Pérola em forma de livro by Pedro Lacerda

Na Galeria Risofloras, no coração da Ceilândia, acontece o ato final do lançamento do foto-livro-obra do fotógrafo que traduziu seus cliques em tese de pós-graduação e livro conceito.   “Babado forte” é uma locução interjetiva que expressa um tipo de surpresa ou ainda uma coisa extraordinária que você viu, viveu ou soube e, geralmente, quer muito contar para alguém. E nada descreve melhor como foi a Festa Pérola, que aconteceu na última sexta-feira (19), na Galeria Risofloras, na Ceilândia. O evento fez parte da programação de lançamento do foto-livro-obra homônimo de Pedro Lacerda. Com a discotecagem do próprio autor e dos DJs Gabi Buzzi, Conceitinho e Gu da Cei, esse foi o terceiro e último evento de lançamento do livro, que investiga os processos de produção artística tendo a fotografia como campo de pesquisa. A turnê de lançamento teve início na n’A Pilastra Escola Galeria (Guará II) e seguiu para o Pé Vermelho – Espaço Contemporâneo (Planaltina). Durante a festa, a distribuição da publicação foi gratuita e superlimitada aos presentes.  A Galeria Risofloras fica no Setor M EQNM 18/20 – Ceilândia. O projeto “Pérola” é realizado com patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). Pérola parte da atuação do autor como fotógrafo da cena noturna LGBTQIA+ de Brasília para refletir sobre procedimentos e metodologias de criação artística. Em diálogo com teóricos, artistas e relatos pessoais, o texto constrói uma trama de experiências que culminam em obras desenvolvidas em fotografia, vídeo e instalação. A publicação deriva da dissertação “pérola – poéticas em processos fotográficos”, desenvolvida por Lacerda no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade de Brasília (UnB), na linha de pesquisa Poéticas Transversais (2017–2019), sob orientação do Prof. Dr. Vicente Martinez Barrios, com bolsa CAPES. Sobre a Festa Pérola Pérola é uma festa retrofuturista de música pop, produzida por Daniel Spot, Gabriella Buzzi e Pedro Lacerda. O retrofuturismo é uma tendência que materializa influências de representações do futuro produzidas antes de 1990, caracterizando-se pela mistura de estilos retrô com tecnologia futurística. Pode ser compreendido tanto como “o futuro visto a partir do passado” quanto como “o passado visto a partir do futuro”. A jornada musical tem início com synthpop e eletropop, estilos clássicos ligados ao retrofuturismo, e se estende por summer eletrohits e dance music nostálgica, composta por clássicos das pistas do início ao final dos anos 2000. Criada em 2019, a festa conta com sete edições realizadas em diferentes espaços da cidade, como o Espaço Galleria, Infinu, Mimo Bar e o Mezanino da Torre de TV, entre outros. Dito tudo isso, eu recomendo fortemente que você siga os perfis mencionados aqui, sobretudo o da Gabi Buzzi e do Conceitinho que, na minha humilde opinião de notívago inveterado das décadas de 1980 a 2010, são donos de setlist e presença de palco incríveis. Inclusive, para quem estiver curioso como foi o evento (já que não trago fotos do mesmo por aqui), clique neste link! Arrisco a dizer que vai rolar o mix de sensações tipo “poxa, queria ter ido também”, “típica festa que devia ter explodido de gente” e “vou ficar ligado no @perola.haus” para não perder a próxima edição”.   Sobre o artista Pedro Lacerda (1992) é artista visual, fotógrafo e pesquisador. Doutorando em Artes Visuais – Processos e Procedimentos Artísticos pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da UNESP, é mestre em Arte Contemporânea pela UnB (2019). Possui graduações em Artes Visuais pela UnB (2016) e Comunicação Social pelo UniCEUB (2014). Há mais de dez anos participa de exposições, grupos de pesquisas e cursos livres nas áreas de artes visuais e fotografia, entre eles Fotografia Avançada na escola MADPhoto em Madrid/ES (2015). Entre 2018 e 2019 foi professor convidado no Espaço f/508 de Cultura em Brasília, recebeu menção honrosa pela participação na Bienal das Artes do SESC-DF e realizou sua primeira exposição individual. Em 2021 foi professor do Laboratório de Fotografia no espaço de arte A Pilastra (DF) e entre 2022 e 2024 foi artista representado pela Galeria Index (DF). Desde 2014 trabalha como fotógrafo e produtor na cena noturna de eventos LGBTQIA+ pelo coletivo de fotografia Shake it. Em sua pesquisa prático-teórica explora questões relacionadas à fotografia e ao campo da imagem, desenvolvendo trabalhos que discutem assuntos como identidade, tempo e espaço. Produz em fotografia, vídeo e instalação, articulando ideias em torno de espaço expositivo, suportes e mídias. De Brasília, vive e trabalha em São Paulo. Babado forte! Pérola, poéticas em processos fotográficos – Foto-livro-obra de Pedro Lacerda / Unidades limitadas podem ser comprada com @pdrlcrd Fotos: Divulgação

