Thiago Paraíso cria novo gelato para a Davvero

A gelateria mais premiada do Brasil celebra os 65 anos de Brasília com uma deliciosa e exclusiva homenagem ao Cerrado   Com 10 anos de história e consolidada como a gelateria mais premiada do Brasil, a Davvero chegou a Brasília em 2024, ampliando sua presença em uma das praças de maior crescimento da marca. Em comemoração aos 65 anos da capital federal, onde está presente com três unidades (Conjunto Nacional, 103 Sul e ParkShopping), a marca convidou o chef brasiliense Thiago Paraiso para desenvolver um sabor exclusivo em homenagem à cidade. O resultado é o “Encanto do Cerrado” — um gelato à base de vanilla, com camadas de doce de leite e crocantes de castanha baru, ingrediente típico do bioma local. “Fui convidado pela Davvero para criar um sabor com a cara da nossa cidade, e não poderia deixar de trazer o Cerrado representado pelo baru“, explica o chef Thiago Paraiso. Para a marca, a Davvero não poderia ter feito uma parceria melhor do que essa com o chef Thiago, responsável por lhes apresentar os sabores locais. “Brasília é um mercado estratégico e de grande importância para a Davvero. Como forma de celebração, criamos este projeto para homenagear a cidade e fortalecer ainda mais nossa conexão com o público local”, explicam em uma só voz Débora Ferrari e Suelen Ferrari, sócias-fundadoras da Davvero. Em tempo, esse novo sabor está disponível em todas as unidades da Davvero por tempo limitado. Este colunista já provou e afirma, você precisa sair #PERAMBULANDO o quanto antes para provar essa delícia que tem gostinho de quero mais! Quem quer se encantar, ainda mais, pelo Cerrado? Davvero Brasília  / Conjunto Nacional, ParkShopping e CLS 103 / Siga @davverogelato

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Primavia inaugura concessionária OMODA & JAECOO

Com evento para convidados, evento tem como destaque os SUVs Omoda E5 elétrico (EV) e o Jaecoo 7 SHS    O Grupo Primavia inaugurou a sua mais nova concessionária: OMODA & JAECOO. A revendedora exclusiva no Distrito Federal foi apresentada para convidados simultaneamente ao lançamento nacional das marcas do Grupo Chery.  Localizada próxima ao Aeroporto Internacional Juscelino Kubistchek e oferecendo experiência em produtos e serviços, com uma estrutura de primeira linha para Brasília –  DNA do Grupo Primavia -, a concessionária oferece modelos da marca que se destacam globalmente por combinar design inovador, tecnologia avançada e desempenho. O presidente do Grupo Primavia, José Carlos Dourado, afirma que as condições ofertadas na capital para o setor de veículos elétricos, produzem um cenário otimista para vendas. Segundo ele, a infraestrutura e as condições do Distrito Federal para esses automóveis motivou o Grupo a apostar ainda mais na região. “A isenção do IPVA colabora para Brasília ser a capital dos veículos eletrificados. É um investimento que traz retorno de médio e longo prazo. Mas, com a infraestrutura que Brasília possui, tantos pontos de recarga em órgãos públicos e a facilidade dentro de novos bairros já nascerem com potencial de eletrificação, a gente acredita que esse conjunto faz com que Brasília se destaque nesse cenário nacional”, observou o CEO. O GDF incentiva o uso de veículos elétricos e híbridos, oferecendo isenção de IPVA para os proprietários desses automóveis, além de já disponibilizar 130 pontos de recarga (eletropostos) em pontos estratégicos da capital. O governo também firmou acordo com a Neoenergia para a instalação de um posto de abastecimento de Hidrogênio Verde em Brasília, ampliando as opções de soluções sustentáveis. “Nos últimos tempos, o DF tem se mostrado um terreno fértil para esses avanços, com incentivos à eletrificação, com mais de 130 eletropostos em funcionamento e políticas públicas voltadas à mobilidade elétrica. Temos muito orgulho em poder contribuir para esse movimento e estamos prontos para oferecer soluções que acompanham as transformações do setor automotivo”, conclui José Carlos Dourado. Os primeiros dois modelos que chegaram ao Brasil são o Omoda E5 elétrico (EV) e o Jaecoo 7 SHS. Como desempenho mundial, a companhia apresenta um dos crescimentos mais robustos, com vendas de 28.556 unidades em março de 2025 e acumulado de mais de 490 mil unidades, sendo cerca de 250 mil só no ano passado. O objetivo é comercializar 1,4 milhão de veículos em mercados externos à China, até 2030. Na Europa, os carros já são sucesso em países como Reino Unido, Espanha, Polônia e Itália. A companhia também está presente na Turquia, Rússia, Austrália, África do Sul, Indonésia, Malásia, Kuwait, México e Qatar. E agora, chegou a hora de desbravar a América do Sul. “A chegada da OMODA & JAECOO marca uma nova era da companhia globalmente. O Brasil é um dos nossos principais destinos do território Latino-Americano. Com o lançamento de dois modelos tecnologicamente avançados, iniciamos, assim, a evolução da revolução no segmento de veículos movidos a nova energia. Aqui, buscamos transformar a experiência dos consumidores brasileiros para uma nova era tecnológica, com sustentabilidade, segurança máxima e conforto”, declara Shawn Xu, vice-presidente executivo da OMODA & JAECOO. O Brasil é o 43º mercado da companhia, que estreia por aqui com dois modelos: Omoda E5 elétrico (EV) e Jaecoo 7 SHS. Ambos já estão à venda em 50 lojas personalizadas sob a bandeira da marca, localizadas em 17 estados. A OMODA & JAECOO não vai parar por aí: a empresa já planeja a vinda de outros modelos para o país e, em breve, terá uma fábrica no Brasil. Enquanto isso, confira algumas pessoas que passaram pela evento de inauguração: Fotos: Divulgação

