BSB: onde provar as delícias da Masterchef Raquel Amaral?

The Taste Brasil e MasterChef, depois dos realities, a talentosa e carismática Chef  chega para comandar o restaurante Bartô Sim, Brasília tem duas Masterchefs, e hoje eu vou falar de uma delas, Raquel Amaral que, recentemente, foi convidada para comandar a cozinha do Bartô, restaurante aclamado da cidade – não somente por seus assados, mas também pelo mais de 500 rótulos que reúne em sua adega. Com a expertise da novata que chega ao pedaço, com certeza o lugar irá propor novas e deliciosas aventuras gastronômicas para os amantes da boa cozinha no Distrito Federal. Com fórmulas sofisticadas e afetivas, a ex-publicitária, cozinheira autodidata, ex-vendedora de marmitas, avisa: “quero levar o restaurante Bartô ao topo, colocando ele entre os melhores”. E para quem conhece a moça, sabe que não é falta de modéstia sua frase, mas apenas a confiança certeira de que tem tudo para “causar” e deixar sua marca no lugar, assim como já vem fazendo com os serviços de Personal Chef. Detalhe, ela segue encantando clientes em suas casas, nas reuniões petit comité, porém, com um  diferencial e tanto que é a equipe e a estrutura do Bartô, o que acaba deixando tudo muito mais gostoso e especial. Como boa sagitariana, que ama aventuras, decidiu se lançar nessa viagem de corpo e alma, trazendo contribuições e dando pitacos para além do fogão. “É preciso inovar respeitando a história do Bartô. Então, mantive alguns pratos, enquanto proponho novidades”, contou Amaral para este colunista que já teve o prazer de experimentar alguns dos clássicos e das novidades, como o Pernil de Leitão Assado, o Bacalhau Piu-Piu, bem como seu Gravlax de Salmão, e até mesmo um drink novinho em folha feito com Gin, espumante, redução de vinho com hibiscos, servido com muito gelo, batizado de Fresh Bartô. Não deixem de experimentar, é muito bom! Para saber outras novidades, fica o convite de Raquel – consultora gastronômica e discípula de Helena Rizzo (Chef do aclamado Maní em São Paulo): “Tem muita coisa boa ainda vindo por aí, e por isso mesmo, quero todo mundo PERAMBULANDO aqui no Bartô”.  Tá esperando o que para aceitar a proposta? Ah! Já sei, assistir esse Reels incrível que eu fiz sobre o assunto. Não é mesmo?    Bora lá?  Bartô / CLS 409, Bloco C, Loja 6 e 10, Asa Sul / Segunda-feira das 12h às 22h / Terça a sábado das 12h à meia-noite / domingo das 12h às 17h / Telefone/Whatsapp para reservas: (61) 3442-1169 / Sigam: @chefraquelamaral & @restaurantebarto Fotos: Divulgação e Gilberto Evangelista

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Sol em Sagitário: o B’Day de Edu Ganassin

Dizem que os sagitarianos são aqueles que mais gostam de festejar a vida, o dia em que nasceram então, aí que sobram motivos. E o influencer e promoter Eduardo Ganassin é a quintessência do seu signo, não deixando de comemorar em grande estilo e ao lado de seus amigos, nenhum de seus B’Days. E agora em 2023, depois de já ter elegido tantas outras cores para o dress code de suas festas, escolheu o branco para dar o tom das roupas usadas por todos aqueles que foram convidados para estarem ao seu lado, no último dia 03, no restaurante Aragon, que, coincidentemente, ostenta uma decoração alva, clean e elegante. Claro que ele se destacou usando passeio completo da grife MZanirato. Entre o constante tilintar de taças de espumante e de drinks refrescantes, Ganassin e seus convivas puderam se deliciar com os bem-servidos pratos inspirados na cozinha ibérica criados pelo chef Leandro Garden para o restaurante que inaugurou há pouco tempo, onde frutos do mar predominam entre as opções. A sobremesa ficou por conta de bombons e o bolo preferido do aniversariante e que harmoniza baunilha, baba de moça e nozes, uma criação by Cozinha de Doces. Parabéns Edu!

