Bora curtir o Baile da Santinha com Léo Santana?

Festa-show que acontece em Brasília no primeiro sábado de dezembro tem presença de Murilo Huff e Ferrugem Considerado como uma das principais festas do Brasil, o Baile da Santinha está de volta à Brasília! Comandado por Léo Santana, o evento desembarca na capital no primeiro sábado de dezembro (02), a partir das 17h, no Estádio Mané Garrincha, com dois convidados superespeciais: Murilo Huff e Ferrugem. No repertório com mais de duas horas de show, o público vai cantar e dançar músicas como Posturado e Calmo, Zona de Perigo e Áudio que te entrega, além de sucessos do cantor desde o início de sua carreira solo como Contatinho, Santinha, Deboche e Vidro Fumê.  “Vamos iniciar as comemorações de dezembro em Brasília, será incrível. Estamos preparando um show inesquecível com todos aqueles hits que o público adora dos três cantores, logo, vamos ter muito axé, pagode e sertanejo, além de uma superestrutura de palco com painéis de led, espaços instagramáveis e ativações“, adianta Pissu, responsável pelo evento na capital. Os ingressos estão à venda pelo site ou app da Bilheteria Digital e custam R$ 150 (frente palco) e  R$ 280 (camarote), com valores referentes a meia-entrada e ao quarto e quinto lote das áreas respectivamente. Bora? Baile da Santinha / às 17h do dia 02 de dezembro / Estádio Mané Garrincha / Mais informações: @bailedasantinha Fotos: Instagram do evento e Divulgação

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Vem aí Os Farsantes de Sergio Raposo

Autor brasiliense radicado no Rio de Janeiro, promove sessão de autógrafos de seu novo romance na cidade   O ano é 2027. No novo Estado policial brasileiro, o influencer conservador Paulo Byron, frequentador da alta-roda do poder, cai em desgraça ao ser acusado de participar de uma tentativa de golpe contra o presidente. Perseguido nas ruas e temendo pela sua vida, ele precisa contar com a ajuda da Resistência Armada Revolucionária. Mas para isso há um preço a ser pago. E qual será ela? Pois bem, a assustadora distopia não muito distante da realidade atual criada por Sergio Raposo revela uma trama intrigante em Os Farsantes  (Editora Ex Machina), romance que virá a público no próximo sábado (25), durante a sessão de autógrafos que acontece das 16h às 19h, na Oto Livraria (302 Norte, bloco E, loja 39, subsolo). Nascido em Brasília em 1972, o autor também é diretor e roteirista de audiovisual no Rio de Janeiro onde vive e realiza documentários e programas de TV sobre temas como educação, cultura e arte contemporânea. Os Farsantes é seu primeiro livro, revelando uma escrita ágil, repleta de ironia e jogos de espelhos. Criando um universo paralelo, que explora as contradições e os absurdos da política brasileira recente, Sergio Raposo propõe uma sátira repleta de camadas que surpreende e envolve o leitor do começo ao fim, dessa obra de 96 páginas que sai por R$ 40 no site da editora, podendo ser adquirida no evento que tem entraga gratuita. Foto: Divulgação

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Onde o Brasil encontra sua arte

Atenção pessoal! A coluna PERAMBULANDO traz como sugestão a 16ª edição do Salão do Artesanato, que está rolando até o próximo domingo (19) lá na varanda da Pátio Brasil. Com o slogan que nomeia esta notinha, o evento que é um dos maiores do Brasil, reunindo artesãos de todas as regiões do país, consequentemente, têm muitas opções de compras, oficinas e entretenimento cultural por lá. Cerâmica, madeira, fios, capim, palha, metal, rendas, bordados e tantas outras tipologias se traduzem nos mais diversos objetos de decoração, uso pessoal, utensílios, móveis, roupas, acessórios e muito mais. É passar, conferir e, quem sabe, já garantir o presente de Natal. Vale destacar ainda que o Salão do Artesanato tem os sócios Rômulo Mendonça e Leda Simone à frente da Rome Eventos – idealizadora da iniciativa – conta com apoio do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB)/ Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Ministério do Turismo, Pátio Brasil Shopping, da Secretaria de Turismo do Governo do Distrito Federal e patrocínio do Sebrae e Correios. Bora lá? 16º Salão do Artesanato / Pátio Brasil / até 19 de novembro – horário de funcionamento do shopping / Entrada franca Fotos: Gilberto Evangelista

