Gustavo Silvestre: trabalho autoral que desacelera o olhar

Na exposição Aracnalização, o estilista ressignifica técnicas ancestrais em instalações escultóricas que unem memória, sofisticação e resistência no espaço intimista da galeria de Carlos Penna Na exposição Aracnalização, o estilista Gustavo Silvestre transforma o crochê em arquitetura sensível. As obras ocupam a Galeria de Carlos Penna como organismos suspensos, entre sombras, tensões e delicadezas que parecem redesenhar o espaço ao redor. Há, nas peças, uma dimensão quase ritualística: fios que deixam de cumprir função decorativa para assumir estado escultórico, instaurando um silêncio raro em tempos marcados pela velocidade e pelo excesso visual da moda contemporânea. O artesanal, aqui, não surge como nostalgia, mas como discurso de permanência. Gustavo costura memória, tempo e matéria em instalações que evocam afetos domésticos — a lembrança das mãos, da casa, da herança têxtil — enquanto projeta o crochê para um território futurista, sofisticado e radicalmente contemporâneo. A trajetória de Gustavo Silvestre acompanha esse mesmo gesto de reposicionamento cultural. Reconhecido por transformar técnicas manuais em linguagem de moda autoral e arte contemporânea, o estilista construiu uma carreira marcada pela valorização do fazer coletivo, da sustentabilidade e da inteligência ancestral presente nos fios. Seu trabalho desafia a lógica descartável da indústria ao defender o tempo como elemento criativo e político. Em vez de acelerar processos, Gustavo desacelera o olhar: faz do ponto repetido uma forma de resistência estética e humana. Entre resíduos, tramas e narrativas marginalizadas, sua obra reafirma que tradição não pertence ao passado — ela pode ser ferramenta de invenção, luxo e futuro. A exposição segue até o final de maio de 2026 na Galaeria Carlos Penna (R. Mateus Grou, 610 – Pinheiros, São Paulo – SP) Confere a entrevista que Gustavo nos concedeu: O crochê, na sua exposição, ganha um novo fôlego como linguagem artística e apresentação apurada de obras de arte. O que te fez escolher essa técnica ancestral para essa narrativa contemporânea? O crochê sempre me interessou pela potência humana que existe nele. É uma técnica ancestral, construída ponto a ponto pelas mãos, pelo tempo e pela repetição, mas que ainda carrega uma capacidade infinita de transformação. O que me move é justamente deslocar essa linguagem do lugar onde ela foi historicamente colocada, muitas vezes doméstico ou decorativo, e apresentá-la como matéria de arte, de pesquisa e de construção contemporânea. Através do crochê, eu consigo falar sobre tempo, memória, resistência, coletividade e sobre sofisticação. Existe uma inteligência estrutural muito grande nessa técnica. Então, para mim, usar o crochê hoje é quase um gesto de reposicionamento cultural. A galeria do Carlos Penna é um espaço que dialoga com o público de forma intimista e até pessoal. Como você acredita que a Aracnalização se transmutou nesse espaço, ganhando uma dimensão quase cerimonial sobre o seu trabalho? A galeria do Carlos tem uma atmosfera muito particular, quase silenciosa, e isso permitiu que a exposição respirasse de uma maneira muito sensorial. A Aracnalização fala sobre tecer espaços, criar presenças, quase como organismos vivos ocupando a arquitetura. Quando essas obras entram na galeria, elas deixam de ser apenas objetos e passam a criar uma experiência de permanência e contemplação. Existe algo de ritual nesse encontro entre matéria, tempo e corpo. As peças pendem, se expandem, criam sombras, tensões e delicadezas. É quase como entrar dentro de uma teia. E isso conversa muito com o trabalho do Carlos, porque ele também entende a matéria de uma forma muito emocional e escultórica.   Existe uma dimensão de resistência no crochê, uma forma de reinventar o tempo e o espaço. Como você vê essa prática dialogando com o ritmo acelerado da moda e da vida urbana em que estamos inseridos hoje? Eu vejo o crochê quase como um contraponto ao excesso de velocidade que vivemos hoje. A lógica do artesanal exige presença. Não existe aceleração possível quando você trabalha com as mãos. Cada ponto carrega tempo, corpo e atenção. Na moda e na vida contemporânea, muitas vezes tudo acontece de forma muito descartável e imediata. O crochê me permite trazer uma outra reflexão sobre valor, permanência e processo. Não é sobre nostalgia. É sobre imaginar futuros mais humanos, onde o fazer manual possa coexistir com inovação, arte e tecnologia sem perder sua essência. Ao olhar para as peças, quais memórias ou afetos você deseja evocar no espectador, e que tipo de diálogo você gostaria de criar entre o seu pensamento criativo, o passado artesanal e o futuro da moda? Eu gosto da ideia de que as pessoas reconheçam algo familiar, mas ao mesmo tempo não consigam definir exatamente o que é. O crochê ativa memórias muito afetivas e coletivas: a casa, a avó, o cuidado, o tempo lento. Mas eu tento deslocar essas referências para um lugar inesperado, mais contemporâneo, mais escultórico e até futurista. Meu desejo é criar uma ponte entre ancestralidade e invenção. Mostrar que tradição não significa algo parado no passado. Pelo contrário: ela pode ser um território extremamente radical e inovador quando revisitamos essas técnicas com outro olhar. Por fim, se seu trabalho fosse uma narrativa, qual seria o ponto, desfecho ou o convite silencioso que você deixaria para quem visualiza ou deseja suas obras? Talvez o convite seja desacelerar o olhar. Entender que existe beleza no tempo das coisas, na construção manual, na delicadeza e também na imperfeição. Meu trabalho fala muito sobre transformação. Sobre como fios, resíduos, materiais esquecidos e até histórias marginalizadas podem ganhar novos significados através das mãos. Então, se existe um desfecho, talvez ele esteja justamente nessa possibilidade de reconectar as pessoas com algo mais humano, sensível e essencial. Imagens incríveis cedidas por Danilo Sorrino

