Casapark recebe o DW! Tour Brasília

Festival terá Marcelo Rosenbaum, Jader Almeida, Celso Rayol, Rodrigo Ohtake, Armarinhos Teixeira e Sanagê, e cerca de 40 eventos em 29 locais na área do mall.   Em setembro, o Casapark recebe o mais importante festival de design da América Latina, que levará ao complexo mostras de design, talks com arquitetos, designers, artistas e criativos, exibições de arte e circuito gastronômico. O DW! Tour Brasília acontece de 9 a 13 de setembro, com a participação de 13 lojas de design nacional e internacional, 11 restaurantes, bistrô, hamburgueria e cafés, além do cinema, com programação que reunirá profissionais de diversas áreas do ecossistema criativo do País, com entrada gratuita. Participam do DW| Tour Brasília as marcas Ampla Eletro, Breton, Casa Barroco, Chez Salete, estudiobola, Franccino, Hill House, JADERALMEIDA, Lider, Lumini, Mainline, Spazio Interni e Tidelli.    Esta é a primeira vez que o festival urbano, que começou em São Paulo em 2012 e já promoveu 14 edições em mais de 10 cidades do Brasil, acontece em Brasília. Como acontece nas outras cidades, o evento tem uma programação feita sob medida para superar as expectativas do público. Ao completar 65 anos, Brasília se consolida como um hub de negócios e de difusão de design, arquitetura e arte não apenas regional, mas também para regiões importantes do País. Trazer o DW! Tour para Brasília é parte das celebrações dos 25 anos do Casapark. Nesse um quarto de século foi possível observar os pais tornando-se avós e crianças crescendo e formando suas próprias famílias. Um bairro começou a se desenvolver ao redor do empreendimento. Para atender às necessidades e expectativas do público, o Casapark evoluiu e amadureceu. Abriu-se para receber novos empreendimentos e novas possibilidades de atender à comunidade. Esse sempre foi e continuará sendo o entendimento sobre o que representa o Casapark: um espaço dedicado ao compartilhamento de conhecimento sobre design e tudo que envolve o modo brasileiro de viver bem, como lazer, gastronomia e cultura. No local, o público encontra lojas exclusivas, cada uma trazendo diferentes interpretações sobre design de mobiliário e acessórios para a casa, além de opções de gastronomia, cultura e lazer em um ambiente agradável, iluminado pelo sol, com jardins que aproximam o bioma do cerrado ao interior do shopping. Em uma data tão especial, quando o empreendimento alcança sua maturidade, é hora de nos perguntarmos: E os próximos 25 anos?  “É a partir dessa reflexão que criamos uma programação especial, que fala do hoje como ponto de partida para pensar o futuro, como queremos que seja o Casapark no futuro que começa agora”, afirma Ivana Valença, diretora de marketing do Casapark. Bate-papos, lançamentos, instalações e muito mais Tendo a diversidade como uma de suas principais características, o DW! Tour Brasília aposta em uma programação que se propõe a estabelecer conexões. Essa visão chega à materialidade a partir de uma série de atividades, incluindo talks, exposições e instalações que focam a troca como seu principal propósito. Abrindo a programação do festival em 9 de setembro, às 10h, o artista visual Armarinhos Teixeira apresentará seu mais recente trabalho, o curta-metragem “Recordário de Adão”, no qual aborda questões sobre meio ambiente e a arte como forma de repensar a vida no planeta Terra. Com talks patrocinados pela Docol, marca-símbolo de produtos de alta qualidade e design inovador para cozinhas, banheiros e lavanderias, os participantes serão levados a se aprofundarem em diferentes dinâmicas de criação e inspiração. Entre designers de alcance nacional e figuras marcantes da cena regional, participarão desses bate-papos profissionais renomados, como Celso Rayol do escritório carioca Cité Arquitetura, Rodrigo Ohtake, Jader Almeida e Marcelo Rosenbaum. A Docol também estará presente na DW! Tour Brasília com um espaço na Praça Central do Casapark.  O lounge da marca, assinado pela arquiteta Tatiana Grell, do Studio Grell, será o ponto de encontro do público após os talks, antes de seguir para um dos vários eventos que acontecerão ao longo da semana criativa. Programação Dia 9 de setembro, 10h às 12h30 Recordário de Adão: Qual é a nova Natureza?, com Armarinhos Teixeira / Mediação: Mauricio Lima CINESYSTEM Caixa | Piso Superior No dia 9, o artista visual Armarinhos Teixeira apresenta seu mais recente trabalho, o curta-metragem “Recordário de Adão”, em que aborda questões sobre o meio ambiente e a arte como forma de repensar sobre a vida no planeta Terra. ​Armarinhos é artista plástico, engajado nas questões ambientais, que explora a intersecção entre a ascensão industrial humana, a conservação ambiental e as primeiras formas de vida biológica, em trabalhos que ocupam o território conceitual da Bioarte. Das pontes que cria entre arte e ciência, cria esculturas, instalações, desenhos e interrogativas em outras mídias, integrando materiais sintéticos e orgânicos. Em seguida, o artista participa de conversa mediada pelo curador Mauricio Lima. Inscrições. Dia 10 de setembro, 10h às 12h30 Arquitetura tropical e modelos construtivos do futuro na Aldeia Sagrada Yawanawa, com Marcelo Rosenbaum Debatedor: Daniel Mangabeira Espaço Casa | Mezanino Livraria da Travessa | Piso Superior No dia 10, o arquiteto Marcelo Rosenbaum compartilha a beleza, a tecnologia e a história do projeto que levou 14 anos na Aldeia Sagrada Yawanawa, localizada no Acre. O resultado produzido em colaboração com as lideranças locais inclui uma casa modelo, um centro cerimonial e a Universidade dos Saberes Ancestrais. A arquitetura cria modelos replicáveis, contando com o uso de madeiras de reflorestamento e mão de obra indígena e ribeirinha. Daniel Mangabeira, do escritório brasiliense BLOCO Arquitetos, participa como debatedor. Katia Furlani, da Docol, realiza abertura do evento. Inscrições. Dia 11 de setembro, 10h às 13h Permanência, com Jader Almeida Participação especial: Gisèle Schwartsburd, com palestra Proteção e Valorização do Direito Autoral e da Propriedade Intelectual Espaço Casa | Mezanino Livraria da Travessa | Piso Superior No dia 11, com a palestra Permanência, o arquiteto e designer Jader Almeida conduz a uma jornada reflexiva que conecta passado, presente e futuro no universo de seu design. Em uma abordagem profundamente humanística, revela como suas inspirações em grandes pensadores e artistas plásticos, aliadas às suas experiências pessoais, formaram os alicerces de sua trajetória profissional. Participa do evento Gisèle Schwartsburd, presidente da BRADA (Associação Brasileira de Design Autoral), que traz uma conversa sobre autenticidade

