Sindhobar: 63 anos e nova diretoria

Entidade celebra 63 anos e empossa nova diretoria para o ciclo 2026–2030. Celebrar a trajetória e renovar compromissos com o futuro. É com esse espírito que o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar) comemora, no próximo 17 de março, seus 63 anos de história, em uma cerimônia para convidados, que também marcará a posse da nova diretoria eleita para o quadriênio 2026–2030. Fundado em um período em que Brasília dava forma a sua identidade econômica e cultural, o Sindhobar acompanhou a construção da capital e se tornou uma das principais vozes de representação do setor de hospitalidade. Hoje, bares, restaurantes e meios de hospedagem compõem uma das cadeias mais dinâmicas da economia do Distrito Federal, reunindo cerca de 28,2 mil CNPJs e gerando milhares de empregos diretos e indiretos, além de impulsionar o turismo e o comércio local. Reconhecido como o sindicato mais antigo da base da Fecomércio-DF, o Sindhobar inicia um novo ciclo institucional pautado pela modernização, pela ampliação do diálogo com o poder público e pelo fortalecimento da rede de apoio aos empreendedores. A nova gestão assume com o desafio de ampliar a representatividade do setor e contribuir para a construção de políticas públicas que favoreçam o desenvolvimento sustentável da hospitalidade brasiliense. Reeleito presidente da entidade, Jael Antonio da Silva (foto acima) destaca que o novo mandato começa em um momento de debates relevantes para o setor. “Essa nova gestão do Sindhobar inicia seu mandato diante de importantes desafios, especialmente no contexto das discussões sobre a redução da carga horária e propostas de mudanças no modelo de jornada de trabalho. Ao mesmo tempo, contamos com uma diretoria que combina experiência, juventude e uma presença cada vez mais forte de mulheres. Essa diversidade de visões dá força a nossa atuação e nos dá a segurança necessária para defender o setor e enfrentar qualquer medida que possa gerar insegurança para quem empreende”, afirmou Jael. A cerimônia de aniversário e posse reunirá associados, autoridades e parceiros para celebrar, além da transição de gestão, mais de seis décadas de contribuição do Sindhobar para o desenvolvimento da gastronomia, do turismo e da hospitalidade em Brasília. Confira a nova diretoria eleita – gestão 2026–2030: Presidência Presidente: Jael Antonio da Silva Vice-presidente: João Alberto Ribeiro Pinheiro Vice-presidências setoriais Meios de Hospedagem: Antônio José Matias de Sousa Restaurantes, Bares e Similares: Alcioni Ricardo Peruzzo Diretoria Administrativa-Financeira Sun Chia Min Membros suplentes Filipe Pataro Vieira Nadim Haddad Valéria Farias Morais Ticiana Werner Thomaz Ibraim Anchieta da Silva Conselho Fiscal – Efetivos Antônio Francisco Parente Ribeiro de Carvalho Paulo Roberto Werlang Sun Tsai Tse Huei Conselho Fiscal – Suplentes Gisele Munhoz Ribeiro da Costa Miguel Rodrigues Galvão Carlos Eduardo Coelho Ferreira Delegados representantes Titulares: Jael Antonio da Silva; Sun Chia Min Suplentes: Valéria Farias Morais; Sun Tsai Tse Huei Fotos: Divulgação + Joana França (Capa)

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Foi dada a largada para a Jetour Bsb

Com coquetel prestigiado, marca chinesa promove noite de tecnologia e lançamento em sua nova concessionária na capital federal.   A JETOUR PRIMAVIA foi inaugurada na última quinta-feira, 12 de março. O evento marcou oficialmente a chegada da marca ao Complexo Primavia Aeroporto, no Lago Sul, em Brasília-DF. Com o conceito “Desperte sua sede por aventura”, a noite foi dedicada à apresentação do universo Jetour, com SUVs híbridos plug-in com espírito explorador, tecnologia de ponta e autonomia pensada para ir além das rotas tradicionais, revelando modelos aventureiros. No evento, os convidados puderam conhecer de perto os T1, T2 e S06, que chegam ao mercado brasileiro como parte da estratégia global da marca de expandir a presença com veículos eletrificados e de alta eficiência na capital dos veículos elétricos. No novo espaço, o público teve a oportunidade de explorar SUVs que estão redefinindo o conceito de mobilidade no segmento, com a linha de híbridos plug-in presentes no showroom e condições exclusivas de lançamento. Marca global, a companhia chinesa aposta na eletrificação e em soluções tecnológicas capazes de oferecer maior autonomia, sustentabilidade, eficiência energética e uma experiência de condução mais inteligente, combinando motor a combustão e motores elétricos em sistemas de última geração. Jetour é a mais nova marca do Grupo Primavia, nascido há 31 anos na cidade de Unaí, em Minas Gerais, e que desde então vem construindo uma trajetória marcada por crescimento, inovação e compromisso com a excelência. O que começou como uma operação local tornou-se uma das maiores redes de concessionárias do país, representando com orgulho marcas de prestígio como OMODA JAECOO, FIAT, RENAULT, NISSAN, JEEP, RAM, PEUGEOT, CITROËN, CHERY, YAMAHA, VENTURA EXPERIENCE, LEAPMOTOR e agora JETOUR. Com mais de 50 lojas distribuídas em 13 cidades nos estados de Minas Gerais, Goiás, Bahia, Tocantins e no Distrito Federal, o Grupo Primavia tem como objetivo agregar competitividade às concessionárias e proporcionar uma experiência de compra e atendimento diferenciada. O crescimento ao longo dessas três décadas é resultado de uma expansão sustentável e de uma gestão cada vez mais profissionalizada, pautada na busca constante por inovação e qualidade. Três décadas depois de sua fundação, o grupo segue em movimento, unindo tradição e modernidade, consolidando-se como referência no setor automotivo e reafirmando seu compromisso com a qualidade, a confiança e a satisfação dos clientes que impulsionam essa história de sucesso. Confira alguns dos convidados presentes nessa noite especial pelas lentes deste fotógrafo/colunista: Marcos Chain e Eliane Martins

