Carol Valença lança a Liquidecora 2025

Mix de exposição e liquidação acontece ao longo de cinco semanas no Casapark para inspirar todo mundo a renovar o décor de seus lares com descontos de até 50% em móveis e acessórios Com um happy hour que reuniu cerca de 200 convidados entre arquitetos, designers, lojistas e seus convidados, na última quinta-feira (16), Carol Valença capitaneou a inauguração da Mostra Liquidecora Casapark + Casapark Prime Janeiro 2025, dando assim início à campanha do já tradicional período de promoções, o Liquidecora Casapark com descontos de até 50%. Serão 37 dias para aproveitar a liquidação de início de ano das lojas do Casapark, com preços e condições de pagamento favoráveis, pronta entrega e frete gratuito. Acompanhando o lema da campanha “Liquidecora: Descontos para uma casa inspiradora“, a Mostra Liquidecora + Casapark Prime traz ambientes criados por seis escritórios de arquitetura e design de interiores premiados pelo Programa de Relacionamento do shopping. Na Praça Central, os profissionais apresentam espaços com dicas e soluções criativas para as diversas formas de morar com móveis e acessórios com descontos especiais. Até 23 de fevereiro, o público poderá conferir nas lojas do shopping as peças em promoção indicadas com a etiqueta do Liquidecora Casapark. E nas redes sociais do Casapark (@casapark), onde serão apresentados alguns achados imperdíveis com dicas do Casapark e dos lojistas. Mostra Liquidecora Na Praça Central do Casapark, seis escritórios de arquitetura e design de interiores premiados pelo programa de relacionamento do Casapark estreiam na Mostra Liquidecora + Casapark Prime. Participam da mostra Fernanda Lettieri Arquitetura (Living), Alessandra Moussa (Sala de Estar), Olivia Lannes Arquitetura (Quarto de Casal), Giovanna Leal Arquitetos (Varanda Gourmet), Ana Paula Ribeiro Arquitetura (Home Office) e Ruan Braga Arquitetura e Interiores (Loft de Solteiro) criaram ambientes contemporâneos e inspiradores com produtos em promoção nas lojas do Casapark. “A mostra é organizada em torno das mais variadas formas de viver a casa, com sugestões e dicas para aproveitar melhor os produtos em promoção”, afirma Carol Valença, gerente de marketing do Casapark. “A cada edição, analisamos as tendências no morar e buscamos formas de atender às demandas do mercado. Nesta edição incluímos na mostra Liquidecora o Loft de Solteiro. Essa é uma tendência mundial do setor imobiliário que oferece unidades para uma pessoa ou casal sem filhos”, ressalta a gerente. “A mostra é também uma boa oportunidade para o público conhecer o trabalho dos profissionais da arquitetura e do design de interiores, que ajudam a fazer escolhas mais acertadas, levando em consideração os desejos e as necessidades de seus clientes”, completa Carol. A Mostra Liquidecora fica em exibição na Praça Central do shopping até o dia 23 de fevereiro, com visitação de segunda a sábado, das 10h às 22h, e domingo, das 12h às 20h. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos. Confira abaixo cliques de quem andou #PERAMBULANDO nesse happening para lá de disputado em cliques de César Rebouças:

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A arte indígena de Vinícius Vaz

Em sua primeira mostra individual, artista reune personalidades em noite de badalado coquetel no coração da capital federal   Na última quinta-feira (28), um coquetel, exclusivo para convidados, marcou a abertura da primeira exposição individual do artista plástico indígena Vinícius Vaz, na galeria Mercato + Antiguidade + Design, localizada no icônico complexo Conic, no coração de Brasília. Intitulada “A História que o Brasil Não Conta”, a mostra, com curadoria de Antonio Aversa, reúne 16 pinturas impactantes que dão voz a personagens e temas frequentemente ignorados pelos livros de história. A noite foi prestigiada por figuras ilustres como embaixadores e figuras do meio artístico e a atriz brasiliense Maria Paula Fidalgo. Quem também marcou presença foi a primeira deputada federal indígena, Célia Xakriabá (PSOL-MG), da mesma etnia do artista, os Xacriabás, que destacou a importância do trabalho de Vinícius na valorização da história e cultura indígena. Os cerca de 100 convidados tiveram a oportunidade de dialogar com o artista sobre as narrativas que inspiram suas obras. Um dos destaques da exposição é a poderosa “Guernica Tupiniquim”, que retrata o brutal assassinato do indígena Galdino, queimado enquanto dormia em um ponto de ônibus na 703 Sul, em Brasília — um episódio que ainda ecoa como símbolo da violência contra os povos originários. A História que o Brasil Não Conta estará aberta ao público até o dia 28 de fevereiro de 2025. As visitas podem ser agendadas pelo Instagram @espacomercato ou pelo telefone (61) 99914-8208. Confira quem prestigiou o evento pelos clicks de JP Rodrigues:

