O Gesto de Mokdissi na CAIXA Cultural

Exposição de pinturas de Rosana Mokdissi marca a reabertura do centro cultural que habita o coração do Plano Piloto Na última terça-feira, 3 de setembro, a CAIXA Cultural Brasília reabriu suas portas ao público após três meses de reformas, inaugurando a mostra “Rosana Mokdissi – O Gesto como Ponto de Partida“, com curadoria de Agnaldo Farias. O evento contou com a presença de amigos, artistas e curadores. Antes do início da visitação, a gerente da CAIXA Cultural Brasília, Luana do Prado, deu as boas-vindas ao público, celebrando a reabertura do espaço cultural. Em seguida, o curador e a artista também disseram algumas palavras a todos antes de partirem para uma visita mediada pela exposição. A mostra apresenta um recorte significativo da produção de Rosana Mokdissi entre 2020 e 2023, com 34 obras que investigam o gestual da pintura e sua materialização sobre a tela. Essas obras exploram dois momentos distintos da carreira da artista: o primeiro, de 2020 a 2021, marcado pelo auge da pandemia e do isolamento social, e o segundo, de 2022 a 2023, que revela uma intensificação do gesto na pintura. De 2020, durante o confinamento pandêmico, surgem obras que o curador Agnaldo Farias compara a grandes palimpsestos — antigos pergaminhos reaproveitados após terem seus textos raspados. Um exemplo é uma lona pintada de dourado, com tarjas escuras feitas de spray, sugerindo a existência de um texto ocultado pela tinta. Segundo o curador, “essas pinturas reforçam a ideia de que a história da humanidade se constrói a partir de escombros, sobre resíduos materiais e imateriais de tempos e espaços amalgamados”. Uma dessas peças, com mais de um metro e meio de altura e quatro de largura, destaca-se na exposição. Outra obra dessa série apresenta a palavra “give up” (desista, em inglês) repetidamente sobre um fundo marrom, preto e cinza. A desistência é afirmada pela repetição do gesto, uma espécie de defesa da inação. Essa obra tem quase dois metros de altura e largura. Entre 2021 e 2022, a artista passa a explorar novas escolhas. Em uma das obras, utilizando várias texturas de grafite, Mokdissi traça linhas retas e circulares sobre um fundo branco sujo, inserindo uma linha grossa e vermelha na diagonal. Nessa fase, o gesto da pintura se torna mais efusivo e a tinta, de textura líquida, é arremessada contra a tela, criando riscos que se cruzam dentro e fora do espaço sem cor, preservando a intensidade dos arremessos. As obras produzidas em 2022 trazem mais cores e um certo ar primaveril. Formas circulares lado a lado evocam árvores cheias de flores, enquanto múltiplos círculos se acumulam, interpenetram-se e disputam espaço entre ramos pretos, semelhantes a raízes expressivas e nervosas, produzidas por spray. Com entrada gratuita, a exposição estará em cartaz na CAIXA Cultural até 3 de novembro, na Galeria Vitrine. Não perca a chance de ir #PERAMBULANDO até lá para conhecer um pouco da trajetória de 20 anos de Mokdissi pelo mundo das artes. Em tempo, vivendo e trabalhando em Brasília, ela aprimorou seu talento na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, tendo estudado, inclusive, com o pintor Sérgio Fingermann, além de já ter participado de workshops com Charles Watson.  Agora veja mais alguns clicks de quem prestigiou a noite de abertura da exposição pelas lentes deste colunista:   Partiu? “Rosana Mokdissi – O Gesto como Ponto de Partida” / CAIXA Cultural Brasília – SBS Quadra 4, Lotes 3 e 4 / terça a domingo, das 9h às 21h / Grátis / Siga no Insta @caixaculturalbrasilia e art_by_rosanamokdissi