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Silvero Pereira: “Só faço arte se tiver algo pra falar”

Silvero Pereira bateu um papo com o Lackman e contou sobre sua vida, carreira, moda e homenagem ao mestre Belchior, que chega a Brasília com três apresentações na Caixa Cultural De 8 a 10 de dezembro, a Caixa Cultural Brasília apresenta o show “Silvero Interpreta Belchior”. O multiartista canta as composições de Belchior, homenageando um dos mais relevantes compositores do Nordeste, que deixou um gigante legado para a música brasileira. Serão quatro apresentações na capital federal, duas delas seguidas de um intimista bate-papo entre artista e público. Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do local e no site da Bilheteria Cultural. No palco, o roteiro do show reúne cerca de 18 canções conhecidas do grande público, hits que promovem momentos divertidos, emocionantes e introspectivos, como “Sujeito de Sorte”, “Como Nossos Pais”, “Medo de Avião”, “A Palo Seco”, “Paralelas”, entre outros clássicos que ganharam interpretações únicas com a performance de Silvero Pereira. Além da musicalidade envolvente, o espetáculo tem a teatralidade garantida com a dramaturgia, a troca de figurinos assinados por estilistas cearenses como Kallil Nepomuceno, o desenho de luz e a execução sonora de uma banda que acompanha Silvero desde 2021 e que se unem para garantir ao público uma experiência verdadeiramente inesquecível. Confira a entrevista exclusiva que o artista nos concedeu. Quem é Belchior quando descrito pelo Silvero Pereira? Belchior é um símbolo de força nordestina, um gênio que descreveu o Brasil de ontem e de hoje. Um artista atemporal e atento ao passado, presente e futuro. Na sua opinião, o que fez Belchior virar norma quando o assunto é boa música brasileira? A boa música brasileira é composta por artistas cultos, estudiosos e cheios de referências. Não se consegue ouvir Belchior com atenção e não se sentir modificado pelos seus versos. Sua carreira é repleta de nuances. Há TV, teatro, cinema, web e até passarela, como no DFB Festival em que vc se fez presente em vários desfiles. Ser esse profissional multifacetado é uma obrigação hoje ou você sempre quis estar em todos esse lugares?! Não me sinto nessa obrigação, faço aquilo que me dá prazer e me engrandece como artista. Sou um apaixonado e estudioso da arte, então vou experimentando e vendo o que pode ser transdisciplinar entre as diversas funções. No seu figurino tem peças do Kallil Nepomuceno, um dos maiores nomes do Nordeste. Essa valorização do que é da sua terra é digna de elogios. Você se considera um veículo de divulgação da sua terra? Totalmente! Nordeste é uma potência e precisamos sempre estar de mãos dados levando uns aos outros juntos. Vestir um estilista cearense é vestir minha armadura, minha história, meu povo! Como é ser um artista cearense de sucesso  em dias de redes sociais nos quais fama tem muito a ver com o que se posta e não muito com o que se faz? Uso minhas redes sociais de acordo com minhas convicções e reflexões. Sou divertido nas redes porque me divirto com ela, mas também uso essa ferramenta para divulgar meus textos de uma coluna do jornal local, pra fazer meus posicionamentos e divulgar meus trabalhos. Não quero ser fútil nas redes! Esse show te fez descobrir algo novo sobre você? O que Belchior acrescentou na sua vida ao interpreta-lo? Esse show é um encontro com minha história através dos versos de um outro cearense, saído do interior e que buscou seus sonhos na arte e nos estudos. Esse show é uma exposição da minha história, meus percursos. Existe um gatilho para te fazer cantar? Te dá vontade de cantar quando… A arte pra mim é gatilho! Só faço arte se tiver algo pra falar, que me inquieta e questiona a sociedade. Qual o significado de roupa, moda e estilo pra você? Moda é quem vive! Eu não ligo pra tendências, uso aquilo que me faz bem e expõe minha personalidade.   Quer ir ao show? Silvero Interpreta Belchior  Na CAIXA Cultural Brasília (SBS Q.4 – Asa Sul, Brasília) Dias 08, 09 e 10 de dezembro de 2023 Horário: Dia 08 (sexta) às 20h; dia 09 (sábado) às 17h (sessão com libras) e 20h (sessão com bate-papo); dia 10 (domingo) às 19h (com bate papo) Ingressos: R$30 (inteira) R$15 (meia) Classificação indicativa: Livre para todos os públicos Acesso a pessoas com deficiência   Informações: (61) 3206-9448 https://www.caixacultural.gov.br Fotos: Divulgação ;;