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Brasília, a arte do planalto

FGV Arte e IDP inauguram mostra que reúne mais de 300 obras de cerca de 150 artistas, sobretudo mulheres como Maria Martins, Marianne Peretti e Daiara Tukano Inaugurada na última quarta-feira (25), no Museu Nacional da República, a exposição Brasília, a arte do planalto traz um olhar sui generis sobre a capital federal como um lugar do feminino, que parte da inspiração de Vera Brant, um nome que atravessa a história nacional a partir da criação de Brasília até a produção artística contemporânea brasileira. Com curadoria de Paulo Herkenhoff e cocuradoria de Sara Seilert, a mostra é realizada pela FGV Arte (espaço experimental e de pesquisa artística da Fundação Getulio Vargas), em parceria com o Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), e fica aberta para visitação gratuita até o dia 24 de novembro. Segundo o curador, a escritora Vera Brant (1927-2014), mineira de Diamantina que mudou-se para Brasília em 1960, foi tecelã de uma importante rede social que uniu JK, Niemeyer, Athos Bulcão, Darcy Ribeiro, Wladimir Murtinho, UnB, Gilmar Mendes, Zanine Caldas, Rubem Valentim e Galeno. “Ela foi o primeiro e generoso periscópio para enxergar Brasília como uma rede extratemporal e extraterritorial”, conta Herkenhoff. Essa mobilidade de Vera Brant por campos de ação tão variados serviu como um guia para o grupo curatorial perceber que Brasília, além do campo predominantemente masculino do poder, é uma cidade feminina. “A exposição reforça o feminino a partir do grupo de mulheres escultoras da capital federal, como Maria Martins, Mary Vieira e Marianne Peretti. É interessante também como o discurso sobre a arte em Brasília é feito predominantemente por mulheres”, instiga o curador. As obras de Maria Martins, por exemplo, estabelecem um forte diálogo com esse espaço feminino na arte, rejeitando o papel de subserviência e colocando a mulher em uma condição de corpo desejante. Entre outras artistas presentes na exposição, estão Adriana Vignoli, Daiara Tukano, Raquel Nava, Clarice Gonçalves, Camila Soato, Maria Bonomi, Severina, Maria do Barro, Adriane Kariú, Alessandra França, Regina Pessoa e Zuleika de Souza. Brasília, a arte do planalto expande também seu olhar para os tempos atuais e a arte que é feita no Centro-oeste, mais especificamente nesta região do planalto central brasileiro, onde há mais de sessenta anos foi instalada a nova capital. “Na exposição, nós aproveitamos para fazer uma referência às mulheres indígenas, com suas técnicas tradicionais de cerâmica, porque cabia à elas fazer cerâmica nos povos originais instalados no Centro-Oeste”, diz Herkenhoff. De fato, a ideia que direcionou a mostra foi a de reproduzir uma grande festa do olhar, mostrando que a capital federal, que não se reduz à sua esfera política, é intensa, ampla e surpreendente. “Essa mostra significa também um encontro entre dois olhares curatoriais. Porque agora nós unimos os olhares da Sara Seilert com o meu. Então nós buscamos produzir um olhar sobre Brasília. Assim, já não é mais apenas um olhar de fora”, afirma o curador. Desdobramentos contemporâneos Com uma quantidade impressionante de artistas, desde os já consagrados no mercado da arte até os contemporâneos, a mostra reúne mais de 300 itens. Sucedendo Brasília, a arte da democracia, exposição realizada no Rio de Janeiro de abril a agosto deste ano, a nova mostra retrata a história da cultura artística do planalto, sua diversidade e complexidade e seus desdobramentos atuais. Enquanto a exibição carioca tratava da passagem da capital federal do Rio de Janeiro para Brasília, junto da consolidação das estruturas republicanas, a que está exposta no Museu Nacional da República aborda a dimensão estética do surgimento de Brasília, entendida como uma obra de arte coletiva. Ao mesmo tempo, põe em destaque um elenco de agentes culturais da capital e das cidades-satélites. “A vinda da exposição para o Museu Nacional da República contou com a minha participação na ampliação da abordagem dessa possível narrativa da história da arte brasiliense. Então, ganhamos espaço para a inclusão de novos artistas e eu incluí algumas obras do acervo do Museu Nacional da República, que é uma instituição que cresceu e floresceu junto a essa produção artística contemporânea”, avalia Sara Seilert. A exibição conta com documentos históricos, como o diploma de candango – conferido aos operários que levantaram a nova cidade por Juscelino Kubitschek, presidente do Brasil de 1955 a 1961, responsável pela construção de Brasília e a transferência do poder do Rio de Janeiro para o planalto central; o croqui do plano piloto assinado por Lúcio Costa; e o manuscrito de Oscar Niemeyer sobre o monumento JK. Esse projeto representa, segundo Sara, “a diversidade da arte contemporânea do Distrito Federal”, assim como o seu processo histórico e espontâneo. A ideia é que, ao visitar a mostra, o público se sinta convidado a compreender a região geográfica em toda a sua potência criativa. Veja uma pequena parcela do que a exposição oferece enquanto experiência, clicando neste link. Artistas [ordem alfabética]: Adriana Vignoli; Adriane Kariú; Adriano e Fernando Guimarães; Ailton Krenak; Alberto da Veiga Guignard; Alessandra França; Alexandre França; Alfredo Ceschiatti; Alfredo Fontes; Alice Lara; Antonio Obá; Athos Bulcão; Bené Fonteles; Benjamin Silva; Bento Viana; Bernardo Figueiredo; Betty Bettiol; Bruno Faria; Bruno Giorgi; Bruno Jungmann; Caio Reisewitz; Camila Soato; Candida Hofër; Carpio de Moraes; César Becker; Chico Amaral; Christus Nóbrega; Cildo Meireles; Clarice Gonçalves; Dadá do Barro; Daiara Tukano; Danyella Proença; Davi Almeida; Dirceu Maués; Edu Simões; Elder Rocha; Evandro Prado; Evandro Salles; Fayga Ostrower; Fernando Lindote; Francisco Galeno; Frans Krajcberg; Fred Lamego; Fulvio Roiter; Gabriela Biló; Gaspari Di Caro; Gê Orthof; Glênio Bianchetti; Gregório Soares; Grupo Poro; Gu da Cei; Guy Veloso; Hal Wildson; Hassan Bourkia; Helô Sanvoy; Hugo França; Isabela Couto; Ismael Monticelli; João Angelini; João Trevisan; Joaquim Paiva; Jonathas de Andrade; Josafá Neves; José Ivacy; José Roberto Bassul; Juvenal Pereira; Kazuo Okubo; Kurt Klagsbrunn (foto de capa – Palácio do Alvorada, s.d.); Lêda Watson; Leo Tavares; Leonardo Finotti; Lina Bo Bardi; Luciana Paiva; Lucio Costa; Luiz Alphonsus; Luiz Mauro; Marcel Duchamp; Marcela Campos; Marcio Borsoi; Maria Bonomi; Maria do Barro; Maria Martins; Marianne Peretti; Mary Vieira; Miguel Rio Branco; Milan Dusek; Milton Guran; Milton

