Happy hour no Noru Sushi

O premiado japa também possui entradas surpreendentes e drinks exclusivos para brindar com os amigos O Noru Sushi, restaurante japonês com pegada brasiliense, localizado no Noroeste, já virou o point perfeito para a happy hour. Drinks exclusivos combinados com o autêntico sabor da culinária japonesa em pratos quentes e frios (sobretudo para os dias de calor) são preparados com ingredientes selecionados e iguarias das mais requisitadas em todo o mundo. Assim, a casa garante a harmonização perfeita para a evolução do paladar dos seus clientes, enquanto diversão rola solta. Então, para começar, a Coluna #PERAMBULANDO destaca o Flat Iron Taco (R$ 79,81 – 5 unidades), mini tacos recheados com Beef Flat Iron selado, cebola roxa, maionese japonesa e sweet chilli. Eles são deliciosos e diferentes, já que muita gente sempre associa comida japonesa apenas aos pescados. Tem também o Trio Noru Pork Belly (R$ 44,81 – 6 un), com pancetas crocantes servidas sobre caramelo de missô, cebola roxa e shissô; e o Tataki Angus (R$ 64,81), fatias de angus selada com crispy Noru, cebolinha e ovas. Você vai se surpreender! Entre outras delícias estão o Yasaiten Tempurá (de legumes da estação e cogumelos, acompanhado com molho tentsuyu – R$ 49,81); a dupla de Niguiri de Angus (R$ 59,81); e o Ebi Fry (R$ 124,81 – 5 unidades), gigantes camarões empanados em farinha panko, acompanhados com molho tonkatsu. Um espetáculo! Para acompanhar estas delícias, a recomendação expressão são os drinks refrescantes, tradicionais e autorais que fazem parte da carta do Noru. Já aviso logo que ela é bem extensa. Assim, se for sua primeira vez por lá, não deixe de provar o mix que leva o nome da casa, Noru (R$ 37,81), com saquê, vinho branco, syrup toranja, suco limão e tônica pink lemonade; e o preferido deste colunista que figura na capa desta matéria, o Sakura (R$ 39,81) feito com Jack Fire, gin, suco limão, suco gengibre, pure yuzu e tonica ginger. Na onda dos saquês, tem também o Yakuza (R$ 42,81), saquê, lichia, Cointreau, calda de lichia, flor de sal e cereja; e a releitura do Moscow Mule, que ganhou ainda mais sabor no Moscow Izu (R$ 38,81), saquê, syrup de gengibre, suco de limão e espuma de wasabi. Entre as misturas com Gin, o Wabi Sabi (R$ 37,81), que leva gin rosa, syrup de amora, suco de cranberry, Cointreau e sumo de limão. Entre os coquetéis com gin e vodka japonesas premium. Experimente também o Ume Tônica (R$ 47,81), preparado com Roku Gin Japonês Premium, jerez com nori e umeboshi, Tônica e grapefruit. Já o Haku Haiboru (R$ 47,81) é de Roku Vodka Japonesa Premium, Vermouth Bianco com infusão de chá verde, suco de maçã e ginger ale. Os amigos da vez não ficam de fora e podem se divertir com preparos feitos sem álcool como o Naomi (R$ 23,81), syrup de maçã verde, suco de limão, limão siciliano, lâminas de gengibre e Tônica; e o Toran (R$ 20,81), suco de laranja, syrup de toranja, cereja e lâminas de laranja, entre outros. Pois bem, está aí o roteiro para uma experiência divertida, completa e surpreendente. Mas como já foi dito, você pode descobrir novos sentidos através da gastronomia japonesa lá no Noru! O happy hour da casa é de segunda a domingo, a partir das 18h. Para mais informações, veja o serviço abaixo. E para quem ainda não está convencido mais um mimo, o vídeo da minha última visita que está publicado no @perambulandocomogiba, com compartilhamento obrigatório para os seus melhores amigos! Happy Hour do Sol Nascente! Noru Sushi / CLNW 10/11, Bloco B – Lojas 2 e 3 – Cond. Stylo – Noroeste / segunda a quinta, das 18h às 23h30 – sexta, sábado, domingo e feriado, das 12h às 23h30 / Whats 61 99554 0336 / Siga @norusushi Fotos: Agência Extrema