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O Sonhador nas Alturas

A arte de Daniel TOYS ganha as paredes da galeria do Mezanino na Torre de TV “Tudo Começa no Sonho” é o nome da nova exposição de Daniel Toys (@toysdaniel), que está em cartaz até 28 de setembro na galeria do restaurante Mezanino, localizado em um dos cartões-postais mais bacanas da cidade, a Torre de TV. Com cerca de 40 obras, entre pinturas e instalações, o artista urbano apresenta suas mais recentes criações, que trazem, entre outros elementos, as árvores do Cerrado, as pipas que flutuam no céu da capital federal e os trabalhadores. Com curadoria do artista e empresário Bruno Barbosa, a ideia é inspirar e motivar o público a acreditar em seus sonhos, despertar seus propósitos e vislumbrar seus desejos na arte urbana. Repletas de cores, figuras abstratas e formas geométricas, as pinturas e instalações da exposição mesclam o graffiti e o muralismo, que marcam o trabalho de TOYS, e as referências, como já foi dito, das suas mais recentes experimentações, onde utiliza a cidade como suporte para sua arte. Dessa forma, ele transmite uma mensagem positiva e motivacional, enfatizando a importância dos sonhos como força motriz para alcançar conquistas. Inspirado pela frase “sempre fui sonhador, isso é o que me mantém vivo”, do rapper Mano Brown, TOYS reflete sobre como os sonhos são o primeiro passo para a realização de um propósito de vida. Com um toque lúdico, a exposição resgata memórias da infância e um universo onde não há regras ou limitações, desafiando a rigidez da realidade cotidiana. “Assim, Tudo Começa no Sonho é um convite para que o público mergulhe em um mundo de possibilidades, onde a arte serve como um lembrete de que os sonhos são essenciais para manter viva a esperança e a determinação”, sentencia o artista. De Brasília para o mundo, TOYS, nascido em 1991, cria personagens desde a infância e começou a desenhar em muros aos 13 anos, no Guará. Formado em Publicidade e Propaganda, ganhou destaque ao criar o personagem “toyzin”, que passou a chamar atenção nas ruas de Brasília. Hoje, com mais de 30 exposições pelo mundo, o trabalho do artista transita entre diferentes materiais, objetos e linguagens artísticas, da publicidade à ilustração digital. Consolidado como um dos principais muralistas do DF, seus trabalhos já percorreram diferentes cantos do Brasil e países da Europa e da América Latina, como Argentina, Chile, Peru, França, Alemanha, Áustria, Portugal, Reino Unido e Espanha. A nova mostra se soma ao rol das demais que já passaram pela Galeria do Mezanino, como as de Gabriel Wickbold, Rafael Sanches, Sérgio Coimbra, Douglas Viana, entre outros nomes emergentes da cena cultural brasiliense e nacional, como “Mão Reflexiva”, da Nós Galeria (SP). Inclusive, ir #PERAMBULANDO por lá é uma ótima desculpa para aproveitar e se esbaldar nas delícias do menu do Mezanino (@meza.nino), que une gastronomia criativa a drinks MARAVILHOSOS criados por Nitay Pontes (@artistapalatavel), que, inclusive, elaborou uma receita exclusiva em homenagem a “Tudo Começa no Sonho”, disponível somente nos sete primeiros dias da mostra. Este colunista provou… que delícia, assim como este Reel que eu fiz de todos os detalhes por lá! Mas, voltando ao tema, se já não tiver mais a bebida quando você for, relaxa, tudo o que esse mixologista faz tem o poder de te levar às nuvens, garantindo sonhos cheios de energia boa como a exposição do TOYS. Não perca! Bora? “Tudo Começa no Sonho – TOYS” / Mezanino da Torre de TV – Eixo Monumental / Até 28 de setembro / R$ 15 (taxa de couvert artístico) / Segunda a sábado – 11h30 às 20h / Livre Fotos: @ribeiroricardo

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Gilmar Satão reúne 56 grafiteiros no Sol Nascente

