Confra da Lessa reúne petit-comité de amigos

Valéria Lessa reúne poucos e fiéis amigos em comemoração tradicional de fim ano repleta de delícias e muito alto-astral. Dezembro tem dessas delicadezas que o calendário não explica. É quando a agenda desacelera, os compromissos dão lugar aos encontros e os amigos se permitem sentar à mesa sem pressa. É tempo de relembrar conquistas, rir das histórias que só fazem sentido entre iguais e, sobretudo, transformar os tropeços do ano em aprendizado. O fim do ano tem essa magia silenciosa: ele convida a celebrar a vida como ela é, um mix de maravilhas e imperfeições, intensidades e, quando compartilhada, sempre melhor. Foi nesse espírito que a influencer fitness e lifestyle Valéria Lessa reuniu, nessa segunda-feira (15), um petit-comité de para uma calorosa confraternização. O cenário escolhido foi o Cuma Brasília, em Águas Claras, endereço que já conquistou seu espaço por unir aconchego e descontração em uma proposta de alta gastronomia com alma de comida feita em casa. Conhecido pelos pratos de carnes, massas e hambúrgueres, o Cuma também se destaca pela habilidade de criar cardápios personalizados para ocasiões especiais, como essa. À mesa, o menu pensado especialmente para a turma de Valéria começou com entradinhas saborosas como as Croquetas da Vó, servidas com um surpreendente BBQ de cajuína. Entre os diversos pratos principais, a Tilápia Clássica (grelhada no ponto certo e acompanhada de arroz com brócolis, purê rústico e legumes grelhados) arrancou suspiros. Abraços afetuosos vieram em forma de sobremesas como o Manjar do Chef, delicadamente servido com calda de jabuticaba. O clima festivo foi brindado com taças do espumante 1913 Moscatel by Del Maipo Wines, que trouxe leveza e doçura ao encontro. Aliás, vale o parêntese: os drinks do Cuma são uma atração à parte e fazem do happy hour da casa um dos mais disputados da região. Durante a semana, o endereço também conquista pelo capricho dos pratos executivos, sempre executados com o mesmo cuidado que marcou a confraternização. Em clima de gratidão, Valéria fez questão de explicar o significado daquele encontro. “Para mim, Natal é uma data muito importante, pois nos lembra que Jesus nos ensinou a amar uns aos outros. E, entre amigos, o amor é o combustível que nos move o ano inteiro. Então, separar um tempo para estarmos juntos, fora de compromissos sociais, é essencial para agradecer a vida em sua plenitude”, destacou. E como toda boa anfitriã sabe que despedidas também pedem carinho, o encontro terminou com um presente especial: panetones de frutas e de chocolate da Line Bakery, padaria artesanal de Águas Claras que se tornou referência por seus pães de fermentação natural e por ostentar um dos melhores croissants de Brasília. Produzidos com ingredientes de alta qualidade e técnicas tradicionais, os panetones carregam o mesmo cuidado e autenticidade que definiram a tarde: simples, afetivos e memoráveis – exatamente como devem ser os encontros que o fim do ano inspira. Confira clicando aqui um Reels sobre a casa, seus menus personalizados e muito mais. E não deixe de conferir abaixo fotos extras do evento clicadas por este colunista/fotógrafo: Fotos: Gilberto Evangelista

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Sabores e Saberes: Comida de Terreiro