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Mão, uma performance circense que dá frio na barriga

Intervenção dirigida por Renato Linhares ocupa espaços urbanos e aproxima o público da poesia do circo. Após estrear no último final de semana com sucesso de público e crítica, a performance circense Mão, dirigida pelo artista gaúcho Renato Linhares (Intrépida Trupe e Foguetes Maravilha), segue em cartaz em Brasília até 21 de setembro. O espetáculo, que mistura circo e intervenção urbana, retorna neste sábado (06/09) ao CCBB Brasília e no domingo (07/09) ocupa a Praça São Sebastião, em Planaltina, sempre às 16h, com entra  da gratuita. Em tempo real, os performers Adelly Costantini, Fernanda Más, Carolina Cony, Daniel Elias, Ernesto Poittevin, Fábio Freitas e Marcelo Callado montam, diante da plateia, peça por peça uma estrutura de ferro e madeira de 8 metros de altura. O processo, marcado por gestos coreografados e acrobacias, propõe uma reflexão sobre a construção coletiva e artesanal do picadeiro — ou, simplesmente, sobre o instante que antecede o salto, o voo e o “frio na barriga”. Nos próximos finais de semana, a temporada segue com apresentações aos sábados no CCBB Brasília e em diferentes espaços do Distrito Federal: no domingo, 7 de setembro, a performance será na Praça São Sebastião, em Planaltina-DF, às 16h. Já nos domingos 14 e 21 de setembro, o espetáculo ocupará o Eixão do Lazer (altura da 110 Sul), às 15h30, ampliando a experiência para diferentes públicos da capital. “Nos perguntamos como criar uma intervenção que pudesse falar da mão de obra da mão circense. Um ato público que nos permitisse ver as formas de expressão que existem no toque, na ação do construtor, do ponto de vista do artista de circo. Mas também um espetáculo que fosse como a mão, um instrumento articulado, extremo, inconsciente”, explica o performer, coreógrafo e encenador Renato Linhares, que assina a direção do trabalho. Linhares acrescenta que o resultado é uma obra que convida à reflexão sobre esse ‘construir’ do circo e suas particularidades. “Uma construção coreográfica ou uma coreografia operária. Um ritual que dá a ver a espessura do ferro que segura a lona, o peso da estaca que a mantém de pé, suas equações estruturais, seus barulhos não musicais, seus encaixes únicos, e aquilo tudo que vem antes do salto, do voo, do frio na barriga”, completa. Cena Em cena, os performers executam movimentos ordinários de uma construção, como aparafusar e encaixar. Durante a edificação, os artistas se equilibram em uma enorme rampa de madeira, com saltos, acrobacias e giros, possibilitando aos passantes uma espécie de viagem no tempo. “Decidimos levantar uma estrutura em cena e fazer do deslocamento de tubos, ferros, porcas e parafusos uma experiência concreta para poder viajar no tempo, pois construir uma estrutura em um espaço de passagem público pertence à cultura arcaica. Por séculos e séculos pequenos e grandes mundos utópicos foram construídos e destruídos a olhos nus. Pontes, torres, pirâmides, casas, cidades inteiras edificadas e demolidas pelo tempo e pelos homens. Entre grandes incêndios e guerras territoriais, por vezes, vislumbramos distraídos a chegada do circo. Entre colonizações e evoluções tecnológicas, sob nossos olhos, e no decorrer do tempo, vimos o circo se montar e partir, deixando um efêmero rastro de truques e milagres”, comenta Renato Linhares. Ao final da performance, a grande estrutura é tombada, invertendo seu ângulo, dando-lhe uma nova forma. Inúmeras reações invadem a plateia, que é surpreendida ao ver o gigante objeto, construído diante de seus olhos, sendo deitado no chão. Uma imensa tela verde é usada para cobrir a estrutura, e o interior da tela é preenchido pela aparição de uma fumaça vermelha, que perpassa por ela atingindo o céu. O espetáculo finaliza. Os artistas partem. Ao som de uma música épica, deixam na praça uma enorme escultura. O circo. Segundo Adelly – idealizadora do projeto, produtora e uma das performers – Mão é uma obra multidisciplinar, feita a muitas mãos, por circenses, bailarinos, músicos e arquitetos. “Em cena, discutimos o ‘trabalho’, a obra edificada fora da galeria, a mão de quem faz a obra, a cidade em obra. É circo em Happening ou uma ode aos trabalhadores”, acrescenta. Desde a estreia em 2016, Mão já circulou por diversos tipos de público em museus, avenidas, escolas, comunidades, centros urbanos, periferias e também em festivais de circo, dança e performance dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo e, pela primeira vez, será vista pelos mineiros. “É uma obra democrática. Sua passagem cria a expectativa ao risco, ao acerto, à possível falha humana. Gostamos da galeria enquanto espaço de exposição de uma obra. Mas gostamos de levar a obra também para avenidas ou parques. Diante dos diversos cenários, pequenas adaptações sempre podem ocorrer. Muitas vezes invadimos a praça dentro de um caminhão, outras vezes o caminhão não tem acesso. O único cenário ideal é que haja um solo firme para erguer a obra”, conclui Adelly. Agenda das apresentações: 06 de setembro (sábado) – 16h – CCBB Brasília 07 de setembro (domingo) – 16h – Praça São Sebastião – Planaltina – DF 13 de setembro (sábado) – 16h – CCBB Brasília 14 de setembro (domingo) – 15h30 – Eixão Sul – altura da 102 Sul 20 de setembro (sábado) – 16h – CCBB Brasília – sessão com acessibilidade de audiodescrição 21 de setembro (domingo) – 15h30 – Eixão Sul – altura da 102 Sul   Vamos #PERAMBULAR? Performance Circense Mão / Centro Cultural Banco do Brasil e outras localidades de Brasília / 30 de agosto a 21 de setembro – sábados e domingos – 15h30 / evento gratuito – no CCBB ingressos pelo site www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física / Livre     Fotos: Divulgação