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“Natureza Urbana” em cartaz no CCBB

Em cartaz até 20 de outubro, exposição que promove intercâmbio entre artistas brasileiros e bielorrusso é um verdadeira ode à relação harmoniosa entre o homem e a natureza   O movimento cultural Vulica apresenta “Natureza Urbana”, até 20 de outubro, no Centro Cultural Banco do Brasil – Brasília. O festival reúne artes urbanas, graffiti e bioarte em busca do equilíbrio entre as pessoas, suas cosmologias e o meio ambiente da cidade. Uma plataforma de diálogo intercultural entre artistas internacionais e brasileiros de diferentes cidades e etnias, que celebra a sabedoria dos povos originários e a diversidade das abordagens artísticas. “Natureza Urbana” propõe intercâmbios criativos em busca do mundo que sonhamos. A programação inclui exposições, intervenções artísticas interativas, performances, oficinas e bate-papos que buscam equilibrar diferentes visões de mundo. Entre as linguagens exploradas, destacam-se: graffiti, pintura, lambe-lambe, stencil, land art, bioescultura e meditação. Comprometido com a sustentabilidade ambiental, social e econômica, o projeto utiliza técnicas inovadoras de produção, desde o manejo responsável de resíduos até o uso de tintas à base de água, resinas e pigmentos naturais. Essas práticas são acompanhadas por uma linguagem positiva, engajamento comunitário, acessibilidade e celebração da diversidade. Os artistas convidados são experimentalistas comprometidos com esses ideais. A expressão artística de cada um contribuirá para a criação do Manifesto “Natureza Urbana”. A curadoria realizada por Mila Kotka e Nina Coimbra apresenta obras de ECHO (Belarus), Daiara Tukano (DF), Ramon Martins (SP), Adriane Kariú (DF), André Morbeck (GO), Bazinato (Belarus), Dante Horoiwa (SP), Mateus Dutra (GO), Mila Kotka (Belarus), Nina Coimbra (DF), Onio (DF), Thiago Alvim (MG), e Thiago Toes (SP). Esse caleidoscópio de artistas utilizará diversas técnicas para apresentar tanto obras prontas quanto novas criações ‘site specific’, transformando o CCBB Brasília em um espaço de criação e experimentação antes mesmo da abertura oficial do espaço expositivo, convidando o público a participar ativamente dessa evolução. O projeto “Natureza Urbana” nasce do movimento cultural Vulica Brasil, com patrocínio do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Se quiser um spoiler extra, veja aqui o Reel feito pela coluna #PERAMBULANDO! O Movimento Vulica O projeto “Vulica”, que significa “rua” em belarusso, nasceu em Minsk e agora traz novo dinamismo ao CCBB da capital federal. O projeto “Natureza Urbana” integra as comemorações dos 10 anos do movimento artístico e festival Vulica Brasil, realizado cinco vezes em Minsk, Belarus, de 2014 a 2019. Durante esses anos, mais de 50 murais de grandes proporções foram legados à cidade, assim como esculturas, instalações, exposições e um plano urbanístico para a “Rua Brasil”, nome carinhosamente dado a ela pelos seus frequentadores. Essas iniciativas tiveram impacto significativo no desenvolvimento urbanístico da região, cujas repercussões perduram até hoje. Em Brasília desde 2020, Vulica realizou em 2022 o projeto de urbanismo tático Acorda, Conic!, desafiando moradores do Distrito Federal a criarem intervenções artísticas e urbanísticas no i-Cônic-o Conic. Diferentes mentes criativas de Brasília se reuniram em workshops e idealizaram mudanças positivas para o local. No ano seguinte, o CCBB Brasília foi palco do Imagine Skate Tour, com a participação do Vulica. Na ocasião, quatro murais foram pintados pelos artistas brasilienses Gurulino, Ramon Phantom, Omik e Corujito, além de serem ministrados workshops de spray com