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Hoje é dia de Feira No Setor

Programação intensa marca edição especial do evento que tem como destaque a criação cultural feminina no Distrito Federal. Com uma edição guiada pelo tema “Universalidade Artística Feminina”, a Feira No Setor acontece nesta sexta-feira (19), na Quadra 1 do Setor Comercial Sul (SCS). O evento destaca mulheres que atuam na música, na cultura popular e nas práticas artísticas do quadradinho e tem sua abertura marcada para as 10h. Em seguida, a programação segue com discotecagem da DJ J4k3 e, ao longo do dia, apresentações de DJ Fraktal, Fulô do Cerrado, Coco de Quebrada, Sambadeiras de Roda e Kika Ribeiro, que encerrará a programação. De acordo com a organização da Feira No Setor, a escolha do tema dialoga com debates que ganham maior centralidade no país, especialmente no fortalecimento de políticas e ações de enfrentamento à violência contra a mulher. Valorizar produções culturais lideradas por mulheres, ampliar sua circulação e reconhecer seus espaços de atuação são movimentos que contribuem para tornar esse debate público mais amplo e presente no cotidiano das cidades. Para Tamara Gonçalves, Diretora de Projetos do Instituto No Setor, esta edição reafirma o papel da feira como um agente de mobilização no território: “A Feira No Setor sempre entendeu a cidade como um espaço vivo, que precisa ser ocupado para fazer sentido. Voltar com uma edição dedicada à criação feminina é reconhecer quem transforma esse cotidiano e mantém a cultura em movimento. Nosso objetivo é destacar que as mulheres ocupam um lugar central na cultura do DF e atuam diretamente na construção desse cenário.” Criada em 2018, a Feira No Setor surgiu no Setor Comercial Sul (SCS) com o objetivo de ativar o centro de Brasília por meio de iniciativas culturais e circulação de pessoas. Em 2021, passou a realizar suas edições na Galeria dos Estados, ampliando sua visibilidade e frequência. Agora, retorna ao SCS, na Quadra 1, reafirmando o território como espaço de encontro, cultura e uso coletivo do espaço urbano. Desde então, tornou-se referência na ocupação qualificada do centro da cidade e no fortalecimento do comércio ligado à cultura no DF. Se liga na programação completa para não perder nada: 10h – Abertura e fala institucional (MEMP) – DJ J4k3 12h – DJ Fraktal 14h – Fulô do Cerrado (foto acima) 15h30 – DJ Fraktal 17h30 – Coco de Quebrada 19h – Sambadeiras de Roda 20h30 – Kika Ribeiro 22h – Encerramento Festejando o “girl power” local! Feira No Setor – Edição “Universalidade Artística Feminina” / Em frente ao Bar Espelunca – SCS, Qd 1, Brasília, DF / 19 de dezembro, das 10h às 22h / Grátis – é só chegar / Siga @feiranosetor   Fotos: Divulgação

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Sabores e Saberes: Comida de Terreiro

