Tem história do Choro no CCBB

Musical para toda a família narra a história de uma das formas mais autênticas de música brasileira – o Choro em curta temporada na cidade   Operilda Cai no Choro cumpre temporada de 10 a 13 de outubro no Teatro do CCBB Brasília, para comemorar o Dia das Crianças e o aniversário do CCBB Brasília, que faz 24 anos no mesmo dia 12. As sessões acontecem quinta e sexta, às 19h, sábado, às 15h e às 17h (com tradução em Libras), e domingo, às 15h. A preços populares de R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia), os ingressos já estão disponíveis no site e na bilheteria física do Centro Cultural Banco do Brasil. Ambientado na cidade do Rio de Janeiro do final do Século XIX, berço e época do surgimento do Choro, o espetáculo traz fatos históricos, curiosidades e nomes importantes que fizeram desse ritmo um dos mais apreciados por todos os brasileiros e por muitos estrangeiros.  Com direção geral de Regina Galdino e musical assinada por Chico Macedo, a peça tem como personagem central Operilda, uma jovem feiticeira de 225 anos interpretada por Andréa Bassitt, atriz também responsável pela idealização do espetáculo. O cenário e o figurino, que trazem referências do enredo com soluções lúdicas, foram concebidos por Fabio Namatame. Em Operilda Cai no Choro, a encantadora personagem precisa deixar de lado o celular e usar sua memória e imaginação para falar sobre o surgimento do Choro. Expressão musical que, por sua importância, se tornou Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Título concedido pelo Iphan, em fevereiro deste ano, a partir de argumento apresentado pela brasiliense Escola de Choro Rafael Rabelo, de onde surgem grandes nomes desse estilo musical. Com muito humor, ludicidade e criatividade, Operilda e sua amiga Vassorilda passeiam pelo Brasil colonial até chegar aos dias atuais. E para contar essa história, as inseparáveis amigas são acompanhadas nessa aventura pelos Chorildos. Uma banda formada por Chico Macedo, no sax, flauta e clarineta; Deni Domenico, no cavaquinho e bandolim; Helô Ferreira, no violão de 7 cordas; e Nelton Essi, na percussão. No repertório, estão músicas como “Tico-Tico no Fubá” (Zequinha de Abreu), “Flor Amorosa” (Joaquim Callado), “Corta Jaca” (Chiquinha Gonzaga), “Brejeiro” (Ernesto Nazareth) e “Carinhoso” (Pixinguinha e Braguinha), entre outros. Canções marcantes que, interpretadas pela engraçada bruxinha, conquistam a simpatia de crianças e adultos levando todo mundo a cair no choro, mas não no sentido literal. Em tempo, o Choro nasceu da mistura de ritmos europeus e africanos, tendo sido criado e popularizado por músicos geniais, personagens que entram nessa história junto com Operilda. Sendo eles: Joaquim Callado, Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, Anacleto de Medeiros, Abel Ferreira, Pixinguinha, Zequinha de Abreu, Jacob do Bandolim e tantos outros chorões. Não faz muito tempo, nossa querida personagem brilhou em Operilda na Orquestra Amazônica, que lhe rendeu os Prêmios APCA de Melhor Musical Infantil e FEMSA na Categoria Especial.  Para o crítico Dib Carneiro, Operilda Cai no Choro “é peça que tempera delícias saudosistas para os adultos com brincadeiras ludicamente instrutivas para as crianças. É um espetáculo sem ansiedades, sem atropelos. Seu ritmo é o das boas histórias contadas com calma, cadência calculada e muito brilho nos olhos”. Quem vai? Operilda Cai no Choro / Teatro do CCBB Brasília – SCES Trecho 02 Lote 22 / De 10 a 13 de outubro de 2024 – quinta e sexta, às 19h, sábado, às 15h e às 17h (com intérprete de Libras e domingo, às 15h / R$ 30 (inteira) – R$ 15 (meia para estudantes, professores, profissionais da saúde, pessoa com deficiência e acompanhante, quando indispensável para locomoção, adultos maiores de 60 anos e clientes Ourocard) – clique e compre ou na bilheteria física / Duração – 60 minutos / Livre / Siga @ccbbbrasilia Fotos: Divulgação / @joaocaldasfilho  

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Delírio em dose dupla

A espera acabou: chegou a hora de conferir Coringa: Delírio a Dois nas telonas! É isso mesmo, o vilão que todo mundo aprendeu a amar entrou em cartaz nos cinemas de todo o país a partir desta quinta-feira (03). O novo filme é estrelado por Joaquin Phoenix, mais uma vez no papel duplo de Arthur Fleck/Coringa, que deu ao ator o Oscar de Melhor Ator, ao lado de Lady Gaga (“Nasce Uma Estrela”), vencedora do Oscar de Melhor Canção Original. Em Coringa: Delírio a Dois, Arthur Fleck está institucionalizado em Arkham à espera do julgamento por seus crimes como Coringa. Enquanto luta com sua dupla identidade, ele não apenas se depara com o amor verdadeiro, como encontra a música que sempre esteve dentro de si. Dirigido e produzido pelo aclamado cineasta Todd Phillips – que divide o roteiro com Scott Silver, Delírio a dois é a tão aguardada sequência do vencedor do Oscar de 2019, Coringa, que arrecadou mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias globais e que se consagrou como o filme R-rated (menores de 17 anos devem assistir acompanhados de um adulto) de maior bilheteria de todos os tempos. E cá entre nós, na opinião deste colunista, vai ser preciso estar com muita vontade de procurar defeito na película. Inclusive, clique aqui e veja a crítica por completo publicada em @perambulandocomogiba. Att.: Coringa: Delírio a Dois também em versões acessíveis. Para mais informações, consulte o cinema de sua cidade. 