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Dois anos do Mezanino tem Menu Exclusivo e Vintage Culture

Gastrobar faz aniversário em grande estilo com festival gastronômico e showzaço com um dos 10 principais DJs do mundo Dizem que sagitariano é pura festa e no caso do Mezanino BRB parece que o horóscopo acertou em cheio. Completando dois anos no fim deste mês de novembro, a casa preparou um serviço de almoço e jantar com cardápio exclusivo para a ocasião, e que vai até o próximo dia 10 de dezembro. E para causar ainda mais, vai rolar uma superfesta, na próxima quarta-feira (29), com Vintage Culture, artista mato-grossense listado na 10ª posição do ranking global Top 100 DJs, da DJ Mag. Começando pelo Festival MEZA 2 anos, o menu exclusivo criado para o festival inclui entrada e prato principal a R$ 98. Para quem não abre mão da sobremesa no final, basta somar mais R$ 15 e desfrutar uma das duas opções. Na verdade, cada etapa do cardápio traz duas receitas diferentes onde crocância, frescor e suculência são características dominantes. Começando pelas entradas nós temos o Brie envolto em massa filo (com melaço de cana e praliné de castanha de caju) e a Salada Caprese (com tomates fatiados, molho pesto, mussarela de búfala e quenelle de sorvete de manjericão). Entre os pratos principais, o Linguini ao molho Alfredo com frutos do mar (que combina camarão, lula e mexilhões em um sedoso molho, servido com aromática redução de bisque) e o Bife Ancho (com batata anna, brócolis de rama e molho béarnaise defumado) irão disputar pela sua preferência, assim como a Torta Nuts (com castanha de caju, castanha do pará e baru, creme de nata, gel de tamarindo e biscuit, acompanhada de sorvete de leite) e a Torta de chocolate belga (com curry, caramelo cremoso e flor de sal) não irão deixar sua vida nada fácil. Quer duas dicas? Primeiro, aceite as recomendações de drinks do mixologista Nitay Pontes para harmonizar a refeição, cara, é uma loucura, principalmente o Morena Tropicana, tem base irreconhecível de cachaça e dá vontade de tomar uns vinte, assim como o Grão (feito com café 3 Corações Mogiana Paulista, cuja receita estará em breve no Insta deste Colunista). E como o serviço está disponível de terça-feira a domingo, no almoço e no jantar, vá com alguém e peça as diferentes opções para roubar uma provinha do prato um do outro, e como o MEZA 2 anos dura até o próximo dia 10 de dezembro, dá tempo de voltar e repetir aquilo que mais gostou. Agora, o que não será possível repetir, é o showzaço do Vintage Culture, projeto comandado há 20 anos por Lukas Ruiz, que já participou de festivais “basiquinhos” como Coachella, Rock in Rio, Tomorrowland e Lollapalooza. Conhecido pelo trabalho com deephouse, o artista é um dos principais DJs no mercado internacional atualmente, mas com grande destaque desde 2015. O moço acumula mais de 7,2 milhões de ouvintes mensais nas plataformas digitais. No verão deste ano, o artista estreou a residência Born Of Music Addiction, em Ibiza, e tem um álbum de estreia a caminho. Na apresentação do dia 29 (véspera de feriado em Brasília), o repertório de Vintage Culture incluirá grandes sucessos de sua carrareira em remixes de faixas como “Another Brick in the Wall” (Pink Floyd) e “Blue Monday” (New Order), e o recente lançamento “Come Come”. “Não poderíamos ter presente melhor para os 2 anos de Mezanino do que receber Vintage Culture, artista que costuma se apresentar em Estádios e grandes festivais do mundo. Iremos proporcionar uma experiência exclusiva e intimista, consolidando o marco da história da Torre de TV na cena cultural “, comenta Lucas Batista, um dos sócios da casa. Atenção, o preço dos ingressos custa é a partir de R$ 550, mais 10% de taxa), porém já estão quase esgotados! Dá um pulinho lá na Bilheteria Digital para conferir se ainda tem sobrando. E para mais informações sobre ambos os assuntos, siga @meza.nino. Bora festejar? Festival MEZA 2 Anos / Mezanino BRB, / Torre de TV, Eixo Monumental, andar R (Restaurante) / até 10 de dezembro – terça-feira a domingo, no almoço e no jantar / R$ 98 (mais R$ 15 com sobremesa) / Ordem de chegada ou agendamentos pelo (61) 99167-7812 Vintage Culture – Mezanino 2 Anos / Mesmo Bat-Local / 29 de novembro – 23h30 / Compre pela Bilheteria Digital –  a partir de R$ 550 (meia-entrada unissex do 2º lote + 10% de taxa / 18+ Fotos: Gastronomia – Sunday Slices / Vintage Culture: Divulgação

