Tá rolando o BSB Plano das Artes… Bora?

A 4 ª edição do Festival Arte por toda parte reúne nada menos que 56 espaços culturais, revelando um verdadeiro raio-X da cultura 100% Made in Brasília   Até o próximo dia 18 de junho, o público poderá visitar e conhecer os ateliês de artistas, galerias e espaços de arte autônomos da capital federal que participam da 4ª edição do BSB Plano das Artes. O lema do evento, Festival Arte por toda parte, destaca a diversidade e a forte presença da cena artística na capital federal e articula diálogos sobre espaços de arte no país. É uma grande oportunidade para as pessoas que se interessam por conhecer a cena das artes visuais do Distrito Federal a explorarem diferentes expressões criativas e conhecerem os talentos locais. Dos 56 espaços que participam desta edição, 30 participam das rotas de visitação com vans oferecidas pelo Plano das Artes, 26 fazem parte das rotas de visitação espontâneas, em que o público segue para esses espaços por meios próprios, seja carro, carros por aplicativo, táxis, ônibus, bicicleta ou a pé. Além disso, acontecerão 6 rotas online, com programas gravados e ao vivo. Essas rotas contemplam os ateliês de canto e entrevistas com espaços autônomos do Distrito Federal, Goiás, Ceará, Mato Grosso, Pará e Rio Grande do Sul. Este colunista participou de uma da Rota Vermelha (uma das que você entra na Van do projeto e sai #PERAMBULANDO para e para cá, visitando lugares incríveis). O ressultado foi um Reels muito maneiro e que você pode assistir clicando neste link! O BSB Plano das Artes é um evento que busca aproximar o público da cena das artes visuais do Distrito Federal por meio de visitas a ateliês de artistas, galerias e espaços autônomos de arte. As pessoas interessadas em participar das rotas programadas devem se inscrever pelo Sympla. Mais informações pelo site www.bsbplanodasarte.com.br. As vagas são limitadas e sujeitas à lotação das vans a 14 pessoas por veículo, com saídas do Museu Nacional da República, na Esplanada dos Ministérios.   Todos os espaços participantes estão listados no mapa do Plano das Artes que será distribuído gratuitamente ao público, nas vans, nos espaços participantes, nos parceiros comerciais do projeto e pode ser acessado no site do projeto. O projeto proporcionou a formação de 20 atendentes culturais (incluindo vagas para LGBTQIA+ negros e indígenas), categoria profissional lançada pelo projeto visando relacionamento e gestão de atividades de espaços, que irão atuar em treinamento durante as rotas em alguns espaços. Cinara Barbosa, curadora, pesquisadora e idealizadora do BSB Plano das Artes, destaca a significativa participação dos espaços nas convocatórias realizadas em março. Essa participação evidencia a consolidação do ecossistema da arte no Distrito Federal ao longo dos últimos anos. Novas galerias, ateliês de artistas e centros culturais autônomos de artes visuais têm surgido, ampliando o alcance do projeto ao longo de seus seis anos de existência. Durante a pesquisa de campo para a preparação desta 4ª edição, observou-se uma transformação na ocupação da cidade por setores de economia criativa. O projeto aborda questões como acessibilidade do público e mobilidade, promovendo um circuito gratuito pelos espaços na cidade. “O Setor Comercial Sul (SCS), localizado no coração de Brasília, abriga uma cena cultural vibrante. Nesse espaço, encontramos galerias, escritórios de arte e de arquitetura, ateliês, residências artísticas, estúdios de design e tatuagem. “A apresentação desses locais mapeados também nos leva a refletir sobre questões como visibilidade, profissionalização e sustentabilidade dos empreendimentos criativos, considerando os desafios relacionados à manutenção desses espaços”, afirma a idealizadora do projeto. Como participar Todos os espaços participantes estão listados no mapa do Plano das Artes. Esse mapa será distribuído ao público, nas vans, nos espaços participantes e dos parceiros do projeto. Além disso, o mapa pode ser acessado no site www.bsbplanodasartes.com.br. A 4ª Edição do Plano das Artes oferece três modalidades de rotas para os interessados em explorar a cena artística. Rotas Programadas: Datas: 7, 8, 14, 15 e 16 de junho. Essas rotas incluem vans gratuitase equipe de mediação. Os participantes poderão circular pelos espaços de artes visuais dentro de cada rota. Alguns espaços contarão com a presença de atendentes culturais formados pelo projeto. As saídas acontecem do Museu Nacional da República. A organização do evento orienta as pessoas que não conseguirem se inscrever nas retas programadas, que sigam para o ponto de partida no Museu Nacional da República, porque em caso de desistências, as vagas serão preenchidas pelas pessoas que estiverem no local por ordem de chegada. Rotas Espontâneas: Período: De 7 a 18 de junho. Nessa modalidade, o público monta seu próprio roteiro de visita presencial de maneira independente. Os horários de funcionamento dos espaços serão informados no formulário de participação, e é possível agendar visitas diretamente com a equipe do espaço. Rotas Online: Datas: De 9 a 13 de junho e nos dias 17 e 18 de junho. As rotas online consistem em programas transmitidos pelo canal do Plano das Artes no YouTube. Os participantes poderão acompanhar a participação de Ateliês de Canto, entrevistas ao vivo com Espaços da Convocatória Apoio Plano e outros convidados. Ateliês, galerias e espaços autônomos que fazem parte das rotas programadas   A Pilastra (Guará II), Alberto Lamback / Loja 16 (Asa Norte), Ateliê 27 (Jardim Botânico), Ateliê Camila Soato / Instituto Barraus (Sobradinho), Ateliê Christus Nóbrega (Jardim Botânico), Ateliê Helena Lopes (Lago Sul), Ateliê Kena / Naine Terena + Gustavo Caboco Wapichana (Asa Norte), Ateliê Newton Scheufler (Vila Telebrasília), Ateliê Taigo Meireles (Brazlândia). Ateliê Valéria Pena-Costa + Feira do Fuga (Lago Sul), Casa Aerada (Varjão), Casa Ateliê Galeria Jardim de Cerrado Cata-Vento / Aline Crivelari (Park Way), Celso Junior Galeria (Lago Sul), Centro Cultural TCU (Asa Sul), Centro de Artes MD Azevedo (Vila Telebrasília / Asa Sul), Cerrado Galeria (Lago Sul), deCurators (Asa Norte), Espaço Ecoarte (Asa Sul), Fundação Athos Bulcão (Asa Sul), Galeria Index (Asa Sul), Galeria Karla Osório (Lago Sul), Galeria Olho de Águia (Taguatinga), Galeria Risofloras + Gu da Cei (Ceilândia), ManoObra Galeria (Sobradinho II), Oto Reifschneider Galeria de Arte (Asa Norte), Pé Vermelho – Espaço Contemporâneo (Planaltina), Ocupação Amilcar de Castro (Área Central do Plano Piloto), Referência Galeria de Arte (Asa Norte), Telaambulante (Asa Sul) e Vilarejo 21 (Altiplano Leste – Jardim Botânico). Espaços abertos para rotas espontâneas Ateliê Casa 08 (Jardim Botânico), Ateliê Cecília