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Saúde, arquitetura e qualidade de vida

Casapark Prime realiza o bate-papo que coloca o bem-estar como uma premissa da arquitetura e da decoração. Em março, o Casapark Prime, programa de relacionamento do Casapark, retoma os encontros com especialistas de diferentes áreas do conhecimento voltados para arquitetos e designers de interiores. No dia 18 de março, às 18h30, no Espaço Casa, acontece o Casapark Prime Talk “Quando a casa ajuda a dormir”. Realizado em parceria com o a Atlas Colchões, o evento reúne profissionais da saúde, arquitetura e bem-estar para discutir como o ambiente doméstico pode influenciar a qualidade do sono e contribuir para uma vida mais saudável. Participam do encontro Aliciane Mota, Carolina Colaço, Cristiane Coelho, Danuska Tokarski, Giovanna Leal, Ruan Braga e Sérgio Leite. Voltado principalmente para arquitetos e designers de interiores, o evento também é aberto ao público interessado no tema, mediante inscrição prévia e sujeito à disponibilidade de vagas. A entrada é gratuita e o espaço tem capacidade para 200 pessoas. As inscrições são feitas pelo Sympla. Para acompanhar a programação completa, acesse @casaparkprime e @casapark.   A conversa reúne profissionais de diferentes áreas que pesquisam e atuam diretamente com o tema. Participam a otorrinolaringologista Dra. Aliciane Mota, especialista em medicina do sono; a neurologista e médica do sono Carolina Colaço, professora de Neurologia da Universidade Católica de Brasília; a psicóloga Danuska Tokarski, certificada em Psicologia do Sono pela Academia Brasileira do Sono; e o fisioterapeuta Sérgio Leite, doutor em Ciências Médicas pela UnB. Também participam da conversa a empresária Cristiane Coelho, CEO da Atlas Colchões, com mais de 30 anos de experiência no desenvolvimento de soluções voltadas ao descanso e ao bem-estar, e os arquitetos Giovanna Leal, do escritório GL Arquitetos, e Ruan Braga, à frente do Studio Ruan Braga, que trarão a perspectiva da arquitetura e do design de interiores na construção de ambientes que favoreçam o descanso. A arquitetura e a ciência do sono têm se mostrado aliadas fundamentais na promoção do bem-estar e da qualidade de vida. O modo como os ambientes domésticos são concebidos — considerando aspectos como iluminação, ventilação, escolha de materiais e organização dos espaços — pode influenciar diretamente a qualidade do descanso e a recuperação do corpo e da mente. Ao integrar princípios da arquitetura com o conhecimento científico sobre o sono, é possível projetar casas que favoreçam rotinas mais saudáveis e contribuam para noites verdadeiramente reparadoras O talk “Quando a casa ajuda a dormir” acontece durante a Semana do Sono, promovida pela Associação Brasileira do Sono (ABS). O evento tem como objetivo levar à população informações qualificadas, novidades e as pesquisas mais recentes sobre a saúde do sono. Com o lema “Durma bem: viva melhor”, a Semana do Sono é realizada em diversos estados do Brasil. Sobre os participantes Aliciane Mota – Médica formada pela UFC, com especialização em Otorrinolaringologia pela USP–Bauru. Possui título de especialista em Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial pela ABORL e formação em Medicina do Sono pela ABORL e pelo Instituto do Sono para adultos, crianças e adolescentes. É membra titular da ABORL, da IAPO (Interamerican Association of Pediatric Otorhinolaryngology) e da Sociedade Brasileira do Sono. Carolina Colaço – Neurologista formada pela UFPR, médica do sono pela USP de São Paulo, membra titular da Academia Brasileira do Sono e professora de Neurologia da Universidade Católica de Brasília. Cristiane Coelho – Empresária e CEO da Atlas Colchões, com mais de 30 anos de experiência no segmento. Lidera a pesquisa e o desenvolvimento de colchões e acessórios da marca, unindo tecnologia, inovação e princípios da medicina do sono para promover mais saúde e bem-estar. Danuska Tokarski – Psicóloga pela Universidade de Brasília (UnB), certificada em Psicologia do Sono pela Academia Brasileira do Sono (ABS) e pela Sociedade Brasileira de Psicologia (SBP). É membro da Sociedade Brasileira do Sono, secretária da ABS-DF nos biênios 2022/23 e 2024/25, e possui formação em EMDR pelo IABAPT. Giovanna Leal – Arquiteta à frente do escritório GL Arquitetos, onde desenvolve projetos residenciais de alto padrão com abordagem autoral, unindo sofisticação, funcionalidade e a experiência do morar. Atua também como mentora de arquitetos, compartilhando processos e estratégias de gestão para escritórios de arquitetura. Ruan Braga – Arquiteto com mais de 20 anos de trajetória dedicada à arquitetura de alto padrão e fundador do Studio Ruan Braga. O escritório reúne um portfólio de projetos residenciais e comerciais marcados pelo equilíbrio entre estética e funcionalidade, com foco na escuta dos hábitos e da dinâmica de quem vive os espaços. Sergio Leite é fisioterapeuta formado pela UFRN, especialista em Fisioterapia Respiratória pela UnB, mestre em Ciências da Saúde pela UnB e doutor em Ciências Médicas pela mesma instituição. É também diretor da empresa Complemento SleepCare. Vamos falar de bem-estar? Casapark Prime Talks – “Quando a casa ajuda a dormir” / Com Aliciane Mota, Carolina Colaço, Cristiane Coelho, Danuska Tokarski, Giovanna Leal, Ruan Braga Sérgio Leite / Espaço Casa – Mezanino da Livraria da Travessa , Piso Superior, Casapark / Dia 18 de março – 18h30 / Ingressos no Sympla / Inscrição Gratuita / Siga: @casaparkprime e @casapark Fotos: Divulgação

