Downtown Abbey: O Grande Final já tem trailer e cartaz

Dirigido por Simon Curtis, o capítulo final da história chega aos cinemas em 11 de setembro.   A Universal Pictures acaba de lançar o cartaz, bem como o primeiro trailer de “Downton Abbey: O Grande Final” (Downton Abbey: The Grand Finale), que marca o encerramento da trama após dois filmes e uma série televisiva com cinco temporadas. Michelle Dockery, vencedora de três SAG Awards pelo papel da protagonista, retorna para o último capítulo da franquia que é um fenômeno global como Lady Mary Talbot.  Com estreia marcada para daqui um mês, em 11 de setembro, o drama tem direção de Simon Curtis e produção de Julian Fellowes, Gareth Neame e Liz Trubridge. A produção ainda conta com a participação de estrelas já conhecidas pelos fãs, entre elas a indicada ao Oscar Elizabeth McGovern, Samantha Bond, da franquia “007”, Hugh Bonneville, de “Paddington: Uma Aventura na Floresta”, e Jim Carter, de “Wonka”.  Ambientado no verão de 1930, “Downton Abbey: O Grande Final”, apresenta pela última vez os personagens queridos enquanto a aristocracia e os empregados enfrentam novos desafios, romances, escândalos e transformações sociais. Lady Mary assume o controle de Downton em meio ao seu divórcio e novos relacionamentos, simbolizando o choque entre tradição e modernidade.    O longa tem distribuição da Universal Pictures e estará disponível nos cinemas também em versões acessíveis.  E com certeza, quem (assim como este colunista) é fã de carteirinha não aguenta mais esperar, afinal, é o tipo de série de emociona, prende, faz o coração palpitar e a respiração parar devido ao excelente conjunto do roteiro, elenco, figurino, décor, direção e montagem. De qualquer modo, o vídeo está abaixo para quem quiser sentir um gostinho do que está vindo por aí:

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Capital vira palco do VI Festival Vulica Brasil

O Festival Vulica Brasil é o primeiro grande evento internacional de arte urbana de Brasília com murais, oficinas e ações sociais, por artistas da cidade, do Brasil e do mundo. Atenção amantes da street art, o Festival Vulica Brasil está rolando até o dia 24 de agosto na capital federal. Este é o primeiro grande festival internacional de arte urbana a ocupar Brasília, transformando o espaço público em galeria viva. Aprovado na Seleção Petrobras Cultural com recursos da Lei Rouanet, o projeto reúne artistas locais, de outras cidades do países e internacionais; promovendo ações ambientais (práticas sustentáveis, cuidado especial com resíduos, reaproveitamento das latas, etc.) e sociais. O evento deste ano marca a estreia brasiliense desse formato de festival, nas ruas, após cinco edições em Minsk (Belarus), entre 2014 e 2019, quando região abandonada foi transformada em referência cultural, apelidada de “Rua Brasil”. Desse modo, a 6ª edição do Festival Vulica prestará tributo à capital modernista, cuja arquitetura singular e energia cultural tornam-se a base ideal para a arte pública. As intervenções previstas concentram-se no Conic, ícone simbólico da cultura brasiliense, e avançam pelo Setor Comercial Sul (SCS), fortalecendo o eixo cultural emergente no centro de Brasília, em parceria com o SESI LAB, elemento essencial na efervescência artística daquela área, nos últimos anos.  “Fazer arte urbana é desafiador. Toda cidade apresenta desafios próprios, derivados de sua história, cena artística, arquitetura, e abertura do governo local a colaborações. Em Brasília, Patrimônio Arquitetônico da Humanidade pela UNESCO, os obstáculos existem e não são poucos, mas conseguimos conquistar nosso espaço”, afirma Danilo Costa, fundador do Vulica. A metodologia de atuação baseia-se no diálogo com os moradores e frequentadores das áreas selecionadas, articulação com administradores de edifícios, gestores públicos e artistas. Nascido do muralismo, o Vulica traz dois nomes com história nos festivais em Belarus: L7Matrix (SP) e Zéh Palito (SP). O line-up reúne a maior presença feminina da história do evento, na mesma edição, com Jumu (Alemanha/Peru), Ledania (Colômbia), Rowan Bathurst (EUA), Hanna Lucatelli e Juliana Lama (Brasil). Completam a seleção curatorial o coletivo Bicicleta Sem Freio (Goiânia), Toys Daniel (Brasília), Enivo (SP) e Rafael Sliks (SP), nomes consagrados da cena urbana nacional e internacional. “A inovação é constante na proposta artística do Vulica – desafiamos a criatividade dos artistas, com obras e linguagens inéditas; ‘trasladamos’ artistas da galeria ao ambiente externo; respeitamos o entorno e as questões sociais dos locais escolhidos. O público poderá conferir, ao longo do festival, como o Vulica promove a arte inovadora e energiza as comunidades frequentadoras das felizardas locações eleitas, respeitando o belo patrimônio arquitetônico e cultural de Brasília”, completa o fundador do festival. O festival será divulgado nas redes sociais, com produção de conteúdo do Instagrafite (INGF). O público poderá participar gratuitamente de oficinas, rodas de conversa, walking tours, live paintings e do grande encerramento, no SESI Lab, em 24 de agosto – para mais detalhes, siga nossas plataformas. Conheça mais o Vulica “Vulica” quer dizer “Rua” em belarusso, daí o nome “Vulica Brasil” (“Rua Brasil”). O festival nasceu do desejo de valorizar a arte urbana brasileira e promover intercâmbios culturais. Tudo começou na Rua Oktyabrskaya/Kastrychnitskaya, em um antigo bairro industrial de Minsk. Ao longo dos festivais, o Vulica gerou mais de 50 intervenções urbanas: murais, esculturas, instalações, pinturas em bondes, vagões de metrô, chaminés de fábricas, ações de urbanismo tático, ambientais e sociais. O projeto busca levar ao mundo a face contemporânea do Brasil, por meio da arte pública, acessível a todos, produzida por artistas de diversas origens, etnias, gêneros e tribos. Obras como o mural d’OsGemeos, na Embaixada do Brasil em Minsk, e o trabalho de Ramon Martins, o maior mural do mundo na temporada 2016-2017, impulsionaram e consolidaram o festival. Ao longo das edições, ele colaborou estreitamente com organizações da sociedade civil locais, inclusive ONGs socioeducativas e até mesmo o PNUD, das Nações Unidas. O poder público, reticente no início, ao observar os muitos benefícios socioculturais da iniciativa, passou a apoiar o Vulica, oferecendo suporte institucional e logístico. Inédito no Brasil, o festival é mais do que evento: é movimento. Fundado em 2021, o Instituto de Arte e Sustentabilidade Vulica Brasil (iVB), iniciado como festival em Belarus em 2014, finca bandeira em Brasília, ampliando suas atividades locais. Em 2022, realizou o projeto Acorda, Conic!, com oficinas de urbanismo tático voltadas para a requalificação do local para o público. Em 2024, realizou a exposição Natureza Urbana, no CCBB, com a criação de obras “site specific” ao longo da programação – após a conclusão da exposição, a obra escultural de grandes proporções da dupla ECHO, que por algumas semanas abraçou o edifício-sede do CCBB (foto abaixo), de autoria de Oscar Niemeyer, foi doada ao acervo do Jardim Botânico, onde se encontra até hoje. Após dois meses de exposição, as esculturas de bambu e os bancos de taipa da artista e designer Nina Coimbra foram doados ao Jardim Botânico de Brasília. Os painéis de madeira do artista Thiago Toes, da mesma exposição, foram doados ao Assentamento Dorothy Stang, em Sobradinho-DF, para decorar a área comunitária e alegrar o cotidiano de mais de 700 famílias. Saiba mais e participe do evento seguindo @vulicabrasil!  