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Teatro: Zeze Polessa vive Nara Leão

Depois de uma temporada de sucesso no Rio de Janeiro, a peça NARA circula pelo país, com parada em Brasília em pleno feriadão de Corpus Christi Nara Leão (1942-1989) é um nome incontornável para se entender a música, a cultura e a sociedade brasileira dos anos 1960, 70 e 80. Suas atitudes pioneiras e revolucionárias se refletem em um repertório absolutamente singular e marcam uma trajetória que reverbera mesmo após três décadas e meia de sua partida. ‘Nara’, é fruto do arrebatamento causado pela cantora em Zeze Polessa, que partilhou o desejo de revivê-la nos palcos tendo ao seu lado, na autoria e direção do espetáculo, o amigo Miguel Falabella, parceiro em uma série de projetos teatrais desde 1979. O espetáculo tem o patrocínio exclusivo da Petrobras | Programa Petrobras Cultural, viabilizado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, e assinado pela Quintal Produções. A peça entra em turnê pelo país depois de enorme sucesso no Rio de Janeiro. Reunindo memórias, fatos e curiosidades sobre essa grande mulher, a produção chega a Brasília para curta temporada de 30 de maio a 02 de junho na CAIXA Cultural. Na manhã desta quinta-feira (30), este colunista conversou com a atriz no quadro de entrevistas curtas e rápidas, o #GETTOGETHER. Assista clicando neste link, o papo está imperdível! Continuando, Zeze Polessa cresceu ouvindo e acompanhando a carreira de Nara através dos discos e os muitos sucessos tocados nas rádios. Durante a pandemia, ela começou a ler uma biografia da cantora e – a partir de então – enfileirou uma série de entrevistas e livros sobre o período, quando, intuitivamente, começou ali a fazer uma pesquisa daquela que seria a sua próxima personagem.  Ao falar sobre a vontade de interpretar Nara, em uma conversa informal com Miguel Falabella, ele na mesma hora avisou que criaria o texto do espetáculo e, após uma semana juntos, ainda no período pandêmico, a primeira versão da obra começava a ganhar forma. Momentos e canções No espetáculo, Nara aparece como se estivesse vindo de algum lugar do futuro – ou do passado – para compartilhar com o público algumas lembranças e reflexões. Através de um grande fluxo de consciência, o texto relembra momentos e canções da cantora sem preocupação com cronologias, datas ou qualquer outra formalidade, bem no estilo Nara, uma intérprete que sempre foi ‘fora da caixa’, quando esta expressão nem era tão usada assim. “Logo no início, ela mesmo diz que está de volta graças ao privilégio do teatro. Quando eu tive vontade de fazer a Nara, falei com Miguel que sabia não ter mais a idade dela, mas ele logo disse que isso não tinha a menor importância. Eu não procuro imitar o seu jeito de falar ou cantar, existe uma liberdade em todo este processo, não poderia ser diferente com alguém que sempre foi tão livre“, reflete Zeze, que interpreta ao vivo alguns dos muitos sucessos da intérprete, como ‘A Banda’, ‘Corcovado’, ‘Marcha da Quarta-feira de Cinzas’, entre outros. Com direção musical de Josimar Carneiro, o espetáculo perpassa os diversos estilos e movimentos dos quais Nara participou. Em constante mutação, ela nunca se deixou rotular ou ficar presa a um determinado gênero: esteve no coração do nascimento da Bossa Nova, flertou com o Tropicalismo, participou dos festivais da canção, protagonizou o lendário show ‘Opinião’, com João do Vale e Zé Ketti (e foi quem escolheu a estreante Maria Bethânia para substitui-la) resgatou antigos compositores, cantou samba-canção, músicas de protesto, rock’n’roll e jovem guarda. A liberdade e a inquietação de Nara se refletiam, sem amarras, na sua criação artística. No palco, as canções surgem para pontuar alguns dos momentos de uma vida que se confunde com a história do Brasil daquela época. Ao longo das cenas, alguns temas vêm à tona, como a repressão sofrida no período da ditadura militar, o exílio, o avanço do debate feminista, a revolução comportamental das décadas de 60 e 70, a maternidade, os célebres casos de amor e as demais paixões da cantora. Partiu teatro? NARA / CAIXA Cultural / 30 de maio a 02 de junho – Quintas a sábado, 20h e domingo, 19h / Ingressos: R$30 e R$15 (meia)  – bilheteriacultural.com / Bate-papo com o público no dia 31 de maio, após o espetáculo / Sessões com intérprete de libras – 01 e 02 de junho / Livre para todos públicos / Duração: 80 minutos   Fotos: @flaviocolker