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Se uma Brasília é gostosa, imagina duas!

Conheça Brasília em Dobro, a plataforma de descontos exclusivos que oferece mais de 200 cupons para comer em restaurantes, bares e cafés da cidade pagando um prato e ganhando outro. Que tal pagar por um prato e ganhar outro, totalmente de graça, nos melhores restaurantes, bares e cafés da cidade? Após o sucesso em várias capitais, o Brasília em Dobro chega ao Distrito Federal e promete movimentar o setor gastronômico local.  A iniciativa faz parte do Brasil em Dobro, um projeto nacional, criado pelos influenciadores Thigas e Mustache, que juntos somam mais de 2 milhões e meio de seguidores na área de gastronomia. Presente em 17 cidades, o app chega a Brasília para ampliar o circuito. Em cada localidade, o aplicativo tem um embaixador e aqui, ficou a cargo da Dani Carvalho, do perfil Onde Comer Brasília. “A ideia é incentivar as pessoas a comerem fora e conhecerem novos restaurantes. Você paga uma única vez e pode usar durante um ano”, explica Dani. O app Brasília em Dobro, disponível para Android e iPhone, reúne mais de 200 locais participantes com promoções válidas até 2027, um verdadeiro tour gastronômico pelos melhores estabelecimentos. Casas como Baco Pizzaria, Blend Boucherie, Cantina Gratinata, DOC Cucina, Dona Lenha, Dom Tango Parrilla, Ernesto Café, Italianíssimo, Ivv Swinebar, Izakaya Gaijin, Le Vin Bistrô, Mercado Del Puerto, Primitivo Churrasco, Sesconettos, Shoio Sushi, Solo Ristorante, Zaru Sushi, entre outras, estão na seleção do Brasília em Dobro. Funciona assim: você adquire o pacote completo por um valor único, com pré-venda agendada para às 20h do dia 12 de março a um preço promocional de R$ 99,90 e tem acesso a todos os cupons disponíveis, válidos até março do ano que vem. O valor é pago apenas uma vez, sem mensalidade. Depois é só escolher o restaurante no app, escanear o QR Code e validar o benefício. Para saber quais restaurantes participam do tour, basta baixar gratuitamente o aplicativo e acessar a área de cupons. Crie memórias com experiências incríveis! Serviço: Brasília em Dobro / Pré-venda: 12/03/2026, 20h, de R$ 129,90 por R$ 99,90 / Clique aqui para o site e neste link ou acesse o perfil no Insta Com informações da assessoria de imprensa / Fotos: Divulgação

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Hoje é dia de circo bebê!