Encontro de Grafitti COMVIDA do artista Gilmar Satão reunirá 56 grafiteiros nos dias 24 e 25 de agosto no Sol Nascente Nos dias 24 e 25 de agosto, das 08 às 18h, o Sol Nascente na Ceilândia recebe o projeto Encontro de Grafitti COMVIDA, evento que faz parte do projeto Isso é Hip Hop, que acontece até dezembro no DF. O encontro comemorativo celebra os 30 anos da trajetória de Satão, um dos precursores do movimento e membro da DF Zulu Breakers de Ceilândia. “Quero mostrar que existe vida ativa na cultura hip hop, uma renovação que traz frescor ao cenário da cultura em áreas de pouco acesso à arte. Vamos receber convidados de São Paulo, Minas Gerais e Goiânia. Serão 56 artistas de diversas vertentes nos estilos throw-up, free style, wild style e 3D, que utilizam técnicas mistas de stencil, realismo, desenhos abstratos e com temas diversos”, declara. Fazendo história Jornalista, grafiteiro, produtor, e militante da cultura Hip Hop em Brasília. Nascido e criado na Ceilândia, Gilmar Cristiano 52 anos, mais conhecido como Gilmar Satão, despertou o interesse pela arte de rua desde cedo. Aos 12 anos de idade seu envolvimento com a pichação já buscava alternativas para sair da ociosidade. Após longos 10 anos se aventurando pelas ruas de Brasília como pichador, conheceu o movimento Hip Hop através do Filme Beat Street, que na ocasião lhe foi apresentado pelo seu amigo Sowtto. Já em meados dos anos 90 começa a fazer graffiti pelas ruas da Ceilândia, formando em 1992 juntamente com seus amigos o OS-3 “S”- Satão, Sowtto e Supla. Após trinta anos de estrada com estilo WILD-STYLE, conseguiu transformar seus trabalhos como referência para Brasília. Através de vários projetos desenvolvidos e viagens como França, São Paulo, Manaus, Rio de Janeiro, Curitiba, Joinville, Goiânia, entre outros estados. Quer ver? Encontro de Grafitti COMVIDA Dias 24 e 25 de agosto, das 08h às 18h Na Chácara Comunitária 28 lote 08, área especial 2 – Sol Nascente DF Informações: (61) 99242-8635 Gilmar Satão Instagram: @isso.e.hiphop Fotos: Divulgação

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Não perca o Cerrado Jazz Festival 2024

Nesta edição, grandes instrumentistas do DF, artistas consagrados e contemporâneos da cena jazzística do Brasil e exterior Brasília recebe, nos dias 23 e 24 de agosto, a 5ª edição do Cerrado Jazz Festival, um dos mais esperados eventos de música de Brasília, que será realizado na área externa do Museu Nacional da República. Mais uma vez, o festival se destaca por democratizar o acesso à cultura, oferecendo uma rica programação de jazz e música instrumental com entrada gratuita.  Na programação de 2024, artistas de diversas vertentes do jazz e da música instrumental garantem shows para todos os públicos do DF. Ivan Lins, Joyce Moreno, Amaro Freitas e Zé Manoel (PE), Metá Metá (SP), Candice Ivory & The Simi Brothers, Marcus Moraes e a galera do Coletivo Superjazz.  E mais! Dois grupos do Distrito Federal selecionados pelo chamamento público que o festival realizou para compor a programação.  A Orquestra Pizidim, única dedicada ao choro no quadradinho, e Jhoninha Medeiros Big Band sobem ao palco do Cerrado Jazz este ano para dois concertos primorosos.  “O Cerrado Jazz Festival reafirma a importância da música instrumental brasileira, e insere Brasília na rota dos grandes Festivais de Jazz do país, promovendo um Festival democrático, amoroso e acessível para todos os públicos. Com uma programação diversificada e ações voltadas para formação e empreendedorismo, inclusão e sustentabilidade, o festival oferece uma oportunidade única para o público ampliar seu repertório e celebrar a arte e a cultura”, comenta Lorena Oliveira, idealizadora do projeto. O festival começou em 2015 com a ideia de trazer música instrumental para os espaços públicos de Brasília de forma democrática e gratuita, permitindo que todos tenham acesso à música instrumental. O Cerrado Jazz promove intercâmbios culturais com artistas de todo o Brasil e abre espaço para a produção local, sempre destacando a qualidade da música instrumental e do jazz. Com uma equipe majoritariamente feminina e ações voltadas para a acessibilidade, o evento também se compromete com a sustentabilidade e responsabilidade social, realizando atividades como plantio de árvores, doações de material reciclável e alimentos não perecíveis. Na sexta-feira (23), o festival começa às 18h com Dudão Melo e o Coletivo Superjazz, conhecidos por sua fusão inovadora entre jazz e música afro-brasileira. Às 19h, Marcus Moraes subirá ao palco lançando seu quinto álbum, seguido pela Orquestra Pizidim, representante do choro e fazendo homenagem ao Mestre Pixinguinha, às 20h. Joyce Moreno, pioneira na expressão feminina na MPB, renomada cantora e compositora, se apresentará às 21h30, trazendo seu vasto repertório. Amaro Freitas e Zé Manoel homenageiam o álbum “Clube da Esquina”, às 23h, e às 00h30, o Coletivo Superjazz retorna para uma performance especial com instrumentistas convidados. No sábado (24), a abertura dos portões será às 18h, e Jhoninha Medeiros Big Band abre a noite às 18h30. O Metá Metá, com seu som rítmico e polifônico, subirá ao palco às 20h, seguido por Ivan Lins às 21h30, que celebra 50 anos de parceria com Vitor Martins com o show “ABRE ALAS”. Às 23h, Ellen Oléria realizará um tributo a Nina Simone, e às 00h30, Candice Ivory & The Simi Brothers encerrarão o festival com show vibrante do jazz e blues diretamente de Memphis. O Cerrado Jazz é realizado com recursos da Lei de Incentivo à Cultura e Fundo de Apoio à Cultura do DF, com realização do Beco da Coruja Produções e patrocínio da Neoenergia Brasília e Neoenergia Instituto. Conta com apoios da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, Espaço Cultural Renato Russo, Instituto Janelas da Arte e Venâncio. Compromisso com Sustentabilidade e Inclusão O Cerrado Jazz Festival é um projeto que se destaca pela inclusão e acessibilidade, com ações como audiodescrição, intérpretes de libras e áreas acessíveis para a comunidades de pessoas com deficiência. O evento é alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, abordando temas como educação de qualidade, trabalho decente, igualdade de gênero e paz, justiça e instituições eficazes. A programação inclui as atividades formativas do #Cerradolab com oficinas, cursos, masterclass e workshops para um público diversificado. O festival também realiza ações sustentáveis, como o plantio mudas de árvores e a doações de material reciclável e alimentos não perecíveis. Essas iniciativas reforçam o compromisso com a responsabilidade social e ambiental, proporcionando um impacto positivo na comunidade e no meio ambiente. Para mais informações sobre o festival, acesse o site oficial www.cerradojazz.com.br ou acompanhe as redes sociais @cerradojazzfestival.  Fotos: Divulgação / Reprodução Instagram

