Uma ponte, um lago, bons drinks!

Chard, Gran Bier, Izzi Wine Garden, Mormaii, Sallva e Soho apresentam algumas opções refrescantes dos cardápios que encantam a todos no Pontão do Lago Sul. Verão pede gelo no copo, conversa boa e um cenário que ajude a desacelerar. Pensando nisso, a Coluna #PERAMBULANDO lembrou que, em Brasília, poucos lugares entregam tudo isso de uma vez como o Pontão do Lago Sul, onde o Lago Paranoá vira quase ingrediente extra da experiência. Então, que tal aproveitar a estação mais quente do ano, em seis casas do complexo que apostam em drinks autorais e refrescantes? Vamos começar pelo Chard, onde a pedida ideal é o Amalfi Spritz (R$ 43), uma combinação elegante de espumante Brut, licor Villa Massa, limoncello com avelã e soda de capim-limão, daqueles que começam suaves e terminam marcantes. Já o Gran Bier vai direto no espírito tropical com a Pinã Colada (R$ 19,90), preparada com rum, suco de abacaxi, leite condensado e leite de coco — refrescante, cremosa e sem rodeios. No Izzi Wine Garden, o drink escolhido atende pelo nome de Crimson Dawn (R$ 42), misturando tequila Jose Cuervo, redução de hibisco e sumo de limão, em uma proposta equilibrada entre acidez e frescor. O clima de praia do Mormaii ganha forma no Ohana (R$ 39,90), que leva gin Gordon’s, morango, uva, limão, hortelã, xarope de cranberry e água tônica — leve, aromático e com cara de fim de tarde à beira d’água. No Sallva, o destaque é o Tarsila (R$ 40), criado pela mixologista Ana Negra em homenagem à artista Tarsila do Amaral. A receita une cachaça premium, hortelã, xarope de cajuzinho do cerrado, limão e goiabada, trazendo brasilidade e identidade ao copo. Para fechar o circuito de drinks do Pontão, o Soho aposta na sua já clássica Sakeroska (R$ 32), versão da caipirinha feita com saquê no lugar da cachaça ou da vodka. Leve, aromática e cítrica, combina frutas frescas maceradas, açúcar e saquê bem gelado. No fim das contas, o verão no Pontão é isso: bons encontros, vista privilegiada e drinks que ajudam a transformar qualquer tarde comum em um pequeno ritual de celebração. Fotos: Divulgação

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Qual é o melhor Burger do país?

