Onde não há mar, nasce um movimento

Estreia do documentário “Uma Praia no Quadradinho” mostra como o Beach Tennis vem transformando o DF e marca uma noite especial dedicada à solidariedade. O Beach Tennis é daqueles esportes que chegam de mansinho, mas mudam a paisagem e a rotina de uma cidade inteira. Em Brasília, ele virou parte do cotidiano e já está presente em mais de 14 Regiões Administrativas, levando saúde, integração e uma energia comunitária que poucos esportes conseguem criar. Não por acaso, dez atletas brasilienses figuram entre os 300 melhores atletas profissionais do mundo. E em pleno Planalto Central, sem ondas e sem litoral, o DF encontrou sua própria praia e junto com ela, uma comunidade apaixonada que cresce a cada ano. Diante desse cenário vibrante, Brasília recebe o lançamento de “Uma Praia no Quadradinho – A História do Beach Beach Tennis no DF”, documentário inédito que conta a trajetória e o impacto do esporte no Distrito Federal. A estreia acontece no próximo domingo, dia 7 de dezembro, às 18h, em uma sessão especial no cinema do Casapark. Idealizado pelo Instituto Calango como um presente para a comunidade do Beach na capital federal, produzido e dirigido por Dan Rocha, o filme revela como a cidade se tornou um dos maiores polos da modalidade no Brasil, mesmo tão distante do mar. O evento tem um propósito ainda maior já que ele é totalmente beneficente, com 100% da renda revertida para os Programas 2026 do Instituto Calango, organização que encampa a iniciativa e usa o esporte como ferramenta de inclusão e transformação social. “Vale destacar que o Beach Tennis está em plena expansão na capital federal e já movimenta uma economia vibrante, se consolidando como um verdadeiro gerador de oportunidades”, pontua Dani Brito, Presidente do Instituto Calango. “Porém, existe uma demanda crescente por profissionais qualificados em diversas frentes, de instrutores e gestores a árbitros, de organizadores de eventos e operadores do ecossistema esportivo”, ressalta. Mas é fato que o potencial do esporte vai muito além da geração de renda. Ele transforma vidas, promovendo inclusão, ressignificando trajetórias, fortalecendo vínculos e melhorando a qualidade de vida de quem o pratica – independentemente da idade ou origem. “O Beach Tennis é um esporte apaixonante, acessível, fácil de aprender e que já conquistou Brasília, não só pela vibe, mas pelo que representa: saúde, pertencimento, empoderamento e oportunidade. E justamente por acreditarmos profundamente nesse poder transformador que seguimos impulsionando essa rede que cresce, acolhe e gera impacto de verdade”, explica Dani. Ainda sobre o lançamento do documentário, outro destaque da noite será a presença de grandes nomes do Beach Tennis brasileiro e que participarão de um talk show sobre a história e o futuro da modalidade. Entre eles estão Delano Choairy e Bruno Ferreira. E como nada é por acaso, vale lembrar que não deixa de ser simbólico que essa sessão especial aconteça na semana do Dia de Doar, movimento internacional dedicado a fortalecer a cultura de doação e inspirar gestos de generosidade. “É um lembrete de que esporte também é solidariedade, e que fazer o bem, quando é coletivo, reverbera ainda mais forte”, completa Brito. Mas atenção pois essa corrente do bem contará com apenas 200 lugares, com ingressos que podem ser adquiridos pelo Sympla a R$150, incluindo combo de pipoca. Empresas interessadas podem adquirir pacotes corporativos e cotas de patrocínio. Afinal, “Uma Praia no Quadradinho” é mais do que um filme: é um convite para celebrar uma trajetória e construir, juntos, um futuro ainda mais inclusivo e sustentável para o Beach Tennis no DF. Sinopse Brasília nunca teve mar, mas encontrou na areia do Beach Tennis um novo jeito de pulsar. O documentário “Uma Praia no Quadradinho – A História do Beach Beach Tennis no DF” revela como a capital federal, longe do litoral, se tornou um dos maiores pólos da modalidade no país, atraindo eventos internacionais, movimentando comunidades inteiras e transformando a rotina de quem vive o esporte no dia a dia. Dan Rocha, que assina a produção e a direção, cria uma narrativa que percorre os primeiros passos da modalidade no Distrito Federal; apresentando os pioneiros que acreditaram antes de todo mundo; as arenas que surgiram como pontos de encontro; e as histórias de alunos, atletas e profissionais que viram suas vidas mudarem dentro da quadra. Depoimentos reais mostram como o esporte gerou saúde, pertencimento, propósito e novas oportunidades, da iniciação esportiva à profissionalização. Com imagens marcantes e um olhar humano, o filme expõe como Brasília ressignificou a modalidade, criando sua própria cultura, seu próprio jeito de jogar e um movimento que hoje inspira outras cidades do país. Entre memória, paixão e comunidade, o documentário revela ainda que a força do Beach Tennis no DF vai além da técnica: é sobre vínculos, inclusão e a sensação coletiva de que, mesmo no coração do Brasil, é possível encontrar uma praia para chamar de nossa.   Esporte, cultura e solidariedade!  “Uma Praia no Quadradinho – A História do Beach Tennis do DF” / CasaPark – Brasília / 07 de dezembro – 18h / Ingresso individual pelo Sympla: R$ 150 – Evento beneficente: renda integral para os Programas 2026 do Instituto Calango / Classificação indicativa livre / Acesse o site oficial e siga @institutocalango Fotos: Divulgação

