Cultura, tecnologia e inovação no centro de Brasília

Em sua segunda edição, Setor Criativo Sul transforma o Setor Comercial Sul em território de experimentação, formação e desenvolvimento criativo. O Instituto No Setor apresenta a segunda edição do Setor Criativo Sul, iniciativa que articula cultura, ciência, tecnologia e inovação como estratégia de ativação urbana e desenvolvimento econômico no centro de Brasília. Com realização da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF), o projeto acontece entre os dias 20 e 22 de abril, ocupando diferentes espaços do Setor Comercial Sul. A programação de três dias acontece simultaneamente em mais de 10 espaços do Setor Comercial Sul, a partir das 10h, abrangendo oficinas, palestras, rodas de conversas e  transformando o centro da cidade em espaço de troca e debates sobre as relações entre cultura, tecnologia e sustentabilidade. As formativas são acompanhadas de atrações artísticas como jam session no Espelunca Bar, mostra de filmes no Museu dos Correios, desfile de moda na Praça dos Artistas, contação de história para crianças na Praça do Povo, feira de produtores do cerrado no Armazém do Campo. No aniversário de Brasília, 21/4, o SCS recebe programação de shows locais e feira de artesanato. Das 10h às 18h, a Feira na CALçada ocupa a rua do centro da cidade com mais de 40 empreendedores de diferentes fazeres, entre arte, moda, objetos e impressos independentes. Às 14h, as Margaridas sobem no palco para um show de rap candango e são seguidas do Samba Pras Moças, às 17h, encerrando a programação do dia ao som de festa. Rafael Reis, presidente do Instituto No Setor, destacou a importância do projeto na integração e fortalecimento entre os atores do território, impulsionando novas formas de produção e circulação de bens e serviços culturais. “Com foco na economia criativa e no desenvolvimento de soluções urbanas, o projeto busca estimular a criação de redes colaborativas, promover o empreendedorismo e ampliar o acesso a tecnologias e processos de inovação”, completou. O projeto Realizada pela primeira vez em 2018, a iniciativa marcou o território com uma programação diversa e ocupação simultânea de diferentes espaços, reunindo atividades formativas, intervenções urbanas e apresentações culturais. Nesta nova edição, o projeto retoma e amplia essa proposta, fortalecendo o Setor Comercial Sul como espaço de encontro entre diferentes áreas do conhecimento. A proposta conecta cultura, inovação e sustentabilidade em um modelo de ocupação que envolve poder público, universidades, setor produtivo e sociedade civil. A iniciativa ocupa o coração da cidade, ativando espaços como Museu dos Correios, SESC SCS, CAL, Canteiro Central, Galeria dos Estados, além de praças, corredores urbanos, espaços culturais independentes, instituições de ensino e comércios locais da região. Entre os objetivos estão a capacitação em competências criativas e tecnológicas, o incentivo à produção de soluções sustentáveis e o fortalecimento do Setor Comercial Sul como espaço de convivência, produção cultural e inovação. “Queremos posicionar Brasília como referência em iniciativas que conectam desenvolvimento urbano, economia criativa e inclusão produtiva”, destacou o presidente do Instituto No Setor, Rafael Reis. Ao promover a aproximação entre cultura e tecnologia, o Setor Criativo Sul reforça o papel do centro da cidade como espaço estratégico para a experimentação de novas formas de uso, ocupação e produção coletiva, ampliando as possibilidades de desenvolvimento local e dinamização econômica. Para curtir o centro da cidade Setor Criativo Sul / Setor Comercial Sul – Brasília (DF) / 20 a 22 de abril – a partir das 10h / Programação completa – Siga @setorcriativosul   Com informações da Assessoria de Imprensa – Fotos: Divulgação

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Sonho Elétrico já está em cartaz