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Cilene Vieira documenta Parque da Cidade

Curta-metragem tem roteiro e direção da jornalista Cilene Vieira e presta homenagem ao espaço mais democrático da capital Estreia, nessa sexta-feira (31), no Cine Brasília, o documentário “O Nosso Parque de Cada Dia”, produzido e dirigido por Cilene Vieira, jornalista e mestre em comunicação, que também é autora de um blog sobre o Parque, publicado no site do Correio Braziliense. O documentário apresenta o Parque da Cidade como um universo pulsante no centro da capital do país, onde pessoas de todo o DF convivem com a natureza no maior espaço público da região para prática de esportes e diversas atividades ao ar livre. “Sempre quis mostrar esse olhar sobre o Parque da Cidade como um espaço convergente de pessoas de todo o DF e apresentar a visão de frequentadores e dos que trabalham lá e vivem o ambiente intensamente. Para mim, é uma forma de valorizar o maior parque urbano do mundo, pois são 4milhões e 200 mil metros quadrados de vida, natureza e história, um grande patrimônio público e acessível a todos”, afirma a diretora. O documentário, de 28 minutos, foi realizado com recursos próprios e uma equipe “mínima e valorosíssima”, para Cilene, que conta com fotografia e som direto de Samuel Calado, edição e montagem de Benjamin Figueiredo e imagens de drones de Arthur Ramos. “Estrear esse filme no Cine Brasília é um motivo de alegria e orgulho. Meu maior desejo é que depois de assistir as pessoas sintam vontade de visitar mais o Parque”, afirma a diretora fã confessa desse espaço tão especial para os brasilienses. SINOPSE O tema principal do curta é o Parque da Cidade, o maior espaço de ocupação pública do DF. A geografia, a vegetação, os equipamentos, a vida no Parque e as pessoas que o frequentam e nele trabalham.  Quer assistir? Estreia dia 31 de maio, sexta-feira, às 20h, no Cine Brasília (EQS 106/107, Asa Sul), com entrada franca. Fotos: Divulgação

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Como diz a canção: “Procuramos indepedência!”

Quem aí se lembra do Brasília Independente? Pois é, a partir de 2024, o projeto segue, verdadeiramente, independente! Sob a coordenação geral da jornalista cultural, Márcia Witczak, a iniciativa mantém o apoio e parceria com a Programação da TV Globo para exibição das bandas na televisão. Então, se você faz parte dos artistas independentes do Distrito Federal e entorno, se liga, pois as inscrições já estão abertas e vão até o próximo 31 de maio. Para tentar uma vaga, basta clicar neste link. Mas vale lembrar esse espaço é para cantores e bandas que tenham composições próprias (pouco importa o estilo musical) e que precisam daquela forcinha para se tornarem mais conhecidos.  A grande final, com o anúncio e a premiação dos vencedores, será realizada em um grande show na Praça do Cruzeiro, com a participação de um grande nome nacional surpresa. Já os três primeiros colocados receberão troféus e prêmios em dinheiro, 10 mil, 5 mil e 3 mil reais, respectivamente. Partiu ficar famoso?  Brasília Independente 2024 / Inscrições de 22 a 31 de maio / Siga @brasiliaindependente  Foto: Reprodução Instagram Oficial do Projeto

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Bruno Motta: “Este momento reúne tudo o que eu já aprendi”