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As Raízes e Heranças Visuais de José Maciel

O Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves recebe a exposição que reflete sobre o conceito de nacionalidade. Na última quinta-feira, 27 de outubro, o Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves foi palco de um coquetel especial que reuniu cerca de 200 convidados para a abertura da aguardada exposição do artista visual e advogado José Maciel, intitulada “RAÍZES — Heranças Visuais”. A mostra ficará aberta ao público até o dia 1º de fevereiro e promete encantar os visitantes com sua profundidade e cores vibrantes. Com curadoria de Danielle Athayde e Cláudio Pereira, e coordenação geral do Instituto Artetude Cultural, a exposição reúne cerca de cinquenta obras inéditas, que transitam entre desenhos, pinturas, esculturas em ferro vazado e objetos cenográficos, como totens e seixos rolados pintados. A variedade de formas e materiais reflete a riqueza e a multiplicidade das referências que permeiam a arte de Maciel, que mergulha em uma reflexão sobre identidade, memória e pertencimento. O Panteão, com seu caráter histórico e simbólico, foi o cenário perfeito para o diálogo entre as obras de Maciel e o grandioso painel da Inconfidência Mineira, de João Câmara. A interação entre as obras de arte foi uma verdadeira imersão nas camadas da memória coletiva e pessoal, convidando o público a refletir sobre as múltiplas origens que nos constituem, tanto como indivíduos quanto como nação. O artista, ao revisitar o passado, traz à tona sentimentos e símbolos que ganham nova configuração no presente, criando um elo poético e dinâmico entre tempos e significados. Além da exposição, os convidados foram brindados com um catálogo de capa dura, com 120 páginas, que compila as últimas obras de José Maciel (foto acima), incluindo suas pinturas, esculturas e trabalhos em pedras. Organizado por Adriana Maciel e publicado pela editora Numa, o livro tem tiragem limitada de 700 exemplares e estará disponível em livrarias de Brasília. A noite foi embalada pela música do saxofonista Washington Aguiar, que criou a atmosfera perfeita para o evento e para surpresa dos presentes contou com uma palhinha do músico saxofonista Milton Guedes, amigo de longa data da família Maciel, que encantou os convidados com sua performance. Um evento memorável, que uniu arte, história e a vibrante cultura de nossa capital, foi celebrando a arte e a memória de nosso país em um dos mais icônicos espaços da cidade. Confira alguns cliques de quem passou por lá:   Para quem curte artes-plásticas! RAÍZES – Heranças Visuais de José Maciel / Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, Praça dos Três Poderes, Brasília / Até 1º de fevereiro – Terça a sexta – 9h às 18h; sábado, domingo e feriado – 9h às 17h / Gratuita e livre Fotos: Move Filmes

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Conheça os Brazulejos de Lígia Medeiros!