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Wine Fair chega com mais de 300 rótulos

Notinha marota aqui na coluna PERAMBULANDO só para você não se esquecer de que a Wine Fair 2023 acontece entre as 18h e 22h30 da próxima quinta-feira (23), lá no Clube Ascade. Na ocasião estarão reunidos mais de 300 rótulos de 15 países para degustação, entre espumantes, brancos, rosés, tintos, vinhos de sobremesa e sofisticados. Serão vinhos dos mais variados estilos, incluindo alguns de reconhecimento mundial. Para acompanhar, um incrível buffet de frios e, detalhe, tudo à vontade. O evento – cujo os ingressos do 1º Lote já estão à venda, no valor de R$199, pelo Sympla – é uma ótima oportunidade para se adquirir garrafas com preços especiais e descontos de até 30%. Essa promoção se estenderá, inclusive, para os dias 24 e 25 de novembro para compras na Rota do Vinho, na 410 Sul. Foto: Biljana Martinić / Unsplash

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O amarelo é a cor do Réveillon da Torre de TV

Com vista 360º de Brasília, a virada de ano que vai rolar no Mezanino Gastrobar promete ser um dos mais disputados da cidade Começa nesta terça-feira (21) a venda do primeiro lote de ingressos da virada de ano que acontece em um dos cartões-postais mais emblemáticos da cidade. Organizado pelo Mezanino e Influ Produções, a festança terá open bar premium, decoração personalizada na cor que promete atrair amizades verdadeiras e prosperidade para 2024. O set list com DJs ainda está sendo selecionado, mas promete ser à altura das atrações incríveis que passaram pelo local durante todo o ano de 2023. Em breve, o evento também divulgará mais detalhes gastronômicos e de coquetelaria. A vista panorâmica em 360º da Capital Federal é um dos maiores atrativos do espaço, com visão privilegiada dos fogos de artifício. Sem falar nos ambientes “instagramáveis”, com ambientes sofisticados e drinks autorais da casa com Absolut, Beefeater e Chivas. Os interessados em receber ingressos de pré-venda em primeira mão devem se cadastrar no link que está na bio do instagram @reveillonamarelo. “O nome Réveillon Amarelo foi escolhido porque a cor amarela, ao longo da história e em diversas culturas, é intimamente associada a sentimentos de alegria, otimismo e, acima de tudo, de prosperidade. Ela captura a essência do sol, irradiando calor, felicidade e uma energia positiva que nos impulsiona”, compartilha Rafael Godoy, um dos sócios do Mezanino. Fotos: Instagram Mezanino / Reprodução

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Ticiana Werner diz bye bye ao seu Rodízio de Risotos