Em entrevista exclusiva, o humorista fala sobre o prazer de estar fazendo o show Gongada Drag, sucesso nas redes e por onde quer que vá. Aos 43 anos de idade, o mineiro Bruno Motta acredita estar vivendo um momento único em sua carreira, que, cá entre nós, é repleta de feitos que o colocam na posição de um dos melhores comediantes brasileiros de stand-up de sua geração. Em um rápido bate-papo com a coluna #PERAMBULANDO, ele disse que está utilizando todas as artimanhas que sua profissão lhe ensinou para comandar o “Gongada Drag”. A fórmula do espetáculo, que vem fazendo grande sucesso na internet e em todos os teatros que excursiona pelo país, reúne comediantes e drag queens fazendo piadas entre si, mas principalmente detonando uma convidada especial. Com mais ácido sulfúrico, o veneno rola solto, carregado de muito “amor e afeto” como ele próprio garante. Momento “merchant” para quem não quer perder a chance de dar boas gargalhadas em sua passagem pela capital federal: o espetáculo acontece neste sábado (06), às 19h30, no Centro de Convenções Ulysses. A doméstica Rose de Lindsay Paulino será o alvo de Fernando Pedrosa, Babu Carreira  Frimes, Shannon Skarllet, Desirée Beck e da brasiliense Pikinéia. Aqui neste link você confere um vídeo que este colunista fez sobre o evento, e clicando aqui você garante seu ingresso (que já está no 3º lote) com 20% de desconto, basta escrever GIBA (em letras maiúsculas) no espaço reservado para cupom. Presente da coluna para os leitores. Mas voltando para Bruno Motta, vale destacar aos desavisados que ele é um dos pioneiros da comédia stand-up no Brasil. Seu estilo único e inovador conquistou o público em cheio, e sua habilidade em transformar observações cotidianas em fonte de riso sempre o destacou da grande maioria. A fama nacional veio quando se tornou um dos criadores e apresentadores do fenômeno televisivo “Furo MTV“, bem como pela sua passagem como apresentador do espetáculo “Improvável” (nos anos 2010). Hoje, ele reina, sobretudo, nos palcos e na Internet com vídeos hilários. A capacidade de pensar rapidamente e criar momentos hilariantes ao vivo fazem de Motta um dos mestres da comédia improvisada. Sem mais delongas, fiquem com o bate-papo: O que mais tem contribuído para o tremendo sucesso que Gongada Drag vem conquistando: o boca a boca; os recortes de cena no TikTok; a onda da stand-up comedy no Brasil ou a tradição dos programas de auditório? Eu acho que o que tem contribuído mais para o sucesso do Gongada é a falta de atrações para esse público (LGBTQIAPN+). Eu acho que a gente, realmente, nós somos únicos (reflete). Isso é uma parte muito importante. Não tem uma coisa parecida. Sabe? Como disse um amigo meu, não é qualquer lugar que você vai e consegue rir durante duas horas e meia. Então eu acho que é um conjunto de tudo que está acontecendo. Também acredito que as pessoas gostam de estar no meio de algo como se fosse um programa de auditório, ver o show acontecendo ao vivo e não só nos recortes do TikTok. Assim, parece que ela está dentro do melhor episódio do programa de TV favorito dela, de uma competição de drag. Enfim, eu acho que é um pouco de tudo, mas principalmente pelo fato de que a gente conseguiu reunir tantos ingredientes para fazer algo único. Não é raro vermos no palco do Gongada figuras mitológicas como Silvetty Montilla e Thália Bombinha dividindo a cena com meninas da “new generation” como Naza e Frimes. O choque de gerações não poderia resultar, como diz o meme, em um “choque de monstros”? A ideia do Gongada é justamente misturar programas de TV, referências, gerações diferentes e, até este momento, tem sido incrível para todo mundo, e para o público principalmente. No caso do roast americano, existe um limite tênue entre a brincadeira e a ofensa. O mesmo se aplicaria ao Gongada? Como evitar que o roast não ultrapasse limites, melhor dizendo, que o nosso tradicional veneno não transforme a brincadeira em algo intoxicante, especialmente ao vivo? No nosso caso, estamos educando o nosso público sobre o que é uma gongada para nós. Né? Tem amizade, tem afeto, tem uma diversão com sentido dos dois lados. Nós falamos que criamos um espaço seguro para poder se gongar, para poder fazer essa brincadeira e explicar para as pessoas que esse é o nosso jeito. O fato é, estamos aqui pela diversão! Sua carreira dispensa apresentações, mas seria correto dizer que você vive algo completamente inusitado no papel de anfitrião do Gongada Drag? Em que medida? E, sem modéstia, quais seriam os ingredientes que você diria que acrescentou nessa receita? Sim, este é um momento muito especial da minha carreira, porque reúne tudo aquilo que eu já aprendi. Eu acho que sou apresentador, mas também ajudo com elas na criação, com meu lado de produtor, de direção, de conseguir bolar, pensar todo este evento, tem meu lado de empresário também, da internet, então acho que acabo reunindo todos os meus talentos e mais alguns que eu esqueci aqui (enumera às gargalhadas). Acredito que política não está entre as ideias de uma gongada entre as drags, mas você arriscaria fazer alguma brincadeira sobre a cidade, sua proximidade com o tema? Tem alguma piada “pronta” sobre a capital federal ou do público daqui? Olha, eu acho que a gente pode dizer que quem sabe o nosso próximo presidente não é drag, né?   Fotos: Reprodução / Instagram do artista