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Onde o Brasil encontra sua arte

Atenção pessoal! A coluna PERAMBULANDO traz como sugestão a 16ª edição do Salão do Artesanato, que está rolando até o próximo domingo (19) lá na varanda da Pátio Brasil. Com o slogan que nomeia esta notinha, o evento que é um dos maiores do Brasil, reunindo artesãos de todas as regiões do país, consequentemente, têm muitas opções de compras, oficinas e entretenimento cultural por lá. Cerâmica, madeira, fios, capim, palha, metal, rendas, bordados e tantas outras tipologias se traduzem nos mais diversos objetos de decoração, uso pessoal, utensílios, móveis, roupas, acessórios e muito mais. É passar, conferir e, quem sabe, já garantir o presente de Natal. Vale destacar ainda que o Salão do Artesanato tem os sócios Rômulo Mendonça e Leda Simone à frente da Rome Eventos – idealizadora da iniciativa – conta com apoio do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB)/ Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Ministério do Turismo, Pátio Brasil Shopping, da Secretaria de Turismo do Governo do Distrito Federal e patrocínio do Sebrae e Correios. Bora lá? 16º Salão do Artesanato / Pátio Brasil / até 19 de novembro – horário de funcionamento do shopping / Entrada franca   Fotos: Gilberto Evangelista

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Um presente para todos os dias de 2024

Artista plástica Carmen San Thiago traz memórias da cidade no dia a dia em calendário lúdico Pensar em garantir um presente de Natal pode parecer meio precipitado para alguns, enquanto para outros se adiantar é uma grande solução, ainda mais quando estamos diante de uma obra de arte que rende homenagem a Brasília, feita em série limitada (200 unidades). Sabe aquele tipo de presente útil para usar o ano todo, superautêntico e original? Pois é, este colunista prioriza essas características que elevam a lembrancinha e emocionam quem quer que a venha receber. Sem falar que só dou aquilo que gostaria de ganhar. E quando o preço excelente? Já pensou emocionar gastando só R$ 60 conto? Ok, tá parecendo uma publi, mas não é. O fato é que o calendário anual feito por Carmen San Thiago me emociona desde quando o conheci ano passado (e não o comprei, me arrependo e muito por conta disso). Ele é repleto de pinturas acrílicas que captam a beleza das memórias cotidianas de Brasília, ressaltando a estreita relação com a cidade permeia a trajetória da artista visual, que transita por diferentes suportes e linguagens com uma delicadeza que alia traços e olhares poéticos. Essas cenas da capital reunidas ali celebra as pessoas que dão vida ao concreto em imagens feitas com sua técnica singular, que se utiliza uma paleta de cores vibrantes, transformando episódios aparentemente comuns em visões lúdicas. Inclusive, voltando à história do “presente de Natal”, já pensou dar para uma pessoa especial ou ainda aquele amigo que se mudou de Brasília para outro canto do mundo ou alguém que simplesmente ama esta cidade como você? Este ano não vou dar bobeira e garantir logo o meu pelo @carmensanthiago. Ah! E antes que eu me esqueça, se você curtiu as imagens, tem uma queda por aquarelas e gostaria de se iniciar ou praticar mais a técnica, Carmen estará promovendo a experiência “Tinta, Pão e Vinho”, às 19h da próxima quarta-feira (22), no Lago Norte. Na ocasião, um grupo pequeno de participantes irá se desconectar do mundo diante de um desafio especial: pintar um pão inspirado nas famosas pâtisseries. Ainda será servida uma degustação de pães e acompanhamentos preparada pelo chef Eduardo Sedelmaeir, criando uma atmosfera relaxante e divertida, estimulando criatividade, promovendo momentos de prazer e descobertas artísticas. O valor? R$ 260 (duzentos e sessenta) e o contato é o mesmo Insta acima.   Fotos: Instagram da artista / Divulgação

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A “Mudernage Popular” de Paulino Aversa