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Brasília, a arte do planalto

FGV Arte e IDP inauguram mostra que reúne mais de 300 obras de cerca de 150 artistas, sobretudo mulheres como Maria Martins, Marianne Peretti e Daiara Tukano Inaugurada na última quarta-feira (25), no Museu Nacional da República, a exposição Brasília, a arte do planalto traz um olhar sui generis sobre a capital federal como um lugar do feminino, que parte da inspiração de Vera Brant, um nome que atravessa a história nacional a partir da criação de Brasília até a produção artística contemporânea brasileira. Com curadoria de Paulo Herkenhoff e cocuradoria de Sara Seilert, a mostra é realizada pela FGV Arte (espaço experimental e de pesquisa artística da Fundação Getulio Vargas), em parceria com o Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), e fica aberta para visitação gratuita até o dia 24 de novembro. Segundo o curador, a escritora Vera Brant (1927-2014), mineira de Diamantina que mudou-se para Brasília em 1960, foi tecelã de uma importante rede social que uniu JK, Niemeyer, Athos Bulcão, Darcy Ribeiro, Wladimir Murtinho, UnB, Gilmar Mendes, Zanine Caldas, Rubem Valentim e Galeno. “Ela foi o primeiro e generoso periscópio para enxergar Brasília como uma rede extratemporal e extraterritorial”, conta Herkenhoff. Essa mobilidade de Vera Brant por campos de ação tão variados serviu como um guia para o grupo curatorial perceber que Brasília, além do campo predominantemente masculino do poder, é uma cidade feminina. “A exposição reforça o feminino a partir do grupo de mulheres escultoras da capital federal, como Maria Martins, Mary Vieira e Marianne Peretti. É interessante também como o discurso sobre a arte em Brasília é feito predominantemente por mulheres”, instiga o curador. As obras de Maria Martins, por exemplo, estabelecem um forte diálogo com esse espaço feminino na arte, rejeitando o papel de subserviência e colocando a mulher em uma condição de corpo desejante. Entre outras artistas presentes na exposição, estão Adriana Vignoli, Daiara Tukano, Raquel Nava, Clarice Gonçalves, Camila Soato, Maria Bonomi, Severina, Maria do Barro, Adriane Kariú, Alessandra França, Regina Pessoa e Zuleika de Souza. Brasília, a arte do planalto expande também seu olhar para os tempos atuais e a arte que é feita no Centro-oeste, mais especificamente nesta região do planalto central brasileiro, onde há mais de sessenta anos foi instalada a nova capital. “Na exposição, nós aproveitamos para fazer uma referência às mulheres indígenas, com suas técnicas tradicionais de cerâmica, porque cabia à elas fazer cerâmica nos povos originais instalados no Centro-Oeste”, diz Herkenhoff. De fato, a ideia que direcionou a mostra foi a de reproduzir uma grande festa do olhar, mostrando que a capital federal, que não se reduz à sua esfera política, é intensa, ampla e surpreendente. “Essa mostra significa também um encontro entre dois olhares curatoriais. Porque agora nós unimos os olhares da Sara Seilert com o meu. Então nós buscamos produzir um olhar sobre Brasília. Assim, já não é mais apenas um olhar de fora”, afirma o curador. Desdobramentos contemporâneos Com uma quantidade impressionante de artistas, desde os já consagrados no mercado da arte até os contemporâneos, a mostra reúne mais de 300 itens. Sucedendo Brasília, a arte da democracia, exposição realizada no Rio de Janeiro de abril a agosto deste ano, a nova mostra retrata a história da cultura artística do planalto, sua diversidade e complexidade e seus desdobramentos atuais. Enquanto a exibição carioca tratava da passagem da capital federal do Rio de Janeiro para Brasília, junto da consolidação das estruturas republicanas, a que está exposta no Museu Nacional da República aborda a dimensão estética do surgimento de Brasília, entendida como uma obra de arte coletiva. Ao mesmo tempo, põe em destaque um elenco de agentes culturais da capital e das cidades-satélites. “A vinda da exposição para o Museu Nacional da República contou com a minha participação na ampliação da abordagem dessa possível narrativa da história da arte brasiliense. Então, ganhamos espaço para a inclusão de novos artistas e eu incluí algumas obras do acervo do Museu Nacional da República, que é uma instituição que cresceu e floresceu junto a essa produção artística contemporânea”, avalia Sara Seilert. A exibição conta com documentos históricos, como o diploma de candango – conferido aos operários que levantaram a nova cidade por Juscelino Kubitschek, presidente do Brasil de 1955 a 1961, responsável pela construção de Brasília e a transferência do poder do Rio de Janeiro para o planalto central; o croqui do plano piloto assinado por Lúcio Costa; e o manuscrito de Oscar Niemeyer sobre o monumento JK. Esse projeto representa, segundo Sara, “a diversidade da arte contemporânea do Distrito Federal”, assim como o seu processo histórico e espontâneo. A ideia é que, ao visitar a mostra, o público se sinta convidado a compreender a região geográfica em toda a sua potência criativa. Veja uma pequena parcela do que a exposição oferece enquanto experiência, clicando neste link. Artistas [ordem alfabética]: Adriana Vignoli; Adriane Kariú; Adriano e Fernando Guimarães; Ailton Krenak; Alberto da Veiga Guignard; Alessandra França; Alexandre França; Alfredo Ceschiatti; Alfredo Fontes; Alice Lara; Antonio Obá; Athos Bulcão; Bené Fonteles; Benjamin Silva; Bento Viana; Bernardo Figueiredo; Betty Bettiol; Bruno Faria; Bruno Giorgi; Bruno Jungmann; Caio Reisewitz; Camila Soato; Candida Hofër; Carpio de Moraes; César Becker; Chico Amaral; Christus Nóbrega; Cildo Meireles; Clarice Gonçalves; Dadá do Barro; Daiara Tukano; Danyella Proença; Davi Almeida; Dirceu Maués; Edu Simões; Elder Rocha; Evandro Prado; Evandro Salles; Fayga Ostrower; Fernando Lindote; Francisco Galeno; Frans Krajcberg; Fred Lamego; Fulvio Roiter; Gabriela Biló; Gaspari Di Caro; Gê Orthof; Glênio Bianchetti; Gregório Soares; Grupo Poro; Gu da Cei; Guy Veloso; Hal Wildson; Hassan Bourkia; Helô Sanvoy; Hugo França; Isabela Couto; Ismael Monticelli; João Angelini; João Trevisan; Joaquim Paiva; Jonathas de Andrade; Josafá Neves; José Ivacy; José Roberto Bassul; Juvenal Pereira; Kazuo Okubo; Kurt Klagsbrunn (foto de capa – Palácio do Alvorada, s.d.); Lêda Watson; Leo Tavares; Leonardo Finotti; Lina Bo Bardi; Luciana Paiva; Lucio Costa; Luiz Alphonsus; Luiz Mauro; Marcel Duchamp; Marcela Campos; Marcio Borsoi; Maria Bonomi; Maria do Barro; Maria Martins; Marianne Peretti; Mary Vieira; Miguel Rio Branco; Milan Dusek; Milton Guran; Milton

