25 anos de sabor e renovação

Bistrô apresenta novo cardápio e carta de vinhos em noite de degustação para convidados.   O C’est si Bon Creperia & Bistrô comemorou 25 anos com apetite de quem está começando. Na noite da última segunda-feira (03), o restaurante recebeu jornalistas e convidados para uma degustação que marcou o início de uma nova fase: um cardápio renovado e uma carta de vinhos repaginada em parceria com a Vinhos S.A. A casa, fundada em 2000 pelo chef e proprietário Sérgio Quintiliano, é daquelas que atravessam o tempo pela consistência, e pelo sabor. Depois de mais de duas décadas de histórias, mudanças e prêmios (como o Veja Comer & Beber – Melhor Creperia), o C’est si Bon chega ao aniversário de 25 anos com o desejo de recomeçar. “Quando abri o restaurante, eu tinha o olho brilhando. E continuo com ele assim até hoje. Depois da pandemia, foi preciso se reinventar com novo local, novo cardápio, novas perspectivas”, contou Sérgio, entre taças e memórias. O novo menu mistura lembranças e descobertas. Clássicos que marcaram época voltam ao lado de receitas inéditas, pensadas para surpreender quem acompanha a trajetória da casa. Entre os pratos apresentados estavam o Risoto Sophia Loren, feito com queijo brie, pera e tomate seco, e o Brigitte Bardot, filé de salmão em crosta de gergelim com risoto de maracujá – ambos harmonizados com o vinho branco Sin Palabras Chardonnay, de Mendoza. Jà o Crepe Mad Max, recheado de filé mignon com cheddar, bacon e cebola caramelizada, chegou à mesa acompanhado do tinto Herencia Reserva Cabernet Sauvignon, do Vale de Loncornilla. E, para encerrar, mini crepes Le Prestige e Capuccino ao lado do espumante gaúcho Valdemiz Brut. A nova carta de vinhos traduz o gosto pessoal do chef. “O vinho conversa com o nosso produto — com os crepes, os risotos, as carnes. Essa carta foi pensada para harmonizar com o que mais gosto de cozinhar e de beber”, destacou Sérgio. Mais do que uma data comemorativa, a noite foi um reencontro com a história do restaurante e com o público que o acompanha desde os primeiros crepes. “É emocionante ver clientes que começaram aqui adolescentes e hoje voltam com os filhos, até com os netos. Essa é a verdadeira celebração desses 25 anos”, resumiu o chef, com o mesmo sorriso de quem serve algo feito em casa. Fotos: Divulgação

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O design de Sergio Rodrigues reencontra Brasília

Instituto Sergio Rodrigues e Hill House lançam a reedição da Poltrona Arcos na Cerrado Cultural. O encontro entre design, memória e diplomacia marcou a manhã dessa terça-feira (4/11), na Cerrado Cultural, com o lançamento da reedição da icônica Poltrona Arcos, criada em 1968 por Sergio Rodrigues para o Palácio dos Arcos, sede do Itamaraty. A iniciativa – fruto da parceria entre o Instituto Sergio Rodrigues e a Hill House – integra o calendário de ações rumo ao centenário de nascimento do designer, em 2027, reposicionando sua obra no centro do diálogo entre arquitetura, design e cultura brasileira. Concebida em harmonia com Oscar Niemeyer, Olavo Redig de Campos e Roberto Burle Marx, a Poltrona Arcos é uma síntese da genialidade de Sergio Rodrigues: combina leveza, funcionalidade e sofisticação em uma peça que se tornou símbolo de uma era. Estrutura delgada, curvas em meia-lua e rodízios cromados compõem o desenho que conciliava ergonomia e elegância, antecipando tendências internacionais que só se afirmariam na década seguinte. Produzida originalmente apenas para o Itamaraty, a poltrona nunca chegou ao público. Agora, reeditada sob a supervisão do Instituto Sergio Rodrigues, volta a circular com o mesmo espírito experimental e refinado de seu criador. Parte das vendas será revertida ao Instituto, que desde 2017 mantém um programa dedicado à pesquisa do mobiliário diplomático brasileiro. “Estar novamente no Itamaraty é devolver à história um patrimônio do país. Sergio Rodrigues traduziu a diplomacia em design, criando uma linguagem de Estado que até hoje define o modo brasileiro de projetar-se no mundo”, afirma Afonso Luz, curador do Instituto. O happening reuniu diplomatas, arquitetos, pesquisadores, colecionadores e representantes de instituições culturais. A peça permanece em exposição pública até o dia 10 de novembro, na Cerrado Cultural. Como parte da programação, a Universidade de Brasília sedia nesta terça (5/11) o seminário “Design, Cultura e Diplomacia: uma homenagem a Sergio Rodrigues”, realizado em parceria com o Instituto Guimarães Rosa (MRE). O encontro reúne especialistas para discutir o papel da cultura material na projeção internacional do Brasil — tema que Sergio Rodrigues ajudou a desenhar com elegância e identidade própria. Confira abaixo mais alguns cliques registrados pelas lentes deste colunista/fotógrafo de alguns dos convidados que marcaram presença na ocasião: Foto: Gilberto Evangelista

