Arte sob as estrelas com Paulinho da Viola

Brasília Museu Aberto encerra 2025 com noite histórica ao som de Paulinho da Viola e a cúpula do Museu da República transformada em arte viva. Brasília viveu na última terça-feira 909), uma daquelas noites que imediatamente entram para a memória afetiva da cidade. Cerca de 2.500 pessoas se reuniram no Museu da República para assistir ao show “Quando o Samba Chama”, de Paulinho da Viola, atração principal da segunda edição do Brasília Museu Aberto – Edição Brasilidades. E, como já é a marca registrada do projeto, a música encontrou a arte de forma grandiosa: a cúpula do museu virou tela, palco e poema visual, iluminada por projeções mapeadas que celebraram o modernismo, a fotografia, a poesia e a produção contemporânea da capital.   A apresentação de Paulinho — serena, elegante e cheia de afeto — trouxe clássicos que atravessam gerações, como Foi um Rio que Passou em Minha Vida, Argumento, Onde a Dor Não Tem Razão e Pecado Capital. Foi o tipo de encontro raro, em que voz, história e repertório parecem conversar diretamente com o coração da cidade. O público acompanhou em silêncio, sorriso e canto, lembrando por que Paulinho é uma das figuras mais reverenciadas da música brasileira. Antes e depois do show, o DJ Edy embalou o clima da Esplanada com sets dançantes, enquanto as projeções transformavam Brasília em galeria a céu aberto. Entre os homenageados estavam nomes essenciais para o imaginário visual do país, como Orlando Brito, Wladimir Carvalho e a Coleção Brasília, além de artistas que hoje dão nova fisionomia à cena cultural brasiliense — Antonio Obá, Nicolas Behr, Zuleika de Souza, Clarice Gonçalves, Stuckert, Delei, entre outros. Uma costura que uniu tradição, experimentação e o orgulho de ver o patrimônio público pulsando vida. Idealizado por Danielle Athayde, o Brasília Museu Aberto tem como essência reinventar o uso dos espaços monumentais de Brasília, aproximando arte e comunidade de forma acessível e democrática. Desde 2020, o projeto vem ocupando prédios simbólicos da capital com projeções mapeadas, obras de grandes nomes como Siron Franco, Tarsila do Amaral e Burle Marx, além de artistas contemporâneos do DF. Nesta edição, novamente com apoio do Ministério da Cultura e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, o projeto reafirmou que cultura viva se faz assim: na rua, em diálogo com a cidade e sua gente. O fato é que, a noite com Paulinho cantando sob o céu da Esplanada e a cúpula convertida em arte viva encerrou 2025 com a poesia que Brasília merece — e com a certeza de que o Museu Aberto já ocupa um lugar definitivo no calendário afetivo e cultural do Distrito Federal. Confira quem passou por lá:   Fotos: Divulgação

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2025: o ano do grupo Benzadeus

O pagode brasiliense vive um momento histórico. O grupo Benzadeus venceu, na última terça-feira (9), o Prêmio Multishow 2025 na categoria Brasil, representando o Centro-Oeste em uma das premiações mais importantes da música nacional. A 32ª edição do evento aconteceu no Rio de Janeiro e consagrou o quinteto como um dos destaques da nova geração do gênero. Formado em 2020, o Benzadeus é composto por Magrão, Vini de Oliveira, Das Sortes, Neném e Pedigree. Em cinco anos de estrada, o grupo se tornou um dos principais nomes do pagode produzido na região, acumulando quatro álbuns, milhões de streams e elogios de grandes referências como Péricles e Thiaguinho. No Multishow, eles disputaram o troféu com artistas que representam outras regiões do país: Zudizilla (Sul), Bruna Black (Sudeste), Josyara (Nordeste) e Marília Tavares (Norte). Apadrinhados pelo Menos é Mais — que também foi premiado na noite — os integrantes do Benza comemoraram a conquista no palco e dedicaram o prêmio ao público da região que os acompanha desde o início. “Nós somos sobreviventes dos nossos sonhos. Vivemos a música, vivemos para a música. Agradecemos a todos os nossos fãs, familiares, a galera do Centro-Oeste que acredita na gente desde os primeiros passos. Ver nosso nome chamado ali foi emocionante, passou um filme na cabeça. Esse prêmio é de todos que caminham com o Benza”, disse Magrão, emocionado. A vitória chega em uma fase especialmente importante para o grupo. O Benzadeus acaba de lançar o primeiro single do DVD “Na Rota do Benza no Pelô”, que marca a maior produção da carreira até agora e a primeira gravação fora de Brasília. A faixa escolhida para abrir os trabalhos, “Modo Ioiô”, traz a força e a tradição do Olodum, reforçando a conexão do Benza com a musicalidade baiana. Gravado no Pelourinho, em Salvador, o projeto reuniu 10 mil pessoas e contou com participações de nomes como Pixote, J. Eskine, Mari Fernandes, Escandurras e Suel— um marco para o grupo e para a cena do pagode do Centro-Oeste.  Fotos: Reprodução Instagram