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Brasil no prato

A Cozinharia é o mais novo restaurante da capital federal dedicado à missão de resgatar e valorizar a comida regional de norte a sul e de leste a oeste Imagine um restaurante onde nordestinos, sulistas, nortistas e o pessoal do Centro-Oeste do país podem pedir um prato com ingredientes e modo de preparo fidedignos, daqueles que despertam a memória afetiva graças ao gostinho de comida feita em casa. Localizada na 309 Norte, A Cozinharia – Cozinha Brasileira, que tem o Chef Carlos Boas no seu comando, chega abraçando o desafio de se tornar a primeira opção para quem aprecia o tradicional, mas também o inovador na hora do almoço e do jantar, apresentando um menu repleto de criações que irão transformar qualquer refeição em ocasiões para lá de especiais. A diversidade de insumos que Boas utiliza em suas criações revela um festival de ingredientes que, literalmente, é a cara das diferentes regiões brasileiras. A Cozinharia tem, sim, pratos tradicionais que são unanimidades, como a feijoada e as moquecas regionais, mas também inovações que surpreenderão muita gente. A promessa vai desde entradinhas como o Crudo de Robalo com Leite de Coco (R$ 38), passando por pratos principais como o Pato no Tucupi (com arroz negro, molho de tucupi e tuile salgada de castanhas-do-baru e do Brasil – R$ 88), até sobremesas como o Pudim (de mandioca, baunilha do cerrado e raspas de laranja-baía – R$ 24). Para quem ainda não está convencido, permita-se imaginar saboreando a sequência de pratos a seguir, começando pelo Camarão Crocante (com castanha-do-brasil e molho de queijo Canastra / 6 unidades – R$ 48), seguindo com o Bombom de Alcatra ao Molho de Pimenta Verde e Cachaça Ouro (acompanhado de arroz cremoso de queijo Canastra e crocante de macaxeira – R$ 68), finalizando essa viagem gastronômica com uma Torta de Chocolate com Sorbet de Cupuaçu (R$ 34). “Mas eu não como carne, sou vegano”… Calma! A Cozinharia tem diversas opções para os diferentes públicos, como a Salada Brasil (mix de folhas, manga, palmito de pupunha, queijo Canastra, picles de maxixe, pepino, tomate-cereja, azeitona roxa, castanha-de-caju e de baru – R$ 45) e o Nhoque de Banana-da-Terra (com molho de cogumelos e alho-poró – R$ 54). Por exemplo, a versão kids do Picadinho de Carne (com purê de abóbora, batata rústica, tomate confit e farofa crocante – R$ 32) mostra o quanto o cardápio da casa consegue ser diverso e democrático. Toda essa variedade, se estende às bebidas. A Cozinharia se orgulha de oferecer cachaças com DNA 100% nacional como a Parlamento, a Catetinha e a Sete Cancelas Ouro. Este último rótulo, inclusive, está entre os ingredientes de um dos drinks autorais do bar da casa – que contou com o trabalho de Everton Humberto e mixologia de Mayse Luz – o Camelo (R$ 28), que leva ainda em seu mix licor de coco, limão e uma borda de sal rosa. A premissa se estende à carta de vinhos, com produtos de vinícolas como Miolo e Amitié; às cervejas; e ao cafezinho, que é feito com grãos especiais nas versões espresso, V60, prensa francesa, entre outros métodos, com adição de leite vegetal para os veganos, por exemplo.  