Além das baladas: CONIC ganha galeria de arte

A galeria Mercato, Antiguidades, Arte e Design abre suas portas no Edifício Eldorado com espaço multiuso e exposição da artista plástica Lelli de Orleans e Bragança   Conic, polêmico por natureza, sempre foi uma miscelânea de expressões no coração da cidade, endereço certo das antigas New Aquarius e Espaço Galeria, atuais Birosca e Chicão. É nesse patchwork urbano que se encontram as baladas, lojinhas e a galera mais alternativa do Distrito Federal. No entanto, este é assunto para outra oportunidade. Agora, o foco da coluna #PERAMBULANDO é que, há cerca de dez dias, a galeria Mercato Antiguidades, Arte e Design chegou para deixar ainda mais interessante esse insólito mosaico cultural. De mudança do Gilberto Salomão, a galeria de Antonio Aversa, em sociedade com Roberto Corrieri, está instalada na sobreloja do Edifício Eldorado, um local privilegiado entre os 13 prédios do mesmo conglomerado projetado por Lúcio Costa, inaugurado em 1961. O Conic foi concebido para ser muito mais que o reduto das baladas underground, mas um verdadeiro centro cosmopolita, recheado de cafés, restaurantes, galerias, teatros e estabelecimentos comerciais, no Setor de Diversões Sul. Com projeto arquitetônico assinado pelo paulista Gabriel Fernandes, a Mercato impressiona já na entrada com sua escada modernista em espiral de concreto, que dará acesso aos visitantes (que também podem utilizar o elevador na portaria do edifício). Entre outros destaques, a galeria está localizada em frente à Praça Zumbi, com o Sesi Lab do outro lado e uma bela vista para a Esplanada dos Ministérios, motivos para querer curtir a varanda por horas. Lá dentro, há pinturas do século XIX, obras de artistas contemporâneos locais e nacionais, além de um mix de mobiliário das décadas de 60 e 70 de designers renomados como Sérgio Rodrigues, Jorge Zalszupin, Tunico Lages, entre outros. Fruto do garimpo curatorial de Aversa, o ambiente tem uma vibe que mistura chic com descolado, sendo um point para arquitetos, decoradores, colecionadores e amantes das artes em geral. “Eu nasci e cresci nessa cidade, acompanhando meu pai, o artista plástico Paulino Aversa. Vi ele registrar em suas pinturas os monumentos e o modo de vida do brasiliense”, conta Antonio. “Então, ter uma galeria em um lugar tão emblemático como o Conic é muito especial, além de ser uma forma de ajudar a revitalizar prédios históricos localizados no centro da cidade. Um movimento que vem acontecendo em todas as grandes metrópoles e que em Brasília não é diferente”, completa. Début com toque de realeza Além de tudo o que foi dito, a Mercato também é uma galeria, ou seja, tem um espaço dedicado para exposições, que já estreia em grande estilo com uma mostra de vinte quadros da artista plástica Lelli Orléans e Bragança, descendente da Princesa Isabel e dos reis da Baviera. Lelli, nascida no Paraná e criada em Vassouras, estudou comunicação visual no Rio de Janeiro e aperfeiçoou suas técnicas no instituto Van der Kelen, na Bélgica, especializando-se em “trompe l’oeil“. Após anos pintando na Europa, Lelli voltou ao Brasil e passou a retratar as florestas brasileiras, tema central da exposição gratuita na Mercato. Suas obras, que misturam elementos figurativos e abstratos, são ricas em detalhes escondidos e transmite uma sensação de paz e tranquilidade. As pinturas traduz paisagens tropicais exuberantes com diversos tons de verde, pássaros e borboletas, destacando a beleza natural dos trópicos com um estilo impressionista. “Quando estou pintando, minha meta é criar um oásis de paz e tranquilidade. Minhas paisagens não revelam tudo à primeira vista, o olhar do observador precisa percorrer e explorar o quadro para encontrar os detalhes escondidos”, explica Lelli. De fato, as telas de Lelli mostram uma natureza intocada, onde pássaros exóticos e borboletas são frequentes e a presença humana é mínima. Com pinceladas delicadas, a artista cria cenários de florestas misteriosas e clareiras mágicas, que parecem transportar o observador para mundos naturais distantes ou microcosmos habitados por insetos coloridos. Para quem quiser ir #PERAMBULANDO por lá, a exposição de Lelli permanecerá na galeria Mercato por tempo indeterminado. Veja como está tudo lindo por lá assistindo este Reel. E outra dica bacana é que ela está participando dos circuitos de visitações do Brasília Design Week, um evento que acontece todo o mês de junho, tema de uma próxima coluna por aqui, muito em breve. Esse foi apenas um spoiler!   Partiu CONIC das artes? Galeria Mercato  Antiguidades, Arte e Design / Mezanino do Edifício Eldorado – Conic / Segunda a sábado, das 12h às 18h / Serviço: Exposição Lelli de Orléans e Bragança tempo indeterminado / Siga @espacomercato       