Com texto original e direção de Marcio Abreu, o espetáculo dialoga com a obra do neurocientista Sidarta Ribeiro e traz reflexão sobre a importância de sonhar coletivamente.   “Visto de cabeça para baixo, esse mundo torto pode ter jeito”, escreveu Sidarta Ribeiro em seu livro Sonho Manifesto, que foi um dos pontos de partida para a pesquisa e criação da peça Sonho Elétrico, que chega ao Centro Cultural Banco do Brasil Brasília, e cumpre temporada até 3 de maio de 2026, de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 18h. Com texto e direção de Marcio Abreu e produção da Companhia Brasileira de Teatro, que está celebrando seus 25 anos de atividades ininterruptas, o espetáculo tem o elenco formado pelos artistas Verónica Valenttino, Jessyca Meyreles, Idylla Silmarovi e Cris Meirelles, e a presença do pianista Luís Chamis em cena. Os ingressos custam R$ 15 (a meia-entrada) e podem ser adquiridos a partir de 8 de abril de 2026 pelo site ccbb.com.br/brasilia e na bilheteria física. O espetáculo que não é recomendado para menores de 16 anos tem programadas duas sessões com Intérprete em LIBRAS aos domingos, nos dias 19 e 26 de abril. Em Sonho Elétrico, uma artista e integrante de uma banda (Verónica Valenttino) é atingida por um raio. Em estado de coma, a protagonista navega pelo limiar entre vida e morte, explorando memórias, sonhos e a possibilidade de despertar para uma nova chance. A narrativa se desenvolve como um percurso sensível na mente de uma artista, servindo como metáfora para a iminência do fim e as oportunidades de transformação que podemos ter enquanto comunidade planetária. A peça, em diálogo com a obra e a interlocução de Sidarta Ribeiro, neurocientista, capoeirista e escritor brasileiro, tem como ponto de partida seu livro Sonho Manifesto: Dez exercícios urgentes de otimismo apocalíptico, no qual compartilha conhecimentos de cientistas, pajés, xamãs, mestras e mestres de saber popular, artistas e inventores que nos lembram da importância de sonhar e agir coletivamente para o futuro do planeta. Também é a continuidade da pesquisa da companhia brasileira de teatro sobre o sonho, a História e a memória, individual e coletiva, iniciada em seu espetáculo anterior, AO VIVO [dentro da cabeça de alguém] (2024). “O autor consegue articular através de uma linguagem direta e acessível um conjunto de proposições e de temas muito diversos, atuais e urgentes. Essa capacidade de diálogo com as pessoas e com a sociedade plural na qual vivemos é o principal ponto de convergência entre o pensamento de Sidarta Ribeiro e o que buscamos nessa peça: uma obra fundamental para consolidar a importância social da arte e seu potencial transformador, que revisita o passado e inspira ações para o futuro, agora”, comenta Marcio Abreu. Sonho Elétrico é uma pesquisa, criação e produção dos membros da companhia brasileira de teatro: Marcio Abreu, Nadja Naira, Cássia Damasceno e José Maria. Com equipe diversa de multiartistas e parceiros colaborativos da companhia, conta com as colaborações criativas de: Key Sawao, bailarina e artista da cena, e que assina a direção de movimento da peça; trilha sonora original e direção musical do multi-instrumentista e compositor Felipe Storino, com colaboração da compositora e cantora Juliana Linhares; assistência de direção do ator, bailarino e pesquisador Fábio Osório Monteiro; figurinos do estilista e criador mineiro Luiz Cláudio Silva e seu Apartamento 03. A Gênese do Projeto Sonho Elétrico é fruto de um processo criativo que se desenvolveu a partir da plataforma Voo Livre, criada em 2023 pelos artistas e produtores Marcio Abreu, Cássia Damasceno, Nadja Naira e José Maria. A relação da companhia brasileira com Sidarta Ribeiro e com temas relacionados ao sonho vem se desenvolvendo em diversos momentos, desde as pesquisas para a criação da peça Sem Palavras, que estreou na França em setembro de 2021. O neurocientista participou de três momentos importantes da plataforma: primeiro, em cena, no acontecimento Voo Livre – Futuros, em outubro de 2023, no Teatro de Arena do Sesc Copacabana, no Rio de Janeiro. Em junho de 2024, volta à cena na reedição de Futuros no Teatro do Sesc Pompéia, em São Paulo. Nesta ocasião, Sidarta também colaborou na residência artística Voo livre – Sonho Manifesto, direcionada a 30 jovens artistas de linguagens diversas, no Galpão do Sesc Pompeia, orientada por Marcio Abreu e a companhia brasileira de teatro, junto a artistas convidados, como Key Sawao, Cristina Moura, Kenia Dias e Helena Vieira. E, numa terceira edição, já chamada de Voo livre – Sonho Elétrico, no CPT – Sesc Consolação, como convidado e palestrante, com a equipe criativa do espetáculo e mais 15 artistas assistentes. Para quem curte teatro Sonho Elétrico / Teatro I do CCBB Brasília – SCES Trecho 02 Lote 22 / em cartaz até 3 de maio de 2026 – quinta, sexta e sábado, às 20h; domingo, às 18h / 90 minutos / Ingressos: R$ 15 (meia entrada) – no site oficial ou na bilheteria física sempre às quartas-feiras da semana anterior às apresentações, a partir das 12h / Estudantes, maiores de 65 anos e clientes Ourocard pagam meia entrada / 14 anos /  sessões com LIBRAS – 19 e 26 de abril / Siga @ciabrasileira e @ccbbbrasilia Com informações da Assessoria de Imprensa – Fotos: Divulgação  

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Um clássico que atravessa gerações