O Chef da sua casa “Somos um restaurante de cozinha brasileira, respeitamos ingredientes, técnicas e histórias que fazem parte da nossa cultura. Muito mais que um lugar para comer, A Cozinharia é um local para criar memórias e celebrar ocasiões especiais”, anuncia o Chef Carlos Boas. Paulistano, ele começou na área como cumim aos dezesseis. Quando completou dezoito, já era barman no Vermont Itaim e, depois, garçom em casas de renome, como o Badebec do Jockey Club. Consequentemente, estudou gastronomia na Anhembi Morumbi, em São Paulo, e a vida o tornou especialista em eventos corporativos. No seu extenso currículo, ostenta algumas edições da Casacor São Paulo e nada mais, nada menos do que cinco vezes à frente do catering do UFC-Brasil. A oportunidade de comandar o Bar Brahma Brasília o trouxe para a capital federal em 2009, onde realizou diversas consultorias na área e passou por diferentes casas, como a Supren Verda – Cozinha Vegana, para citar uma delas. Inclusive, é dessa experiência que vem a expertise para criar os pratos para o público que não come proteína animal nesse novo empreendimento que é A Cozinharia. Ao lado de um grupo de investidores, promete levar a gastronomia brasileira ao destaque que merece ter no coração do país. Afinal, “o Brasil é tudo de bom, tem muito sabor, muita cor, energia e alegria, mas o nosso objetivo principal aqui é contar a história por trás da comida ao mesmo tempo em que privilegiamos os pequenos produtores e fornecedores locais, nossas marcas, levando qualidade até o consumidor final, fortalecendo a cadeia produtiva como um todo”, explica Boas, um estudioso inveterado que se dedica à pesquisa da culinária brasileira, seus produtos, cultivos, temperos, cultura e hábitos nutricionais. Tudo isso encontrará eco em um espaço que foi pensado para ser uma extensão do lar de seu público. Com projeto arquitetônico de Dani Fidyk, o restaurante revela seu mood já na fachada predominantemente branca, com detalhes em cores primárias, madeira e azulejos que lembram os típicos portugueses. Elementos gráficos vazados, tanto fora quanto dentro, exaltam os tradicionais cobogós dos prédios residenciais do Plano Piloto. No interior, os tons terrosos claros se destacam no décor, sobretudo no mobiliário de madeira. O verde marca sua presença, mas, com certeza, serão as ilustrações da fauna e flora brasileiras nas paredes e no revestimento cerâmico que vão imprimir aquela sensação de lar doce lar. Detalhe: tem até brinquedoteca (R$ 15 por três horas) para os pais curtirem ao máximo a programação musical e toda essa experiência sensorial que é A Cozinharia! Se até aqui, as imagens da matéria ainda não te convenceram a conhecer esse novo spot culinário, clique aqui e assita ao Reels feito por este colunista in loco, no dia em que a casa foi apresentada à imprensa. Certeza que você vai querer ir lá hoje mesmo…

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Hey, vem conhecer o Taska Bar!

Grupos FUNN e O2 Fitness se unem para criar novo hotspot dos apaixonados por vinhos e boa gastronomia na QI 15 do Lago Sul “Taska” palavra comumente adotada como nome de restaurantes ou estabelecimentos para evocar um ambiente acolhedor, descontraído e muitas vezes ligado a experiências gastronômicas tradicionais, autênticas, reinventadas com pitadas de modernidade. E é exatamente esse o presente que Brasília ganhou no primeiro mês de janeiro de 2025, ou seja, uma nova referência gastronômica com a chegada do Taska Bar, localizada mais precisamente na QI 15 do Lago Sul. Criado pelos grupos FUNN e O2 Fitness, o bar traz uma proposta que une sofisticação e descontração, com um cardápio assinado pelo renomado chef Rodrigo Almeida, uma carta de vinhos exclusiva, elaborada pelo premiado sommèlier Eduardo Nobre e uma carta de drinks criada pelo mixologista Vitor Moretti. A ideia é proporcionar uma experiência única, com pratos inovadores e harmonizações perfeitas em um ambiente despojado. “Não dá para negar que boas histórias começam com uma taça. E é com esse mote que decidimos proporcionar aos brasilienses um local onde é possível beber bons vinhos, ver gente bonita, comer bem e ainda se divertir. O Taska chega para trazer uma nova experiência de vinhos em