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É neste finde: Música Urbana II

Para comemorar o aniversário de 65 anos de Brasília, Capital Inicial apresenta segunda edição do festival Música Urbana, evento que também contará com shows de Os Paralamas do Sucesso e Samuel Rosa   Após o sucesso do show de aniversário de Brasília em 2024, que contou com a recriação do evento que parou o berço do rock brasiliense em 1984, a banda Capital Inicial se prepara para a segunda edição do Música Urbana. Os artistas – que estarão em turnê comemorativa ‘Acústico 25 Anos’ – farão uma pausa para realizar esse show que celebrará os 65 anos da capital federal. No dia 26 de abril, a Arena BRB Nilson Nelson recebe a banda, além de Samuel Rosa e Os Paralamas do Sucesso. Produzido pela Bonus Track e Oh! Artes, os ingressos para o festival estão disponíveis a partir de R$ 90 no site da Eventim. Em 1984, o Música Urbana teve ingressos esgotados unindo Capital Inicial, Legião Urbana e Plebe Rude, no teatro do Colégio Alvorada, em Brasília. “O Música Urbana é o festival autoral do Capital que a gente tem muito prazer em realizar na cidade que nos acolheu e onde tudo começou – Brasília! A segunda edição vai ser ainda melhor que a primeira. E olha que a primeira foi demais. Não percam!”, afirma Dinho. O show marcou tanto a história do rock nacional, que dois anos depois, a música que deu o nome a esse encontro, seria o primeiro single do Capital Inicial, ficando entre as músicas mais tocadas das rádios brasileiras. Música Urbana Música Urbana é uma composição escrita por Renato Russo com participação dos irmãos Fê e Flávio Lemos e André Pretorius. A letra surgiu nos ensaios da banda Aborto Elétrico e conta sobre um fim de noite entre os amigos da ‘’Turma da Colina’’, que tentavam voltar para casa caminhando pelas ruas de Brasília. Saiba mais sobre Música Urbana. A Turma da Colina foi um movimento de bandas formado por um grupo de adolescentes em Brasília, responsáveis pelo surgimento de grandes nomes do rock brasileiro como Capital Inicial, Plebe Rude, Os Paralamas do Sucesso e Legião Urbana.   Quem vai? Música Urbana – Capital Inicial, Os Paralamas do Sucesso e Samuel Rosa / 26 de abril (sábado) –  19h / Arena BRB Nilson Nelson /  Ingressos a partir de R$ 90 – Eventim   Foto de divulgação