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Flausino, Sideral e OFB em Cazuza Sinfônico!

A reunião entre poesia, rebeldia e emoção fazem parte do concerto que celebra o ícone do rock nacional. A energia e o lirismo de Cazuza voltam a ecoar em Brasília no dia 26 de novembro, com o espetáculo Cazuza Sinfônico, que promete uma imersão intensa na obra e na alma de um dos maiores poetas da música brasileira. A apresentação acontece no Centro de Convenções Ulysses, reunindo a Orquestra Filarmônica de Brasília e grandes nomes da música nacional em uma fusão arrebatadora entre o rock e o universo sinfônico. No palco, o ator Bruce Gomlevsky encarna Cazuza em performances que revisitam sucessos como Exagerado, Codinome Beija-Flor e O Tempo Não Para — canções que atravessam gerações e continuam pulsando com a mesma força e irreverência. A noite ganha ainda mais brilho com as participações especiais de Rogério Flausino, vocalista do Jota Quest, e de seu irmão, o multi-instrumentista Wilson Sideral, que trazem novas cores e energia a esse encontro simbólico entre épocas e estilos. “O Cazuza é quase como um alter-ego pra mim. Eu gostaria de falar as coisas que ele fala. Cantar essas músicas é como colocar pra fora tudo aquilo que a gente sente e muitas vezes não tem coragem de dizer”, ressalta Flausino. Vale lembrar que, ais do que um show, Cazuza Sinfônico é uma celebração da liberdade, da poesia e da intensidade que marcaram o artista. Uma experiência que emociona e inspira — provando que a arte de Cazuza segue viva, indomável e eterna. Em tempo, o projeto Concertos na Capital é uma realização da Oh!Artes, com patrocínio da Brasal e apoio do Ministério da Cultura e do Governo Federal, por meio da Lei Rouanet – Lei de Incentivo à Cultura.   Para rebeldes clássicos! Cazuza Sinfônico /  Centro de Convenções Ulysses / 26 de novembro (quarta-feira) – 21h / Ingressos a partir de R$ 25 (meia-entrada) – Bilheteria Digital / Informações (61)98141-1990 / (61)3554-4005 Foto: Divulgação

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Dia do Sushi… vem ver nossa dica!