Fundação Palmares Lança o I Prêmio para celebrar a gastronomia de terreiro com participação de 45 terreiros e comunidades de matriz africana de todo o Brasil. A Fundação Cultural Palmares, vinculada ao Ministério da Cultura, em parceria com o Ministério da Igualdade Racial, realiza no dia 17 de dezembro, na Casa Niemeyer, no ParkWay, em Brasília, o I Prêmio “Sabores e Saberes: Comida de Terreiro”. Um evento inédito que tem como objetivo dar visibilidade e fortalecer a gastronomia de terreiro, promovendo o reconhecimento das práticas culinárias afro-brasileiras e suas profundas raízes culturais e espirituais. O evento celebra a riqueza da culinária afro-brasileira, com a participação de 45 terreiros de comunidades tradicionais de matriz africana oriundas de todas as regiões do Brasil. As entidades foram selecionadas por meio de um edital público executado pela Fundação Palmares, em parceria com o Ministério da Igualdade Racial (MIR) e além do prêmio de 13 mil reais para cada uma, as comunidades, também, receberam kits de cozinha industrial contendo nove itens, tais como: freezer, fogão, bancada de inox, processador, exaustor, e forno micro-ondas, entre outros. Equipamentos que facilitarão o trabalho das lideranças religiosas das comunidades na confecção dos alimentos. “Esses kits são uma ferramenta valiosa para a continuidade do trabalho dessas comunidades, permitindo que a culinária de terreiro seja praticada de maneira mais eficiente e moderna, sem perder suas raízes culturais”, afirma Cida Santos, coordenadora de projetos da Fundação Palmares. Além do reconhecimento, o prêmio promove, ainda, a geração de empregos e renda, fortalecendo a economia criativa e valorizando a gastronomia afro-brasileira. “O prêmio não é apenas uma celebração culinária, mas também uma maneira de documentar e divulgar as histórias e receitas dessas comunidades, dando visibilidade nacional e internacional a essa rica tradição”, complementa Cida. A gastronomia de terreiro, mais do que uma prática culinária, é um elemento cultural e de resistência religiosa. “Cada prato tem um significado profundo e uma conexão com os orixás, sendo considerada uma refeição tanto para o corpo quanto para a alma”, explica João Jorge Rodrigues, Presidente da Fundação Cultural Palmares, que faz questão de destacar que o prêmio reflete o compromisso da Fundação com a preservação e a valorização do patrimônio cultural afro-brasileiro. Para Fernanda Thomaz, diretora do Departamento de Proteção ao Patrimônio Afro-brasileiro da Fundação Cultural Palmares, esse prêmio reflete a importância que a Fundação tem com as políticas públicas voltadas para as comunidades de terreiro. “Ele reforça o quanto a Fundação está olhando para projetos futuros, abrindo um diálogo com as comunidades de terreiro e matriz africana, e colocando essa gastronomia no patamar que ela merece. Uma culinária, que representa uma herança e a resistência da cultura afro-brasileira”, explica Fernanda. A gastronomia de terreiro como patrimônio cultural O I Prêmio “Sabores e Saberes: Comida de Terreiro” se fundamenta em três eixos principais: a defesa do patrimônio cultural, a economia e a segurança alimentar. A culinária afro-brasileira é um dos maiores legados da cultura afro-brasileira e, com este prêmio, busca-se fortalecer ainda mais esse movimento, colocando-o em evidência. A diretora de Políticas Públicas para os Povos de Matriz Africana e Povos de Terreiro do Ministério da Igualdade Racial (MIR), Luzineide Miranda Borges, destaca a importância do prêmio como um ato de reconhecimento. “Como mulher oriunda desses territórios, vejo esse prêmio como uma forma de reconhecer a riqueza cultural, o trabalho cotidiano e a importância histórica dos povos de terreiro. Esses povos são responsáveis por preservar saberes ancestrais africanos no Brasil e, por meio dessa culinária, mantêm vivas práticas de cultivo, preparo e partilha de alimentos, que atravessam gerações e sustentam modos de vida diversos”, afirma Luzineide. Isabel Cristina Ribeiro Rosa, representante da Associação de Cultura e Tradições de Matriz Africana Ojinjé Ilê Alaketu Ijobá Bayó Àsé Nanã, de Navegantes (Santa Catarina), uma das entidades premiadas, se emociona ao falar desse reconhecimento e o quanto ele é importante. “Gosto de descrever a cozinha como o “coração da casa”, que alimenta toda uma comunidade e esse prêmio é a valorização da tradição ancestral dos povos de terreiro e de uma culinária que alimenta o sagrado e o profano”, diz Mãe Cristina, como é carinhosamente chamada em sua comunidade. O evento do dia 17 é aberto ao público e contará com a presença de convidados especiais, que poderão saborear as delícias preparadas por lideranças de terreiros vindos de todo o país, e também conhecer mais sobre a importância cultural e espiritual desta  gastronomia tão rica de sabores e significados. Sobre a Fundação Cultural Palmares A Fundação Cultural Palmares é uma fundação pública vinculada ao Ministério da Cultura, criada pela Lei nº 7.668, de 22 de agosto de 1988. É a primeira instituição da administração pública federal voltada especificamente à promoção, preservação e difusão da cultura afro-brasileira. Sua atuação abrange a proteção do patrimônio cultural de matriz africana, a certificação de comunidades quilombolas, o fomento a iniciativas culturais negras em todo o Brasil e a manutenção de acervos e centros de referência dedicados à memória e à história da população negra. Entidades Selecionadas Região Norte: Ile Ase Ayedun Casa de Culto Tradicional Yoruba – Manaus (AM) / Associação dos Filhos e Amigos do Ile Iya Omi Ase Ofa Kare (AFAIA) – Belém (PA) / Instituto Cultural Nagô Afro-Brasileiro (ICNAB) – Belém (PA) / Federação Espírita e Umbandista dos Cultos Afro-Brasileiros do Estado do Pará – Belém (PA) Região Nordeste: Ilé Axé Odé Layó – Assu (RN) / Associação dos Umbandistas de Bacabal – Bacabal (MA) / Associação Religiosa Centro Espírita Rainha do Mar – Parnamirim (RN) / Associação de Terreiros da Bahia – Salvador (BA) / Sociedade Beneficente Socioeducativa Recreativa e Religiosa Oba L’Okê – Lauro de Freitas (BA) / Terreiro Caboclo Quebra Barreiras e Cabocla Jurema – Juazeiro do Norte (CE) / Sociedade Ilê Asipa – Salvador (BA) / Associação dos Remanescentes dos Quilombolas da Comunidade de Barra II – Morro do Chapéu (BA) / Associação Cultural e Religiosa Yeyê Ipondá – Lauro de Freitas (BA) / Instituto Socioambiental Jucaral – São Luís (MA) Região Centro-Oeste: Centro Sócio Cultural de

