A Bebiba do Carnaval de Brasília

Mirando nos blocos e festas, Pipa Drinks chega às ruas candidato a bebida oficial da folia brasiliense, querendo vender mais de R$ 1,2 milhão em drinks autorais. O Carnaval já está praticamente entre nós e, em um piscar de olhos, o brasiliense estará pela cidade ao lado de seus amigos, seguindo seus blocos preferidos, curtindo a vida em clima de festa. Para a folia de 2026, o Pipa Drinks se lançou no desafio de se consolidar como a bebida oficial do Carnaval de Brasília, com presença estratégica onde tudo acontece: ruas, blocos, bares e festas. A projeção é movimentar cerca de R$ 1,2 milhão em vendas, distribuídos em mais de 30 pontos oficiais, além de outros 70 espalhados pela cidade. Um marco para o terceiro ano da empresa na maior festa popular do país, com expectativa de crescimento superior a 500% em relação ao último Carnaval. E para transformar esse movimento em realidade, a marca estruturou um plano ambicioso, pensado para acontecer junto com o público. “O foco principal está no litrão, formato que virou símbolo da experiência coletiva. Para o Carnaval 2026, a produção prevista é de 50 mil litros de drink, um volume cinco vezes maior do que o do ano passado”, comenta João Pires, sócio-fundador da marca. “Com a parceria que fizemos com ambulantes do DF, quando menos esperar, o folião estará curtindo seu bloco preferido e, ali mesmo, encontrará os Carripas oferecendo Pipa Drinks com preço tabelado, bem gelado e pronto para ser compartilhado com a galera”, explica. Vale destacar que, além da presença nos blocos, o Pipa também estará em pontos estratégicos da cidade, como na Babilônia (206 Norte), e em casas de festa já conhecidas do público. No E.X.T.E.R.N.A, a venda seguirá acontecendo nos TAPs (as famosas torneiras), assim como nos próprios bares Pipa. Já no Espelunca e no Birosca, a aposta será nos litrões, inclusive em combos pensados especialmente para quem sai em grupo para aproveitar a folia. Divertido, saboroso e democrático, o Carnaval 2026 irá traduzir a essência do DNA da rede de bares mais irreverente da cidade. A proposta é oferecer drinks com suas receitas exclusivas, volumes generosos e preços acessíveis, sem abrir mão da qualidade premium. Vale lembrar que o Pipa Drinks é um dos braços da Méric, respeitada marca brasiliense de gin e vodka com premiações internacionais. Vale destacar que as bebidas do Pipa são elaboradas com concentrados de sucos naturais e extratos feitos especialmente para cada receita. Para o Carnaval, a carta de drinks reúne sabores já consagrados, disponíveis tanto em litrões quanto em latas de 355 ml: Nugrau (vodka Méric, mate natural, jambu e gengibre); Maragin (gin Méric, suco de maracujá e gengibre); Vampirão (spritz de limão com vodka Méric); Lovezinho (spritz de melancia, vodka Méric e limão). Porém, a grande novidade da temporada é o Mangaloca, sabor inédito que chega com força total à folia. A mistura leva suco de manga, maçã, limão, gengibre, sal e gin Méric. Já aprovado pelo público nos bares Pipa, o drink entra agora em produção para desembarcar nas ruas somente na versão litrão. E, pode acreditar, ninguém vai ficar de fora da festa. Para quem prefere não consumir álcool, o Pipa apresenta o Dibas, irmão do Nugrau: refrescante, divertido e sem álcool, perfeito para os chamados “salvadores do rolê”. Afinal, se beber, não dirija! Outro detalhe que faz diferença na experiência: embora seja um Ready to Drink (RTD) vendido gelado, o Pipa Drinks foi pensado para ser servido no copo com gelo. Por isso, onde quer que o folião encontre o produto, seja nos Carripas, nos bares ou nas festas, as bebidas serão oferecidas de acordo para o seu consumo ideal. Ousadia para fazer história A estratégia para o Carnaval 2026 pode até parecer ousada, mas os números sustentam a confiança da marca. Desde que surgiu no mercado local, há três anos, o Pipa já comercializou mais de um milhão de drinks somente em Brasília, consolidando-se como escolha frequente do público jovem, que tem optado por RTDs em vez da cerveja na hora de “tomar uma” com os amigos. Assim sendo, o bar físico também se tornou um ponto de encontro simbólico. “O Pipa é a casa de todo mundo”, resume o discurso que acompanha a marca. Inspirado em movimentos bem-sucedidos de outras capitais (como o Xeque Mate em Belo Horizonte e a Beats no Rio de Janeiro), o Pipa aposta no orgulho local e na identidade brasiliense para criar um vínculo direto com o público. “Nós queremos ser a bebida oficial de Brasília. Afinal, aqui não tem ninguém fazendo o que a gente faz. Somos os únicos no segmento de Ready to Drink, um mercado que cresce muito no país, e na capital federal não é diferente”, destaca Lucas Tobias, que também é sócio-fundador da marca. Atualmente, a marca soma quatro bares espalhados pelo Distrito Federal (Asa Norte, Águas Claras, Ceilândia e Guará) e está presente também em Goiânia e na Chapada dos Veadeiros, com duas unidades em cada destino. Em março, a empresa completa três anos de atuação, mantendo forte conexão com o público jovem. “Chegou o momento de reivindicar para nós essa bandeira: somos, sim, a bebida que tem a cara da capital federal”, afirma João Pires. Desde o início, a proposta foi clara. “Durante muito tempo, tomar um drink era algo restrito a quem tinha maior poder aquisitivo, por conta dos preços praticados nos bares. Quando chegamos, a ideia foi subverter esse mercado, torná-lo mais democrático, apostando naquilo que virou nossa marca registrada: exclusividade, qualidade e bom preço”, esclarece João. Essa filosofia acompanha também a trajetória da marca no Carnaval. No primeiro ano, a estreia foi quase artesanal, com as famosas Pipinhas, envasadas em garrafas PET de um litro e rótulos colados à mão. Foram apenas 500 unidades, insuficientes para atender à demanda. Já em 2025, a operação ganhou corpo industrial, com produção em fábrica, latas de 355 ml, litrões e uma presença robusta nas ruas, com 15 Carripas distribuídos pelos principais blocos da cidade.