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O Legado de Veuve Clicquot nas Telas

Descubra a História de Barbe-Nicole Ponsardin no Filme que Estreia Hoje nos Cinemas   Estreou nesta quinta-feira (22), nos principais cinemas do país, o filme “A Viúva Clicquot: A Mulher que Formou um Império“. A película traz a impressionante história de Barbe-Nicole Ponsardin, uma viúva de 27 anos que, após a morte prematura do marido, ousou desafiar as convenções da época e assumir o controle da vinícola da família. Interpretada por Haley Bennett e dirigida por Thomas Napper, a obra retrata a trajetória desta pioneira, que não só enfrentou críticos e barreiras impostas pela sociedade, mas também revolucionou a indústria do champagne, tornando-se uma das primeiras e mais bem-sucedidas empresárias do ramo. O filme narra como Barbe-Nicole, sem apoio e em um mundo dominado por homens, conduziu a empresa com astúcia e coragem, introduzindo inovações que transformaram o champagne em um produto de prestígio mundial. A história de sua vida, que se entrelaça com o desenvolvimento da marca Veuve Clicquot, destaca como ela moldou a tradição e a excelência que continuam a sustentar a marca até os dias atuais, uma história de dois séculos e meio. Com roteiro de Erin Dignam e produção de Christina Weiss Lurie, Haley Bennett e Joe Wright, “A Viúva Clicquot” traz no elenco Tom Sturridge, Sam Riley e Natasha O’Keeffe, em uma produção distribuída no Brasil pela Paris Filmes. Denso, dramático, envolvente e apaixonante, vale ressaltar que o filme está centrado nos primeiros anos da história desse império, incluindo episódios notáveis, como durante as Guerras Napoleônicas, quando a viúva conseguiu contrabandear champagne para a Rússia, apesar do bloqueio imposto por Napoleão, conquistando um mercado que ainda hoje é um dos mais importantes para a marca. O fato é que, seja você amante de espumantes ou não, é inegável que a Veuve Clicquot segue sendo reconhecida, não apenas por sua história, mas também por seu compromisso com a qualidade e a inovação, continuando a ser uma das marcas de champagne mais prestigiadas do mundo, transformando seu inconfundível rótulo de cor amarela em um artigo de luxo. Inclusive, se bater aquela vontade de tomar uma tacinha ao sair do filme, a coluna #PERAMBULANDO traz seis dicas de espumantes bem mais em conta que a Veuve. Quer saber quais são? Clique aqui e tim-tim! Fotos: Divulgação

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Cerrado Cultural, o novo espaço das artes de Brasília