Fundação Palmares Lança o I Prêmio para celebrar a gastronomia de terreiro com participação de 45 terreiros e comunidades de matriz africana de todo o Brasil. A Fundação Cultural Palmares, vinculada ao Ministério da Cultura, em parceria com o Ministério da Igualdade Racial, realiza no dia 17 de dezembro, na Casa Niemeyer, no ParkWay, em Brasília, o I Prêmio “Sabores e Saberes: Comida de Terreiro”. Um evento inédito que tem como objetivo dar visibilidade e fortalecer a gastronomia de terreiro, promovendo o reconhecimento das práticas culinárias afro-brasileiras e suas profundas raízes culturais e espirituais. O evento celebra a riqueza da culinária afro-brasileira, com a participação de 45 terreiros de comunidades tradicionais de matriz africana oriundas de todas as regiões do Brasil. As entidades foram selecionadas por meio de um edital público executado pela Fundação Palmares, em parceria com o Ministério da Igualdade Racial (MIR) e além do prêmio de 13 mil reais para cada uma, as comunidades, também, receberam kits de cozinha industrial contendo nove itens, tais como: freezer, fogão, bancada de inox, processador, exaustor, e forno micro-ondas, entre outros. Equipamentos que facilitarão o trabalho das lideranças religiosas das comunidades na confecção dos alimentos. “Esses kits são uma ferramenta valiosa para a continuidade do trabalho dessas comunidades, permitindo que a culinária de terreiro seja praticada de maneira mais eficiente e moderna, sem perder suas raízes culturais”, afirma Cida Santos, coordenadora de projetos da Fundação Palmares. Além do reconhecimento, o prêmio promove, ainda, a geração de empregos e renda, fortalecendo a economia criativa e valorizando a gastronomia afro-brasileira. “O prêmio não é apenas uma celebração culinária, mas também uma maneira de documentar e divulgar as histórias e receitas dessas comunidades, dando visibilidade nacional e internacional a essa rica tradição”, complementa Cida. A gastronomia de terreiro, mais do que uma prática culinária, é um elemento cultural e de resistência religiosa. “Cada prato tem um significado profundo e uma conexão com os orixás, sendo considerada uma refeição tanto para o corpo quanto para a alma”, explica João Jorge Rodrigues, Presidente da Fundação Cultural Palmares, que faz questão de destacar que o prêmio reflete o compromisso da Fundação com a preservação e a valorização do patrimônio cultural afro-brasileiro. Para Fernanda Thomaz, diretora do Departamento de Proteção ao Patrimônio Afro-brasileiro da Fundação Cultural Palmares, esse prêmio reflete a importância que a Fundação tem com as políticas públicas voltadas para as comunidades de terreiro. “Ele reforça o quanto a Fundação está olhando para projetos futuros, abrindo um diálogo com as comunidades de terreiro e matriz africana, e colocando essa gastronomia no patamar que ela merece. Uma culinária, que representa uma herança e a resistência da cultura afro-brasileira”, explica Fernanda. A gastronomia de terreiro como patrimônio cultural O I Prêmio “Sabores e Saberes: Comida de Terreiro” se fundamenta em três eixos principais: a defesa do patrimônio cultural, a economia e a segurança alimentar. A culinária afro-brasileira é um dos maiores legados da cultura afro-brasileira e, com este prêmio, busca-se fortalecer ainda mais esse movimento, colocando-o em evidência. A diretora de Políticas Públicas para os Povos de Matriz Africana e Povos de Terreiro do Ministério da Igualdade Racial (MIR), Luzineide Miranda Borges, destaca a importância do prêmio como um ato de reconhecimento. “Como mulher oriunda desses territórios, vejo esse prêmio como uma forma de reconhecer a riqueza cultural, o trabalho cotidiano e a importância histórica dos povos de terreiro. Esses povos são responsáveis por preservar saberes ancestrais africanos no Brasil e, por meio dessa culinária, mantêm vivas práticas de cultivo, preparo e partilha de alimentos, que atravessam gerações e sustentam modos de vida diversos”, afirma Luzineide. Isabel Cristina Ribeiro Rosa, representante da Associação de Cultura e Tradições de Matriz Africana Ojinjé Ilê Alaketu Ijobá Bayó Àsé Nanã, de Navegantes (Santa Catarina), uma das entidades premiadas, se emociona ao falar desse reconhecimento e o quanto ele é importante. “Gosto de descrever a cozinha como o “coração da casa”, que alimenta toda uma comunidade e esse prêmio é a valorização da tradição ancestral dos povos de terreiro e de uma culinária que alimenta o sagrado e o profano”, diz Mãe Cristina, como é carinhosamente chamada em sua comunidade. O evento do dia 17 é aberto ao público e contará com a presença de convidados especiais, que poderão saborear as delícias preparadas por lideranças de terreiros vindos de todo o país, e também conhecer mais sobre a importância cultural e espiritual desta  gastronomia tão rica de sabores e significados. Sobre a Fundação Cultural Palmares A Fundação Cultural Palmares é uma fundação pública vinculada ao Ministério da Cultura, criada pela Lei nº 7.668, de 22 de agosto de 1988. É a primeira instituição da administração pública federal voltada especificamente à promoção, preservação e difusão da cultura afro-brasileira. Sua atuação abrange a proteção do patrimônio cultural de matriz africana, a certificação de comunidades quilombolas, o fomento a iniciativas culturais negras em todo o Brasil e a manutenção de acervos e centros de referência dedicados à memória e à história da população negra. Entidades Selecionadas Região Norte: Ile Ase Ayedun Casa de Culto Tradicional Yoruba – Manaus (AM) / Associação dos Filhos e Amigos do Ile Iya Omi Ase Ofa Kare (AFAIA) – Belém (PA) / Instituto Cultural Nagô Afro-Brasileiro (ICNAB) – Belém (PA) / Federação Espírita e Umbandista dos Cultos Afro-Brasileiros do Estado do Pará – Belém (PA) Região Nordeste: Ilé Axé Odé Layó – Assu (RN) / Associação dos Umbandistas de Bacabal – Bacabal (MA) / Associação Religiosa Centro Espírita Rainha do Mar – Parnamirim (RN) / Associação de Terreiros da Bahia – Salvador (BA) / Sociedade Beneficente Socioeducativa Recreativa e Religiosa Oba L’Okê – Lauro de Freitas (BA) / Terreiro Caboclo Quebra Barreiras e Cabocla Jurema – Juazeiro do Norte (CE) / Sociedade Ilê Asipa – Salvador (BA) / Associação dos Remanescentes dos Quilombolas da Comunidade de Barra II – Morro do Chapéu (BA) / Associação Cultural e Religiosa Yeyê Ipondá – Lauro de Freitas (BA) / Instituto Socioambiental Jucaral – São Luís (MA) Região Centro-Oeste: Centro Sócio Cultural de

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O SCS vai trintar e a festa é nossa!