Fruto de uma pesquisa singular sobre revestimento e decoração, designer revela série de trabalho que propõe a convergência entre arte, design e arquitetura.   No dia 22 de novembro, das 17h às 21h, a artista plástica Lígia de Medeiros apresenta seus trabalhos inéditos em azulejaria e desenhos digitais, incluindo reelaborações de obras criadas a partir de 2017. Com curadoria de Renata Azambuja, Brazulejos reúne 23 painéis de azulejos de tamanhos variados e 18 desenhos impressos, com figuras humanas e geométricas. A mostra, realizada com o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), fica em cartaz no Espaço Oscar Niemeyer até 13 de janeiro de 2026, com visitação de terça a sexta, das 9h às 18h, e aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 17h. Entrada gratuita e livre para todos os públicos, e conta com acessibilidade para pessoas cegas e com baixa visão por meio de QRCode para audiodescrição das obras e caderno em braile descrevendo as obras. Lígia de Medeiros desenvolve uma pesquisa singular sobre revestimento e decoração, explorando a convergência entre arte, design e arquitetura. Suas criações evocam o diálogo entre o concreto e o poético, onde o traço geométrico se encontra com o lirismo das paisagens do Cerrado e o espírito modernista de Brasília. Sua trajetória é marcada por múltiplas vivências e reinvenções: nos anos 1980, iniciou sua atuação no Rio de Janeiro, comercializando móveis e objetos de arte; na década seguinte, em São Paulo, aprofundou-se na estética modernista; e, já em Brasília, consolidou-se na criação e produção de móveis e joias autorais, sempre inspirada nas formas orgânicas e nos ritmos da natureza. A mostra está organizada em blocos “geradores de imagens”, como define a artista. “Há o grupo que evidencia a interação do humano com o construtivo e com a paisagem; o conjunto que aborda o feminino; o bloco que apresenta as pesquisas com a linguagem; e o agrupamento que se refere à brasilidade”, explica Renata Azambuja em seu texto curatorial. A curadora ressalta ainda que uma das principais características de Lígia é o gosto pela experimentação com materiais, formas e cores. Sua produção traz à tona um repertório que inclui experiências no design de móveis, na moda e no trabalho como antiquária, mesmo quando lidava com móveis modernistas ainda não considerados antiguidades. Renata Azambuja destaca o caráter múltiplo da formação e da trajetória da artista. Brazulejos oferece ao público a oportunidade de acompanhar as diversas transformações em seu processo criativo. O percurso inventivo que dá origem à exposição constrói uma jornada visual repleta de pontes entre diferentes tempos e espacialidades relacionadas ao azulejo — elemento que se tornou central em sua pesquisa. “A artista apresenta azulejos que funcionam como painéis desenhados, retomando a tradição narrativa dos azulejos portugueses”, afirma a curadora. “A criação exige disciplina e persistência, e me parece mais um gesto de teimosia. Também sou perfeccionista. É mais fácil quando há tesão envolvido. Dom? Talvez, um pouco”, destaca Lígia de Medeiros que em sua trajetória, nada é em vão. Há uma conexão entre todas as experiências. Com o tempo, a artista compreendeu o significado de tudo o que vivenciou e reconheceu uma harmonia entre experiências aparentemente diversas, mas que convergem. “Se tivesse apenas acumulado informações, essa coerência não se manifestaria. Ela existe porque assimilei plenamente as vivências e as expresso de modo a refletir minha presença em cada resultado”, afirma. “Não hesito em combinar o que me agrada. Nunca me preocupo se algo vai ‘encaixar’. Se gosto, sei que se integrará naturalmente. O mesmo ocorre em minha casa: se gosto, uso, e funciona. Tenho convicção de que dá certo”, diz a artista. A artista ressalta também o Modernismo como referência essencial em sua produção, especialmente pela busca da depuração. Ao projetar móveis modernistas, sempre priorizou a eliminação do supérfluo e a valorização da execução. A linha, a precisão do esquadro, o encaixe perfeito das juntas — elementos dominados pelos japoneses, muitas vezes sem o uso de pregos —, o acabamento e até o aroma da madeira são aspectos fundamentais na percepção do objeto. “Minha atenção constante se volta para a geometria, buscando a perfeição. Um milímetro de diferença é imediatamente perceptível, tamanha é a dedicação. A depuração elimina os detalhes que desviam o olhar do essencial. Ao representar a figura humana, procuro capturar sua essência, a forma primordial, com linhas e traços que revelam o que a define”, completa Medeiros.   Para quem gosta de design! Brazulejos de Ligia de Medeiros / Espaço Oscar Niemeyer – Praça dos Três Poderes, Bloco J, Brasília-DF / de 22 de novembro até 13 de janeiro de 2026 – terça a sexta – 9h às 18h, sábado, domingo e feriados – 9h às 17 / Livre e gratuito Foto: Lula Lopes