Vernissage marca a abertura de centro cultural idealizado pela Galeria para abrigar projetos diversos, mostras, residências artísticas e formação educativa   Essa é o tipo de notícia que a coluna #PERAMBULANDO adora trazer: a Galeria Cerrado acaba de inaugurar um novo e inédito espaço na cidade, é o Cerrado Cultural, que tem foco nas artes plásticas contemporâneas e modernas, sobretudo aquelas produzidas na capital federal e na região Centro-Oeste. O vernissage de inauguração aconteceu no último sábado (17), no próprio espaço, localizado na Chácara 10 da QI 05 (Lago Sul), que soma mais de 1,6 mil metros quadrados dedicados a mostras de grandes proporções e residências artísticas, além de ações de caráter educativo. Detalhe, a estreia do novo espaço marcou a abertura de duas importantes exposições. Uma individual dedicada ao artista Rubem Valentim, intitulada “Mito, rito e ritmo interior: Rubem Valentim – Fazer como Salvação“, com curadoria de Lilia Schwarcz, a mais recente integrante da Academia Brasileira de Letras; e uma coletiva, batizada de “O Centro é o Oeste Insurgente“, com curadoria de Divino Sobral e Lilia Schwarcz. Adriana Varejão foi um dos nomes poderosos que marcou presença no evento, que contou com inúmeros convidados – público, profissionais e amantes das artes – vindos de São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Minas Gerais, Goiás e Distrito Federal. Marcela Cantuária também deu o ar da graça, após abrir, no dia anterior, a mostra “Boca da Noite“, com curadoria de Ana Clara Simões Lopes, em cartaz na Galeria Cerrado (localizada ali pertinho, na comercial da QI 05). Ralph Ghere Vale lembrar que a filial brasiliense da Cerrado Galeria (de Goiânia) foi inaugurada no ano passado, a partir da união de Antônio Almeida e Carlos Dale, sócios fundadores da Almeida & Dale Galeria de Arte, de São Paulo, com Lúcio Albuquerque, que atuava na Casa Albuquerque Galeria de Arte, em Brasília. Os três galeristas somam mais de 30 anos de atuação no mercado de arte. Voltando ao evento de inauguração da Cerrado Cultural, destaque para a apresentação do harmonicista brasileiro Pablo Fagundes, do beatboxer estadunidense Christylez Bacon e do violonista Félix Junior, que se apresentaram em meio aos jardins, onde também se encontra a piscina de forma geométrica, rodeada por um enorme jardim repleto de esculturas. Para sentir o clima, tem as fotos sociais by César Rebouças nessa matéria, mas você também pode assistir ao Reel feito por este colunista! Em cartaz Considerado uma das referências do construtivismo brasileiro, o pintor, escultor e gravador baiano Rubem Valentim tem seu legado exposto no piso superior do Cerrado Cultural, até o dia 01 de novembro. A mostra batizada de “Mito, rito e ritmo interior: Rubem Valentim – Fazer como Salvação” explora diferentes fases do artista, além de expor fotos e fontes originais, e conta com curadoria de Lilia Schwarcz, uma das principais pesquisadoras de história e de arte do país.  Ela e Divino Sobral, diretor artístico da galeria, fizeram a curadoria de “O Centro é o Oeste Insurgente“, que reúne, até o dia 01 de novembro, no piso térreo do local, 50 trabalhos (pinturas, esculturas, fotografias e desenhos) de 15 artistas do Distrito Federal, Goiás e Mato Grosso: Abraão Veloso, Alice Lara, André Felipe Cardoso, Antônio Obá, Daiara Tukano, Dalton Paula (foto de capa), Denise Camargo, Douglas Ferreiro, Gervane de Paula, Hal Wildson, Helô Sanvoy, Kássia Borges, Naine Terena, Raquel Rocha e Talles Lopes. Além das duas mostras acima que estão na Cerrado Cultural, o público também pode visitar a mostra Boca da Noite, de Marcela Cantuária com curadoria de Ana Clara Simões Lopes, na Cerrado Galeria, até 11 de outubro. No total são mais de uma dezena de obras, em sua grande maioria inéditas e feitas especialmente para a exposição, que se desenrolam em uma atmosfera simbólica, alcançada por meio de uma paleta escurecida e uma simbologia que se constela em fenômenos e criaturas noturnas, tais como as mariposas e os lobisomens. Em tempo, a última exposição de Cantuária em Brasília foi em 2018. Partiu Cerrado Cultural e Galeria!   Cerrado Cultural e Cerrado Galeria / SHIS QI 05 comercial e ali perto na Chácara 10, Lago Sul, Bsb/DF / Siga e veja programação e horário das exposições no site e no @cerrado.galeria Fotos: Divulgação / César Rebouças

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Para fazer a cidade VIBRAR!