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Breaking: A Batalha Final

Cultura Hip Hop é celebrada na final nacional do festival que transforma dançarinos em campeões neste fim de semana no Distrito Federal Em 2024, o Breaking esteve sob os holofotes mundiais durante as Olimpíadas em Paris. E é nesse clima de exaltação que a Ceilândia sedia a grande final da 8ª edição do Festival Nacional de Breaking “Quando as Ruas Chamam”, que acontece entre os dias 27 e 29 de setembro. O SESC dessa Região Administrativa (RA) será o palco da disputa, que contará com a presença de inúmeros B-boys e B-girls de todo o Brasil. Apresentado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC), o evento é um dos mais importantes festivais de dança de rua do Brasil, com uma premiação total de R$ 10 mil distribuída em nove modalidades diferentes: Crew Battle; 1 X 1 Battle; B-Girl Battle; Footwork Battle; Top Rock Battle; Power Move Battle, Cypher Kings e Queens; e a Especial Battle (para pessoas com deficiência). Vale destacar a modalidade Cypher Kings e Queens que estará aberta à participação de todos os presentes no evento. Os interessados não precisam ser dançarinos profissionais; basta dançar por cerca de uma hora e meia na pista, onde os jurados escolhem o melhor dançarino(a). “É o hip hop na sua essência original”, avisa Alan Jhone, o B-boy Papel, idealizador e fundador do projeto. “Um dos momentos mais legais do festival, igual ao Especial Battle, modalidade que criamos em 2012, quando aconteceu nossa primeira edição e, desde então, nenhum outro evento no mundo produz algo totalmente direcionado ao nicho PcD”, completa. Neste ano, o evento também traz como novidade a Batalha de MCs e a Batalha Power Move (que é o breaking executado através dos movimentos de giros onde só vale power moves em combinações extraordinárias). Além disso, pela primeira vez, acontecerá uma Live sobre “As Produções de Festivais de Breaking no Brasil e na América do Sul“, com transmissão ao vivo pelo canal oficial do “Quando as Ruas Chamam” no YouTube, no sábado, dia 28 de setembro, a partir das 9h30. Em 2023, o festival reuniu milhares de pessoas entre competidores e público, que marcaram presença nessa festa com entrada 100% gratuita. O evento oferece uma grande estrutura para receber as outras atrações que fazem parte da programação, como os shows de Groove Attak, do MC Pedrinho (RS), bem como dos DJs Batata Killa (SP), Insano (BA) e Sapo (DF). Por dentro da competição Para quem não acompanha, o Festival Nacional de Breaking “Quando as Ruas Chamam” conta com um circuito que percorre o Brasil realizando seletivas em diferentes estados. Em 2024, por exemplo, já foram realizadas disputas em Rio Verde (GO), Campo Grande (MS) e, nos dias 24 e 25 de setembro, aconteceram a última etapa antes da final, em Primavera do Leste (MT). Importante destacar que a organização do evento também selecionou diversos dançarinos que fizeram suas inscrições por vídeos, justamente porque não conseguiram comparecer a nenhuma dessas etapas. A lista dos escolhidos nessa modalidade está disponível no site oficial, na aba Batalha Breaking. Nascido na Ceilândia, B-boy Papel exalta o lugar como caldeirão da cultura Hip Hop no Distrito Federal: “Aprendi tudo o que sei do Breaking na minha cidade, então nada melhor do que poder retribuir isso incentivando o turismo e mostrando para todo mundo como somos fortes não só na dança, mas nas artes de modo geral”. O agitador cultural também fala que seu maior desejo é quebrar os paradigmas existentes relacionados às pessoas que vivem naquela R.A. “Esse evento é a verdadeira celebração do Breaking nacional e a Ceilândia merece ser o palco dessa festa. Nada mais justo”, conclui. É inquestionável o quanto o Breaking se tornou importante desde o seu surgimento no mundo todo. “Hoje, não somos só uma dança do Hip Hop, nós participamos do evento esportivo mais importante, que são as Olimpíadas. Isso mostra a nossa força, uma dança que surgiu nos guetos dos Estados Unidos e que hoje está nos maiores palcos do planeta. O Breaking é transformador e é fácil ver quantas pessoas tiveram suas vidas mudadas por ele”, destaca Jhone. Com certeza, você não vai querer ficar de fora da 8ª edição do Festival Nacional de Breaking “Quando as Ruas Chamam”, iniciativa realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC – DF) por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec), com apoio do Sesc/DF e realização da In Steps. Programação: Sexta – 27/09 14:30 – Exibição do vídeo “Quando as Ruas Chamam” e Palestra seguida de debate sobre O Breaking Como Modalidade Olímpica (tradução em libras e audiodescrição). Sábado – 28/09 09:30 – Live sobre As Produções de Festivais de Breaking no Brasil e na América do Sul, transmitida pelo canal oficial do “Quando as Ruas Chamam” no YouTube. 13:00 – Abertura dos portões + cyphers (roda livre) 14:30 – Classificatórias MC Battle 15:30 – Top Rock Battle 16:00 –  Footwork Battle 16:30 – Cyphers (roda livre) 17:00 – Power Move Battle 17:30 – 1X1 Battle 19:00 – Banda Groove Attak + Cypher Kings/ Queens 20:30 – Encerramento Domingo – 29/09 13:00 – Abertura dos portões + cyphers (roda livre) 14:00 – Finais MC Battle 15:00 – B-girl Battle 16:30 – Cyphers (roda livre) 17:00 – Especial Battle 17:30 – Battle Crew (categoria principal com 16 grupos) 20:30 – Encerramento. Let’s breaking? Festival Nacional de Breaking “Quando as Ruas Chamam” / Sesc Ceilândia – QNN 27 Área Especial Lote B – Ceilândia Norte / 27 a 29 de setembro / Entrada Gratuita / Classificação Livre /Mais informações: 61 9114 7094 / Siga @quandoasruaschamam Fotos: @mebrunaferreira