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Feriado Para Lembrar Quem Somos

Consciência Negra, capoeira, shows, arte e uma programação extensa que transforma Brasília em território vivo de memória e celebração.   Sim, quinta-feira (20) é feriado, é Dia da Consciência Negra! E  para ficar como o brasiliense gosta, o ponto facultativo será estendido na sexta-feira (21) também. Diante disso, a capital federal se ajeita para aquele raro respiro de quatro dias, que parece até um presente inesperado no meio de novembro. E a Coluna  #PERAMBULANDO aproveita a vibe ancestral, política, cultural e, acima de tudo, viva que a data emana para trazer aquela matéria que mistura informação e diversão em um texto só. Vamos lá? Comecemos pelo básico: o que abre e o que fecha? De imediato é bom lembrar que na quinta e no domingo (23), o transporte público será gratuito, facilitando os deslocamentos de quem quiser visitar a família ou, quem sabe, mergulhar na programação cultural da cidade. O Zoológico e o Jardim Botânico também estarão com entrada gratuita: dois bolsões de verde para quem quer desacelerar. Já os serviços como Na Hora, Detran, BRB e centros olímpicos não abrem durante o feriado. Os restaurantes comunitários funcionam normalmente na quinta e na sexta, com algumas exceções no sábado. Brasília muda de marcha, mas segue andando. Enquanto um pedaço da cidade desacelera, outro vibra. E vibra forte! Entre sexta e domingo, Brasília é tomada por um dos eventos mais potentes do nosso calendário: o Consciência Negra 2025, que transforma a área externa do Museu Nacional da República em um grande território de expressão afro-brasileira. Música, arte, gastronomia, literatura, debates, moda, ancestralidade e futuro – tudo pulsando ao mesmo tempo. É um evento que abraça a cidade e convida todo mundo a entrar. A programação é extensa, diversa, emocionante, e você pode conferi-la completa no perfil @consciencianegradf, que está trazendo todos os detalhes. Entre os destaques, shows de Ludmilla, Timbalada, Psirico, Carlinhos Brown (foto de capa), Alexandre Pires e uma constelação de artistas do DF. Tem também cortejos, oficinas, performances, feira afro, rodas de conversa e uma programação dedicada à infância, lembrando que formar o futuro também passa por celebrar o presente. E para quem curte cultivar a conexão corpo, mente e espírito, Brasília recebe, ao longo do fim de semana, o VIII Bambas – Esporte e Capoeira, que ocupa o Marco Zero e o Centro Cultural de Brasília. É uma celebração da capoeira em sua potência máxima: rodas, jogos, vivências, oficinas, cerimônias e apresentações que unem técnica, energia e história. Tudo culmina na formatura de Mestre Piolho, figura exponencial dessa expressão cultural no DF, e que chega ao título após décadas dedicadas à arte, ao ensino e à comunidade. Então já acessa o perfil @bambascapoeiraesporte para fazer sua inscrição (pelo link na bio) e ficar por dentro da programação completa. Agora cabe a você decidir qual convite aceitar para curtir o fim de semana que te propõe caminhar, ouvir, celebrar, refletir, aprender, dançar, se emocionar, prestigiar artistas negros, fortalecer iniciativas culturais, respeitar a história e, principalmente, se reconhecer como parte dela. Afinal de contas, a Consciência Negra não é um ponto no calendário: é um lembrete vivo de que a ancestralidade ainda escreve o presente, e que Brasília, quando quer, vira palco dessa escrita com uma força bonita de ver. Fotos: Divulgação

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Vem aí o IX Encontro das Cidades Criativas Brasileiras