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CASACOR BSB 25: colaborativa, sustentável e afetiva!

Com 50 ambientes e a participação de 67 profissionais, a nova edição do evento acontece pela primeira vez na Casa do Candango, um verdadeiro bastião da capital federal.     Em 2025, a CASACOR Brasília escreve um novo capítulo de sua história ao realizar a 33ª edição na emblemática Casa do Candango, na 603 Sul. O evento, marcado para o período de 13 de agosto a 12 de outubro, ocupa um patrimônio afetivo da capital federal. Com 50 ambientes assinados por 67 profissionais, a mostra mergulha no tema “Semear Sonhos”, que faz uma reflexão profunda sobre o futuro das cidades, da arquitetura e das relações humanas. O tema deste ano se desdobra em três pilares que atravessam todos os ambientes e todas as experiências da mostra. O primeiro “Sonhos Coletivos” propõe um futuro sustentável e colaborativo, onde o morar e o viver caminham em harmonia com o meio ambiente. O segundo eixo, “Ecossistemas em Cooperação”, integra cidade e natureza como um organismo vivo. Já o terceiro, “Confluência de Saberes”, valoriza a união de disciplinas e culturas para soluções inovadoras e conscientes. Os 50 ambientes propõem um manifesto pelo morar afetivo, regenerativo e consciente, explorando a identidade brasiliense por meio de elementos – como a terra vermelha do Cerrado – e um design que dialoga com o artesanal, o sensorial e a contemplação. Atenção para as paredes de taipa da Casa Verde de Deborah Pinheiro e Cassio Veiga (este colunista amou!). Diversos outros projetos também abraçam processos sustentáveis, materiais naturais e experiências imersivas que despertam os sentidos e sugerem um momento de pausa e introspecção. A mostra ocupa uma área de 5.040 m² dividida entre o térreo e os dois pavimentos do prédio. Toda a estrutura da Casa do Candango foi recuperada pela CASACOR Brasília antes do evento abrir as portas para o público. A edificação de 1977 estava abandonada há uma década e precisou passar por recuperação das fachadas, vidros, pisos, caixas d’água e telhados e atualização das redes hidráulicas, elétricas e de águas pluviais, além da construção de estacionamento e a requalificação dos jardins. Melhorias necessárias para a mostra, mas que servirão de legado para o espaço. A ação reafirma o compromisso da mostra com o desenvolvimento urbano e social, além de se alinhar com o conceito deste ano “Semear Sonhos”, ao conectar à memória dos trabalhadores que ergueram Brasília ao propósito de dar novos usos aos espaços históricos da capital federal. Elenco plural A edição de 2025 reúne um elenco versátil de profissionais, com a participação de veteranos consagrados e novos talentos. Nomes como Walléria Teixeira e Ney Lima, presentes há 27 anos na mostra, Miguel Gustavo (23 edições) e Larissa Dias Arquitetura (16 participações) reforçam a tradição do evento de ser uma central do pensar a arquitetura e design atual que se baseia em tendências, mas sem largar a mão da tradição. Da mesma maneira o fazem Daiana Pontes (e seu projeto Bossa Lounge), Rick Hudson (que assina a colorida e alto-astral loja Olfati – batizada de Eu Quero Um Banho de Cheiro), Angela Feitoza e Maria Carolina Feitoza (com o oitentista Podcast em homenagem ao site Estilozzo), e Alessandra Lima Oliveira da Tudo Arquitetura (que arrasou no conceito casa concebido para o Clínica de Estética do Dr. Maurício Alves). Já entre os estreantes: um total de quase 20. Entre eles, o convidado Elon Pfeiffer; os vencedores do 12º Prêmio Jovem Profissional da São Geraldo: Cecília Azambuja Graf, Isabelle Bizzo e o trio formado por Ana Clara Fabri, Mayara Pedrollo Vezolle e Thales Ferreira Lopes, do Studio Mavi, além de Caio Frederico e Marcia Urbano, que inauguram a presença da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (UnB) na mostra. Esta edição marca ainda o retorno de profissionais consagrados à mostra após um período de ausência, como Leo Romano (e sua fachada vergalhões que é um verdadeiro êxtase), Hélio Albuquerque (com um dos ambientes que este colunista mais gostou pela elegância) e Cybele Barbosa (repare no teto do seu ambiente, é demais), reafirmando a pluralidade de estilos e visões presentes na edição. Cultura e impacto social Em 2025, a mostra intensifica sua relação com a comunidade, promovendo ações que encurtam a distância entre arte, design e público. Estão programadas oficinas, feiras de arte, exposições e capacitações em parceria com entidades como a Caixa e o Instituto Coca-Cola Brasil, impactando mais de 200 mil jovens por meio de projetos educacionais. Entre as oficinas estão previstas as seguintes: aquarela, com Mirian Lindgren; bordado ministrada por Keyla Leal; cerâmica desenvolvida por Mariana Sturzenegger; porcelana com Clara Rosa; e crochê com Alana Viana. Destaque especial para a oficina “Dentro do Quadrado – Inserção no Mercado de Arte”, ministrada por Alva Pinheiro. Ela é voltada a artistas iniciantes e pessoas com deficiência, com o objetivo de fortalecer a presença de nomes locais e periféricos no circuito de arte e design ao oferecer técnicas de mercado para atuação autônoma e competitiva. A gastronomia é outro segmento que terá papel de destaque na mostra com três espaços comandados pelo Grupo Famiglia Papà. Os menus foram elaborados para proporcionar uma experiência sensorial que conecta gastronomia, design e brasilidade. Inclusive, o restaurante oficial será o Cozze Mediterrâneo, que une as culinárias mediterrânea e italiana, com massas e frutos do mar frescos inspirados na Costa Amalfitana. O ambiente foi projetado pelos arquitetos Anastácia Hersen e Matheus Mendes. O Lilie Pâtisserie & Boulangerie assume o café, que foi desenvolvido pelo escritório Rava Arquitetos. Enquanto o Lounge BRB, oferece um espaço exclusivo para drinques autorais e exclusivos, em um ambiente com a assinatura dos arquitetos Marcella Schiavoni e Felipe Zorzeto. A CASACOR Brasília também será palco de uma rica programação cultural. O projeto musical reunirá apresentações semanais de artistas locais, com repertórios que transitam entre o jazz, bossa nova e MPB. A programação inclui Marias Rosa Choque, Victor Tadeu Trio, Fernanda Pinho Trio, Camila Gouveia, In Trio, Marquinho Vital Trio, Meoly Trio, Paulo Veríssimo Trio, Mirian Marques, Procurados Blues Band e O Bando. São muitas as experiências

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É neste fim de semana o Festival Peruano 2025