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Arte Bruta: A.R.L. Vida e Obra no CCBB

Antônio Roseno de Lima é o tipo de artista “desconhecido” que você precisa conhecer (e assim será) com exposição inédita e gratuita que chega a capital federal Atenção amantes da fotografia e das artes-plásticas, a exposição “A.R.L. Vida e Obra” – que está em cartaz no CCBB Brasília, a partir dessa terça-feira (02) – vai alugar um tríplex nas suas cabeças e corações. Podem confiar nessa dica da coluna #PERAMBULANDO, pois o espírito criativo de Antônio Roseno de Lima nos presenteia com obras coloridas e inquietantes nascidas a partir da sua condição de semianalfabeto e favelado, um reflexo da mais pura e encantadora arte bruta de um homem que sofria de doenças mentais, onde autorretratos, onças, vacas, galos, Santos Dumont, bêbados, mulheres e presidentes foram seus temas principais. Com visitação gratuita, até 22 de maio (mediante emissão de ingresso no site e na bilheteria física), esta é uma oportunidade para o público conhecer a produção desse artista outsider descoberto no final da década de 1980 pelo artista-plástico e professor doutor do Instituto de Artes da UNICAMP, Geraldo Porto, que também assina a curadoria da mostra. Residente da favela Três Marias, em Campinas (onde viveu de 1962 até sua morte em junho de 1998), Roseno expressava seus sonhos e observações do cotidiano através de suas pinturas, muitas vezes utilizando materiais improvisados encontrados no lixo: pedaços de latas, papelão, madeira e restos de esmalte sintético. Seu barraco era sua tela, onde cores vibrantes e figuras contornadas em preto ganhavam vida, revelando uma poesia visual única. Nas obras, as diversas aspirações do artista são representadas, mas uma delas se repete em toda a sua arte: “Queria ser um passarinho para conhecer o mundo inteiro!“ Com cores fortes, escrevia nos quadros: “Este desenho foi fundado em 1961“, referindo-se ao início de sua obra de desenho, pintura e fotografia. Mesmo sendo semianalfabeto, as palavras sempre fizeram parte de sua expressão poética, tarefa que cumpria com a ajuda de amigos e crianças do bairro pobre que escreviam e ele apenas copiava. Foi somente em 1991, que Roseno teve sua primeira exposição individual, também com curadoria de Geraldo Porto, na galeria de arte contemporânea Casa Triângulo, em São Paulo. Este foi o primeiro passo para seu nome chegar em galerias e edições especializadas no mercado europeu e norte-americano, além de provocar um certo burburinho nacional. Porém, pobre e doente, morreu em 1998, quando grande parte de seus trabalhos já estava em coleções de arte no Brasil e no exterior. Infelizmente, outra grande parte foi jogada no lixão pelo caminhão da prefeitura, chamado pela família para limpar a casa. Assim como Arthur Bispo do Rosário, A.R.L. faz parte desses “artistas virgens” ou “outsiders“, autores dessa “arte incomum” que, em alguns casos, são frutos de surtos psicóticos. Jean Dubuffet, por exemplo, refere-se a eles como “indivíduos sem condicionamento cultural, sem assistência profissional e sem conhecimento das tradições e da história da arte, que realizam uma operação artística quimicamente pura“. Para Geraldo Porto, Antônio Roseno “é sim um artista outsider, pela originalidade do seu processo criativo. Sua criatividade desconhecia limites entre fotografar, pintar ou escrever. Analfabeto, ele escrevia; fotógrafo, ele pintava; pintor, ele tecia. Pintava ‘para não ficar doente’. Um último spoiler antes de irem até o CCBB Brasília, é que a mostra está dividida em seis seções: Recortes da Cidade; Presidentes; O Fotógrafo; Frutos; Flores e Animais; Mulheres e Santas; e O Bêbado (a preferida deste colunista), onde está uma série de rostos de olhos embaralhados e alucinados pela bebida, trabalho que o projetou como artista no mercado internacional, se tornando sua marca registrada. Enfim, graças à exposição “A.R.L. Vida e Obra“, o público brasiliense vai poder conhecer melhor Antônio (um entre cinco irmãos), nascido em 1926, na cidade de Alexandria (RN). Aos 22 anos, ele decide sair da roça para morar na cidade, fazendo doce com sua madrinha. Aos 30 anos, largou o casamento com Cosma, com quem teve cinco filhos, para buscar melhores condições em São Paulo. Ali se dedicou à fotografia, antes de se estabelecer na favela Três Marias, em 1962, onde produziu a maior parte de sua arte ao lado de Soledade, companheira de quase quatro décadas, mesmo Roseno insistindo em repetir: “Nunca tive amor na vida“. #PERAMBULANDO pela arte bruta e primitiva A.R.L Vida e Obra / CCBB Brasília / Até 22 de maio, de terça a domingo – 9h às 22h / Retire antecipadamente o ingresso aqui ou na bilheteria física / Livre Fotos: Divulgação / Adriano Rosa

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“As Crianças” em cartaz na CAIXA Cultural