Evento promete uma experiência completa com gastronomia, exposições culturais, line-up musical com artistas nacionais e locais O Festival Vibrar 2024 está chegando! Após o sucesso em 2021, o Festival volta à Brasília entre os dias 15 e 18 de agosto no Parque da Cidade. A programação vai contar com mais de 30 atrações, entre elas, vários artistas nacionais e internacionais como Duda Beat (capa), Vanessa da Mata, Planet Hemp, Nação Zumbi, Céu e Alice Caymmi. Com uma combinação vibrante de música, gastronomia e arte, a segunda edição do evento promete experiências inesquecíveis para os participantes. O festival contará com dois palcos distintos: um dedicado a shows de grandes artistas nacionais e outro reservado para festas e apresentações diversas. A programação abrange diversos estilos musicais, prometendo algo para todos os gostos. “O Festival Vibrar 2024 é uma oportunidade imperdível para vivenciar uma festa completa, repleta de música, arte e gastronomia, enquanto apoia a produção cultural local e promove a responsabilidade socioambiental”, pontua Renato De Luca, um dos organizadores do evento. Confira a programação completa: Quinta-feira (15/08): Palco Principal: * 19h – Abertura dos portões * 20h – All Stars e Orquestra Filarmônica e convidados: Digão (Raimundos), Kiko Peres (Natiruts), Marcelo Barbosa (Angra), Philippe Seabra (Plebe Rude), Meolly (Bloco Eduardo e Mônica); * 22h – Ritchie Sexta-feira (16/08) 16h – Abertura dos Portões Palco Principal: 18h30 – Larissa Vitorino & Nas Cordas do Choro 20h – Céu 22h – Alice Caymmi 23h45 – Vanessa da Mata Palco Vibrar: 16h – Ktuh 17h – Kameni + Palatucci 18h30 – Tobias 19h30 – Buzzi 21h30 – Spot 22h30 – Ktuh & Victor Lima 02h00 – Play Sábado (17/08) 16h – Abertura dos Portões Palco Principal: 16h30 – Ediá 18h15 – Margaridas 20h – Luedji Luna 22h – Puro Suco 00h – Duda Beat Palco Vibrar: 16h – Umiranda B2B Chicco Aquino 18h – Janna 20h – DJ A 21h45 – Tamenpi 23h15 – Chicco Aquino B2B Umiranda 02h – After Vibrar Domingo (18/08) 16h – Abertura dos Portões Palco Principal: 16h30 – Ellefante 18h15 – Distintos Filhos 19h45 – Nação Zumbi 21h30 – Academia da Berlinda 23h – Planet Hemp Palco Vibrar: 16h – Maraskin 18h15 – La Ursa 19h30 – DJ OPS 21h – Barata e Pezão 23h – Magah 00h30 – After Vibrar Bora? Vibrar 2024 / 15 a 18 de agosto / Estacionamento 9 do Parque da Cidade / Ingressos Bilheteria Digital / Menor de 16 anos – NO WAY, só com mamis e papis / Siga: @festivalvibrarbsb Fotos: Divulgação

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Trófeu da ABCA é assinado por Sanagê

A Associação Brasileira dos Críticos de Arte (ABCA) escolheu o artista plástico Sanagê para criar o troféu do Prêmio ABCA 2023. O prêmio, que anualmente homenageia artistas e apoiadores das artes visuais no Brasil, contará com um troféu concebido pela linguagem neoconcretista de Sanagê, que levou cinco meses para concluir a obra, que será um símbolo do reconhecimento aos principais nomes do cenário das artes visuais brasileiras. O troféu será entregue aos vencedores no dia 14 de agosto, em uma cerimônia no SESC Vila Mariana, em São Paulo, onde Sanagê estará presente para participar da celebração. Desde 1978, o Prêmio ABCA destaca críticos, artistas, pesquisadores, curadores e personalidades que contribuem para o cenário das artes visuais no Brasil. Inicialmente, o prêmio abrangia apenas três categorias, mas ao longo dos anos, a premiação foi expandida, e atualmente contempla 18 prêmios em 13 categorias. Este ano, a premiação é ainda mais significativa, porque marca os 75 anos de fundação da ABCA. Siga: @artistasanage

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A arte de Raquel Bogéa na nova coleção de Virginia Barros