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Brasil Sabor: ainda dá tempo de se inscrever

Brasil Sabor chega à sua 19ª edição, celebrando a diversidade e os sabores da nossa cozinha — e as inscrições estão abertas até 25 de abril! Promovido pela Abrasel, o Brasil Sabor acontece entre os dias 15 de maio e 1º de junho, reunindo restaurantes de todo o Brasil em uma grande vitrine de sabores. É a chance perfeita para atrair novos clientes, movimentar o salão (e o delivery!) e ainda testar aquele prato especial que você sempre quis lançar. Inclusive, no Distrito Federal, podem participar tanto associados quanto não associados, e a inscrição é feita até essa sexta-feira (25) diretamente com a Abrasel pelos números: (61) 99994-9744 ou 99323-0139 A dinâmica do festival é bem simples: cada restaurante cria um prato exclusivo, inspirado na culinária local, e oferece durante o festival com preços promocionais — R$ 39, R$ 59, R$ 79 ou R$ 99 — no salão, para viagem ou por delivery. Além da visibilidade nacional, os participantes ganham a oportunidade de fortalecer sua identidade gastronômica e inovar no cardápio. “O Brasil Sabor é uma oportunidade para testar novos sabores, impulsionar os negócios e se conectar com o público”, resume a presidente do Conselho da Abrasel, Rosane Carvalho. Então, se você é da área, não perca a chance de fazer parte desse movimento saboroso que já conquistou mais de 700 restaurantes em 18 estados! E para você que é gourmand de plantão, fique ligado aqui na Coluna #PERAMBULANDO para saber as “cenas dos próximos” capítulos do Brasil Sabor 2025 e não deixe de seguir @festivalbrasilsabor.

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Casa de Chá, a força da gastronomia na Praça dos Três Poderes

