Portais Abertos: Makina de Rabisko na Biblioteca Nacional

Entre graffiti e poesia visual, a mostra “Portais: Clarões do Invisível” convida o público a refletir sobre a vida, a natureza e a arte A Biblioteca Nacional de Brasília está com as portas abertas para receber a exposição “Portais: Clarões do Invisível”, do artista Flávio Mendes, conhecido como Makina de Rabisko. Até o dia 7 de julho, o público poderá conferir de perto essa imersão sensível que atravessa o graffiti das ruas para as telas, abrindo portais que conectam o visível e o invisível. Com um trabalho que transita entre diferentes técnicas e cores vibrantes, Makina de Rabisko – filho da Ceilândia e do movimento hip hop – cria uma narrativa visual provocadora, onde cada obra funciona como um farol, convidando o visitante a refletir sobre a relação com a natureza, os ciclos da vida e as raízes que nos sustentam.  A entrada é franca e a exposição pode ser visitada de segunda a sexta, das 8h às 22h, e aos sábados e domingos, das 8h às 14h, na Biblioteca Nacional de Brasília (em frente ao Museu Nacional, no Eixo Monumental). Uma oportunidade para se perder e se encontrar nos clarões do invisível! Fotos: Divulgação

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O cinema sob as estrelas já está entre nós!

Reunindo 1100 pessoas, o maior cinema a céu aberto do mundo retorna ao Pontão do Lago Sul com documentário de Milton Nascimento e show de Ellen Oléria.   Com um pôr do sol cinematográfico, pipoca quentinha em mãos e clima de celebração, cerca de 1.100 convidados devidamente agasalhados marcaram presença na aguardada noite de estreia do Open Air Brasília, na última terça-feira (3). De volta à capital federal, o maior cinema a céu aberto do mundo ocupa o icônico Pontão do Lago Sul, às margens do Lago Paranoá, com uma programação imperdível até o dia 15 de junho. Um dos momentos mais esperados da noite foi a subida da tela gigante de 325 m², equivalente ao tamanho de uma quadra de tênis — um verdadeiro espetáculo visual que reforça a grandiosidade do evento, que acomoda até 1.500 pessoas por sessão em meio à natureza, diante desse telão majestoso, lindamente emoldurado pelo Lago Paranoá. Nessa avant-première, os convidados foram presenteados com a exibição emocionante de “Milton – Bituca Nascimento”, um documentário que celebra a trajetória de um dos maiores ícones da música brasileira. Dirigido por Flávia Moraes, o filme revela um olhar íntimo sobre a turnê de despedida de Milton, realizada entre 2022 e 2023. Bastidores, momentos pessoais e depoimentos comoventes de grandes nomes da música nacional e internacional compõem esse road movie musical que tem narração de Fernanda Montenegro. Ao final, o público foi brindado ainda com um show arrebatador da cantora Ellen Oléria, que apresentou sucessos próprios e clássicos da MPB. Vale lembrar que o Open Air Brasil reúne grandes clássicos e sucessos do cinema, shows ao vivo e uma curadoria gastronômica especial — criando uma verdadeira experiência sensorial sob as estrelas. Já a programação musical inclui nomes como Larissa Luz, Dora Morelenbaum, Catto e Juliana Linhares, que prometem aquecer as noites brasilienses com muita arte e emoção Outro ponto alto é o espaço gourmet, que reúne uma seleção de food trucks como Di Dimantoini Burger, Crepe Voyage, Dog da Igrejinha e Churros do Tio. Para acompanhar, nada melhor que os rótulos especiais da World Wine, que garantem sabores à altura do espetáculo — perfeitos para brindar a temporada e espantar o friozinho do inverno candango. Apresentado pelo Ministério da Cultura, o Open Air Brasília conta com o patrocínio do Nubank, que também promove ativações especiais no local. A programação completa está disponível no @openairbrasil e os ingressos já estão à venda no site Sympla. Em tempo, não deixe de conferir abaixo as fotos de quem passou por lá, pelas lentes deste fotógrafo/colunista:   Fotos: Gilberto Evangelista

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Ney Matogrosso de volta a Brasília