Sob a lona, Brasília reencontra a magia do circo com a superprodução do Real Circo   Quem passa pelo estacionamento da Arena BRB Nilson Nelson já percebe que algo especial tomou conta do lugar. As lonas imponentes erguidas ali anunciam a chegada do Real Circo, que desembarcou em Brasília no último dia 6 de março com uma superprodução que mistura tradição circense, tecnologia de ponta e números capazes de arrancar suspiros — e alguns gritos de emoção — da plateia. Confesso: fui #PERAMBULANDO até lá para conferir de perto. E saí com aquela sensação rara de quem reviveu a magia do circo — aquela mesma que atravessa gerações e ainda consegue nos surpreender como crianças diante do picadeiro.   Reconhecido como a “Realeza Circense”, o Real Circo apresenta um espetáculo que vai muito além do modelo tradicional. Logo nos primeiros minutos, fica claro que o público está diante de uma experiência pensada para impactar: cenografia tecnológica, trilha sonora executada por banda ao vivo e um ritmo de apresentação que alterna humor, suspense e pura adrenalina. Entre os momentos mais aguardados está o impressionante Globo da Morte, conduzido por um piloto premiado internacionalmente que realiza uma façanha considerada única no mundo: o looping em pé e sem as mãos dentro da esfera metálica. Ao lado dele, a globista Raquel Brandão entra em cena com precisão e coragem, reafirmando o protagonismo feminino em um dos números mais radicais do circo contemporâneo. Como se não bastasse, o espetáculo ainda reserva um dos pontos altos da noite: as apresentações de freestyle motocross, com saltos que ultrapassam os 20 metros de altura e transformam a arena em um verdadeiro espetáculo aéreo. Outro diferencial da temporada em Brasília é a presença da banda ao vivo, que acompanha cada número em tempo real, conduzindo as emoções da plateia e ampliando a experiência sensorial de quem está ali. A estrutura também impressiona. São mais de 900 toneladas de equipamentos, quatro lonas importadas do México e um gigantesco painel de LED com mais de 120 metros quadrados, que substitui a tradicional cortina vermelha e permite criar diferentes ambientações ao longo do espetáculo. O resultado aproxima o picadeiro das grandes produções teatrais internacionais. Por trás de toda essa grandiosidade está a Família Brandão, responsável pelo Real Circo e guardiã de uma tradição que atravessa seis gerações dedicadas à arte circense. Há mais de duas décadas a companhia percorre o Brasil reinventando o picadeiro sem abandonar sua essência: humor, fantasia, emoção e aquele encontro afetivo entre artistas e público. E quem conduz essa ponte com maestria é o Palhaço Reizinho, figura central do espetáculo. Entre uma gargalhada e outra, ele cria uma cumplicidade imediata com a plateia, lembrando que o circo continua sendo, antes de tudo, um espaço de alegria compartilhada. Mais do que um espetáculo, o Real Circo oferece uma experiência completa — da recepção à grandiosidade da estrutura — transformando cada sessão em uma memória afetiva que atravessa gerações. Depois de assistir, fica fácil entender por que tanta gente sai dali sorrindo. Se depender da reação do público que encontrei por lá, o Real Circo tem tudo para conquistar Brasília. Então fica a dica: vale a pena #PERAMBULAR até o estacionamento da Arena BRB Nilson Nelson e se deixar levar por essa aventura sob a lona. Afinal, a temporada segue em cartaz na capital por tempo indeterminado, e algumas mágicas merecem ser vividas de perto. Para rir e se emocionar! Real Circo – Temporada Brasília / Estacionamento da Arena BRB Nilson Nelson / Todos os dias, exceto as quartas, às 20h; Sábados, domingos e feriados: 16h, 18h30 e 20h30 / Ingressos a partir de R$ 35 (meia-entrada) – Compre aqui ou na bilheteria física / Livre Fotos: Divulgação

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Não perca: Arranha-Céu Festival de Circo!