Depois de 15 anos, Chef encerra tradicional serviço apostando em novas experiências gastronômicas para o brasiliense   Ok, ok, ok… todo mundo gosta de comer seu prato preferido toda vez que vai no restaurante X, Y ou Z. E pouco importa quando será a próxima visita, hoje ou daqui 20 anos, se a casa está de portas abertas, sempre queremos nossos clássicos à mesa. Certo? Talvez seja por isso que, durante 15 anos, Ticiana Werner tenha tido tanto sucesso com seu tradicional Rodízio de Risotos, de sabores únicos, estrela de 2ª a 4ª feira, quando o serviço figurava como estrela principal no menu do restaurante (aquele que fica logo ali na comercial da 201 Sul). Porém, na última semana, essa história chegou ao fim! Triste, né? Que nada! A Chef contou à coluna que deu fim ao serviço porque sentiu que chegou a hora de trazer novos sabores com pratos e produtos que irão encantar do mesmo modo aos habitués e os novos clientes também. E como estive presente ao evento de despedida na segunda-feira passada (4), pude provar algumas dessas tais “novidades”, e garanto que vai ter muita gente voltando repetidas vezes por lá. Embora eu tenha experimentado diversas das novas receitas, quero deixar apenas duas dicas de pratos, uma de vinho e um extra que me fizeram revirar os olhos. O restante, fica para cada um ir PERAMBULANDO até o restaurante e descobrindo à sua maneira. Porém, o Casa Donoso Buttery Chardonnay, tem que beber; o Torteline de Costela ao molho da própria carne e o Fiore de Tomate Seco, ricota defumada e guanciale, molho de parmesão e pistache, tem que comer. E por fim (no buffet de antepastos que segue firme e forte por lá), tem um Pão de Rapadura que não é brincadeira. Inclusive, essa sugestão extra revela outras novidades, Ticiana Werner já equipou toda sua cozinha para aumentar a panificação de fermentação natural e de massas frescas, assim como para oferecer suas tábuas de frios (aqueles que estão em abundância, são deliciosos e fresquinhos no buffet) fechadas à vácuo e que, espia só, poderão ser adquiridas no sistema Take Out ou via iFood com garantia de serem entregues perfeitinhas, só abrir e consumir. E com os vinhos, espumantes e demais produtos do seu empório, fica aí uma dica de presente de fim de ano que todo mundo vai gostar, aquela cesta para lá de especial! E é por isso que, sem tristeza alguma no coração eu digo, bye bye risotos (que só deixou de ser rodízio e agora, além de repaginados, ganham versão à la carte), e bem-vindas deliciosas novidades!   Fotos: Instagram e Divulgação

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Noite estrelada reúne todos os públicos na festa #PKS40anos

O PKS quarentou em grande estilo. Uma super festa juntou os públicos frequentadores do mall em torno de show do Capital Inicial, comida de primeira e muitas memórias desses 40 anos de Multiplan na capital do país O ParkShopping celebrou 40 anos no dia 8 de novembro, com festa para 1.650 convidados ao som de Capital Inicial. Parte do 1° Piso do centro de compras e experiências foi preparado e decorado para receber jornalistas, autoridades, convidados locais e executivos da Multiplan. O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MBD) prestigiou a ocasião ao lado de sua esposa e primeira-dama Mayara Noronha Rocha. O fundador da Multiplan, José Isaac Peres, e o atual presidente da companhia, Eduardo Peres, emocionaram os presentes com discursos que destacaram a trajetória do grupo – um expoente do setor de shoppings centers do Brasil. “Brasília é uma terra fantástica, mas era carente. Trouxemos alegria e prazer para esta cidade”, discursou José Isaac Peres. Os convidados da noite puderam se deliciar com menu assinado pela Sweet Cake, bem como degustar drinques do Week Bar. Valéria Leão Bittar foi a responsável por orquestrar a ambientação da festa, com mailing de Maria da Graça Miziara e Natália Alckmin. A pista do evento ferveu com a banda Capital Inicial, brasiliense como o ParkShopping. Para brindar os 40 anos do PKS, diversas ações, como a Promoção de Aniversário que distribuiu camisetas com ícones de Brasília em collab com a Reserva e o ilustrador Daniel Zukko, foram realizadas neste mês. Fotos: Fotoforum/Divulgação  

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Aniversário: 12 anos do Primeiro Bar