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Fest Drag: humor, performances, shows e muito mais

No mês da celebração do Dia do Orgulho LGBTQIA+, Getúlio Abelha, Silvetty Montilla, DaCota Monteiro, Frimes e Afrobapho se apresentam no festival Vem aí a terceira edição do Fest Drag 2024, um dos principais festivais de cultura LGBTQIA+, marcado para acontecer no CCBB Brasília, nos dias 27 a 30 de junho, entre 27 a 30 de junho. Com entrada gratuita, a programação do evento conta com shows musicais de Aretuza Lovi, Romero Ferro e Getúlio Abelha, performances drag, DJS, oficinas de arte transformista, cinema, debates, shows de humor e a Mostra Competitiva Vera Verão. A cada ano, o festival aumenta o leque de vertentes da cultura transformista. “Buscamos mostrar a nossa pluralidade cultural feita por artistas LGBTQIA+ do Brasil com apostas em várias vertentes como humor, música, performance e audiovisual”, define Ruth Venceremos, uma das coordenadoras do projeto e do Distrito Drag. A programação é criada para proporcionar mais visibilidade a artistas que trabalham diferentes linguagens no Mês do Orgulho LGBTQIA+, ação que é potencializada com o apoio do CCBB. Nesta edição, o festival conta com um elenco musical ainda mais robusto: Romero Ferro, Leyllah Diva, Medro e a DJ Naomi Leakes são as atrações do sábado (29). Já no domingo (30), o palco Leona Luna recebe Kira Spirandelli, Aretuza Lovi, Getúlio Abelha e a DJ Cassandra Monster. Na sexta (28), sobem ao palco do teatro do CCBB, com muito bom humor, as drag queens Silvetty Montilla, DaCota Monteiro e Victor Baliane. O Cine Queer Madame Satã apresenta os curtas-metragens “Cão Maior”, de Filipe Alves, e “Para Carlos”, de Carlos Cipriano, seguidos de debates. Na quinta (27), a partir das 15h, na sala de cinema do CCBB Brasília. Na sexta (28), a partir das 15h, a sessão é com os curtas “Onde Está Mymye Mastroiagnne?”, de Biarritzzz e “Se Eu Tô Aqui é Por Mistério”, de Clari Ribeiro, também com debates após a exibição. Saberes drag  e Performances em destaque No Pavilhão de Vidro, a troca de experiências também integra a programação com a Oficina de Perucaria. Na quinta (27), a partir das 14h, sob o comando da drag queen Malona, e na sexta (28), a partir das 14h, tem Oficina de Arte Drag com as artistas Nágila Goldstar, Linda Brondi e Victor Baliane. Com certeza, a Mostra Vera Verão será um dos pontos altos do Fest Drag, conta com performances no palco com Leona Luna, no sábado (29), das 15 às 17h. O mesmo palco, montado no gramado do CCBB Brasília, recebe no domingo (30) a Performance em Cena, com participações BsB Trans Masc, DesiRée Beck, Don Valentim, Casa de Laffond, Supremmas, Gabrielly Ganash, Frimes e Afrobapho. Confira a programação completa clicando neste link. Acessibilidade A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que ajuda o público a sair #PERAMBULANDO, gratuitamente, até o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próximo ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria física do  CCBB, ou ainda pelo QR Code da van. Vale lembrar que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede a entrada na van. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo  QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo que opera nos seguintes pontos/horários: Biblioteca Nacional – CCBB: 12h, 14h, 16h, 18h, 20h; CCBB – Biblioteca Nacional: 13h, 15h, 17h, 19h, 21h. Partiu diversidade? Fest Drag 2024 / CCBB Brasília / 27 a 30 de junho / Grátis / Ingressos aqui ou na bilheteria física – liberados às 12h do dia anterior à programação  Fotos: Divulgação

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Anavitória e Nando Reis… bora?