Festival elabora ranking com melhores sanduíches do país e a capital federal garante seu espaço nesse pódio. Onde está o melhor hambúrguer do Brasil? E de Brasília? A Coluna #PERAMBULANDO foi atrás das respostas, e elas vêm direto do ranking oficial do Burger Fest, um dos maiores e mais respeitados festivais do gênero no país. Depois de rodar seis capitais brasileiras, provar mais de cem receitas e reunir um time afiado de especialistas e curadores, o festival revelou sua aguardada lista anual com os 50 melhores hambúrgueres do Brasil. Na edição de número 20, quem levou a melhor foi São Paulo, coroada oficialmente como a capital nacional do hambúrguer. O grande campeão do ranking é o BBC Burger (foto abaixo), mas o domínio paulistano vai além: a cidade emplacou 23 endereços entre os 50 mais desejados do país, inclusive o terceiro lugar com o Sinyal. A medalha de prata foi para Belo Horizonte, que havia vencido a edição anterior e agora garante esse disputado segundo lugar com o Nimbus, prova de que a cena mineira segue fortíssima. Mas o Burger Fest não se resume apenas ao pódio. O ranking deste ano também trouxe categorias paralelas que ajudam a entender o fenômeno para além do sanduíche em si. Em Batata, por exemplo, o primeiro lugar foi alcançado pelo (mineiro) Foraster Burger; o segundo lugar ficou empatado entre Happens Deli (paulista) e (carioca) Porco Amigo, enquanto o (paulista) Thi.s Burger garantiu a terceira posição. Outro ponto interessante desta edição é a diversidade geográfica do ranking. Como o leitor já deve ter percebido, casas de Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba, Campo Grande e Brasília aparecem com força na lista, mostrando que a cultura do hambúrguer artesanal está cada vez mais espalhada – e amadurecida – pelo país. E por falar em Brasília… A capital federal também marcou presença entre os 50 melhores hambúrgueres do Brasil, segundo o Burger Fest. Nesta edição, Brasília emplacou cinco casas nesta categoria: 17º – Superquadra Bar (foto de capa); 34º – Benedito; 40º – Rusticano; 46º – O Fi de Vó; e 47º – Chincho Gordo. Esses endereços ajudam a provar que a cidade tem, sim, identidade própria quando o assunto é hambúrguer, transitando com personalidade da chapa à brasa, do clássico ao autoral. Embora este colunista se satisfaz e se encha de orgulho pelas hamburguerias eleitas pelo DF, o Madre Teresa Deli (foto abaixo) ficar de fora é uma grande injustiça. Quer saber por que sustento essa opinião? Clique aqui e descubra! Nos bastidores, o festival segue apoiado por marcas que dialogam diretamente com esse universo. A Heinz, ketchup número 1 do mundo e apresentadora do evento, apostou na ativação Revelação Heinz, convidando o público a usar óculos especiais para descobrir mensagens escondidas nos molhos e trocar por brindes físicos e digitais, elevando a experiência muito além do prato. Já a McCain, batata oficial do Burger Fest pelo oitavo ano consecutivo, destacou a tecnologia SureCrisp, com foco na linha SureCrisp Max, desenvolvida para manter a crocância por até 45 minutos após a fritura, um detalhe que faz toda a diferença, especialmente no delivery. “Para essa edição, a curadoria selecionou casas e chefs que sempre estiveram presentes no evento e que continuam performando com inovação, qualidade e talento”, resume Claudio Baran, criador do Burger Fest, ao comentar mais um ano do ranking que mistura curadoria especializada e voto popular. Os números ajudam a dimensionar o impacto do festival: em 14 anos, o Burger Fest já movimentou cerca de R$ 7 milhões diretamente no mercado, ultrapassou a marca de 2 milhões de hambúrgueres consumidos, envolveu aproximadamente 3 mil estabelecimentos em todo o Brasil e gerou cerca de R$ 150 milhões em vendas. A criação e organização são da Agência KRP, responsável também por projetos como Brunch Weekend, Sanduweek, Food Delivery Series, Semana do Hambúrguer e o Guia de Bares Brahma/Ambev. Fotos: Reprodução Instagram

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Quem gosta de saquê, levanta a mão!

Noru Sushi aposta em carta especial, festival de degustação e drinks criativos para celebrar o universo dessa bebida enigmática e surpreendente. Quando se fala em gastronomia japonesa, muita gente pensa imediatamente em sushis e sashimis. Mas hoje, a Coluna #PERAMBULANDO chega para lembrar a todos que, no Noru Sushi (lá no Noroeste), a experiência vai muito além do prato: o restaurante transformou o saquê no grande astro da casa, com uma carta cuidadosa e cheia de personalidade. Conhecido no Japão como nihonshu – literalmente “álcool japonês” – o saquê carrega mais de dois milênios de história. Feito basicamente de arroz polido, água pura, leveduras e do famoso fungo koji, ele é resultado de um processo artesanal delicado, quase ritualístico. Aliás, um detalhe curioso: a qualidade da água utilizada na produção é tão importante quanto o tipo de arroz. Não por acaso, muitas fábricas de saquê no Japão ficam próximas a fontes naturais consideradas sagradas. Com teor alcoólico que varia entre 13% e 16%, a bebida é versátil e cheia de nuances. Pode ser servida gelada, em temperatura ambiente ou até aquecida, escolha que muda completamente a percepção de aromas e sabores, a preferida deste colunista, por se revelar em uma verdadeira viagem sensorial para ser apreciada sem pressa. No Noru, essa tradição ganha ares contemporâneos. O cliente pode optar pela dose ou pela garrafa e explorar rótulos cuidadosamente selecionados, como o conceituado Houou Suishin Junmai Daiginjo, o Hakushika Junmai Yodan Jikomi, entre outros destaques da carta. Os valores das doses variam de R$ 34,81 a R$ 59,81, enquanto as garrafas vão de R$ 169,81 até R$ 6.000,81, contemplando desde opções acessíveis até verdadeiras joias da enologia japonesa. Para quem gosta de experimentar sem compromisso, a casa oferece ainda o Festival de Saquês. Por R$ 129,81 por pessoa, é possível degustar cinco rótulos especiais: Hakushika Kura Pack, Hakushika Josen Honjozo tradicional, Hakushika Yamadanishiki Honjozo, Hakushika Tokusen Yamadanishiki Junmai e Ozeki Nigori. Um convite perfeito para descobrir novos aromas, texturas e estilos. E engana-se quem pensa que o saquê só brilha puro. No balcão do bar, ele vira estrela de drinks autorais cheios de criatividade. Entre os mais pedidos estão o Noru (R$ 37,81), com saquê, vinho branco, syrup de toranja, limão e tônica pink lemonade; o irreverente Yakuza (R$ 42,81), que mistura lichia, Cointreau e um toque de flor de sal; e o surpreendente Moscow Izu (R$ 38,81), releitura do clássico Moscow Mule com espuma de wasabi. A carta ainda traz o delicado Akari (R$ 34,81), com gin, saquê e limão siciliano; o exótico Yoru Yuzu (R$ 42,81), que leva purê de yuzu; além do shot exclusivo Kenji (R$ 19,81), combinação inusitada de saquê, cranberry e gotas de teriyaki. Para os fãs de brasilidade com toque oriental, as Caipisaquês aparecem em sabores como caju, kiwi, lichia, limão, limão siciliano, melancia, morango e seriguela, com preços entre R$ 32,81 e R$ 34,81. Assim, o Noru Sushi prova que o saquê é muito mais do que um simples acompanhamento: é cultura, tradição e criatividade engarrafadas. Para quem aprecia a gastronomia oriental, ou simplesmente gosta de brindar a vida com algo diferente, o endereço se tornou parada obrigatória em Brasília.   Tim-tim oriental! Festival de Saquês do Noru Sushi / CLNW 10-11, Bloco B – Lojas 2 e 3 – Cond. Stylo – Noroeste / segundas – 18h às 23h; terça a sábado – 12h às 23h30; domingo – 12h às 23h / Reservas e informações (61) 99554 0336 / Siga @norusushi Fotos: Divulgação