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O Setor Carnavalesco vai bombar!

Com mais de 30 atrações, a plataforma celebra a energia, diversidade e espírito latino em uma programação de Carnaval intensa e plural no Setor Comercial Sul. Neste sábado (14), será dada a largada para a época mais esperada e celebrada pelos brasileiros. Com o mote “Latina demais para ser minimalista”, o Setor Carnavalesco Sul chega este ano para quatro dias de programação recheada e variada, contemplando todos os gostos e idades, e celebrando a energia, alegria e a vibração latinas. Fazendo jus ao tema escolhido, a programação é maximalista em termos de nomes e ocupação das ruas: são mais de 30 atrações, entre bloquinhos, shows, cortejos e apresentações, em cinco ambientes distintos do Setor Comercial Sul, até o dia 17 de fevereiro. Como destaque deste ano, o cantor, compositor, guitarrista e produtor musical paraense, Felipe Cordeiro, sobe ao palco do SCS na segunda-feira de Carnaval (16) para transformar a capital federal em uma verdadeira celebração da energia pulsante do Brasil. Além da atração nacional, dezenas de artistas, blocos e grupos do Distrito Federal reforçam a pluralidade e diversidade da cena artística da cidade e do Carnaval no Setor. Programação maximalista Latino e brasileiro demais para ser minimalista, o Setor Carnavalesco Sul aposta no “quanto mais, melhor“. Durante os quatro dias de programação, cinco espaços diferentes do Setor Comercial Sul recebem a energia pulsante dos foliões brasilienses. Nas quadras 1 e 4/5, dois palcos distintos vão ecoar desde sons da cultura popular e do Carnaval de rua, até grooves do reggae e batidas de funk e da música urbana. Enquanto os palcos ressoam variados estilos musicais, oito cortejos distintos vão passar pela via S2 e transformar o SCS em uma verdadeira celebração dos ritmos, sons e pessoas que mantêm o espírito carnavalesco pulsante na capital. Nomes reconhecidos e de longa data na cena local, como Vassourinhas de Brasília, Orquestra Marafreboi e Ventoinha de Canudo, prometem acender a cidade em ritmo de Carnaval. Para quem gosta de estrutura de aparelhagem, a quadra 3 do Setor Comercial Sul vai reverberar música e diversidade com nove atrações de peso, entre elas estão o Distrito Sonoro, A-RAXXTA, Bloco Maria Fumaça e Bloco das Braba. Além disso, a fim de atender todas as necessidades, gostos e idades que movimentam o Carnaval, uma programação infantil especial na Galeria dos Estados garante folia e brincadeira para os pequenos. O Setor Carnavalesco Sul segue a missão e compromisso de promover um Carnaval que pulse a essência cultural de Brasília em uma construção coletiva entre artistas, produtores e agentes culturais. A programação plural reflete a cultura brasiliense e reafirma a cidade como polo carnavalesco rico e potente, além de reivindicar as ruas como espaço de pertencimento e celebração. Serviço: Setor Carnavalesco Sul Dos dias 14 a 17 de fevereiro, no Setor Comercial Sul. Entrada gratuita. Siga @setorcarnavalescosul Programação: SÁBADO – 14/2 PALCO SETOR CARNAVALESCO SUL | SCS Q. 4/5 – em frente ao Museu Correios ● 16h às 18h30 – Folha Seca ● 19h às 20h – Vassourinhas convida Orquestra Marafreboi ● 20h30 às 22h – Martinha do Côco e a Grande Roda PALCO DIVERSIDADE | SCS Q. 1 – estacionamento em frente ao Morro Vermelho ● 14h às 15h – Pagodão Delas | atração Samba Flores ● 15h às 16h30 – Pagodão Delas | atração Elas Que Toquem ● 17h às 18h – É de Nãnan ● 18h30 às 20h – Bloco Na Baladêra ● 20h30 às 22h – Macetada APARELHAGEM | SCS Q. 3 – estacionamento em frente ao Prédio da OI ● 14h às 19h00 – Bloco Rainha de Corpas ● 19h às 19h30 – Bloco de Vênus convida Miss Tacacá CORTEJOS S2 | via S2 ● 14h às 18h30 – Vassourinhas ● 18h30 às 19h – Batukenjé DOMINGO – 15/02 PALCO SETOR CARNAVALESCO SUL | SCS Q. 4/5 – em frente ao Museu Correios ● 14h às 15h30 – Bloco Praga de Baiano ● 16h às 20h – Bloco DEsMAIÔ (Edital) ● 20h30 às 22h – Palhaço Elétrico PALCO DIVERSIDADE | SCS Q. 1 – estacionamento em frente ao Morro Vermelho ● 14h às 17h – Bloco Maria Fumaça Convida Digital Dub ● 17h30 às 19h – Bloco System Safadown | atração Galinha Preta ● 19h30 às 22h – Bloco System Safadown APARELHAGEM | SCS Q. 3 – estacionamento em frente ao Prédio da OI ● 15h30 às 17h – A-RAXXTA ● 17h30 às 22h – Bloco Maria Fumaça CORTEJOS S2 | via S2 ● 14h às 15h30 – Batuque da Oficina Percussiva Vivendo & Batucando ● 16h às 17h – Ventoinha de Canudo ● 16h30 às 17h30 – Maracatu do Boiadeiro Boi Brilhante ● 18h às 20h – Raízes Africanas SEGUNDA – 16/02 PALCO SETOR CARNAVALESCO SUL | SCS Q. 4/5 – em frente ao Museu Correios ● 14h às 15h – Bloco Passo Largo ● 15h30 às 17h – Bloco Lambada da Serpente ● 17h30 às 19h – Oxente Véi ● 19h30 às 22h – Bloco Bora Coisar convida Felipe Cordeiro PALCO DIVERSIDADE | SCS Q. 1 – estacionamento em frente ao Morro Vermelho ● 14h às 17h – Ipê ● 17h30 às 18h30 – Bya Alves ● 18h30 às 20h – Bloco Rebu ● 20h às 22h – Trio Rebu APARELHAGEM | SCS Q. 3 – estacionamento em frente ao Prédio da OI ● 15h30 às 17h30 – Distrito Sonoro ● 18h às 22h – Bloco do kLap CORTEJOS S2 | via S2 ● 18h às 19h30 – Bateria das Escolas de Samba TERÇA – 17/02 PALCO SETOR CARNAVALESCO SUL | SCS Q. 4/5 – em frente ao Museu Correios ● 15h às 15h30 – Meninos da Ceilândia ● 16h às 17h30 – Coisa de Pele ● 17h30 às 19h – Dudu 7Cordas ● 19h às 21h – Kris Maciel PALCO DIVERSIDADE | SCS Q. 1 – estacionamento em frente ao Morro Vermelho ● 14h às 16h – Bloco B de Beyonce apresenta Abelha Rainha ● 16h30 às 22h – Bloco da Saly APARELHAGEM | SCS Q. 3 – estacionamento em frente ao