Depois do grande sucesso da sua cinebiografia, cantor faz nova apresentação da turnê “Bloco na Rua” na cidade.   Ícone da música brasileira, Ney Matogrosso retorna a Brasília com a aclamada turnê “Bloco na Rua” para uma única apresentação em 14 de junho, no Centro de Convenções Ulysses.  Com sua presença hipnotizante e voz inconfundível, o artista leva ao palco um espetáculo vibrante, que une repertório ousado, figurinos marcantes e direção cênica impecável. Com ingressos esgotados em diversas capitais brasileiras e também no exterior — incluindo apresentações nos Estados Unidos, Inglaterra e Portugal — a turnê é marcada pela força interpretativa de Ney e por uma atmosfera cênica que transforma o show em uma verdadeira experiência sensorial. Aos 83 anos, o artista reafirma sua posição como referência absoluta de vanguarda, liberdade e vitalidade. O retorno aos palcos da capital federal acontece em um momento especial da carreira de Ney Matogrosso, que acaba de ser homenageado no cinema com a cinebiografia Homem com H. O filme, dirigido por Esmir Filho e estrelado por Jesuíta Barbosa, estreou em maio nos cinemas de todo o Brasil e mergulha na trajetória artística e pessoal de Ney, reafirmando sua importância como figura central na cultura brasileira. Espetáculo e filme se complementam como retratos da ousadia, da liberdade e da força transformadora de um dos artistas mais singulares do país.Os ingressos começam a partir de R$ 90 (a meia-entrada) e podem ser adquiridos pelo site Bilheteria Digital. Este colunista já conferiu a apresentação e sabe que cada centavo vale à pena, pois o repertório da turnê reúne clássicos como “Eu Quero é Botar Meu Bloco na Rua” (Sergio Sampaio), “A Maçã” (Raul Seixas), “Jardins da Babilônia” (Rita Lee/Lee Marcucci), além de releituras como “Como 2 e 2” (Caetano Veloso) e sucessos da parceria com Fagner, como “Postal de Amor” e “Ponta do Lápis”. Não faltam também momentos marcantes da carreira, como “Sangue Latino”, dos tempos de Secos & Molhados. O visual impactante do espetáculo tem figurinos exclusivos de Marcos Paulo e cenografia assinada por Batman Zavarese, nomes que colaboram para a construção estética inconfundível que acompanha Ney ao longo de sua trajetória. A banda que o acompanha reúne músicos consagrados como Sacha Amback, Marcos Suzano, Felipe Roseno, Dunga, Mauricio Almeida, Aquiles Moraes e Everson Moraes. Com seu estilo inclassificável e entrega cênica total, Ney Matogrosso mostra que estar no palco continua sendo seu estado natural — e que seu “Bloco” segue mais vivo, provocador e necessário do que nunca. Show mais que imperdível! Ney Matogrosso – ‘Bloco na Rua Tour 2025’ / Centro de Convenções Ulysses / 14 de junho (sábado) – 21h / A partir de R$ 90 – Bilheteria Digital / 14 anos  Fotos: Divulgação

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Hidden 2025: entre ruínas e rituais urbanos

Em sua 7ª edição, a ocupação urbana mais vibrante da cidade estreia com festa sensorial, line-up vibrante e afeto gastronômico Um resort de sensações, um refúgio para chamar de seu — o Hidden abriu a temporada 2025 em grandessíssimo estilo. Desta vez, o evento de ocupação urbana mais charmoso da capital está abrigado na ruína da antiga sede do clube ASFUB, no Setor de Clubes Norte (ao lado do Cresspom). E a noite de inauguração, que aconteceu na quarta-feira (28), reuniu 600 pessoas e uma mistura deliciosa de tribos: o rapper e empresário Hungria, a campeã olímpica Maurren Maggi e o grafiteiro e artista visual Daniel Toys estavam entre os convidados. Logo na recepção — marcada pela vibrante identidade visual da artista Bebel Franco, que dá vida às paredes e colunas do espaço como um todo —, os visitantes foram recebidos pela primeira exposição itinerante da temporada: “Brasília, Utopia Geométrica”, assinada pelo fotógrafo e publicitário Paulo Leone, que entrega um olhar poético e atento sobre a nossa cidade.  A programação, que a partir de agora começa às 19h, trouxe como trilha inicial o clima good vibes do Duo Smart Jazz, embalando taças de vinho e espumante da Del Maipo, importadora responsável pela seleção que compõe a carta da casa. Para os fãs de cerveja, três rótulos Heineken foram escalados: IPA, Pilsen e Pale Ale. E para quem pedia algo com sabor mais intenso, o mix Coca-Cola com Jack Daniel’s agradou bastante. A noite seguiu com o retorno aguardado do coletivo Funkeando — projeto que mistura música eletrônica a clássicos do funk, soul, samba e hip-hop, reunindo oito artistas no palco. Parados por um tempo, escolheram o Hidden para voltar com tudo à cena musical, fazendo o público dançar até tarde; embalo que continuou com o DJ Maraskin e sua playlist recheada de hits oitentistas. Como dançar e bebericar inevitavelmente abre o apetite, a chef convidada da vez, Raquel Pacheco, da Casa de Vó – Comida e Afeto, preparou duas receitas que abraçaram o estômago e o coração dos notivagos: linguine ao molho de tomate com polpetas de carne, e um arroz caldoso de cogumelos funghi e Paris — esse último, perfeito para vegetarianos e amantes dos sabores da terra. Seguindo sua proposta original de ressignificar espaços adormecidos, o Hidden promete uma temporada de inverno intensa, trazendo uma curadoria que vai além da música, ou seja, uma experiência sensorial completa. Às quintas, o rock’n roll dita o ritmo. Às sextas, entra em cena o pop rock. Os sábados celebram brasilidades e experiências musicais exclusivas. E alguns domingos surgem com programações-surpresa. Tudo isso, claro, até que as chuvas voltem a banhar as ruas de Brasília. Para os idealizadores Mari e Daniel Braga, a abertura foi muito mais que simbólica. “Fazer uma edição à beira-lago, sobretudo nesse espaço, é um desejo antigo. E se depender da vibe que sentimos nesta noite de estreia, a temporada será tudo aquilo que nosso público espera de nós: noites de muita música boa, regadas a cultura, boas bebidas e comidinhas que só é possível degustar por aqui”, afirmam. Ah, e um último lembrete: quem é cliente CAIXA Visa ainda garante 10% de desconto no couvert e em qualquer compra no Hidden. Confira agora cliques de quem passou por lá pelas lentes deste colunista/fotógrafo: Bernardo e Maria Luisa Avelar Vinho, música, cultura e gastronomia Hidden / Ruína da antiga sede do clube ASFUB – Setor Clubes Norte – perto do CRESPOM / até o fim da seca – quintas, sextas, sábados e domingos especiais – 19h / Siga @hiddenbrasilia Fotos: Gilberto Evangelista

