oeste. O vernissage de inauguração aconteceu no último sábado (17), no próprio espaço, localizado na Chácara 10 da QI 05 (Lago Sul), que soma mais de 1,6 mil metros quadrados dedicados a mostras de grandes proporções e residências artísticas, além de ações de caráter educativo. Detalhe, a estreia do novo espaço marcou a abertura de duas importantes exposições. Uma individual dedicada ao artista Rubem Valentim, intitulada “Mito, rito e ritmo interior: Rubem Valentim – Fazer como Salvação“, com curadoria de Lilia Schwarcz, a mais recente integrante da Academia Brasileira de Letras; e uma coletiva, batizada de “O Centro é o Oeste Insurgente“, com curadoria de Divino Sobral e Lilia Schwarcz. Adriana Varejão foi um dos nomes poderosos que marcou presença no evento, que contou com inúmeros convidados – público, profissionais e amantes das artes – vindos de São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Minas Gerais, Goiás e Distrito Federal. Marcela Cantuária também deu o ar da graça, após abrir, no dia anterior, a mostra “Boca da Noite“, com curadoria de Ana Clara Simões Lopes, em cartaz na Galeria Cerrado (localizada ali pertinho, na comercial da QI 05). Ralph Ghere Vale lembrar que a filial brasiliense da Cerrado Galeria (de Goiânia) foi inaugurada no ano passado, a partir da união de Antônio Almeida e Carlos Dale, sócios fundadores da Almeida & Dale Galeria de Arte, de São Paulo, com Lúcio Albuquerque, que atuava na Casa Albuquerque Galeria de Arte, em Brasília. Os três galeristas somam mais de 30 anos de atuação no mercado de arte. Voltando ao evento de inauguração da Cerrado Cultural, destaque para a apresentação do harmonicista brasileiro Pablo Fagundes, do beatboxer estadunidense Christylez Bacon e do violonista Félix Junior, que se apresentaram em meio aos jardins, onde também se encontra a piscina de forma geométrica, rodeada por um enorme jardim repleto de esculturas. Para sentir o clima, tem as fotos sociais by César Rebouças nessa matéria, mas você também pode assistir ao Reel feito por este colunista! Em cartaz Considerado uma das referências do construtivismo brasileiro, o pintor, escultor e gravador baiano Rubem Valentim tem seu legado exposto no piso superior do Cerrado Cultural, até o dia 01 de novembro. A mostra batizada de “Mito, rito e ritmo interior: Rubem Valentim – Fazer como Salvação” explora diferentes fases do artista, além de expor fotos e fontes originais, e conta com curadoria de Lilia Schwarcz, uma das principais pesquisadoras de história e de arte do país.  Ela e Divino Sobral, diretor artístico da galeria, fizeram a curadoria de “O Centro é o Oeste Insurgente“, que reúne, até o dia 01 de novembro, no piso térreo do local, 50 trabalhos (pinturas, esculturas, fotografias e desenhos) de 15 artistas do Distrito Federal, Goiás e Mato Grosso: Abraão Veloso, Alice Lara, André Felipe Cardoso, Antônio Obá, Daiara Tukano, Dalton Paula (foto de capa), Denise Camargo, Douglas Ferreiro, Gervane de Paula, Hal Wildson, Helô Sanvoy, Kássia Borges, Naine Terena, Raquel Rocha e Talles Lopes. Além das duas mostras acima que estão na Cerrado Cultural, o público também pode visitar a mostra Boca da Noite, de Marcela Cantuária com curadoria de Ana Clara Simões Lopes, na Cerrado Galeria, até 11 de outubro. No total são mais de uma dezena de obras, em sua grande maioria inéditas e feitas especialmente para a exposição, que se desenrolam em uma atmosfera simbólica, alcançada por meio de uma paleta escurecida e uma simbologia que se constela em fenômenos e criaturas noturnas, tais como as mariposas e os lobisomens. Em tempo, a última exposição de Cantuária em Brasília foi em 2018. Partiu Cerrado Cultural e Galeria!   Cerrado Cultural e Cerrado Galeria / SHIS QI 05 comercial e ali perto na Chácara 10, Lago Sul, Bsb/DF / Siga e veja programação e horário das exposições no site e no @cerrado.galeria Fotos: Divulgação / César Rebouças

Cerrado Cultural, o novo espaço das artes de Brasília Read More »

Para fazer a cidade VIBRAR!

Evento promete uma experiência completa com gastronomia, exposições culturais, line-up musical com artistas nacionais e locais O Festival Vibrar 2024 está chegando! Após o sucesso em 2021, o Festival volta à Brasília entre os dias 15 e 18 de agosto no Parque da Cidade. A programação vai contar com mais de 30 atrações, entre elas, vários artistas nacionais e internacionais como Duda Beat (capa), Vanessa da Mata, Planet Hemp, Nação Zumbi, Céu e Alice Caymmi. Com uma combinação vibrante de música, gastronomia e arte, a segunda edição do evento promete experiências inesquecíveis para os participantes. O festival contará com dois palcos distintos: um dedicado a shows de grandes artistas nacionais e outro reservado para festas e apresentações diversas. A programação abrange diversos estilos musicais, prometendo algo para todos os gostos. “O Festival Vibrar 2024 é uma oportunidade imperdível para vivenciar uma festa completa, repleta de música, arte e gastronomia, enquanto apoia a produção cultural local e promove a responsabilidade socioambiental”, pontua Renato De Luca, um dos organizadores do evento. Confira a programação completa: Quinta-feira (15/08): Palco Principal: * 19h – Abertura dos portões * 20h – All Stars e Orquestra Filarmônica e convidados: Digão (Raimundos), Kiko Peres (Natiruts), Marcelo Barbosa (Angra), Philippe Seabra (Plebe Rude), Meolly (Bloco Eduardo e Mônica); * 22h – Ritchie Sexta-feira (16/08) 16h – Abertura dos Portões Palco Principal: 18h30 – Larissa Vitorino & Nas Cordas do Choro 20h – Céu 22h – Alice Caymmi 23h45 – Vanessa da Mata Palco Vibrar: 16h – Ktuh 17h – Kameni + Palatucci 18h30 – Tobias 19h30 – Buzzi 21h30 – Spot 22h30 – Ktuh & Victor Lima 02h00 – Play Sábado (17/08) 16h – Abertura dos Portões Palco Principal: 16h30 – Ediá 18h15 – Margaridas 20h – Luedji Luna 22h – Puro Suco 00h – Duda Beat Palco Vibrar: 16h – Umiranda B2B Chicco Aquino 18h – Janna 20h – DJ A 21h45 – Tamenpi 23h15 – Chicco Aquino B2B Umiranda 02h – After Vibrar Domingo (18/08) 16h – Abertura dos Portões Palco Principal: 16h30 – Ellefante 18h15 – Distintos Filhos 19h45 – Nação Zumbi 21h30 – Academia da Berlinda 23h – Planet Hemp Palco Vibrar: 16h – Maraskin 18h15 – La Ursa 19h30 – DJ OPS 21h – Barata e Pezão 23h – Magah 00h30 – After Vibrar Bora? Vibrar 2024 / 15 a 18 de agosto / Estacionamento 9 do Parque da Cidade / Ingressos Bilheteria Digital / Menor de 16 anos – NO WAY, só com mamis e papis / Siga: @festivalvibrarbsb Fotos: Divulgação

Para fazer a cidade VIBRAR! Read More »

Rolar para cima