Palavras iguais dizendo coisas tão diferentes: trio mostra romantismo de seu repertório em show no Centro de Convenções Ulysses     Anavitória e Nando Reis estão de volta à capital federal para uma jornada musical cheia de amor. Após seis anos da primeira colaboração, o duo e o cantor se reúnem novamente em uma turnê especial dos namorados, prometendo embalar corações apaixonados com o romantismo de seu repertório.  O tour inclui apenas 12 cidades, e em Brasília show acontece neste domingo (23), no Centro de Convenções Ulysses. Para quem quiser ir #PERAMBULANDO por lá e curtir essa apresentação única, os ingressos começam a R$ 100 (meia-entrada). Clica neste link e veja se ainda tem disponibilidade, pois a procura estava bem grande! Num misto de sucessos que passeiam por “De Janeiro a Janeiro”, “Ai, Amor”, “Pra Você Guardei o Amor”, “Trevo”, “Relicário”, o show terá um infinito de emoções compartilhadas entre artistas e público, com hits que transcendem gerações. Pois, de um lado teremos a doçura e leveza de Ana Clara Caetano e Vitória Falcão. Com um talento singular, o duo conquistou o mundo e representa uma nova MPB, sem receios de mesclar seu estilo com elementos de funk, rock, folk, sertanejo e vários outros gêneros musicais. Do outro, o sempre Titã Nando Reis, com sua elegância e vasta experiência. O cantor é referência musical há mais de 40 anos, gravando seu nome na história da música, sobretudo do rock brasileiro. Quem vai? Turnê dos Namorados com AnaVitória e Nando Reis / Centro de Convenções Ulisses / 23 de junho (domingo) –  19h / Centro de Convenções Ulysses / 16 anos / Ingressos a partir de R$ 100 – compre aqui   Fotos: Divulgação

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Toys e Omik ocupam a galeria do Hidden

A  dupla mais conhecida do grafite brasiliense chega com seus traços multicoloridos, trazendo uma coletânea de trabalhos que vão encher de good vibes a nossa galeria.   Hidden e grafite têm tudo a ver, afinal, ambos têm as ruas, os espaços públicos (sobretudo aqueles que estão abandonados ou esquecidos) como fonte de inspiração. Não é por menos que o casamento do evento com a dupla formada por Daniel Toys e Mikael Omik é tão duradouro. Eles estiveram desde o começo, na primeira ocupação, aquela da passarela subterrânea do Pier 21, no ano de 2017. De lá para cá, o total é de quatro participações com esta de 2024 na Casa Manchete. Então, se liga, pois os artistas já penduraram suas obras nas paredes da galeria nessa quinta-feira (20), e você pode ir #PERAMBULANDO até lá para conferir o grafite made in Brasília  até 21 de julho. “Estou trazendo diversas obras, entre originais e prints com baixa tiragem, onde se destacam o formato geométrico ganhando composições fragmentadas, repletas de estampas, uma linha de trabalho que acabou sendo bastante popularizada pela junção de nossas assinaturas”, explica Omik. “Mas vale deixar bem claro que as obras desta exposição foram pintadas separadamente, sendo cada tela de um único artista, sua visão de mundo e momento de cada um de nós”, completa. A escolha por uma miscelânea de trabalhos também foi feita por Toys, que prevê uma mostra plural, justamente por este motivo. “É uma parcela aleatória do meu trabalho, mas tem muita coisa que eu ando pesquisando ultimamente, onde trago uma questão motivacional, de sonhos, mensagens das ruas e as brincadeiras com lixos que vou encontrando por aí”, avisa o artista que afirma estar em um momento de ressignificação de sua arte. “O Toyzinho está saindo um pouco de cena para dar espaço a novos símbolos e temas recorrentes como a escada, a casinha, a porta, entre outros”, conta Daniel. E para os entusiastas do trabalho dessa dupla, fica a dica: as obras expostas, além de admiradas, poderão ser adquiridas dos artistas. Animados, eles comemoram a participação em mais uma edição da ocupação urbana mais cool da cidade. “A gente tem um carinho enorme com o Hidden que tem tudo a ver com nosso trabalho, que é de se apropriar da rua, de espaços abandonados ou esquecidos, ressignificando esses lugares, assim como a gente faz com nosso trabalho”, avalia Toys. “A arte é vida e está em todos os lugares, seja através das músicas, memórias, do cinema, obras de arte e mensagens. Então, é importante que isso seja valorizado, não só como uma expressão ou movimento, mas de maneira íntegra como todos os outros trabalhos que demandam tempo e dedicação para obter melhorias e profissionalização. Então, um viva para o Hidden”, comemora Omik.   Tssssss… bora?  Omik & Toys no Hidden – Casa Manchete SIG / até 21 de julho – quinta-feira a sábado, 18h30 / Couvert artístico R$ 50 / Entrada por ordem de chegada, sujeito à lotação / Siga @hiddenbrasilia   Fotos: Reprodução/Instagram dos Artistas