Durante muito tempo, o Setor Comercial Sul (SCS) conviveu com o estigma da insegurança. Mas quem passa por lá hoje já nota que os ventos mudaram. O centro da capital vive uma nova fase, pulsante e segura, e se prepara para um fim de semana histórico no dia 13 de dezembro de 2025. Graças à iniciativa da prefeitura do Setor Comercial Sul, da ACDF e da produtora Natália Jaguaribe, o espaço está sendo devolvido à população como um verdadeiro polo cultural e de negócios. A primeira grande mudança é visível e traz tranquilidade: a segurança foi colocada em primeiro lugar. O “novo SCS” conta agora com a instalação de câmeras de reconhecimento facial de alta tecnologia, além de um reforço ostensivo no policiamento e presença constante de agentes. O ambiente foi planejado para que famílias, empresários e jovens possam circular sem medo. Com a casa arrumada e segura, a cultura pediu passagem. O som do Jazz e a música ao stuvivo voltaram a ocupar os becos e praças, enquanto artistas locais ganharam vitrines para expor seus trabalhos. É nesse cenário fértil que aterrissa o aguardado Ideathon 3.0. Uma maratona de ideias na Galeria 6 No dia 13 de dezembro (sábado), a Galeria 6 do Setor Comercial Sul será o palco deste grande evento de inovação. Para quem não está familiarizado, um Ideathon é uma maratona de ideias. Diferente de um Hackathon (focado puramente em código), o Ideathon 3.0 propõe uma maratona criativa e tecnológica de 6 horas. O objetivo é reunir mentes brilhantes das áreas de tecnologia, comunicação, design e audiovisual para desenhar soluções práticas, objetivas e inovadoras para os desafios urbanos do SCS. O evento é uma peça-chave na revitalização, provando que o centro é um lugar de futuro. Durante a maratona, equipes multidisciplinares formadas por 6 participantes trabalharão de forma colaborativa. Os grupos deverão integrar tecnologia, experiência criativa e visão estratégica para desenvolver pitches de apresentação. A meta é comunicar com clareza o impacto e a viabilidade de soluções que fortaleçam a comunidade e promovam a sustentabilidade no cotidiano do setor. E para incentivar o protagonismo e reconhecer os melhores talentos, o Ideathon 3.0 oferecerá premiação em dinheiro para as equipes cujas ideias se destacarem diante da banca de jurados. Os valores serão de R$ 3.000, R$ 1.500 e R$ 750 para primeiro, segundo e terceiro lugar, respectivamente. Já os temas específicos do desafio serão revelados apenas na abertura do evento, garantindo a espontaneidade e a agilidade das propostas. Para finalizar, ainda acontecerá o evento “Trintei – 30 anos do Setor Comercial Sul”, com um dia inteiro de programação gratuita para toda a família, incluindo Espaço Kids, desfiles e apresentações culturais. O SCS deixa de ser apenas um local de passagem rápida e se consolida como um destino de convivência. É Brasília se reencontrando com o seu centro. Partiu festejar o coração de Brasília! Fim de semana de Revitalização do SCS (Ideathon 3.0 e Trintei) / Setor Comercial Sul, Quadra 6 / 13 de dezembro de 2025 – 07h às 17h / Inscrições pelo Sympla / Mais informações @ideathon3.0 Fotos: Divulgação

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Agenda cultural: o finde tá babado, vem ver!