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Arroz, afeto e tradição no coração de Brasília

Com menu criativo e harmonizações cuidadosas, Festival de Risoto do Lucca segue até o fim de fevereiro no complexo Brasil 21. Vem ver essa dica deliciosa da Coluna #PERAMBULANDO!   Poucos pratos traduzem tão bem a alma da gastronomia italiana quanto o risoto. Cremoso, reconfortante e versátil, ele atravessou séculos como símbolo de tradição, técnica e afeto à mesa. E foi justamente essa paixão pelo arroz arbóreo que conquistou o público brasiliense e levou o Lucca Restaurante, no complexo Brasil 21, a tomar uma decisão certeira: prorrogar seu elogiado Festival de Risoto até o fim de fevereiro. O evento, que inicialmente aconteceria apenas nos meses de novembro e dezembro, segue agora firme e forte às sextas e sábados, sempre no jantar. A proposta continua irresistível: degustação de cinco receitas especiais por R$ 90, uma verdadeira viagem pelos sabores do norte da Itália sem sair da capital federal. “Estender o festival é a nossa forma de agradecer aos nossos clientes e continuar celebrando a culinária italiana”, comenta o chef Miguel Ojeda, responsável por comandar as panelas e manter o padrão que já virou marca registrada da casa. O cardápio do festival foi pensado para agradar tanto os puristas quanto os amantes de versões mais criativas do prato. Entre as estrelas do menu estão o leve e colorido Risoto Mediterraneo, com abobrinhas e berinjelas salteadas; o delicado Risoto de Aspargos; o marcante Risoto Veneto, preparado com funghi seco hidratado em vinho tinto; o encorpado Risoto al Ragù di Manzo, feito com ragu de ossobuco; e o sofisticado Risoto di Gamberetti, que leva camarões salteados no vinho branco, molho de tomate e finalização com pesto. Para completar a experiência, a harmonização também recebe atenção especial. A carta de vinhos, elaborada pelo sommelier Gabriel Cunha Campos, reúne rótulos selecionados com predominância de importações da Del Maipo, além de opções em meia garrafa e vinhos servidos em taça, ou seja, um convite para brindar cada garfada. Para quem ama a culinária italiana Festival de Risoto / Lucca Restaurante, Brasil 21 Suítes – SHS, Quadra 6, Conjunto A, Bloco F, 1º andar / Buffet de segunda a sexta, das 12h às 15h – À la carte de segunda a sábado, das 19h às 23h / Cortesia: três horas de estacionamento grátis / Mais informações (61) 9 9257-3968 – @lucca_restaurante Fotos: Reprodução/Instagram

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Panela Candanga edição de Natal