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Líder de bilheteria na Semana do Cinema

Novo longa de Tim Burton  já levou mais de 779 mil espectadores aos cinemas brasileiros e pode ser visto na Semana do Cinema por apenas R$ 12   Há duas semanas no topo das bilheterias brasileiras, Os Fantasmas Ainda Se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice, novo longa da Warner Bros. dirigido por Tim Burton, já movimentou mais de R$13,5 milhões e levou mais de 779 pessoas aos cinemas. O longa, que está em cartaz na Semana do Cinema, pode ser visto nas telonas ao preço de R$12, até quarta-feira, 18 de setembro. A película dá continuidade à história da família Deetz, contada no clássico de 1988, Os Fantasmas se Divertem. Após mais de 35 anos, Michael Keaton volta a dar vida a Beetlejuice, o fantasma mais irreverente do cinema, juntamente com Winona Ryder e Catherine O’Hara, que retornam como Lydia Deetz e Delia Deetz. O longa conta, ainda, com grande elenco, formado por Jenna Ortega, Willem Dafoe, Monica Belucci e Justin Theroux. Na versão dublada, Beetlejuice (ou Besouro Suco) ganha a voz de Eduardo Sterblitch, ator carioca responsável por dar vida ao fantasma nos palcos do teatro, interpretando-o na versão brasileira do musical da Broadway. O longa está em cartaz em todo o país, também em versões acessíveis custando apenas R$ 12 durante a segunda Semana do Cinema de 2024, que vai até a próxima quarta-feira (18). O evento é uma iniciativa da Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas (Feneec), com apoio da Associação Brasileira das Empresas Exibidoras Cinematográficas Operadoras de Multiplex (Abraplex). Para mais informações, consulte a programação, mas é certo que Cinemark, Kinoplex e Arcoplex estão participando da ação.   Foto: Divulgação