Siren e Gurulino, e de estêncil com o artista goiano Diogo Rustoff. Programação: 8 de setembro “Colagem Automática” – Oficina de Colagem com Onio (DF) Das 14h às 17h (Sugestão de faixa etária: 12+ anos) Número de participantes: 15 vagas por turma Local: Torre 01, em frente à Galeria 4 “BioArte Meditação” – Oficina de Criação de Símbolos Sacros com Elementos de Plantas Urbanas com Mila Kotka (Belarus) Das 14h às 17h (Sugestão de faixa etária: 16+ anos) Número de participantes: 10 vagas Local: Galeria 1 13 de setembro “Transformando Espaços Urbanos” – Oficina de Lambe-Lambe com Adriane Kariú (DF) Das 14h às 17h (Sugestão de faixa etária: 9+ anos) Número de participantes: 15 vagas Local: Torre 01, em frente à Galeria 4 20 de outubro Encerramento de “Natureza Urbana” com intervenções artísticas Das 14h às 17h (Livre) Local: Deck e Jardim Vamos lá? Natureza Urbana / Centro Cultural Banco do Brasil Brasília / até 20 de outubro de 2024 – terça a domingo, das 9h às 21h /Livre / Entrada franca – ingressos na bilheteria física ou bb.com.br/cultura / Infos: naturezaurbana.art – @vulicabrasil – @ccbbbrasilia  

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Gol de placa da CASACOR Brasília 2024

Com masterplan inédito, o maior evento de arquitetura e decoração da cidade (e do Brasil) acontece na Arena BRB Mané Garrincha. Vem aí a edição que, provavelmente, ganhará o título de tricampeã. Afinal, pela terceira vez consecutiva, a CASACOR Brasília acontecerá na imensidão que só a Arena BRB Mané Garrincha é capaz de proporcionar. Na coluna #PERAMBULANDO, o voto é de que este foi um dos spots mais bacanas e “diferentões”, desafiando os profissionais envolvidos a terem que sacar mão de doses extras de criatividade. Opiniões à parte, com o tema “De presente, o agora”, a 32ª edição do evento acontece entre 15 de agosto a 16 de outubro. E a previsão é de que cerca de 44 espaços tragam as tendências no quesito morar bem, com luxo e distinção. Na tarde dessa quinta-feira (04), cerca de 150 convidados, entre eles arquitetos, decoradores e designers, se reuniram com o trio que comanda a CASACOR local, Moema Leão, Sheila Podestá e Eliane Martins, para conhecer as surpresas que virão por aí. Com palestra imersiva do diretor de Conteúdo e Relacionamento da CASACOR, Pedro Ariel Santana, os presentes puderam entrar em contato com referências inspiradoras para concretizar ideias e transformar sonhos em realidade. Vale lembrar que “o nosso trabalho não pode se dissociar do mundo e das transformações que estão acontecendo”, observou Santana. “O tema é uma oportunidade para refletirmos sobre o futuro que queremos deixar para as próximas gerações e para o planeta. Precisamos valorizar as nossas raízes, a nossa ancestralidade e refletir sobre quais ancestrais queremos ser”, desafiou o diretor. Em tempo, o novo projeto da mostra em 2024 traz acesso e configuração inéditos. Ocupando dois andares da modernosa edificação esportiva que os brasilienses tanto amam, os ambientes margearão, de um lado, o interior que traz o gramado do estádio, e, do outro, Brasília e alguns de seus mais emblemáticos cartões-postais. A área total soma nada menos do que 7 mil m², e as obras de montagem terão início a partir de 3 de junho. As franqueadas da CASACOR Brasília pretendem superar o número de visitantes de 2023, que bateu na casa de 30.130 pessoas. Claro que os 40 eventos culturais e sociais que aconteceram por lá ao longo dos 66 dias de exibição também ajudaram a alcançar esta marca. Fiquem agora com mais cliques de quem passou por lá, pelas lentes de César Rebouças: Vem aí… 32ª CASACOR Brasília / Arena BRB Mané Garrincha / 15 de agosto a 16 de outubro / Classificação livre / @casacor_brasília