Em curta temporada, o espetáculo conta a história de três físicos nucleares que estão numa casa isolada à beira-mar em região outrora bucólica, hoje devastada por um acidente nuclear Um casal de físicos aposentados Dayse (Analu Prestes) e Robin (Mario Borges), vive só e sem vizinhos numa casa improvisada perto da costa, numa região inóspita, assolada por um acidente nuclear. Após uma ausência de quase quarenta anos, Rose (Stela Freitas), antiga colega de profissão e amiga, chega a essa casa com uma missão que poderá mudar para sempre a vida do casal. Para complicar as coisas, Robin teve uma relação com Rose no passado. O parágrafo acima dá uma ideia de como se passa o sucesso teatral “As Crianças”, escrito em 2016 pela premiada dramaturga inglesa Lucy Kirkwood, que desembarca em Brasília sob a direção de Rodrigo Portella (“Ficções”, “Tom na Fazenda”). A temporada acontece nos dias 2, 3 e 4 de abril, de terça a quinta-feira, no Teatro da CAIXA Cultural Brasília, com sessões sempre às 19h. Os ingressos, R$ 30 e R$ 15 (meia para clientes CAIXA e casos previstos em lei), poderão ser adquiridos a partir do dia 23 de março na bilheteria do teatro ou no site. Vale lembrar ainda que a peça (uma tragédia cômico-delirante) tem duração de 80 minutos e é recomendada para maiores de 14 anos. Indicada a 25 prêmios, foi vencedora de nove deles. Em seu elenco, que conta com Mario Borges e Stela Freitas, Analu Prestes foi vencedora dos Prêmios Shell, APTR, Cesgranrio e Botequim Cultural, por As Crianças. Já Rodrigo foi vencedor dos prêmios Cesgranrio, APTR e Botequim Cultural como melhor diretor, também por este trabalho. “As Crianças”, que estreou em Londres no ano em que foi escrita, levanta duas camadas de reflexão: num nível individual, fala da relação do ser humano com a passagem do tempo e seu inventário de perdas e ganhos; e num nível coletivo, trata de discussões éticas sobre a responsabilidade com o uso dos recursos do planeta e com as gerações futuras. Reparação e redenção são temas dessa peça que volta seu olhar para os catastróficos resultados da interação entre os humanos e a natureza. Estruturalmente, a peça se sustenta pelo desvendamento progressivo dos sentimentos desses personagens que, aos poucos, vão mostrando não só seus problemas afetivos, mas também a profunda crise ética em relação ao seu papel na sociedade em que vivem. Paralelamente à questão nuclear, o texto investe nas particularidades da vida desses três indivíduos – sua relação com os filhos (ou a opção por não os ter), a proximidade da morte, a traição, as omissões, a fantasia e o desejo. Trata-se de um grande desastre a espelhar os pequenos desastres de três vidas. “A discussão da peça está para além da questão nuclear. Ela nos provoca a pensar em como usamos os recursos disponíveis. Entendo que Kirkwood quer que pensemos em nossa responsabilidade com as futuras gerações. Para mim, a grande pergunta da peça é: salvar as crianças de um futuro catastrófico é um ato de heroísmo ou uma obrigação?”, questiona Rodrigo Portella, diretor.   Vamos #PERAMBULAR pelo teatro? As Crianças / CAIXA Cultural Brasília / Dias 2, 3 e 4 de abril de 2024, às 19h / Ingressos a R$ 15 meia-entrada e clientes CAIXA clicando neste link / 14 anos / Mais informações aqui Fotos: Divulgação / Renato Mangolin

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Afrontosa e divertida! A expo virtual de Viviane Cardell