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O Maior São João do Cerrado

Começou nessa quinta-feira (12) o festival gratuito que reunirá grandes nomes da música nacional   A maior festa junina fora de época do Brasil tem nome e acontece bem aqui, no coração do Brasil: O Maior São João do Cerrado, em Ceilândia,  promete animar o final de semana do brasiliense até o domingo (15) trazendo o melhor do forró nordestino, num verdadeiro show de alegria, diversidade e inclusão. O evento, gratuito, acontece na QNN 12 (ao lado do estádio Abadião) em Ceilândia Sul. Ao todo, os quatro dias de programação do evento somarão mais de 30 horas de muita música. A Banda Mastruz com Leite, considerada um dos grupos de forró mais tradicionais do Brasil, abriu a programação no palco principal na quinta-feira. Até o encerramento, o espaço receberá grande bandas, como Bicho de Pé, Iohanes, Negão Chandon, Flavinho Casca de Bala e Banda Magníficos, que  se revezarão para garantir muita diversão para o público. Artistas do Distrito Federal completam a programação do palco principal. Nilson Freire, Alisson e Aryel, Rick e Rangel e Nego Rainer estão entre as grandes atrações da festa. A programação cultural também conta com as apresentações circenses e shows no coreto e nas ilhas de forró. Um espetáculo com trios pé de serra que fazem subir a poeira e aquecem as noites de inverno no Cerrado. O encerramento da festa ficará por conta da Banda Magníficos. Com mais de 20 anos de carreira, o grupo que é um dos mais bem sucedidos no gênero de forró eletrônico, tocará seus grandes sucessos como: “Me Usa“, “Apaixonada“, “Verdadeiro Amor“, “É Chamego ou Xaveco?“, “Sonhar“, “Carta Branca” Em sua 16ª edição, O Maior São João do Cerrado homenageará um dos grandes expoentes da xilogravura no mundo, o artista J. Borges, que faleceu em julho, aos 88 anos. Em 2014, o palco principal da festa foi ilustrado com as obras do artista. O tributo é apenas uma das surpresas de 2024. Evento gigante Desde sua estreia, OMSJC já reuniu mais de quatro milhões de pessoas, 1.640 horas de música e 26 mil artistas contratados. A cada edição são gerados 100 mil watts de som e 300 mil watts de luz são consumidos. Além de fomentar a cultura, o festival estimula a economia. Só em 2023, foram gerados 1,5 mil empregos diretos e 5 mil indiretos. Mais que promover entretenimento, O Maior São João do Cerrado tem como premissa possibilitar inclusão para o público. O evento conta com intérpretes em libras, audiodescrição, plataforma elevada para pessoas com mobilidade reduzida e estacionamento exclusivo para PCD. O Maior São João do Cerrado é organizado pelo Instituto Brasileiro de Integração – Cultura, Turismo e Cidadania (IBI). Confira a programação completa: Quinta-feira – 12/09 Pé De Cerrado Abertura Oficial Sanfona Lascada Queima de Fogos Bicho de Pé Nilson Freire Edu Boneco Mastruz com Leite Sexta-feira – 13/09 Boka de Sergipe Elite do Cerrado Rick e Rangel Edu Boneco Iohanes Sábado – 14/09 Negão Chandon Leandro Kato Nena Queiroga Guilherme Silva Alisson e Aryel Domingo – 15/09 Flavinho Casca de Bala Sabugo de Milho Nego Rainner Si Bobiá a Gente Pimba Banda Magníficos Serviço | 16º O Maior São João do Cerrado Data: 12 a 15 de setembro de 2024 Local: QNN 12 (ao lado do estádio Abadião) Ceilândia Sul Hora: 18h – abertura dos portões   Fotos: Instagram/Reprodução

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Pantone à brasileira

O livro “A Natureza das Cores Brasileiras” de Maibe Marocollo propõe uma Viagem cromática país afora   Uma jornada pelos biomas do Brasil, revelando a riqueza e a diversidade de 100 espécies tintoriais. O livro A Natureza das Cores Brasileiras é fruto de mais de uma década de pesquisa conduzida pela artista e pesquisadora Maibe Maroccolo, onde explora a biodiversidade do país através de um olhar inovador, combinando ciência, arte e tradição. Seu lançamento acontece nessa quarta-feira (11), às 18h30, no Café Briand (CLN 104, Bloco A). Dividida em três categorias, a obra oferece uma imersão profunda na relação entre as espécies vegetais e suas propriedades tintoriais. Através de um processo minucioso de extração, cada planta se transforma em uma paleta de cores que reflete a singularidade dos territórios brasileiros. O livro também destaca a importância cultural e medicinal dessas plantas, resgatando saberes tradicionais e promovendo a sustentabilidade. Uma celebração à identidade natural do Brasil, o livro serve como uma referência tanto para designers, artistas e pesquisadores quanto para todos os que desejam se reconectar com a natureza e explorar a expressividade cromática de nossas paisagens.  Fruto de uma pesquisa que se estendeu por mais de uma década, passando por biomas amplamente conhecidos até áreas mais remotas e pouco exploradas, a edição de 385 páginas custa R$ 256 (duzentos e cinquenta e seis reais) e está disponível no site mattricaria.com.br. Segundo a autora, um dos principais desafios foi justamente acessar esses territórios, garantindo o respeito aos ecossistemas locais e o aprendizado com as comunidades tradicionais. “Além disso, foi difícil conciliar o estudo científico com as práticas artesanais, traduzindo a complexidade do tema em um material acessível e inspirador para diversos públicos”, explica. Financiado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF) o guia especializado também está disponível em audiobook, facilitando o acesso às pessoas com deficiência visual. Para a autora, ele é “mais do que um manual prático, é também uma obra que valoriza o patrimônio natural e cultural do Brasil”. Aproveitando a ocasião da Semana do Cerrado, Maibe Maroccolo faz uma oficina gratuita com 20 vagas disponíveis sobre Aquarela Botânica (e extração de pigmentos naturais), no Jardim Botânico no dia 15/09, a partir das 10h, onde os interessados também poderão comprar e levar A Natureza das Cores Brasileiras autografado para casa. Garanta o seu! ” A Natureza das Cores Brasileiras” de Maibe Maroccolo / Café Daniel Briand – CLN 104, bloco A / 11/09 – 18h30 / Vendas in loco e  mattricaria.com.br   Oficina Aquarela Botânica / Jardim Botânico / 15/09 – 10h às 11h30 / 20 vagas gratuitas Instagram @jardimbotanicodebrasilia Fotos: Thamires Gomes