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Brasília, cidade criativa

Com programação intensa, Fórum trouxe futuro e design para o centro das discussões ao longo de uma semana na cidade que é o mais belo fruto das artes Na última semana, Brasília sediou o Fórum Cidades Criativas, um evento que movimentou o segmento de design na capital federal. O evento, realizado entre os dias 4 e 7 de junho, contou com a presença de nomes de expressão nacional e internacional, discutindo a importância de Brasília, Curitiba e Fortaleza para a inovação através do design. A abertura oficial ocorreu na manhã de terça-feira (04), na sede da Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF). A cerimônia contou com a presença de diversos profissionais da área, incluindo o Secretário de Turismo do DF, Cristiano Araújo, que destacou a importância do encontro para promover Brasília como um destino turístico de relevância. Representantes de Curitiba e Fortaleza também estiveram presentes, reforçando o reconhecimento dessas cidades pela UNESCO como Cidades Criativas do Design. O evento teve uma programação intensa, repleta de palestras, debates, mesas redondas e oficinas. Esses momentos proporcionaram uma rica troca de ideias entre as três cidades, todas reconhecidas pela UNESCO por sua excelência em design. O fórum abordou diversos temas, desde o posicionamento de Brasília como Cidade Criativa até a interação do design com outros setores da economia criativa. Na noite de abertura, um coquetel no Espaço Oscar Niemeyer reuniu cerca de 200 convidados. O evento contou com a exposição COD Poster Brasil e um desfile do projeto “Fios Sustentáveis”, que promove o upcycling de tecidos. A trilha sonora ficou por conta do DJ André Mueller, baixista da banda Plebe Rude. O fórum destacou a importância do design como ferramenta de transformação social e inovação, promovendo a colaboração e o intercâmbio entre cidades. “Vejo o fórum como um momento de oportunidade de geração de negócios entre as cidades e, principalmente, para apresentar Brasília como um dos principais destinos turísticos do Brasil“, afirmou Marcos Moreira, presidente da Associação dos Designers Gráficos do DF (Adegraf). A programação foi dividida em eixos temáticos, incluindo desenvolvimento do design nas cidades, impacto no turismo e interação com outros setores criativos. Entre os palestrantes confirmados estavam figuras como Alberto Gadanha, Aldiane Lima, Alexandre Kieling, Ana Brum, Bruno Porto, Caetana Franarin, Cindy Piassetta Xavier, Claudia Leitão, Guilherme Zucheti, Marta Poggi, Nicole Facuri e Rodrigo Costa Lima. O fórum foi uma realização do Instituto da ACDF, com apoio da Secretaria de Turismo do DF, e reuniu uma equipe de profissionais renomados. Entre eles, Andrea Castello Branco, Marcelo Júdice, Liana Alagemovits, Jardelene Nogueira, Eneida Figueiredo, Fernando Brites, Alessandra Pinheiro, Wagner Alves e Claudia El-Moor. Vale destacar que Brasília, Curitiba e Fortaleza são reconhecidas pela UNESCO como Cidades Criativas do Design por promoverem ambientes criativos, sustentáveis e culturalmente ricos. Brasília, especialmente, se destaca pela sua diversidade cultural e criatividade, refletidas em sua arquitetura monumental e design colaborativo. A primeira edição do Fórum Cidades Criativas homenageou o arquiteto Danilo Barbora, responsável pelo sistema de sinalização de Brasília. As placas criadas por Danilo, integradas à paisagem urbana, são reconhecidas internacionalmente e fazem parte do acervo permanente do Museu de Arte Moderna (MoMA) em New York, desde 2012. O Fórum Cidades Criativas em Brasília foi um marco importante para a cidade, promovendo debates e projetos que impulsionam a economia criativa, gerando emprego e renda. Através do design, o evento reafirmou o papel de Brasília como uma cidade potência, pronta para inspirar e inovar em múltiplas frentes. Para mais informações sobre a programação e futuras edições, visite o site do Fórum e siga as redes sociais do projeto @forumcidadescriativasdesign. Veja mais cliques deste colunista e fotógrafo de algumas das pessoas que se fizeram presente na noite de abertura do Fórum: Fotos: Gilberto Evangelista

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Tá rolando o BSB Plano das Artes… Bora?