9ª edição do evento acontece tem gastronomia com curadoria do chef peruano Marco Espinoza, workshops e bazar de produtos e apresentações culturais típicos do país andino. O Festival Peruano, um dos eventos gastronômicos e culturais mais aguardados da Cidade, chega a sua 9ª edição no próximo sábado, 9 de agosto, nos jardins da Embaixada do Peru no Brasil, no Setor de Embaixadas Sul, das 10h às 18h, com entrada gratuita mediante 1kg de alimento não perecível. Durante todo o dia, gastronomia e apresentações culturais típicas do Peru, além de workshops ensinando o preparo do ceviche e do Pisco Sour, e o de como tocar o Cajón Peruano, um dos instrumentos mais reconhecidos no mundo. Outra atração aguardada pelos visitantes é o bazar com roupas típicas, artesanato e produtos como Inka Cola e doces à venda. A curadoria gastronômica do evento é do renomado chef peruano Marco Espinoza, dos restaurantes Taypá sabores del Perú, Cantón e Kinjo Nikkei, em Brasília, e de casas consagradas no Rio de Janeiro e em São Paulo. A proposta do chef Espinoza para a edição 2025 do festival é baseada nos sabores mais representativos do Peru: os ceviches, a comida criolla, as brasas com tempero peruano, a culinária nikkei (a fusão da gastronomia peruana e japonesa) e as sobremesas tradicionais daquele país. Para acompanhar, uma das cervejas mais populares no Peru, a Cusqueña, e o Pisco. A emblemática bebida peruana é o destilado peruano com denominação de origem, com mais de 400 anos de história. Entre os drinks que serão oferecidos, o Pisco Sour e o Chilcano de Pisco. O workshop de ceviche, inédito no evento, será ministrado pelo chef peruano, Walter Gonzales, chef-executivo da Embaixada do Canadá no Brasil. Ele irá desvendar ao público, os segredos do “leche de tigre” e da técnica que faz do ceviche um patrimônio da culinária mundial. O de Pisco Sour tem a frente o bartender e sommelier Paul Berrospi, que contará uma breve história da bebida e ensinará o preparo do drinque. Já o workshop de Cajón Peruano fica a cargo de Alex Carrasco A programação cultural conta com as apresentações da “Banda Típica Peruana”, um sexteto instrumental dirigido pelo músico peruano Alex Carrasco, que apresentará os ritmos folclóricos das diversas regiões do Peru, e de danças típicas. Diretamente de São Paulo, o grupo de dança folclórica “Raíces Norteñas” apresentará danças tradicionais como a Marinera Norteña y Hayno. O Festival Peruano é organizado pela Embaixada do Peru com o objetivo de divulgar as atrações gastronômicas, culturais e turísticas do país.   ¡Ándale!  Festival Peruano 2025 / Embaixada do Peru (Av. das Nações S.E.S. Quadra 811 Lote 43 Brasília-DF) / 09 de Agosto 2025 (sábado) – 10h às 18h / Entrada Social: 1 kg de alimento não perecível / Siga: @festivalperuanobsb Fotos: Divulgação

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Carlota, Focus Dança Piazzolla em Brasília!