De 19 a 21 de dezembro, a Praça Central do Casapark recebe a Feira Panela Candanga – Especial de Natal, reunindo sabores, produtos artesanais e criações afetivas feitas por produtores locais. O evento, com acesso livre e gratuito, acontece na sexta-feira das 12h às 22h, no sábado das 10h às 22h e no domingo das 12h às 20h. Em um ambiente acolhedor, a feira apresenta opções que se transformam em presentes cheios de afeto e tornam a ceia de fim de ano ainda mais especial, em uma experiência que une gastronomia, cultura e poesia. O evento conta com apoio institucional do Sebrae no DF. Participam desta edição os expositores Apiários dos Sonhos, Bão Demais, Casa do Cuki, Casa Menon, ChefBrico, Chimichurri Costumes Argentinas, Cruls Cervejaria, Cucina e Sapore, Empório Mathias, Fine N’ Rolls, Gaúcha Prendada, Goyás Defumados, Grossbräu Cervejaria, Ju Vaz Sweet Life, Piñon Torroneria, Q Suculentos Antepastos, Q.Jos Artesanais, RJM Bistrô, Saholi Chás Blends, Sarahs Bakery e Tudo Zero Confeitaria. A Panela Candanga reforça seu compromisso com a valorização da economia criativa e do fazer manual, promovendo o encontro entre quem produz com paixão e quem consome com consciência. A realização da feira segue contando com o importante apoio do Sebrae DF, parceiro essencial na valorização e no fortalecimento dos pequenos negócios e da gastronomia local. Jingle Bells Regional! Feira Panela Candanga – Especial de Natal / Praça Central do Casapark, SGCV Sul, 22, Park Sul – Brasília, DF / 19 a 21 de dezembro – sexta 12h às 22h – sábado 10h às 22h – domingo 12h às 20h / Grátis, só chegar / Siga @casapark e @feira.panelacandanga Fotos: Divulgação

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ia.ê promete novo capítulo na cena gastronômica

Convidados especiais, imprensa e influenciadores marcam presença no lançamento da primeira inteligência artificial gastronômica criada no DF. Brasília ganhou novos ares tecnológicos desde a última semana quando, em um encontro para convidados, foi apresentado oficialmente o aplicativo ia.ê, que funciona como uma inteligência artificial e totalmente criada no Distrito Federal. A promessa, facilitar e muito a vida de quem ama comer bem e circular pelos melhores endereços da cidade. A ideia é simples e ousada: transformar o WhatsApp em um guia gastronômico personalizado, rápido e direto ao ponto. No evento, foi anunciado o número do ia.ê: 61 9829-5051. O evento, que aconteceu no charmoso Doce Lu Café com Flores, da Vila Planalto, foi uma delícia. Além das delícias do local, os convidados puderam brindar a novidade com taças de vinhos e espumantes da Vinhos S.A., chope da Cervejaria Quatro Poderes que armonizaram perfeitamente com o prato principal da noite feito pelo Bendito Carreteiro. A ocasião movimentou o público ligado à gastronomia, comunicação e tecnologia, celebrou o trabalho dos três idealizadores da ferramenta: Rodrigo Carvalho, Brayan Costa e Iago Richelle (foto de capa). O trio, formado por talentos brasilienses, apostou na combinação entre criatividade, tecnologia e conhecimento do público local para criar um verdadeiro “amigo virtual do rolê”, como muitos convidados já se referiam ao ia.ê durante a noite. Rodrigo Carvalho, sempre entusiasmado, destacou que o lançamento representa um passo importante para o Distrito Federal. “Brasília sempre teve uma cena gastronômica incrível. O ia.ê chega para conectar as pessoas aos lugares certos com uma velocidade e precisão que antes não existiam.” A plataforma, que passou por semanas de testes, chamou atenção pelos bastidores revelados no evento: trata-se de um sistema que aprende continuamente com cada conversa. “Criamos um modelo que evolui a cada interação. Ele se adapta ao comportamento do usuário e oferece recomendações cada vez mais assertivas”, explicou Brayan Costa, que acompanhou curioso a reação dos primeiros usuários convidados. Já Iago Richelle, responsável pela operação, celebrou a recepção calorosa do mercado gastronômico. “Os bares e restaurantes veem no ia.ê uma oportunidade real de atrair novos clientes. É uma forma inteligente de aproximar negócios e público.” Com o lançamento oficial, o ia.ê passa a estar disponível para todos os brasilienses que querem ganhar tempo e acertar na escolha – seja para uma confraternização de fim de ano, um drink despretensioso ou aquele jantar especial. O futuro das saídas em Brasília está inaugurado. E tem nome, endereço e personalidade: ia.ê.