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Arte Bruta: A.R.L. Vida e Obra no CCBB

Antônio Roseno de Lima é o tipo de artista “desconhecido” que você precisa conhecer (e assim será) com exposição inédita e gratuita que chega a capital federal Atenção amantes da fotografia e das artes-plásticas, a exposição “A.R.L. Vida e Obra” – que está em cartaz no CCBB Brasília, a partir dessa terça-feira (02) – vai alugar um tríplex nas suas cabeças e corações. Podem confiar nessa dica da coluna #PERAMBULANDO, pois o espírito criativo de Antônio Roseno de Lima nos presenteia com obras coloridas e inquietantes nascidas a partir da sua condição de semianalfabeto e favelado, um reflexo da mais pura e encantadora arte bruta de um homem que sofria de doenças mentais, onde autorretratos, onças, vacas, galos, Santos Dumont, bêbados, mulheres e presidentes foram seus temas principais. Com visitação gratuita, até 22 de maio (mediante emissão de ingresso no site e na bilheteria física), esta é uma oportunidade para o público conhecer a produção desse artista outsider descoberto no final da década de 1980 pelo artista-plástico e professor doutor do Instituto de Artes da UNICAMP, Geraldo Porto, que também assina a curadoria da mostra. Residente da favela Três Marias, em Campinas (onde viveu de 1962 até sua morte em junho de 1998), Roseno expressava seus sonhos e observações do cotidiano através de suas pinturas, muitas vezes utilizando materiais improvisados encontrados no lixo: pedaços de latas, papelão, madeira e restos de esmalte sintético. Seu barraco era sua tela, onde cores vibrantes e figuras contornadas em preto ganhavam vida, revelando uma poesia visual única. Nas obras, as diversas aspirações do artista são representadas, mas uma delas se repete em toda a sua arte: “Queria ser um passarinho para conhecer o mundo inteiro!“ Com cores fortes, escrevia nos quadros: “Este desenho foi fundado em 1961“, referindo-se ao início de sua obra de desenho, pintura e fotografia. Mesmo sendo semianalfabeto, as palavras sempre fizeram parte de sua expressão poética, tarefa que cumpria com a ajuda de amigos e crianças do bairro pobre que escreviam e ele apenas copiava. Foi somente em 1991, que Roseno teve sua primeira exposição individual, também com curadoria de Geraldo Porto, na galeria de arte contemporânea Casa Triângulo, em São Paulo. Este foi o primeiro passo para seu nome chegar em galerias e edições especializadas no mercado europeu e norte-americano, além de provocar um certo burburinho nacional. Porém, pobre e doente, morreu em 1998, quando grande parte de seus trabalhos já estava em coleções de arte no Brasil e no exterior. Infelizmente, outra grande parte foi jogada no lixão pelo caminhão da prefeitura, chamado pela família para limpar a casa. Assim como Arthur Bispo do Rosário, A.R.L. faz parte desses “artistas virgens” ou “outsiders“, autores dessa “arte incomum” que, em alguns casos, são frutos de surtos psicóticos. Jean Dubuffet, por exemplo, refere-se a eles como “indivíduos sem condicionamento cultural, sem assistência profissional e sem conhecimento das tradições e da história da arte, que realizam uma operação artística quimicamente pura“. Para Geraldo Porto, Antônio Roseno “é sim um artista outsider, pela originalidade do seu processo criativo. Sua criatividade desconhecia limites entre fotografar, pintar ou escrever. Analfabeto, ele escrevia; fotógrafo, ele pintava; pintor, ele tecia. Pintava ‘para não ficar doente’. Um último spoiler antes de irem até o CCBB Brasília, é que a mostra está dividida em seis seções: Recortes da Cidade; Presidentes; O Fotógrafo; Frutos; Flores e Animais; Mulheres e Santas; e O Bêbado (a preferida deste colunista), onde está uma série de rostos de olhos embaralhados e alucinados pela bebida, trabalho que o projetou como artista no mercado internacional, se tornando sua marca registrada. Enfim, graças à exposição “A.R.L. Vida e Obra“, o público brasiliense vai poder conhecer melhor Antônio (um entre cinco irmãos), nascido em 1926, na cidade de Alexandria (RN). Aos 22 anos, ele decide sair da roça para morar na cidade, fazendo doce com sua madrinha. Aos 30 anos, largou o casamento com Cosma, com quem teve cinco filhos, para buscar melhores condições em São Paulo. Ali se dedicou à fotografia, antes de se estabelecer na favela Três Marias, em 1962, onde produziu a maior parte de sua arte ao lado de Soledade, companheira de quase quatro décadas, mesmo Roseno insistindo em repetir: “Nunca tive amor na vida“. #PERAMBULANDO pela arte bruta e primitiva A.R.L Vida e Obra / CCBB Brasília / Até 22 de maio, de terça a domingo – 9h às 22h / Retire antecipadamente o ingresso aqui ou na bilheteria física / Livre Fotos: Divulgação / Adriano Rosa