Entre um nigiri e outro, no Noru você faz uma viagem sensorial pela tradição japonesa com sotaque brasiliense. Há datas que pedem celebração à mesa – e o Dia do Sushi, comemorado em 1º de novembro, é uma delas. Criada em 2002 para homenagear essa iguaria que atravessou séculos e oceanos, a data é o pretexto perfeito para viver uma experiência gastronômica inesquecível. E a dica da Coluna #PERAMBULANDO é o Noru Sushi, em Brasília, que fica lá no Noroeste. A casa é um verdadeiro templo da fusão entre a precisão japonesa e a alma brasileira – um endereço para quem gosta de comer com os olhos, o paladar e o coração. A história do sushi começou há muito tempo, quando os japoneses descobriram que prensar o peixe em arroz fermentado ajudava a conservá-lo por mais tempo. O vinagre entrou na receita, e dali nasceu uma tradição que o mundo inteiro adotou. Em Brasília, ele chegou com força nos anos 1980, adaptando-se ao paladar local sem perder o encanto da técnica oriental. Hoje, o Noru é uma das melhores expressões dessa fusão – e o lugar certo para celebrar a data. Comecei o meu passeio gastronômico pelos nigiris, que chegam à mesa como pequenas esculturas de sabor. O Bluefin otoro (R$ 129,81), corte mais nobre do atum, derrete na boca com uma untuosidade quase poética. O camarão carabineiro cozido (R$ 94,81) surpreende pelo equilíbrio entre doçura e textura. Já o Shake Hara (R$ 31,81) – barriga de salmão com raspas de limão-siciliano e sal Maldon – é pura elegância cítrica. Para quem gosta de ousar, o nigiri de Angus (R$ 59,81) mostra que o mar e a terra podem, sim, dançar juntos no mesmo prato. Na sequência, os uramaki, com o arroz aparente e o recheio envolto em alga marinha, exibem uma harmonia de cores e texturas. O de salmão (a partir de R$ 37,81) é o clássico bem executado; o Spicy Tuna (a partir de R$ 49,81), com atum picado, cebolinha, ovas capelin e pimenta da casa, acende o paladar na medida certa. O Vegan (a partir de R$ 29,81), com shimeji, pepino e gergelim, é prova de que a simplicidade também emociona. Os hossomakis são pequenos, delicados e certeiros. O de camarão empanado com avocado e teriyaki (R$ 54,81) tem crocância e cremosidade em igual proporção. Para quem prefere o clássico, há o de atum (R$ 37,81) e o de salmão (R$ 35,81), ambos com equilíbrio impecável. Mas foi nos djos que o Noru me ganhou por completo. O Noru Djo (R$ 34,81 – acima) – com salmão, gema de codorna selada, salsa trufada e sal Maldon – é puro luxo em forma de bocado. Já o Djo Tuna Takô (R$ 44,81), com atum e polvo caramelizado no missô, tem um sabor profundo e viciante. Até o Chuka Kurage (R$ 79,81), feito com água-viva, surpreende pela leveza e textura única. Para quem gosta de frituras leves e crocantes, o aguemono é um capítulo à parte. O Hot Noru (R$ 57,81), com camarão, salmão e cebolinha, chega dourado e perfumado, enquanto o Hot Roll Salmão (R$ 48,81) traz a clássica combinação de panko crocante, kewpie e molho tarê. Já o Yasaiten (R$ 79,81), tempurá de legumes e cogumelos, é um mimo para os vegetarianos – e para quem ama o sabor limpo dos vegetais frescos. E, claro, nenhum roteiro japonês estaria completo sem o temaki. No Noru, ele é generoso e chega em versões irresistíveis, como o Salmon Belly (R$ 27,81), feito com barriga de salmão, limão-siciliano e flor de sal, e o Ebiten (R$ 39,81), com camarão empanado e pimenta da casa. O Batayaki (R$ 30,81), com shimeji salteado na manteiga e molho cítrico, é uma escolha certeira para quem prefere um toque vegetal. Sair do Noru depois dessa degustação é como voltar de uma viagem sensorial – o tipo de experiência que faz a gente entender por que o sushi virou símbolo universal de delicadeza e prazer. No Dia do Sushi, ou em qualquer outro dia, é lá que você vai querer estar: saboreando o Japão com um leve sotaque de Brasília. Noru Sushi WhatsApp: 61 99554 0336 Endereço: CLNW 10/11, Bloco B – Lojas 2 e 3 – Cond. Stylo – Noroeste Horário de funcionamento da casa: Segunda, das 18h às 23h. De terça a sábado, das 12h às 23h30. Domingo, das 12h às 23h Instagram: https://www.instagram.com/norusushi

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BSB respira sofisticação no Luxo de Festa