Com visual moderno e tecnologia de ponta, a nova adaptação de “Pinóquio” chega aos cinemas para encantar crianças e despertar a nostalgia dos adultos. Existem histórias que parecem morar em um lugar especial da nossa memória, e “Pinóquio” é, sem dúvida, uma delas. Nesta quinta-feira, 16 de abril, a Paris Filmes traz para as telonas uma nova versão dessa fábula imortal, e eu já adianto: preparem-se para um espetáculo visual. Tive a oportunidade de conferir o longa em uma cabine de imprensa virtual e saí com a nítida sensação de que o diretor Igor Voloshin conseguiu um feito difícil: respeitar a essência do conto de Carlo Collodi enquanto injeta uma adrenalina de aventura que dialoga perfeitamente com o público de hoje. A trama, como bem sabemos, parte do desejo sincero do carpinteiro Gepeto de ter um filho — pedido atendido por uma estrela cadente que dá vida ao boneco de madeira. Mas o que torna este filme uma “dica imperdível” da Coluna #PERAMBULANDO é a forma como ele utiliza a tecnologia live-action para criar um universo vibrante, onde a jornada de autodescoberta do pequeno protagonista ganha novos tons de emoção. É aquele tipo de cinema que resgata memórias afetivas de quem cresceu com o personagem, mas que tem fôlego de sobra para capturar a imaginação das novas audiências, que certamente ficarão hipnotizadas pelas peripécias e lições de coragem que Pinóquio enfrenta pelo caminho. Resumindo, vai agradar toda a família! O roteiro, assinado por um time de peso (Aksinya Borisova, Alina Tyazhlova e Andrey Zolotarev), foca muito no amadurecimento e naquela busca universal pelo pertencimento. É um programa de família completo, daqueles que rendem ótimas conversas na saída da sala. Se você, como eu, não resiste a uma boa jornada mágica, vale a pena garantir o ingresso. Confira o trailer no perfil da @ParisFilmes para sentir o clima e já escolha a sua pipoca. Ver o boneco mais famoso do mundo ganhar vida de uma forma tão autêntica é, por si só, um grande evento. Não está convencido ainda? Confira o trailer abaixo: Em breve nos cinemas! Pinóquio (Pinocchio) | Estreia em 16 de abril | Direção: Igor Voloshin | Distribuição: Paris Filmes | Classificação: Verifique a programação local | Saiba mais em @ParisFilmes Fotos: Divulgação

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Não perca o Festival de Cultura Popular!

Tradição e sustentabilidade são o foco da 12ª edição do evento que propõe a cultura popular como tecnologia ancestral e estratégia de desenvolvimento sustentável no Cerrado. De 14 a 17 de abril, o Festival Brasília de Cultura Popular realiza sua 12ª edição ocupando o Memorial Darcy Ribeiro, na Universidade de Brasília (UnB), nos dias 14 e 15, e a região do Lago Oeste, área rural do Distrito Federal, nos dias 16 e 17. Com uma programação que reúne conferência, rodas de conversa, vivências no Cerrado, apresentações culturais, aulas-espetáculo, feira de economia criativa e gastronomia tradicional, o encontro consolida-se como uma plataforma de articulação entre cultura popular, sustentabilidade e desenvolvimento. Mais do que um evento, o Festival propõe uma chave de leitura que reposiciona a cultura popular: não como herança estática do passado, mas como tecnologia ancestral viva e estratégica para o futuro do Cerrado. A partir dessa perspectiva, a 12ª edição adota como eixo central a relação entre Cultura Popular, Cerrado e Desenvolvimento Sustentável, defendendo que não existe desenvolvimento sustentável no bioma sem o reconhecimento e fortalecimento dos saberes tradicionais. Em 2026, o Festival presta homenagem ao historiador Paulo Bertran, intelectual fundamental para a compreensão do Cerrado como território histórico e cultural. Sua obra contribuiu para revelar o bioma como uma paisagem cultural viva, onde natureza, modos de vida e práticas sociais se entrelaçam na construção de identidades e formas de existência. “Não existe desenvolvimento sustentável no Cerrado sem reconhecer e fortalecer os saberes tradicionais. O que o Festival faz é colocar esses conhecimentos no centro do debate público”, destaca a coordenadora do festival, Danielle Freitas. As pessoas interessadas nas atividades ofertadas na edição, podem fazer a inscrição gratuitamente no link disponível na bio do perfil do evento. Atividades Ao longo de quatro dias, o Festival se organiza em dois tempos complementares. Nos dias 14 e 15, no espaço universitário, promove reflexões por meio da conferência livre sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), debates e encontros que conectam mestres da cultura popular, artistas, pesquisadores, estudantes e gestores públicos. O objetivo é inserir os saberes tradicionais no centro das discussões contemporâneas sobre desenvolvimento, em diálogo com a Agenda 2030 da ONU. Já nos dias 16 e 17, no Lago Oeste, a proposta se desloca para o território, convidando o público a vivenciar, na prática, modos de vida sustentáveis que há gerações estruturam comunidades do Cerrado. As atividades incluem experiências com agroecologia, plantas medicinais, cultura alimentar e manejo do bioma, em parceria com iniciativas locais. Conferência  A Conferência livre sobre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) acontece como parte da programação do Festival, em 15 de abril, a partir das 9h, e se integra ao processo de formulação em âmbito nacional da Conferência Nacional dos ODS, que acontece entre 29 de junho e 02 de julho de 2026. A iniciativa propõe um debate estruturado sobre a integração da cultura popular às políticas de desenvolvimento sustentável. Reconhece os territórios culturais como protagonistas na implementação da Agenda 2030 e como espaços vivos de experimentação de soluções sociais e ambientais. O encontro reúne mestres da tradição, lideranças, pesquisadores, gestores públicos, juventudes e representantes da sociedade civil para discutir caminhos práticos de integração entre cultura, meio ambiente e políticas públicas. Desta etapa, será eleito um delegado para a Conferência Nacional ODS, a acontecer em junho de 2026, representando as pautas das culturas populares e dos povos e comunidades tradicionais de Brasília. Cultura Popular  Durante o Festival, o público poderá vivenciar a energia da capoeira com o Grupo Beribazu, conduzido pelo professor Mikhael Ael, mergulhar na mitologia cênica e simbólica do grupo Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro, e se conectar com os ritmos do Cerrado nas apresentações de Volmir Batista – Batuques e Calangos, que evocam o Brasil profundo em suas sonoridades. E, em se tratando de cultura popular, como não poderia ser diferente, a tradicional Orquestra Alada Trovão da Mata ocupa a Universidade de Brasília com as figuras míticas do Cerrado e seu ritmo próprio, o Samba Pisado. “Ao integrar reflexão, experiência e tradição, o Festival reafirma o papel da cultura popular como tecnologia social capaz de organizar modos de produção, fortalecer relações comunitárias e sustentar práticas ambientais responsáveis,  apontando caminhos concretos para o futuro do Cerrado”, finaliza Freitas. O Festival Brasília de Cultura Popular é realizado pela IBRANOVA e pela Pichaim Produções, com apoio da Fundação Darcy Ribeiro, da Fiocruz Brasília, por meio da Estratégia Fiocruz para a Agenda 2030 (EFA), da Universidade de Brasília — via Licenciatura em Educação do Campo (LEdoC/UnB) e Diretoria de Difusão Cultural e Decanato de Extensão (DDC/DEX) — além do Sítio Floresta. O projeto conta ainda com fomento do Ministério da Cultura do Governo Federal do Brasil. Confira a programação completa: (sujeita a ajustes e alterações) 14 de abril – Abertura do 12º Festival Brasília de Cultura Popular Local: Memorial Darcy Ribeiro – UnB 11h — Abertura da Feira de Economia Criativa 12h — Vivência: Capoeira – Corpo, Território e Resistência 13h — Mesa: A Obra de Paulo Bertran e o Cerrado Vivo 14h — Roda: Agroecologia e Saúde Mental no Cerrado 15h — Vivência: Teatro de Terreiro 16h — Roda: Agroecologia e Cannabis no Cerrado 17h30 — Homenagem: O Cerrado como Civilização 18h — Apresentação: Cultura Popular Tradicional 19h — Apresentação: Orquestra Alada 15 de abril  — Conferência Livre de Culturas Populares e Tradicionais de Brasília sobre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável integra a programação Local:  Auditório do Memorial Darcy Ribeiro – UnB 09h — Credenciamento – Conferência ODS 09h30 — Mesa de Abertura 10h — Plenária de Abertura: Cultura Popular e Agenda 2030 11h — Abertura da Feira 12h — Encerramento da plenária e rodas de diálogo 12h — Vivência: Sambadeiras – Corpo e Ancestralidade 14h — Apresentação das propostas dos grupos 14h — Mesa: A Obra de Paulo Bertran e o Cerrado Vivo 15h — Debate e aprovação das propostas 15h — Vivência: Seu Estrelo – Mito e Território 16h — Eleição da delegação 17h — Mesa de Encerramento da Conferência 17h30 — Cortejo Cultural:

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“O Lago dos Cisnes” em Brasília

Moscow City Ballet faz única apresentação na cidade do Clássico do balé mundial. Em cena, 36 bailarinos prometem uma apresentação para lá de emocionante.   O Moscow City Ballet traz a Brasília um dos maiores clássicos do balé mundial: O Lago dos Cisnes, em uma montagem que reúne tradição, técnica e excelência artística. O espetáculo acontece em 16 de maio, no Centro de Convenções Ulysses. Reconhecida internacionalmente, a companhia foi fundada em 1988 pelo coreógrafo Victor Smirnov-Golovanov e se consolidou como uma das principais representantes da escola russa de balé clássico. Ao longo de sua trajetória, o Moscow City Ballet já se apresentou em diversos países e retorna ao Brasil pela terceira vez este ano com uma turnê que inclui as principais cidades do país. No palco, a montagem reúne 36 bailarinos e traz toda a força estética e narrativa de O Lago dos Cisnes, obra que atravessa gerações e permanece como uma das mais emblemáticas do repertório universal. Com música de Tchaikovski, o espetáculo conduz o público por uma história marcada por amor, encantamento e o eterno conflito entre o bem e o mal. A direção artística é de Ludmila Nerubashenko, responsável por manter o rigor técnico e a identidade da companhia, reconhecida pela precisão de seu corpo de baile e fidelidade às tradições do balé russo. O LAGO DOS CISNES O Lago dos Cisnes, criado no século XIX, é o trabalho mais conhecido e reinterpretado de todo o repertório do balé clássico no mundo. Nele, os temas eternos do amor e do encantamento, do bem e do mal, são protagonistas. Durante os atos, é contada a história do príncipe Siegfried, que, acompanhado por seus amigos, vai procurar o propósito da distração antes de escolher a consorte. Ao se aproximarem de um lago, o príncipe se apaixona pela princesa (Odette) que foi amaldiçoada pelo feiticeiro maligno (Von Rothbart) a viver como um cisne parte de sua existência. Enganado pelo mago, o príncipe é seduzido por Odile, filha de Von Rothbart. Após um confronto com o vilão, o amor de Siegfried quebra o feitiço que transformou a princesa em um cisne, mas uma tragédia se revela no final. Com a música de Tchaikovski, O Lago dos Cisnes é uma das obras mais ouvidas do repertório universal. Serviço: Moscow City Ballet – O Lago dos Cisnes Dia: 16 de maio de 2026 (sábado) Local: Centro de Convenções Ulysses Horário: 20h Ingressos: A partir de R$ 100 (meia-entrada) pela Bilheteria Digital Informações: Assessoria de Imprensa do Evento / Fotos: Divulgação