A 4 ª edição do Festival Arte por toda parte reúne nada menos que 56 espaços culturais, revelando um verdadeiro raio-X da cultura 100% Made in Brasília   Até o próximo dia 18 de junho, o público poderá visitar e conhecer os ateliês de artistas, galerias e espaços de arte autônomos da capital federal que participam da 4ª edição do BSB Plano das Artes. O lema do evento, Festival Arte por toda parte, destaca a diversidade e a forte presença da cena artística na capital federal e articula diálogos sobre espaços de arte no país. É uma grande oportunidade para as pessoas que se interessam por conhecer a cena das artes visuais do Distrito Federal a explorarem diferentes expressões criativas e conhecerem os talentos locais. Dos 56 espaços que participam desta edição, 30 participam das rotas de visitação com vans oferecidas pelo Plano das Artes, 26 fazem parte das rotas de visitação espontâneas, em que o público segue para esses espaços por meios próprios, seja carro, carros por aplicativo, táxis, ônibus, bicicleta ou a pé. Além disso, acontecerão 6 rotas online, com programas gravados e ao vivo. Essas rotas contemplam os ateliês de canto e entrevistas com espaços autônomos do Distrito Federal, Goiás, Ceará, Mato Grosso, Pará e Rio Grande do Sul. Este colunista participou de uma da Rota Vermelha (uma das que você entra na Van do projeto e sai #PERAMBULANDO para e para cá, visitando lugares incríveis). O ressultado foi um Reels muito maneiro e que você pode assistir clicando neste link! O BSB Plano das Artes é um evento que busca aproximar o público da cena das artes visuais do Distrito Federal por meio de visitas a ateliês de artistas, galerias e espaços autônomos de arte. As pessoas interessadas em participar das rotas programadas devem se inscrever pelo Sympla. Mais informações pelo site www.bsbplanodasarte.com.br. As vagas são limitadas e sujeitas à lotação das vans a 14 pessoas por veículo, com saídas do Museu Nacional da República, na Esplanada dos Ministérios.   Todos os espaços participantes estão listados no mapa do Plano das Artes que será distribuído gratuitamente ao público, nas vans, nos espaços participantes, nos parceiros comerciais do projeto e pode ser acessado no site do projeto. O projeto proporcionou a formação de 20 atendentes culturais (incluindo vagas para LGBTQIA+ negros e indígenas), categoria profissional lançada pelo projeto visando relacionamento e gestão de atividades de espaços, que irão atuar em treinamento durante as rotas em alguns espaços. Cinara Barbosa, curadora, pesquisadora e idealizadora do BSB Plano das Artes, destaca a significativa participação dos espaços nas convocatórias realizadas em março. Essa participação evidencia a consolidação do ecossistema da arte no Distrito Federal ao longo dos últimos anos. Novas galerias, ateliês de artistas e centros culturais autônomos de artes visuais têm surgido, ampliando o alcance do projeto ao longo de seus seis anos de existência. Durante a pesquisa de campo para a preparação desta 4ª edição, observou-se uma transformação na ocupação da cidade por setores de economia criativa. O projeto aborda questões como acessibilidade do público e mobilidade, promovendo um circuito gratuito pelos espaços na cidade. “O Setor Comercial Sul (SCS), localizado no coração de Brasília, abriga uma cena cultural vibrante. Nesse espaço, encontramos galerias, escritórios de arte e de arquitetura, ateliês, residências artísticas, estúdios de design e tatuagem. “A apresentação desses locais mapeados também nos leva a refletir sobre questões como visibilidade, profissionalização e sustentabilidade dos empreendimentos criativos, considerando os desafios relacionados à manutenção desses espaços”, afirma a idealizadora do projeto. Como participar Todos os espaços participantes estão listados no mapa do Plano das Artes. Esse mapa será distribuído ao público, nas vans, nos espaços participantes e dos parceiros do projeto. Além disso, o mapa pode ser acessado no site www.bsbplanodasartes.com.br. A 4ª Edição do Plano das Artes oferece três modalidades de rotas para os interessados em explorar a cena artística. Rotas Programadas: Datas: 7, 8, 14, 15 e 16 de junho. Essas rotas incluem vans gratuitase equipe de mediação. Os participantes poderão circular pelos espaços de artes visuais dentro de cada rota. Alguns espaços contarão com a presença de atendentes culturais formados pelo projeto. As saídas acontecem do Museu Nacional da República. A organização do evento orienta as pessoas que não conseguirem se inscrever nas retas programadas, que sigam para o ponto de partida no Museu Nacional da República, porque em caso de desistências, as vagas serão preenchidas pelas pessoas que estiverem no local por ordem de chegada. Rotas Espontâneas: Período: De 7 a 18 de junho. Nessa modalidade, o público monta seu próprio roteiro de visita presencial de maneira independente. Os horários de funcionamento dos espaços serão informados no formulário de participação, e é possível agendar visitas diretamente com a equipe do espaço. Rotas Online: Datas: De 9 a 13 de junho e nos dias 17 e 18 de junho. As rotas online consistem em programas transmitidos pelo canal do Plano das Artes no YouTube. Os participantes poderão acompanhar a participação de Ateliês de Canto, entrevistas ao vivo com Espaços da Convocatória Apoio Plano e outros convidados. Ateliês, galerias e espaços autônomos que fazem parte das rotas programadas   A Pilastra (Guará II), Alberto Lamback / Loja 16 (Asa Norte), Ateliê 27 (Jardim Botânico), Ateliê Camila Soato / Instituto Barraus (Sobradinho), Ateliê Christus Nóbrega (Jardim Botânico), Ateliê Helena Lopes (Lago Sul), Ateliê Kena / Naine Terena + Gustavo Caboco Wapichana (Asa Norte), Ateliê Newton Scheufler (Vila Telebrasília), Ateliê Taigo Meireles (Brazlândia). Ateliê Valéria Pena-Costa + Feira do Fuga (Lago Sul), Casa Aerada (Varjão), Casa Ateliê Galeria Jardim de Cerrado Cata-Vento / Aline Crivelari (Park Way), Celso Junior Galeria (Lago Sul), Centro Cultural TCU (Asa Sul), Centro de Artes MD Azevedo (Vila Telebrasília / Asa Sul), Cerrado Galeria (Lago Sul), deCurators (Asa Norte), Espaço Ecoarte (Asa Sul), Fundação Athos Bulcão (Asa Sul), Galeria Index (Asa Sul), Galeria Karla Osório (Lago Sul), Galeria Olho de Águia (Taguatinga), Galeria Risofloras + Gu da Cei (Ceilândia), ManoObra Galeria (Sobradinho II), Oto Reifschneider Galeria de Arte (Asa Norte), Pé Vermelho – Espaço Contemporâneo (Planaltina), Ocupação Amilcar de Castro (Área Central do Plano Piloto), Referência Galeria de Arte (Asa Norte), Telaambulante (Asa Sul) e Vilarejo 21 (Altiplano Leste – Jardim Botânico). Espaços abertos para rotas espontâneas Ateliê Casa 08 (Jardim Botânico), Ateliê Cecília