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Artes-Plásticas: 5 dicas para você sair #PERAMBULANDO

Brasília anda especialmente inspirada. Nos últimos dias, a cidade virou um mapa vivo de exposições, reencontros e descobertas visuais — programas certeiros para quem gosta de circular entre obras, narrativas e atmosferas que fazem pensar. Se você também curte perambular por aí, anote cinco paradas obrigatórias deste fim de ano. 1. Sergio Camargo no Teatro Nacional: a monumentalidade que volta a pulsar O foyer revitalizado do Teatro Nacional estreia em grande estilo ao receber É pau, é pedra…, uma reunião rara de 200 obras de Sergio Camargo (capa). São mármores, madeiras e relevos que brincam com luz e sombra, construindo uma espécie de silêncio escultural. Tudo com entrada gratuita — e com o bônus simbólico de estar vivendo a reabertura de um dos maiores ícones culturais da cidade. 2. Murundus: Trilhas do Desejo – A Pilastra Galeria-Escola Belo e Bizarro e Enthony Sousa criam uma travessia híbrida entre território e imaginação. O cerrado aparece ali como matéria viva: cupins, terra vermelha, memória indígena, ferrugem urbana, luminosidades que mudam a cada passo. A exposição instiga o visitante a caminhar devagar, como quem decifra as camadas de um sonho. 3. Olhares desde o Cerrado – Senado Federal No espaço Ivandro Cunha Lima, Malu Sig amplia a poética brasiliense com paisagens aguadas, ipês reinventados e atmosferas quase líquidas. Suas cores transitam entre a delicadeza e a intensidade, criando quadros que parecem suspender o tempo. É Brasília reinterpretada por alguém que escuta a cidade antes de pintá-la. 4. Brazulejos – Espaço Oscar Niemeyer Além da força visual das obras de Lígia de Medeiros, o mês traz conversas que valem a visita: nomes como Renata Azambuja e Gero Tavares mergulham em temas como curadoria, expografia e processos criativos. A entrada é gratuita, o espaço é acessível e ainda rolam pequenas surpresas — como distribuição de azulejos em datas especiais. 5. Mercedes Urquiza no Memorial do Iate Clube E essa é exclusiva para os sócios do Iate, uma oportunidade rara: fotografias históricas de Âke Borglund, registradas nos anos de construção da capital, dividem espaço com o novo livro de Mercedes Urquiza. É uma exposição íntima, feita de memórias que dialogam com a Brasília que existe e a Brasília que ficou nos bastidores. Curtiu? Então convide um amigo, chame alguém da família ou vá mesmo sozinho — só não vale perder a chance de terminar 2025 #PERAMBULANDO pelo universo das artes-plásticas no Distrito Federal. Fotos: Divulgação

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“O Iluminado” retorna às telas 45 anos depois

Clássico de Stanley Kubrick retornará aos cinemas entre os dias 11 e 17 de dezembro em comemoração ao seu legado. Os amantes do terror já podem anotar na agenda: a Warner Bros. Pictures trará O Iluminado de volta às telonas brasileiras após 45 anos do seu lançamento e os ingressos já estão sendo vendidos em esquema de pré-venda. Dirigido por Stanley Kubrick, o longa será reexibido entre os dias 11 e 17 de dezembro, disponível em sessões IMAX e regulares.   A história leva o público para o coração do inverno do Colorado, quando o isolamento de uma família em um hotel dá início a uma série de horrores que percorrem a linha entre o real e o sobrenatural. Estrelado por Jack Nicholson, Shelley Duvall e Danny Lloyd, O Iluminado adapta a obra homônima de Stephen King e se consolidou como um dos grandes clássicos do cinema.  Para mais informações sobre ingressos e sessões, consulte a programação da rede de cinema mais próxima e já aproveita para seguir o @wbpictures_br. Para aqueles que não aguentam esperar, a Coluna #PERAMBULANDO traz o trailer original desse grande clássico, clique aqui e boa diversão! Fotos: Divulgação