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“Natureza Urbana” em cartaz no CCBB

Em cartaz até 20 de outubro, exposição que promove intercâmbio entre artistas brasileiros e bielorrusso é um verdadeira ode à relação harmoniosa entre o homem e a natureza   O movimento cultural Vulica apresenta “Natureza Urbana”, até 20 de outubro, no Centro Cultural Banco do Brasil – Brasília. O festival reúne artes urbanas, graffiti e bioarte em busca do equilíbrio entre as pessoas, suas cosmologias e o meio ambiente da cidade. Uma plataforma de diálogo intercultural entre artistas internacionais e brasileiros de diferentes cidades e etnias, que celebra a sabedoria dos povos originários e a diversidade das abordagens artísticas. “Natureza Urbana” propõe intercâmbios criativos em busca do mundo que sonhamos. A programação inclui exposições, intervenções artísticas interativas, performances, oficinas e bate-papos que buscam equilibrar diferentes visões de mundo. Entre as linguagens exploradas, destacam-se: graffiti, pintura, lambe-lambe, stencil, land art, bioescultura e meditação. Comprometido com a sustentabilidade ambiental, social e econômica, o projeto utiliza técnicas inovadoras de produção, desde o manejo responsável de resíduos até o uso de tintas à base de água, resinas e pigmentos naturais. Essas práticas são acompanhadas por uma linguagem positiva, engajamento comunitário, acessibilidade e celebração da diversidade. Os artistas convidados são experimentalistas comprometidos com esses ideais. A expressão artística de cada um contribuirá para a criação do Manifesto “Natureza Urbana”. A curadoria realizada por Mila Kotka e Nina Coimbra apresenta obras de ECHO (Belarus), Daiara Tukano (DF), Ramon Martins (SP), Adriane Kariú (DF), André Morbeck (GO), Bazinato (Belarus), Dante Horoiwa (SP), Mateus Dutra (GO), Mila Kotka (Belarus), Nina Coimbra (DF), Onio (DF), Thiago Alvim (MG), e Thiago Toes (SP). Esse caleidoscópio de artistas utilizará diversas técnicas para apresentar tanto obras prontas quanto novas criações ‘site specific’, transformando o CCBB Brasília em um espaço de criação e experimentação antes mesmo da abertura oficial do espaço expositivo, convidando o público a participar ativamente dessa evolução. O projeto “Natureza Urbana” nasce do movimento cultural Vulica Brasil, com patrocínio do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Se quiser um spoiler extra, veja aqui o Reel feito pela coluna #PERAMBULANDO! O Movimento Vulica O projeto “Vulica”, que significa “rua” em belarusso, nasceu em Minsk e agora traz novo dinamismo ao CCBB da capital federal. O projeto “Natureza Urbana” integra as comemorações dos 10 anos do movimento artístico e festival Vulica Brasil, realizado cinco vezes em Minsk, Belarus, de 2014 a 2019. Durante esses anos, mais de 50 murais de grandes proporções foram legados à cidade, assim como esculturas, instalações, exposições e um plano urbanístico para a “Rua Brasil”, nome carinhosamente dado a ela pelos seus frequentadores. Essas iniciativas tiveram impacto significativo no desenvolvimento urbanístico da região, cujas repercussões perduram até hoje. Em Brasília desde 2020, Vulica realizou em 2022 o projeto de urbanismo tático Acorda, Conic!, desafiando moradores do Distrito Federal a criarem intervenções artísticas e urbanísticas no i-Cônic-o Conic. Diferentes mentes criativas de Brasília se reuniram em workshops e idealizaram mudanças positivas para o local. No ano seguinte, o CCBB Brasília foi palco do Imagine Skate Tour, com a participação do Vulica. Na ocasião, quatro murais foram pintados pelos artistas brasilienses Gurulino, Ramon Phantom, Omik e Corujito, além de serem ministrados workshops de spray com Siren e Gurulino, e de estêncil com o artista goiano Diogo Rustoff. Programação: 8 de setembro “Colagem Automática” – Oficina de Colagem com Onio (DF) Das 14h às 17h (Sugestão de faixa etária: 12+ anos) Número de participantes: 15 vagas por turma Local: Torre 01, em frente à Galeria 4 “BioArte Meditação” – Oficina de Criação de Símbolos Sacros com Elementos de Plantas Urbanas com Mila Kotka (Belarus) Das 14h às 17h (Sugestão de faixa etária: 16+ anos) Número de participantes: 10 vagas Local: Galeria 1 13 de setembro “Transformando Espaços Urbanos” – Oficina de Lambe-Lambe com Adriane Kariú (DF) Das 14h às 17h (Sugestão de faixa etária: 9+ anos) Número de participantes: 15 vagas Local: Torre 01, em frente à Galeria 4 20 de outubro Encerramento de “Natureza Urbana” com intervenções artísticas Das 14h às 17h (Livre) Local: Deck e Jardim Vamos lá? Natureza Urbana / Centro Cultural Banco do Brasil Brasília / até 20 de outubro de 2024 – terça a domingo, das 9h às 21h /Livre / Entrada franca – ingressos na bilheteria física ou bb.com.br/cultura / Infos: naturezaurbana.art – @vulicabrasil – @ccbbbrasilia  

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Não perca, Carmina Burana no Festival Sinfônico!