Imagine uma programação que te oferece festival de curta-metragens, shows com divas pops e ícone sertanejo, encontros de motoclub, aniversário de cidade vizinha, teatro e muito mais. Imaginou? Boa leitura!    As pessoas podem falar o que quiser de Brasília, menos que a programação cultural da cidade é capenga e sem graça, muitíssimo pelo contrário! E para provar que não estamos faltando com a verdade, a Coluna #PERAMBULANDO fez uma curadoria entre os diversos eventos que estão rolando neste fim de semana por aqui. É isso mesmo, essa é apenas uma seleção que, na verdade, são “dicas de amigo” que, se pudesse, iria a todas elas. O esquema é o de sempre, clique nos links para mais informações e assim decidir em quais eventos você vai perambular. Para quem gosta de cinema, está rolando até o próximo dia 14 de dezembro, a 13ª edição do Curta Brasília – Festival Internacional de Curta-Metragem que, neste ano, tem como eixo curatorial a “Amazônia Latina e África”. São mais de 40 horas de programação, com 120 filmes nacionais e internacionais, distribuídos em 11 mostras competitivas, além de atividades formativas e experiências imersivas. Entre os destaques da programação está o filme “Amazônia para Sempre“, exibido em realidade virtual e dirigido por Estêvão Ciavatta Pantoja. Falando de teatro, a peça “A Manhã Seguinte” também está em cartaz até o domingo (14), lá no Teatro Royal Tulip. Com texto do aclamado dramaturgo inglês Peter Quilter, essa é uma comédia repleta de reviravoltas sobre encontros inesperados, famílias nada convencionais e dramas sentimentais. O elenco traz Carol Castro, Bruno Fagundes, Gustavo Mendes e Angela Rebello, e a direção é de Thereza Falcão e Bel Kutner. Os ingressos estão entre R$21 e R$150 e podem ser adquiridos no Sympla. Quem for curtir o show da cantora Liniker, que traz sua turnê Caju, no próximo domingo (14), a Brasília vai certamente encontrar esse colunista por lá! E já te digo logo, quem não foi, não sabe o que está perdendo, pois é simplesmente emocionante. O setlist mescla músicas do mais recente trabalho com outras fases da cantora que acabou de vencer três categorias no Grammy Latino 2025: Melhor Intérprete Urbana em Língua Portuguesa, Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa (com CAJU) e Melhor Canção em Língua Portuguesa (com Veludo Marrom). Os ingressos estão saindo a partir de R$ 141,75 (meia-entrada, mais taxas) no site Bilheteria Digital. Bora? Já o pessoal que gosta de um bom fervo poderá se jogar nesse sábado no aguardado Club Vittar, projeto eletrônico da Drag Queen Pabllo Vittar, que assume o comando das pick-ups e celebra a cultura clubber em sua essência, apresentando ao público uma nova faceta como DJ. A festa acontece no Birosca. Além da cantora, a noite terá a participação de vários de DJ de peso divididos em duas pistas. Entre eles estão CADELACÉU, Thales Sabino, Fernando Cunha, Carrie Myers, Victor Eloi, PErigor b2b Drew, Tonny Rocks, Asumihara & Mschn, Amethysta, Weirdo, Aeva e Slow. O toque especial da festa em Brasília é que ela ocupará o histórico Edifício Darcy Ribeiro e a praça localizada atrás do local, fechado há anos para obras. A iniciativa é da Birosca, que está revitalizando o local e passará a promover eventos frequentemente no espaço, possibilitando outras formas de negócios no Conic. O 4º lote dos ingressos está a R$ 240 (inteira + taxa) no Shotgun. Mas nem só de diva pop vive a programação de shows na cidade, os amantes da viola caipira poderão curtir os grandes clássicos e repertório afetivo que marcam o show de Almir Sater na capital federal. Marcado para o sábado (13), no Centro de Convenções Ulysses, o espetáculo vem recheado de memórias, melodias e a sonoridade marcante de sua obra. No set estão confirmadas as músicas Tocando em Frente, Chalana e Trem do Pantanal. Entre histórias, diálogos descontraídos e canções que atravessam gerações, o músico cria uma atmosfera que remete às rodas de prosa do interior — íntima, acolhedora e cheia de verdade. Ingressos a R$ 120 (meia-entrada, mais taxa), disponíveis na Bilheteria Digital. Começou nesta sexta-feira (12) e vai até o próximo dia 21 de dezembro, a Estação Natal, que leva programação de férias para a área externa da CAIXA Cultural Brasília. O evento oferece espetáculos de circo e teatro, percussão, oficinas circenses e circuito de atividades radicais e, o mais legal desse projeto realizado pela Udigrudi Produções, é que o acesso é totalmente grátis! Entre os destaques está o Grupo Patubatê (foto de capa), referência nacional e internacional na criação de instrumentos percussivos feitos com materiais recicláveis que se misturam a sonoridades eletrônicas únicas, atravessando ritmos como Maracatu, Samba, Funk, Baião, Ijexá, Carimbó e Ciranda, inspirada em referências como Stomp, Blue Man Group e Hermeto Pascoal. Nem só de cultura vive o lazer da capital federal. Isso mesmo, por aqui, passear nas feiras e mercados alternativos é um baita programa, ainda mais quando estamos falando do BSB MIX, que preparou com o maior carinho a sua edição especial de Natal. Detalhe, neste fim de semana (12 a 14), ela acontece no Gilberto Salomão (Lago Sul), e no seguinte (18 a 22) na Quadra 105 do Sudoeste, no estacionamento ao lado do Abençoado Bar, com sugestões para presentes que valorizam a força criativa da produção local. Veja horários e outros detalhes clicando aqui. E o Eixo Cultural Ibero-Americano se transforma até domingo (14) no ponto de encontro dos apaixonados pela cultura sobre rodas. A quarta edição do Brasília Moto Festival (BMF) promete movimentar a região ao reunir motociclistas, motoclubes, triciclistas, jipeiros e colecionadores de carros antigos em uma celebração que vai muito além das motos. Para completar, uma praça de alimentação de primeira e uma programação musical que reúne 16 bandas do Distrito Federal. “É um evento um pouco diferente de outros que têm acontecido, porque ele é um evento raiz. Ele remonta às origens do movimento motociclístico, não só da nossa cidade, mas do movimento motociclístico como um todo”, explica a organizadora Tânia Serzanink. Para participar, basta doar 1 kg de alimento não perecível.