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Renata Jambeiro se junta aos bons em show solidário

Com músicos de renome, a noite promete ser um marco de emoção e solidariedade, celebrando a vida e obra de Clara Nunes No próximo dia 22 de dezembro, o Clube do Choro de Brasília será palco de uma noite de celebração e solidariedade. A cantora Renata Jambeiro traz o show “Mestiça – Celebrando Clara Nunes”, no âmbito da 16ª edição do Jambeiro Solidário. Além de Renata Jambeiro, o evento contará com a participação de artistas como Marcelo Café, Paula Vidal, Nilson Lima, Dhi Ribeiro, Batukenjé, Layla Jorge, André 14 Voltas, Rapha Gomes, Pedro Vasconcellos, Daniel Rodrigues, Amanda Costa, Rodrigo D’Bessem e Dedé Batera, entre outros. O Jambeiro Solidário, idealizado por Renata desde 2010, tem como propósito promover o desenvolvimento e a valorização de comunidades vulneráveis por meio da arte e da educação. Desde 2021, o projeto é realizado pelo Instituto Caminhos Abertos e pela Ritmiza Produções, com o apoio de diversas parcerias alinhadas aos seus valores. O evento também arrecadará donativos para entidades carentes do Distrito Federal, com parcerias com a Creche Clara Nunes e o Instituto Clara Nunes, em Caetanópolis-MG. Quer ir? Renata Jambeiro em Mestiça- Celebrando Clara Nunes + Jambeiro Solidária Dia 22 de dezembro, 20h, no Clube do Choro de Brasília (Eixo Monumental, próximo ao Planetário e Centro de Convenções). Ingressos nesse link da Bilheteria Digital Classificação Indicativa: maiores de 16 anos. Imagens: Divulgação

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Arte sob as estrelas com Paulinho da Viola

Brasília Museu Aberto encerra 2025 com noite histórica ao som de Paulinho da Viola e a cúpula do Museu da República transformada em arte viva. Brasília viveu na última terça-feira 909), uma daquelas noites que imediatamente entram para a memória afetiva da cidade. Cerca de 2.500 pessoas se reuniram no Museu da República para assistir ao show “Quando o Samba Chama”, de Paulinho da Viola, atração principal da segunda edição do Brasília Museu Aberto – Edição Brasilidades. E, como já é a marca registrada do projeto, a música encontrou a arte de forma grandiosa: a cúpula do museu virou tela, palco e poema visual, iluminada por projeções mapeadas que celebraram o modernismo, a fotografia, a poesia e a produção contemporânea da capital.   A apresentação de Paulinho — serena, elegante e cheia de afeto — trouxe clássicos que atravessam gerações, como Foi um Rio que Passou em Minha Vida, Argumento, Onde a Dor Não Tem Razão e Pecado Capital. Foi o tipo de encontro raro, em que voz, história e repertório parecem conversar diretamente com o coração da cidade. O público acompanhou em silêncio, sorriso e canto, lembrando por que Paulinho é uma das figuras mais reverenciadas da música brasileira. Antes e depois do show, o DJ Edy embalou o clima da Esplanada com sets dançantes, enquanto as projeções transformavam Brasília em galeria a céu aberto. Entre os homenageados estavam nomes essenciais para o imaginário visual do país, como Orlando Brito, Wladimir Carvalho e a Coleção Brasília, além de artistas que hoje dão nova fisionomia à cena cultural brasiliense — Antonio Obá, Nicolas Behr, Zuleika de Souza, Clarice Gonçalves, Stuckert, Delei, entre outros. Uma costura que uniu tradição, experimentação e o orgulho de ver o patrimônio público pulsando vida. Idealizado por Danielle Athayde, o Brasília Museu Aberto tem como essência reinventar o uso dos espaços monumentais de Brasília, aproximando arte e comunidade de forma acessível e democrática. Desde 2020, o projeto vem ocupando prédios simbólicos da capital com projeções mapeadas, obras de grandes nomes como Siron Franco, Tarsila do Amaral e Burle Marx, além de artistas contemporâneos do DF. Nesta edição, novamente com apoio do Ministério da Cultura e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, o projeto reafirmou que cultura viva se faz assim: na rua, em diálogo com a cidade e sua gente. O fato é que, a noite com Paulinho cantando sob o céu da Esplanada e a cúpula convertida em arte viva encerrou 2025 com a poesia que Brasília merece — e com a certeza de que o Museu Aberto já ocupa um lugar definitivo no calendário afetivo e cultural do Distrito Federal. Confira quem passou por lá:   Fotos: Divulgação