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MAB: JAPAN is in the HOUSE

Renomada instituição cultural paulistana inaugura exposição itinerante em Brasília como parte do seu programa de itinerância, iniciado em 2021, para fortalecer a cultura nipônica Existem certos acontecimentos que geram grandes expectativas independente do tempo que venham a se concretizar. Provavelmente, a chegada da Japan House São Paulo (JHSP) em solo candango tenha criado grande ansiedade em muitos dos amantes da cultura nipônica, agora não mais. Afinal, na noite dessa segunda-feira (26), foi inaugurada a mostra ‘DŌ: a caminho da virtude’ e que desvenda a história, técnica e a filosofia de algumas artes marciais japonesas. Cerca de 200 convidados compareceram ao vernissage que teve como palco o Museu de Arte de Brasília (MAB). Com visitação gratuita, a exposição segue em cartaz até 28 de abril. Ocupando 200 m² entre os pilotis do MAB, a mostra tem correalização da JHSP com a Embaixada do Japão no Brasil, apoio do Governo do Distrito Federal, da Pilot Pen e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa por meio do MAB. Já o seu projeto expo gráfico é de autoria do arquiteto Gero Tavares, que envelopou o espaço criando um ambiente minimalista, onde está instalada uma enorme estrutura de madeira que mais lembra os tradicionais Dojôs – lugares onde se treinam artes marciais japonesas como as nove modalidades ali representadas. Composta por fotos em grandes formatos, pictogramas, vídeos e textos, a exposição oferece aos visitantes a chance de desvendar a história, a técnica e a filosofia do Aikidō, Kendō, Karatedō, Judō, Sumō, Kyudō, Jukendō, Naginata e Shorinjikempō. Ao longo de sua temporada na capital federal, a mostra contará ainda com demonstrações de diversas artes marciais que serão coordenadas por Associações Nipo Brasileiras e esportivas locais, assim como aconteceu em sua abertura. Porém, a programação também prevê a realização de workshops para apresentar aos visitantes a história, técnicas e os princípios da filosofia DŌ (veja serviço no final desta matéria) que significa em japonês “caminho” ou “direção a ser seguida” e tem como significado a postura, o rigor e a autodisciplina. Já o termo “budō” refere-se ao treino da mente, da técnica e do corpo como um todo, visando à perfeita harmonia entre esses três elementos e a espiritualidade. Quanto ao evento de inauguração, vale destacar ainda que o serviço de buffet foi assinado pelo chef Cristiano Komya, do restaurante New Koto, que serviu inúmeras delícias da culinária japonesa, entre brindes de saquê. Confira abaixo mais alguns cliques feitos por este colunista/fotógrafo de algumas pessoas que passaram por lá: Curtiu? DŌ: a caminho da virtude, Japan House São Paulo / Museu de Arte de Brasília (MAB) / até 28 de abril de 2024 / Todos os dias, exceto terça-feira, das 10h às 19h / Entrada e classificação livres Demonstrações de artes marciais – Karatê, Judō, Aikidō, Kendō e Kyudō / De 2 de março a 28 de abril – sábados e domingos (exceto 30 e 31 de março), das 10h às 11h30 e das 14h às 15h30 da tarde / Entre os pilotis do MAB Programa Educativo / oficinas de brincadeiras e tradições japonesas / até 28 de abril, de segunda a sexta para escolas, abertas ao público aos finais de semana / a partir de 7 anos sem inscrição prévia com vagas preenchidas por ordem de chegada, 30 minutos antes de cada atividade Mais informações: @museudeartedebrasilia / @mediato.art / @japanhouse     Fotos: Gilberto Evangelista