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Imperdível: Manu Chao em Brasília!

Atenção, muita atenção! Manu Chao fará um show no formato “Ultra Acústico” em Brasília no dia 21 de fevereiro de 2026, às 18h, na Nova Birosca, no Conic. A apresentação faz parte da sua turnê pelo Brasil e traz sucessos, clássicos e músicas novas do último álbum Viva Tu, lançado em 2024. O disco, um apanhado de inéditas em 17 anos, inclui a música em português chamada São Paulo Motoboy, single dedicado aos entregadores da capital paulista e aborda as angústias e realidades enfrentadas por eles. Inclusive, vale destacar que este disco é uma obra poliglota que mistura gêneros e inclui canções em espanhol, francês, português e inglês. Manu Chao conhecido mundialmente pelas canções Clandestino, Me Gusta Tu, Bongo Bong entre outros sucessos veio à capital federal pela última vez em 2009 para uma apresentação no Arena Futebol Clube. Por isso mesmo, os fãs da nova geração e também os antigos esperam ansiosamente pelo show que promete ser inesquecível e cheio de significado. Discografia O cantor possui discografia extensa com cinco álbuns de estúdio  Clandestino (1998), Próxima Estación : Esperanza (2001), Sibérie m’était contéee (2004), La Radiolina (2007) e  Viva Tu (2024) e dois álbuns ao vivo: Rádio Bemba Sound System (2002) e Baionarena (2009)  Conhecido por ser um dos músicos mais engajados, ele usa sua voz e popularidade para defender causas sociais e ambientais, como a proteção da Amazônia e Imigração. Com uma postura antimidiática, ele apoia comunidades locais em turnês acústicas nas quais mantém contato direto com o público. Filho de pais espanhóis exilados da ditadura de Francisco Franco, Manu Chao tem como  herança de seu pai, o jornalista galego Ramón Chao, um forte posicionamento político. Uma das canções que chama a atenção dos fãs em que Manu Chao fez participação especial é Sulamericano do Baiana System do disco o Futuro não Demora gravado em 2019. Assim sendo, sua música traz uma mistura de ritmos caribenhos e baianos com letra de protesto, com ênfase na identidade latino-americana e na crítica ao imperialismo, consciência local e influências estrangeiras. Quem vai? Manu Chao Ultra Acústico / Birosca do Conic-SDS bloco E loja 3 Plano Piloto-Brasília – DF / 21 de fevereiro (sábado) – 18h às 2h / Ingressos no Shotgun a R$150 (meia e meia solidária – 1kg de alimento) Fotos: Divulgação  