Reaberta no coração de Brasília, a construção de Niemeyer vira café-escola do Senac-DF, misturando sabores brasileiros que já conquistou locais e turistas   Brasília completa 65 anos este mês e eu te pergunto: onde você gostaria de comemorar o aniversário da capital federal? De tanto perambular para lá e para cá, a Casa de Chá da Praça dos Três Poderes – onde funciona o Café Escola do Senac-DF – certamente é um dos melhores spots para festejar a data. E não sou eu quem confirma a sugestão, e sim os mais de 100 mil visitantes que o lugar recebeu desde a sua reabertura, em 26 de junho de 2024. A impressionante marca confirma que um dos pontos mais emblemáticos de Brasília estava mesmo precisando desse projeto, que une gastronomia, cultura e educação. Inclusive, vale destacar que o cardápio da Casa de Chá foi elaborado pelo renomado chef brasiliense Gil Guimarães, que introduziu o conceito de representatividade brasileira em cada prato. Incorporando elementos dos diversos biomas do Brasil, o cardápio reflete a rica diversidade do país. Além disso, os nomes de pratos e bebidas prestam homenagem à cultura, geografia e personalidades marcantes de Brasília. Ah! E tem vinhos e cervejas Made in Bsb para deixar tudo ainda mais gostoso. A partir desse norte, o local passou a funcionar como um verdadeiro laboratório prático de ensino, onde alunos do Senac colocam em ação os conhecimentos adquiridos em sala de aula, atuando no preparo dos pratos e no atendimento ao público. A proposta vai além da formação profissional, transformando a experiência gastronômica em uma vivência cultural e educativa. E quem ganha com isso é o visitante, seja ele local ou turista, pois na Casa de Chá é possível desfrutar desde o café da manhã, passando pelo almoço, brunch, chá da tarde, até o happy hour — já que seu horário de funcionamento é de quarta a domingo, das 10h às 19h30. Este colunista mesmo teve uma ótima experiência almoçando por lá. Quer saber como foi? Clique aqui e assista ao vídeo dessa visita. Nele, tem até imagens do Menu de Páscoa que já está “em cartaz” por lá — mas por “curta temporada”. De acordo com o diretor regional do Senac-DF, Vitor Corrêa, o sucesso imediato que se traduz no número expressivo de visitantes é um reflexo direto do impacto positivo do projeto. “A Casa de Chá é um ambiente de aprendizado, excelência e troca de experiências. Ver mais de 100 mil pessoas passando pelo café-escola é a prova do impacto positivo que geramos na comunidade e na formação de profissionais da gastronomia”, afirma. Arquitetura, design e modernismo Projetada por Oscar Niemeyer entre 1965 e 1966, a Casa de Chá foi pensada como um espaço de convivência na monumental Praça dos Três Poderes. Semienterrada, com janelas que oferecem visão livre do horizonte, a construção é tombada pelo Iphan e representa um marco do modernismo brasileiro. A marca visual do espaço foi desenvolvida a partir da própria caligrafia de Niemeyer, e o mobiliário, criado por designers de Brasília em parceria com a Adepro-DF, completa a ambientação com peças autorais e modernas — incluindo poltronas originais de Jean Gillon, cedidas pela Aquiles Gallery. Inclusive, para quem se apaixonar pelo décor, tem um catálogo para você comprar as peças que mais lhe chamarem a atenção e deixar sua casa com a cara de Brasília.   Vai um pouco de história e gastronomia? Casa de Chá / Praça dos Três Poderes, Brasília – DF / Café-escola: quarta a domingo — 10h30 às 19h30 / Visitação: todos os dias — mesmo horário / Siga @casadechasenacdf Fotos: Divulgação

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Ópera Pepito de Offenbach na Martins Pena