Entre os dias 5 e 8 de março, festival apresenta espetáculos solos e sessão de cinema circense no Espaço Renato Russo. O Espaço Cultural Renato Russo vai virar um grande picadeiro entre os dias 5 e 8 de março. A quarta edição do Arranha-Céu – Festival de Circo Atual apresenta ao respeitável público quatro espetáculos solos circenses, além de uma sessão de cinema com filmes desse universo mágico, oficinas e bate-papos. O mote “Solos e Picadeiros” traduz parte da complexidade da arte circense e a proposta do festival em 2026. A curadoria desta edição traz um olhar atento aos espetáculos solos como expressões potentes do circo, destacando a força do corpo como linguagem, criação e encontro. Aproveitando esta edição em formato mais intimista, o festival convida o público a se aproximar dessa dimensão mais próxima dos artistas, criando um espaço de troca mais sensível e direta com a plateia. As idealizadoras Beatrice Martins, Julia Henning e Maíra Moraes lembram que, na edição passada, o festival provocou o público sobre o lugar do circo. “Hoje, afirmamos que o lugar do circo é, antes de tudo, no corpo do artista e do público. É onde tudo começa e por onde o mundo se constrói”, assinalam as idealizadoras. “Esta edição do festival traz espetáculos solos, em que um único artista em cena reverbera o picadeiro inteiro em si e, mais perto da plateia, transforma o espetáculo numa troca ainda mais íntima e pulsante. A proposta é colocar uma lupa sobre a técnica do artista e a sua presença em cena”, completa Beatrice. Informações sobre retirada de ingressos para os espetáculos e para a sessão de cinema podem ser conferidas no site do coletivo Instrumento de Ver e no perfil do festival no Instagram. Espetáculos As apresentações serão no Teatro Galpão Hugo Rodas, no Espaço Renato Russo. Às 20h da quinta-feira (5/3) e da sexta-feira (6/6), a atriz e circense carioca Natasha Jascalevich convoca o público para participar de uma receita, revelando segredos fantásticos de sua comida ao longo do preparo. “Faminta” oferece uma experiência sensorial completa, onde a gula e a luxúria impulsionam a jornada da personagem em busca do prazer, misturando vivências pessoais com lendas afrodisíacas. O espetáculo é uma homenagem à potência feminina e ao seu poder de criação, expressos por meio de múltiplas linguagens: teatro, dança, música e um pouco de contorção. Natasha explora essas habilidades em cena, conferindo ao texto contornos ainda mais oníricos. Ainda na sexta-feira, às 19h, vestida de picadeiro e lona de circo, a baiana Lívia Mattos realiza um mini-circoncerto ambulante, com sua inseparável sanfona. Engolidora de notas e cuspidora de acordes,  “A Sanfonástica Mulher-Lona” equilibra-se no fio da vida e no respiro do fole. Lívia conta que a Mulher-Lona surgiu como uma metáfora da sua pesquisa teórica e documental sobre a música no circo no Brasil. “A Sanfonástica tem esse caráter acústico para que as pessoas cheguem perto, para que seja no tête-à-tête, como um difusor de uma amálgama de múltiplas linguagens, nessa autonomia que vira o circo de uma mulher só”, explica Lívia. No sábado (7/3), às 17h, a brasiliense radicada na Noruega Luiza Adjuto experimenta no corpo diferentes estereótipos, a partir de uma pesquisa que investiga a lira acrobática, a dança e a interação com os objetos. Transitando entre a ameaça, o risco da transformação e da mobilidade, “Dita-Cuja” leva para a cena a monstruosidade e a beleza da mulher como pistas para outras possibilidades de estar no mundo. O espetáculo traz a vivência da imigração e coloca questões sobre as marcas do que chamamos de feminino, em uma construção artística poética que se conecta com diferentes públicos. No mesmo dia, às 20h, o artista carioca radicado em São Paulo, Emerson Noise, apresenta o espetáculo “Sobretudo”. Transformando a solidão em cena e a ausência em poesia, o malabarista solitário convida o público a mergulhar na fragilidade da memória e a reconhecer a força da imaginação diante daquilo que se desfez. O domingo (8/3) conta com uma segunda apresentação de “Sobretudo”, às 15h, e Dita-Cuja, às 18h. Cine-Circo O Cine Circo será exibido às 19h, na Sala Marco Antônio Guimarães. Passam na tela os filmes Entrenós, de Poema Muhlenberg (Cia Nós No Bambu/DF), Tricks of the Month, de Emerson Noise (Cia Lar Doce Lar/SP), Cobra Coral, de Jovani Almeida (Coletivo Um Café da Manhã/SP), Macacada, de Maïra de Oliveira Aggio  (Bahia/França) e O Peixe, de Natasha Jascalevich (RJ). O Arranha-Céu — Festival de Circo Atual é uma idealização do Coletivo Brasiliense Instrumento de Ver, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). Serviço: Arranha-Céu — Festival de Circo Atual  Quando: 5 a 8 de março;  Colóquio Pilotis: 4 de março Onde: Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul, e Cia Miragem, na Vila Telebrasília Ingressos a partir de R$ 30 pelo Sympla Com informações da Assessoria de Imprensa | Fotos: Divulgação