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2025: o ano do grupo Benzadeus

O pagode brasiliense vive um momento histórico. O grupo Benzadeus venceu, na última terça-feira (9), o Prêmio Multishow 2025 na categoria Brasil, representando o Centro-Oeste em uma das premiações mais importantes da música nacional. A 32ª edição do evento aconteceu no Rio de Janeiro e consagrou o quinteto como um dos destaques da nova geração do gênero. Formado em 2020, o Benzadeus é composto por Magrão, Vini de Oliveira, Das Sortes, Neném e Pedigree. Em cinco anos de estrada, o grupo se tornou um dos principais nomes do pagode produzido na região, acumulando quatro álbuns, milhões de streams e elogios de grandes referências como Péricles e Thiaguinho. No Multishow, eles disputaram o troféu com artistas que representam outras regiões do país: Zudizilla (Sul), Bruna Black (Sudeste), Josyara (Nordeste) e Marília Tavares (Norte). Apadrinhados pelo Menos é Mais — que também foi premiado na noite — os integrantes do Benza comemoraram a conquista no palco e dedicaram o prêmio ao público da região que os acompanha desde o início. “Nós somos sobreviventes dos nossos sonhos. Vivemos a música, vivemos para a música. Agradecemos a todos os nossos fãs, familiares, a galera do Centro-Oeste que acredita na gente desde os primeiros passos. Ver nosso nome chamado ali foi emocionante, passou um filme na cabeça. Esse prêmio é de todos que caminham com o Benza”, disse Magrão, emocionado. A vitória chega em uma fase especialmente importante para o grupo. O Benzadeus acaba de lançar o primeiro single do DVD “Na Rota do Benza no Pelô”, que marca a maior produção da carreira até agora e a primeira gravação fora de Brasília. A faixa escolhida para abrir os trabalhos, “Modo Ioiô”, traz a força e a tradição do Olodum, reforçando a conexão do Benza com a musicalidade baiana. Gravado no Pelourinho, em Salvador, o projeto reuniu 10 mil pessoas e contou com participações de nomes como Pixote, J. Eskine, Mari Fernandes, Escandurras e Suel— um marco para o grupo e para a cena do pagode do Centro-Oeste.  Fotos: Reprodução Instagram

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Artes-Plásticas: 5 dicas para você sair #PERAMBULANDO

Brasília anda especialmente inspirada. Nos últimos dias, a cidade virou um mapa vivo de exposições, reencontros e descobertas visuais — programas certeiros para quem gosta de circular entre obras, narrativas e atmosferas que fazem pensar. Se você também curte perambular por aí, anote cinco paradas obrigatórias deste fim de ano. 1. Sergio Camargo no Teatro Nacional: a monumentalidade que volta a pulsar O foyer revitalizado do Teatro Nacional estreia em grande estilo ao receber É pau, é pedra…, uma reunião rara de 200 obras de Sergio Camargo (capa). São mármores, madeiras e relevos que brincam com luz e sombra, construindo uma espécie de silêncio escultural. Tudo com entrada gratuita — e com o bônus simbólico de estar vivendo a reabertura de um dos maiores ícones culturais da cidade. 2. Murundus: Trilhas do Desejo – A Pilastra Galeria-Escola Belo e Bizarro e Enthony Sousa criam uma travessia híbrida entre território e imaginação. O cerrado aparece ali como matéria viva: cupins, terra vermelha, memória indígena, ferrugem urbana, luminosidades que mudam a cada passo. A exposição instiga o visitante a caminhar devagar, como quem decifra as camadas de um sonho. 3. Olhares desde o Cerrado – Senado Federal No espaço Ivandro Cunha Lima, Malu Sig amplia a poética brasiliense com paisagens aguadas, ipês reinventados e atmosferas quase líquidas. Suas cores transitam entre a delicadeza e a intensidade, criando quadros que parecem suspender o tempo. É Brasília reinterpretada por alguém que escuta a cidade antes de pintá-la. 4. Brazulejos – Espaço Oscar Niemeyer Além da força visual das obras de Lígia de Medeiros, o mês traz conversas que valem a visita: nomes como Renata Azambuja e Gero Tavares mergulham em temas como curadoria, expografia e processos criativos. A entrada é gratuita, o espaço é acessível e ainda rolam pequenas surpresas — como distribuição de azulejos em datas especiais. 5. Mercedes Urquiza no Memorial do Iate Clube E essa é exclusiva para os sócios do Iate, uma oportunidade rara: fotografias históricas de Âke Borglund, registradas nos anos de construção da capital, dividem espaço com o novo livro de Mercedes Urquiza. É uma exposição íntima, feita de memórias que dialogam com a Brasília que existe e a Brasília que ficou nos bastidores. Curtiu? Então convide um amigo, chame alguém da família ou vá mesmo sozinho — só não vale perder a chance de terminar 2025 #PERAMBULANDO pelo universo das artes-plásticas no Distrito Federal. Fotos: Divulgação