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Sabores e Saberes: Comida de Terreiro

Fundação Palmares Lança o I Prêmio para celebrar a gastronomia de terreiro com participação de 45 terreiros e comunidades de matriz africana de todo o Brasil. A Fundação Cultural Palmares, vinculada ao Ministério da Cultura, em parceria com o Ministério da Igualdade Racial, realiza no dia 17 de dezembro, na Casa Niemeyer, no ParkWay, em Brasília, o I Prêmio “Sabores e Saberes: Comida de Terreiro”. Um evento inédito que tem como objetivo dar visibilidade e fortalecer a gastronomia de terreiro, promovendo o reconhecimento das práticas culinárias afro-brasileiras e suas profundas raízes culturais e espirituais. O evento celebra a riqueza da culinária afro-brasileira, com a participação de 45 terreiros de comunidades tradicionais de matriz africana oriundas de todas as regiões do Brasil. As entidades foram selecionadas por meio de um edital público executado pela Fundação Palmares, em parceria com o Ministério da Igualdade Racial (MIR) e além do prêmio de 13 mil reais para cada uma, as comunidades, também, receberam kits de cozinha industrial contendo nove itens, tais como: freezer, fogão, bancada de inox, processador, exaustor, e forno micro-ondas, entre outros. Equipamentos que facilitarão o trabalho das lideranças religiosas das comunidades na confecção dos alimentos. “Esses kits são uma ferramenta valiosa para a continuidade do trabalho dessas comunidades, permitindo que a culinária de terreiro seja praticada de maneira mais eficiente e moderna, sem perder suas raízes culturais”, afirma Cida Santos, coordenadora de projetos da Fundação Palmares. Além do reconhecimento, o prêmio promove, ainda, a geração de empregos e renda, fortalecendo a economia criativa e valorizando a gastronomia afro-brasileira. “O prêmio não é apenas uma celebração culinária, mas também uma maneira de documentar e divulgar as histórias e receitas dessas comunidades, dando visibilidade nacional e internacional a essa rica tradição”, complementa Cida. A gastronomia de terreiro, mais do que uma prática culinária, é um elemento cultural e de resistência religiosa. “Cada prato tem um significado profundo e uma conexão com os orixás, sendo considerada uma refeição tanto para o corpo quanto para a alma”, explica João Jorge Rodrigues, Presidente da Fundação Cultural Palmares, que faz questão de destacar que o prêmio reflete o compromisso da Fundação com a preservação e a valorização do patrimônio cultural afro-brasileiro. Para Fernanda Thomaz, diretora do Departamento de Proteção ao Patrimônio Afro-brasileiro da Fundação Cultural Palmares, esse prêmio reflete a importância que a Fundação tem com as políticas públicas voltadas para as comunidades de terreiro. “Ele reforça o quanto a Fundação está olhando para projetos futuros, abrindo um diálogo com as comunidades de terreiro e matriz africana, e colocando essa gastronomia no patamar que ela merece. Uma culinária, que representa uma herança e a resistência da cultura afro-brasileira”, explica Fernanda. A gastronomia de terreiro como patrimônio cultural O I Prêmio “Sabores e Saberes: Comida de Terreiro” se fundamenta em três eixos principais: a defesa do patrimônio cultural, a economia e a segurança alimentar. A culinária afro-brasileira é um dos maiores legados da cultura afro-brasileira e, com este prêmio, busca-se fortalecer ainda mais esse movimento, colocando-o em evidência. A diretora de Políticas Públicas para os Povos de Matriz Africana e Povos de Terreiro do Ministério da Igualdade Racial (MIR), Luzineide Miranda Borges, destaca a importância do prêmio como um ato de reconhecimento. “Como mulher oriunda desses territórios, vejo esse prêmio como uma forma de reconhecer a riqueza cultural, o trabalho cotidiano e a importância histórica dos povos de terreiro. Esses povos são responsáveis por preservar saberes ancestrais africanos no Brasil e, por meio dessa culinária, mantêm vivas práticas de cultivo, preparo e partilha de alimentos, que atravessam gerações e sustentam modos de vida diversos”, afirma Luzineide. Isabel Cristina Ribeiro Rosa, representante da Associação de Cultura e Tradições de Matriz Africana Ojinjé Ilê Alaketu Ijobá Bayó Àsé Nanã, de Navegantes (Santa Catarina), uma das entidades premiadas, se emociona ao falar desse reconhecimento e o quanto ele é importante. “Gosto de descrever a cozinha como o “coração da casa”, que alimenta toda uma comunidade e esse prêmio é a valorização da tradição ancestral dos povos de terreiro e de uma culinária que alimenta o sagrado e o profano”, diz Mãe Cristina, como é carinhosamente chamada em sua comunidade. O evento do dia 17 é aberto ao público e contará com a presença de convidados especiais, que poderão saborear as delícias preparadas por lideranças de terreiros vindos de todo o país, e também conhecer mais sobre a importância cultural e espiritual desta  gastronomia tão rica de sabores e significados. Sobre a Fundação Cultural Palmares A Fundação Cultural Palmares é uma fundação pública vinculada ao Ministério da Cultura, criada pela Lei nº 7.668, de 22 de agosto de 1988. É a primeira instituição da administração pública federal voltada especificamente à promoção, preservação e difusão da cultura afro-brasileira. Sua atuação abrange a proteção do patrimônio cultural de matriz africana, a certificação de comunidades quilombolas, o fomento a iniciativas culturais negras em todo o Brasil e a manutenção de acervos e centros de referência dedicados à memória e à história da população negra. Entidades Selecionadas Região Norte: Ile Ase Ayedun Casa de Culto Tradicional Yoruba – Manaus (AM) / Associação dos Filhos e Amigos do Ile Iya Omi Ase Ofa Kare (AFAIA) – Belém (PA) / Instituto Cultural Nagô Afro-Brasileiro (ICNAB) – Belém (PA) / Federação Espírita e Umbandista dos Cultos Afro-Brasileiros do Estado do Pará – Belém (PA) Região Nordeste: Ilé Axé Odé Layó – Assu (RN) / Associação dos Umbandistas de Bacabal – Bacabal (MA) / Associação Religiosa Centro Espírita Rainha do Mar – Parnamirim (RN) / Associação de Terreiros da Bahia – Salvador (BA) / Sociedade Beneficente Socioeducativa Recreativa e Religiosa Oba L’Okê – Lauro de Freitas (BA) / Terreiro Caboclo Quebra Barreiras e Cabocla Jurema – Juazeiro do Norte (CE) / Sociedade Ilê Asipa – Salvador (BA) / Associação dos Remanescentes dos Quilombolas da Comunidade de Barra II – Morro do Chapéu (BA) / Associação Cultural e Religiosa Yeyê Ipondá – Lauro de Freitas (BA) / Instituto Socioambiental Jucaral – São Luís (MA) Região Centro-Oeste: Centro Sócio Cultural de