Com obras inéditas, artista faz uma de suas maiores e mais importantes individuai no Espaço Oscar Niemeyer   Com vernissage babalado, repleto da galera das artes e de sua turma de amigos das décadas de 1980 e 90, Paulino Aversa – o artista plástico mais pop da capital (na humilde opinião deste colunista) – inaugurou sua mais individual (e uma das maiores): Mudernage Popular – Pinturas e Objetos. O happening rolou no Espaço Oscar Niemeyer, na última quinta-feira (09), e onde a mostra segue aberta para visitação gratuita até o último dia deste ano. Somando  20 pinturas e 15 objetos estilo ready made em tamanhos variados, a exposição grita aos quatro cantos do prédio circular que o artista segue tendo Brasília como sua grande e eterna musa inspiradora. Aqui estamos falando de obras inéditas em releituras que trazem personagens que já vimos aqui e acolá que ganham vida nas cores contrastantes e traços fortes característicos de Paulino, e onde a bossa fica por conta da cultura rock´n roll . “Minha pintura retrata coisas que eu vivi e vi na minha infância e adolescência. Imagens, cores, traços e recortes guardados em lembranças que conectam o presente, passado e futuro. Tudo junto e misturado e tendo Brasília como grande inspiração”, explica o pintor. Para Danielle Athayde, que assina a bdesse show, “a mostra explora a maturidade artística de Paulino, que utiliza elementos que remetem a sua própria história e experiências como meio de expressão e reflexão. Sua abordagem versátil traz à tona referências do cotidiano em suas criações”, que parecem ficar ainda mais ricas e intrigantes graças aos pequenos textos espalhados entre os quadros do publicitário João Paulo Oliveira, também conhecido como João Palmo.   Confira abaixo cliques (deste colunista que também é fotógrafo) do pessoal que pintou lá no vernissage: Gilberto Salomão Para ir PERAMBULANDO por lá… “Mudernage Popular- Pinturas e Objetos” by Paulino Aversa / até 31 de dezembro de 2023 / terça a sexta, das 9h às 18h; sábado, domingo e feriado das 9h às 17h.   Fotos: Gilberto Evangelista

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Três vivas para Dulcina de Moraes