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Arte sob as estrelas com Paulinho da Viola

Brasília Museu Aberto encerra 2025 com noite histórica ao som de Paulinho da Viola e a cúpula do Museu da República transformada em arte viva. Brasília viveu na última terça-feira 909), uma daquelas noites que imediatamente entram para a memória afetiva da cidade. Cerca de 2.500 pessoas se reuniram no Museu da República para assistir ao show “Quando o Samba Chama”, de Paulinho da Viola, atração principal da segunda edição do Brasília Museu Aberto – Edição Brasilidades. E, como já é a marca registrada do projeto, a música encontrou a arte de forma grandiosa: a cúpula do museu virou tela, palco e poema visual, iluminada por projeções mapeadas que celebraram o modernismo, a fotografia, a poesia e a produção contemporânea da capital.   A apresentação de Paulinho — serena, elegante e cheia de afeto — trouxe clássicos que atravessam gerações, como Foi um Rio que Passou em Minha Vida, Argumento, Onde a Dor Não Tem Razão e Pecado Capital. Foi o tipo de encontro raro, em que voz, história e repertório parecem conversar diretamente com o coração da cidade. O público acompanhou em silêncio, sorriso e canto, lembrando por que Paulinho é uma das figuras mais reverenciadas da música brasileira. Antes e depois do show, o DJ Edy embalou o clima da Esplanada com sets dançantes, enquanto as projeções transformavam Brasília em galeria a céu aberto. Entre os homenageados estavam nomes essenciais para o imaginário visual do país, como Orlando Brito, Wladimir Carvalho e a Coleção Brasília, além de artistas que hoje dão nova fisionomia à cena cultural brasiliense — Antonio Obá, Nicolas Behr, Zuleika de Souza, Clarice Gonçalves, Stuckert, Delei, entre outros. Uma costura que uniu tradição, experimentação e o orgulho de ver o patrimônio público pulsando vida. Idealizado por Danielle Athayde, o Brasília Museu Aberto tem como essência reinventar o uso dos espaços monumentais de Brasília, aproximando arte e comunidade de forma acessível e democrática. Desde 2020, o projeto vem ocupando prédios simbólicos da capital com projeções mapeadas, obras de grandes nomes como Siron Franco, Tarsila do Amaral e Burle Marx, além de artistas contemporâneos do DF. Nesta edição, novamente com apoio do Ministério da Cultura e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, o projeto reafirmou que cultura viva se faz assim: na rua, em diálogo com a cidade e sua gente. O fato é que, a noite com Paulinho cantando sob o céu da Esplanada e a cúpula convertida em arte viva encerrou 2025 com a poesia que Brasília merece — e com a certeza de que o Museu Aberto já ocupa um lugar definitivo no calendário afetivo e cultural do Distrito Federal. Confira quem passou por lá:   Fotos: Divulgação

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Aprenda já como se tornar antifrágil!

Lançamento do livro “Caixa de Ferramenta da Maturidade” reúniu amigos, convidados e marca estreia literária de empresário aspirante a autor. O empresário e escritor Carlos Magno acaba de lançar seu primeiro livro, “Caixa de Ferramenta da Maturidade”, em um encontro que reuniu amigos, familiares, parceiros e convidados no Cerratto Restaurante, na última semana, em Brasília. A noite de autógrafos celebrou a chegada da obra ao público e destacou a proposta inovadora do autor: um método prático de amadurecimento emocional, espiritual e profissional estruturado em 52 semanas. No livro, Magno apresenta uma jornada de desenvolvimento baseada em exercícios semanais, vídeos explicativos acessados por QR Code e reflexões que ajudam o leitor a sair do automático, assumir responsabilidades e construir clareza de propósito. Inspirada em sua própria trajetória, marcada por desafios pessoais, recomeços e uma profunda imersão em inteligência emocional, a obra reúne aprendizados, quedas e reconstruções transformados em ferramentas de crescimento. Durante o evento, o autor destacou que o livro é “uma experiência para ser vivida, não apenas lida”, reforçando a importância da constância e da ação no processo de maturidade. O lançamento contou com grande adesão e clima acolhedor, marcando oficialmente a estreia de Carlos Magno no universo literário. Em tempo, Magno é empresário há mais de 25 anos nas áreas de tecnologia, cibersegurança e desenvolvimento humano. Fundador da CM Desenvolvimento Humano, atuando com educação emocional e liderança prática há vários anos. Baiano de nascimento e brasiliense de coração, é pai de dois filhos e apaixonado pelo aprendizado contínuo. Aproveite e confira quem prestigiou o lançamento de “Caixa de Ferramenta da Maturidade” pelas lentes de Gabriel Medeiros: Para quem quer amadurecer! “Caixa de Ferramenta da Maturidade” de Carlos Magno / 52 capítulos semanais com exercícios e QR Codes para vídeos de implementação / Mais informações: @carlos.magnoreis Fotos: Gabriel Medeiros