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Tá rolando o Festival Vibrar 2025

Evento gratuito reúne Silva, Rael e Os Garotin, BNegão, Divinas Tetas, Jean Tassy, Bell Lins, além dos DJs Chicco Aquino, Pezão e Barata, Tahira e muito mais em quatro dias de festa no Parque da Cidade.   De 4 a 7 de setembro, o Festival Vibrar 2025 vai transformar o Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek em um redemoinho de música, dança e encontros que fazem o coração bater mais rápido. Shows com grandes nomes, DJs que não deixam ninguém sentar, e, pela primeira vez, o festival incorpora em sua programação algumas das festas mais emblemáticas da cena cultural brasiliense – PLAY, Criolina e Makossa, garantindo noites inesquecíveis. Logo no primeiro dia de Festival, a voz potente e a doçura de Bell Lins vão marcar presença. Criada entre o RAP do pai e Stevie Wonder na vitrola, ela começou cedo: aos seis anos, já se apresentava para dez mil pessoas. No Vibrar, ela sobe ao palco junto da Orquestra Filarmônica de Brasília, combinação perfeita para transformar cada nota numa onda de emoção. Para quem gosta de samba com alma e consciência, Rael e Os Garotin chegam trazendo o clima das rodas de rua e a força da ancestralidade no sábado, 6 de setembro. O álbum Raiz já mostrou que eles sabem misturar tradição e modernidade, e no festival a promessa é de um show intenso, dançante e com letras que fazem pensar. Depois de quatro anos sem lançar um álbum autoral, Silva se apresenta no Festival com o novíssimo Encantado, sexto disco recheado de participações de peso como Jorge Drexler, Leci Brandão e Arthur Verocai. No show, ele promete fazer o público suspirar com músicas novas como “Girassóis” e “Gosto de Você”, além de cantar os sucessos já consagrados como “A Cor é Rosa” e “Fica Tudo Bem”. A direção musical é assinada por ele mesmo — um verdadeiro espetáculo. E não para por aí: as pick-ups também vão ferver com DJs e coletivos que já confirmaram presença —Chicco Aquino, Pezão e Barata, Tahira, Biba, Mica, MC Hadda, Oldschool, Maraskin, Trisal (Jess Ullun, Pétala Concentino e Luísa Porfírio) e Cacau com Dendê — garantindo que a pista de dança vai estar tão vibrante quanto o palco principal. Como o próprio nome diz, “nosso desejo é fazer todo mundo vibrar junto em momentos únicos de pura energia, onde a nossa cultura está traduzida pela música, mas principalmente pela vibe que cada um traz ao longo dos dias de festa”, afirma Renato de Luca, um dos organizadores do Festival Vibrar. Tatiana Rocha, Diretora de Marca da Localiza&Co, comenta também a importância de proporcionar novas experiências por meio da cultura e da música: “É com imensa alegria que a Localiza apresenta a edição 2025 do Festival Vibrar, um evento que pulsa em sintonia com o que acreditamos. Para nós, a música é muito mais do que um som; ela é uma grande companheira de jornada, que nos conecta, nos emociona e faz a vida acontecer de verdade. Assim como a primeira coisa que fazemos ao entrar em um carro é ligar o som, a música nos convida a relaxar e a descobrir novos jeitos de aproveitar cada momento. Fomentar a cultura e a música em um local tão simbólico como Brasília é um privilégio e um compromisso. Convidamos a todos para vibrar junto, viver novas experiências e criar memórias inesquecíveis neste festival que celebra a vida e a arte”. O Festival Vibrar 2025 é apresentado pela Localiza, tem patrocínio do Ministério da Cultura e da Hplus e promete quatro dias de pura sintonia, encontros inesquecíveis e muita, mas muita música. Prepare o coração, os pés e a garganta — setembro vai ser de arrepiar. DIA 04 – QUINTA   PALCO ALTERNATIVO (jazz, rock e blues) 18h30 – Old is Cool 20h – Soul’n Roll 21h30 – All Stars 23h – Bell Lins e Orquestra Filarmônica de Brasília 00h – DJ Maraskin ARENA DO EVENTO (performances culturais) 19h – Pipocando Poesia 20h– As Caixeiras – Cia de Bonecas DIA 05 – SEXTA   PALCO ALTERNATIVO (Play) 18h – Fabi + Ruiz 20h – Good Bunnies 21h –  Gabriella Buzzi 22h – Kool Kids 23h30– Bnegron Bota Som 01h – Hot Fuss 02h03h – Trisal DIA 06 – SÁBADO   PALCO ALTERNATIVO (Makossa) 18h – New Nay 20h– Chokolaty + Baile Charme 22h – Ketlen 00h – Chicco Aquino 02h – Klap   PALCO PRINCIPAL 16h30 – MC Hadda 18h – Puro Suco e Orquestra Filarmônica de Brasília 20h – Os Garotin 22h – Jean Tassy 0h – Rael ARENA DO EVENTO (performances culturais) 20h – As Caixeiras – Cia de Bonecas 22h– Arca Arabesco (circo)   DIA 07 – DOMINGO   PALCO ALTERNATIVO (Criolina) 16h – Cacau com Dendê 17h – Choro no Eixo 18h – Mica 19h – Biba 20h – Pezão e Barata 22h – Tahira 23h – Ops   PALCO PRINCIPAL 18h – Divinas Tetas 20h – Margaridas 22h – Silva ARENA DO EVENTO (performances culturais) 19h – Pipocando Poesia 20h – As Caixeiras – Cia de Bonecas 20h – Arca Arabesco (circo) Serviço: Festival Vibrar Onde: Parque da Cidade Quando: 04 a 07 de setembro 2025 Quanto: 100% gratuito – Ingressos pelo Sympla Siga: @festivalvibrarbrasilia Fotos: Divulgação

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Não perca o clássico Nastácia na CAIXA Cultural!