Três dias de palestras, inspirações e conexões reunindo grandes nomes como Gloria Kalil e Martha Medeiros em uma imersão no futuro das celebrações. Nos dias 3, 4 e 5 de novembro, Brasília será o ponto de encontro dos principais nomes do universo das celebrações. Em sua segunda edição, o Luxo de Festa – Congresso Nacional de Festas & Eventos transforma o Unique Palace em uma imersão criativa no mundo da elegância, da personalização e da arte de celebrar. Com mais de 20 palestrantes, o congresso reúne referências que ditam tendências e inspiram o setor: Gloria Kalil, Martha Medeiros, Vic Meirelles, Nelson Pantano (The King Cake), Chrys Ayrosa, entre outros. Em comum, a busca por um novo significado para o luxo — menos sobre ostentação, mais sobre emoção. Idealizado e realizado pelo cerimonialista Cesar Serra, o evento nasceu do sucesso da edição de Gramado (RS) e chega à capital com o propósito de fortalecer toda a cadeia produtiva do setor. “O Luxo de Festa é um congresso B2B que promove conhecimento, conexões e oportunidades de negócios, mas também evidencia a força do Distrito Federal como polo de eventos”, destaca Cesar. Sofisticação, propósito e muito mais Durante três dias, profissionais de todo o país vão mergulhar em um ambiente de inspiração, aprendizado e networking. Além das palestras, uma feira de negócios apresenta espaços, produtos e serviços para o mercado de eventos e destination weddings – setor que movimenta bilhões e transforma o Brasil em cenário dos sonhos para casamentos memoráveis. Só no Distrito Federal, foram realizados mais de 17.500 casamentos em 2025, movimentando um mercado que deve ultrapassar R$ 32 bilhões no país neste ano. Por trás desses números, uma nova filosofia se impõe: o quiet luxury – tendência que exalta a elegância silenciosa, a excelência nos detalhes e o valor de experiências verdadeiramente humanas. O evento propõe uma reflexão sobre essa transformação: o luxo contemporâneo não está no brilho que se mostra, mas no sentimento que se compartilha. É sobre criar memórias, celebrar vínculos e transformar momentos em obras de arte efêmeras – feitas de afeto, estética e significado. Entre os destaques do congresso, a exposição “Mãos de Martha” promete emocionar o público. Criada por Martha Medeiros, estilista que levou a renda brasileira ao patamar do luxo internacional, a mostra celebra a arte, a fé e a força das mulheres que bordam histórias com as próprias mãos. Serão dez peças icônicas, nascidas do trabalho coletivo de rendeiras do Brasil profundo, revelando o processo criativo que transforma a tradição em expressão contemporânea. “Mãos de Martha” é uma ode à delicadeza e ao poder transformador do fazer artesanal – um lembrete de que o verdadeiro luxo habita a alma. Além de Gloria Kalil e Martha Medeiros, o Luxo de Festa contará com Roberto Cohen, Manoela Cesar, Milena Salvador, Patricia Vaks, Bruna Veronezi, os chefs Wanderson Medeiros e Carol Borges, e profissionais consagrados como Lucas Wedd, Plínio Ricardo, Sabrina Vasconcelos, Paula Viana e Eilá Nigri. Juntos, eles representam o que há de mais criativo e inovador no mercado de festas – um setor que, mais do que produzir eventos, cria experiências capazes de tocar o coração.   Para os festeiros luxuosos! 2ª edição do Luxo de Festa – Congresso Nacional de Festas & Eventos / Unique Palace (St. de Clubes Esportivos Sul Trecho 2, Cj 42) / 3 a 5 de novembro / Programação Site Oficial / Infos (61) 98403-8283 / Siga @luxodefestaoficial Fotos: Fidel Fernando – Unsplash (capa) & Divulgação

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Martinho da Vila no Festival Estilo Brasil