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Sou de Algodão e a chance para Casa de Criadores

Concurso abre inscrições para 2026 e convoca talentos de todo país para apresentarem coleções naturais e que valorizam o Brasil Estão abertas as inscrições para o Concurso Sou de Algodão, uma das iniciativas mais relevantes da Casa de Criadores voltadas à descoberta e valorização de novos estilistas no Brasil. Em 2026, o projeto reforça seu compromisso com a moda autoral, o uso do algodão brasileiro e a construção de narrativas criativas alinhadas à sustentabilidade e inovação. Ao longo das últimas edições, o Sou de Algodão revelou talentos como Lucas Caslú (2024/2025), Guilherme Dutra (2022) e Mateus Cardoso (2019). Na edição mais recente, a aluna do Instituto Federal de Brasília (IFB), Júlia Theófilo foi uma das finalistas. Mais do que uma competição, o concurso funciona como uma vitrine de visibilidade, amadurecimento e conexão com a indústria. Para os criadores de Brasília, o momento é estratégico. A capital tem uma cena autoral potente e diversa, ainda sub-representada em concursos nacionais desse porte. Participar do Sou de Algodão é uma oportunidade de ocupar espaço, ampliar repertório e colocar o DF no radar da moda brasileira. As inscrições já estão abertas e o regulamento completo pode ser conferido nos canais oficiais da Casa de Criadores e do movimento Sou de Algodão, ou no soudealgodao.com.br  Fotos: Divulgação

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Claudia Matarazzo cria moda para mulheres executivas