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2025: o ano do grupo Benzadeus

O pagode brasiliense vive um momento histórico. O grupo Benzadeus venceu, na última terça-feira (9), o Prêmio Multishow 2025 na categoria Brasil, representando o Centro-Oeste em uma das premiações mais importantes da música nacional. A 32ª edição do evento aconteceu no Rio de Janeiro e consagrou o quinteto como um dos destaques da nova geração do gênero. Formado em 2020, o Benzadeus é composto por Magrão, Vini de Oliveira, Das Sortes, Neném e Pedigree. Em cinco anos de estrada, o grupo se tornou um dos principais nomes do pagode produzido na região, acumulando quatro álbuns, milhões de streams e elogios de grandes referências como Péricles e Thiaguinho. No Multishow, eles disputaram o troféu com artistas que representam outras regiões do país: Zudizilla (Sul), Bruna Black (Sudeste), Josyara (Nordeste) e Marília Tavares (Norte). Apadrinhados pelo Menos é Mais — que também foi premiado na noite — os integrantes do Benza comemoraram a conquista no palco e dedicaram o prêmio ao público da região que os acompanha desde o início. “Nós somos sobreviventes dos nossos sonhos. Vivemos a música, vivemos para a música. Agradecemos a todos os nossos fãs, familiares, a galera do Centro-Oeste que acredita na gente desde os primeiros passos. Ver nosso nome chamado ali foi emocionante, passou um filme na cabeça. Esse prêmio é de todos que caminham com o Benza”, disse Magrão, emocionado. A vitória chega em uma fase especialmente importante para o grupo. O Benzadeus acaba de lançar o primeiro single do DVD “Na Rota do Benza no Pelô”, que marca a maior produção da carreira até agora e a primeira gravação fora de Brasília. A faixa escolhida para abrir os trabalhos, “Modo Ioiô”, traz a força e a tradição do Olodum, reforçando a conexão do Benza com a musicalidade baiana. Gravado no Pelourinho, em Salvador, o projeto reuniu 10 mil pessoas e contou com participações de nomes como Pixote, J. Eskine, Mari Fernandes, Escandurras e Suel— um marco para o grupo e para a cena do pagode do Centro-Oeste.  Fotos: Reprodução Instagram

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Nosso Natal tem muita luz, cores e alegria

Evento gratuito transforma a Esplanada dos Ministérios em um grande espaço de convivência, reforçando sustentabilidade, cultura e impacto econômico no Distrito Federal.   Os brasilienses já podem curtir uma das maiores celebrações natalinas do Distrito Federal. Em cartaz até 4 de janeiro, o Nosso Natal 2025 transformou a Esplanada dos Ministérios em um espaço de convivência, encantamento e renovação, reunindo arte, cultura, solidariedade e práticas sustentáveis. O projeto nasceu com a missão de oferecer ao público uma experiência leve, acolhedora e repleta de significado. Pensado para todas as idades, o evento oferece um ambiente onde as famílias podem vivenciar a magia do Natal em sua essência, com luzes, encontros e esperança. O investimento público total no Nosso Natal 2025 foi de R$ 15 milhões, com retorno estimado em cerca de R$ 45 milhões para o Distrito Federal – resultado da movimentação da economia, geração de empregos diretos e indiretos e aumento na arrecadação de impostos. Com apoio da Chefia-Executiva de Políticas Sociais, a comemoração natalina que o Distrito Federal merece é uma realização da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec-DF). “O Nosso Natal é um presente para a cidade, um espaço de encontro, esperança e reconstrução de vínculos. Queremos que cada família se sinta acolhida e parte dessa grande celebração, que reforça nossa identidade e fortalece a economia criativa do DF. Convido todos a participarem, a viverem essa experiência e a celebrarem conosco um fim de ano mais humano, luminoso e cheio de sentido”, destaca o titular da Secec-DF, Claudio Abrantes. “Toda a cenografia do espaço foi pensada visando soluções sustentáveis, reforçando o compromisso com o meio ambiente e com a construção de um futuro mais consciente”, afirma a presidente do Instituto Missão Hoje, Mariana Santos, responsável pela realização do projeto. A escolha da organização da sociedade civil para executar o evento foi realizada por meio de Edital de Chamamento Público, garantindo transparência e critérios técnicos na seleção. Mais do que uma celebração, o Nosso Natal 2025 se consolida como um movimento coletivo que valoriza os espaços públicos, fortalece a diversidade cultural do DF e estimula o sentimento de pertencimento entre moradores e visitantes. A iniciativa também chega em um momento de expansão da economia criativa na região, contribuindo para a geração de empregos e oportunidades para artistas, artesãos e pequenos empreendedores. “A proposta do Nosso Natal é unir as pessoas em torno da união, da fé e do afeto, mostrando que o fim de ano pode ser um período de recomeço e inspiração. Queremos que cada visitante se sinta parte dessa grande celebração comunitária”, completa Mariana. Ao longo de quatro semanas, o público terá acesso a uma ampla programação gratuita, que inclui atrações culturais, oficinas temáticas, espetáculos infantis, atrações lúdicas e brinquedos que prometem encantar pessoas de todas as idades. Todas as atividades seguem a proposta de promover experiências afetivas, acessíveis e sustentáveis. Durante o Nosso Natal, que acontece diariamente das 17h às 23h, o público poderá aproveitar uma programação contínua que reúne atrações para todas as idades. A partir das 17h, Trenzinho, Casa do Papai Noel, Pista de Gelo, Carrossel, Roda-Gigante e oficinas com turmas às 17h30, 18h35, 19h40 e 20h45. O Teatro Infantil inicia seu espetáculo às 18h, seguido de uma atração lúdica às 20h30. No Palco Principal, a abertura do dia e o DJ começam às 17h, dando lugar ao show da banda Posers às 18h, ao retorno do DJ às 18h40 e a uma atração musical com Libras às 19h30. As filas dos brinquedos se encerram às 22h. E não haverá atividades nos dias 24 e 31 de dezembro. A praça de alimentação do Nosso Natal foi pensada para oferecer uma experiência acessível, diversa e acolhedora para todos os visitantes. Com uma ampla variedade de opções gastronômicas, o espaço reúne negócios familiares, empreendedoras de diferentes regiões administrativas e empresas lideradas por mulheres, reforçando o compromisso do evento com a inclusão e o fortalecimento da economia local. Todos os fornecedores trabalham com ao menos uma opção em preço social, garantindo que o público encontre alternativas saborosas e acessíveis. Para conferir a programação completa e horários das atrações acesse @nataldebrasilia ou institutomissaohoje.com.br. Foto: Divulgação