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“O Iluminado” retorna às telas 45 anos depois

Clássico de Stanley Kubrick retornará aos cinemas entre os dias 11 e 17 de dezembro em comemoração ao seu legado. Os amantes do terror já podem anotar na agenda: a Warner Bros. Pictures trará O Iluminado de volta às telonas brasileiras após 45 anos do seu lançamento e os ingressos já estão sendo vendidos em esquema de pré-venda. Dirigido por Stanley Kubrick, o longa será reexibido entre os dias 11 e 17 de dezembro, disponível em sessões IMAX e regulares.   A história leva o público para o coração do inverno do Colorado, quando o isolamento de uma família em um hotel dá início a uma série de horrores que percorrem a linha entre o real e o sobrenatural. Estrelado por Jack Nicholson, Shelley Duvall e Danny Lloyd, O Iluminado adapta a obra homônima de Stephen King e se consolidou como um dos grandes clássicos do cinema.  Para mais informações sobre ingressos e sessões, consulte a programação da rede de cinema mais próxima e já aproveita para seguir o @wbpictures_br. Para aqueles que não aguentam esperar, a Coluna #PERAMBULANDO traz o trailer original desse grande clássico, clique aqui e boa diversão! Fotos: Divulgação

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Vai rolar o VIII Festival de Cinema de Trancoso