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Liniker encerra o Festival Estilo Brasil

Após conquistar três Grammys Latino 2025, Liniker desembarca em Brasília com o show CAJU, no Centro de Convenções Ulysses, para encerrar a programação do festival. O Festival Estilo Brasil encerra sua segunda edição com o show de Liniker, em 14 de dezembro, no Centro de Convenções Ulysses. A artista é dona de uma das vozes mais marcantes da música brasileira contemporânea e retorna a Brasília trazendo aos palcos o espetáculo CAJU, elogiado pelo público e pela crítica. A apresentação acontece em meio ao reconhecimento internacional da carreira de Liniker. No Grammy Latino 2025, a cantora venceu três categorias: Melhor Intérprete Urbana em Língua Portuguesa, Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa (com CAJU) e Melhor Canção em Língua Portuguesa (com Veludo Marrom). As conquistas reforçam sua força artística e a consolidam como um dos nomes mais importantes da música brasileira atual. Após rodar o país com ingressos esgotados na CAJU Tour — incluindo duas sessões sold out em Brasília, em abril —, Liniker volta à capital para um reencontro especial com o público. No repertório, estão faixas premiadas do álbum, sucessos de diferentes fases da carreira e momentos que traduzem sua entrega emocional e estética no palco. “Estou muito animada para retornar a Brasília e encerrar os shows do ano com muita energia no Festival Estilo Brasil. É muito especial fazer parte dessa celebração da música brasileira. Com certeza será inesquecível”, afirma Liniker. Então, se você é mesmo fã da Diva, corre, pois ainda tem ingressos disponíveis a partir de R$189 (poltrona especial – sim, os mais em conta já acabaram), e eles podem ser adquiridos pelo site Bilheteria Digital.  Para clientes de cartões BB Visa, o parcelamento pode ser feito em até seis vezes sem juros. Além disso, clientes Banco do Brasil contam com benefícios em toda a jornada, como desconto no ingresso, entrada diferenciada e desconto na compra de vinhos para aproveitar o show com ainda mais estilo. Vale destacar ainda que o Festival Estilo Brasil tem o oferecimento do Banco do Brasil Estilo e patrocínio de cartões BB Visa, Banco do Brasil e Governo Federal. A realização é do Metrópoles, com produção da Oh! Artes — um evento que reafirma Brasília como palco da música brasileira, reunindo grandes nomes em um diálogo vibrante entre tradição e contemporaneidade. E para quem chegou até o final do texto, clique aqui e assista ao vídeo que eu fiz para divulgar o assunto. Ficou tão legal que você vai querer compartilhar para todo mundo , com certeza, ! Grand Finale! Festival Estilo Brasil com Liniker e sua turnê Caju / Centro de Convenções Ulysses – Brasília / 14 de dezembro (domingo) – 20h / A partir de R$ 189 (poltrona especial) – Bilheteria Digital  Fotos: Larissa Kreili

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TGS celebra Natal de Prata com arte de Célia Estrela