O show acontece em 31 de outubro e estão disponíveis os últimos ingressos.   O sorriso largo, o gingado inconfundível e a leveza que só ele tem — é assim que Martinho da Vila chega ao Festival Estilo Brasil para uma apresentação em 31 de outubro, no Centro de Convenções Ulysses. Com últimos ingressos à venda, o show A Voz do Coração promete uma noite de pura harmonia e emoção. Muito mais que revisitar clássicos, Martinho celebra a vida com a sabedoria musical que o consagrou como ícone do samba. No repertório, o público pode esperar sucessos eternizados na memória afetiva do brasileiro, como Canta, Canta Minha Gente, Disritmia, Devagar, Devagarinho e Mulheres — além de faixas que reafirmam a poesia e o charme inconfundível do artista. No palco, Martinho estará acompanhado por Gabriel de Aquino (violão), Alaan Monteiro (cavaco), João Rafael (baixo), Gabriel Policarpo e Bernardo Aguiar (percussão), e terá ainda o brilho das filhas Analimar e Alegria nos vocais, tornando o show um encontro afetuoso entre gerações. Os ingressos seguem disponíveis no site da Bilheteria Digital a partir de R$79,90, com parcelamento em até 6 vezes sem juros para clientes dos cartões BB Visa. Vale lembrar ainda que o Festival Estilo Brasil tem o oferecimento do Banco do Brasil Estilo e patrocínio dos cartões BB Visa, Banco do Brasil e Governo Federal. A realização é do Metrópoles e a produção da Oh! Artes. Se liga na Programação: Martinho da Vila  – 31 de outubro Tim Bernardes – 8 de novembro Paralamas do Sucesso & Dado Villa Lobos – Turnê: Celebrando 40 anos de Clássicos – 21 de novembro Caetano Veloso – 11 de dezembro Vamos curtir um som! Festival Estilo Brasil / Centro de Convenções Ulysses / 31 de outubro até 11 de dezembro – 21h30 / A partir de r$ 79,90 – Bilheteria Digital Foto: Divulgação  

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FeijoARQ do Metropolitano agita a capital

1ª edição da FeijoARQ do Metropolitano estreia em Brasília com sucesso, reunindo mais de 100 profissionais de arquitetura e decoração em torno de uma feijoada assinada pelo chef Marcelo Petrarca. O Metropolitano, maior programa de relacionamento e benefícios voltado a arquitetos, designers e decoradores do país, realizou em Brasília a 1ª edição da FeijoARQ, evento que celebrou conexões, parcerias e reconhecimento entre profissionais do setor e marcas parceiras. Realizada no último dia 30 de outubro, a FeijoARQ reuniu cerca de 50 empresas ligadas ao segmento de arquitetura e mais de 70 profissionais de destaque da capital. O encontro teve como cenário o restaurante Lago, do premiado chef Marcelo Petrarca, que assinou a feijoada completa servida durante a tarde. A trilha sonora ficou por conta da cantora Juliana Muller, que embalou o público em um clima de descontração e celebração.Com edições anteriores realizadas em cidades como Uberlândia, Uberaba, Belo Horizonte, Patos de Minas, Cuiabá, Alta Floresta, São José do Rio Preto, Palmas e Fortaleza, a chegada da FeijoARQ a Brasília consolida o evento como parte do calendário anual do Metropolitano. A edição brasiliense foi organizada pela publicitária e empreendedora Cláudia Nasser, que acaba de assumir a direção do grupo no Distrito Federal. Segundo ela, o evento marca uma nova fase para o programa na região, “Nosso objetivo é fortalecer o relacionamento entre profissionais do ARQDECOR local e as empresas parceiras, promovendo experiências que vão além dos negócios — celebrando a criatividade, o networking e a amizade”, destacou. Com boa gastronomia, música e integração, a FeijoARQ Brasília reafirmou o propósito do Metropolitano de valorizar e aproximar os protagonistas do universo da arquitetura e decoração em todo o país. Confira mais alguns cliques feitos por este colunista/fotógrafo de quem marcou presença: Fotos: Gilberto Evangelista

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CASA T. by Janaina Ortiga lança “Olhares de Inhotim”