Uma celebração monumental da música e da dança encerra série de experiências inesquecíveis que foram oferecidas pela Lei de Incentivo à Cultura e Shell   Um encerramento clássico, popular e grandioso, assim como foi toda a programação desta 5ª edição do Festival Sinfônico. Com um belo desfile de atrações, a começar pela apresentação do projeto Viva Arte Viva ao lado do Coral 10; passando por Eduardo Rangel, Marina Melaranci, Gabriel Grossi e Edson Cordeiro, a última noite de encontros entre artistas dos mais variados estilos e ritmos musicais com a Orquestra Filarmônica de Brasília promete exceder quaisquer expectativas do público que comparecer à Concha Acústica, na noite de 07 de setembro. Afinal de contas, esta será a primeira vez em que a cidade será testemunha de uma encenação da cantata cênica Carmina Burana, de Carl Orff. Além da música, que será executada ao vivo pela orquestra do maestro Thiago Francis, o espetáculo contará com coreografia inédita da grande Cristina Perera para o Corpo de Baile da OFB. Simplesmente, imperdível! Com patrocínio master da Shell pelo segundo ano consecutivo, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, o FSV já conquistou seu lugar como um dos melhores eventos musicais no calendário da capital federal. “A música clássica brasileira tem um valor muito especial para a Shell. O Festival Sinfônico vem para acompanhar as constantes transformações da nossa cultura, conseguindo unir a tradição e o contemporâneo em um só lugar. Apoiar sua quinta edição nos faz reforçar um dos compromissos da companhia com a sociedade, por meio de patrocínios culturais, que é a manutenção e perpetuação da nossa história através da cultura“, comenta Alexandra Siqueira, gerente de Comunicação Externa e Marca da Shell Brasil. Popularmente clássico e grandioso A despedida da 5ª edição do Festival Sinfônico e da Concha Acústica de Brasília começa com um espetáculo emocionante. Isso porque a OFB receberá o projeto Viva Arte Viva, uma iniciativa que há 18 anos vem mudando vidas por meio da música, dança e teatro. A apresentação, intitulada Viva Arte Viva em Cena, trará a energia e o talento de 280 crianças de diferentes escolas públicas do Distrito Federal que, ao lado dos músicos da OFB e do Coral 10 de Brasília, darão um show de inclusão e criatividade. A coordenadora geral do projeto, Cleani Calazans, explica que o espetáculo é o resultado de um semestre de oficinas intensivas e traz uma forte mensagem sobre educação ambiental. “Foi uma criação coletiva entre os arte-educadores e os alunos, que se transformou em uma apresentação de porte, levando as crianças do espaço escolar para um grande palco“. Depois da criançada, o FSV será palco de um reencontro emocionante entre o cantor e compositor Eduardo Rangel e a Orquestra Filarmônica de Brasília, que, em 2006, gravaram um disco ao vivo no Teatro Nacional de Brasília. Rangel, que tem composições gravadas por artistas como Edson Cordeiro, Márcio Faraco, Indiana Nomma, Renata Arruda, Ju Cassou e Antenor Bogea, estreou na cena musical com o álbum “Pirata de Mim”, de 1998, onde está a canção “Copacabana Blues”, que lhe rendeu uma indicação ao Prêmio Sharp de Música, competindo ao lado de grandes nomes como Chico Buarque e Paulo Miklos na categoria de melhor compositor do ano. Será que esses hits vão estar no setlist do espetáculo? Só indo pessoalmente para saber, mas, para quem gosta de spoilers, “Viúva” é uma das canções que certamente não ficará de fora. Como essa noite será reservada quase que completamente à música clássica em sua essência, quem também fará parte da festa é a mezzo-soprano ítalo-brasileira Marina Melaranci, que é dona de técnica impecável e presença de palco arrebatadora, e de um currículo de trabalhos e apresentações que vem conquistando plateias por onde passa, como o Teatro Marcello e a Sala Baldini em Roma; o Palais Royale em Bruxelas; o Ateneu Romano em Bucareste; o Oratoire du Louvre em Paris e a Sala Brasil em Londres. Em 2022, Melaranci cativou o público ao interpretar o icônico papel de Carmen, da ópera homônima de Georges Bizet, mostrando seu talento musical com a Orquestra Sinfônica Cláudio Santoro de Brasília. Seu percurso musical inclui também os últimos dois anos de colaboração dedicada com a Filarmónica Paul Constantinescu na Romênia. Após um hiato de pelo menos dois anos sem se apresentar em sua cidade natal, o harmonicista brasiliense Gabriel Grossi aceita o convite da OFB para participar do Festival, onde apresentará uma verdadeira obra-prima. “Tenho certeza de que faremos uma apresentação para lá de especial com o concerto do Villa-Lobos para harmônica e orquestra. Essa é uma peça raríssima e belíssima do Villa, que é realmente o divisor de águas na história do meu instrumento e da música brasileira”, conta Gabriel, que é considerado um dos melhores harmonicistas do mundo. Com 15 discos em seu nome, Grossi foi integrante do Hamilton de Holanda Quinteto, conjunto vencedor do Prêmio da Música Brasileira em 2007 e finalista do Grammy Latino por três vezes consecutivas. Prolífico produtor e compositor, já trabalhou com grandes nomes do métier, tais como Hermeto Pascoal, Chico Buarque, Milton Nascimento, Jacob Collier, Snarky Puppy, Winton Marsalis, Djavan, Ivan Lins, Ed Motta, João Donato, Guinga, Lenine, Dominguinhos, Dave Matthews, entre outros. E, seguindo a curva ascendente, o Festival Sinfônico V irá temperar a noite clássica com a virtuosidade pop de Edson Cordeiro. Com sua exuberância vocal e performance teatral, o cantor promete um espetáculo memorável; afinal, desde seu surgimento nos anos 1990, ele seduziu plateias ao redor do mundo com sua voz de contratenor e repertório eclético, muitas vezes dançante e provocativo. Ganhador de inúmeros prêmios, Edson usa sua impressionante amplitude vocal para transitar entre ópera, música erudita, clássicos da canção brasileira, música latina, jazz, rock, pop e dance music. Radicado na Alemanha desde 2007, Cordeiro divide seu tempo entre turnês internacionais e gravações. Atualmente, ele se dedica à produção de seu décimo quarto álbum, sob a direção musical de Zeca Baleiro. O primeiro single, “Tango do Cordeiro”, destaca todo o virtuosismo que Edson tem, o que