Brasília“, afirma um dos sócios da casa, Roberto Borges Leal. A propósito, pause a leitura um minutinho para ver o registro da coluna #PERAMBULANDO no soft opening que rolou na  última semana clicando aqui! Retomando o assunto, o Taska Bar foi concebido para ser uma taberna moderna perfeita para encontros casuais e celebrações especiais. O projeto arquitetônico de Gustavo Góes destaca-se pela iluminação suave e o uso de madeira, transmitindo um clima confortável e sofisticado. Funcionando de quarta a domingo, das 17h à 01h, o bar nasce com vocação para se tornar um ponto de encontro obrigatório no circuito gastronômico do Lago Sul. O Grupo O2, responsável pela label O2 Fitness de academias de luxo, soma forças no novo espaço. “A aposta no ramo gastronômico reforça o compromisso da O2 em proporcionar experiências únicas, tanto no segmento fitness quanto no gastronômico, e reforçam a visão de expansão e diversificação que marcam a nossa trajetória“, comenta o sócio Paulo Albuquerque.   O cardápio O chef Rodrigo Almeida é o responsável pela criação do cardápio do Taska Bar. “A inspiração é cosmopolita e contemporânea. Ela foi criada com base nas minhas viagens por diferentes lugares, sem deixar de lado os clássicos da gastronomia e os pratos mais pedidos do antigo Med, como o Camarão Med e o bacalhau”, explica. Com cerca de 40 pratos, a essência do cardápio é ser casual e diversificado, com receitas que vão desde os mais simples até os mais elaborados. A proposta é proporcionar uma experiência completa, privilegiando harmonizações com vinhos e coquetéis cuidadosamente selecionados. “Espero que nossos clientes não parem no primeiro prato. O cardápio é bem diversificado, e há muitos motivos para retornar ao Taska”, afirma o chef. “A expectativa é que eles voltem várias vezes para conhecer o menu completo”, completa. Entre os destaques do menu, o chef Rodrigo Almeida sugere que os novos visitantes comecem com o Chiclete de Camarão, uma excelente entrada que pode ser harmonizada com um vinho verde ou espumante. Inclusive, vale destacar que a carta de vinhos foi elaborada pelo sommèlier Eduardo Nobre, somando mais de 140 rótulos, no intuito de oferecer uma experiência global com opções que vão de vinhos clássicos a vinícolas artesanais. “Queremos que nossos clientes desbravem o mundo do vinho, e a carta foi pensada para proporcionar uma jornada de descobertas, com rótulos de 12 países e uma diversidade de uvas”, explica Nobre. Entre as opções, estão vinhos biodinâmicos e de agricultura sustentável, com foco em oferecer qualidade sem perder o custo-benefício. A carta inclui rótulos como o Clos St. Thomas Les Gourmets, 2016 (Líbano) e o Tuzko Birtok Pannon, 2021 (Hungria), que harmonizam perfeitamente com os pratos elaborados pelo chef. E aí, bora lá? Taska Bar / SHIS QI 15 Bloco C, Lago Sul, Brasília / Quarta a domingo – 17h à 01h / Siga @taska.bar   Fotos: Divulgação

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“Os anjos” dizem amém às novidades da Madre Teresa Deli

Hamburgueria completa três anos com novidades no seu cardápio que o farão querer PERAMBULAR por lá antes mesmo que você termine de ler este texto Desde que eu me entendo por gente, eu venho PERAMBULANDO por esse mundão afora, e devo confessar que, muitas dessas andanças que eu faço é para descobrir sabores. Lembro demais quando ainda estava com medo de sair durante aquele abre (e fecha) da Pandemia, e fui levado por amigos “que ouviram falar” que em Taguatinga Sul tinha aberto uma hamburgueria “TOP”. Lembro bem da Madre Teresa Deli daquela época, pequenina, erguida entre escombros de uma oficina (eu acho), onde o branco e o azul predominavam no décor e comunicação visual do lugar. Tudo “despretensiosamente” calculado como uma equação matemática perfeita tamanho bom gosto visual. Pudera, o dono é publicitário, designer de moda, uma mente criativa incrível que, segundo ele próprio, decidiu partir para o ramo da gastronomia depois de um período depressivo. Eis que ao alimentar o corpo e o espírito alheio, conseguiu transformar sua hamburgueria em uma das três mais “TOPs” do Brasil, segundo o blog Hambúrguer Perfeito. Eu devo admitir que concordo plenamente com a referida edição, pois, escrevendo (também) sobre gastronomia há tantos anos (e comilão do tanto que sou), acho que no Distrito Federal, a Madre Teresa é imbatível. Perdão à todas as outras que também amo, mas é mentira que entre os filhos, os pais não têm um preferido. Não é mesmo? Enfim, o que interessa é que, aquilo que já era ótimo, agora, três anos depois de sua inauguração, ficou melhor ainda. A casa se reinventou e lançou novidades em seu cardápio que irão complementar a excelência de seus sanduíches de pastrami, carne grelhada na lenha e, mais recentemente, de salmão defumado. Sim, depois que Daniel PERAMBULOU pelo mundo, o lugar está servindo cortes raros e exclusivos como o Chuleton, a Entranha e o Assado de Tira (da costela) e que ele sempre sonhou para sua cozinha. “Viajamos Argentina, Estados Unidos, Espanha e Brasil, claro, para trazer para nossos paroquianos uma experiência exclusiva de carne”, conta. Deixa eu explicar já o termo “paroquianos”, pois a “hamburgueria mais pobre do mundo” também já ganhou o apelido de “Paróquia do Hambúrguer”. Fazer o que se entre louvores, novenas e terços da misericórdia, Larsan e sua equipe conseguiram arrematar uma legião de adoradores que fazem filas por suas delícias? Inclusive, já aviso também que, entre outras novidades, essa galera toda vai amar a novíssima carta de bebidas, que traz opções com ou sem álcool. Na noite de reinauguração, na última terça-feira (05), eu experimentei a Angels Margarita (Tequila, redução de Sauvignon Blanc, flor de Sabugueiro e limão). Olha, devido a minha experiência de três anos como Barman, lhes asseguro, nota 10! Com a batata frita caseira com casca então… Affff!!! Seguindo no quesito bebidas, agora quero voltar para experimentar outros drinks, mas principalmente o Refrigerium Madre’s, um refrigerante autoral, feito de Shrub de abacaxi grelhado na churrasqueira e gaseificado por eles mesmos. O mais engraçado é que Refrigerium em Latim significa refresco da alma, o que deve acompanhar muito bem os tradicionais burgers que ganharam novas releituras, adição de ingredientes e tals. Recomendo fortemente o Santa Cruz (pão pretzel, blend Angus 200g, American Cheese, bacon burt ends e melado de cana). Para finalizar mais essa ida (especial) à Madre Teresa Deli, e acrescentar mais uma sugestão aos leitores, na hora da sobremesa eu segui fugindo meu velho hábito de somente comer aquilo que já experimentei e gostei no local (fiz isso com o Burger, pois em geral peço o Chesterton). Desta vez, ao invés da Escombros (a Banoffe de lá, a melhor de todas que já comi na vida – e olha que como mesmo antes de virar modinha), eu experimentei a Amor y Paz, uma torta de chocolate com café e bola de sorvete de leite que, cá entre nós, eu serei bem capaz de provocar uma guerra com alguém pelo último pedaço dessa guloseima. Deus me defenda… boa demais! Só digo: experimentem! (Obs.: ela já tem um tempo, a novidade mesmo é o Crème Brûlée, mas é que eu nunca tinha comido e estava esperando os ventos da mudança.) Pois bem, quer saber mais enquanto não vai lá conferir pessoalmente? Siga a hamburgueria no Insta @madreteresadeli!   Fotos: Instagram & Divulgação

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