Artista lança galeria virtual para Toy Pussy, uma série de obras criada ao longo de 18 anos de aprofundamento no tema – a assexualidade das bonecas Barbie   Já está no ar o website interativo que traz um recorte da extensa obra da artista visual Viviane Cardell, que teve início em 2006, quando lançou sua primeira série de vulvas idealizadas. A coleção foi apresentada pela primeira vez em Madri, na Espanha, e posteriormente em São Paulo, no ano de 2009. Desde então, suas obras vêm sendo expostas em mostras e galerias particulares. Ao acessar a galeria, os espectadores visualizam um menu no qual é possível visualizar cada “Toy Pussy” individualmente. Apresentadas em uma imagem 360°, no formato GIF animado ou similar, ainda é possível ouvir um áudio humorístico dramatizado na voz de uma atriz, ator ou cantora. “A intenção é que esse áudio agregue mais significados à experiência da espectadora e do espectador”, explica a artista. A série questiona a criação de uma boneca objeto que é um mero cabide para acessórios. “Quando todos [os acessórios] são suprimidos, e a boneca fica nua, revela-se a representação de uma mulher assexuada, sem qualquer sinal de vulva”, aponta Cardell. Ela afirma ainda que, ao conceber a coleção, “idealizo uma cura simbólica para a boneca mutilada e crio um contraponto à lógica mercantil e patriarcal que converte o corpo feminino em objeto suscetível à violência física, sexual, estética e emocional”. O envoltório das obras, em acrílico transparente, reproduz as embalagens de brinquedos. Inspiração que, no caso das Toy Pussies, inclui rótulos explicativos com bordões cômicos de duplo sentido que são traduzidos em diversos idiomas. Sobre o nome da coleção, Viviane explica: “Pussy, termo em inglês, pode ser traduzido como um apelido carinhoso dado a gatos domésticos e é uma forma de se designar a vagina”. Com isso, a tradução literal da série seria “vagina-brinquedo”. Passados mais de 10 anos da exposição em São Paulo e depois da campanha “O mundo da Barbie está evoluindo”, lançada pela Mattel (fabricante da boneca), em 2016, poderia se pensar que Toy Pussy estivesse ultrapassado. Porém, tal campanha, utilizando-se dos conceitos de diversidade e inclusão, não passou de uma jogada publicitária para frear a queda nas vendas e expandir seu mercado. Por meio de discretas adequações nos traços faciais, cabelo e formato do corpo da boneca, a Barbie “evoluída” conquistou novas consumidoras mirins de todas as cores, corpos e tipos de cabelos. E as contradições originais desse ícone persistem: a necessidade de acessórios, agora diferenciados e mais caros, e o vazio entre as pernas. Ao compreender a jogada de marketing da fabricante, Viviane trabalhou na nova coleção Toy Pussy Evolution, na qual a artista se debruça sobre as questões da pluralidade. Reitera o conceito inicial do projeto e explora diferentes formatos, cores, texturas e tamanhos para as vulvas, e aborda, ainda, a inclusão de pessoas LGBT+ e de pessoas com deficiência. A denúncia, nesta nova série, discute a autenticidade desses voos da marca por ares democráticos, “restritos a quem pode pagar pelo caro bilhete de embarque e que se alicerça sobre o clichê contemporâneo da meritocracia com o mote: #VocêPodeSerTudoQueQuiser, que leva em conta o consumo desenfreado, essencial à boneca Barbie, e o eterno vender mais do mesmo”, contesta a artista. Acesse já! Galeria Virtual “Toy Pussy” / clique e veja / Siga a artista no Instagram https://www.toypussy.com.br/ Fotos: Divulgação

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“Financiamento Cultural – horizontes brasileiros”

Produtora Cultural Carol Peres lança livro que traz ensinamentos preciosos para quem quer se aventurar em um métier onde criatividade e flexibilidade devem andar de mãos dadas    Jornalista, fotógrafa e gestora cultural, com mais de doze anos de experiência em planejamento, gestão e elaboração de projetos no segmento cultural e da economia criativa, Carol Perez tem com conhecimento, mais do que suficiente, para falar sobre o assunto abordado no livro “Financiamento Cultural- horizontes brasileiros”. A obra tem lançamento marcado para acontecer nesta quinta-feira, 14 de março, a partir das 19:30, na Pátio Galeria de Arte. Além da sessão de autógrafos, o meeting contará ainda com pocket show do sambista Marcelo Café. Adaptado a partir de uma dissertação defendida por Carol Peres no Mestrado de Gestão Cultural da Escola Superior de Artes e Design do Instituto Politécnico de Leiria (Portugal), em 202o, o livro está estruturado em quatro capítulos, com abordagem contemporânea da gestão cultural e reflexões sobre fontes de financiamento para o setor cultural no Brasil e estratégias de sustentabilidade para projetos culturais. A publicação tem o apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e terá distribuição gratuita para profissionais, estudantes e pesquisadores do setor artístico e cultural. Referência no setor criativo e de gestão cultural em Brasília, a produtora também é inspiração para muitas mulheres que, a cada ano, se lançam no mercado de eventos culturais no DF e faz questão de repassar seus conhecimentos para que esse número cresça ainda mais na capital federal. Nascida em uma família onde a criatividade sempre foi uma constante, ela é filha do fotógrafo Eraldo Peres, o que lhe trouxe a oportunidade de acompanhar os projetos produzidos por ele, desde cedo, o que lhe trouxe uma “expertise prática que escola alguma ensina“, destaca. Microempresária, a produtora é ainda idealizadora e diretora da IDEIA Prática Produção Cultural. Entre inúmeros feitos, é Carol quem assina a produção de projetos importantes como o Festival Mês da Fotografia, que movimenta a cidade de dois em dois anos, evento que já faz parte do calendário oficial da cidade.   Vamos prestigiar? “Financiamento Cultural – horizontes brasileiros” / Pátio Galeria, no shopping Pátio Brasil / 14 de março às 19h Fotos: Divulgação

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Muita cultura para você sair #PERAMBULANDO por aí