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Será! um livro sobre primeiro álbum da Legião Urbana

Imagina estar na produção do primeiro álbum da Legião Urbana, pois bem, José Emílio Rondeau esteve e decidiu contar tudo em um livro Entre brigas, tensões, novo integrante ingressando na banda dias antes de iniciar as gravações, e em meio ao caos instalado na EMI-Odeon, o jornalista, crítico musical e diretor de videoclipes José Emilio Rondeau assumiu a produção do que viria a ser o álbum de estreia da maior banda brasileira de todos os tempos, a Legião Urbana. São deste disco os sucessos “Será”, “Ainda é Cedo”, “Geração Coca-Cola”, “Por Enquanto” entre outros hits que explodiram nas rádios em 1985. Quarenta anos depois, Rondeau mergulhou em suas memórias para revisitar os bastidores daqueles cinco meses de gravação no livro Será!, que reúne curiosidades e histórias nunca contadas, com detalhes saborosos. O lançamento acontecerá no dia 4 de junho, na Livraria da Travessa de Ipanema, com direito a bis no dia 13 de junho, na Bienal do Livro do Rio. Para ajudar no relato, Rondeau entrevistou os legionários Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá. Também conversou com personagens que passaram dias e noites no estúdio, testemunhas da genialidade de Renato Russo, da falta de sintonia de Bonfá com o novo baixista Renato Rocha e de uma discussão que quase abalou a parceria entre a banda e o próprio Rondeau, praticamente um estreante na função de produtor musical. “Quando ouvi a primeira fita cassete da Legião sabia que a história do rock brasileiro iria mudar. Ali estavam as sementes para uma potencial revolução. E eu precisava fazer parte daquele momento”, lembra o jornalista. O livro tem prefácio assinado por João Barone, baterista dos Paralamas do Sucesso – os “padrinhos da Legião”, nas palavras de Renato Russo – e traz fotos raras de Mauricio Valladares registradas durante as gravações. Será! estará nas livrarias e sites em junho, com lançamento também no formato e-book em mais de 20 plataformas digitais. Conta com 112 páginas, e custará R$ 65 (impresso) e R$ 39 (e-book).   Imagens: Mauricio Valladares e Divulgação

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Arte subdesenvolvida abre com festa e samba no CCBB