A collab entre moda e propósito ganha nova coleção inspirada no maior museu a céu aberto do mundo.   A parceria entre a Tecnótica e Janaina Ortiga, que já virou tradição no calendário fashion de Brasília, chega a um novo capítulo. Agora sob o selo CASA T., linha autoral da ótica multimarcas, a collab apresenta sua quarta coleção — e primeira com esse novo nome: “Olhares de Inhotim”. O lançamento acontece neste sábado, 1º de novembro, das 10h30, às 16h, na loja da Tecnótica 304 Sul, em um evento aberto a convidados, com day drinks e aquele clima leve que combina arte, design e boas conversas. Mais do que uma coleção, “Olhares de Inhotim” é um manifesto sobre enxergar com sensibilidade. Inspirada no Cerrado e na exuberância verde do maior museu de arte contemporânea a céu aberto do mundo, a linha apresenta quatro modelos exclusivos: Carapiá, Varejão, Burden e Oiticica — todos em edição limitada. E o melhor: a cada peça vendida, um par de óculos é doado, junto com consulta oftalmológica, para pessoas em situação de vulnerabilidade. “Queremos transformar o momento da escolha dos óculos em um gesto de conexão — entre quem vê beleza no design e quem passa a ver o mundo com mais solidariedade”, afirma Marcia Barros, sócia-diretora do Grupo Tecnótica. Arte, Cerrado e Solidarieda Criada por Janaina Ortiga, a coleção faz um passeio poético por obras icônicas que inspiraram o olhar criativo da designer. Carapiá, por exemplo, nasceu da obra Apenas Depois da Chuva, de Rebeca Carapiá, e traduz a leveza do recomeço, com curvas orgânicas e tons terrosos. Varejão bebe da força e da delicadeza das fissuras da artista Adriana Varejão, transformando contraste em poesia. Burden, inspirado em Beam Drop de Chris Burden, chega com volumes marcantes e atitude. E Oiticica, referência direta à Invenção da Cor de Hélio Oiticica, celebra liberdade, luz e cor em movimento. “Inhotim é esse lugar de encontro entre o sensível e o concreto — e quisemos levar isso para o design, com formas que traduzem emoção”, explica Janaina Ortiga. Para ela, a collab é mais que uma parceria de moda: “são mais de 15 anos ao lado da Tecnótica, alinhando propósito, estética e impacto real”, completa. Vale destacar ainda que a campanha tem direção de arte e styling de Marta Duque, fotos de Weber Pádua , beleza de Fabiano Vieira e assistência de Julia Bellezzia. Com essa equipe, a coleção ganha uma identidade visual à altura do conceito: natural, artística e com o DNA do Cerrado pulsando em cada imagem. A trajetória dessa parceria começou em 2022, na celebração dos 50 anos da Tecnótica, com a coleção Um convite a enxergar o próximo. Desde então, a união entre moda e solidariedade resultou em mais de 300 pares de óculos doados, acompanhados de consultas e lentes para instituições como Anjos do Amanhã, Igreja Presbiteriana do Manancial e CEF Nova Betânia, no Núcleo Rural de São Sebastião.

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Desafio Santo Graal de natação em águas abertas

Há lugares que guardam histórias. Outros, energia. E há aqueles que revelam caminhos — mesmo quando não os buscamos. Foi assim que surgiu o Desafio Santo Graal, prova inédita de natação em águas abertas que desembarca em Brasília no dia 16 de novembro, no Centro de Convenções Israel Pinheiro, convidando atletas a uma travessia que ultrapassa o esporte. O desafio nasceu de forma inusitada: durante um treino de 10 km no Lago Paranoá, os alunos do atleta e treinador Tiago Sato, idealizador da Jacanoá – Natação em águas Abertas, perceberam que o trajeto formava a imagem de um cálice— referência ao Santo Graal. A coincidência inspirou a criação da prova. “O desafio do Santo Graal é uma oportunidade de oferecer às pessoas que nadam em águas abertas, um percurso novo em uma das áreas lacustres mais antigas do lago Paranoá, onde se situa uma congregação carregada de história e beleza. Que por coincidência, o trajeto tem a forma de um cálice, dando assim o nome do evento. Fora isso, parte do percurso se passa por onde o acesso mais fácil é pela água”, explica Tiago Sato, organizador do evento. O percurso passa por uma área pouco conhecida pelos brasilienses, cercada de história, religiosidade e uma atmosfera de contemplação. A proposta da prova é proporcionar aos atletas uma vivência única — um mergulho simbólico nas chamadas “águas sagradas” do Paranoá. As inscrições são limitadas e podem ser feitas no no site www.jacanoa.com.br. Só para os fortes! Desafio Santo Graal / Largada no Centro de Convenções Israel Pinheiro / 16 de novembro – 07h / Inscrições aqui / Informações (61) 981738221 Foto: Divulgação

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Não perca a exposição Entre-lugar: Trajetórias