Com exibição de filmes de curta e longa-metragem de 18 estados brasileiros e  América Latina, festival acontece entre os dias 06 e 11 de  dezembro. Se você estiver viajando pelo litoral baiano e for amante de cinema, essa notícia é ideal para você. Afinal, a 8a edição do Festival de Cinema de Trancoso, que acontece entre 06 e 11 de dezembro, promete muitas emoções. A programação traz além dos filmes, oficinas de cinema, palestras, debates, lançamentos  de livros, apresentações indígenas, circuito gastronômico e personalidades homenageadas,  entre elas o diretor Jayme Monjardim, as atrizes Mariana Ximenes e Alice Carvalho; Allan  Santos, Nelson Freitas, entre outros   “É uma honra e um desafio capitanear a formação de público regional e a  consolidação de Trancoso como polo cultural, internacional, destacando o destino  não apenas por suas belezas naturais, mas também como referência que proporciona  um Festival de Cinema de alto nível artístico”, declara Flávia Barbalho, diretora do  festival  Os destaques são os documentários Brasília 65 Anos: do Sonho ao Concreto de Walther  Neto onde são homenageados os heróis anônimos, operários e servidores que construíram  a capital, e, Ary do diretor André Weller, sobre a vida e obra de Ary Barroso. Um misto de  cenas ficcionais dramatizadas, imagens de arquivo e narração em primeira pessoa  (realizada pelo ator Lima Duarte). O longa conta a intensa trajetória do compositor mineiro,  sua infância e os dias dourados e de glória no Rio de Janeiro. Na trilha sonora clássicos  como No Rancho Fundo, No Tabuleiro da Baiana, Aquarela do Brasil e Na Baixa do  Sapateiro.  Na programação o divertido Colegas 2 escrito e dirigido por Marcelo Galvão dá continuidade  à jornada emocionante e bem-humorada que cativou o público ao redor do mundo no filme  original de 2012. O road movie foi filmado no Rio Grande do Sul e Uruguai onde acompanha  um grupo de amigos que se esconde em um avião cargueiro, embarcando em uma viagem  repleta de aventuras e perigos rumo à Punta del Leste.  Fôlego-até depois do fim, documentário dirigido por Candé Salles onde a atriz Maria Carol  Rebello conta sua trágica experiência ao perder o tio, o ator e diretor Jorge Fernando, a avó  e atriz Hilda Rebello, ambos falecidos em 2019 e o irmão multiartista João Rebello  assassinado por engano em 2024. “O laço que nos une é de arte e espiritualidade”,  esclarece Maria Carol. Depoimentos marcantes de Xuxa, Ney Matogrosso, Cláudia Raia,  Marcelo D2, Tony Ramos, Guel Arraes, Silvio de Abreu, Patrícia Travassos, Mariana  Ximenes, entre outros.  O Avental Rosa de Jayme Monjardim conta a história de Alice (Cyria Coentro), uma mulher  que dedica sua vida ao voluntariado, abdicando de seu próprio tempo. Em um hospital de  luxo, onde ganha seu dinheiro, ela trabalha como acompanhante. Em hospitais com poucas  condições, trabalha como voluntária e dedica, sem ganhos, seu amor e compaixão.   Estranhos na Noite de Whalter Neto é uma homenagem à cidade de São Paulo, as  conexões humanas nas madrugadas da grande metrópole. São Paulo intensa, pulsante,  imprevisível e cheia de histórias que convidam para refletir. São três narrativas paralelas em  uma noite de sexta-feira. No elenco Mônica Carvalho, Oscar Magrini, Paulo Vilhena,  Ricardo Macchi, Ju Schalch, Oscar Pardini e Jorge Mesquita.   O Homem só dirigido por Cláudia Jouvin mostra a história de Arnaldo (Vladimir Brichta), um  homem que está infeliz no casamento e no trabalho. Para tentar resolver seus problemas,  ele procura uma clínica que promete copiar as pessoas para livrá-las da vida miserável que  levam. Com um clone ocupando seu lugar ele poderia começar uma vida nova, mas na hora  do radical procedimento surge a dúvida sobre se é isto que ele realmente deseja fazer.  Destaque para a personagem Josie interpretada por Mariana Ximenes com visual bem  diferente do que estamos acostumados e chama a atenção pela sua atuação.   MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL 2025  SELEÇÃO OFICIAL  Gênero Ficção  Amélia – de André Leão  Bijupirá – de Eduardo Boccaletti  Dependências – de Luisa Arraes  E assim aprendi a voar – de Antonio Fargoni  Eu não sei se vou ter que falar tudo de novo – de Vitória Fallavena e Thassilo Weber Ferrolho – de Alexandre Derlam  Menino do Guarda-chuva Vermelho – de Andyara Miranda  Meu Pequeno Sentinela – de Lucas Marques  Mundinho – de Lúcio Lima  O Céu Não Sabe Meu Nome – de Carol Aó  O Colecionador de Cheiro de Nucas Femininas – de Ana Clara Vidal de Negreiros & Natália  Damião  O Correspondente – de Bruno Barcelos e Thali Bartikoski  O fantasma de Deodato – de Maiara Líbano  O Leve Bailar das Borboletas – de Leandro Fasoli  Os Pedais de Pedro – de Vinícius di Castro  Poente – de Felipe Careli  Rapsódia em Azul – de Marina Barancelli  Gênero Experimental  Re-Éksodos – de Julia Horta Paiva  Terreno – de Penelope Corinaldesi  Gênero Documentário  AugA – A Origem – de Miguel Nagle  Benzô – de Letícia Andra  Canto de Acauã – de Jaya Pereira  Da aldeia à universidade – de Leandro de Alcântara eTúlio de Melo  Emerenciana – de Larissa Nepomuceno  Era uma vez… Em cordel – de Bruno Rafael Fragoso da Silva Kephas é Pedra – de Luiz Alberto Cassol  Mercado de História – de Alcinethe Maria Cavalcante Damasceno  O apagar das estrelas – Legados de Julio Lobo – de Diego Ruiz de Aquino e Jean Marcel  Camargo  O Empalhador – de Carlos Neto  Penna Prearo: Forasteiro Sonhador – de Laura Barile  Raízes de Trancoso – de Carol Kanashiro e Tomás Vianna  Silêncio na Boiada – de Luiza Fernandes  Gênero Animação  A Vila de Itueta – de Crianças da Escola Municipal de Santo Antônio / Projeto Animação /  Instituto Marlin Azul  Ária – de Arthur P. Motta  Benzedeiras – de Beatriz Lindenberg e Jamilda Bento  Hacker Leonilia – de Gustavo Fontele  Kigalinha – de Gabriel Justo e Felipe Santana  Nova Aurora – de Victor Jiménez  O Chapéu do Zezéu – de Alunos da Escola Municipal Monsenhor Walfredo Gurgel / Projeto  Animação – Instituto Marlin Azul  O Despertar de Aiyra – de Duda Rodrigues e Juliana Rogge  O Menino que

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Onde não há mar, nasce um movimento