Em cartaz no CCBB Brasília até 03 de agosto, mostra reúne trabalhos de 40 artistas brasileiros cujo recorte é de 1930 ao início de 1980.   Com roda de samba, visita às galerias e apresentação do catálogo, na noite de terça-feira, 20 de maio, o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília inaugurou a mostra “Arte Subdesenvolvida”. Com curadoria de Moacir dos Anjos e da Tuîa Arte e Produção, a exposição apresenta 180 obras de 40 artistas brasileiros que produziram entre os anos 1930 e 1980. Falando ao público presente, André Giancotti, gerente de marketing do CCBB Brasília, ressaltou a importância da mostra como uma importante reflexão sobre a história do país. Moacir dos Anjos, passou em revista os conceitos e objetivos que conduziram o processo curatorial. Bruna Neiva, da Tuîa, Bruna Neiva, da Tuîa reafirmou a importância de centros culturais e exposições criarem diálogos com os públicos e a arte brasileira. A festa de abertura seguiu com o a apresentação do grupo Samba de Passarinha, com o melhor do samba. Sobre a mostra A partir dos anos 1930, mais precisamente após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), países econômica e socialmente vulneráveis passaram a ser denominados “subdesenvolvidos”. No Brasil, artistas reagiram ao conceito, comentando, posicionando-se e até combatendo o termo. Parte do que eles produziram nessa época está presente na mostra Arte Subdesenvolvida, que tem curadoria de Moacir dos Anjos e da Tuîa Arte Produção. A mostra fica em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) até 3 de agosto de 2025. Com visitação de terça a domingo, das 9h às 21h, com entrada nas galerias até as 20h40. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso na bilheteria ou pelo site do CCBB e a classificação indicativa é livre. O conceito de subdesenvolvimento foi corrente por cinco décadas até ser substituído por outras expressões, dentre elas, países emergentes ou em desenvolvimento. “Por isso o recorte da exposição é de 1930 ao início dos anos 1980, quando houve a transição de nomenclatura, no debate público sobre o tema, como se fosse algo natural passar do estado do subdesenvolvimento para a condição de desenvolvido”, reflete o curador Moacir dos Anjos. “Em algum momento, perdeu-se a consciência de que ainda vivemos numa condição subdesenvolvida”, complementa.   A mostra, com patrocínio do Banco do Brasil e BB Asset, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, apresenta pinturas, livros, discos, esculturas, cartazes de cinema e teatro, áudios, vídeos, além de um enorme conjunto de documentos. São peças de coleções particulares, dentre elas, dois trabalhos de Candido Portinari e duas obras de Anna Maria Maiolino. Há também obras de Paulo Bruscky e Daniel Santiago cedidas pelo Museu de Arte do Rio – MAR. Acessibilidade     A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.    A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Seus horários saindo da Biblioteca Nacional para o CCBB são 12h, 14h, 16h, 18h e 20h. Já no sentido contrário, do CCBB para a Biblioteca Nacional, a condução parte sempre às 13h, 15h, 17h, 19h e 21h. Agora confira abaixo mais cliques feitos por este Colunista/Fotógrafo de quem prestigiou a abertura de “Arte Subdsenvolvida”: Bruna Tavares e Eduardo Alves Um viva às artes-visuais brasileira! “Arte Subdesenvolvida” / Galerias 1, 3, 5 e Pavilhão de Vidro do CCBB Brasília / até 3 de agosto de 2025 – terça a domingo, das 9h às 21h (entrada na galeria até às 20h40) / Grátis com retirada de ingresso no bb.com.br/cultura ou na bilheteria física / Livre   Fotos: Gilberto Evangelista

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Bsb cultural: um finde repleto de opções!