Com uma hora para cada ano de vida, tradicional bar da cidade festeja a data com feijoada, happy hour e música ao vivo, além de promoções para seus clientes fiéis   Há 12 anos o Primeiro Bar movimenta a cena do entretenimento e da gastronomia na capital do país, com uma programação musical variada e para todos os gostos. Saborosos pratos, petiscos e drinks autorais, além de inúmeras ações temáticas ao longo do ano como Carnaval, Festa Junina, Halloween e Oktoberfest, o fez se tornar um dos bares mais queridos e premiados do DF.  E para celebrar em grande estilo, a casa preparou uma programação especial para todas as famílias e gostos, a começar pelo happy hour – que em alusão aos 12 anos, terá 12 horas de duração, 12h a 0h, com chopp Brahma a R$ 6,90, caipirinhas, caipiroskas e drinks selecionados de gin com 50% desconto, e buffet de feijoada com sobremesa inclusa a R$ 59,90, até às 16h. Enquanto na programação musical, 12 horas de música também! Com apresentações de quatro conhecidos artistas locais: Dhi Ribeiro, Thiago Nascimento, Jean Mussa e Anderson Estima, além de apresentações de passistas de escolas de samba e outras ações surpresas. E pode levar a criançada, pois além da brinquedoteca, o espaço terá pula-pula e algodão doce para os pequenos. Entre as várias opções de drinks da casa, uma das sugestões são os autorais como o  Alcooldão: gin, Red Bull Açai, Red Bull Tropical e algodão doce (R$ 39,95); Moscow Tangerine: vodka, licor de tangerina e espuma de tangerina (R$ 39,95); Shotão: Tequila, syrup de macadâmia e licor de chocolate (R$ 54,95). Enquanto na parte de petiscos a dica é o Confusão: Uma deliciosa mistura de dadinhos de tapioca, franbacon, mini pães de queijo com pernil, costelinha Black Swan, chips de mandioca e coxinhas esgarçadas (R$ 79,95); Mix de mini sanduíches: fraldinha, linguiça, buraco quente e pães de queijo com pernil, acompanhados de batata fritas com Lemon Pepper, molho da casa e barbecue (R$ 78,50); e o Picolé de coxinha de baroa (R$ 49,95).   Quer curtir essa festa?  Aniversário de 12 anos do Primeiro Bar – 12 horas de happy hour / SIG Q.8, em frente a via principal do Sudoeste / sábado, 11 de novembro, a partir das 12h / Mais informações: @primeirobar  Fotos: Divulgação

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Renata Jambeiro canta Clara Nunes: “É uma conexão com a minha ancestralidade”