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Vem ver os campeõs do Restaurante Universal

Apostando em receitas inéditas, restaurante queridinho da cidade traz uma seleção saborosa para a 33a Brasília Restaurant Week. É isso mesmo amantes da gastronomia. Começou mais uma edição da Brasília Restaurant Week. E vocês tem até o dia 8 de março para aproveitar menus completos em diversas casas da capital pagando de R$ 59,90 até R$ 149,90. E entre 150 restaurantes, eu escolhi o Universal, um dos meus preferidos na cidade para conferir suas criações. Seguindo a temática “Copa dos Campeões”, a proposta do Restaurante Universal traz criações inéditas que surpreendem. Enquanto o almoço (que foi o menu que experimentei) sai por R$ 95, o jantar custa R$ 115, com a possibilidade de harmonização com drinks.   As entradas são oferecidas em duas opções. Final de 98 é um creme de legumes assados com ervas finas, finalizado com crocante de cebola. Já o Campo Verde Universal apresenta um mix de folhas frescas ao molho especial de mel e azeite, acompanhado de croûtons, lascas de parmesão, mix de gergelim, crispy de couve, tomate seco artesanal Universal, azeitona preta Azapa e mozzarella de búfala. No almoço, o cardápio oferece três pratos principais. Ronaldo Fenômeno – Jogo de Corpo, que traz cubos de filé-mignon ao molho de rapadura com pimenta-dedo-de-moça, acompanhados de arroz crocante de queijo coalho. A Valenciana Universal é uma paella mista de frutos do mar e frango, finalizada com azeite extravirgem e toque de limão siciliano. A opção Azzurra Vegetariana aposta em aligot de coco com cogumelos orgânicos frescos e legumes grelhados. Para o jantar, as opções também são três. Saltimbocca alla Romana – Azzurra Clássica, que apresenta filé-mignon com sálvia e presunto de Parma, servido sobre molho de ervas finas, acompanhado de arroz cremoso de alho-poró. Amazônia em Campo traz pirarucu confitado ao molho de sálvia e geleia de pimenta, acompanhado de aligot de coco e azeite de salsa. Michel Platini – Les Bleus é um nhoque artesanal com cogumelos orgânicos frescos e fonduta de queijo gruyère. As sobremesas fecham o menu com duas escolhas. Hexa dos Sonhos é um pudim de leite com calda de rapadura. Gol de Placa Universal apresenta mousse de chocolate com chantilly Universal e crocante de brownie. Além do menu, o restaurante oferece dois drinks a R$ 44. A Amarelinha é uma caipirosca de frutas amarelas com maracujá, manga e laranja, preparada com vodka Ketel One. O Spritz de Maçã Verde combina maçã verde, notas cítricas sutis e espumante Arte Brut Casa Valduga. “A proposta do cardápio Copa dos Campeões é oferecer uma experiência completa, com pratos que dialogam com diferentes referências da nossa cozinha e valorizam ingredientes bem trabalhados. Participar do Brasília Restaurant Week é uma oportunidade de apresentar esse conceito a um público ainda mais amplo”, afirma a proprietária do Restaurante Universal, Estefanía Morey. Aos curiosos de plantão, clique aqui para assistir ao vídeo que revela, quais, entre as opções do almoço eu degustei e minha opinião.