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Partiu Festival Bocadim 2024!

Diversidade musical, inovação sustentável e uma vibe única marcam a 10ª edição do evento que movimenta a capital.   Prepare-se para viver mais uma vez o Festival Bocadim, que agita Brasília entre os dias 06 e 08 de setembro, na área externa do Eixo Cultural Ibero-Americano. O evento chega com tudo, trazendo nomes que prometem elevar o som e a vibe da capital como a irreverente Banda UÓ(GO/SP – na capa desta matéria), que promete um show exclusivo de tirar o fôlego. Thiago Pethit (SP) é outra atração que retorna aos palcos com toda sua teatralidade e hits marcantes, assim como a rainha da sofrência, Raquel dos Teclados (BA), que promete embalar corações. Já a Banda Lamparina (MG), se revela como uma mistura de pop, rock e indie, ou seja, a cara da juventude; enquanto Zaynara (PA), a revelação do tecno-brega-melody, chega a essa festa com as bençãos de sua madrinha musical, ninguém menos que Joelma. Por fim, as argentinas da Kumbia Queers (ARG) trazem seu som inconfundível de kumbia-pós-punk para o encerramento. Porém, que fique bem claro que as atrações não param por aí. O festival ainda conta com a presença da Banda do Músico-DJ-Produtor Musical (SP), o talentoso Kassin (RJ), além dos sets vibrantes dos DJs Telma e Selma (DF) e Laine D’Oliva (DF). Dayse Hansa, a mente por trás do festival, comemora a trajetória do evento, que desde 2014 vem colocando diversidade em pauta. “Chegar à 10ª edição é um orgulho imenso. Desde o início, o Bocadim se propôs a trazer uma line-up que celebra a diversidade, com destaque para artistas LGBTQIAP+ e mulheres. Hoje, vemos que contribuímos de forma significativa para a inclusão desses artistas nos grandes festivais da cidade. Como sempre brincamos, aqui tem um bocadim de tudo para todes”, sentencia Dayse. Coisas do Bocadim Um destaque especial dessa edição vai para os talentos locais e regionais, escolhidos através de um edital com curadoria de peso, formada por nomes como Brenda Lima, Eduarda Kona Zion, Eli Moura, Mar Nóbrega e Rafaella Ferrugem. Entre os selecionados, estão artistas como Bárbara Silva, Blake Damon, Ediá, Elon (PB), Gaivota Naves, Kluber (PR), Lunar Dream, Pratanes, Puta Romântica, Ralé Xique, Shaira e Thiago Jamelão. Patrocinado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, O Bocadim 2024 vem com outras novidades que reforçam seu compromisso com o futuro. Este ano, o festival lança um plano de sustentabilidade, que não só vai gerenciar os resíduos, mas também focar no cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A Praça de Alimentação, repleta de opções vegetarianas e veganas, promete reduzir o impacto ambiental e atender os paladares mais conscientes. E tem mais: o evento também vai promover ações de respeito e equidade no backstage, além de criar um espaço seguro para acolher casos de assédio. As tradicionais oficinas de produção cultural e coquetelaria, que acontecem antes do festival, continuam sendo oferecidas gratuitamente para quem quiser mergulhar de cabeça na cultura. Um bocado de coisa boa! 10ª Edição do Festival BOCADIM / 06 a 08 de setembro / Eixo Ibero-americano de Cultura (antiga Funarte) – Bsb/DF / Preço: R$ 20 (meia-entrada) / Classificação 16 anos/ Compre aqui   Foto: Banda UÓ – Capa / Reprodução Instagram  

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