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Coming soon: Do chão para o chão by Helena Lopes

Em exposição inédita, a artista visual Helena Lopes apresenta sua mais recente produção que reúne imagens digitais, impressões em fine art, vídeo projeção e textos, em um desdobramento de sua pesquisa sobre os processos de gravura e impressão. Anote na agenda: 21 de setembro, a partir das 19h, o Museu Nacional da República inaugura a mostra “Do chão para o chão”, de Helena Lopes com curadoria de Renata Azambuja e expografia de Gero Tavares. Na abertura, artista e curadora participam de uma roda de conversa e conduzem o público a uma visita à exposição e contará com tradução em Libras. Em exibição até o dia 19 de novembro, na Galeria 2 do Museu, a visitação é de terça a domingo, das 9h às 18h30.  A mostra é realizada com o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultural do Distrito Federal (FAC-DF). A exposição deriva de questões relacionadas à viagem que Helena fez em uma reflexão sobre as suas raízes, a sua ancestralidade, sobre colocar-se no lugar do outro. Em visita a Auschwitz, em 2019, ela imaginou como deveria ter sido a vida naquelas condições. Chão craquelado, com fendas, com diversas colorações. Identificou personagens e imaginou histórias, estabeleceu paralelos com a história de sua família, que migrou para o Brasil ainda na primeira metade do século 20. Ao retornar para o Brasil e para o seu ateliê, Helena começou a ver as imagens que produziu durante a viagem. Passou a transformá-las, manipulando-as com o Photoshop. Foi alterando a experiência original e reinventando as imagens, que se conectaram com os escritos relacionados às suas visões sobre o que viu e sentiu. “Só fui entender o circuito que fiz quando cheguei em casa. Surgiram os personagens mentais que se tornaram meus guias, aos quais depois dei nomes. Trabalhei os personagens mentalmente como se eu fosse uma arqueóloga que descobriu o objeto e cautelosamente vai retirando a Terra que está ao redor”, explica. “Em ‘Do chão para o chão’, Helena Lopes reúne realidade e ficção”, afirma a curadora Renata Azambuja. “Com dois tipos de narrativas, a visual de fotografias e vídeo e a dos textos manuscritos tirados de anotações de viagem, a artista imagina e inventa as histórias sobre a família dela e inventa as imagens a partir das fotografias do chão que fotografou”, continua. Desde os anos 1970, Helena Lopes trabalha com a gravura em metal como seu meio e o papel como suporte. Nos últimos anos, ela tem explorado novas modalidades de trabalhar a imagem pela impressão. “Helena é uma artista visual que se apropria da mídia digital, do uso do computador como suporte para transformar o seu frame na imagem final”, afirma Azambuja. Programação Durante o período da mostra, serão realizadas rodas de conversa com artistas e curadores que se relacionam com a produção de Helena Lopes. No dia 21 de setembro, na abertura da mostra, Helena Lopes e Renata Azambuja realizam uma conversa seguida de uma visita à mostra. No dia 7 de outubro, a conversa acontece com Ralph Gehre, seguido de Sérgio Fingermann, 20 de outubro, e Christus Nóbrega, em 11 de novembro de 2023. Com entrada gratuita, todas a rodas de conversa terão tradução em Libras. A programação da mostra estará disponível no instagram @helenalopes, @atelierhelenalopes e @museunacionaldarepublica.     Foto: Divulgação

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Todo mundo PERAMBULANDO por Portinari Raros… raríssimos!