A CAIXA Cultura Brasília recebe a aclamada obra teatral com grande elenco.   Vencedora dos principais prêmios de teatro do país, além de 34 indicações, a peça retrata a violência e o abuso contra a mulher, ao encenar o episódio das páginas mais notáveis da literatura universal: a compra de Nastácia Filíppovna – a mais trágica de todas as heroínas de Dostoiévski, no clássico “O Idiota”, publicado em 1869. A montagem Nastácia, que cumpre temporada no Teatro da CAIXA Cultural Brasília de 5 a 14 de setembro, reúne Chico Pelúcio, Flávia Pyramo, Lenine Martins, Miwa Yanagizawa, Pedro Brício, Ronaldo Fraga e Cao Guimarães. A imagem de Nastácia Filíppovna é a representação mais pungente da luta de uma mulher contra a afronta à sua dignidade. Órfã desde a infância, Nastácia foi criada por um oligarca que a transformara em concubina aos 12 anos de idade. Uma mulher forte e de beleza estonteante, se vinga da sociedade patriarcal que acredita que o poder e o dinheiro são absolvição para a prática de abusos, humilhações, violência física e moral contra as mulheres. Nastácia termina morta em uma cama, com uma facada debaixo do seio esquerdo. Com direção de Miwa Yanagizawa e dramaturgia de Pedro Brício, a montagem une teatro e videoarte para contar a história de uma das mais instigantes personagens femininas da literatura universal. Para Flávia Pyramo, idealizadora do projeto e intérprete de Nastácia, a personagem é um exemplo de coragem e resiliência, uma mulher que fez da própria vulnerabilidade a sua força, lutando por dignidade mesmo sob uma violência terrível. “Interpretar Nastácia é conviver com um coração disparado e olhos alagados. Toda vez que sou atravessada pelo pensamento de reencontrá-la, uma alegria extasiante vibra em todo canto do meu corpo, porque eu a amo; mas junto vem a dor de um estômago apertado, pois sei que contarei essa história olhando nos olhos de muitas protagonistas dessa tragédia real que é a violência contra as mulheres“, afirma Flávia Pyramo. Nastácia fez estreia em agosto de 2019, em Belo Horizonte, com apresentações também no Rio de Janeiro, conquistando o Prêmio Shell (RJ) de Melhor Direção, o Prêmio APTR de Melhor Direção e o Prêmio APTR de Melhor Cenário, além de 34 indicações aos principais prêmios do país. Em recente temporada no Festival Off Avignon 2025, na França, edição em que o Brasil foi o país convidado de honra, Nastácia foi escolhida como uma das peças favoritas (Coups de Coeur), pelo Jornal Le Dauphiné Liberé, descrita como “Uma epopeia brilhante”, segundo o jornal La Terrasse. Os artistas por trás de Nastácia são um destaque à parte. O atual elenco é formado por Chico Pelúcio (Totski), Flávia Pyramo (Nastácia) e Lenine Martins (Gánia). A consultoria teórica é de Paulo Bezerra, principal tradutor da obra de Dostoiévksi para o português, e Flávio Ricardo Vassoler; a direção de arte (cenário e figurino) é de Ronaldo Fraga; videoarte de Cao Guimarães; luz de Chico Pelúcio e Rodrigo Marçal; trilha sonora de Gabriel Lisboa; e direção de movimento de Tuca Pinheiro. A narrativa A peça se passa no apartamento de Nastácia, na noite do seu aniversário. Ela deve anunciar seu casamento com Gánia, união articulada pelo oligarca Totski, homem que transformou Nastácia em concubina desde a adolescência e a submete a um verdadeiro leilão naquela noite. “A escolha da festa do seu aniversário, como recorte, se deu pela importância deste momento, momento em que ela enfrenta seu algoz e toda a sociedade, e trata a todos e ao dinheiro com o mais altivo desdém e repulsa”, conta Flávia. Para Pedro Brício, repulsa e atração são forças conflitantes nos três personagens. “Na festa, além deles, há outros convidados que não vemos, estão subtraídos na encenação, são apenas mencionados. São aparências e ausências”, diz. Na dramaturgia, os três personagens do texto contracenam e, também, monologam sobre suas estórias. A festa não acontece de maneira cronológica. “O passado irrompe de repente e toma conta da cena. A força do que acontece está ali. Entendemos claramente a estória; a potência do drama dos personagens é o que arrebata, por ser tão vertiginoso e por se transformar de uma hora para outra diante dos nossos olhos.” Passado e presente Concebido entre 1867 e 1869, “O Idiota” está longe de ser anacrônico. A pesquisa “Elas vivem”, desenvolvida pela Rede de Observatórios de Segurança, levantou dados sobre a violência contra mulheres em 2024, indicando que a cada 24 horas, 11 mulheres foram vítimas desse tipo de violência no Brasil. Ao todo, foram 4.181 vítimas registradas em 2024, um aumento de 12,4% em relação a 2023. Para a diretora, Miwa Yanagizawa, a arte é um espaço em que o artista pode, como mediador, reumanizar estatísticas devastadoras como essas. “Às vezes, os números são terríveis. São séculos de opressão e crueldade contra as mulheres e, muitas vezes, acho que não nos vemos responsáveis pela manutenção de tais tragédias. Tomamos distância como se elas pertencessem a um outro universo. Então, lemos os números e seguimos nossas vidas repetindo gestos que alimentam a irracionalidade e a negligência com os outros, mas, ‘sem perceber’, estamos colaborando com o crescente e alarmante número da violência contra a mulher, por exemplo.” “A história de Nastácia, como tudo em Dostoiévski, é de uma espantosa atualidade”, sublinha Paulo Bezerra. “Primeiro ela é vítima de um grão-senhor e gentleman pedófilo, que se vale do estado de miséria dela e do dinheiro que possui e a transforma em concubina aos doze anos de idade, sem sofrer qualquer censura da sociedade. Depois, já adulta, é vítima de um amante paranoico, que, por não conseguir conquistar seu amor, simplesmente a mata. Portanto, duas formas de crime contra a mulher: o crime alicerçado no dinheiro e o crime derivado da impossibilidade de conquistar o coração e a mente da mulher.” Oficina gratuita Ministrada por Flávia Pyramo, a oficina Experimento Criativo Coletivo, na CAIXA Cultural Brasília, oferece aos participantes uma vivência do processo criativo coletivo que originou o espetáculo “Nastácia“. Com duração de 4 horas, o workshop, programado para dia 9/9 (terça-feira), a partir

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Livin Design abre suas portas na capital