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Três vinhos para as festas de fim de ano

Não demora muito tempo e todos nós estaremos brindando o Natal e o Ano Novo. E como o mundo dos vinhos tem espaço de destaque aqui na Coluna #PERAMBULANDO, este colunista decidiu trazer três dicas de rótulos que poderão lhe surpreender e ir além dos festejos e passar a fazer parte da sua adega o ano todo. Claro que cada um deles tem uma história especial para contar. 1. Merlisco Reserva Merlot: o chileno que passou por barril de pisco (e isso muda tudo) Se você é do time que gosta de vinhos que contam um segredo no nariz e outro na boca, o Merlisco Reserva (foto de capa) é daqueles que surpreendem logo no primeiro gole. Feito no Valle Central, no Chile, ele começa como um Merlot que você acha que já conhece, até descobrir que passa seis meses descansando em barris que antes foram usados para envelhecer pisco. E é justamente esse detalhe que confere ao vinho aromas de café torrado, chocolate, baunilha e até um toque de coco. No paladar, tudo é redondo, macio, agradável, daqueles tintos que conversam bem tanto com iniciantes quanto com quem já vive com o nariz dentro da taça. Inclusive, para saber dicas de harmonização, clique aqui e assista ao vídeo que fiz sobre o Merlisco. Spoiler: nele eu também revelo que você pode adquirir essa belezura e as outras duas que vem a seguir na WM Vinhos. 2. Tempranillo 65 anos de Brasília: o vinho que celebra a cidade e o Cerrado elevado A Vinícola Brasília (que fica bem ali na BR-251, KM 07 – PADF) bem que poderia ter escolhido qualquer rótulo para festejar os 65 anos de Brasília, mas decidiu mirar alto: um Tempranillo comemorativo, reunindo três safras, 2020, 2022 e a novíssima 2024. Fato curioso, a variedade que nasceu na Espanha, encontrou no Cerrado de Altitude um lar surpreendentemente bom, ganhando identidade própria. Por isso mesmo, o vinho chega com alma de comemoração e veste um rótulo inspirado em uma obra criada especialmente para a data pelo artista brasiliense Daniel Jacaré. É Brasília engarrafada em uma mistura de tradição e modernidade, arte e terroir, presente e futuro. Perfeito para acompanhar aqueles brindes cheios de “que venha um ano melhor”. 3. Amitié Viognier: medalha de ouro, caráter e delicadeza em edição limitada Tudo bem que a maior parte dos brasileiros preferem os tintos, mas Réveillon que se preze tem que ter uma boa garrafa de espumante, assim chega o Amitié Viognier, vencedor da Medalha de Ouro no Decanter Wine Awards 2023. Feito com uvas da Serra Gaúcha, colhidas e selecionadas manualmente, o vinho passa por breve maceração, prensagem suave e depois ganha quatro meses de carvalho francês, o que traz aquele toque amanteigado discreto e elegante. No nariz, aparecem notas frutadas de pêssego e tangerina, além de um delicado perfume de pétalas de rosas brancas. É aromático sem exagero, macio, cheio de personalidade, e o mais importante: limitado a 12 mil garrafas. Ou seja: bobeou, dançou! E aí, gostou da lista? Seja qual for sua escolha, o convite é o mesmo: brindar o fim de ano com o que há de melhor, ou seja, bons encontros, boas histórias e boas taças.   Fotos: Gilberto Evangelista (capa) / Reprodução Instagram