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Antes do confete cair…

Vem ver essa curadoria de festas, blocos e encontros feita especialmente para você viver o pré-Carnaval de Brasília do jeito que só a cidade sabe fazer. Falta uma semaninha para o Carnaval bater à porta e, até lá, Brasília entrega um esquenta de respeito — daqueles que não deixam folião nenhum parado em casa. Entre tradição, rua ocupada, música boa e muito brilho fora do padrão, a Coluna #PERAMBULANDO fez a lição de casa e separou alguns agitos certeiros para você já entrar no clima, testar o look e aquecer o passinho. Se liga nessa seleção pensada para viver a cidade antes do confete oficial tomar conta de tudo. Ah! E vale lembrar, desde já, que os todos são gratuitos. Para participar, acesse os perfis destacados na matéria e se joga na folia! Capela Imperial: 50 anos de samba, memória e resistência Poucas coisas são tão bonitas quanto ver uma escola de samba celebrar sua própria história ao lado da comunidade. A Capela Imperial chega aos 50 anos reafirmando sua importância para o carnaval do DF com uma festa gratuita, reunindo gerações, sambas-enredo marcantes e uma bateria que dispensa apresentações. A celebração, com entrada gratuita e muito samba, acontece no sábado (07), em frente à sede da agremiação (Setor J Norte, CNJ 01, em frente ao campo sintético), a partir das 15h. Para o cinquentenário da Capela Imperial, o elenco que se apresenta conta com Samba do Camelo, Karika com K, Sandrinho Amor Maior, Milsinho e a bateria Chapa Quente. A comemoração promovida pela agremiação faz parte do projeto Distrito Criativo, uma parceria do Distrito Drag com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF). Isso é mais do que comemorar: é viver o samba, contar história cantando e reforçar que tradição também se constrói no asfalto brasiliense. Se você gosta de Carnaval com raiz, esse é o tipo de encontro que emociona e contagia. Para mais informações, siga o perfil @grescapelaimperial. Bloquinho Xeque Mate: brasilidade, pista quente e pôr do sol animado O Parque da Cidade vira palco de um Carnaval solar, democrático e cheio de identidade com o Bloquinho Xeque Mate. Inspirado na vibração da Pedra do Sal, o evento transforma o Festival Em Casa em um grande quintal coletivo, onde a música dita o ritmo do dia inteiro — do começo da tarde até o céu ficar dourado. DJs, atrações ao vivo, clima de bloco e aquela mistura deliciosa de gente, dança e encontros fazem desse agito um esquenta perfeito para quem gosta de Carnaval com groove, diversidade sonora e zero frescura. No comando do som, nomes que sabem levantar multidões: Trisal Batidão, Jess Ullun, Luisa Porfirio e Fabio Ferreira, além de uma atração surpresa ao vivo, prometendo manter a pista em constante ebulição. O evento contará com bar e opções de alimentação à venda, garantindo conforto durante toda a programação, que rola no sábado (07) e vai das 14h às 22h, lá no Estacionamento 10 do Parque da Cidade. Então, já fic sabendo que o glitter tá liberado, fica por sua conta o corpo solto e o astral lá em cima. Para saber mais, basta seguir o perfil @festivalemcasa. Cafuçu do Cerrado: o exagero como linguagem oficial da alegria Ele voltou — e voltou como tem que ser: exagerado, debochado, afetivo e absolutamente libertador. O Cafuçu do Cerrado retorna às ruas celebrando 13 anos como um dos blocos mais autênticos do Carnaval brasiliense, no domingo, 8 de fevereiro, das 15h às 22h, no Eixo Cultural Ibero-Americano (antiga Funarte), com entrada franca. Aqui, elegância é ser cafona, charme é exagerar e fantasia boa é aquela que faz rir. Inspirado nos carnavais do Nordeste, o bloco mistura orquestra de frevo, banda ao vivo, batucada, DJs e uma multidão vestida de oncinha, lamê, cetim e muito orgulho de ser fora do padrão. Entre os destaques da programação estão a Academia da Berlinda (PE), referência da música pernambucana contemporânea, o Batalá Brasília, com a força de seus tambores femininos e ancestrais, além da Orquestra Cafuçu e DJs convidados, em uma trilha sonora que passeia pelo brega nordestino e outros ritmos populares. O Cafuçu do Cerrado integra a programação do DF Folia 2026, uma iniciativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e do Governo do DF, realizada por meio de chamamento público com investimento total de R$ 10 milhões, em parceria com a Associação Artise de Arte, Cultura e Acessibilidade. É Carnaval como estado de espírito — e um dos mais aguardados do pré. Quer saber mais? Então siga o perfil @cafucudocerrado. Faz Amor Urgente: ocupar o centro, dançar junto e celebrar coletivamente No coração da cidade, o Samba Urgente reafirma que Carnaval também é encontro, afeto e ocupação do espaço público. O bloco Faz Amor Urgente transforma o centro de Brasília em uma grande roda de música, reunindo samba, choro, frevo, axé, funk e outros ritmos que dialogam com a diversidade da cidade. Criado de forma orgânica, entre amigos, o coletivo cresceu e hoje é símbolo de um Carnaval acolhedor, bem organizado e com energia de festa feita por quem ama a rua. Ideal para quem gosta de Carnaval com propósito, boa música e clima de comunidade. Então não esqueça, é nesse domingo (08), das 14h às 22h, no SBS Quadra 02, atrás do Bloco A do Edifício Sede I do Banco do Brasil, na Asa Sul. Com programação gratuita e aberta ao público, o evento tem capacidade máxima para 5.100 pessoas.Para mais informações, siga o perfil @sambaurgente. Agora a pergunta que não quer calar: já decidiu por onde vai começar esse pré-Carnaval? Dá tempo de ir em mais de um, testar fantasias, encontrar amigos e descobrir novos amores de bloco. Só não esquece do básico: protetor solar, camisinha na pochete, hidratação constante, respeito acima de tudo — não é não — e, se for beber, não dirija. O resto… tá liberado! Fotos: Divulgação

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Vem aí o Beco Elétrico 2026!