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Helô Sanvoy e Lais Myrrha na Cerrado Cultural

Na última quarta-feira, 1º de abril, a galeria Cerrado Cultural recebeu cerca de 150 convidados do mundo das artes na inauguração simultânea das exposições “Arquiteturas do Poder”, de Lais Myrrha, e “Eiro”, de Helô Sanvoy. O evento movimentou a QI 05 do Lago Sul, onde o público pôde conferir de perto o diálogo crítico e sensível proposto pelos artistas sobre as bases estruturais e históricas do país, ocupando os dois pavimentos do espaço brasiliense. Sob a curadoria de Ana Avelar, a mineira Lais Myrrha apresentou obras que investigam a carga simbólica do modernismo e os apagamentos sociais contidos nas formas da capital. Belo-horizontina que cresceu rodeada por obras de Oscar Niemeyer, Lais acredita que, mais do que um arquiteto de edifícios, ele foi um criador de imagens. “Em um certo momento do meu trabalho eu comecei a isolar certos elementos, criar sobreposições de coisas. A partir daí também fui trabalhando com outros elementos que tinham relação com essas construções, com a história dessas construções, como o concreto armado, os azulejos e outros elementos”, explica. Já no piso superior, o público foi recebido pela primeira mostra individual de Helô Sanvoy na galeria, com curadoria de Divino Sobral. Em “Eiro“, o artista goiano utiliza a materialidade do cotidiano para refletir sobre a precarização do trabalho e o corpo marginalizado. Sobre a expectativa para esta temporada, o artista compartilhou: “Espero que quem venha visitar a exposição encontre um momento de reflexão sobre a vida e que, ao mesmo tempo, essa visita possa ser um tempo de distração para a alma”.     As mostras seguem em cartaz reforçando a missão da Cerrado como um dos principais eixos de difusão da arte contemporânea no Centro-Oeste. A galeria fica na QI 05, Chácara 10, no Lago Sul. A entrada é gratuita e a visitação está aberta ao público de segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 13h, até o dia 9 de maio. Acompanhe as novidades pelo Instagram @cerrado.galeria e não deixe de conferir mais alguns cliques feitos por este colunista/fotógrafo de quem passou lá pelo vernissage de abertura: Serviço: Exposições: Arquiteturas do Poder (Lais Myrrha) e Eiro (Helô Sanvoy) Curadorias: Ana Avelar e Divino Sobral Quando: 1º de abril a 9 de maio de 2026 Onde: Cerrado Cultural – SHIS QI 05, Chácara 10, Lago Sul, Brasília/DF Horários: Segunda a sexta, das 10h às 19h; sábado, das 10h às 13h Entrada gratuita / Indicação livre Siga: @cerrado.galeria Com informações da Assessoria de Imprensa / Fotos: Divulgação

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“Os Peixes não Falam” perambula por Bsb