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Um espumante para chamar de seu…

Vinícola Brasília celebra o nascimento do BSB Rosé nas versões Brut e Nature, rótulos que traduzem a energia luminosa do Cerrado e a identidade local. A Vinícola Brasília se prepara para um marco histórico: o lançamento do primeiro espumante criado em Brasília, o BSB Rosé, nas versões Brut e Nature. A estreia oficial acontece em um brunch seleto e festivo no dia 13 de dezembro, das 10h às 13h, na própria vinícola, reunindo cerca de 60 convidados em uma celebração que antecipa o clima caloroso e vibrante do fim de ano. O novo espumante é um Rosé de Syrah, elaborado com uvas cultivadas pelas dez famílias que integram o projeto Vinícola Brasília, um trabalho coletivo que traduz a força da união e o potencial crescente da vitivinicultura no Distrito Federal. O rótulo chega em um momento simbólico, celebrando o fim de ano e convidando o público a brindar à construção de um território vitivinícola que ganha forma a cada safra. Os participantes terão acesso a duas degustações inéditas, marcando a apresentação pública do espumante, em uma atmosfera leve e festiva, com música ao vivo, serviço volante e a presença da equipe técnica da vinícola. Os produtores também estarão disponíveis para comentar o processo de elaboração, explicar o potencial do Cerrado e conduzir o público por uma imersão sensorial no universo das borbulhas brasilienses. Com tonalidade rosé luminosa, aromas frescos e acidez equilibrada, o espumante nasce para ser elegante, versátil e cheio de personalidade, perfeito para presentear no Natal, compor mesas solares de verão ou brindar a chegada do Ano Novo. A diferença entre as versões é simples: o Nature não possui dosagem de açúcar, enquanto o Brut leva uma dosagem mínima, que realça sua cremosidade. Para celebrar essa estreia, a Chef Nayhara Branquinho, um dos principais nomes da nova gastronomia brasiliense, assina um brunch volante seleto, inspirado na leveza e vivacidade do espumante. O menu traz combinações contemporâneas e afetivas, como mini frittata de tomates assados, panzanella morninha, bruschetta de ricota com pesto, mini kafta com pesto, camarão spicy e mini rosbife com creme de mostarda fermentada. Para adoçar, sugestões delicadas como blinis com mel, iogurte com granola e frutas vermelhas e o clássico mini brownie com creme de cacau. Produzido no PAD-DF, o BSB Rosé reforça a identidade local ao valorizar a expressão do Cerrado. Servido entre 8°C e 10°C, destaca-se pela perlagem fina, frescor e intensidade aromática, um espumante pensado para encontros leves, celebrações solares e novos ciclos. Segundo Isabella Bonato, sócia da Vinícola Brasília, o rótulo representa “um produto que traduz Brasília: moderno, luminoso e cheio de possibilidades”, reforçando o orgulho do brasiliense por produtos elaborados no próprio território. Durante todo o brunch, o wine bar da Vinícola Brasília permanecerá aberto, com a carta completa de vinhos produzidos pelas dez famílias, um convite para ampliar a experiência, descobrir novos rótulos e brindar novos começos. O ingresso para a experiência completa custa R$ 319 por pessoa. Os BSB Rosé Brut e Nature estarão disponíveis para compra pelo whatsapp (61) 98407-5802 ou na própria Vinícola Brasília às quartas e quintas, das 10h às 18h; sextas e sábados, das 9h às 19h; e aos domingos, das 9h às 16h. Preço sugerido: R$ 98 (ou R$ 138 na versão para presente).   Vamos brindar? Lançamento do Primeiro Espumante de Brasília: BSB Rosé Brut / Vinícola Brasília – PAD-DF / 13 de dezembro de 2025 – 10h às 13h / R$ 319 por pessoa / Mais informações @vinicolabrasilia Fotos: Divulgação