Consagrado por público e crítica, espetáculo chega a Brasília para apresentações no Teatro Nacional dias 9 e 10 de agosto. A Focus Cia de Dança, sob direção artística do renomado coreógrafo Alex Neoral, desembarca em Brasília com Carlota – Focus Dança Piazzolla para convidar o público a se juntar à comemoração de seus 25 anos de trajetória. Dias 9 e 10 de agosto, o espetáculo será apresentado na Sala Martins Pena do Teatro Nacional Cláudio Santoro, com patrocínio exclusivo da Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Entre as principais obras do repertório da Companhia, Carlota relê possibilidades do Tango, criado há quase 150 anos na Argentina, no corpo da dança contemporânea em 11 composições do bandoneonista Astor Piazzolla. Os elementos do Tango servem, ainda, de livre inspiração para os movimentos da coreografia, considerada uma das mais vigorosas da história da Focus Cia de Dança. Nela, o vai e vem são referências nos passos que exploram solos e aéreos, engates e até momentos de contornos acrobáticos entram em cena. A montagem também dialoga nas experiências de Alex Neoral com suas mestras, enfatizando Carlota Portella (1950-2024), que faleceu em 31 de agosto de 2024. O balé, de estreia nacional em 2023, é talvez a maior homenagem que a artista, fundadora da Cia. Vacilou, Dançou, recebeu em seus mais de 40 anos de trajetória. O espetáculo celebra, além de Portella, as mestras Regina Sauer, Giselle Tápias e Déborah Colker. Carlota – Focus Dança Piazzolla celebra o corpo como obra de arte suprema. Por conceito, no conjunto de dez bailarinos, homens e mulheres são indistintos por figurinos. Funcionam como extensão uns dos outros, condutores de movimentos arrojados e poéticos, sempre com excelência técnica, marca da Companhia. Com a palavra, Alex Neoral: “Ao mesmo tempo em que faço alusão à minha trajetória formativa, sou extremamente sensível à obra de Astor Piazzolla, sempre quis criar uma coreografia para suas composições. Outro aspecto interessante é que venho de uma jornada de obras imagéticas, criando roteiros ou partindo de compositores, escritores e pintores. Agora, volto a trabalhar o corpo como folha em branco para escrever gestos a partir de Piazzolla.” A síntese em cena de Carlota – Focus Dança Piazzolla abriu canais de criação para a monumental coreografia “Entre a pele e a alma”, apresentada em São Paulo. A estreia no Rio de Janeiro, em 2024, renova o olhar para a escrita do movimento que é a marca de Neoral. A partir do tríptico “O Jardim das Delícias Terrenas”, de Hieronymus Bosch, Neoral convida Ney Matogrosso para interpretar canções inéditas – compostas por Sacha Amback e Paula Raia – que reverberam no elenco de bailarinos com aplausos em cena aberta. A interpretação do roteiro ocorre em cenários que resultam numa instalação de Natália Lana. “Carlota se trata de um exercício único: compor uma coreografia a partir da canção instrumental, como em outros momentos dos 25 anos da Focus”, completa o diretor. Carlota – Focus Dança Piazzolla fez apresentação de algumas cenas no Festival Quartiers Danses, em Montreal, no Canadá, em 2022, arrebatando a plateia. “Carlota se apropria da melancolia e da rigidez do Tango em cada momento da coreografia. Fala muito de abandono, seja pela atmosfera do gênero, seja por momentos que vivenciei ao longo da minha vida profissional, que fazem parte também da vida de todos nós”, reflete Neoral. O espetáculo é dançado com Afonso Gondim, Bianca Lopes, Carolina de Sá, Cosme Gregory, Felipe Silva, Jeison Lopes, Paloma Tauffer, Yasmin Almeida, Yasmin Matos e Wesley Tavares. Cidadão do mundo, Alex Neoral já perdeu a conta dos carimbos no passaporte. “As férias me abrem possibilidades de criação entre o Carnaval e a Focus. Agora, paralelamente às viagens e aos ensaios para a comissão de frente da Unidos de Vila Isabel, já estou preparando o espetáculo que vai chancelar nossos 25 anos como parte da dança contemporânea brasileira”, conta. Bodas de prata A Focus Cia de Dança está comemorando bodas de prata. Vinte e cinco anos de vidas: de gente que lota as plateias dento e fora do Brasil, mas também bailarinos, diretores de arte, cenógrafos, iluminadores, figurinistas, regidos pelo diretor Alex Neoral e pela gestora Tati Garcias, fundadores da premiada companhia. A cada novo espetáculo, desde 2000, as montagens coreográficas atravessaram 100 cidades brasileiras e países como Colômbia, Bolívia, México, Costa Rica, Canadá, Estados Unidos, Portugal, Itália, França, Alemanha, Panamá e Espanha. Gestora da Focus Cia de Dança, Tati Garcias passou 2024 de olho nesse 2025. Bodas de prata são bodas de prata. “Nossa principal meta é incluir e ampliar o público em nossas turnês. Por isso, a programação prevê ingressos acessíveis além da entrada franca em parte das nossas apresentações por todo o Brasil. Esse ano já dançamos em Vitória, ES, em quatro cidades de Minas Gerais, antes de virmos para Brasília encontramos a plateia de São Paulo. É sempre importante lembrar: toda a estrutura que permite nossas viagens pelo Brasil e pelo mundo, além da contratação de bailarinos de todo o Brasil, manter uma sede moderna no Centro do Rio, enfim, movimentar toda essa engrenagem, é resultado da parceria com a Petrobras”, destaca Tati. Com 26 obras e 16 espetáculos em seu repertório, a Focus Cia de Dança se consagrou através da crítica especializada e sucesso de público. Apresentou-se em mais de 100 cidades brasileiras e levou sua arte para países como Colômbia, Bolívia, México, Costa Rica, Canadá, Estados Unidos, Portugal, Itália, França, Alemanha e Panamá. E leva consigo a Comenda da Ordem do Mérito Cultural, do Ministério da Cultura, maior condecoração da cultura brasileira. Ficha técnica: Direção artística e coreografia: Alex Neoral | Direção de produção e gestão: Tatiana Garcias | Assistente de Direção e Ensaiadora: Luisa Vilar | Coordenação de Projeto: Taísa Diniz | Coordenação de Produção: Giselli Ribeiro | Produção executiva: Náshara Silveira | Assistente de produção: Lara Lunz | Coordenação técnica e iluminação: Anderson Ratto | Cromático Produções Culturais | Cenografia: Natália Lana | Figurinos: Maria Osório | Confecção de Figurinos: Jacira Garcias e Lucas Pereira |

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Iate in Concert: imperdível e gratuito!