Espetáculo premiado circula por creches do DF e anuncia turnê internacional.   Depois de integrar a programação da Bienal de São Paulo e conquistar um feito inédito para o teatro do Distrito Federal, o espetáculo “Os Peixes não Falam” inicia uma nova temporada. Em abril, a obra volta às origens com uma circulação por creches da Candangolândia, promovida com apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC). Paralelamente, a montagem se prepara para uma turnê internacional que passará por México, Argentina e Uruguai, por meio do programa Conexão Cultura. Criado para bebês e crianças de 0 a 5 anos, “Os Peixes não Falam” é um mergulho sensível nos mistérios da linguagem antes da palavra. Em cena, a atriz e diretora Clarice Cardell conduz os pequenos espectadores por uma experiência que combina teatro de objetos, trilha sonora original e uma dramaturgia de afetos. “É um convite para escutar com o corpo e ver com o coração”, resume a artista. Uma turnê que começa na creche e atravessa fronteiras A circulação local, que ocorre de 8 a 16 de abril em unidades de educação infantil da Candangolândia, reforça um dos pilares do projeto: transformar creches em espaços de experimentação artística e democratizar o acesso à arte como ferramenta essencial de formação humana. Ao mesmo tempo, a obra dá um salto internacional. Ainda neste semestre, nos meses de fevereiro, maio e junho, “Os Peixes não Falam” será apresentada em três festivais na América Latina: no Centro Cultural Tijuana (CECUT), no México; no Parque del Conocimiento, em Posadas, na Argentina; e no Festival OFF FIAEuy, que acontece em Montevidéu e San José, no Uruguai. As datas serão anunciadas em breve. Relevância nacional e ineditismo A nova circulação chega em um momento histórico para a cultura do DF. Em maio, Clarice Cardell e sua companhia, a Primeiro Olhar, receberão em São Paulo o Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) — a primeira vez que uma obra de teatro do Distrito Federal conquista a honraria. Além disso, é a primeira montagem voltada à primeira infância a ser premiada pela instituição. “Com o prêmio da APCA e as circulações local e internacional, temos dois pontos fortes que demostra a potência e a relevância do projeto, bem como a produção teatro feita em Brasília”, destaca Clarice. É uma peça, que nasce do diálogo entre Brasil e França, já passou pela Bienal de São Paulo e agora leva o teatro brasiliense para o exterior. Ficha artística “Os Peixes não Falam” é um espetáculo da companhia Primeiro Olhar, com direção de Clarice Cardell, em parceria com a francesa Katy Deville (Théâtre de Cuisine). A trilha sonora original é de Fernanda Cabral, os figurinos de Larissa Salgado e a preparação corporal de Márcia Duarte. O ponto de partida para a criação ocorreu em dezembro de 2024, durante residência artística no Friche la Belle de Mai, em Marselha. Vale destacar ainda que o espetáculo propõe uma experiência cênica pioneira para a primeira infância. Boias que flutuam como pensamentos, sons que remetem à memória do ventre e uma atuação que transita entre o gesto e o afeto criam paisagens que comunicam sem dizer. “Porque, às vezes, o que mais nos diz é o que não se fala”, explica Clarice. Serviço: Circulação em creches – Candangolândia (DF) Período: 8 a 16 de abril de 2026 Turnê internacional – México, Argentina e Uruguai Fevereiro, maio e junho de 2026 Com informações da Assessoria de Imprensa / Fotos: Divulgação

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Tom Jobim Musical em Brasília

Com mais de 130 mil espectadores e 12 indicações a prêmios, espetáculo faz curta temporada em Brasília. O Ministério da Cultura e a BB Seguros apresentam a turnê nacional de “Tom Jobim Musical“. Consagrado como um dos grandes sucessos recentes do teatro musical brasileiro, o espetáculo chega a Brasília para temporada no Ulysses Centro de Convenções, com estreia nesta sexta-feira (10), após reunir mais de 130 mil espectadores pelo país. “A BB Seguros valoriza a essência do brasileiro, a nossa cultura e a história do nosso país, por isso acreditamos na importância de tornar espetáculos como este cada vez mais acessíveis ao grande público. Tom Jobim é um ícone da música no Brasil e no mundo, e poder levar esse musical para mais cidades é uma grande satisfação e um compromissos para nós.” Delano Valentim de Andrade – Presidente da BB Seguros. A superprodução, que conta com texto de Nelson Motta e Pedro Brício e direção de João Fonseca (conhecido por sucessos como os musicais de Tim Maia, Cazuza, Cássia Eller e Djavan), já acumula números impressionantes que atestam sua grandiosidade. Em suas temporadas anteriores, o musical foi assistido por um público de mais de 130 mil pessoas e teve 12 indicações a prêmios. A Vida do Maestro em Cena Estrelado por Elton Towersey, vivendo Tom Jobim e Leopoldo Pacheco como Vinicius de Moraes, o musical transporta o público para o Rio de Janeiro dos anos 1950 e 60. A trama narra a trajetória de Antônio Carlos Jobim, desde a juventude na praia de Ipanema até a conquista do mundo com a Bossa Nova, passando pelo histórico concerto no Carnegie Hall, em Nova York. A montagem explora a parceria fundamental com Vinicius de Moraes e João Gilberto, além de celebrar figuras icônicas como Elis Regina, Jair Rodrigues, Frank Sinatra Elza Soares e Dolores Duran. Com um elenco de 19 atores e 9 músicos, o público é convidado a cantar junto clássicos eternos como “Garota de Ipanema“, “Chega de Saudade“, “Águas de Março” e “Wave“. “A parte mais difícil de transformar sua vida e obra em um musical de teatro foi lidar com a qualidade de suas músicas: como escolher apenas 30? O certo é que nenhum musical da Broadway teve, tem ou terá um score musical à altura do maestro soberano Tom Jobim”, revela Nelson Motta, coautor do espetáculo. “Uma peça sobre Tom só pode ser uma celebração sobre a música, o amor, a natureza e sobre o Brasil. A música de Tom é a protagonista do espetáculo, mas o homem bonito e charmoso também está lá”, comenta o diretor João Fonseca. A realização é assinada pelas produtoras Atual Produções e Bonus Track e, lideradas por Luiz Oscar Niemeyer, Júlio Figueiredo e Bárbara Guerra. SERVIÇO: TOM JOBIM MUSICAL – TURNÊ NACIONAL Brasília (DF) Apresentado pelo Ministério da Cultura e BB SEGUROS Patrocínio MAPFRE Apoio UNISYS Datas: 10 a 12 de abril e 16 a 19 de abril de 2026 Local: Ulysses Centro de Convenções – Teatro Planalto Ingressos: sympla.com.br Ingressos a partir de R$ 25,00 (meia-entrada) e R$ 450,00 (inteira). Faixa etária: 10 anos Duração:  2h15 com 15 minutos de intervalo Venda a grupos: grupos@atualp.com.br Acessibilidade:Todas as sessões possuem audiodescrição e libras e disponibilidade de Kit para pessoas neurodivergentes. *Clientes BB Seguros têm 30% de desconto nos ingressos inteiros, limitados a 4 ingressos por CPF. Siga: Instagram: @tomjobimmusical Com informações da Assessoria de Imprensa / Fotos: Divulgação