É isso mesmo, a agenda cultural da Coluna #PERAMBULANDO está recheada das mais diversas atividades para ninguém ficar em casa. Confere e já compartilha com a galera! Sextou, sábadou e domingou! O que não falta na agenda cultural do Distrito Federal são razões para você se divertir sozinho. Então se prepara para ir clicando nos links ativos desta matéria para ir descobrindo mais detalhes das superdicas que a Coluna #PERAMBULANDO está recomendando. Inclusive, vamos começar destacando os shows que vão rolar lá hoje (16) no Funn Festival com Seu Jorge, Marcelo D2 e Blitz, sem esquecer que tem apresentação para a criançada amanhã (18) do coletivo de influenciadores digitais Dos Rosa. Aproveita e anota aí duas outras oportunidades para “balançar o esqueleto”! A primeira delas é o show que a Oh! Artes está trazendo para a capital federal do Maurício Maniere repleto de “Classics” das décadas de 1970, 80 e 90 como “Minha Menina”, “All Night Long” e “Love Is In The Air”. A apresentação é sábado (17), a partir das 21h30, no Centro de Conveções Ulysses. Os ingressos estão a partir de R$ 90 (meia-entrada) e você compra seu ingresso clicando aqui! A outra balada ao vivo rola Francis e Olívia Hime, nesta sexta e sábado (16 e 17) abrindo oficialmente a nova temporada do Complexo Cultural do Choro, uma ação cultural incrível que a Shell patrocina. Não perca, pois o finde todo têm atividades para toda a família, além da tradicional feijoada com choro e muito mais. Os ingressos custam R$ 50 (meia-entrada) e os detalhes estão no @clubedochoro. Agora, vamos falar de teatro. A primeira dica é ideal para a garotada, “O Mundo Mágico da Barbie” que desembarca no Teatro Brasília Shopping celebrando um universo de fantasia e amizade com muita música e dança personificado em quatro tipos diferentes da boneca mais famosa do mundo: Fashionista, Aventureira, Cientista e Artista. As sessões são sábado e domingo (17 e 18), às 16h, e o valor da a meia-entrada é de R$ 30.  Já o espetáculo “Como é que pode? 10 anos” mescla Stand Up Comedy, esquetes de humor e números de mágica para falar de questões cotidianas, que brotam da expressão popular que dá nome ao texto, interpretado maestralmente por Gabriel Louchard. Garanta seu ingresso clicando aqui para a sessão única que acontece no Teatro Unip, às 20h, do sábado (17). E como lazer em Brasília é quase um sinônimo de passear nos shopping-centers da cidade, se liga que o Conjunto Nacional tem uma programação tripla e gratuita: o elegante passeio de motos do Distinguished Gentleman’s Ride 2025; a exposição interativa Tesouros da Terra e a Brinquedoteca do Aladim. Já no Casapark acontece a 9ª edição da Feira Panela Candanga, que vai até o domingo (18) e também é de graça. Basta chegar junto para ver o que a gastronomia artesanal local tem de melhor a oferecer. Mas atenção, algumas atividades, tanto para adultos, quanto para crianças, como o Show de Mágica e a Oficina Enfeitando Paninhos de Prato, precisam de inscrição prévia. Mas se você é do tipo que ama artes plásticas, não perca a exposição “Inútil Paisagem”, da fotógrafa Josiane Dias, com curadoria de Eder Chiodetto, em cartaz na Referência Galeria de Arte. Em sua primeira individual no local, a artista visual apresenta obras em formatos variados que através da fotografia subverte as percepções de tempo e espaço e oferece novas narrativas que exploram a memória e os sentidos. Aproveita e passe também pela Sala Acervo, onde estão expostas “Novidades no Acervo”, uma mostra coletiva com obras dos artistas Camila Soato, David Almeida, Fernando Leite, Luciano Macedo, Patricia Furlong e Reynaldo Candia. Ambas tem visitação gratuita até o dia 7 de junho. Outro esquema intimista é o espetáculo “A Metamorfose da Metáfora”, com os músicos Jean Garfunkel e Pratinha Saraiva. O show faz parte da programação complementar da exposição “ROUČKA – Kafka em Movimento”, do artista tcheco Pavel Roučka, em exibição até 25 deste mês, na Galeria 2 do CCBB Brasília. A entrada é gratuita, mediante retirada de ingresso na bilheteria ou pelo site do CCBB, e a classificação indicativa é livre para todos os públicos. Sair #PERAMBULANDO para fora do Plano Piloto e suas imediações também poderá te nutrir da mais pura arte. É o caso do projeto Escola de Formação de Bailarinos que têm apresentações gratuitas de balé com entrada livre para todas as idades em Planaltina e Sobradinho, respectivamente nos dias 18/05, às 17h e 29/05, às 20h. Clica aí no nome de cada satélite para garantir seus ingressos. E por falar em Planaltina, inaugurou hoje (16) no Museu Histórico e Artístico de Planaltina a exposição Belx Pretx – uma poética mitológica, em que o fotógrafo Luíz Roberto Moreira propõe uma revisitação visual e simbólica ao panteão da mitologia grega, porém apresentando corpos negros como encarnações contemporâneas de deuses e deusas clássicos. Realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF (FAC/DF), a mostra permanece aberta até 15 de junho e a entrada é gratuita. O Guará é outra Região Administrativa onde a arte encontra seu espaço com a apresentação da opereta Pepito, um resgate da obra do compositor alemão Jacques Offenbach (1819–1880) feito pela diretora artística Hyandra Ello e o maestro e diretor musical Raffael de Abreu Ribeiro. Juntos comandam um elenco formado por três cantores e uma pequena orquestra com cinco músicos, que encenam, em um ato único, uma história que se passa em um vilarejo nordestino fictício nos anos 1970 — auge do gênero musical brega, com sua estética marcante e genuinamente brasileira. Gratuito, só chegar na Escola Técnica do Guará, no sábado ou domingo (17 e 18). A próxima dica não é necessariamente cultural, mas tão prazerosa quanto: a estreia da JK Run, um evento que une corrida de rua, experiências gastronômicas e música ao vivo em um formato inédito. A largada será às 7h do domingo (18) em frente à academia Clube.Co, no Setor de Clubes Esportivos Sul, com percursos de 3 km (caminhada), 5 km e 10 km, passando por um dos cartões-postais da cidade: a Ponte JK. As inscrições (e os kits

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“Vou fazer de mim um mundo”, com Zezé Motta