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De graça: Rita Lee in Concert!

Vem aí o Verão Monumental Sinfônico trazendo um espetáculo para celebrar a rainha do rock com entrada gratuita Para sair #PERAMBULANDO de casa, só se o rolê valer muito a pena. Não é mesmo? E com certeza, ninguém vai querer perder o Verão Monumental, que está chegando para espantar o frio que tem feito na cidade nos últimos dias. Em parceria com a Orquestra Filarmônica de Brasília, o espetáculo “Rita Lee in Concert” acontecerá no próximo sábado, 8 de junho, na Concha Acústica de Brasília. E para garantir entrada, basta retirar os ingressos no site do Sympla, clicando neste link. O projeto, que foi desenvolvido pela Associação Amigos do Futuro juntamente com a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) trará trará os highlights da carreira da nossa grande rainha do rock, figuram clássicos como “Meio Desligado”, “Ovelha Negra” e “Coisas da Vida”. O grande it é que as músicas serão executadas pela OFB e a banda que é composta pelos músicos Michele Chitko, na voz; Paulo Veríssimo, na guitarra e voz; Renato Azambuja, na percussão e voz; Ivo Portela, no baixo e voz; Marcos Henrique, no teclado; e Maicon Vasconcelos, na bateria. Vale lembrar que o Verão Monumental foi idealizado em 2023, e seu propósito é justamente o de homenagear o legado de artistas nacionais e internacionais, juntamente com a participação de uma grande orquestra. A primeira edição, “Cazuza in Concert“, foi um sucesso, atraindo mais de 7 mil pessoas. Partiu Rock’n Roll Sinfônico? Verão Monumental Sinfônico – Rita Lee in Concert / 8 de junho (sábado) – 20h / Concha Acústica de Brasília / Gratuito e Livre / Garanta seu ingresso Foto: Divulgação