Neste sábado (09/08), evento une música sinfônica, clássicos do jazz e da música francesa, ações sustentáveis e arrecadação de cestas básicas no Lago Paranoá   No dia 9 de agosto, às 18h, o Iate Clube de Brasília será palco da 10ª edição do Iate in Concert, um dos eventos mais aguardados do calendário cultural da capital federal. Com entrada gratuita mediante a doação prévia de uma cesta básica, o concerto marca uma década de promoção à cultura, inclusão social e sustentabilidade, em uma experiência que promete emocionar o público às margens do Lago Paranoá. Neste ano, o espetáculo celebra os “Clássicos do Jazz e da Música Francesa“, sob a regência do maestro Cláudio Cohen, à frente da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro. Entre os destaques estão os músicos Pablo Fagundes, Marc Poingt, Oswaldo Amorim e a cantora francesa Melanie Dahan, que dividem o palco em arranjos inéditos e interpretações marcantes. A banda Birinaite será responsável por encerrar a noite com uma apresentação após o concerto. A estrutura do evento inclui ainda praça de alimentação com food trucks. Realizado pelo Instituto de Produção Socioeducativo e Cultural Brasileiro (IPCB), o concerto tem classificação indicativa livre. As cestas básicas podem ser adquiridas no site da Bilheteria Digital ou diretamente no Iate Clube de Brasília (Concierge), de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, e aos sábados, domingos e feriados, das 8h às 15h. Música como linguagem universal Para o maestro Cláudio Cohen, a escolha do tema partiu de uma afinidade pessoal e de um olhar atento ao cenário musical da cidade. “Sou um ouvinte assíduo do jazz desde a adolescência e, como Brasília tem um bom movimento jazzista, com músicos excelentes e qualificados, optei por essa vertente temática. Além disso, tenho ótimos amigos dentro desse segmento, como o contrabaixista e produtor musical Oswaldo Amorim, grande jazzista, e Pablo Fagundes”, afirmou. Cohen revela que o encontro decisivo para o repertório aconteceu em um almoço musical: “Já conheço o trabalho do Oswaldo há muitos anos, inclusive já fizemos turnês juntos. Também o trabalho do Pablo é bastante conhecido. Quem eu não conhecia era o Marc Poingt, pianista francês muito talentoso e simpático. Logo tivemos afinidades e vislumbrei essa possibilidade de fazer um concerto de jazz com a orquestra. Essa proposta se concretizou nesse projeto do Iate in Concert”. O maestro destaca ainda o papel do evento como agente de intercâmbio cultural: “Temos buscado trazer essa internacionalidade para o evento por meio da música e de convidados nacionais e internacionais, promovendo a diversidade cultural caracterizada em nossa cidade. Eventos como o Iate in Concert promovem uma imagem de alta qualificação para Brasília”, completou. Solistas em sintonia O gaitista e compositor Pablo Fagundes, brasiliense de formação popular, será solista em três peças do concerto. “Para mim, é uma honra fazer parte dessa edição. Iniciativas como essa têm uma importância muito grande para enriquecer a cultura de Brasília e facilitar o acesso à cultura para todos”, disse. Ele interpretará, ao lado da orquestra, as músicas “The Summer of ’42” e “Take Five”, além da autoral “Flauta Pifada”. “Essa é uma música que tem a cara do Brasil bem estampada, mas traz elementos do jazz. No arranjo, ela cria um diálogo muito bonito com a orquestra. Vai ser o momento-chave da minha participação.” Pablo também falou sobre os bastidores e a relação com os colegas de palco: “O Marc Poingt é meu parceiro num álbum em duo chamado Harmonia, que lançamos na França e estamos circulando por outros países. O Oswaldo Amorim, por sua vez, é parte da minha história musical há mais de 15 anos. E o maestro Cláudio Cohen já me deu uma oportunidade inesquecível ao me convidar para solar uma peça de Villa-Lobos com a orquestra.” Solidariedade, impacto social e sustentabilidade O Iate in Concert consolida-se como um evento beneficente com resultados expressivos. Em todas as edições, a arrecadação de cestas básicas tem sido revertida para instituições do Distrito Federal, reforçando o compromisso social da iniciativa. Em 2025, a expectativa é ultrapassar a marca de 3 mil cestas arrecadadas. Além disso, o evento amplia seu alcance com ações de inclusão, como transporte gratuito para pessoas com deficiência visual e ensaios abertos voltados a estudantes de escolas públicas que desenvolvem projetos musicais. A proposta é inspirar e formar novos públicos para a música instrumental e sinfônica. E pela primeira vez, o Iate in Concert adota uma Política de Sustentabilidade estruturada em eixos estratégicos, em parceria com o IPCB, a Secretaria de Cultura e instituições ambientais. A meta é tornar o evento referência em produção cultural responsável. Entre os compromissos estão a redução de resíduos rumo ao lixo zero, a neutralização de carbono, o protagonismo feminino com o protocolo Por Todas Elas e a valorização da diversidade e acessibilidade. Além disso, serão promovidas ações educativas, atendimento médico e campanhas de bem-estar e equidade. “O evento se alinha aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, à ISO 20121 e a outras referências internacionais. Queremos promover não apenas um espetáculo, mas uma experiência cultural regenerativa e inspiradora”, destaca a coordenação do projeto.   Uma noite inesquecível 10ª edição do Iate in Concert / Iate Clube de Brasília – Setor de Clubes Esportivos Norte, Trecho 2, Conjunto 4 / 09 de agosto de 2025 (sábado) –  Abertura dos portões 16h – Concerto 18h / Troque o ingresso por 01 cesta básica pelo site Bilheteria Digital ou presencialmente no Iate Clube / Livre   Fotos: Divulgação

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Circo dos Sonhos no Mundo da Fantasia em Ceilândia