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Um Chamado Ancestral

Vernissage no CCBB Brasília celebra a força estética e política da diáspora africana em uma exposição que conecta arte, história e identidade nas Américas.   Na noite da última terça-feira (3), o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília abriu suas portas para uma celebração que foi muito além de uma simples vernissage. A inauguração da exposição “Ancestral: Afro-Américas” , que tem direção artística de Marcello Dantas, curadoria de Ana Beatriz Almeida e Renato Araújo da Silva, reuniu artistas, curadores, jornalistas e convidados em um encontro que misturou arte, música, memória e uma boa dose de emoção – daqueles eventos que lembram que a arte também é um ritual de pertencimento. A Coluna #PERAMBULANDO marcou presença no evento que, logo na chegada, já revelava que algo de muito especial pairava no ar. Graças a uma visita guiada promovida por Ana Beatriz Almeida, foi possível entender o peso simbólico da mostra para o diálogo cultural e para a valorização das heranças africanas nas Américas. Ela destacou os caminhos conceituais que estruturam a exposição: uma jornada estética que atravessa história, identidade e memória Mas como toda boa noite de arte pede também trilha sonora, o público foi brindado com um pocket show da cantora Virginia Rodrigues, acompanhada pelo músico brasiliense Alberto Salgado. A apresentação, intensa e elegante, funcionou como uma espécie de prólogo musical para a exposição: um mergulho sensível nas matrizes afro-diaspóricas que inspiram toda a mostra. Depois disso, cerca de 280 convidados seguiram para um coquetel com sabores da gastronomia afro-brasileira — um detalhe delicioso que parecia prolongar, no paladar, a narrativa cultural apresentada nas galerias. Entre os momentos mais tocantes da noite esteve a presença de familiares do artista Willy Bezerra de Mello, conhecido como OluMello, cuja obra integra a exposição. Sua viúva, Lydia Garcia, escolheu celebrar ali mesmo seu aniversário de 88 anos, transformando a ocasião em uma homenagem dupla: à vida e à arte. Carioca, OluMello chegou a Brasília ainda em 1958 para integrar a equipe de Oscar Niemeyer no planejamento arquitetônico da nova capital, um elo curioso entre a história da cidade e a exposição que agora ocupa suas paredes. E falando em paredes, prepare-se: “Ancestral: Afro-Américas” é daquelas mostras que pedem tempo, olhar atento e mente aberta. Reunindo cerca de 130 obras de artistas negros do Brasil e dos Estados Unidos, a exposição propõe um mergulho na potência estética, política e simbólica da ancestralidade africana nas Américas — um diálogo transatlântico que atravessa séculos e continua produzindo arte de tirar o fôlego. Entre os nomes presentes estão verdadeiros pesos pesados da arte moderna e contemporânea, como Abdias Nascimento, Simone Leigh, Sonia Gomes, Leonard Drew, Mestre Didi, Melvin Edwards, Lorna Simpson, Kara Walker, Arthur Bispo do Rosário, Carrie Mae Weems, Mônica Ventura e Julie Mehretu. Cada um deles, à sua maneira, ajuda a construir esse grande mosaico de histórias, resistências e reinvenções. A exposição está organizada em três núcleos temáticos — Corpo, Sonho e Espaço, que funcionam quase como capítulos de um mesmo livro visual. No núcleo Corpo, as obras questionam a forma como pessoas negras foram representadas ao longo da história da arte, reafirmando o corpo como território de identidade, resistência e afirmação. Já em Sonho, a atmosfera se torna mais contemplativa: ali, os artistas exploram memória, espiritualidade e herança cultural, expandindo os limites da abstração. Por fim, em Espaço, surgem reflexões sobre território, comunidade e pertencimento, misturando paisagens naturais, urbanas e simbólicas em narrativas que atravessam fronteiras. A narrativa curatorial também parte de uma metáfora instigante proposta por Marcello Dantas: a história imaginária de dois primos africanos separados no século XVIII, um levado para Salvador e outro para Charleston, nos Estados Unidos. Dois destinos distintos, dois séculos de história — e, ainda assim, uma chama ancestral que continua viva, pulsando na arte e na cultura dos dois lados do Atlântico. Entre os destaques contemporâneos, a exposição apresenta trabalhos inéditos de artistas como Gabriella Marinho e Gê Viana, além de obras de Simone Leigh — primeira mulher afro-americana a representar os Estados Unidos na Bienal de Veneza. Já o artista Nari Ward criou uma obra especialmente para a mostra em território brasileiro, incorporando objetos do cotidiano e reforçando esse intercâmbio criativo entre países. Outro capítulo interessante da exposição é o núcleo dedicado à Arte Africana Tradicional, com curadoria de Renato Araújo da Silva. A ideia é simples e poderosa: mostrar que a criatividade contemporânea nasce de raízes profundas, conectando tradições milenares com linguagens artísticas atuais. Depois de passar por Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador, a exposição chega a Brasília reafirmando a força desse diálogo cultural que atravessa oceanos, gerações e linguagens. Com patrocínio da BB Asset, por meio da Lei Rouanet, “Ancestral: Afro-Américas” fica em cartaz até 3 de maio. Se a abertura já foi memorável, a exposição promete continuar provocando reflexões, encontros e descobertas nas próximas semanas. Afinal, como essa mostra deixa claro logo na primeira sala: certas histórias não pertencem apenas ao passado — elas seguem vivas, reinventando o presente. Confira fotos de quem passou por lá pelas lentes deste colunista/fotógrafo: Revisitando nossas origens! Ancestral: Afro-Américas / Centro Cultural Banco do Brasil Brasília / até 3 de maio – terça a domingo das 9h às 21h (acesso às galerias até 20h40) / Entrada gratuita, mediante retirada de ingresso no site ou na bilheteria do CCBB. / Não esqueça: Vem pro CCBB – transporte gratuito de van saindo da Biblioteca Nacional para o CCBB, de quinta a domingo. Fotos: Gilberto Evangelista