Clientes podem incrementar coleções com peças assinadas por artista renomada, participar de ação solidária e ainda concorrer a um Peugeot híbrido no sorteio O Taguatinga Shopping festeja o Natal com uma edição especial da já clássica campanha Compre, Ganhe e Concorra, que neste ano celebra o Jubileu de Prata do TGS. Entre 2 de dezembro e 5 de janeiro, a cada R$ 600 em compras, os clientes levam para casa um kit exclusivo com dois bowls assinados pela artista plástica goiana Célia Estrela — peças colecionáveis que dialogam com as cores e a identidade visual do shopping — e ainda concorrem a um Peugeot 2008 GT Hybrid 0 km. As trocas são feitas pelo app do TGS, com retirada dos brindes na Loja TGS Solidário. Quem doar 1 kg de alimento não perecível recebe cupons em dobro, reforçando o compromisso do shopping com ações sociais. “Este Natal é um presente duplo: celebramos 25 anos de histórias e presenteamos nossos clientes com uma peça que é arte e afeto. Cada bowl foi criado para eternizar este momento e transformar a experiência de compra em algo ainda mais significativo”, destaca a gerente de marketing, Mayce Tranquillini. A decoração deste Natal de Prata também marca os 25 anos do TGS: tons de prata, champanhe e vermelho emolduram a Praça Central, onde uma árvore de 13 metros — a única do Centro-Oeste com base giratória — se torna o grande ícone do passeio. O circuito interativo inclui balanços, bolas giratórias, painéis sensoriais e uma casa com escorregador, criando um cenário pensado para famílias e para quem ama viver o Natal com todos os sentidos. O trono do @EuSouNoel segue recebendo visitantes até 24 de dezembro, no Piso 3. Natal TGS De 02/12/2024 a 05/01/2026 (ou enquanto durarem os estoques) Trocas: via App TGS R$ 600 em compras = 1 kit com bowls de Célia Estrela + número da sorte para concorrer ao Peugeot 2008 GT Hybrid Doação: 1 kg de alimento = cupons em dobro Sorteio: 07/01/2026 — Loteria Federal Regulamento disponível no taguatingashopping.com.br Imagens: Divulgação

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Vai rolar o VIII Festival de Cinema de Trancoso