Montagem é a primeira do gênero a entrar em cartaz no Teatro Nacional depois de sua reabertura e será será encenada nos dias 11, 12 e 13 de abril, cantada em português Brasília celebra em grande estilo o mês de abril, quando a cidade completa 65 anos, com uma montagem inédita da opereta Pepito, do compositor francês Jacques Offenbach (1819-1880). Esta obra rara, nunca apresentada na capital e sem registros de exibição no Brasil, marca a estreia de uma nova temporada na Sala Martins Pena do Teatro Nacional, sendo a primeira ópera apresentada no local após sua reabertura no final do ano passado. Conhecido principalmente pela incompleta Os Contos de Hoffman e pela famosa “ária da boneca”, Offenbach era, na verdade, um apaixonado compositor de operetas, tendo escrito mais de 100 obras desse gênero em um período de menos de 20 anos. Pepito é uma das suas primeiras produções, e para resgatar essa obra e sua importância como precursora do teatro musical moderno, a diretora de cena Hyandra Ello e o maestro e diretor musical Rafael de Abreu Ribeiro comandam um elenco de três cantores e uma pequena orquestra de cinco músicos. A adaptação de Pepito para o cenário brasileiro é uma criação da diretora artística Hyandra Ello, que escolheu ambientar a história em um esquecido vilarejo nordestino na década de 1970, época de auge do gênero musical Brega, singularmente brasileiro. A tradução e adaptação do texto foram feitas por Janette Dornellas, e o enredo traz a história de Vertigo, um senhor dono de uma pousada (interpretado pelo baixo Hugo Lemos), que tenta conquistar Manuelita, dona de outra pousada vizinha (interpretada pela soprano Isabel Quintela). No entanto, Manuelita aguarda o retorno de seu amado Pepito, que se alistou no exército. Eles têm a inesperada chegada de Miguel (interpretado pelo tenor Roger Vieira), um jovem que é do vilarejo e estava morando na capital. Ao longo da trama, repleta de reencontros, decepções e surpresas, a estética do Brega brasileiro é incorporada, conferindo um tom divertido e emocional ao espetáculo. Além disso, vale destacar que a ópera Pepito será cantada em português, oferecendo uma imersão ainda mais acessível e intimista para o público brasileiro. O maestro Rafael de Abreu Ribeiro comenta sobre a proposta: “A ideia deste projeto é criar um espetáculo móvel, que possa ser montado rapidamente em uma variedade de espaços diferentes, como pequenos auditórios ou até pátios de escola. Optamos por uma mini-orquestra de cinco músicos para manter a sonoridade original com um número reduzido de instrumentistas. Isso resulta em um espetáculo ágil e intimista, com uma interação única entre os cantores e a orquestra, que farão parte da cena, caracterizados como moradores do vilarejo.” Hyandra Ello, por sua vez, enfatiza a importância do exercício de se conectar com o momento e os personagens: “O grande exercício na Opereta Pepito é viver o agora com os três personagens. De forma leve e descontraída, propus uma direção que visa a diversão, a aceitação do caos e o compromisso de criar uma obra colorida e cheia de vivacidade. O amor entre os personagens é brega, e essa é a nossa maior inspiração para trazer a alegria dessa história ao público. Queremos que as pessoas se divirtam e, ao mesmo tempo, parem para refletir sobre a vida em um ritmo acelerado, com a música envolvente de Offenbach.”   Vamos à ópera? Pepito de Jacques Offenbach / Sala Martins Pena do Teatro Nacional Claudio Santoro / 11 a 13 de abril – 19h / R$ 20,00 (inteira) / Mais informações e ingressos antecipados / Livre / 50 minutos   Fotos: Divulgação

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Prêmio Jorge Laffond reconhece trabalhos humanos e sociais