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150 anos de Joaquín Torres Garcia

Em cartaz no CCBB até 21 de junho, exposição gratuita é a mais abrangente já dedicada ao artista uruguaio e reúne mais de 70 artistas.   A mostra Joaquín Torres García – 150 anos já está aberta para visitação do público no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), com entrada gratuita, e a temporada segue até 21 de junho. A exposição reúne um amplo conjunto de obras do artista uruguaio em diálogo com trabalhos de mais de 70 nomes da arte moderna e contemporânea, propondo um novo olhar sobre sua trajetória e sua contribuição para a consolidação de uma linguagem artística latino-americana com projeção internacional ao longo do século XX. A classificação indicativa é livre, e os ingressos podem ser retirados na bilheteria ou pelo link destacado acima. O projeto conta ainda com a colaboração institucional de Alejandro Díaz, diretor do Museo Torres García, cuja parceria foi determinante para viabilizar a vinda dos manuscritos e desenhos inéditos. Com curadoria de Saulo di Tarso, a mostra estabelece conexões entre a produção de Torres García e diferentes vertentes da arte moderna e contemporânea, aproximando sua obra de referências brasileiras, das vanguardas europeias, da arte africana e das culturas indo-americanas. O percurso propõe uma releitura do chamado Universalismo Construtivo, conceito formulado pelo artista para articular formas universais a uma identidade própria da América Latina, ampliando suas interpretações para além das leituras mais difundidas. Reconhecido por integrar importantes coleções internacionais, Torres García tem sua obra apresentada sob uma perspectiva que ultrapassa sua iconografia mais conhecida. A exposição revisita sua trajetória, destacando o papel que desempenhou ao colocar em relação experiências da vanguarda europeia e sua atuação na América Latina, especialmente a partir de seu retorno ao Uruguai, em 1934. A presença de obras como “América invertida”, raramente exibida fora do Museu Torres García, em Montevidéu, reforça esse eixo curatorial, convidando o público a revisitar seu significado para além de leituras consolidadas. Para Saulo Di Tarso, celebrar 150 anos de um artista da dimensão de Torres García exige ampliar o olhar histórico. “Estamos apresentando a exposição mais abrangente já dedicada a ele e dessa forma queremos nos aproximar do nosso legado espanhol”. Nesse sentido, a mostra conta com peças fundamentais provenientes de coleções e museus ao redor do mundo: MACBA, IVAM, Colección Telefónica, MSSA, Galerie Gmurzynska e também obras do MASP, Pinacoteca de São Paulo e de importantes coleções privadas brasileiras. A dimensão pedagógica também atravessa a mostra. Para Torres García, a infância ocupava um lugar fundamental em sua reflexão estética. “Ele defendia uma educação artística baseada na experiência e na invenção, em que o principal estímulo estava na criação de símbolos e na organização das percepções. Nesse contexto, chegou a desenvolver brinquedos de madeira com caráter formativo e incorporou à sua pintura uma linguagem sintética, próxima ao traço infantil, valorizando a habilidade das crianças de compreender e estruturar o mundo por meio de signos simples e universais”, completa o curador. Diálogo com a arte brasileira A presença de 40 artistas brasileiros se organiza a partir de dois eixos principais. De um lado, a memória do incêndio ocorrido em 1978 no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio), episódio que marcou profundamente a história das instituições culturais no país e teve repercussão internacional. De outro, a proposta de tensionar, no campo simbólico, as divisões históricas herdadas do Tratado de Tordesilhas e suas reverberações nas relações culturais sul-americanas. A presença de obras e artistas brasileiros e estrangeiros refletem tanto a intenção de diálogo e celebração, encerrando a efeméride dos 150 anos do artista no país quanto a intenção de fortalecer vínculos culturais na América do Sul. “Desde o Modernismo, assim como a antropologia dos trópicos, a arte brasileira influenciou profundamente a cultura europeia e norte-americana, embora ainda insistimos em ler essa história apenas no sentido inverso. Por isso, foi lógico adensar a presença da arte brasileira ao redor de um artista que afirmou que ‘o nosso norte é o Sul”, afirma o curador. Entre os nomes presentes estão Cecília Meireles, Antonio Cabral, Paulo Nenflídio, Alfredo Jaar, Ernesto Neto, Willys de Castro, Bispo do Rosário, Estela Sokol, Rubens Gerchman, Marcone Moreira, Carlos Zilio, Ronaldo Azeredo, Luiz Sacilotto, Cildo Meireles, Hélio Oiticica, Emanoel Araújo, Arnaldo Ferrari, Montez Magno, Leonilson, Flávio de Carvalho, Tuneu, Jac Leirner, Anna Bella Geiger, Sérgio Camargo, Rivane Neuenschwander, Sofia Borges e Rosana Paulino. Apesar de não terem nascido no Brasil, Volpi, Mira Schendel e Lina Bo Bardi são incluídos por sua importância na história da arte brasileira. A exposição também evidencia conexões diretas entre Torres García e artistas como Ronaldo Azeredo, Arden Quin, Sacilotto e Volpi, além de relações conceituais com nomes como Tuneu, Ernesto Neto, Bispo do Rosário, Emanoel Araújo e Willys de Castro. Um diálogo expressivo também se estabelece com Rosana Paulino em uma das salas da mostra. Todas estas conexões revelam a atualidade da obra de Torres García e sua potência como uma obra viva que convoca à autonomia da América Latina, uma obra pioneira das premissas decoloniais, tão caras à contemporaneidade, e que têm sido invocada como ícone de pertencimento na música, no cinema e no mundo da cultura de modo geral. A América invertida (1943) está agora em exposição no CCBB Brasília. Programação de abertura A abertura da mostra, que ocorreu nessa terça-feira – 31 de março, incluiu uma visita mediada exclusiva para a imprensa, conduzida pelo curador Saulo di Tarso. A atividade antecipou as principais chaves de leitura da exposição e apresenta o recorte curatorial proposto, afinal,  cada cidade que recebe a mostra ganha um recorte próprio: em Brasília, as relações entre arte, cidade e espaço público são colocadas à luz, e de forma inédita, a curadoria propõe também traçar diálogos com obras e artistas da Coleção Banco do Brasil, entre eles Rubens Valentim, Maria Bonomi e Athos Bulcão, em torno desta grande celebração. A exposição reafirma a ideia de que o sul não é uma posição geográfica, mas uma postura ética e poética diante do mundo. Em São Paulo, o diálogo entre geometria