Com exibição de filmes de curta e longa-metragem de 18 estados brasileiros e  América Latina, festival acontece entre os dias 06 e 11 de  dezembro. Se você estiver viajando pelo litoral baiano e for amante de cinema, essa notícia é ideal para você. Afinal, a 8a edição do Festival de Cinema de Trancoso, que acontece entre 06 e 11 de dezembro, promete muitas emoções. A programação traz além dos filmes, oficinas de cinema, palestras, debates, lançamentos  de livros, apresentações indígenas, circuito gastronômico e personalidades homenageadas,  entre elas o diretor Jayme Monjardim, as atrizes Mariana Ximenes e Alice Carvalho; Allan  Santos, Nelson Freitas, entre outros   “É uma honra e um desafio capitanear a formação de público regional e a  consolidação de Trancoso como polo cultural, internacional, destacando o destino  não apenas por suas belezas naturais, mas também como referência que proporciona  um Festival de Cinema de alto nível artístico”, declara Flávia Barbalho, diretora do  festival  Os destaques são os documentários Brasília 65 Anos: do Sonho ao Concreto de Walther  Neto onde são homenageados os heróis anônimos, operários e servidores que construíram  a capital, e, Ary do diretor André Weller, sobre a vida e obra de Ary Barroso. Um misto de  cenas ficcionais dramatizadas, imagens de arquivo e narração em primeira pessoa  (realizada pelo ator Lima Duarte). O longa conta a intensa trajetória do compositor mineiro,  sua infância e os dias dourados e de glória no Rio de Janeiro. Na trilha sonora clássicos  como No Rancho Fundo, No Tabuleiro da Baiana, Aquarela do Brasil e Na Baixa do  Sapateiro.  Na programação o divertido Colegas 2 escrito e dirigido por Marcelo Galvão dá continuidade  à jornada emocionante e bem-humorada que cativou o público ao redor do mundo no filme  original de 2012. O road movie foi filmado no Rio Grande do Sul e Uruguai onde acompanha  um grupo de amigos que se esconde em um avião cargueiro, embarcando em uma viagem  repleta de aventuras e perigos rumo à Punta del Leste.  Fôlego-até depois do fim, documentário dirigido por Candé Salles onde a atriz Maria Carol  Rebello conta sua trágica experiência ao perder o tio, o ator e diretor Jorge Fernando, a avó  e atriz Hilda Rebello, ambos falecidos em 2019 e o irmão multiartista João Rebello  assassinado por engano em 2024. “O laço que nos une é de arte e espiritualidade”,  esclarece Maria Carol. Depoimentos marcantes de Xuxa, Ney Matogrosso, Cláudia Raia,  Marcelo D2, Tony Ramos, Guel Arraes, Silvio de Abreu, Patrícia Travassos, Mariana  Ximenes, entre outros.  O Avental Rosa de Jayme Monjardim conta a história de Alice (Cyria Coentro), uma mulher  que dedica sua vida ao voluntariado, abdicando de seu próprio tempo. Em um hospital de  luxo, onde ganha seu dinheiro, ela trabalha como acompanhante. Em hospitais com poucas  condições, trabalha como voluntária e dedica, sem ganhos, seu amor e compaixão.   Estranhos na Noite de Whalter Neto é uma homenagem à cidade de São Paulo, as  conexões humanas nas madrugadas da grande metrópole. São Paulo intensa, pulsante,  imprevisível e cheia de histórias que convidam para refletir. São três narrativas paralelas em  uma noite de sexta-feira. No elenco Mônica Carvalho, Oscar Magrini, Paulo Vilhena,  Ricardo Macchi, Ju Schalch, Oscar Pardini e Jorge Mesquita.   O Homem só dirigido por Cláudia Jouvin mostra a história de Arnaldo (Vladimir Brichta), um  homem que está infeliz no casamento e no trabalho. Para tentar resolver seus problemas,  ele procura uma clínica que promete copiar as pessoas para livrá-las da vida miserável que  levam. Com um clone ocupando seu lugar ele poderia começar uma vida nova, mas na hora  do radical procedimento surge a dúvida sobre se é isto que ele realmente deseja fazer.  Destaque para a personagem Josie interpretada por Mariana Ximenes com visual bem  diferente do que estamos acostumados e chama a atenção pela sua atuação.   MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL 2025  SELEÇÃO OFICIAL  Gênero Ficção  Amélia – de André Leão  Bijupirá – de Eduardo Boccaletti  Dependências – de Luisa Arraes  E assim aprendi a voar – de Antonio Fargoni  Eu não sei se vou ter que falar tudo de novo – de Vitória Fallavena e Thassilo Weber Ferrolho – de Alexandre Derlam  Menino do Guarda-chuva Vermelho – de Andyara Miranda  Meu Pequeno Sentinela – de Lucas Marques  Mundinho – de Lúcio Lima  O Céu Não Sabe Meu Nome – de Carol Aó  O Colecionador de Cheiro de Nucas Femininas – de Ana Clara Vidal de Negreiros & Natália  Damião  O Correspondente – de Bruno Barcelos e Thali Bartikoski  O fantasma de Deodato – de Maiara Líbano  O Leve Bailar das Borboletas – de Leandro Fasoli  Os Pedais de Pedro – de Vinícius di Castro  Poente – de Felipe Careli  Rapsódia em Azul – de Marina Barancelli  Gênero Experimental  Re-Éksodos – de Julia Horta Paiva  Terreno – de Penelope Corinaldesi  Gênero Documentário  AugA – A Origem – de Miguel Nagle  Benzô – de Letícia Andra  Canto de Acauã – de Jaya Pereira  Da aldeia à universidade – de Leandro de Alcântara eTúlio de Melo  Emerenciana – de Larissa Nepomuceno  Era uma vez… Em cordel – de Bruno Rafael Fragoso da Silva Kephas é Pedra – de Luiz Alberto Cassol  Mercado de História – de Alcinethe Maria Cavalcante Damasceno  O apagar das estrelas – Legados de Julio Lobo – de Diego Ruiz de Aquino e Jean Marcel  Camargo  O Empalhador – de Carlos Neto  Penna Prearo: Forasteiro Sonhador – de Laura Barile  Raízes de Trancoso – de Carol Kanashiro e Tomás Vianna  Silêncio na Boiada – de Luiza Fernandes  Gênero Animação  A Vila de Itueta – de Crianças da Escola Municipal de Santo Antônio / Projeto Animação /  Instituto Marlin Azul  Ária – de Arthur P. Motta  Benzedeiras – de Beatriz Lindenberg e Jamilda Bento  Hacker Leonilia – de Gustavo Fontele  Kigalinha – de Gabriel Justo e Felipe Santana  Nova Aurora – de Victor Jiménez  O Chapéu do Zezéu – de Alunos da Escola Municipal Monsenhor Walfredo Gurgel / Projeto  Animação – Instituto Marlin Azul  O Despertar de Aiyra – de Duda Rodrigues e Juliana Rogge  O Menino que

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Onde não há mar, nasce um movimento