Com o tema “Territórios Criativos do Brasil para o Mundo”, evento vai contar com especialistas nacionais e internacionais.   De 25 a 28 de novembro, Brasília sediará o IX Encontro da Rede Brasileira de Cidades Criativas da UNESCO (IX ECRIATIVA), com o tema “Territórios Criativos do Brasil para o Mundo”. O evento, organizado pelo Instituto ACDF – Associação Comercial do Distrito Federal, com apoio da Secretaria de Turismo do DF por meio de um termo de colaboração, reunirá representantes das 15 cidades brasileiras da Rede da UNESCO e convidados internacionais para debater como a criatividade pode ser um motor para o desenvolvimento urbano, econômico e social. Reconhecida pela UNESCO como Cidade Criativa do Design desde 2017, Brasília fortalecerá sua posição como um centro estratégico de inovação, turismo e economia criativa. O evento proporcionará uma oportunidade única para troca de experiências, promoção de boas práticas e articulação de políticas públicas que integrem cultura, design, sustentabilidade, inovação e turismo. Para o Secretário de Turismo Cristiano Araújo, Brasília vive um momento de expansão turística, fortalecendo-se nos segmentos de negócios, cívico, cultural e criativo. “A realização do IX Encontro de Cidades Criativas da Unesco (ECriativa) reforça esse posicionamento e amplia o diálogo sobre inovação, cultura e economia criativa no Brasil. Nossa capital, moderna por essência e criativa por vocação, abre suas portas para a troca de experiências e o estímulo a novas perspectivas”, afirma o secretário. As 15 cidades brasileiras que compõem a Rede de Cidades Criativas da UNESCO são: Artesanato: João Pessoa (PB) Artes Midiáticas: Campina Grande (PB) Cinema: Santos (SP), Penedo (RJ) Design: Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE) Literatura: Rio de Janeiro (RJ) Gastronomia: Belém (PA), Florianópolis (SC), Paraty (RJ), Belo Horizonte (MG) Música: Salvador (BA), Recife (PE) Cinema: São Paulo (SP) Essas cidades, com suas respectivas especialidades, têm em comum o uso da criatividade para impulsionar o desenvolvimento cultural, sustentável e econômico local. O IX ECRIATIVA será uma plataforma para discutir como expandir o impacto da economia criativa e fortalecer as redes colaborativas, tanto no Brasil quanto no exterior. O evento também contará com a presença de Denise Bax, Secretária da Rede Mundial de Cidades Criativas da UNESCO (UCCN), e outras autoridades e especialistas, que compartilharão suas visões sobre o futuro das cidades criativas e as melhores práticas para conectar cultura, sustentabilidade, inovação e turismo. Confira a programação completa no site oficial do evento.   Fotos: Divulgação

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Songbook acessivel

Daniel Santiago e Pedro Martins lançam o Songbook Simbiose que traz partituras e acessibilidade para a música instrumental. Dois dos nomes inventivos da música instrumental brasileira, Daniel Santiago e Pedro Martins, lançam o Songbook Simbiose, um projeto editorial inédito que reúne partituras, cifras, diagramas de acordes e textos dos álbuns Simbiose (2017) e Movement (2023). A obra será publicada em versão física, digital acessível e em Braille, com distribuição gratuita de parte dos exemplares a instituições de ensino e acervos públicos. Com prefácio assinado pelo renomado bandolinista Hamilton de Holanda, o songbook é descrito como “um mapa afetivo de dois universos que se entrelaçam em simbiose”. Hamilton destaca a rara combinação entre “sofisticação e espontaneidade, profundidade e leveza”, presente na música da dupla. “Cada faixa desses discos carrega em si um gesto de liberdade – aquela que nasce do domínio da linguagem, mas também da entrega total ao momento presente”, escreve. Em novembro de 2025, três eventos gratuitos e acessíveis marcarão o lançamento no Distrito Federal, com pocket shows realizados na Escola de Música de Brasília (17/11), no Clube do Choro (24/11) e na Universidade de Brasília (25/11). Todas as apresentações contarão com intérprete de Libras, audiodescrição e estrutura física acessível. Segundo Hamilton de Holanda, a música de Daniel e Pedro “não pede apenas admiração — ela convida ao diálogo, à escuta ativa, à coragem de também compor, experimentar e encontrar, ali no meio do caminho, a sua própria voz”. O Songbook Simbiose, financiado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF (FAC), é um registro técnico e, ao mesmo tempo, um manifesto artístico. Traz influências que vão do Clube da Esquina ao jazz, do choro à música nordestina, sempre com a identidade musical de Brasília em evidência. Se liga! Lançamento Songbook Simbiose / 17 de novembro – Escola de Música de Brasília – 16h | Convidado: Rodrigo Bezerra / 24 de novembro – Clube do Choro de Brasília – 19h30 | Convidado: Marcus Moraes / 25 de novembro – Universidade de Brasília – 12h | Campus Darcy Ribeiro Fotos: Divulgação