Com recorde de inscrições, Festival Dulcina tem programação variada com 17 peças de todas as regiões brasileiras, sendo uma produção internacional, além de prestar homenagem a Alexandre Ribondi   Ele está de volta! O Festival Dulcina, que acontece entre os dias 10 e 19 de novembro, chega à sua terceira edição em Brasília, trazendo uma rica programação para profissionais, estudantes e amantes do teatro, e que tem como grande homenageada Dulcina de Moraes, força motriz dos palcos e da profissionalização dessa arte no Distrito Federal e no país. Acontecendo no Plano Piloto e em diferentes Regiões Administrativas, o festival soma quase duas dezenas de peças e performances, uma delas de Lima (Peru), além de uma peça e uma exposição dedica ao jornalista, escritor e teatrólogo Alexandre Ribondi. No total serão 10 dias que ninguém vai querer ficar de fora. Entre as diversas novidades sobre o Festival Dulcina 2023 é que ele está dando seu primeiro passo rumo à sua internacionalização abrindo espaço para outros países da América Latina ao receber a participação de Astrágalo (produção encenada dias 10 e 11, às 20h no Teatro Galpão Hugo Rodas do Espaço Cultural Renato Russo, na 508 sul), um depoimento cênico da companhia Ópalo Teatro, em coprodução com CAPAZ, que denuncia as práticas da traumatologia e ortopedia infantil no Peru na década dos anos 70 e 80. “Um espetáculo necessário que traz a temática da acessibilidade e da diversidade de corpos como tema, questões que precisam ser conhecidas, pensadas e discutidas”, analisa o coordenador geral do evento Cleber Lopes. Outra novidade é que pela primeira vez, o Festival recebe a participação de peças das cinco regiões do Brasil, com espetáculos oriundos do Amazonas, Paraná, Ceará, Bahia, Mato Grosso, Minas Gerais e São Paulo. “Não centralizar e tampouco delimitar as inscrições de produções foram medidas tomadas com o objetivo de contemplar todos esses espaços, gerando assim um entendimento que o Festival Dulcina é de fato um espaço diverso”, destaca Lopes sobre esta edição que teve nada menos do que exatas 361 inscrições, diante de 204 no ano passado, ou seja, um aumento de 80%. “E isso comprova que a quantidade de produções realizadas em todo o país, bem como a vontade de participar do evento, é enorme, o que nos traz uma percepção muito positiva do trabalho que nos propusemos a fazer”, avalia o coordenador. Mesmo com um dia a menos em relação aos anos anteriores, o Festival está trazendo mais produções neste ano. A programação é intensa, ao todo são 17 espetáculos (143 selecionados por edital, 3 a convite da Produtora C1, responsável pelo evento e 1 participação especial internacional). Isso quer dizer que em alguns dias estarão sendo encenadas peças e realizadas ações de formação em até três locais diferentes: Gama, Plano Piloto, Ceilândia, Samambaia e Taguatinga são as Regiões Administrativas (RAs) por onde o evento vai passar. “A curadoria primou pela diversificação, apostando em diferentes tipos de espetáculos, performativos, cômicos, dramáticos, então é realmente para um público diverso, tendo em vista o processo de acolhimento, formação e aperfeiçoamento feito por Dulcina de Moraes ao longo de toda sua trajetória”, explica Cleber Lopes. Entre as atrações que estarão em cena, o grupo mais conhecido que vai participar desta edição é Os Melhores do Mundo com uma peça inédita (depois de mais de uma década sem estrear espetáculos). O espetáculo Telaplana (que já está fazendo algumas apresentações no Clube do Choro às terças-feiras) será apresentado no SESC Ceilândia, no dia 15 de novembro, às 19h. A comédia explora situações absurdas que a tecnologia trouxe para as nossas vidas, cada vez mais “virtual e interativa”. O ingresso é gratuito. E além de peças encenadas, o Festival Dulcina conta ainda com cinco ações formativas, onde duas delas serão workshops, um sobre Teatro Negro e outro com a companhia pernambucana Magiluth; além de três mediações com debates com estudantes, antes e após os espetáculos: Enluarada: Uma Epopeia Sertaneja, Übercapitalismo, e Media Negra (na apresentação realizada no Espaço Semente no Gama).   Extra, extra e um viva a Ribondi! A exposição em homenagem ao jornalista e teatrólogo Alexandre Ribondi chega como um dos destaques do Festival Dulcina, além de A Vida Ordinária de Cristina, peça escrita por ele e que, inclusive, abrirá a programação teatral às 19h da sexta-feira 10 de novembro, na Sala Marco Antônio Guimarães do Espaço Cultural Renato Russo. Com direção de Alessandro Brandão, a montagem gira em torno do diálogo entre duas mulheres (uma cis e uma trans) que se encontram nos bastidores de um programa de televisão sensacionalista, enquanto esperam para as gravações. Ao longo da conversa, as duas trocam experiências e perspectivas a respeito da vida e do mundo, desenrolando uma trama de amor e desconstrução de preconceitos. Há 50 anos fazendo arte, Alexandre Ribondi está entre aqueles que, assim como Dulcina de Moraes, se tornaram sinônimos do teatro brasiliense. Trabalhando com grandes nomes nacionais e internacionais, o escritor tem sua carreira marcada pela crítica social em defesa da diversidade. Laís Aderne, Dimer Monteiro, Ricardo Torres, Hugo Rodas, Plínio Mósca, Irmãos Guimarães, Marcelo Saback foram alguns dos parceiros de trabalhos deste homem que lançou Cássia Eller e tantos outros talentos para o mundo. Com fotografias artísticas e de seu acervo pessoal à exposição promete emocionar quem o conheceu e encantar as novas gerações que precisam saber quem é Alexandre Ribondi e o que ele representa para o teatro de Brasília.   Programação teatral Dia 10/11/23 – sexta-feira 19h – A Vida Ordinária de Cristina (DF) Espaço Renato Russo – Sala Marco Antônio Guimarães Sinopse: Com direção de Alessandro Brandão e texto assinado por Alexandre Ribondi, a montagem gira em torno do diálogo entre duas mulheres que se encontram nos bastidores de um programa de televisão sensacionalista, enquanto esperam para as gravações. Uma é Tônia, uma mulher transgênero, interpretada pela estreante Luísa Rodrigues. A outra é Cristina, uma mulher cisgênero simples e intimidada pelo ambiente, encarnada por Adriana Nunes. Ao longo da conversa, as duas trocam experiências e perspectivas a respeito

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Em cartaz: Noturno e as criaturas da noite de Oswaldo Montenegro