Estreia do documentário “Uma Praia no Quadradinho” mostra como o Beach Tennis vem transformando o DF e marca uma noite especial dedicada à solidariedade. O Beach Tennis é daqueles esportes que chegam de mansinho, mas mudam a paisagem e a rotina de uma cidade inteira. Em Brasília, ele virou parte do cotidiano e já está presente em mais de 14 Regiões Administrativas, levando saúde, integração e uma energia comunitária que poucos esportes conseguem criar. Não por acaso, dez atletas brasilienses figuram entre os 300 melhores atletas profissionais do mundo. E em pleno Planalto Central, sem ondas e sem litoral, o DF encontrou sua própria praia e junto com ela, uma comunidade apaixonada que cresce a cada ano. Diante desse cenário vibrante, Brasília recebe o lançamento de “Uma Praia no Quadradinho – A História do Beach Beach Tennis no DF”, documentário inédito que conta a trajetória e o impacto do esporte no Distrito Federal. A estreia acontece no próximo domingo, dia 7 de dezembro, às 18h, em uma sessão especial no cinema do Casapark. Idealizado pelo Instituto Calango como um presente para a comunidade do Beach na capital federal, produzido e dirigido por Dan Rocha, o filme revela como a cidade se tornou um dos maiores polos da modalidade no Brasil, mesmo tão distante do mar. O evento tem um propósito ainda maior já que ele é totalmente beneficente, com 100% da renda revertida para os Programas 2026 do Instituto Calango, organização que encampa a iniciativa e usa o esporte como ferramenta de inclusão e transformação social. “Vale destacar que o Beach Tennis está em plena expansão na capital federal e já movimenta uma economia vibrante, se consolidando como um verdadeiro gerador de oportunidades”, pontua Dani Brito, Presidente do Instituto Calango. “Porém, existe uma demanda crescente por profissionais qualificados em diversas frentes, de instrutores e gestores a árbitros, de organizadores de eventos e operadores do ecossistema esportivo”, ressalta. Mas é fato que o potencial do esporte vai muito além da geração de renda. Ele transforma vidas, promovendo inclusão, ressignificando trajetórias, fortalecendo vínculos e melhorando a qualidade de vida de quem o pratica – independentemente da idade ou origem. “O Beach Tennis é um esporte apaixonante, acessível, fácil de aprender e que já conquistou Brasília, não só pela vibe, mas pelo que representa: saúde, pertencimento, empoderamento e oportunidade. E justamente por acreditarmos profundamente nesse poder transformador que seguimos impulsionando essa rede que cresce, acolhe e gera impacto de verdade”, explica Dani. Ainda sobre o lançamento do documentário, outro destaque da noite será a presença de grandes nomes do Beach Tennis brasileiro e que participarão de um talk show sobre a história e o futuro da modalidade. Entre eles estão Delano Choairy e Bruno Ferreira. E como nada é por acaso, vale lembrar que não deixa de ser simbólico que essa sessão especial aconteça na semana do Dia de Doar, movimento internacional dedicado a fortalecer a cultura de doação e inspirar gestos de generosidade. “É um lembrete de que esporte também é solidariedade, e que fazer o bem, quando é coletivo, reverbera ainda mais forte”, completa Brito. Mas atenção pois essa corrente do bem contará com apenas 200 lugares, com ingressos que podem ser adquiridos pelo Sympla a R$150, incluindo combo de pipoca. Empresas interessadas podem adquirir pacotes corporativos e cotas de patrocínio. Afinal, “Uma Praia no Quadradinho” é mais do que um filme: é um convite para celebrar uma trajetória e construir, juntos, um futuro ainda mais inclusivo e sustentável para o Beach Tennis no DF. Sinopse Brasília nunca teve mar, mas encontrou na areia do Beach Tennis um novo jeito de pulsar. O documentário “Uma Praia no Quadradinho – A História do Beach Beach Tennis no DF” revela como a capital federal, longe do litoral, se tornou um dos maiores pólos da modalidade no país, atraindo eventos internacionais, movimentando comunidades inteiras e transformando a rotina de quem vive o esporte no dia a dia. Dan Rocha, que assina a produção e a direção, cria uma narrativa que percorre os primeiros passos da modalidade no Distrito Federal; apresentando os pioneiros que acreditaram antes de todo mundo; as arenas que surgiram como pontos de encontro; e as histórias de alunos, atletas e profissionais que viram suas vidas mudarem dentro da quadra. Depoimentos reais mostram como o esporte gerou saúde, pertencimento, propósito e novas oportunidades, da iniciação esportiva à profissionalização. Com imagens marcantes e um olhar humano, o filme expõe como Brasília ressignificou a modalidade, criando sua própria cultura, seu próprio jeito de jogar e um movimento que hoje inspira outras cidades do país. Entre memória, paixão e comunidade, o documentário revela ainda que a força do Beach Tennis no DF vai além da técnica: é sobre vínculos, inclusão e a sensação coletiva de que, mesmo no coração do Brasil, é possível encontrar uma praia para chamar de nossa.   Esporte, cultura e solidariedade!  “Uma Praia no Quadradinho – A História do Beach Tennis do DF” / CasaPark – Brasília / 07 de dezembro – 18h / Ingresso individual pelo Sympla: R$ 150 – Evento beneficente: renda integral para os Programas 2026 do Instituto Calango / Classificação indicativa livre / Acesse o site oficial e siga @institutocalango Fotos: Divulgação