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Teatro: Zeze Polessa vive Nara Leão

Depois de uma temporada de sucesso no Rio de Janeiro, a peça NARA circula pelo país, com parada em Brasília em pleno feriadão de Corpus Christi Nara Leão (1942-1989) é um nome incontornável para se entender a música, a cultura e a sociedade brasileira dos anos 1960, 70 e 80. Suas atitudes pioneiras e revolucionárias se refletem em um repertório absolutamente singular e marcam uma trajetória que reverbera mesmo após três décadas e meia de sua partida. ‘Nara’, é fruto do arrebatamento causado pela cantora em Zeze Polessa, que partilhou o desejo de revivê-la nos palcos tendo ao seu lado, na autoria e direção do espetáculo, o amigo Miguel Falabella, parceiro em uma série de projetos teatrais desde 1979. O espetáculo tem o patrocínio exclusivo da Petrobras | Programa Petrobras Cultural, viabilizado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, e assinado pela Quintal Produções. A peça entra em turnê pelo país depois de enorme sucesso no Rio de Janeiro. Reunindo memórias, fatos e curiosidades sobre essa grande mulher, a produção chega a Brasília para curta temporada de 30 de maio a 02 de junho na CAIXA Cultural. Na manhã desta quinta-feira (30), este colunista conversou com a atriz no quadro de entrevistas curtas e rápidas, o #GETTOGETHER. Assista clicando neste link, o papo está imperdível! Continuando, Zeze Polessa cresceu ouvindo e acompanhando a carreira de Nara através dos discos e os muitos sucessos tocados nas rádios. Durante a pandemia, ela começou a ler uma biografia da cantora e – a partir de então – enfileirou uma série de entrevistas e livros sobre o período, quando, intuitivamente, começou ali a fazer uma pesquisa daquela que seria a sua próxima personagem.  Ao falar sobre a vontade de interpretar Nara, em uma conversa informal com Miguel Falabella, ele na mesma hora avisou que criaria o texto do espetáculo e, após uma semana juntos, ainda no período pandêmico, a primeira versão da obra começava a ganhar forma. Momentos e canções No espetáculo, Nara aparece como se estivesse vindo de algum lugar do futuro – ou do passado – para compartilhar com o público algumas lembranças e reflexões. Através de um grande fluxo de consciência, o texto relembra momentos e canções da cantora sem preocupação com cronologias, datas ou qualquer outra formalidade, bem no estilo Nara, uma intérprete que sempre foi ‘fora da caixa’, quando esta expressão nem era tão usada assim. “Logo no início, ela mesmo diz que está de volta graças ao privilégio do teatro. Quando eu tive vontade de fazer a Nara, falei com Miguel que sabia não ter mais a idade dela, mas ele logo disse que isso não tinha a menor importância. Eu não procuro imitar o seu jeito de falar ou cantar, existe uma liberdade em todo este processo, não poderia ser diferente com alguém que sempre foi tão livre“, reflete Zeze, que interpreta ao vivo alguns dos muitos sucessos da intérprete, como ‘A Banda’, ‘Corcovado’, ‘Marcha da Quarta-feira de Cinzas’, entre outros. Com direção musical de Josimar Carneiro, o espetáculo perpassa os diversos estilos e movimentos dos quais Nara participou. Em constante mutação, ela nunca se deixou rotular ou ficar presa a um determinado gênero: esteve no coração do nascimento da Bossa Nova, flertou com o Tropicalismo, participou dos festivais da canção, protagonizou o lendário show ‘Opinião’, com João do Vale e Zé Ketti (e foi quem escolheu a estreante Maria Bethânia para substitui-la) resgatou antigos compositores, cantou samba-canção, músicas de protesto, rock’n’roll e jovem guarda. A liberdade e a inquietação de Nara se refletiam, sem amarras, na sua criação artística. No palco, as canções surgem para pontuar alguns dos momentos de uma vida que se confunde com a história do Brasil daquela época. Ao longo das cenas, alguns temas vêm à tona, como a repressão sofrida no período da ditadura militar, o exílio, o avanço do debate feminista, a revolução comportamental das décadas de 60 e 70, a maternidade, os célebres casos de amor e as demais paixões da cantora. Partiu teatro? NARA / CAIXA Cultural / 30 de maio a 02 de junho – Quintas a sábado, 20h e domingo, 19h / Ingressos: R$30 e R$15 (meia)  – bilheteriacultural.com / Bate-papo com o público no dia 31 de maio, após o espetáculo / Sessões com intérprete de libras – 01 e 02 de junho / Livre para todos públicos / Duração: 80 minutos   Fotos: @flaviocolker