Noturno, musical de autoria de Oswaldo Montenegro reestreia em Brasília, 25 anos após sua primeira temporada nos palcos da cidade Com elenco renovado de Menestréis, Noturno ganha nova montagem sob direção de Deto Montenegro, irmão do autor, e codireção de dois nomes do teatro candango, Abaetê Queiroz e Juliana Drummond. Ambos, Abaetê e Juliana, integraram o elenco do espetáculo em sua primeira versão por aqui, 25 anos atrás. A direção de produção é de Claudia Charmillot. Em cena, 29 atrizes e atores, cantam, dançam e encenam esquetes que retratam diversas situações da vida noturna. A obra, de 1991, é uma das mais antigas do repertório da Oficina dos Menestréis, inaugurada por Oswaldo e hoje dirigida de Deto. “É na noite que as pessoas menos competem entre si, menos se chocam com o ridículo, no entanto, é quando mais se encontram e trocam segredos. É o horário do amor e dos mistérios”, descreve Oswaldo Montenegro. Esta nova montagem de Noturno, que será apresentada em curta temporada no Teatro Levino de Alcântara da Escola de Música, dias 27, 28 e 29 de outubro, é fruto de uma oficina de montagem de espetáculo, realizada em parceria entre a Oficina dos Menestréis (SP), ministrada por Deto, e a Oficina Circo íntimo (DF), por Abaetê e Juliana. O musical vem sendo erguido desde março deste ano. Estão no elenco alunos que participaram da primeira montagem, 25 anos atrás, e novos, compondo um encontro de gerações com um grupo bem diverso de artistas. As oficinas, de metodologia criada por Oswaldo e aplicada há 30 anos, tem como alicerce despertar nos alunos o valor da atuação em grupo, o verdadeiro sentido de colaboração e consiste em estimular a arte que existe em cada um. Para Deto, “a arte pode muito mais do que se imagina, quando trabalhada com leveza e de uma forma intuitiva e colaborativa”. O resultado se imprime em um corpo de elenco conciso agregando musicalidade, ritmo, expressão corporal e dicção em sintonia. Aspectos essenciais para o este espetáculo musical de ritmo cênico mágico, conduzido por uma trilha sonora extraordinária e de partitura coreográfica que exige dos menestréis uma sinergia precisa. A expressão Menestréis vem da Idade Média e era usado para se referir a artistas da corte, cantores de poemas e responsáveis por levar alegria por onde passassem. O termo agênero, utilizado por Oswaldo Montenegro para se referir às suas atrizes e atores, acabou sendo adotado como nome da oficina. Quer ir? Musical Noturno, no Teatro Levino de Alcântara da Escola de Música de Brasília (SGAS 602 – L2 Sul) Dias 27, 28 e 29 de outubro, sexta-feira, às 21h, sábado, às 20, e domingo, às 19h. Ingressos: R$ 40 (meia entrada, plateia), e R$ 25 (meia entrada, plateia popular). Pelo Sympla e na Belini Pani & Gastronomia (113 Sul). Classificação indicativa: não recomendado para menores de 12 anos Informações: (61) 9983-9177 (WhatsApp). Fotos: Julio Rua e Vitor Dbest/Divulgação

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Tramas em um Mundo de Transformação