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As Raízes e Heranças Visuais de José Maciel

O Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves recebe a exposição que reflete sobre o conceito de nacionalidade. Na última quinta-feira, 27 de outubro, o Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves foi palco de um coquetel especial que reuniu cerca de 200 convidados para a abertura da aguardada exposição do artista visual e advogado José Maciel, intitulada “RAÍZES — Heranças Visuais”. A mostra ficará aberta ao público até o dia 1º de fevereiro e promete encantar os visitantes com sua profundidade e cores vibrantes. Com curadoria de Danielle Athayde e Cláudio Pereira, e coordenação geral do Instituto Artetude Cultural, a exposição reúne cerca de cinquenta obras inéditas, que transitam entre desenhos, pinturas, esculturas em ferro vazado e objetos cenográficos, como totens e seixos rolados pintados. A variedade de formas e materiais reflete a riqueza e a multiplicidade das referências que permeiam a arte de Maciel, que mergulha em uma reflexão sobre identidade, memória e pertencimento. O Panteão, com seu caráter histórico e simbólico, foi o cenário perfeito para o diálogo entre as obras de Maciel e o grandioso painel da Inconfidência Mineira, de João Câmara. A interação entre as obras de arte foi uma verdadeira imersão nas camadas da memória coletiva e pessoal, convidando o público a refletir sobre as múltiplas origens que nos constituem, tanto como indivíduos quanto como nação. O artista, ao revisitar o passado, traz à tona sentimentos e símbolos que ganham nova configuração no presente, criando um elo poético e dinâmico entre tempos e significados. Além da exposição, os convidados foram brindados com um catálogo de capa dura, com 120 páginas, que compila as últimas obras de José Maciel (foto acima), incluindo suas pinturas, esculturas e trabalhos em pedras. Organizado por Adriana Maciel e publicado pela editora Numa, o livro tem tiragem limitada de 700 exemplares e estará disponível em livrarias de Brasília. A noite foi embalada pela música do saxofonista Washington Aguiar, que criou a atmosfera perfeita para o evento e para surpresa dos presentes contou com uma palhinha do músico saxofonista Milton Guedes, amigo de longa data da família Maciel, que encantou os convidados com sua performance. Um evento memorável, que uniu arte, história e a vibrante cultura de nossa capital, foi celebrando a arte e a memória de nosso país em um dos mais icônicos espaços da cidade. Confira alguns cliques de quem passou por lá:   Para quem curte artes-plásticas! RAÍZES – Heranças Visuais de José Maciel / Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, Praça dos Três Poderes, Brasília / Até 1º de fevereiro – Terça a sexta – 9h às 18h; sábado, domingo e feriado – 9h às 17h / Gratuita e livre Fotos: Move Filmes

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Conheça os Brazulejos de Lígia Medeiros!