Noite memorável marca a entrega dos trofeus para quem faz diferença em prol do publico LGBTQIAPN+ Aproveitando que hoje, 10 de abril é uma quinta-feira, a Coluna #PERAMBULANDO quer fazer uma matéria estilo #tbt, para enaltecer o Prêmio Jorge Laffond, uma iniciativa do coletivo Distrito Drag, que visa reconhecer e homenagear personalidades, grupos e projetos que se destacam na promoção da cultura e dos direitos da comunidade LGBTQIA+. O prêmio leva o nome de Jorge Lafond, artista brasileiro conhecido por sua contribuição à arte transformista e por seu papel como a icônica personagem Vera Verão. A primeira edição do prêmio ocorreu em 2019, durante o lançamento do “Calendário Drag 2020″, um projeto do Distrito Drag que aborda temas sociais por meio da arte drag. Desde então, o evento tem sido realizado anualmente, ampliando seu alcance e reconhecimento. Ao longo de suas edições, o Prêmio Jorge Laffond tem celebrado diversas personalidades e iniciativas como Maria Gadú, Erika Hilton, Bianca Dellafancy, Marcinha do Corintho, Keila Simpson, Ivan Baron, Symmy Larrat, Margareth Menezes, Diego Martins e Amaury Lorenzo. Na 4ª edição, realizada em março de 2024, por exemplo, o ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, foi um dos homenageados na categoria Políticas Públicas. Já nesta 5ª edição, foram reconhecidos nomes como as cantoras Liniker e Leci Brandão, o escritor Raphael Montes e o advogado, o ativista Renan Quinalha e o editor-chefe do site, Fernando Lackman por sua atuação de destaque no setor da moda e beleza brasiliense. O prêmio não apenas celebra conquistas individuais, mas também reforça a importância da luta pelos direitos LGBTQIA+ e a valorização da cultura e da arte dentro dessa comunidade. Além das premiações, o evento inclui performances artísticas e apresentações que destacam a diversidade e a criatividade da cultura LGBTQIA+. O Distrito Drag, responsável pela organização do prêmio, é um coletivo criado em 2017 com o objetivo de produzir e difundir a cultura LGBTQIA+ por meio da arte transformista, promovendo a auto-organização e formação de artistas, além de preservar a memória e história da comunidade. Registrar a memória LGBBTQIA+ por meio do reconhecimento a quem contribui diretamente para a cultura, política e outras áreas é o que motiva a produção do prêmio. “Para nós, o Prêmio Jorge Laffond é uma forma não somente de agradecer aos premiados por seus incríveis trabalhos prestados, como também de incentivar que mais artistas, ativistas e entidades se empenhem em lutar por causas relevantes”, definiu Victor Baliane, responsável pela direção artística do prêmio. Vale destacar ainda que nesta edição, a premiação segue com a missão de potencializar a luta e as conquistas da população LGBTQIA+, expressa em vertentes artísticas, políticas e de visibilidade. “Jorge Laffond foi um dos nossos que contribuiu muito com sua força artística e de resistência. Inspirados por ele, queremos ver mais e mais pessoas LGBTQIA+ e aliadas com suas trajetórias reconhecidas e celebradas”, destacou Ruth Venceremos, uma das diretoras do Distrito Drag.   Veja a lista dos homenageados do Prêmio Jorge Laffond 2025: Arte transformista: Ginger Mc.Gaffney (DF) Cultura Ballroom: Ursula (DF) Narrativas dissidentes: Renan Quinalha (SP) Cinema e Audiovisual: Raphael Montes (RJ) Artes Visuais: Rafael da Escóssia (DF) Comunicação: Daniel Adjuto (DF) Orgulho: Leci Brandão (RJ) História e Memória: Documentário: Um Salto Alto – A História da Arte Transformista do Distrito Federal Militância LGBTQIA+: Lucci Laporta (DF) Moda e Beleza: Fernando Lackman (DF) Música: Liniker (SP) Parlamentar aliado/a: Max Maciel (DF) Parlamentar LGBTQIA+: Daiana Santos (RS) Produção Cultural: Ava Scherdien (DF) Iniciativa Cultural: Bloco Baile da Piki (DF) Quem vê close não vê corre: Pagodão Delas (DF) Políticas Públicas: Governo do Estado do Ceará Drag revelação: GG Limona (DF) Faz a diferença: Luís Roberto Barroso (PB) Promoção e Defesa dos Direitos Humanos: Macaé Evaristo (MG) Consultoria em Diversidade e Inclusão: Ricardo Sales (SP) Fotos: Gilberto Evangelista 

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Papo de Capoeira tem ginga, história e inclusão