Collab traz estampas da Bosque em peças do vestuário feminino que são pura poesia   A artista Raquel Bogéa, da marca Bosque, levou os seus tecidos em tingimento natural, técnica desenvolvida à base de plantas e flores do Cerrado, para as criações da renomada sapateira e designer de moda Virgínia Barros. A estamparia natural da artista unida à liberdade criativa da marca resultou em peças únicas e exclusivas que foram apresentadas na última quinta-feira (08), na loja VB que fica no Liberty Mall Brasília. Lenços e tênis são as primeiras peças dessa parceria que une não somente a força, mas o olhar poético para moda de duas mulheres talentosas e empreendedoras. “Amantes da moda sustentável e consciente já podem encontrar o meu trabalho no coração da loja Virgínia Barros em Brasília. Cada peça é única, pois é produzida artesanalmente”, diz Raquel Bogéa. Vale destacar que a marca Virginia Barros desfilou a sua coleção Verão 24/25 intitulada “Aquática“, no Interfashion Brasília, evento que acontece na última semana, no Parque Estações, no Estacionamento 10 do Parque da Cidade. Em clima de celebração, Virgínia comentou as motivações que a levaram homenagear as águas: “Nossa coleção é desenhada para aqueles que apreciam as coisas mais refinadas da vida — o toque leve do vento, a serenidade das águas e a profundidade dos oceanos traduzidos em peças atemporais que são tão elegantes quanto práticas. Cada item é confeccionado à mão, refletindo nosso compromisso com a qualidade artesanal e o design“, afirmou a estilista.   Quer conferir o lançamento?  Raquel Bogéa para Virgínia Barros / VB Liberty Mall / Siga @raquelbogea_bosque e @virginiabarrosoficial Foto: Divulgação

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Cinquentou… Espaço Renato Russo em festa!