Exposição que já está em cartaz na cidade promete te emocionar explorando diferentes facetas do grande artista que foi Cândido Portinari Começou nesta semana mais uma temporada incrível no CCBB Brasília que está recebendo, nada mais, nada menos do Portinari Raros (1903-1962), uma supermostra com cerca de 200 obras do mestre Candido Portinari, em formato físico e digital com curadoria de Marcello Dantas. O evento é gratuito (com retirada de ingressos gratuitos neste link). Já o vernissage para convidados, que aconteceu na segunda-feira (28/08), reuniu muita gente importante das esferas política, empresarial e do mundo das artes. A mostra conta ainda com uma instalação no Pavilhão de Vidro, onde acontecem projeções de imagens de tirar o fôlego, acompanhadas por uma trilha sonora original, em meio a sacas de café, batizada de Portinari Imenso. Outro detalhe importante, a ocasião também serviu para marcar a inauguração da nova galeria do CCBB, que fica no 1º andar do prédio principal, com cerca de 1.000 m². É lá onde estão quadros incríveis como Meninos com Balões (1951); A Morte Cavalgando (1955 – veja abaixo); e Baile na Roça (1923), a primeira obra do artista a participar de uma exposição, obra que ficou desaparecida por mais de 50 anos, encontrada pelo Projeto Portinari em 1980, pertencente a um colecionador particular (a foto que abre esta matéria). Não deixe de visitar e aproveitar (com bastante tempo) dos vídeos e das atividades interativas digitais disponíveis no local, pois são todos muito legais e instrutivos. Programe-se, pois Portinari Raros segue no CCBB até 11 de novembro, com visitação de terça-feira a domingo, sempre das 9h às 21h. Abaixo, alguns dos convidados presentes à abertura da expo, que contou com a presença de João Candido Portinari (84 anos),  filho de Candido. Fotos: Divulgação + Tomaz Turra

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Agosto, mas pode chamar de Mês da Fotografia

Com abertura de cinco exposições simultaneamente, Festival tem programação intensa para amantes da 8ª arte Foi dada a partida da 10ª Edição do Festival Mês da Fotografia, que chega neste ano com uma extensa programação, toda ela baseada no tema “Reencontros e suas Possibilidades”. Vale lembrar que, depois da pandemia, essa é a primeira vez que o evento acontece presencialmente e, como a saudade era grande, essa festa já chegou chegando com a abertura de cinco exposições ao mesmo tempo, além de uma belíssima projeção mapeada, tudo com pompa e circunstância de um vernissage in loco, na última quinta-feira (3), na Galeria Térreo do Museu Nacional da República. E se este colunista fosse resumir esse rolê em uma única palavra, diversidade seria o termo perfeito para traduzir os cliques democráticos presentes tanto da VIII Exposição Coletiva, bem como nas mostras Chão de Cores (do Coletivo Retratação); Afro Futuro (do Coletivo Jovens de Expressão); 1st Brazilian International Photography Circuit (dos Coletivos Fotoclubes); e Mosaico FotoDesejo, que ficarão abertas à visitação pública até o dia 10 de setembro. Então já pode ir PERAMBULANDO por lá a qualquer momento para conferir as mostras que, reunidas, somam mais de 120 imagens. A propósito, essas fotos foram as mesmas que fizeram parte da Projeção Mapeada que, como mostra essa reportagem, deixou a cúpula do Museu muito mais lúdica e encantadora na ocasião, magia que se repetirá na noite do próximo dia 19 de agosto, Dia Mundial da Fotografia. Então, se você perdeu esse meeting semana passada, já anota na agenda para não ficar de fora da próxima exibição. Inclusive, clicando neste link você acessa o site do Festival Mês da Fotografia e toda sua programação, que contará ainda com a abertura de outras exposições, palestras, shows, mercado de fotografia e muito mais. Este colunista classifica ainda como imperdível tudo o que está previsto para acontecer no Pavilhão Espaço da Fotografia Photo Experience + LAB, que será construído na área externa do Museu Nacional da República, com funcionamento entre os dias 16 e 20 de agosto. Por lá vão rolar os espaços FotoTEC, Mercado da Luz, Summit Experience, Art Meeting, além de bate-papos e workshops de diferentes temáticas e totalmente gratuitos. Vale destacar também alguns dos encontros como o do Igor Valter (que vai falar sobre NFTs no Mercado da Arte – 16/08); de Gilberto Lima (e o tema das Artes visuais, novas tecnologias e Inteligência Artificial – 17/08); e o do Mateus Morbeck (explicando as Artes Visuais Tecnologia e Inteligência Artificial – 18/08). Todas essas atividades se passarão no Auditório 2 do Museu Nacional. Para finalizar, anote por aí o Leilão de Fotografias com Coletivo Sebastianas, que contará com a participação da DJ Úrsula Zion, no palco principal do Pavilhão Espaço da Fotografia, no dia 20 de agosto. Essa será uma oportunidade para adquirir fotos bem legais para pendurar na parede da sua casa ou ambiente de trabalho, pois só vai ter foto linda!  Então #ficaadica e não deixe de acompanhar o perfil do Festival Mês da Foto no Instagram para dar aquela força e confira mais cliques de quem deu check na abertura das exposições com clicks exclusivos feitos por este colunista:     Fotos: Capa – Cristiano Costa / Expo e sociais – Gilberto Evangelista

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