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Opereta no Cerrado

Ópera Tem Palco leva lirismo e brasilidade ao coração do Cerrado. No interior de Goiás, um novo capítulo da música lírica ganha vida. No dia 5 de março de 2026, às 20h, o Teatro Marie Padille, em Alexânia (GO), será o cenário da estreia de Ópera Tem Palco – Opereta do Cerrado, um espetáculo que convida o público brasileiro a redescobrir a ópera — descomplicada, íntima e profundamente humana. Com cerca de uma hora de duração, a opereta narra a história de uma comunidade que, ao receber um teatro recém-inaugurado, encontra na música lírica um espelho afetivo de suas próprias vivências. A montagem traz um repertório que circula entre árias clássicas, elementos da Música Popular Brasileira e trilhas sonoras marcantes do cinema, criando um diálogo fluido entre tradição e contemporaneidade. O elenco reúne a Cia de Cantores Líricos, músicos e atores em performances que misturam canto e fala, sob a batuta do diretor Arnoldo Jacaúna, com colaboração de Dyego Cesar Lima. O papel central é interpretado por Valdivino Clarindo Lima, advogado e ator querido da região, reforçando o caráter comunitário e afetivo da produção concebida por Edna Pinato. Lançado no Dia Nacional da Música Clássica, o projeto celebra a arte como ponte entre diferentes universos, é uma ópera para quem nunca foi à ópera, e para quem ama a forma, mas quer vivê-la mais próxima, mais nossa. Sobre o teatro Marie Padille Inaugurado em novembro de 2025, o Teatro Marie Padille nasceu do sonho de uma família que acredita na arte como força de transformação e conexão entre as pessoas. Idealizado por Edna Pinato e Arnoldo Jacaúna, ao lado dos filhos Priscila e Henrique Pinato, o espaço foi construído com recursos próprios e priorizando a contratação de trabalhadores locais, tornando-se o primeiro teatro da região, no eixo Brasília–Anápolis. O Teatro  ultrapassa a condição de equipamento cultural e assume o papel de símbolo de identidade e desenvolvimento regional. Trata-se de um projeto inovador no interior de Goiás, concebido sob princípios ESG, que integra arte, educação, tecnologia e experiência sensorial. Em Alexânia, situada entre duas capitais e historicamente afastada dos grandes circuitos culturais, o Marie Padille se estabelece como um palco de vida, arte e esperança. Serviço: Teatro Marie Padille — Alexânia (GO) 05 de março de 2026 – 20h Ingressos: A partir de R$ 100 + taxa pelo Sympla   Com informações da Assessoria de Imprensa |Fotos: Divulgação

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Design que Conecta Territórios

Vem aí a 4ª edição da Brasília Design Week , que acontece de 10 a 14 de junho no Memorial dos Povos Indígenas “Design que Conecta Territórios” é o tema da edição 2026 da Brasília Design Week (BDW), evento que reforça e desperta para o talento e a identidade única dos designers brasileiros, evidenciando ainda mais os da capital federal. O lançamento oficial da BDW26 aconteceu nesta quinta-feira, 26 de fevereiro, no Espaço Cobogó da Arena BRB Mané Garrincha. Uma noite com a presença de secretários e representantes de Secretarias do GDF, autoridades, designers, arquitetos, artesãos e empresários. Foi uma noite para celebrar, fortalecer conexões, compartilhar propósitos e abrir caminhos para novas colaborações que impulsionam o design, a tecnologia e a economia criativa do Distrito Federal. O tema deste ano da BDW26 tem como pilar Brasília, representando o ponto de encontro, a união e representatividade da cultura e saberes do Brasil e do mundo. O evento contará com collabs com artistas e designers, artesãos e artistas. As peças produzidas na cocriação serão expostas no Memorial dos Povos Indígenas. O local abrigará também a exposição principal da Semana do Design, de 10 de junho a 12 de julho, e atividades imersivas que acontecerão de 10 a 14 de junho. Idealizado por Caetana Franarin, a BDW vem se consolidando como um dos principais eventos dedicados ao design no país. A edição do ano passado atraiu somente na exposição realizada no Museu Nacional da República 46.700 pessoas, número três vezes maior que o da edição anterior. “A Brasília Design Week consagra a cidade como a capital do design brasileiro. Uma importante vitrine para o design nacional, com troca de conhecimento e grandes conexões”, destaca Caetana Franarin, diretora-geral da BDW (foto principal). Entre as novidades desta edição, Caetana Franarin anunciou o lançamento de um portal de design brasiliense, valorizando a produção local, e a realização de uma residência com um designer de cada região do País. A edição de 2026 contará com novas ações, além das permanentes oficinas e palestras e o Circuito de Embaixadas, e marca a estreia do Circuito Brasília Design + Nesper e do guia com designers por BDW + Sebrae no DF para divulgar coletivamente a vocação de Brasília para o design. A publicação será uma vitrine que aproximará estabelecimento que tem o design como DNA, com o público consumidor. Estreando também este ano, o Experiências imersivas por BDW + Sebrae no DF propõe quatro visitas guiadas por regiões do DF, unindo o consumidor a diferentes segmentos da economia criativa e do turismo: Vinícola Brasília mais Vinhedo da Região do PAD-DF, arte urbana com street art da Ceilândia e visita a galeria mais a confecção de estandarte em Planaltina, além de um roteiro de arquitetura e design no Plano Piloto. Sobre a BDW26 A Brasília Design Week 2025 é uma realização do Instituto Desponta Brasil e do Instituto Brasil de Economia Criativa com apoio e fomento do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Sececdf) e da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Sectidf), Abimóvel, ApexBrasil e Sebrae no DF. Também destacam-se como patrocinadores e parceiros a Adepro, a Adegraf, a Fecomércio-DF, por meio da Câmara Empresarial de Economia Criativa, SesiLab/CNI, Brasília Shopping e Metropolitano. HPlus é o hotel oficial do evento. Todos juntos para promover o design como expressão viva de Brasília e do Brasil: plural, potente e em constante movimento. Confira quem passou pelo evento de abertura: Para quem gosta de design “BDW26 – Design que Conecta Territórios” / De 10 a 14 de junho – Exposição principal de 10 de junho a 12 de julho / Memorial dos Povos Indígenas Fotos: Divulgação