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Tem Festival Lokapalooza na Casa do Cantador

Edição Carnarock entrada solidária tem seis horas de música e onze atrações. No palco principal, nomes e bandas de projeção nacional, como Jah Live, além de Bruno Dourado & Kiko Peres. Em um encontro que promete movimentar a cena cultural do Distrito Federal, esta edição do Festival Lokapalooza – Edição Carnarock acontece no dia 16 de novembro de 2025, na Casa do Cantador, em Ceilândia. Uma iniciativa do Instituto Evolução, realizada com incentivo da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa por meio da PNAB, é mais que um evento, o festival é um movimento cultural que celebra o espírito livre, criativo e pulsante de Brasília. Unindo sons, gerações e atitudes, o projeto leva a força da cena musical do Distrito Federal, promovendo apresentações que destacam a diversidade artística e a identidade cultural da capital. Com um público estimado de 2 mil pessoas nesta primeira edição, o Lokapalooza reafirma o compromisso de fomentar a arte e a produção independente. E o projeto não para por aí. Já estão confirmadas outras duas etapas, em dezembro de 2025 e janeiro de 2026, no Guará e no Plano Piloto, ampliando o alcance do movimento e conectando artistas e comunidades em diferentes territórios do DF. Com um compromisso de valorizar a interação entre músicos, integrar diferentes comunidades e promover a inclusão social, o festival vai além do entretenimento, oferecendo visibilidade a artistas locais junto a nomes nacionais e criando oportunidades para que novos públicos conheçam e apreciem sua produção. “Queríamos começar esse projeto em um espaço que representasse de fato a cultura do Distrito Federal. A Casa do Cantador é um ponto de encontro da arte popular, da música, da poesia e das raízes da cidade. É o cenário perfeito para mostrar que o Lokapalooza – Edição Carnarock não é só rock, é diversidade, é atitude e é cultura viva”, destaca Windemberg Borges, presidente do Instituto Evolução. Os ingressos são gratuitos e devem ser retirados antecipadamente pela plataforma Sympla. No dia do evento, o público deve levar 1 kg de alimento não perecível, que será destinado a ações sociais no Distrito Federal. Programação (sujeita a alteração sem aviso prévio): Palco Little Hell Ultra Metade – 15h30 Sonda Mãe – 16h30 Renato Matos – Experimental Dub 18h Terno Elétrico – 19h30 Kaos Lúdico – 21h40 Palco Principal  Lilla – 16h Coletivo Capybaras – 17h30 (foto de capa / Marcelo Magalhães) Lupa – 18h30 Bruno Dourado e Kiko Peres (Natiruts) – 20h10 Jah Live – 22h Bora ali curtir um som? Festival Lokapalooza – Carnarock / Casa do Cantador – Quadra 32 Área Especial G – Ceilândia, Brasília – DF / 16 de novembro de 2025 (domingo) / Sympla – retirada antecipada – 1kg de alimento não perecível / Mais infos @lokapalooza   Fotos: Divulgação

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Vrum-vrum… Partiu Brasília Motor Fest!