Programação cultural comemorativa inclui espetáculos consagrados e criações contemporâneas com música, teatro, dança, circo e cultura popular. Ingresso gratuitos mediante retirada de pelo Sympla   O Espaço Cultural Renato Russo (ECRR) completa 50 anos de história como um dos mais importantes polos culturais da Capital Federal. Para celebrar a data, o Instituto Janelas da Arte, Cidadania e Sustentabilidade e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) realizarão um grande festival de 9 a 18 de agosto, totalmente gratuito, reunindo a diversidade e a memória artística de Brasília. Inaugurado em 1974, como Teatro Galpão, o nome não foi à toa, pois ali funcionava anteriormente um depósito. O então Espaço Cultural 508 Sul rapidamente ocupou o local com outras salas e se tornou um centro vibrante para as artes cênicas, música, dança e artes visuais, quadrinhos e audiovisual e um catalisador da cultura no Distrito Federal. As atividades culturais e formativas realizadas no espaço fizeram a cabeça da juventude de Brasília ao longo das décadas de 1970, 1980 e 1990. Passaram por lá muitos artistas e fazedores de cultura, cujos nomes representam, hoje, a arte e a cultura genuinamente candanga: Hugo Rodas, Alexandre Ribondi, Guilherme Reis, James Fensterseifer, Cássia Eller e Renato Russo, voz do Legião Urbana que desde 1999 dá nome ao espaço. Nestes 50 anos, passou por diversas reformas e modernizações, transformando-se em um centro cultural multifacetado, com teatros, galerias de arte, salas de ensaio, oficinas e áreas de convivência. Para a celebração do meio século de história, será promovido o encontro de grupos consagrados e novos talentos dos segmentos de teatro, música, cinema, dança, circo, artes visuais e transversalidades da cena cultural de nossa cidade. “A celebração de meio século exalta a importância do Espaço Cultural Renato Russo com uma programação diversificada e inclusiva e afirma o espaço de vanguarda da inovação artística, contribuindo para a formação de público e o fortalecimento da identidade cultural de Brasília”, conta Lorena Oliveira, presidente do Instituto Janelas da Arte, Cidadania e Solidariedade. Para o Secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, o espaço exerce um papel essencial na promoção da cultura local. “O Espaço Cultural Renato Russo é uma verdadeira fábrica de cultura. São milhares de pessoas produzindo, aprendendo e apreciando arte todos os dias. Temos muito orgulho desse espaço tão importante para a capital”, finaliza. Programação A programação inicia na sexta-feira (09/08), às 14h, com a inauguração da Musiteca Gibiteca e a Feira Alternativa de vinis e quadrinhos. Às 15h30, Duo Sertânico (DF) se apresentará, seguido por Signo 13 (DF) às 16h e Cálida Essência (DF) às 17h. Às 18h, haverá uma palestra com Marcos Pinheiro, e o encerramento das atividades na Musiteca será às 19h. Às 19h, ocorrerá a abertura oficial da programação comemorativa, seguida pela Orquestra Filarmônica de Brasília às 20h. A Cia Pele encenará “Inabitável” no Teatro Galpão Hugo Rodas às 21h. No sábado (10/8), ocorrerá a inauguração da Fanzinoteca na Musiteca Gibiteca às 11h. Zé Regino se apresentará na Sala Multiuso às 15h, seguido pela Cantação de Histórias às 16h na Sala Marco Antônio Guimarães. Os Irmãos Saúde performarão às 17h na Praça Central. A Mostra de Cinema Olhares sobre Brasília será às 18h na Sala Marco Antônio Guimarães. Às 19h15, haverá a performance de dança Extensão Frevar na Praça Central, seguida por Kastelar às 19h30. A Cia Pele retornará com “Inabitável” às 20h no Teatro Galpão Hugo Rodas. No domingo (11/08), Zé Regino se apresentará na Sala Multiuso às 15h com seu teatro para bebês, seguido pela Cantação de Histórias às 16h na Sala Marco Antônio Guimarães. Às 17h, o Grupo Pé de Cerrado se apresentará na Praça Central. A Mostra de Cinema Olhares sobre Brasília ocorrerá às 18h na Sala Marco Antônio Guimarães (MAG). Às 19h, Ramona se apresentará na Praça Central, e, às 20h, o espetáculo “Pedaços de Maria” será encenado na Sala Marco Antônio Guimarães. Na segunda-feira (12/08), às 18h, a Mostra de Cinema segue na MAG.  Às 18h40, haverá uma performance de dança intitulada “Caminhada” na Praça Central. O espetáculo “Memória Matriz” será apresentado às 20h no Teatro Galpão Hugo Rodas, seguido pela Caravana dos Delirantes às 21h na Sala Multiuso. Na terça-feira (13/08), a Mostra de Cinema continuará às 18h na Sala Marco Antônio Guimarães, seguida pela performance de dança “Corpus” às 18h40 na Praça Central. Às 19h, a Agrupação Teatral Amacaca (ATA) encenará “Os Saltimbancos” na Sala Multiuso. “Memória Matriz” será apresentado às 20h no Teatro Galpão Hugo Rodas. Na quarta-feira (14/08), a Mostra de Cinema inicia às 18h na Sala Marco Antônio Guimarães, seguida pela performance de dança “Entre Mundos” às 18h40 na Praça Central. Às 19h, “Os Saltimbancos” será encenado na Sala Multiuso. A programação do dia se encerrará com Felipe Costta às 20h na Praça Central. Na quinta-feira (15/08), haverá a performance de dança “Ekesa Sanko” às 18h40 na Praça Central. Às 19h, a peça “As Sirigaitas – Contam e Encantam” será apresentada na Sala Marco Antônio Guimarães. A noite terminará com a apresentação de Udi Grudi às 20h no Teatro Galpão Hugo Rodas. Na sexta-feira (16/08), às 18h40, a Praça Central receberá a performance de dança “SEMUTSOC: Uma Jornada de Despertar e Renovação”. Às 19h, Udi Grudi retornará ao Teatro Galpão Hugo Rodas, e a noite será encerrada com uma nova apresentação de “As Sirigaitas – Contam e Encantam” às 20h na Sala Marco Antônio Guimarães. No sábado (17/08), a Feira Tesourinha acontece das 9h às 18h. Às 16h, a Orquestra Marafreboi traz a alegria do frevo para a festa, seguida por Célia Porto cantando Renato Russo às 17h. A Orquestra Alada se apresentará às 18h, e Philippe Seabra e Os Distintos Filhos encerrará a programação com show que traz ao palco os grandes sucessos do Rock Brasília. No domingo (18/08), encerrando o festival , a Feira Tesourinha, das 9h às 18h. E o Baile de 50 Anos, com Ricardo Lira e Célia Rabelo.   09/08 – Sexta-feira Inauguração da Musiteca 15:30 – Duo Sertânico (DF) 16:00 – Signo 13 (DF) 17:00 – Cálida Essência

Cinquentou… Espaço Renato Russo em festa! Read More »

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