Terceira edição do evento une tradição e transformação social em dois dias de celebração da capoeira como símbolo de luta, arte e diversidade. Nos dias 11 e 12 de abril de 2025, o Salão Múltiplas Funções, localizado na Região Administrativa do Guará – DF, será palco da terceira edição do evento “Papo de Capoeira”. Com uma programação intensa, que inclui workshops, rodas de capoeira e apresentações artísticas, o evento visa destacar as múltiplas facetas dessa expressão cultural e reafirmar a importância da capoeira para a sociedade brasileira e mundial. Desde sua primeira edição, em 2021, o “Papo de Capoeira” se consolidou como um espaço de resistência e valorização da cultura afro-brasileira, promovendo o fortalecimento da identidade negra, a inclusão social e o enfrentamento do preconceito. Organizado em parceria com o Ministério da Igualdade Racial, o evento se propõe a democratizar o acesso à cultura, ao lazer e ao esporte, incentivando a participação de grupos historicamente marginalizados, como mulheres, negros, pessoas com deficiência (PCDs) e a comunidade LGBTQIA+. O reconhecimento da Roda de Capoeira como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO, em 2014, é um marco fundamental para o evento. A capoeira, que nasceu no Brasil no século XVII como símbolo de resistência no período escravista, continua sendo um dos maiores ícones da cultura nacional. A Roda de Capoeira é um espaço de aprendizado, cooperação e celebração da herança africana, sendo praticada atualmente em mais de 160 países. Esse reconhecimento reforça a capoeira não apenas como uma manifestação cultural, mas como um verdadeiro símbolo de luta e solidariedade. Com 150 vagas gratuitas para workshops, participação nas rodas e outras atividades, o evento visa não apenas promover o intercâmbio entre capoeiristas, mas também fortalecer a capoeira do Distrito Federal em âmbito nacional e internacional. Idealizado por Michelle Santos Lima, conhecida como mestre Michelinha nas rodas de capoeira, e pela produtora Karla Aragão, o evento aborda todos os aspectos relativos à capoeira, como a dança, a arte, a cultura e a luta. “O evento é inclusivo e está aberto a todos os públicos, desde crianças até idosos. Contaremos com a participação de palestrantes de Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, além da presença de capoeiristas e amantes dessa arte vindos de todas as partes do Brasil”, afirma Michelle. A iniciativa também contribui para a formação cultural dos participantes e gera emprego e renda para educadores e trabalhadores autônomos ligados à cultura. Além das atividades programadas, o evento será aberto ao público, permitindo que todos possam vivenciar a riqueza da capoeira e suas contribuições para a sociedade. Com a inclusão como um de seus pilares, o “Papo de Capoeira” celebra a diversidade e a força da cultura negra, buscando sempre fortalecer as linguagens da dança, da música e das práticas corporais coletivas. O evento contará com interpretação em Libras e tem sua programação completa em @papodecapoeiraoficial   Paranauê Paraná! III Papo de Capoeira / Salão Múltiplas Funções – Guará / 11 da- 18h às 22h e 12 – 8h45 às 22h / 150 vagas gratuitas / Siga @papodecapoeiraoficial   Fotos: Divulgação

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“Ressignificar” para elevar o upcycling à moda de luxo

Nova coleção do Jeans do Bem aposta em design sofisticado, sustentabilidade e na força das histórias costuradas por mulheres do Instituto Levvo Na última semana, o projeto Jeans do Bem apresentou sua nova coleção batizada de Ressignificar, marcando um novo capítulo na trajetória da marca brasiliense que alia moda e impacto social. Atemporal, versátil e com uma identidade forte, o jeans surge agora reinterpretado em peças que combinam design sofisticado, conforto e uma estética urbana com raízes sustentáveis. A coleção assinada pela estilista Manuela Abdalla é feita para quem se expressa com autenticidade. Apostando em modelagens que valorizam diferentes estilos e corpos, Ressignificar traz cortes precisos, volumes estratégicos e lavagens que vão do clássico denim azul a tons desgastados e destroyed. Cada peça traduz movimento, liberdade e personalidade.   Mais que moda, a nova coleção é um manifesto de consciência. Desenvolvida com técnicas de upcycling e tecidos oriundos da economia circular, a linha reforça o compromisso ambiental da marca sem abrir mão da qualidade e da elegância. O uso de materiais reaproveitados e de tecidos certificados, como os da Better Cotton Initiative e do Algodão Brasileiro Responsável, evidencia a busca por um futuro mais sustentável — com estilo. Criado pelo Levvo Instituto, o Jeans do Bem nasceu como uma ação social voltada à reutilização de jeans e à destinação de recursos para projetos sociais. Agora, consolida-se como uma marca de moda com propósito, ingressando no mercado de luxo com uma proposta exclusiva e consciente. A nova identidade da marca mantém seu DNA sustentável enquanto eleva suas criações a um novo patamar estético. Cada peça é fruto de um trabalho artesanal feito por mulheres que participam do Instituto Levvo, protagonistas de uma jornada de aprendizado e transformação através da costura. Mais do que roupas, cada criação carrega uma história — o que torna quase impossível existir duas peças exatamente iguais. Inspirada nas linhas arquitetônicas de Brasília, nas curvas de Niemeyer e na sofisticação da mulher contemporânea, Ressignificar une forma e leveza em modelagens que dialogam com o minimalismo e o design refinado. A capital federal, com sua geometria marcante e espírito inovador, é a alma silenciosa que habita cada detalhe da coleção. Mais do que vestir, o Jeans do Bem convida à reflexão. Ressignificar é sobre enxergar valor no que já existe, sobre transformar resíduos em arte, e sobre vestir, com orgulho, histórias de resiliência, beleza e reinvenção.