Expert em comportamento e boas maneiras, A badalada Cláudia Matarazzo se junta a marca feminina para criar coleção Quando se fala em elegância no Brasil, o nome dela é um dos primeiros de qualquer lista. Com ampla experiência em cerimonial no Governo de São Paulo, Claudia Matarazzo aceitou o desafio de criar uma mini-coleção de roupas para mulheres executivas que, como ela, têm uma rotina intensa. Ela desenhou quatro opções que, combinadas, recheiam com praticidade, e de forna compacta, uma mala de bordo para uma viagem a trabalho. E compõem figurinos do dia a dia. As criações são um vestido envelope, um sueter esporte fino, um cachecoeur e um casaco leve, com fios metalizados, para os compromissos after work. “São peças versáteis e confortáveis, clássicas e atemporais, para todas as estações do ano. Trazem a praticidade da malha elaborada com a elegância sem frescura”, diz ela. A coleção foi produzida pela griffe Bonneterie. O lançamento, em São Paulo, esgotou a primeira edição. Em breve, Claudia Matarazzo deverá lançar a coleção em Brasilia. Fotos: Divulgação

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Bastille conquista brasilienses no Mezanino

Marca paulista investe em moda de identidade, veio à cidade para lançar cápsula de verão a convite de Rafael Godoy Uma marca que nasceu em 2011, na fervorosa São Paulo, ali pela região que abraça as Ruas Benedito Calixto, Augusta e Avenida Paulista, ou seja, na prateleira mais cultural e intensa do país. Aí já se vão 12 anos com muitas histórias pra contar. A Bastille está atenta aos ventos que o tempo traz e insere essências ricas, pessoais, além de modernidade e conforto para atender a um público que hoje não se expressa mais pelo gênero, mas que opta sempre por estar vivendo em plenitude. O Mezanino, na Torre de TV, que já virou um point de novidades para a geração modernosa e conectada abraçou a marca e ofereceu a oportunidade de vivência da label para brasilienses, que puderam conferir de perto o frescor e a identidade da marca cosmopolita, que abrange, com carinho qualquer tipo de público em pop up exclusiva. Entre tricôs, linhos e estampas exclusivas, as modelagens amplas que vestem qualquer corpo sem distinção de tamanho ou formato a coleção Resgate, que traz de volta um apanhado do que a marca apresentou na última década pelas mãos criativas do estilista Rafael Shima, com todos aparato de suas irmãs Tatiana e Daniele e do fiel escudeiro André Souza. Uma empresa familiar, mas como os novos tempos, com formato diferente do habitual pai, mãe e filhos herdeiros. Siga: @usebastille @meza.nino Fotos: Guilherme Kapanema/Divulgação  

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Em Sampa, CasaCor é certificada como Lixo Zero

Mostra recebeu certificação a Zero Waste International Alliance (ZWIA) por meio do Instituto Lixo Zero Brasil A CASACOR São Paulo recebeu, pelo terceiro ano consecutivo, o Certificado Lixo Zero, com impressionante índice de 99,7% de desvio de aterro e nota A em boas práticas. Respeitando a metodologia estabelecida pela Zero Waste International Alliance (ZWIA) por meio do Instituto Lixo Zero Brasil, a auditoria teve como objetivo avaliar a aplicação da hierarquia Lixo Zero, tanto com base nos documentos enviados quanto na visita in loco. A preocupação com a redução de resíduos foi uma constante na organização do evento. Nesta edição, incentivou-se o uso de lonas plásticas no contrapiso para diminuir a aderência da argamassa, possibilitando que os pisos sejam removidos sem quebras durante a desmontagem. Dessa forma, podem ser reaproveitados em outras obras ou doados. O mesmo acontece com móveis, portas, espelhos, vidros e outros, evitando descarte. Os resíduos gerados na edição 2022 equivalem a 4 dias de produção em uma cidade de 210 mil habitantes. Os cálculos foram baseados nas 875 toneladas geradas pela mostra no ano anterior, sendo que nenhuma dessas toneladas foi enviada para aterro sanitário. Entre outras medidas adotadas pela organização estão também as obras secas, economia e reutilização de recursos hídricos, economia de energia, coleta seletiva, programa de reciclagem e destinação adequada.   “O evento CASACOR São Paulo é um grande laboratório que nos permite experimentar inovações com criatividade sempre associadas às melhores práticas sustentáveis. Esperamos que esta conquista seja inspiração para todo o mercado”, afirma Darlan Firmato, Gestor de Sustentabilidade da mostra. Segundo Matheus Peçanha, do Certificado Lixo Zero, “a Casacor vem se mostrando, além de uma mostra de arquitetura, um case de sustentabilidade e ESG em muitas frentes, sendo uma referência hoje. Fazer e manter uma gestão de resíduos de maneira eficiente é um grande desafio, que tem sido contornado com grande maestria”. A conscientização de arquitetos, designers de interiores e paisagistas, além do reforço de parceiros como Ciclo – que cuida da Gestão de Resíduos e Carbon Free – responsável compensação de carbono do evento, aliadas ao acompanhamento constante da direção do evento, fez com que a CASACOR evoluísse até o estágio atual. De acordo com Vicenzo Zaratin, da Ciclo, “um dos principais pilares deste evento é a sustentabilidade. Por isso, desde sempre foi inegociável nossa meta de não agredir o meio ambiente no país. A metodologia lixo zero foi uma ferramenta importante, e sua certificação representa a validação de que a CASACOR, mais uma vez, permanece no caminho certo.” Fotos: Divulgação