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Uma Noite de Areia, Tela e Paixão

Brasília assistiu à estreia de “Uma Praia no Quadradinho” como quem revê memórias: unida, emocionada e firme na construção do futuro do beach tennis no DF. No último domingo, 7 de dezembro, o lançamento do documentário “Uma Praia no Quadradinho – A História do Beach Beach Tennis no DF” virou mais do que uma estreia na tela do cinema do Casapark: transformou-se em um grande encontro da comunidade que ajudou a construir mais um dos capítulos dessa história que já é tão brasiliense. Apesar da chuva que caía lá fora, o clima dentro do auditório era de celebração. Antes mesmo de o filme começar, os 160 convidados foram recebidos com pipoca e refrigerante para curtir um Talk comandado pela jornalista e influencer de Beach Tennis Naná Ferro, que rapidamente colocou todos na mesma sintonia, diante de uma conversa franca, descontraída e cheia de insights sobre o passado, o presente e o futuro do esporte no mundo, no Brasil e, sobretudo, no Distrito Federal. Na mesa, nomes que carregam peso e trajetória no cenário esportivo e institucional, como a idealizadora do evento Dani Brito, que também é presidente do Instituto Calango; Alex Pedra, vice-presidente da Federação Brasiliense de Tênis e Beach Tennis; Bruno Ferreira, diretor da Zenith Marketing; Renata D’Aguiar, subsecretária de Promoção das Mulheres e atleta da modalidade; Delano Choairy, empresário e professor de beach tennis da Calango Beach Tennis; e Alessandro Calbucci, multicampeão mundial e um dos maiores nomes do esporte. Além de compartilharem suas expertises, cada um trouxe um recorte afetivo dessa história — dos primeiros passos ainda tímidos à explosão que fez do DF uma das regiões mais vibrantes da modalidade. Mas foi quando Alessandro Calbucci pegou o microfone que o auditório silenciou de um jeito diferente. Pentacampeão mundial, seis anos consecutivos número 1 do ranking mundial, pioneiro na consolidação do beach tennis no Brasil e referência absoluta no esporte, ele falou com a serenidade de quem viu tudo nascer e florescer. Em sua fala, destacou que o beach tennis, vai além das quadras, é um estilo de vida que conecta, acolhe e transforma. Reforçou o impacto positivo do esporte na vida das pessoas e, olhando para o futuro, alertou para a importância de mais organização, união e visão coletiva para que o crescimento seja sustentável e transformador. Quando finalmente as luzes se apagaram e o documentário começou, a sensação era coletiva: estávamos diante de uma história que é de todos nós. Uma história construída na areia, no esforço, na persistência e no amor pelo esporte, exatamente como Brasília gosta de fazer. Após a transmissão da película, que conta com roteiro e direção de Dan Rocha, o público voltou sua atenção mais uma vez para Alessandro Calbucci. O atleta aproveitou a ocasião para realizar uma sessão de autógrafos de seu livro “A origem do Beach Tennis. Nascido na Itália e criado no Brasil”, escrito em italiano e português. A fila se formou rápido, e a cena falava por si: sorrisos, conversas rápidas, fotos improvisadas e aquele brilho nos olhos de quem se reconhece parte de algo maior. “Há mais de cinco anos venho acompanhando o amadurecimento do esporte por aqui e é um prazer, pois confirma o que está acontecendo no Brasil como um todo. Mas, com o número de atletas e torneios que acontecem aqui, acredito que Brasília pode ser protagonista do beach tennis nacional”, avaliou Calbucci. E, para quem ainda não pratica o esporte, ele mandou um recadinho: “Ele pode mudar a tua vida, porque é fácil, superacessível; você pisa na areia com pés descalços, perto do mar, perto do lago, ar livre, embaixo do sol, conhece gente bacana… Acho que não precisa mais que isso. É mágico!” No fim, a chuva continuava lá fora. Mas ninguém parecia notar. O domingo tinha sido desses que ficam na memória, já que o evento, além de esportivo e cultural, foi também uma ação social. Isso mesmo: cada uma das pessoas presentes fez generosas contribuições para o Instituto Calango, que, entre suas missões, está a democratização do esporte, levando a modalidade para as Regiões Administrativas do Distrito Federal. O fato é que, de um jeito muito bonito, o lançamento deixou claro que o beach tennis no DF não é apenas uma modalidade em ascensão, mas uma comunidade vibrante, afetiva e profundamente orgulhosa de sua própria trajetória. Confira abaixo algumas das pessoas que estiveram presentes ao evento em cliques feitos por este colunista/fotógrafo: Fotos: Gilberto Evangelista