Evento gratuito integra o projeto Cidade Viva e transforma a Galeria dos Estados em um território pulsante da cena eletrônica. Atenção você que gosta de uma boa balada, pois a Coluna #PERAMBULANDO tem a dica ideal para você! Afinal, Brasília voltará a vibrar em frequência eletrônica no dia 7 de fevereiro, quando o Beco Elétrico realiza mais uma edição do seu já consagrado evento de rua. Das 20h às 6h, a Galeria dos Estados, no Setor Comercial Sul, será ocupada por uma programação intensa, gratuita e acessível, que une música eletrônica, performances, arte e cenografia imersiva — tudo dentro do projeto Cidade Viva, uma iniciativa do Instituto No Setor, com apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. Mais do que uma festa, o Beco Elétrico se afirma como uma potente manifestação cultural que escolhe o Setor Comercial Sul não por acaso. A região, não residencial, ampla e de fácil acesso, oferece o cenário ideal para grandes ocupações urbanas, permitindo que a cidade seja vivida de outra forma — aberta, plural e coletiva. O projeto funciona como uma verdadeira incubadora de intercâmbio, integração e resistência nas ruas, legitimando a música eletrônica como expressão cultural rica, diversa e inclusiva. Nesta edição, o line-up reúne nomes de destaque da cena nacional e local. Diretamente do Rio Grande do Norte, a DJ Dandarona se junta à mineira Femminino, além dos DJs residentes DJ Baladas, Cxxju, Giograng, DJ Giovanna, Lascasas, Leriss e Madamy, garantindo uma noite atravessada por diferentes estéticas e narrativas sonoras. O evento conta ainda com performances de GG Limona, Naomi Leaks, Oli e Kedineo, ampliando o diálogo entre música, corpo e presença cênica. Integrando a programação do Cidade Viva, o Beco Elétrico faz parte de um conjunto de ações que buscam dinamizar cultural e socialmente diversas regiões do Distrito Federal. O projeto realiza um programa integrado que inclui a Mostra Ballroom, no Instituto No Setor (SCS); o Distrito Sonoro, no Porks, em Ceilândia; o próprio Beco Elétrico, na Galeria dos Estados (SBS); o TransCultura, também no Instituto No Setor; e o Setor Criativo Sul, ocupando diferentes espaços do SCS. Juntas, essas iniciativas consolidam territórios criativos, democráticos, acessíveis e voltados à inovação social, promovendo arte, educação, ocupação urbana e participação coletiva como pilares de uma cidade mais justa e inclusiva. Atento às questões de acessibilidade, o evento contará com área PCD, atendimento especializado, entrada facilitada, exclusiva e sinalizada para esse público, além da distribuição de abafadores de ouvido para pessoas autistas, reafirmando o compromisso do projeto com o cuidado e a inclusão. Criado em 2018, o Beco Elétrico nasceu da colaboração entre cinco coletivos independentes de música eletrônica do Distrito Federal — LIMBO, Confronto Soundsystem, SNM, Sujo e Sintra FM. Nas duas primeiras edições, realizadas em 2018 e 2019, foram promovidas dez festas gratuitas, sempre aos sábados de junho, no Beco da CAL, também no Setor Comercial Sul. Em 2020, diante do cenário turbulento imposto pela pandemia, o festival se reinventou em formato virtual, alcançando mais de 10 mil espectadores e arrecadando R$ 13 mil, destinados a pessoas em situação de rua da região. Desde então, o projeto realizou cinco eventos com apoio do FAC, mantendo um padrão de excelência e entregas consistentes. O Beco Elétrico segue, assim, reafirmando seu papel como força criativa da cidade — ocupando, transformando e ressignificando o espaço urbano por meio da música, da arte e do encontro. Ah! E o melhor, vem agora, tem ingressos grátis aqui neste link para você! Vai ficar de fora? Farra eletrizante, bora? Beco Elétrico / Galeria dos Estados / 07 de fevereiro – 20h / Entrada gratuita / Siga @becoeletrico Fotos: Divulgação

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Onde o café conta histórias

No AHA! Cafés, cada grão carrega origem, técnica e afeto, desde a torrefação própria às delícias que aquecem o dia. Sempre existiu um momento sagrado no café: aquele instante em que o aroma sobe da xícara e nos devolve ao presente. Um movimento que vai do pé à xícara – da terra onde o grão brota à espuma que dança na manhã – garante muito mais do que sabor: garante sentido. E, na capital federal, essa relação profunda com o café encontra um endereço que entende essa poesia: o AHA! Cafés. Mais do que uma cafeteria aconchegante na comercial da 111 Norte, o AHA! é uma micro-torrefação de cafés especiais com compromisso declarado de respeitar a origem de cada grão e passar adiante a história de quem planta, escolhe, torra e finalmente entrega a experiência ao paladar. Tanto é que, ao entrar, a primeira impressão que este colunista teve foi de que, entre cheiros de café recém-tostado e texturas que convidam ao toque, o lugar abre um repertório de experiências que vão bem além da bebida. Assim sendo, é quase impossível falar de café sem mencionar as boas companhias que encontramos na casa: pão de queijo quentinho, broa de milho ou um bolinho de cenoura com calda de chocolate, daqueles que despertam memórias afetivas. Já no cardápio de cafés, nomes próprios como Brisa de Manhumirim (com notas de nozes, açúcar mascavo e frutas vermelhas), Protázio (aromas que lembram especiarias e chocolate), e o recém-lançado Viva Bahia (corpo licoroso com flores e mel cítrico) são provas do cuidado com cada perfil sensorial servido ali, e da variedade que o Brasil oferece de norte a sul no cultivo do café. Mas usando um termo que anda #PERAMBULANDO bastante por aí e  cai perfeitamente aqui, a “narrativa” do AHA! vai além do momento de consumo. Afinal, no subsolo da loja, longe dos olhos apressados, está a alma do lugar: a torrefação. É ali que a proprietária, Bibiana Perdomo (abaixo), mestra em torra e barista, faz a mágica acontecer. Seu processo é de uma atenção quase cerimonial: “Eu acompanho todo o processo, desde a visitação nas fazendas produtoras, a escolha dos lotes, análise dos grãos, seleção para a torra, temperatura adequada, prova e degustação; e a escolha dos rótulos e nomes dos cafés que iremos comercializar” , sempre com precisão e respeito pela origem. E o AHA! não guarda esses saberes só para si. A conexão com os produtores é explícita: a casa valoriza a transparência e o cuidado em cada fase da cadeia produtiva, celebrando famílias e histórias que transformam um cultivo tradicional em um café especial, carregado de identidade e propósito. Assim, a experiência ali transcende o ato de beber café. Ela nos convida a habitar um tempo onde cada gole faz sentido, cada aroma conta uma história e cada pausa é um convite à presença. O AHA! Cafés é, de fato, um lugar onde o café é tratado como cultura – e onde, mais do que provar, você aprende a sentir o café em todas as suas dimensões. Agora que você já terminou a leitura, clique aqui, e assista ao vídeo da visita que a Coluna #PERAMBULANDO fez por lá recentemente. Mas fica o aviso, as imagens são “fortes”, não estranhe se ficar com vontade de ir lá fazer uma visita o quanto antes. Que tal um coffee break? Aha! Cafés / CLN 111 Bloco A -Asa Norte / Segunda sábado – 08h às 19h / Siga @ahacafes   Fotos: Reprodução Instagram  