Brasília ganha endereço voltado à inovação e ao encontro entre criadores e público.   Com showroom de 260 m², a Living Design Móveis inaugurou sua primeira loja em Brasília no último dia 26 de agosto, em evento que reuniu arquitetos, designers, clientes e nomes da sociedade brasiliense, entre eles a modelo Juju Salimeni e a advogada Paula Mourão. Localizado no Botanic Mall, o espaço foi apresentado como uma espécie de mostra de decoração: ambientes assinados por escritórios como Ricardo Roberto Arquitetura, Studio Helô Ferreira, Tuiê Arquitetura e Alessandra Moussa Engenharia & Arquitetura deram o tom da noite, ao lado de obras dos artistas plásticos Elmiro e Tarcísio Viriato e adornos da Cerrado Chic, de Claudia Mohn. À frente da marca estão o arquiteto Felipe Falcão, o engenheiro Yuri Monteiro e o empresário Luciano Barcellos. A proposta, segundo eles, é oferecer móveis e projetos que dialoguem com arquitetura, natureza e estilo de vida, consolidando a Living Design como referência em design no Jardim Botânico. A inauguração teve coquetel assinado por Sidina Momentos Gourmet, espumantes, drinks, petiscos e trilha sonora de jazz ao vivo, criando o clima de encontro que a marca pretende traduzir em sua loja: um espaço de inspiração e convivência. Veja algumas das pessoas que prestigiaram o evento pelas lentes de Kelly Tavares: Onde o design acontece Living Design Móveis / Botanic Mall, Jardim Botânico, Brasília, DF / Siga @livingdesignmoveis

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ROXY festeja 11 anos com projeto Club Vittar

A maior drag queen do mundo desembarca em Goiânia para comandar as pick-ups da Roxy A ROXY, uma das casas noturnas mais tradicionais de Goiânia, celebra 11 anos no dia 5 de setembro e promete uma festa para entrar na história. A maior drag queen do mundo, Pabllo Vittar, desembarca na cidade para apresentar o Club Vittar, projeto em que a artista assume as pick-ups como DJ, trazendo sets pulsantes e interação direta com o público. O line-up da noite inclui ainda o duo Cyberkills, nome de peso da cena eletrônica nacional, além dos DJs residentes da casa. A proposta é clara: uma maratona de música, dança e energia até o amanhecer. “Essa data é muito importante para nós e a presença da Pabllo transforma a comemoração em um marco inesquecível”, afirma Leo Pinheiro, sócio da ROXY. Os ingressos já estão disponíveis na plataforma Sympla em venda antecipada. Quer ir? Aniversário de 11 Anos da ROXY Dia 05 de setembro, com Pabllo Vittar (Club Vittar), Cyberkills e DJs residentes Na ROXY – Rua 87, 536 – Setor Sul, Goiânia Ingressos: http://www.sympla.com.br/ Fotos: Gabriel Renné

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Escultórias – Poesias da Matéria na CAIXA Cultural

No Jardim das Esculturas da CAIXA Cultural Brasília, Leandro Gabriel recebeu o público para uma visita à mostra  que já está em cartaz na cidade. Na última terça-feira (26), a CAIXA Cultural Brasília recebeu o público para a inauguração e visita guiada à mostra “Escultórias – Poesias da Matéria”, de Leandro Gabriel e curadoria de Léia Lemos. No Jardim das Esculturas, foram instaladas 16 obras em ferro com até 3 metros de altura das séries  Pé de quê? e Embarcações,  produzidas de 2010 a 2013.  