Fruto de uma pesquisa singular sobre revestimento e decoração, designer revela série de trabalho que propõe a convergência entre arte, design e arquitetura.   No dia 22 de novembro, das 17h às 21h, a artista plástica Lígia de Medeiros apresenta seus trabalhos inéditos em azulejaria e desenhos digitais, incluindo reelaborações de obras criadas a partir de 2017. Com curadoria de Renata Azambuja, Brazulejos reúne 23 painéis de azulejos de tamanhos variados e 18 desenhos impressos, com figuras humanas e geométricas. A mostra, realizada com o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), fica em cartaz no Espaço Oscar Niemeyer até 13 de janeiro de 2026, com visitação de terça a sexta, das 9h às 18h, e aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 17h. Entrada gratuita e livre para todos os públicos, e conta com acessibilidade para pessoas cegas e com baixa visão por meio de QRCode para audiodescrição das obras e caderno em braile descrevendo as obras. Lígia de Medeiros desenvolve uma pesquisa singular sobre revestimento e decoração, explorando a convergência entre arte, design e arquitetura. Suas criações evocam o diálogo entre o concreto e o poético, onde o traço geométrico se encontra com o lirismo das paisagens do Cerrado e o espírito modernista de Brasília. Sua trajetória é marcada por múltiplas vivências e reinvenções: nos anos 1980, iniciou sua atuação no Rio de Janeiro, comercializando móveis e objetos de arte; na década seguinte, em São Paulo, aprofundou-se na estética modernista; e, já em Brasília, consolidou-se na criação e produção de móveis e joias autorais, sempre inspirada nas formas orgânicas e nos ritmos da natureza. A mostra está organizada em blocos “geradores de imagens”, como define a artista. “Há o grupo que evidencia a interação do humano com o construtivo e com a paisagem; o conjunto que aborda o feminino; o bloco que apresenta as pesquisas com a linguagem; e o agrupamento que se refere à brasilidade”, explica Renata Azambuja em seu texto curatorial. A curadora ressalta ainda que uma das principais características de Lígia é o gosto pela experimentação com materiais, formas e cores. Sua produção traz à tona um repertório que inclui experiências no design de móveis, na moda e no trabalho como antiquária, mesmo quando lidava com móveis modernistas ainda não considerados antiguidades. Renata Azambuja destaca o caráter múltiplo da formação e da trajetória da artista. Brazulejos oferece ao público a oportunidade de acompanhar as diversas transformações em seu processo criativo. O percurso inventivo que dá origem à exposição constrói uma jornada visual repleta de pontes entre diferentes tempos e espacialidades relacionadas ao azulejo — elemento que se tornou central em sua pesquisa. “A artista apresenta azulejos que funcionam como painéis desenhados, retomando a tradição narrativa dos azulejos portugueses”, afirma a curadora. “A criação exige disciplina e persistência, e me parece mais um gesto de teimosia. Também sou perfeccionista. É mais fácil quando há tesão envolvido. Dom? Talvez, um pouco”, destaca Lígia de Medeiros que em sua trajetória, nada é em vão. Há uma conexão entre todas as experiências. Com o tempo, a artista compreendeu o significado de tudo o que vivenciou e reconheceu uma harmonia entre experiências aparentemente diversas, mas que convergem. “Se tivesse apenas acumulado informações, essa coerência não se manifestaria. Ela existe porque assimilei plenamente as vivências e as expresso de modo a refletir minha presença em cada resultado”, afirma. “Não hesito em combinar o que me agrada. Nunca me preocupo se algo vai ‘encaixar’. Se gosto, sei que se integrará naturalmente. O mesmo ocorre em minha casa: se gosto, uso, e funciona. Tenho convicção de que dá certo”, diz a artista. A artista ressalta também o Modernismo como referência essencial em sua produção, especialmente pela busca da depuração. Ao projetar móveis modernistas, sempre priorizou a eliminação do supérfluo e a valorização da execução. A linha, a precisão do esquadro, o encaixe perfeito das juntas — elementos dominados pelos japoneses, muitas vezes sem o uso de pregos —, o acabamento e até o aroma da madeira são aspectos fundamentais na percepção do objeto. “Minha atenção constante se volta para a geometria, buscando a perfeição. Um milímetro de diferença é imediatamente perceptível, tamanha é a dedicação. A depuração elimina os detalhes que desviam o olhar do essencial. Ao representar a figura humana, procuro capturar sua essência, a forma primordial, com linhas e traços que revelam o que a define”, completa Medeiros.   Para quem gosta de design! Brazulejos de Ligia de Medeiros / Espaço Oscar Niemeyer – Praça dos Três Poderes, Bloco J, Brasília-DF / de 22 de novembro até 13 de janeiro de 2026 – terça a sexta – 9h às 18h, sábado, domingo e feriados – 9h às 17 / Livre e gratuito Foto: Lula Lopes

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