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É um pássaro, é um avião… Sim é a Supergirl!

Um dos filmes mais aguardados do ano, Supergirl acaba de ter seu trailer e pôster oficiais revelado pela Warner Bros. Pictures. Com Milly Alcock (A Casa do Dragão) no papel da protagonista e Jason Momoa (Um Filme Minecraft) dando vida ao anti-herói Lobo, o longa será o segundo da nova fase da DC Studios e chega aos cinemas brasileiros em 25 de junho. Rebeldia e aventura se encontram sob o olhar do diretor Craig Gillespie, para contar a história de Kara Zor-El/Supergirl (Alcock), uma jovem cuja vida foi devastada pela perda de seu planeta, Krypton. Agora, aos 23 anos, Kara terá que lidar com o seu passado ao mesmo tempo que inicia uma jornada interestelar em busca de justiça e vingança. O filme se baseia no aclamado quadrinho “Supergirl: Mulher do Amanhã” (Panini), assinado por Tom King e a quadrinista brasileira Bilquis Evely. A HQ foi indicada na categoria de Melhor Série Limitada no Eisner Awards, premiação conhecida como o “Oscar dos quadrinhos”. Supergirl estreia no Brasil em 25 de junho, também em versões acessíveis e em IMAX. Sobre o filme  Supergirl, o novo longa-metragem da DC Studios a chegar às telonas com distribuição da Warner Bros. Pictures, vai estar em exibição nos cinemas do mundo todo nas férias de junho e julho de 2026, estrelado por Milly Alcock no duplo papel de Supergirl e Kara Zor-El. Craig Gillespie dirige o filme a partir do roteiro de Ana Nogueira. Quando um adversário tão inesperado quanto implacável parece muito próximo de ganhar a batalha, Kara Zor-El, também conhecida como Supergirl, não sem muita relutância, faz uma parceria improvável em uma épica jornada interestelar de vingança e justiça. Coestrelam Supergirl, ao lado de Milly Alcock, Matthias Schoenaerts, Eve Ridley, David Krumholtz, Emily Beecham e Jason Momoa. Os líderes do DC Studios, Peter Safran e James Gunn, assinam a produção de Supergirl, baseado em personagens da DC criados por Jerry Siegel e Joe Shuster. O filme tem produção executiva de Nigel Gostelow, Chantal Nong Vo e Lars P. Winther. A equipe de produção criativa do cineasta Craig Gillespie atrás das câmeras inclui o diretor de fotografia Rob Hardy; o designer de produção Neil Lamont; a editora Tatiana S. Riegel; a figurinista Anna B. Sheppard; o supervisor de efeitos visuais Geoffrey Baumann; e a trilha sonora foi composta por Ramin Djawadi. DC Studios apresenta uma produção da Troll Court Entertainment, The Safran Company, um filme de Craig Gillespie, Supergirl estreia nas salas de cinema e IMAX® em todo o mundo a partir de 25 de junho de 2026, com distribuição da Warner Bros. Pictures. Para não perder nenhum detalhe, siga @wbpictures_br! Fotos: Divulgação

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