Montagem inédita mistura contos infantis, magia e performances circenses para toda a família O “Circo dos Sonhos no Mundo da Fantasia” estreou pela primeira vez em Ceilândia, no antigo Ceilambódromo, no dia 25 de julho, com sessões previstas até 24 de agosto. O espetáculo é protagonizado pelo ator Marcos Frota e promete uma imersão lúdica no universo da imaginação infantil, com números inéditos, novo cenário e elenco renovado. A proposta da montagem é resgatar o encantamento e o espírito das brincadeiras tradicionais, em um tempo onde telas e dispositivos eletrônicos ocupam grande parte da rotina infantil. No enredo, uma criança que não desgruda do videogame é levada por um portal mágico ao “Mundo da Fantasia”, onde é recebida por palhaços e descobre um castelo habitado por personagens clássicos como reis, fadas, sapos e bruxas. Ao longo da narrativa, o público é conduzido por números aéreos, malabarismo e acrobacias, todos executados por artistas experientes, com figurinos e cenários inspirados nos contos de fadas. “É um espetáculo criado com carinho, pensado para a família toda. Um convite aos adultos para redescobrirem a fantasia junto com os pequenos”, afirma Frota. A superprodução envolve cerca de 150 profissionais de diferentes áreas — de costureiras a cenógrafos — que atuam nos bastidores da montagem. A criação é assinada pela tradicional família Jardim, responsável por dois circos em atividade no país, com mais de 30 anos de estrada. Para Rosana Jardim, diretora do espetáculo, a proposta vai além do entretenimento. “Mostramos que, apesar da tecnologia, a imaginação continua sendo a melhor forma de brincar — e a mais acessível”, destaca. Além da carreira como ator Com mais de 30 personagens na televisão e destaque em novelas como O Clone e Mulheres de Areia — Marcos Frota é também presidente voluntário da Universidade Livre do Circo, projeto social que atende jovens em situação de vulnerabilidade no Rio de Janeiro, oferecendo aulas de circo e acompanhamento psicossocial. Quer ir? Circo dos Sonhos no Mundo da Fantasia Antigo Ceilambódromo – ao lado do SESC Ceilândia (Setor N Norte, QNN 27, Lote D) Temporada até 24 de agosto – terça a sexta: 20h, sábados, domingos e feriados: 15h, 17h30 e 20h Ingressos a partir de R$ 20 (meia-entrada para crianças de 2 a 12 anos, estudantes e maiores de 60. Promoções no site.) Vendas na bilheteria (terça a domingo, das 14h às 20h) e pelo site www.circodossonhos.com Imagens: Divulgação

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Marisa Monte traz Phonica a Brasília

Com seis shows agendados, turnê chega em novembro a Brasília, onde a artista tem uma legião de fãs Marisa Monte faz sua primeira turnê com sua banda e uma orquestra sinfônica com 55 músicos selecionados especialmente para a ocasião com regência do maestro André Bachur. Realizado pela T4F, serão seis shows em seis cidades e Brasília está entre elas. Graças à parceria com a Oh! Artes, a apresentação marcada para 29 de novembro, no gramado do Eixo Cultural Ibero-Americano. As vendas serão realizadas pelo site da Tickets For Fun. Em tempo, o Phonica – Marisa Monte & Orquestra Ao Vivo tem patrocínio da Shell. “Ao longo dos anos, tive algumas chances de cantar com orquestras, tanto no Brasil quanto no exterior. Foram experiências extraordinárias, emocionantes e inesquecíveis. A interação entre os músicos no palco, a complexidade dos arranjos e a combinação de técnica com a emoção fizeram desses concertos experiências verdadeiramente mágicas.  Para a série especial de seis shows da Phonica, em parceria com o maestro André Bachur, que me acompanhou no concerto de comemoração dos 90 anos da USP, selecionamos músicos virtuosos das melhores orquestras do país. Junto com minha banda, unimos o popular ao erudito para interpretar clássicos, criando mais uma experiência transcendental“, conta Marisa Monte. “É uma imensa alegria poder participar deste projeto e estar no palco novamente com essa grande artista que admiro desde sempre. O encontro entre Marisa e a Orquestra Sinfônica promete, mais uma vez, uma energia arrebatadora, repleta de ritmos, cores e nuances musicais. Tenho certeza de que será uma experiência marcante, tanto para quem estiver no palco quanto para quem estiver na plateia. Levar esse espetáculo tão especial a diferentes cidades do Brasil é um verdadeiro privilégio — e acredito que cada apresentação será única, emocionante e inesquecível para todos nós“, confessa o Maestro André Bachur.   “Marisa Monte é uma das artistas mais importantes da música brasileira e que vem atravessando gerações com a mesma força, sensibilidade e relevância. Produzir seus shows ao lado de uma orquestra, em parques e lugares que carregam memória e beleza, é mais do que realizar um espetáculo: é construir experiências que tocam profundamente quem assiste e quem faz. Além de ser uma grande celebração de sua carreira e obra, essa turnê foi construída para promover o encontro entre gerações, histórias e afetos”, completa Maitê Quartucci, Head Artística Nacional da T4F. Quem vai? Phonica – Marisa Monte & Orquestra ao vivo / Gramado do Eixo Cultural Ibero-Americano (entre o Clube do Choro e a Torre de TV) / 29/11/2025 (sábado) / Vendas em breve pela Tickets For Fun / Siga @marisamonte Foto: Leo Aversa

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Brasília recebe o Anime Summit 2025