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Natal, uma festa Universal!

Restaurante Universal promove “Jantar de Natal”, inaugura sala VIP para eventos exclusivos e apresenta cardápio especial para a temporada.   O Restaurante Universal abriu oficialmente a temporada de comemorações de fim de ano com a primeira edição do seu “Jantar de Natal”, realizada nesta segunda-feira (1º/12). O evento reuniu parceiros da casa, jornalistas e influenciadores digitais em uma noite marcada por celebração, novidades e comida saborosa. Estefanía Morey A chegada do Papai Noel foi um dos momentos mais aguardados da noite. Ele distribuiu aos convidados uma garrafa de espumante Casa Valduga Arte Brut, reforçando o clima festivo e o propósito do restaurante de oferecer experiências memoráveis. “O fim de ano sempre traz esse espírito de união e agradecimento. Queremos que o Universal seja um lugar onde as pessoas se sintam acolhidas para confraternizar, celebrar e viver boas experiências”, afirmou a proprietária da casa, Estefanía Morey. Durante o encontro, o Universal também apresentou seu novo espaço, a “Sala VIP” (abaixo), um ambiente reservado para pequenos eventos de até 20 pessoas. O local é voltado para quem busca discrição, conforto e personalização, explicou Estefanía. “A sala foi pensada para eventos menores, onde cada detalhe importa. Queríamos criar um ambiente mais exclusivo, ideal para encontros que pedem privacidade e atendimento diferenciado”, informou. Festival do Chef A noite marcou também o lançamento do cardápio de dezembro, o “Festival do Chef”, com releituras de clássicos da casa. As entradas do menu são a Croqueta Universal (croqueta com aioli de coentro trufado) e a Mini Salad House, composta por mix de folhas ao molho especial de mel e azeite, croûtons, parmesão, gergelim, crispy de couve, tomate seco caseiro, azeitona preta azapa e mozzarella de búfala. Entre os principais do almoço, o cardápio oferece o lombo de pirarucu grelhado acompanhado de purê rústico, molho de sálvia e geleia de pimenta; o Lomo do Chef (foto abaixo), grelhado ao vinagrete de feijões e servido com legumes assados e arroz de alho; e o Linguine Vegetariano, preparado com tomate seco caseiro, manjericão, azeitona preta e fonduta de queijo. Já no jantar, os pratos são o pirarucu grelhado com ervas e coulis de tangerina acompanhado de linguine na mostarda Dijon; o chorizo Black Angus ao coulis de vinho tinto com arroz cremoso de rapa de queijo; e o parpadelle ao molho funghi com cogumelos orgânicos frescos e creme de queijo. Para fechar, as sobremesas do festival são a Mini Rabanada com doce de leite e a Tartelete de Frutas Vermelhas, está última preparada com creme pâtissiere, geleia de morango e frutas frescas. O Festival do Chef conta ainda com dois drinks especiais: o Dry Lichia, feito com Gin Tanqueray, Vermouth Noilly Prat, limão siciliano e lichia; e o Moscow Red Mule, preparado com Ketel One, limão, xarope de cranberry, chá de hibisco e redução de morango. Os valores do menu de dezembro são R$ 95 no almoço e R$ 129 no jantar.   Uma festa e tanto! Restaurante Universal / SQS 210, Bloco B, loja 30, Asa Sul, Brasília – DF / Segunda a domingo – almoço e jantar / Siga @restaurante.universal Fotos: Divulgação

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