Estreia do documentário “Uma Praia no Quadradinho” mostra como o Beach Tennis vem transformando o DF e marca uma noite especial dedicada à solidariedade. O Beach Tennis é daqueles esportes que chegam de mansinho, mas mudam a paisagem e a rotina de uma cidade inteira. Em Brasília, ele virou parte do cotidiano e já está presente em mais de 14 Regiões Administrativas, levando saúde, integração e uma energia comunitária que poucos esportes conseguem criar. Não por acaso, dez atletas brasilienses figuram entre os 300 melhores atletas profissionais do mundo. E em pleno Planalto Central, sem ondas e sem litoral, o DF encontrou sua própria praia e junto com ela, uma comunidade apaixonada que cresce a cada ano. Diante desse cenário vibrante, Brasília recebe o lançamento de “Uma Praia no Quadradinho – A História do Beach Beach Tennis no DF”, documentário inédito que conta a trajetória e o impacto do esporte no Distrito Federal. A estreia acontece no próximo domingo, dia 7 de dezembro, às 18h, em uma sessão especial no cinema do Casapark. Idealizado pelo Instituto Calango como um presente para a comunidade do Beach na capital federal, produzido e dirigido por Dan Rocha, o filme revela como a cidade se tornou um dos maiores polos da modalidade no Brasil, mesmo tão distante do mar. O evento tem um propósito ainda maior já que ele é totalmente beneficente, com 100% da renda revertida para os Programas 2026 do Instituto Calango, organização que encampa a iniciativa e usa o esporte como ferramenta de inclusão e transformação social. “Vale destacar que o Beach Tennis está em plena expansão na capital federal e já movimenta uma economia vibrante, se consolidando como um verdadeiro gerador de oportunidades”, pontua Dani Brito, Presidente do Instituto Calango. “Porém, existe uma demanda crescente por profissionais qualificados em diversas frentes, de instrutores e gestores a árbitros, de organizadores de eventos e operadores do ecossistema esportivo”, ressalta. Mas é fato que o potencial do esporte vai muito além da geração de renda. Ele transforma vidas, promovendo inclusão, ressignificando trajetórias, fortalecendo vínculos e melhorando a qualidade de vida de quem o pratica – independentemente da idade ou origem. “O Beach Tennis é um esporte apaixonante, acessível, fácil de aprender e que já conquistou Brasília, não só pela vibe, mas pelo que representa: saúde, pertencimento, empoderamento e oportunidade. E justamente por acreditarmos profundamente nesse poder transformador que seguimos impulsionando essa rede que cresce, acolhe e gera impacto de verdade”, explica Dani. Ainda sobre o lançamento do documentário, outro destaque da noite será a presença de grandes nomes do Beach Tennis brasileiro e que participarão de um talk show sobre a história e o futuro da modalidade. Entre eles estão Delano Choairy e Bruno Ferreira. E como nada é por acaso, vale lembrar que não deixa de ser simbólico que essa sessão especial aconteça na semana do Dia de Doar, movimento internacional dedicado a fortalecer a cultura de doação e inspirar gestos de generosidade. “É um lembrete de que esporte também é solidariedade, e que fazer o bem, quando é coletivo, reverbera ainda mais forte”, completa Brito. Mas atenção pois essa corrente do bem contará com apenas 200 lugares, com ingressos que podem ser adquiridos pelo Sympla a R$150, incluindo combo de pipoca. Empresas interessadas podem adquirir pacotes corporativos e cotas de patrocínio. Afinal, “Uma Praia no Quadradinho” é mais do que um filme: é um convite para celebrar uma trajetória e construir, juntos, um futuro ainda mais inclusivo e sustentável para o Beach Tennis no DF. Sinopse Brasília nunca teve mar, mas encontrou na areia do Beach Tennis um novo jeito de pulsar. O documentário “Uma Praia no Quadradinho – A História do Beach Beach Tennis no DF” revela como a capital federal, longe do litoral, se tornou um dos maiores pólos da modalidade no país, atraindo eventos internacionais, movimentando comunidades inteiras e transformando a rotina de quem vive o esporte no dia a dia. Dan Rocha, que assina a produção e a direção, cria uma narrativa que percorre os primeiros passos da modalidade no Distrito Federal; apresentando os pioneiros que acreditaram antes de todo mundo; as arenas que surgiram como pontos de encontro; e as histórias de alunos, atletas e profissionais que viram suas vidas mudarem dentro da quadra. Depoimentos reais mostram como o esporte gerou saúde, pertencimento, propósito e novas oportunidades, da iniciação esportiva à profissionalização. Com imagens marcantes e um olhar humano, o filme expõe como Brasília ressignificou a modalidade, criando sua própria cultura, seu próprio jeito de jogar e um movimento que hoje inspira outras cidades do país. Entre memória, paixão e comunidade, o documentário revela ainda que a força do Beach Tennis no DF vai além da técnica: é sobre vínculos, inclusão e a sensação coletiva de que, mesmo no coração do Brasil, é possível encontrar uma praia para chamar de nossa.   Esporte, cultura e solidariedade!  “Uma Praia no Quadradinho – A História do Beach Tennis do DF” / CasaPark – Brasília / 07 de dezembro – 18h / Ingresso individual pelo Sympla: R$ 150 – Evento beneficente: renda integral para os Programas 2026 do Instituto Calango / Classificação indicativa livre / Acesse o site oficial e siga @institutocalango Fotos: Divulgação

Onde não há mar, nasce um movimento Read More »

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