Fizemos uma curadoria entre os diversos programas oferecidos ao longo do final de semana na capital federal e tem opções para todos os gostos. Confira! Um final de semana repleto de música, teatro, exposição e até um festival de cultura japonesa está imperdível! O final de semana chega com diversas opções para quem curte sair #PERAMBULANDO por Brasília, curtindo cada minuto de sexta, sábado e domingo. Então, preparem os cliques nos arrobas e links disponíveis neste texto para selecionar as atividades culturais que você pretende conferir pessoalmente. Como hoje é 08 de março, Dia Internacional da Mulher (um VIVA a todas as almas femininas), já fica a dica das apresentações musicais que o complexo gastronômico e cultural Bosque Park Norte traz ao longo do fim de semana para comemorar a data. Mais tarde, a partir das 20h, quem sobe ao palco é a cantora Georgia W Alo. Amanhã (09), às 13h, Lúcia de Maria; e às 20h, Celia Rabelo, com o show “Música de Fé Menina”. No domingo, às 13h, tem Ana Reis; e Karla Sangaleti faz o encerramento dessa festa a partir das 19h. O couvert artístico para cada apresentação é de R$ 15 e para saber mais, clica aí no @bosqueparknorte. Agora, a dica é o Baile do Zeca que agita a Sexta Gode, que acontece toda sexta-feira, na Arena BRB, começando por volta das 20h, terminando lá pelas 5h da madrugada. Comandada por DJs conhecidos dos brasilienses, a promessa é de uma festa animada e dançante com um repertório de clássicos do pagode, misturados com o funk, hip hop, brasilidades e até música eletrônica. Os ingressos começam a R$ 25 e para mais informações é só clicar aqui no @sexta.gode. E quem está chegando a Brasília é o Samba do Seu Antônio com Jorge Aragão, que acontece neste sábado (09), de 19h em diante, lá na AABB e contará com a participação do Samba da tia Zélia, Samba Urgente e Benzadeus. Olha que delícia! Com uma megaestrutura, o evento trará dois palcos para abrigar os grupos que vão colocar, com certeza, todo mundo para dançar. Acesse @osambadoseuantonio para se jogar. Uma ótima oportunidade para valorizar o hip-hop Made in Brasília é o Blend Festival, que acontece neste domingo na área externa do Museu Nacional da República com a participação de mais de 20 artistas do gênero musical, além de oficina de grafite, batalha de rimas, breakdance, stand de tattoos e parque de diversões. O evento é uma comemoração aos 30 anos da galera do Guindart’121 (que se apresentará in loco) ao lado de nomes como Salvador da Rima, GOG, Menor da VG, Coktel Molotov, Liberdade Condicional, Atitude Feminina, DJ Marola, entre outros. No total serão mais de 10 horas de programação, que começa a partir das 14h. Os ingressos são gratuitos mediante retirada antecipada pelo site ou App da Bilheteria Digital. No dia do evento, o público deverá levar 1kg de alimento não perecível. Acesse @blendfestival.br e saiba mais. Os amantes de teatro terão um bom entretenimento com a peça ESTUFA – Um falso testemunho. O espetáculo que será apresentado no teatro da CAIXA Cultural Brasília, nos dias 9 e 10 de março tem direção de Erica Montanheiro, sendo idealizado e protagonizado pela atriz e produtora Lauanda Varone. A artista frequentou a Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia (GO), dos 13 aos 28 anos, e criou o projeto a partir de experiências com o médium conhecido como João de Deus, condenado por crimes sexuais após denúncias de mais de 300 mulheres. Com classificação indicativa de 16 anos e ingressos a R$ 15 (meia-entrada), a venda acontece apenas na bilheteria física do teatro. Mais informações: @estufaumfalsotestemunho. Tem gastronomia rolando também em dose dupla em dois shoppings da cidade. A 14ª edição do Panela Candanga já está ocupando a praça principal do Casapark e segue até o próximo domingo (10). Reunindo 25 expositores do segmento gastronômico que produzem artesanalmente no Distrito Federal. O evento oferece ao público palestras e degustações gratuitas com especialistas e empreendedoras locais como Capital Empório Queijos Artesanais, Piñon Torroneria, Goyás Defumados, Wanna Brie Queijaria Viva e muitos mais. Olha, está tudo detalhado lá no @casapark. Já no Taguatinga Shopping, o fim de semana será dedicado à cultura oriental com a realização do Nipo Festival, um verdadeiro paraíso de atividades e atrações que prometem encantar os visitantes (como o concurso de cosplay). Com ênfase especial na gastronomia, você encontrará entre as marcas participantes, os renomados Izakayá Sakeyo, Katsu Lamen, Yum Yum, Donburi, MyMochi, Bubble Tea, Vale Ice e Ichiban Dorayaki, cada um trazendo o melhor da cozinha asiática para o paladar dos visitantes. Com indicação livre, o evento tem entrada inteira a R$ 30 e detalhes no @nipo.festival.   Para fechar, que tal uma exposição de fotografias e objetos? Talvez busque um lugar onde já estou / latitude: -15.7801, longitude:- 47.9292 15° 46’48’’sul, 47°55’45’’oeste, de Rogério Ghomes inaugura neste sábado (09) na Referência Galeria de Artes, na 202 Norte Bloco B Loja 11, Subsolo. A mostra, que tem curadoria é de Marco Antônio Vieira, coloca em destaque o deslocamento como elemento fundamental para a produção do artista e os códigos verbais como um ponto de inflexão em sua pesquisa poética, partindo da frase e das coordenadas geográficas que dão nome à exposição. Em exibição até o dia 13 de abril, a visitação é gratuita de segunda a sexta, das 10h às 19h, e sábado, das 10h às 15h. Já segue logo o @referenciagaleria.

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