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Inscrições abertas para projeto sustentável Costurando o Futuro

Projeto conta com apoio do Instituto Focus Têxtil e pretende fomentar mercado de moda com desenvolvimento de criações com foco na sustentabilidade e reformulação via upcycling A edição 2023 do Costurando o Futuro, projeto que visa o desenvolvimento de comunidades por meio do empreendedorismo em costura, está com inscrições abertas. A iniciativa oferece 160 vagas gratuitas para as formações, que serão realizadas presencialmente duas vezes por semana no bairro do Bom Retiro, em São Paulo, e ministradas por professores da Faculdade Santa Marcelina. As formações incluem desde corte e costura, design sustentável (upcycling), planejamento de negócios, vendas, marketing, atuação em rede, entre outras, possibilitarão ao aluno aprender e desenvolver competências relativas às operações da costura em ambiente industrial, ateliês de moda e oficinas de costura. Parte dos produtos é feita com tecidos automotivos doados pelo Grupo Volkswagen e fornecedores, como revestimentos de bancos e cintos de segurança. O curso tem curadoria e participação do estilista brasileiro Walter Rodrigues e também da designer uruguaia, Agustina Comas, que já levou sua marca para as passarelas do Brasil Eco Fashion Week e foi premiada na categoria “Inovação e Tecnologia” pelo Prêmio Fashion Futures em 2021. Além da capacitação técnica, os formados poderão integrar a rede Costurando o Futuro, grupo de costureiras e costureiros da Região Metropolitana de São Paulo acompanhados pela Fundação Grupo Volkswagen, entidade que fundou o projeto em 2009. Informações e inscrições pelo site: https://www.institutofocustextil.com.br/costurandoofuturo Fotos: Divulgação

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Lollapalooza começa com line up estrelado e novidades