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Menos tela, mais presença

Entre sons, texturas e paisagens invisíveis, experiências imersivas em Brasília propõem uma reconexão urgente com a natureza.   Em tempos em que tudo disputa nossa atenção por telas, algoritmos e notificações, cresce, felizmente, o desejo por experiências que nos devolvam ao essencial: o corpo presente, a escuta atenta, o contato direto com a natureza. Brasília entra forte nessa conversa com duas propostas imersivas que, cada uma à sua maneira, apostam no sensorial como caminho de reconexão: Experiência Animal, no Zoológico de Brasília, e Botânica, instalação sonora que ocupa o Parque Olhos d’Água. No Zoológico, a palavra-chave é vivência. A inédita Experiência Animal, em cartaz a partir de 11 de fevereiro, transforma a visita tradicional em um percurso interativo que estimula sentidos muitas vezes adormecidos. Sons da fauna, texturas que reproduzem pelos e penas, ambientes inspirados em ecossistemas diversos e desafios lúdicos convidam crianças e adultos a sentir, literalmente, a vida selvagem. Mais do que observar, a proposta é criar vínculo, curiosidade e consciência ambiental desde cedo. Idealizada por Bruno C. de Macedo, a exposição nasce com um propósito claro: aproximar pessoas da biodiversidade de forma sensível e acessível. Com mediação pedagógica, recursos de acessibilidade e uma metodologia baseada em pensadores como Lev Vygotsky e Mitchel Resnick, a experiência aposta no aprendizado ativo, onde tocar, ouvir e experimentar se tornam ferramentas de conhecimento. O resultado é um zoológico que se reinventa como espaço educativo, afetivo e contemporâneo – sem perder sua memória afetiva tão cara aos brasilienses. Já no Parque Olhos d’Água, a imersão acontece pelo ouvido. Botânica, obra do artista australiano Iain Mott, propõe um passeio onde o invisível ganha protagonismo. Munidos de fones de ouvido e tecnologia de rastreamento por GPS de alta precisão, os participantes caminham pelo parque enquanto descobrem uma paisagem sonora cuidadosamente composta e espacializada, que se revela de acordo com cada passo, gesto e movimento da cabeça. Descrita pelo artista como uma “fantasia sonora”, Botânica não substitui a natureza, ela se soma a ela. A tecnologia aqui é discreta, quase silenciosa, usada não para competir com o ambiente, mas para ampliar a escuta e aprofundar a relação com o espaço natural. O parque segue sendo parque; o que muda é a forma como nos colocamos nele. A obra, em cartaz de 6 de fevereiro a 1º de março de 2026, é fruto de anos de pesquisa em ambisonics e deriva do projeto Ambisonic Cerrado, reafirmando Brasília como território fértil para experimentações entre arte, ciência e paisagem. Seja pelo toque, pelo som ou pelo simples ato de caminhar com atenção, essas duas experiências nos lembram de algo fundamental: a natureza não precisa ser explicada, ela precisa ser sentida. Em comum, Experiência Animal e Botânica nos convidam a desacelerar, escutar melhor e reaprender a estar presentes. Um luxo cada vez mais raro e cada vez mais necessário. E claro, mais informações, basta acessar @experienciaanimal_ ou www.escuta.org/botanica. Serviços: Experiência Animal / Zoológico de Brasília / 11 de fevereiro a 11 de maio / Terça a domingo – 10h às 16h / Gratuita mediante ingresso regular do Zoológico / Livre / @experienciaanimal_   Botânica – um jardim de som / Parque Olhos d’Água – Quadras 413 e 414, Asa Norte, Brasília-DF / 6 de fevereiro a 1º de março / Sexta a domingo – 10h às 18h / Livre /  www.escuta.org/botanica Fotos: Divulgação

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Uma ponte, um lago, bons drinks!