Mostra no Museu Vivo da Memória Candanga une arte, história e afeto ao retratar, por meio das obras de Célia Matsunaga e Nilce Eiko Hanashiro, as heranças visuais e humanas da imigração japonesa no Brasil.   A partir do dia 1º de novembro, o Museu Vivo da Memória Candanga abre as portas para um mergulho nas lembranças que ajudaram a erguer Brasília — e o país. A mostra “Entre-Lugar: Trajetórias”, com curadoria de Gladstone Menezes, reúne fotografias, objetos e instalações que revisitam a presença e a contribuição de famílias japonesas na formação da capital, por meio do olhar sensível das artistas Célia Matsunaga e Nilce Eiko Hanashiro. A exposição pode ser visitada até 20 de dezembro, de segunda a sábado, das 9h às 17h, com entrada gratuita e recursos de audiodescrição e material em braile. O projeto tem patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do DF (FAC-DF). Mais que um registro histórico, “Entre-Lugar: Trajetórias” é uma conversa entre o passado e o presente — entre o Japão e Brasília. As imagens, extraídas de álbuns de família das pioneiras Hanashiro e Matsunaga, formam uma narrativa de pertencimento e resistência, onde cada foto carrega fragmentos de memória, fé e identidade. “Entre-Lugar: Trajetórias propõe compartilhar lembranças que reafirmam a memória como uma das mais valiosas ferramentas de transformação e construção do futuro”, resume o curador Gladstone Menezes. As trajetórias das duas famílias caminharam em paralelo até o encontro de Nilce Eiko e Célia Matsunaga, nos anos 1990. A partir desse ponto, suas linguagens se entrelaçam em obras que falam de ancestralidade e da busca pelo que está além do visível. Em Nilce Eiko Hanashiro, a memória é chama, rito e performance. A instalação “Noivos” (1994) resgata fotografias de casamentos arranjados, revelando nas expressões e trajes dos retratados as tensões entre tradição e desejo. Já a videoinstalação “3×4”, ainda em processo, reúne cem retratos acompanhados por canções e provérbios de Okinawa gravados por Yoshiko Hanashiro — um autorretrato coletivo que celebra a diversidade de identidades nipo-brasileiras. Em “Leques” (2000), Nilce inverte o símbolo da delicadeza ao incendiá-lo, transformando o gesto em um manifesto poético sobre liberdade e gênero. Já Célia Matsunaga constrói sua poética no espaço entre a forma e o silêncio. Em suas obras, o que não se vê sustenta o que se revela — dobras, recortes e pausas que convidam o olhar à contemplação. No livro-objeto “Véu de Noiva” (2012), o papel vegetal vira cascata translúcida em mutação constante; em “Amazônia” (2017), as imagens monocromáticas recortadas sugerem a fragilidade da paisagem; em “Re-encontrar” (2012), parceria com Daniel Mira, a tipografia ilegível dialoga com traços orgânicos; e em “A Casa” (2025), páginas suspensas como bandeirolas evocam as primeiras moradias da capital, convertendo lembranças em experiência sensorial. A mostra também lança luz sobre a própria história das famílias. A saga dos Hanashiro, oriundos de Okinawa, e dos Matsunaga, de Tóquio, percorre o interior paulista até o nascimento de Brasília, onde ambos se fixaram nos anos 1950. Foram candangos, pioneiros e empreendedores — ajudaram a erguer a cidade e, com ela, suas próprias raízes. Nilce, filha caçula dos Hanashiro, costumava dizer com orgulho que era “candanga e descendente de japoneses pioneiros”. “Realizar essa exposição no Museu da Memória Candanga carrega um caráter de resgate. A memória de Brasília está se deteriorando — e lembrar é também reconstruir”, reflete Gladstone Menezes. Com imagens, objetos e gestos que atravessam gerações, “Entre-Lugar: Trajetórias” transforma o espaço expositivo em território de reencontros. É arte que narra histórias, mas também as devolve ao tempo — com a delicadeza de quem sabe que o passado, quando tocado com cuidado, ainda pulsa no presente.   Partiu expo! Entre-Lugar: Trajetórias de Célia Matsunaga e Nilce Eiko Hanashiro / Museu Vivo da Memória Candanga, Núcleo Bandeirante, Brasília-DF / 01 novembro a 20 dezembro 2025 – segunda a sábado, das 9h às 17h / Entrada franca / Livre Fotos: Divulgação

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