Com expografia de Gero Tavares, a mostra fica em exibição até o dia 30 de novembro, com visitação de terça a domingo, das 9h às 21h. Ao abrir a exposição, Allan de Lana Frutuoso, coordenador da CAIXA Cultural Brasília, afirmou que a mostra se relaciona em grande medida com a agenda ambiental.  “A mostra que abre ao público foi selecionada pelo nosso Programa de Ocupação e foi uma grata surpresa ao ver que, ao usar material descartável, Leandro Gabriel estabelece um diálogo com relação às questões de meio-ambiente e a realização da COP 30, que acontece em novembro deste ano”, disse o coordenador.  “As cidades fazem parte do meio ambiente. E tanto as questões climáticas quanto o convívio em um lugar comum vão decidir sobre a nossa longevidade como sociedade, da humanidade e a nossa qualidade de vida futura. Esta exposição fala muito sobre a sustentabilidade e sobre a nossa permanência no planeta de uma forma feliz e realizada”, completou o Allan Leandro Gabriel (foto acima) deu início a sua fala agradecendo a presença do público e falou de sua experiência ao trabalhar com uma empresa siderúrgica ao longo dos últimos 35 anos, de onde retirou a sucata para produzir suas esculturas de grandes formatos, com até 12 metros de altura.  “Naquele momento, ninguém pensava que isso teria grande importância para o meio-ambiente”, afirmou o artista. As esculturas são feitas com sobras de placas de aço cortadas manualmente com uma guilhotina. São, então, dobradas e soldadas uma a uma até chegar ao formato desejado. “São formas que permitem inúmeras leituras, até mesmo de árvores, mas, ainda que não sejam árvores”, enfatizou o artista. A curadora Léia Lemos ressaltou ao longo do percurso da visita que a obra de Leandro Gabriel tem a capacidade de transformar o espaço e engajar o público, partindo de uma abordagem que é, ao mesmo tempo, profundamente pessoal e universal. “A exposição não é apenas uma mostra de peças, mas uma cocriação, que reflete o processo de um artista que estimula o público a questionar seu entorno e a se questionar“, avaliou. A produção de Leandro Gabriel é construída por “retalhos de aço“, uma metáfora para a construção de amizades, repertórios e projetos. É também uma forma de se relacionar com sua história, uma relação de familiaridade com a costura, o patchwork, de quando acompanhava a mãe costureira. Essa abordagem se traduz em obras que resgatam e valorizam o processo criativo, incentivando o público, especialmente crianças, a construir seu próprio repertório e a entender o “como é o processo de produção do artista“, completou Lemos. Já o arquiteto responsável pela expografia, Gero Tavares, explicou que a organização das peças de forma modular e geométrica buscou estabelecer uma conexão direta com a própria estrutura do ambiente: “Peças monumentais de três metros, como a série “Pé de Quê”, são elevadas para mudar a perspectiva do observador. Essa elevação obriga o olhar a subir, conectando as esculturas ao céu, o que reforça a ideia de que a obra transcende a sua forma física”. Quem vai? Escultórias – Poesias da Matéria de Leandro Gabriel / Jardim das Esculturas, Área Externa da CAIXA Cultural – SBS, Quadra 4, Lotes 3/4, Brasília-DF / Até 30 de novembro, terça a domingo – 9h às 21h / Livre e Gratuita / Siga @caixaculturalbrasilia Fotos: Beatriz Braga e Tatiana Reis