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Vai começar o Comida di Buteco 2025!

O concurso gastronômico mais democrático do Brasil completa um quarto de século no país e uma década no Distrito Federal É com o tema “Paixão pelo buteco” que o Comida di Buteco celebra seus 25 anos de vivências que se entrelaçam com a cultura daquele bar raiz, ou seja, que não pertence a redes e nem franquias. Em Brasília, já são 10 anos de tradição. De 11 de abril a 4 de maio, o público da capital federal tem o desafio de percorrer a cidade para provar os quitutes inéditos criados pelos 38 estabelecimentos participantes.  O tema deste ano será os 25 anos do Concurso no país. E como já é de praxe, além da comissão de jurados, o público também deve votar com notas de 1 a 10. Os critérios são: atendimento, temperatura da bebida, higiene e petisco. O petisco leva 70% do peso da nota e as demais categorias 10% cada uma. O voto do público vale 50% do peso total e dos jurados 50%. A cada edição 20% da base de participantes é renovada, oxigenando o roteiro e mantendo a competitividade sempre animada.  O brasiliense poderá desfrutar dos pratos pelo custo de R$35. A primeira etapa é regional onde a votação é feita pelo público e jurados da própria cidade. Depois de eleitos os campeões de cada circuito, um outro corpo de jurados visita e avalia os campeões para que seja eleito então, o MELHOR BUTECO DO BRASIL. Em julho, numa festa realizada em São Paulo é revelado o buteco campeão. Confira a lista dos butecos participantes e petiscos abaixo e consulte site oficial do concurso para mais informações, e não deixe de seguir @_comidadibuteco. E como vocês já estão acostumados com um mimo-extra, o jornalista que escreve a Coluna #PERAMBULANDO fez um vídeo durante a visita que a imprensa fez semana passada em três botecos que participam do concurso. Quer saber quais foram, os petiscos, as impressões? Clique aqui e se deleite, mas fica o aviso, as imagens são fortíssimas, de dar água na boca! Taguatinga Adega da Cachaça Bahea Cozinha Baiana Confraria do Padim Destilaria Beer Federal Bar e Cozinha Quiosque do Cabeça Quiosque Tardezinha Seu Zé e Seu Mané Asa Norte Aflora Gastrobar Dom Carica’s BBQ Encontro a Mineira Bar e Mercearia GamBAR Inverso Bar Versos e Restaurante Ltda Na Seis Comida de Bar Zé Torresmo Asa Sul Embaixada do Piauí Na Venda Sudoeste Josefina – Cozinha que abraça   Sobradinho Bet Blinders Cozinha e Bar Churrasquinho do Dimi Pança Cheia Núcleo Bandeirante Avenida do Espetinho Bar e Restaurante Nordestino Esquema do Peixe Toca do Peixe Riacho Fundo Bem Amigos Águas Claras Boteco do Cantinho Boteco Véio Chico Espetinho do Bode Guará Ceará Carne de Sol Quiosque do Galego   Samambaia Mesquimar Cozinha e Bar Rota 20 Lago Norte Cuscuz Restaurante Trem Bão   Vicente Pires Constelação 5 Cozinha e Bar Tatá Kombinado Cozinha e Bar (Foto de capa)   Gama Quintal BDS – Cozinha e Bar Fotos: Divulgação

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