Chard, Gran Bier, Izzi Wine Garden, Mormaii, Sallva e Soho apresentam algumas opções refrescantes dos cardápios que encantam a todos no Pontão do Lago Sul. Verão pede gelo no copo, conversa boa e um cenário que ajude a desacelerar. Pensando nisso, a Coluna #PERAMBULANDO lembrou que, em Brasília, poucos lugares entregam tudo isso de uma vez como o Pontão do Lago Sul, onde o Lago Paranoá vira quase ingrediente extra da experiência. Então, que tal aproveitar a estação mais quente do ano, em seis casas do complexo que apostam em drinks autorais e refrescantes? Vamos começar pelo Chard, onde a pedida ideal é o Amalfi Spritz (R$ 43), uma combinação elegante de espumante Brut, licor Villa Massa, limoncello com avelã e soda de capim-limão, daqueles que começam suaves e terminam marcantes. Já o Gran Bier vai direto no espírito tropical com a Pinã Colada (R$ 19,90), preparada com rum, suco de abacaxi, leite condensado e leite de coco — refrescante, cremosa e sem rodeios. No Izzi Wine Garden, o drink escolhido atende pelo nome de Crimson Dawn (R$ 42), misturando tequila Jose Cuervo, redução de hibisco e sumo de limão, em uma proposta equilibrada entre acidez e frescor. O clima de praia do Mormaii ganha forma no Ohana (R$ 39,90), que leva gin Gordon’s, morango, uva, limão, hortelã, xarope de cranberry e água tônica — leve, aromático e com cara de fim de tarde à beira d’água. No Sallva, o destaque é o Tarsila (R$ 40), criado pela mixologista Ana Negra em homenagem à artista Tarsila do Amaral. A receita une cachaça premium, hortelã, xarope de cajuzinho do cerrado, limão e goiabada, trazendo brasilidade e identidade ao copo. Para fechar o circuito de drinks do Pontão, o Soho aposta na sua já clássica Sakeroska (R$ 32), versão da caipirinha feita com saquê no lugar da cachaça ou da vodka. Leve, aromática e cítrica, combina frutas frescas maceradas, açúcar e saquê bem gelado. No fim das contas, o verão no Pontão é isso: bons encontros, vista privilegiada e drinks que ajudam a transformar qualquer tarde comum em um pequeno ritual de celebração. Fotos: Divulgação

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Tá pensando que Carnaval é bagunça?

Campanha promove formação para trabalhadores do Carnaval neste ano. A campanha Folia com Respeito inicia, em 2026, uma nova etapa de mobilização junto aos blocos, bandas carnavalescas, grupos artísticos, fanfarras e plataformas de Carnaval do Distrito Federal. Até o período da folia, os coletivos poderão aderir à iniciativa por meio da assinatura da Carta Compromisso, que estabelece diretrizes para a promoção de um Carnaval seguro, inclusivo e livre de violências. Segundo Letícia Helena, fundadora da campanha, a ação busca fortalecer uma cultura de cuidado coletivo no Carnaval. “Ao promover informação, diálogo e práticas responsáveis, a campanha contribui para que o Carnaval seja um espaço mais acolhedor para todas as pessoas, valorizando o respeito, a diversidade e a convivência”, destaca. Como parte das ações, a campanha realizará treinamentos presenciais voltados a trabalhadores do Carnaval e integrantes de blocos que aderirem à campanha. As formações acontecem nos dias 3 e 10 de fevereiro, das 18h30 às 21h, na OAB/DF, e terão como foco a abordagem inclusiva, a orientação sobre situações de violência contra pessoas e o espaço público e a promoção do respeito ao consentimento e à diversidade nas festas. Para Veranne Magalhães, Presidente da Comissão de Cultura e Economia Criativa da OAB/DF, a educação é o melhor caminho para a conscientização. “A OAB-DF é parceira da campanha há 5 anos por acreditar que desrespeito e violação de direitos, como assédio e importunação sexual, não podem acontecer em nenhum dia do ano, quanto mais na maior manifestação cultural do Brasil, que é o Carnaval, e deve ser um momento de alegria e festejos que inundam todas as ruas e avenidas do DF”, ressalta. Além dos treinamentos, os blocos que assinarem a Carta Compromisso receberão um kit de comunicação, com materiais gráficos e digitais, como adesivos, cartazes, artes, fotos e vídeos, para utilização nas redes sociais e nos espaços de circulação dos foliões. A iniciativa reforça o compromisso coletivo com práticas que valorizem a segurança, o cuidado e o respeito durante o Carnaval do Distrito Federal. Folia com Respeito Criada em 2016 e implementada em 2017, a campanha chega a 2026 celebrando 10 anos de atuação contínua no DF, consolidando-se como uma das principais iniciativas de prevenção à violência, combate ao assédio e promoção dos direitos humanos nos festejos de rua da capital. À época, surgiu como resposta ao crescimento das denúncias de violência durante o Carnaval, num contexto de expansão dos blocos de rua e de maior ocupação dos espaços públicos por foliões e foliãs. Acesse a carta compromisso: forms.gle/bpAXDZMTbxVHEUNi8 Partiu festejar com responsabilidade Treinamento Folia com Respeito – Carnaval 2026 / Escola Superior da Advocacia/OAB DF, Sala 1 do Edifício Sede da OAB/DF, SEPN 516 Bloco B Lote 7, Asa Norte /  3 e 10 de fevereiro de 2026 – 18h30 às 20h30 Fotos: Divulgação

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