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Três vinhos para as festas de fim de ano

Não demora muito tempo e todos nós estaremos brindando o Natal e o Ano Novo. E como o mundo dos vinhos tem espaço de destaque aqui na Coluna #PERAMBULANDO, este colunista decidiu trazer três dicas de rótulos que poderão lhe surpreender e ir além dos festejos e passar a fazer parte da sua adega o ano todo. Claro que cada um deles tem uma história especial para contar. 1. Merlisco Reserva Merlot: o chileno que passou por barril de pisco (e isso muda tudo) Se você é do time que gosta de vinhos que contam um segredo no nariz e outro na boca, o Merlisco Reserva (foto de capa) é daqueles que surpreendem logo no primeiro gole. Feito no Valle Central, no Chile, ele começa como um Merlot que você acha que já conhece, até descobrir que passa seis meses descansando em barris que antes foram usados para envelhecer pisco. E é justamente esse detalhe que confere ao vinho aromas de café torrado, chocolate, baunilha e até um toque de coco. No paladar, tudo é redondo, macio, agradável, daqueles tintos que conversam bem tanto com iniciantes quanto com quem já vive com o nariz dentro da taça. Inclusive, para saber dicas de harmonização, clique aqui e assista ao vídeo que fiz sobre o Merlisco. Spoiler: nele eu também revelo que você pode adquirir essa belezura e as outras duas que vem a seguir na WM Vinhos. 2. Tempranillo 65 anos de Brasília: o vinho que celebra a cidade e o Cerrado elevado A Vinícola Brasília (que fica bem ali na BR-251, KM 07 – PADF) bem que poderia ter escolhido qualquer rótulo para festejar os 65 anos de Brasília, mas decidiu mirar alto: um Tempranillo comemorativo, reunindo três safras, 2020, 2022 e a novíssima 2024. Fato curioso, a variedade que nasceu na Espanha, encontrou no Cerrado de Altitude um lar surpreendentemente bom, ganhando identidade própria. Por isso mesmo, o vinho chega com alma de comemoração e veste um rótulo inspirado em uma obra criada especialmente para a data pelo artista brasiliense Daniel Jacaré. É Brasília engarrafada em uma mistura de tradição e modernidade, arte e terroir, presente e futuro. Perfeito para acompanhar aqueles brindes cheios de “que venha um ano melhor”. 3. Amitié Viognier: medalha de ouro, caráter e delicadeza em edição limitada Tudo bem que a maior parte dos brasileiros preferem os tintos, mas Réveillon que se preze tem que ter uma boa garrafa de espumante, assim chega o Amitié Viognier, vencedor da Medalha de Ouro no Decanter Wine Awards 2023. Feito com uvas da Serra Gaúcha, colhidas e selecionadas manualmente, o vinho passa por breve maceração, prensagem suave e depois ganha quatro meses de carvalho francês, o que traz aquele toque amanteigado discreto e elegante. No nariz, aparecem notas frutadas de pêssego e tangerina, além de um delicado perfume de pétalas de rosas brancas. É aromático sem exagero, macio, cheio de personalidade, e o mais importante: limitado a 12 mil garrafas. Ou seja: bobeou, dançou! E aí, gostou da lista? Seja qual for sua escolha, o convite é o mesmo: brindar o fim de ano com o que há de melhor, ou seja, bons encontros, boas histórias e boas taças.   Fotos: Gilberto Evangelista (capa) / Reprodução Instagram

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