Com muito anime, cosplay, batalhas de rap e show inédito, evento promete agitar o fim de semana na capital federal A capital federal será invadida pela magia dos animes, mangás e games entre os dias 25 e 27 de julho, quando o Anime Summit 2025 desembarca no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade. Reconhecido como o maior festival de cultura pop japonesa do Centro-Oeste, o evento promete uma experiência completa para os fãs da cultura geek e otaku, com shows, batalhas de rap, concursos, gastronomia oriental e convidados especiais. Um dos momentos mais esperados é o show inédito da banda japonesa JILUKA (foto acima), que fará sua primeira apresentação no Brasil, trazendo o visual marcante e o som explosivo do visual kei diretamente de Tóquio para os palcos brasilienses. No universo do humor e do improviso, os influenciadores Diogo Defante e Felca também marcam presença com apresentações irreverentes que prometem arrancar boas risadas do público. Outro destaque é a Batalha Otaku, tradicional disputa de rimas que este ano contará com nomes como Neiff, Xamuel e Delvizinha, combinando criatividade, referências nerds e muito carisma. A programação ainda inclui: Artist’s Alley, espaço para artistas independentes apresentarem suas criações; Concurso de cosplay, com trajes impressionantes e performances emocionantes; Arena gamer, com jogos para todas as idades; Karaokê japonês, para quem quiser soltar a voz nos hits dos animes; Workshops e painéis com especialistas do universo pop. Além de uma praça de alimentação temática, com delícias da culinária oriental. O Anime Summit 2025 é uma realização da FEANBRA, com produção da KDM e tem se consolidado como o principal ponto de encontro da cultura pop japonesa em Brasília, reunindo milhares de visitantes apaixonados por esse universo. “Para a edição deste ano, a expectativa é bater recorde de público e reforçar a cidade como referência nacional no cenário otaku“, afirma Mario Kodama, organizador do festival. Os ingressos já estão à venda. A meia-entrada é válida para estudantes, professores, pessoas com deficiência, idosos, jovens de baixa renda e também para quem doar mangás ou alimentos não perecíveis. Para quem ama cultura pop! Anime Summit 2025 / Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade / 25 a 27 de julho de 2025 – quinta e sexta – 11h às 22h, sábado e domingo – 9h às 22h / A partir de R$ 75 (inteira) – Compre aqui  / Siga @animesummitbrasil Fotos: Reprodução – Instagram

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Referência Galeria oferece curso com Léo Tavares

Traçando um paralelo entre a imagem e a escrita, o curso já está com inscrições abertas e aulas começam na primeira quinzena de agosto “O diálogo entre palavra e imagem na arte”, esse é o nome do curso com o artista visual e escritor Léo Tavares que acontecerá na Referência Galeria de Arte entre 13 de agosto e 03 de setembro de 2025, às quartas-feiras, das 19h às 21h. Com oito horas/aula e em quatro encontros presenciais, o curso abordará as relações entre a literatura e as artes visuais e suas inscrições já estão e devem ser feitas clicando neste link; pelo Instagram @referenciagaleria ou ainda no site www.referenciagaleria.com.br. O valor por aluno é de R$ 450,00. Vale destacar que serão disponibilizadas duas bolsas integrais para pessoas autodeclaradas negras, indígenas, ou LGBTQIAP+ mediante carta de intenção no formulário de inscrição. Podem se inscrever no curso pessoas acima de 16 anos, com requisito mínimo de conclusão do ensino médio. Ao final do curso será emitido um certificado aos participantes. No ano em que completa 30 anos, a Referência dá continuidade ao trabalho de formação de público com a realização de cursos com especialistas nas mais diversas áreas do conhecimento que se relacionam com as artes visuais. “A oferta de cursos apresenta uma nova perspectiva para a galeria e para as pessoas interessadas em iniciar-se no universo das artes visuais ou ampliar seu repertório acerca da produção contemporânea”, afirma Samantha Canovas, coordenadora de projetos especiais da Referência Galeria de Arte. Sobre o curso “O diálogo entre palavra e imagem na arte” apresentará um panorama histórico do diálogo entre palavra e imagem, permeando os cruzamentos entre as artes visuais e a literatura. Ao longo do curso, serão abordados o papel da imagem nos sistemas de escrita, as composições híbridas da Antiguidade, do período medieval e da era moderna, e por fim, serão discutidos os principais trabalhos verbovisuais das Vanguardas Históricas, bem como a questão do verbal na arte conceitual dos anos 1960 e 1970, com a fundamentação da linguagem escrita como marca da arte contemporânea. As aulas serão ancoradas em apresentações de imagens e fragmentos de textos relevantes para os estudos das relações entre palavra e imagem, e contarão com recomendações de leitura. Sobre o professor Léo Tavares nasceu em São Gabriel, no Rio Grande do Sul, vive e trabalha no Distrito Federal. É Doutor em Artes Visuais pela Universidade de Brasília. Pesquisa a relação entre a palavra e a imagem. Participou de mostras coletivas no Brasil, em Portugal e na Espanha, e realizou as exposições individuais Não só com as imagens (Aliança Francesa, Brasília, 2018), Jogo de Evocação (Espaço Sala de Estar, Cidade do Porto, 2017) Narrativas Fronteiriças (Galeria de Bolso da Casa da Cultura da América Latina, Brasília, 2016) e Romance (Referência Galeria de Arte, 2024). É autor dos livros de contos O Congresso da Melancolia (Urutau, 2021), Ruibarbo do deserto (Patuá, 2019) e Os Doentes em Torno da Caixa de Mesmer (Modelo de Nuvem, 2014), prêmio Contista Estreante, pela FestiPoa Literária, de Porto Alegre. Está se preparando para lançar seu primeiro romance. Vamos estudar? “O diálogo entre palavra e imagem na arte” – Curso de História da Arte com Léo Tavares / 03 de agosto a 03 de setembro – todas as quartas-feiras – 19h às 21h / R$ 450 / Referência Galeria de Arte – CLN 202, Bloco B, Loja 11, Subsolo – Asa Norte / Se inscreva / 16 anos Fotos: Reprodução / Capa: John Baldessari – I will not make any more boring art – 1971

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