Mesmo com polêmicas envolvendo o festival, o dia promete ser de muita festa e diversidade As expectativas para o Lollapalooza 2023 estão elevadas. O festival é mundialmente reconhecido pela qualidade de suas apresentações e grandes artistas compõem o lineup. O evento começa essa sexta-feira, dia 24, e promete surpreender o público com grandes performances musicais e diversas atividades de entretenimento que serão realizadas no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. No primeiro dia do festival, teremos a oportunidade de assistir a apresentações de artistas aclamados como Billie Eilish, Lil Nas X, Kali Uchis e Conan Gray, que prometem agitar os fãs. O Festival contará com diversos pontos de alimentação, lojas de merchandise, espaços de relaxamento e outras atrações que garantem uma experiência única para o público. O festival conta com quatro palcos com o que tem de mais quente na música e muitas, mas muitas experiências para você curtir. O evento ocupa os 600mil m² do Autódromo de Interlagos em São Paulo com música, arte, gastronomia, moda e muito mais.  Artistas nacionais também movimentam o primeiro dia de evento. Teremos a presença de Pedro Sampaio, AnaVitória, Black Alien, Planta & Raiz, Gab Ferreira, BABY, Aliados, Aline Rocha, Brisa Flow e Curo. O festival ocorre durante três dias, de sexta (24) a domingo (26), e os preços dos ingressos variam de R$ 1.300 para um dia de evento até R$ 5.300 para pacotes mais luxuosos que garantem acesso aos três dias de shows e áreas VIPs, com cadeiras de massagem e outros benefícios. Como foi o Lollapalooza 2022? O Lollapalooza Brasil de 2022 recebeu mais de 300 mil pessoas ao longo do final de semana. O festival contou com apresentações de artistas nacionais e internacionais, como Post Malone, Billie Eilish e Foo Fighters. Os ingressos para os três dias do evento esgotaram em poucas horas após o início das vendas.  De acordo com a organização, a nona edição do festival teve público recorde, com 112.655 pessoas presentes no primeiro dia.  Os principais artistas de 2022 foram Billie Eilish, Lil Nas X e Drake. No ano passado, o festival movimentou mais de R$ 400 milhões, de acordo com a prefeitura de São Paulo. Escândalo no Lollapalooza Na semana que acontece o evento, foi flagrado trabalhadores em condições de trabalho análogas à escravidão. Os trabalhadores são responsáveis por montar e desmontar a estrutura do evento, sendo contratados por empresas terceirizadas. Eles estavam trabalhando sem carteira assinada, sem equipamentos de proteção individual, em alojamentos precários e com jornadas de trabalho exaustivas, chegando a trabalhar mais de 15 horas por dia.  Os trabalhadores eram submetidos a condições degradantes e foram encontrados vivendo em alojamentos sem condições básicas de higiene e segurança, como banheiros em péssimo estado e quartos superlotados. O Ministério Público do Trabalho (MPT) está investigando o caso e a prefeitura de São Paulo afirmou que irá fiscalizar as empresas contratadas para o evento.  O Lollapalooza Brasil se manifestou dizendo que repudia qualquer forma de trabalho escravo e que está tomando medidas para que isso não ocorra novamente. A organização do festival afirmou ainda que não tem relação direta com as empresas terceirizadas, mas que irá exigir que todas as empresas envolvidas no evento cumpram as leis trabalhistas. O que esperar da 10ª edição do evento O Lollapalooza 2023 promete ser um espetáculo de diversidade, reunindo artistas de diferentes gêneros musicais e atraindo um público plural e engajado. A grandeza do evento se dá também pela importância de alguns dos artistas confirmados para o festival, como Billie Eilish, Kendrick Lamar e Tame Impala (imagem abaixo), que têm marcado presença no cenário musical mundial nos últimos anos. Após um período de isolamento social decorrente da pandemia de Covid-19, a retomada dos eventos presenciais se torna um marco na volta à normalidade. Assim, o Lollapalooza se prepara para oferecer uma experiência inesquecível para o seu público. Ao longo dos anos, o Lollapalooza tem se consolidado como um espaço de celebração da música e da cultura, conectando pessoas de diferentes origens e estilos de vida em torno de uma paixão em comum. A diversidade, portanto, é um dos pontos fortes do festival, que proporciona a oportunidade de conhecer novas sonoridades e artistas, além de vivenciar um ambiente de liberdade e descontração. Com a confirmação de algumas das atrações mais esperadas pelos fãs da música, o Lollapalooza 2023 se torna um evento ainda mais aguardado e promete ser um dos marcos da retomada dos eventos presenciais no Brasil. Para aqueles que não conseguirem ir ao evento presencialmente, há a opção de assistir aos shows ao vivo pela internet. A transmissão ao vivo será feita pelo canal Multishow e pelo Globoplay. Para quem não puder assistir às apresentações ao vivo, é possível acompanhar os melhores momentos do festival através do canal oficial do Lollapalooza Brasil no YouTube, onde serão postados vídeos com os destaques do evento. Fotos: Divulgação

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