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Dose dupla para os fãs de Pokémon

Dois encontros gratuitos reúnem fãs, colecionadores e curiosos para trocar cartas, batalhar e celebrar uma das maiores febres da cultura pop de todos os tempos. Se você cresceu soprando cartuchos, discutindo evoluções impossíveis no recreio ou simplesmente nunca resistiu ao charme de um Pikachu, saiba: chegou a sua hora. O universo de Pokémon invade Brasília em dose dupla, com dois encontros que prometem transformar shoppings da cidade em verdadeiros ginásios de treinadores – daqueles onde o prêmio não é uma insígnia, mas uma carta rara guardada como relíquia. Mais do que um jogo, Pokémon é um fenômeno cultural criado pela Nintendo em 1996 e que, desde então, atravessou gerações com a mesma facilidade de um ataque supersônico. São mais de 480 milhões de jogos vendidos, além de séries, filmes e um mercado de cartas que movimenta milhões e, sobretudo, memórias afetivas. Afinal, poucas coisas são tão universais quanto o ritual de abrir um pack novo com o coração acelerado. E neste fim de semana, Brasília será palco dessa nostalgia viva. Sábado é dia de garimpo no Pátio Brasil No sábado, o Encontro de Cartas Pokémon ocupa o piso P2 do shopping, das 10h às 19h, reunindo colecionadores experientes, iniciantes curiosos e todo mundo que entende o valor emocional (e às vezes financeiro) de uma carta bem conservada. Por lá, vale tudo dentro das regras não escritas do colecionismo: comprar, vender, trocar, avaliar e, claro, admirar. Haverá cartas raras, itens lacrados, slabs (cartas certificadas e protegidas), além de acessórios e criações personalizadas em 3D. Um verdadeiro mercado paralelo da nostalgia. O ambiente é seguro, familiar e acolhedor, organizado pela Liga Brasileira de TCG, e funciona também como ponto de encontro entre gerações que compartilham a mesma paixão do veterano que guarda cartas desde os anos 1990 ao novato que acabou de montar seu primeiro deck. Domingo é dia de batalha no Conjunto Nacional Já no domingo, a celebração ganha contornos ainda mais simbólicos com o Pokémon Day, data oficial que marca o nascimento da franquia. O encontro acontece das 15h às 18h, no Jardim Urbano, no 3º piso do shopping. Vale destacar que o clima é menos de feira e mais de arena: jogadores se enfrentam em batalhas estratégicas, trocam cartas, montam decks e compartilham histórias. Tudo isso em um ambiente onde a rivalidade é saudável e a amizade é inevitável. Quem participar, mediante cadastro no aplicativo do shopping, ainda concorre ao sorteio de novos packs. Ou seja, além da experiência, existe sempre a chance de sair de lá com aquele reforço inesperado para a coleção. Muito além das cartas O mais bonito desses encontros talvez não esteja nas cartas raras, mas no que elas representam. Pokémon nunca foi apenas sobre vencer batalhas, mas sobre jornadas, descobertas e conexões humanas — ainda que mediadas por criaturas imaginárias. Em Brasília, neste fim de semana, essa jornada continua. E o convite é simples: abra sua gaveta, resgate seu deck e vá. Porque, como todo treinador sabe, algumas batalhas não acontecem na tela, mas na vida real. Seja você um mestre veterano ou um treinador em início de jornada, a regra é clara: o importante é estar pronto. Afinal, nunca se sabe quando um encontro raro pode acontecer. Serviço: Encontro de Cartas Pokémon no Pátio Brasil / Pátio Brasil – Piso P2 / Sábado, 28 de fevereiro – 10h às 19h / Entrada gratuita – livre Encontro Pokémon BSB — Pokémon Day /  Conjunto Nacional – Jardim Urbano, 3º piso / Domingo, 1º de março – 15h às 18h / Gratuito (mediante cadastro no app do shopping) Fotos: Divulgação

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