Em entrevista exclusiva para o Lackman & CO., cantora que teve sua vida atravessada pelo sucesso de Clara Nunes, presta homenagem, e conta um pouco sobre como é sua vida na música  O cenário musical  brasiliense tem suas fases bem definidas e, para além do rock, a capital tem talentos que fazem da música um de seus bens mais preciosos. Renata Jambeiro, que percorre os melhores palcos e é, sem dúvidas, uma das melhores joias que temos no nosso lineup de representantes musicais estreará o show “Mestiça – Celebrando Clara Nunes” revisitando a discografia da mineira que marcou a Música Popular Brasileira nas décadas de 1970 e 1980. A apresentação será no dia 9 de novembro (quinta-feira), às 20h, no Teatro SESC Garagem (913 Sul). O espetáculo costura músicas, performances e textos e contará com a participação especial de artistas que também tiveram suas histórias entrelaçadas com a obra de Clara Nunes como Cássia Portugal  e Marcelo Café. A cantora, de 41 anos, iniciou na arte do canto ainda na adolescência e tem em seu currículo, musicais e muitos espetáculos teatrais. Apesar de não ser musicista formada, sua formação em Artes Cênicas e Dança a transportou pelos meandros das artes de performance e a colocou no seu devido e merecido lugar, o de cantora. Renata aproveitou um tempinho entre os ensaios e nos concedeu uma entrevista cheia de detalhes sobre ser artista e sua paixão pela música. Confira: Quem é a Renata Jambeiro entendida, descrita e vivenciada pela própria Renata Jambeiro? “Mel Dels”, que pergunta difícil! Renata é filha de Obá, não foge da luta mas leva a vida sempre olhando o copo cheio. Intensa em tudo, amiga, acolhedora, carinhosa. Mas também afrontosa (como diz a amada Mãe Dora), decidida e obstinada. Caminhando e vendo quem sou a cada esquina, encruzilhada, reta e curva.  A Renata é muito “diferenciada” das outras Renatas do planeta. Ela é um poço sem fundo de talento e vê o mundo pelas lentes da arte. O que faz a Renata acordar diariamente e viver? Primeiro, fico agradecida pelo carinho ao qual se refere a mim e a minha trajetória. O que me faz levantar e viver é me sentir útil pro mundo e fazer as pessoas felizes. Por isso eu canto. Porque eu gosto de cantar a felicidade, a alegria. Muitas vezes as pessoas me falam que meu canto é reza, que me ouvem quando estão tristes e precisam ficar felizes e é isso, isso me faz levantar e trabalhar. Inspirar meus filhos, para que vejam a mãe fazer algo que ama, poder sustentá-los com amor e alegria. Você ouve o que canta? Em que momentos a sua música te faz ouvinte dela? Sim, me ouço. E gosto e me emociono. Não ouço com tanta frequência, mas ouço sim. Quando eu estou feliz ou quando preciso transmutar alguma energia que não está legal, eu recorro a mim mesma e meus pilares musicais Bethânia, Clara e Daniela. A Renata de hoje é aprimoramento ou continuidade da Renata de ontem? A Renata hoje é um acúmulo de Renatas anteriores, de Renatas diversas. Algumas Renatas passaram, outras permanecem sendo eternamente lapidadas. Mas talvez, uma Renata hoje se destaque, que é a Renata-mãe, que concentra várias numa só e que trouxe uma outra perspectiva de olhar sobre a vida, a arte e nossa missão nesse mundo. Após tantos anos na estrada fazendo e dando shows diferentes, o que descobriu sobre você? Complexo responder em poucas linhas mas o que eu poderia dizer é que eu conheci lugares (cidades, países) que eu não sabia que queria conhecer e dentro de mim, lugares que eu não sabia que existiam até a arte, a música e o samba me apresentarem. Eu sou um ser artístico desde que nasci. E descobri o quanto é importante a gente ser quem a gente é, entender quando uma expectativa é sua e quando é dos outros e que você sempre pode aprender com qualquer pessoa e situação, ensinar e inspirar e ser inspirado o tempo todo. É um movimento contínuo. O que pode contar sobre suas perspectivas de futuro musical? Tem um futuro se traçando agora que é retomar o show em celebração a Clara Nunes – Mestiça. Mas também formatando o projeto “Fé Menina” pra circular e ocupar espaços com formação de mulheres (seguindo o fluxo de trabalhos femininos que sempre permearam minha trajetória) e gravação do álbum novo, o “Forasteira”. Tudo isso na música. Outros projetos igualmente intensos estão para estrear como a “Revista do Samba”, agora em novembro, encabeçada por mim e realizada pelo instituto Mumalanga, alguns trabalhos de curadoria e direção artística de festivais e grupos, e ocupação 2024 com o instituto Caminhos Abertos, do qual sou presidente. Existe um gatilho para te fazer cantar? Te dá vontade de cantar quando… Até sorri pra essa pergunta. Agora já me deu vontade de cantar! Quando acordo e tem Sol, quando meus filhos brincam comigo, quando os coloco pra dormir eu sempre canto, quando estou com medo, quando estou feliz, quando estou comendo. Eu canto comendo. Juro! Quando faxino a casa, arrumo coisas é ótimo ouvir música e cantar alto.  Experimenta cantar e ouvir o disco “Fogaréu” pra vassourar a casa! Conte-nos sobre seu mais novo show “Mestiça”. Sabemos que você é uma admiradora de Clara Nunes. Ao que se deve esse carinho pela “tal mineira guerreira”? Clara faz parte da minha vida desde sempre. É minha mãe cantando alto em casa em domingo de sol. É alegria e chegança. É uma conexão com minha ancestralidade. É minha relação com a umbanda e o candomblé desde sempre. A  Clara fala de um Brasil profundo até hoje, pra minha geração e sempre que sinto o chamado, volto com esse show. Assim posso continuar seu legado e seguir falando de sua contribuição e importância para a música popular brasileira. O que o público ganhará de presente no seu show? Verdade, energia, alegria! Um show de um Brasil potente, plural, magnético, forte e resiliente. Músicos de

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