A atriz e cantora estreia seu primeiro monólogo e comemora 80 anos em cena em peça adaptada do livro de Maya Angelou, a primeira mulher negra a ser roteirista e diretora em Hollywood.   O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) traz o espetáculo “Vou fazer de mim um mundo”, o primeiro monólogo da carreira de Zezé Motta, que estreia no dia 15 de maio e celebra 80 anos dessa que é uma das artistas mais aclamadas do país e que inspira gerações de mulheres negras na luta por espaço, expressão e oportunidades. A temporada em Brasília vai até 01 de junho, após segue para o CCBB Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. O espetáculo é uma adaptação para teatro do livro da Dra. Maya Angelou, o best-seller “Eu sei porque o pássaro canta na gaiola”, lançado em 1969 e que agora chega ao Brasil com dramaturgia e direção de Elissandro de Aquino. A história que se tornou um clássico é a primeira das sete autobiografias que a autora publicou. Em ‘Pássaro’ Maya apresenta um tocante retrato da comunidade negra dos Estados Unidos durante a segregação dos anos 1930-1940. Nele parece haver um grito silencioso desse pássaro aprisionado que a Dra. Maya Angelou vivenciou e que a tornou ainda mais forte. Como ela mesma cita “O pássaro engaiolado canta com um trinado amedrontado sobre coisas desconhecidas, mas ainda desejadas…”. Angelou foi múltipla: poetisa, escritora, professora, roteirista, cantora, tradutora, atriz, militante, conviveu com Malcolm X, com James Baldwin, com o pastor Martin Luther King Jr. e se tornou um dos nomes mais aclamados do século 20. A adaptação e a direção de Aquino abrem possibilidades para evocar a palavra, por vezes cadenciada como uma coreografia, por vezes como uma música, com notas espontâneas e improvisadas. Sempre, contudo, bendita. “Partimos para um projeto bastante intimista, corajoso e potente. A ideia é cruzar duas realidades – a princípio tão distantes – e encontrar um elo entre as experiências humanas que nos atravessam como se não houvesse fronteiras. O projeto se abre em camadas, alternando micro e macro, o que o torna interessante e, ao mesmo tempo, desafiador. Sabemos que ele toca feridas diferentes, pois ora apresenta congruências coletivas, ora invade a nossa casa e expõe as dores mais veladas”, alerta o diretor artístico. Trata-se de um projeto sutil, valorizando a palavra oral, que bem pronunciada há de nos salvar de toda a loucura, tensão e extremismo da contemporaneidade. O cenário intimista criado pelo artista plástico Claudio Partes traz uma plantação de algodão, nuvens e um livro, de onde brotam as palavras poeticamente e impetuosamente recitadas por Zezé. A iluminação de Aurélio de Simoni, profissional que dispensa apresentações, cria uma atmosfera da luz de lampião, pinçando memórias e afetos antigos. O figurino é de Margo Margot e apresenta Zezé com uma paleta amarela, contextualizada ao fim da peça, mas, também, alusão direta a Oxum, seu orixá. Em cena dois músicos, Mila Moura e Pedro Leal David, multiplicarão o palco tocando arranjos exclusivos forjados no blues e suas variações. A trilha, porém, não se limita à atmosfera dos anos 30/40 do Sul dos Estados Unidos, ao contrário, ela se mescla e abrange um campo nacional ao trazer nossos contemporâneos Dorival Caymmi, Luiz Melodia, Luiz Gonzaga, Milton Nascimento, Caetano Veloso e Seu Jorge. Segundo Pedro Leal David, que assina a direção musical, “é a confluência de dois rios: Maya Angelou e Zezé Motta. Com suas carreiras atravessadas pela música é natural que se buscasse, em antigas gravações, pistas para esse processo de criação. As musicalidades de Maya e Zezé nos dão notícias distintas sobre como os ritmos, sons, tons da diáspora africana foram abrindo caminho ao longo do século XX, tanto nos Estados Unidos, como no Brasil. Nossa proposta foi deixar esses rios se encontrarem, trazendo o blues pro violão de nylon, como quem levasse Baden Powel para um passeio nas margens do Mississipi, ou como quem imaginasse os Tincoãs, numa manhã de domingo, com suas vozes e atabaques, num culto em uma igreja da Louisiana. A Zezé tropicalista (ouça “Prazer Zezé”, de 1972!) e a Maya do “Calypso” nos dão a ousadia para esse experimento.” Zezé, em “Vou fazer de mim um mundo”, se aventura corajosamente num universo pouco habitual dessa atriz-cantora solar. Nesse espetáculo mais lunar, veremos uma Zezé introspectiva, política, denunciadora das mazelas sofridas por nossos antepassados e, sim, dolorida. Zezé pertence àquela categoria de atrizes que sentem profundamente cada palavra, que, quando ditas, estranhamente vão abrindo chagas ou cicatrizando feridas. Sabiamente o texto finaliza com alegria. Não uma alegria exaltada, do riso, mas uma alegria por ter ao que agradecer, por honrar os ancestrais, uma alegria por aprender com as gerações que é preciso continuar a trajetória sendo a mudança. Depois de dez anos ter o retorno de Zezé Motta ao teatro estrelando “Vou fazer de mim um mundo”, seu primeiro monólogo, é uma forma de celebrar seu octogésimo ano com um acontecimento único e histórico. Partiu monógolo! “Vou fazer de mim um mundo” / Teatro do CCBB Brasília – SCES Trecho 02 Lote 22 / 15 de maio a 01 de junho – quinta a sábado, às 20h e domingo, às 18h30 / Sessão com Libras: 22 de maio / Bate-papo com a artista: 29 de maio / 90 minutos – 16 anos / R$ 30 (inteira), e R$ 15  (meia) – no www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília (liberação de ingressos toda sexta feira da semana anterior)   Fotos: Divulgação

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Não perca, A Menina Escorrendo dos Olhos da Mãe