Evento gratuito integra a programação do Acelera Brasília e reúne mais de 100 carros clássicos e esportivos no Kartódromo do Guará. Brasília se prepara para acelerar o coração dos apaixonados por velocidade com a chegada do Brasília Motor Fest, que acontece neste sábado, 15 de novembro, no Kartódromo do Guará, das 17h30 às 22h. O evento gratuito e aberto ao público faz parte da programação do Acelera Brasília e promete ser uma verdadeira celebração da cultura automotiva, reunindo máquinas potentes, música, gastronomia e diversão para todas as idades. Com mais de 100 carros confirmados, o público poderá conferir de perto uma exposição de carros de competição, incluindo modelos de drift, arrancada e track day, além de clássicos e esportivos que marcaram gerações. Para quem quiser sentir a adrenalina na pele, haverá simuladores de corrida, proporcionando uma experiência imersiva no universo das pistas. A programação também conta com DJs ao vivo, food trucks com o melhor da gastronomia de rua e sorteios de brindes ao longo da noite. Idealizado por @nd.bsb e @kazumi, com apoio do Acelera Brasília, e para ser o ponto de encontro entre gerações de apaixonados por motores, velocidade e estilo, o Brasília Motor Fest combina o melhor do automobilismo com um clima de emoção, adrenalina e entretenimento para toda a família. “Queremos que o público sinta o que é viver o automobilismo de perto, com segurança, cultura e diversão”, conclui Washington Júnior, um dos organizadores do evento. Vrum-vrum! Brasília Motor Fest / Kartódromo Ayrton Senna do Guará – Brasília / 15 de novembro de 2025 (sábado) – 17h30 às 22h / Gratuito / Mais infos (61) 98350-8554 – @nd.bsb Fotos: Divulgação

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Começou o Natal Imperial do Pontão

A magia do Natal chega ao Pontão Lago Sul, com a inauguração oficial do “Natal Imperial” nesta sexta-feira, 14 de novembro. Até o dia 6 de janeiro de 2026, o complexo de gastronomia e entretenimento de Brasília convida o público a mergulhar no verdadeiro espírito natalino com ações de solidariedade em um cenário majestoso. Às 19h30 acontece a apresentação do músico Zéca Lima, fundador da Família Lima, que promete uma noite especial. O cantor e compositor irá apresentar o seu projeto natalino, com canções tradicionais nacionais e internacionais que embalam esta época do ano. O show no Jardim de Eventos, é gratuito mediante doação de alimentos. O “Natal Imperial” foi pensado para transportar o público para um cenário mágico e instigá-lo a criar memórias. A decoração, umas das mais aguardadas pelos brasilienses, este ano mescla as cores clássicas verde e vermelha com a sofisticação dos tons dourados, laçarotes de veludo e iluminação cênica. A experiência natalina tem início na entrada do Pontão com o pórtico iluminado. Um convite para o cenário mágico que aguarda os visitantes no Jardim de Eventos. Elementos natalinos clássicos, como papais noéis, renas, caixas de presentes e bolas coloridas, além de uma árvore de 14 metros que abriga o tradicional presépio. Um café com delícias da época e um carrinho com guloseimas Fini aguardam os visitantes. A Casa do Papai Noel, uma tradição da decoração natalina do Pontão, instiga a imaginação. O cenário é de conto de fadas: mobiliário renascentista, tapeçaria, lareira e muitos elementos lúdicos. É nela que o Bom Velhinho acompanhado da sua assistente, Noelete, recepcionará os visitantes. Inclusive, para visitar a Casa do Papai Noel é necessário o consumo nos restaurantes (R$150,00) e quiosques (R$50,00), sendo no máximo quatro ingressos por CPF, ou por meio da compra dos ingressos, que podem ser adquiridos na loja Pontão Souvenir (R$20,00 + doação de 1kg de alimento não perecível exceto sal e flocão). Os produtos arrecadados serão destinados à ação Associação Marmita Solidária, instituição que atua há cinco anos no DF com apoio alimentar a populações vulneráveis. Já o acesso à decoração externa do Pontão é gratuita. Tem também as oficinas criativas, que tem o objetivo de despertar o espírito natalino na criançada de forma lúdica e divertida. As atividades são variadas, como oficina de biscoitos, de bonecos em feltro, pantufas de pelúcia, jardinagem, pintura em tela e slime, pensadas para estimular a imaginação. Para participar das oficinas, o investimento é de R$50,00 por participante. Todos os dias, das 16h às 22h, para crianças de 3 a 12 anos. Já no dia 17 de dezembro, o “Natal Imperial” irá receber a Caravana de Natal Coca-Cola. Das 19h30 às 20h30, o Pontão Lago Sul estará esperando a visita de Papai Noel, o Urso Polar e o comboio iluminado. Confira a programação de visitas do Papai Noel em @pontaodolagosul! E abaixo, confira cliques feitos por este colunista/fotógrafo de quem esteve presente ao evento de abertura oficial que aconteceu nessa quinta-feira (13): Jingle Bells “Natal Imperial” do Pontão Lago Sul / SHIS Ql 10, 1/30 – Lago Sul, Brasília / até 6 de janeiro de 2026 / Livre Fotos: Gilberto Evangelista  

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Michael Jackson: 116 milhões de cliques em 24 horas!