Museu Nacional da República abriga exposição e desfile de moda com expoentes da arte indígena A artista Daiara Tukano e o designer Maurício Duarte trouxeram a cultura indígena para dentro das paredes ovaladas do Museu Nacional da República, obra do mestre Oscar Niemeyer que, inclusive, muito se assemelha a uma oca gigante. Ali, respectivamente, aconteceram nas últimas terça e quarta-feira (10 e 11 de outubro) a abertura da exposição da exposição “Pamuri Pati – Mundo de Transformação”, de Daiara, e o desfile de “Tramas”, última coleção de Maurício e que também marca o pré-lançamento da 16º Salão do Artesanato (programado para acontecer na cidade nos dias 15 a 19 de novembro). Representada pela Galeria Millan, Daiara Tukano – que a cada dia vem ganhando mais reconhecimento no Brasil e no exterior – emocionou a todos ao surgir tocando uma flauta na abertura dessa incrível individual (que é composta por quadros, desenhos e instalações). Ao lado de seu pai Álvaro Tukano, entou cantigos e recebeu amigos em uma verdadeira “roda de roça”, quando compartilharam histórias e vivências próprias e de seus povos. Em cartaz até o dia 26 de novembro, a mostra reúne cerca de 70 obras, entre elas, o “Espelho da Vida”, inspirado no manto Tupinambá e que foi destaque na 34ª Bienal de São Paulo. Outro destaque é a série “Kahpi Hori”, com pinturas que fazem uma alusão aos traços indígenas e “Festa no Céu”, composta por quatro grandes pinturas suspensas que representam pássaros sagrados. Arte nata   Celebrado e aplaudido em eventos como São Paulo Fashion Week e Climate Week (NY), o estilista Maurício Duarte emocionou os presentes com suas criações, que tem uma estreita ligação com o artesanato, desde sua adolescência, quando acompanhava sua mãe nas feiras, pintando camisetas com as mãos. Agora, suas roupas e adereços cheios de significados foram confeccionados em colaboração com artesãos de comunidades amazônicas. A representatividade se fez presente até mesmo na escolha do casting para o desfile de “Tramas”, onde modelos e personalidades indígenas se fizeram presentes na passarela. Entre eles, a Deputada Federal Célia Xakriabá e o publicitário Yaponã, filho de Sonia Guajajara, a Ministra dos Povos Indígenas. O happening marcou o pré-lançamento do 16º Salão do Artesanato, que movimentará o Pátio Brasil Shopping de 15 a 19 de novembro. Na ocasião, os sócios Rômulo Mendonça e Leda Simone, à frente da Rome Eventos, receberam representantes do Governo Federal, do Distrito Federal, de entidades como Sebrae, corpos diplomáticos e formadores de opinião. A artista Daiara Tukano também prestigiou Maurício Duarte com sua presença.   Serviços: Pamuri Pati – Mundo de Transformação de Daiara Tukano Onde: Museu Nacional da República Quando: até 26/11/23, de terça-feira a domingo das 9h às 18h30 Quanto: Entrada Franca Indicação: livre Siga: @daiaratukano   16o Salão do Artesanato  Onde: Pátio Brasil Shopping Quando: de 15 a 19 de novembro Quanto: Entrada Franca Indicação: livre Mais informações pelo link do evento ou  @salaodoartesanatooficial Não deixe de seguir: @mauricioduartebrand

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“96 Dias no Labirinto” com Sanagê Cardoso

Artista plástico lança livro que reúne reflexões em forma de desenho e escrita sobre dias reclusão forçados impostos pela pandemia mundial   Uma reunião de amigos. O lançamento do livro “96 Dias no Labirinto”, de Sanagê Cardoso, que aconteceu no último sábado (07) – no Espaço Casa do Shopping Casapark, parecia muito mais uma happy hour em que companheiros de uma vida se encontram para conversar, contar “causos” e dar boas risadas. Isso tudo porque, o artista plástico é um poço de simpatia e se revelou ser um grande showman no quesito palestra. Resultado de um recolhimento forçado, trancado dentro de casa, por conta da pandemia, Sanagê sentiu que precisava fazer algo além de cozinhar, testar novas receitas de forno e fogão, assim como deixar de lado o crochê “que quase me enlouqueceu”, convidenciou. A saída surgiu depois da inspiração que os traços do artista gráfico holandês Escher lhe trouxe. Enumerando folhas A4 em branco, onde foi traçando suas linhas em espiral e usando frases soltas, em busca de dar algum sentindo para esses dias de distanciamento social. “Este livro para mim é um relato pictórico de um momento imprevisto, em que a humanidade parou, no qual, durante o período de confinamento compulsório, dediquei-me a tarefas lúdicas, com o propósito de ocupação do tempo, e valorização do ócio e acabei encontrando respostas que quis compartilhar com as pessoas no formato de uma expressão que, até então, não havia experimentado”, afirma Sanagê. Entre um docinho aqui e outro acolá da Casa de Biscoitos Mineiros, o público formado por artistas, amigos e familiares, que foram até o lançamento se divertiu com as anedotas de Sanagê sobre o processo de criação de “96 Dias No Labirinto” e a sensação que ele teve ao usar as artes plásticas para, através de traços feitos com caneta permanente de escrita fina, traçar seu próprio labirinto em linhas em espiral. Em tempo, a obra custa R$ 54,00 e pode ser adquirido pelo instagram @artistasanage, entregue em todo o país.   Fotos: Gilberto Evangelista

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