Com Guida Vianna e Silvia Buarque, a peça aborda um dos temas mais atemporais e universais: a relação (nem sempre fácil) entre mãe e filha “A Menina Escorrendo dos Olhos da Mãe” é um texto inédito de Daniela Pereira de Carvalho (que também é autora de “Renato Russo”, “A hora do boi”, “Uma revolução dos Bichos”, entre outros). Nele, investiga-se um tema universal e atemporal, a relação entre mães e filhas. A peça faz temporada na CAIXA Cultural Brasília, de 13 a 18 maio, e traz um recorte sobre a relação entre três gerações de mulheres, atravessada por questões urgentes como a homofobia, as lutas históricas feministas e a construção de um novo lugar para a mulher na sociedade contemporânea. As sessões dos dias 13 e 14 (terça e quarta) acontecem às 17 e 20h; nos dias 15, 16 e 17 (quinta a sábado), às 20h, e no dia 18 (domingo), às 19h. Com direção de Leonardo Netto, vencedor dos Prêmios Cesgranrio (Melhor Texto Nacional Inédito e Melhor Ator) e APTR (Melhor Autor) por “3 Maneiras de Tocar no Assunto”, a montagem traz no elenco, Guida Vianna (recentemente vencedora dos Prêmios APTR, Cesgranrio e FITA de Melhor Atriz por seu trabalho em “Agosto”) e Silvia Buarque (no ar nas séries “Impuros”, no Star+, e “Betinho: No Fio da Navalha”, no Globoplay), que também é a produtora deste espetáculo. “Escrevo pra contar que me dei conta, com essa peça, de que sou uma veterana. Dani (Pereira de Carvalho, autora) gostou de mim ainda na sua adolescência, ao me assistir em duas peças nos anos 90 – eu, ainda uma jovem de 20 e poucos anos. Tempos depois, durante a pandemia, Dani me convidou pra ler a peça com ela por Zoom. Me encantei com o texto e decidi produzir, coisa de veterana mesmo, rs. A nós se juntou a Guida (Vianna) que me faz lembrar que ainda tenho muito a aprender. E veio o Leo (Netto, diretor), também para ensinar. Estou no céu!”, revela Silvia Buarque. E para que ninguém se engane, o que está em questão em “A Menina Escorrendo dos Olhos da Mãe” é justamente o jogo de tensões que existe entre as delicadezas e as dificuldades desse relacionamento tão nuclear quanto primitivo. “Gosto de dramaturgia e estou muito feliz em estar montando um texto brasileiro de uma autora contemporânea. O tema ‘mãe e filha’ é universal e atemporal. As relações afetivas simbióticas envolvem um tanto de afeto e outro tanto de conflito. ‘A menina escorrendo dos olhos da mãe’ trata de três gerações de mulheres em seus encontros e desencontros. Isso me chama para o teatro, me chama para o palco, me chama para atuar”, explica Guida Vianna. Na verdade, este “é um espetáculo de ator. Quero dizer, é um espetáculo sem pirotecnias, sem grandes distrações para a plateia. Temos duas ótimas atrizes, um ótimo texto e o espetáculo é todo construído em cima desses dois elementos. Tudo está a serviço dessas duas atrizes e de transmitir este texto. Esse é o tipo de teatro que eu mais gosto, focado no trabalho do ator, e esse é o meu grande prazer em dirigir este espetáculo, que tem me dado muitas alegrias durante o seu processo de criação”, resume o diretor, Leonardo Netto. Em tempo, vale destacar que a ação acontece num espaço como um corredor, com a plateia distribuída em dois lados opostos. O cenário de Ronald Teixeira traz o chão coberto por folhas secas, evocando uma suspensão no tempo. Entre cadeiras de madeira de diferentes épocas, as atrizes interagem com uma cadeira de bebê que fará as vezes de um bar. No alto, sobre elenco e plateia, há molduras aéreas de janelas. Os figurinos, também de Ronald Teixeira, acompanham os tons terrosos do cenário. A luz é de Paulo Cesar Medeiros, a direção de movimento de Marcia Rubin e a trilha sonora também fica por conta de Leonardo Netto. Vamos ao teatro? A Menina Escorrendo dos Olhos da Mãe / CAIXA Cultura de Brasília / 13 e 14 (terça e quarta), às 17 e 20h; de 15 a 17 (quinta a sábado) , às 20h, e domingo, às 19h / R$ 30 e R$ 15 (meia) / Bilheteria do teatro e na Bilheteria Cultural / 75 min / 14 anos Fotos: Divulgação / Nil Canine

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O inverno vai pegar fogo com o Funn Festival