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#BSB: Perambular e descobrir segredos

WalkInTur convida para uma imersão na arquitetura, história e sabores da capital. Brasília é muito mais do que a capital política do país. Por trás dos palácios e monumentos que a tornaram famosa, pulsa uma cidade que respira arte, arquitetura, natureza e sabores inesquecíveis. E é justamente esse lado menos óbvio que o WalkInTur Brasília convida a explorar: um passeio guiado que transforma cada esquina em revelação. À frente da experiência está Juan Hermida que é jornalista, chef de cozinha e guia certificado pelo Ministério do Turismo. Espanhol de nascimento e brasiliense de coração há 28 anos, Juan construiu uma relação íntima com a cidade. Seu olhar curioso e sua narrativa envolvente fazem do tour mais do que uma caminhada: é uma verdadeira imersão no projeto urbanístico de Lúcio Costa, na genialidade de Oscar Niemeyer e na poesia dos jardins de Burle Marx. O percurso começa na Igrejinha Nossa Senhora de Fátima (EQS 307/308), um dos ícones da arquitetura modernista. De lá, o grupo segue para a Superquadra Modelo, onde é possível compreender o conceito de cidade ideal imaginado para Brasília e observar de perto como ele se traduz na vida cotidiana. No caminho, histórias, segredos e curiosidades revelam uma cidade viva, surpreendente e cheia de camadas a serem descobertas. O próximo tour já tem data marcada, é no domingo (31), entre 9h às 11h. O ponto de encontro será na Igrejinha Nossa Senhora de Fátima (307/308 Sul). O custo da experiência sai por R$ 48,70 e as inscrições são limitadas e podem ser feitas diretamente com Juan Hermida ou pelo Visite Brasília pelos contatos (61) 99216-5737 ou (61) 99672-8177. Mais do que um passeio turístico, é um convite para ver Brasília além do óbvio – e deixar-se surpreender por uma cidade que nunca para de revelar novas histórias. Foto: Divulgação  

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#PERAMBULANDO pelos cinemas por apenas R$ 10!

É isso mesmo, está rolando a Semana do Cinema com ingressos a R$10 em todo o Brasil. E claro que você não vai ficar de fora. Não é mesmo? De 28 de agosto a 3 de setembro, quem ama a magia da tela grande já pode anotar na agenda: vem aí mais uma edição da Semana do Cinema, com ingressos por apenas R$10 em todo o país. O projeto reúne desde as salas alternativas até as grandes redes – Cinemark, UCI, Cinesystem, Cinépolis e Kinoplex – garantindo aquela chance de colocar os filmes em dia sem pesar no bolso. Ah! E tem mais: algumas unidades ainda entram no clima com pipoca e refrigerante a preços promocionais. Importante lembrar também que as entradas podem ser compradas tanto diretamente nos cinemas participantes, ou seja na bilheteria, quanto online. Só não esqueça de avisar, na hora da compra, que quer o ingresso promocional da Semana do Cinema! A ação acontece duas vezes por ano e já virou tradição. Na primeira edição de 2025, por exemplo, o público lotou as salas, ultrapassando os 4,2 milhões de ingressos vendidos em apenas sete dias. Quanto à programação, ela está generosa e tem opções para todos os gostos. Os fãs de terror vão vibrar: estreia no dia 28 o aguardado “A Invocação do Mal 4”, acompanhado por títulos como “A Hora do Mal”, “Faça Ela Voltar” e “Juntos”, que já vêm arrancando bons sustos por aí. Para as famílias, seguem em cartaz as versões live action de “Como Treinar Seu Dragão” e “Lilo & Stitch”, além da animação “Os Caras Malvados 2”. Já no universo dos super-heróis, duas pedidas certeiras: “Superman” e “Quarteto Fantástico: Primeiros Passos”. E para quem busca boas doses de adrenalina ou romance: o título esportivo “F1 – O Filme”, que acompanha um piloto fictício de Fórmula 1, e a comédia romântica “Amores Materialistas”, perfeita para os corações leves. O fato é que a ocasião é uma ótima oportunidade para todo mundo prestigiar o cinema nacional que também tem seu lugar de destaque na Semana do Cinema. Entre as diversas películas estão os dramas “A Melhor Mãe do Mundo” e “Luiz Gonzaga, Légua Tirana”, o suspense “Os Enforcados” e a versão remasterizada de um clássico que fez história, “Carlota Joaquina, Princesa do Brazil”. Então, recapitulando, os ingressos custam R$10 para sessões em 2D, 3D e XD em todo o Brasil e as Salas Prime e poltronas DBOX saem por R$20. Se liga, pois a promoção não é válida para os cinemas Cidade Jardim e Village Mall (aviso somente para quem está viajando por São Paulo, na capital do país a promoção é geral). E como filme e pipoca tem tudo a ver, na rede Cinemark, por exemplo, o Combo Individual sai por R$39, enquanto o Combo Tudo em Dobro (o mais completo) está com valor promocional de R$99. Vai perder ou vai sair agora mesmo #PERAMBULANDO até o cinema mais próximo?