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Cilene Vieira documenta Parque da Cidade

Curta-metragem tem roteiro e direção da jornalista Cilene Vieira e presta homenagem ao espaço mais democrático da capital Estreia, nessa sexta-feira (31), no Cine Brasília, o documentário “O Nosso Parque de Cada Dia”, produzido e dirigido por Cilene Vieira, jornalista e mestre em comunicação, que também é autora de um blog sobre o Parque, publicado no site do Correio Braziliense. O documentário apresenta o Parque da Cidade como um universo pulsante no centro da capital do país, onde pessoas de todo o DF convivem com a natureza no maior espaço público da região para prática de esportes e diversas atividades ao ar livre. “Sempre quis mostrar esse olhar sobre o Parque da Cidade como um espaço convergente de pessoas de todo o DF e apresentar a visão de frequentadores e dos que trabalham lá e vivem o ambiente intensamente. Para mim, é uma forma de valorizar o maior parque urbano do mundo, pois são 4milhões e 200 mil metros quadrados de vida, natureza e história, um grande patrimônio público e acessível a todos”, afirma a diretora. O documentário, de 28 minutos, foi realizado com recursos próprios e uma equipe “mínima e valorosíssima”, para Cilene, que conta com fotografia e som direto de Samuel Calado, edição e montagem de Benjamin Figueiredo e imagens de drones de Arthur Ramos. “Estrear esse filme no Cine Brasília é um motivo de alegria e orgulho. Meu maior desejo é que depois de assistir as pessoas sintam vontade de visitar mais o Parque”, afirma a diretora fã confessa desse espaço tão especial para os brasilienses. SINOPSE O tema principal do curta é o Parque da Cidade, o maior espaço de ocupação pública do DF. A geografia, a vegetação, os equipamentos, a vida no Parque e as pessoas que o frequentam e nele trabalham.  Quer assistir? Estreia dia 31 de maio, sexta-feira, às 20h, no Cine Brasília (EQS 106/107, Asa Sul), com entrada franca. Fotos: Divulgação

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Como diz a canção: “Procuramos indepedência!”

Quem aí se lembra do Brasília Independente? Pois é, a partir de 2024, o projeto segue, verdadeiramente, independente! Sob a coordenação geral da jornalista cultural, Márcia Witczak, a iniciativa mantém o apoio e parceria com a Programação da TV Globo para exibição das bandas na televisão. Então, se você faz parte dos artistas independentes do Distrito Federal e entorno, se liga, pois as inscrições já estão abertas e vão até o próximo 31 de maio. Para tentar uma vaga, basta clicar neste link. Mas vale lembrar esse espaço é para cantores e bandas que tenham composições próprias (pouco importa o estilo musical) e que precisam daquela forcinha para se tornarem mais conhecidos.  A grande final, com o anúncio e a premiação dos vencedores, será realizada em um grande show na Praça do Cruzeiro, com a participação de um grande nome nacional surpresa. Já os três primeiros colocados receberão troféus e prêmios em dinheiro, 10 mil, 5 mil e 3 mil reais, respectivamente. Partiu ficar famoso?  Brasília Independente 2024 / Inscrições de 22 a 31 de maio / Siga @brasiliaindependente  Foto: Reprodução Instagram Oficial do Projeto

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