Trailer da cinebiografia do Rei do Pop quebra recorde mundial e reacende o debate sobre a linha tênue entre homenagem e fantasia. Lançado no último dia 6 deste mês, o trailer de Michael, cinebiografia sobre a vida de Michael Jackson, já entrou para a história. Em apenas 24 horas, o vídeo alcançou 116,2 milhões de visualizações, tornando-se o trailer mais assistido de um filme biográfico musical ou de concerto em todos os tempos. Um recorde que comprova: mesmo 15 anos após sua morte, o magnetismo do “Rei do Pop” continua inabalável! Mas o brilho vem acompanhado de polêmica. O teaser, conduzido ao som de Wanna Be Startin’ Somethin’, aposta em um tom triunfante e luminoso, deixando de lado as sombras que acompanharam o cantor. As cenas que retratam sua infância nos Jackson 5, marcada por relatos de abuso do pai, surgem aqui como uma festa familiar, alegre e inspiradora. É uma escolha que já divide opiniões, afinal, onde termina o tributo e começa a idealização? O filme, dirigido por Antoine Fuqua, traz Jaafar Jackson, sobrinho do astro, no papel principal, ao lado de Kendrick Sampson como o produtor Quincy Jones. A prévia mostra os bastidores da criação de Thriller e os grandes momentos de uma carreira que redefiniu a música pop. Mas a jornada até a tela foi longa e turbulenta. O espólio de Jackson descobriu que o roteiro original violava um acordo legal de décadas com a família de Jordan Chandler, o garoto que o acusou de abuso em 1993. O caso, inicialmente central no terceiro ato, levou a refilmagens extensas em março de 2025. A estreia, prevista para abril daquele ano, foi adiada para outubro e, depois, para abril de 2026. A filha de Jackson, Paris, também se afastou do projeto. Depois que o ator Colman Domingo (que interpreta Joe Jackson) declarou que ela e o irmão Prince apoiavam o filme, Paris respondeu nas redes: “Não fiquem dizendo às pessoas que eu fui ‘prestativa’ no set de um filme no qual não tive 0% de envolvimento”. Ela afirmou ter apontado “mentiras descaradas” no roteiro, mas não foi ouvida. “O filme agrada a uma parte dos fãs do meu pai que ainda vive na fantasia. E eles vão gostar.” As críticas não vieram só da família. Dan Reed, diretor do documentário Leaving Neverland (HBO, 2019), classificou Michael como “um completo acobertamento”. O Financial Times revelou ainda que o espólio de Jackson fechou neste ano um acordo de US$ 2,5 milhões com outro grupo de acusadores. Já Wade Robson e James Safechuck – os protagonistas do documentário – seguem com um processo por negligência contra as produtoras do cantor, com julgamento marcado para 2026. Apesar das controvérsias, o elenco impressiona. Além de Jaafar Jackson e Colman Domingo, estão no filme Nia Long (Katherine Jackson), Jessica Sula (LaToya Jackson), Larenz Tate (Berry Gordy), Laura Harrier (Suzanne de Passe) e Kat Graham (Diana Ross). A produção é de Graham King, o mesmo de Bohemian Rhapsody, em parceria com John Branca e John McClain, executores do espólio de Jackson. Entre aplausos e desconfiança, Michael promete ser mais que uma cinebiografia: um espelho das contradições de um artista que transformou a música, o corpo e o próprio conceito de fama, e que, ainda hoje, continua despertando amor, controvérsia e curiosidade em igual medida. Fala a verdade, você também está torcendo para o filme sair logo e assim você ir #PERAMBULANDO o quanto antes para viver essa emoção no cinema. Não é mesmo? Foto: Reprodução

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