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FestLuso 2025 ocupa o SESC Taguatinga

Com entrada gratuita, o Módulo Circulante do festival chega ao Teatro Sesc Paulo Autran, em Taguatinga, com quatro espetáculos de Portugal e Moçambique. Brasília recebe, de 21 a 24 de agosto, o Módulo Circulante do Festival de Teatro Lusófono – FestLuso, reunindo quatro espetáculos internacionais no Teatro Sesc Paulo Autran, em Taguatinga. As apresentações são gratuitas, com retirada de senhas uma hora antes, e contam com intérprete de Libras. Criado no Piauí e atualmente em sua 15ª edição, o FestLuso é realizado pelo Grupo Harém de Teatro e promove o intercâmbio entre artistas e públicos dos países que têm o português como língua oficial. A programação em Brasília reúne produções de Portugal e Moçambique que dialogam com temas como memória histórica, descolonização, identidade de gênero e tradição oral africana. A programação estreia na quinta, no dia 21 de agosto, às 20h, com o espetáculo Figueiredo, de Pedro Vilela / TREMA!, de Porto, Portugal. Na sexta,  dia 22, também às 20h, é a vez de descobri-quê?, da companhia Estrutura, de Porto, Portugal. Sábado, dia 23, às 20h, será apresentado Manual para Drag Queen – Dressed as a girl?, de Isabel Mões / , de Lisboa, Portugal. Encerrando a temporada, no domingo, dia 24, às 18h, o público confere Nos tempos de Gungunhana, com Klemente Tsamba, de Moçambique / Lisboa, Portugal. “O Módulo Circulante é uma oportunidade de apresentar ao público brasiliense a diversidade de narrativas que compõem a cena lusófona, com obras que se conectam a temas urgentes e universais”, afirma o curador Francisco Pellé Tem o patrocínio do Governo do Piauí, Secretaria de Estado da Cultura do Piauí e PBAN. Com apoio do Centro Cultural Camões Brasília e Sescdf. Realização do Grupo Harém de Teatro e Navilouca Produções. Espetáculos 21/08 (qui), 20h – Figueiredo Palestra-performativa que parte de um documento oculto por mais de 40 anos para abordar o genocídio indígena no Brasil. Ficha técnica: Encenação, dramaturgia e performance: Pedro Vilela. Vídeos e técnica: Thiago Liberdade. Apoio à difusão: DGARTES. Serviço: Duração 50 min | Classificação 16 anos 22/08 (sex), 20h – descobri-quê? Espetáculo que questiona narrativas oficiais sobre os “descobrimentos” portugueses e propõe um gesto contínuo de descolonização. Inclui conversa pós-espetáculo. Ficha técnica: Texto e encenação: Cátia Pinheiro, Dori Nigro e José Nunes. Coprodução: Estrutura, Teatro Nacional Dona Maria II, Teatro Académico Gil Vicente. Serviço: Duração 1h30 | Classificação 12 anos   23/08 (sáb), 20h – Manual para Drag Queen – Dressed as a girl? (foto de capa) Obra que debate estereótipos do feminino e performances de gênero a partir de um “manual de instruções” para criar uma personagem drag. Ficha técnica: Criação e interpretação: Isabel Mões. Produção e comunicação: Catarina Caim. Serviço: Duração 60 min | Classificação 16 anos   24/08 (dom), 18h – Nos tempos de Gungunhana Solo inspirado na tradição oral africana e no livro “Ualalapi”, que recria episódios da vida do rei moçambicano Gungunhana. Ficha técnica: Criação e interpretação: Klemente Tsamba. Textos originais: Ungulani Ba Ka Khosa. Serviço: Duração 55 min | Classificação 16 anos   Vamos ao teatro? Festival de Teatro Lusófono – FestLuso 2025 – Módulo Circulante Brasília / Teatro Sesc Paulo Autran – CNB 12 – Área Especial 2/3, Taguatinga – DF / de 21 a 23 de agosto – 20h e 24 de agosto – 18h / Entrada gratuita (retirada de senhas 1h antes) / Acessível com intérprete de Libras / Siga @festluso_oficial Fotos: Divulgação

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