Marina Sena, Péricles, Belo, Pixote, Luísa Sonza e Carol Biazin grandes atrações estreiam o palco principal, nesta sexta-feira, dia 9, do festival que volta às suas origens, prometendo uma edição histórica em um novo bosque. Apresentado pela Caixa Econômica Federal, o Funn Festival promete uma edição renovada, mas fiel às suas raízes, porém em um novo bosque. O evento se consolida mais uma vez no calendário oficial de eventos nos meses de maio e junho e promete aquecer os brasilienses na temporada de frio que se aproxima. Spaten é a cerveja oficial do FF2025 e propõe experiências incríveis para o público. A marca contará com dois bares – um dentro da arena e outro no complexo – trazendo novidades exclusivas para os amantes de cerveja. Já o Guaraná Antarctica é o melhor amigo do urso Funnfarrão durante toda sua turnê. A adega será assinada pelo Vinhos do Mundo e quem deixará o bosque ainda mais perfumado é O Boticário – estreante no hall de marcas apoiadoras do evento. Quem não poderia ficar de fora e já faz parte do evento todos os anos é a marca brasiliense Giraffas – vai ter muito hambúrguer, sim! E se preparem para um start pra valer, pois o palco principal, dia 9 (sexta-feira), terá o grande Péricles, cuja voz emociona milhões de fãs e o solidifica como um dos maiores ícones do País: ao lado dele, o cantor conhecido por suas letras que falam diretamente ao coração: Belo – levará o público a uma viagem de sentimentos e memórias. A banda Pixote, especialista em pagode romântico, completa a ode aos eternos apaixonados. Já no dia seguinte, 10 de maio (sábado), o pop desembarca com força total. Luísa Sonza, uma das maiores estrelas da música brasileira, trará ao palco seu repertório recheado de sucessos. Em fevereiro, Luísa uniu forças com a cantora argentina Emilia para lançar a música ‘Bunda’. Os fãs aguardam ansiosamente pela performance da artista no palco do Funn Festival. Quem faz rasante nesse mesmo dia e promete chacoalhar a arena é a cantora Carol Biazin. Em agosto de 2024, Biazin lançou seu terceiro álbum de estúdio intitulado “No Escuro”, que explora temas relacionados aos “amores líquidos”. Encerrando o line-up do dia 10 dedicado ao pop, a atração confirmada é Marina Sena (foto de capa), que acaba de lançar seu terceiro disco solo “Coisas Naturais” com 13 faixas autorais. É com essa novidade que a cantora desembarca no festival – Brasília é a terceira cidade da sua nova turnê. Da cena brasiliense teremos: Umiranda, DJ com influências de afrobeats, hip hop, R&B, trap e brasilidades; Margaridas, artistas que representam a cena do rap e trap destacando-se como promessas para o futuro do gênero e DJ Ketlen, que integra a cena musical contribuindo com seu talento e presença de palco em eventos locais. Os ingressos já estão à venda e podem ser adquiridos pelo site www.funnfestival.com.br. Programação para toda a família no complexo Funn Family  No domingo, 11, o complexo Funn Family ganha uma programação para toda a família e ações em homenagem ao Dia das Mães. Como funcionará? Às 8h, os portões abrem; às 9h as crianças participam do café da manhã com princesas e herois acompanhados do mascote oficial do Funn Festival, o urso Funfarrão. No mesmo horário, a Bodytech estará com um aulão de funcional infantil. Além disso, crianças de 4 a 11 anos terão acesso à atividades como ginástica artística, cheerleader e parkour. “Para os adultos, a gente vai abrir sempre com uma aula do circuito mind, como: yoga e pilates. Esse tipo de atividade está muito em alta e trabalha, principalmente, a parte mental. Em seguida, haverá uma aula voltada para o gasto calórico, como o funcional. E, para encerrar sempre com muita animação, vamos fechar os domingos com aulas de dança e o sorteio de brindes“, explica o gerente da Bodytech, Carlos Botelho. Às 11h, é a vez do espetáculo teatral “Encanto” com direito a meet & greet. Às 13h, recreação e pintura de rosto; Às 15h, oficina de customização de estojo de maquiagem e oficina de malabarismo. O bosque ainda contará com roda gigante, voo de balão cativo, tiro ao alvo, brinquedoteca, circuito de infláveis, Labirinto da Aventura, circo e contação de histórias, piscina de bolinhas e muito mais. E entre árvores frondosas e a sombra acolhedora da praça de alimentação, os brasilienses são convidados a embarcar em uma verdadeira jornada de sabores. A Vila Gastronômica do Funn Festival reúne uma seleção diversificada de estabelecimentos que prometem agradar a todos os gostos e estilos. Para quem busca uma refeição prática e saborosa, o Giraffas oferece pratos brasileiros clássicos com aquele toque caseiro que conquista gerações. Já o Café e um Chêro é um convite ao aconchego com comidinhas feitas pela Dona Alba. Já os apaixonados por pratos clássicos franceses vão se encantar com o La Chaumière. Para os fãs de pão de queijo recheados e bem servidos, o Recheô é o destino certo.  Entre tantos sabores, não poderia faltar as carnes do Hellius BBQ, que é um prato cheio para os amantes do churrasco, enquanto a tradicional Pizzaria Dom Bosco mantém viva a paixão brasiliense pela pizza de muito queijo e molho de tomate artesanal. O clima descontraído continua com os pasteis crocantes e bem recheados da Pastelaria do Beto, os sorvetes do Happy Harry Gelato e as combinações refrescantes do Açaí Official, perfeitas para qualquer hora do dia. E para deixar o paladar doce com sobremesas únicas: Aguimar Ferreira Chocolateria. Ainda terá cachorro-quente, algodão doce, churros e pipoca. Mais do que um local para se alimentar, a praça é um ponto de encontro, de experiências e de memórias criadas à mesa. Programação oficial: 09/05 – Belo, Péricles e Pixote 10/05 – Marina Sena, Luísa Sonza e Carol Biazin Artistas locais: Umiranda, Margaridas e DJ Ketlen 16/05 – Seu Jorge, Marcelo D2 (O novo samba tradicional) e Blitz Artistas locais: Criolina e DJs Pezão & Barata 17/05 – Dos Rosa | Infantil 23/05 – Thiaguinho e Turma do Pagode 24/05 – Dos

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