Tem Festival Lokapalooza na Casa do Cantador

Edição Carnarock entrada solidária tem seis horas de música e onze atrações. No palco principal, nomes e bandas de projeção nacional, como Jah Live, além de Bruno Dourado & Kiko Peres. Em um encontro que promete movimentar a cena cultural do Distrito Federal, esta edição do Festival Lokapalooza – Edição Carnarock acontece no dia 16 de novembro de 2025, na Casa do Cantador, em Ceilândia. Uma iniciativa do Instituto Evolução, realizada com incentivo da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa por meio da PNAB, é mais que um evento, o festival é um movimento cultural que celebra o espírito livre, criativo e pulsante de Brasília. Unindo sons, gerações e atitudes, o projeto leva a força da cena musical do Distrito Federal, promovendo apresentações que destacam a diversidade artística e a identidade cultural da capital. Com um público estimado de 2 mil pessoas nesta primeira edição, o Lokapalooza reafirma o compromisso de fomentar a arte e a produção independente. E o projeto não para por aí. Já estão confirmadas outras duas etapas, em dezembro de 2025 e janeiro de 2026, no Guará e no Plano Piloto, ampliando o alcance do movimento e conectando artistas e comunidades em diferentes territórios do DF. Com um compromisso de valorizar a interação entre músicos, integrar diferentes comunidades e promover a inclusão social, o festival vai além do entretenimento, oferecendo visibilidade a artistas locais junto a nomes nacionais e criando oportunidades para que novos públicos conheçam e apreciem sua produção. “Queríamos começar esse projeto em um espaço que representasse de fato a cultura do Distrito Federal. A Casa do Cantador é um ponto de encontro da arte popular, da música, da poesia e das raízes da cidade. É o cenário perfeito para mostrar que o Lokapalooza – Edição Carnarock não é só rock, é diversidade, é atitude e é cultura viva”, destaca Windemberg Borges, presidente do Instituto Evolução. Os ingressos são gratuitos e devem ser retirados antecipadamente pela plataforma Sympla. No dia do evento, o público deve levar 1 kg de alimento não perecível, que será destinado a ações sociais no Distrito Federal. Programação (sujeita a alteração sem aviso prévio): Palco Little Hell Ultra Metade – 15h30 Sonda Mãe – 16h30 Renato Matos – Experimental Dub 18h Terno Elétrico – 19h30 Kaos Lúdico – 21h40 Palco Principal  Lilla – 16h Coletivo Capybaras – 17h30 (foto de capa / Marcelo Magalhães) Lupa – 18h30 Bruno Dourado e Kiko Peres (Natiruts) – 20h10 Jah Live – 22h Bora ali curtir um som? Festival Lokapalooza – Carnarock / Casa do Cantador – Quadra 32 Área Especial G – Ceilândia, Brasília – DF / 16 de novembro de 2025 (domingo) / Sympla – retirada antecipada – 1kg de alimento não perecível / Mais infos @lokapalooza   Fotos: Divulgação

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Vrum-vrum… Partiu Brasília Motor Fest!

Evento gratuito integra a programação do Acelera Brasília e reúne mais de 100 carros clássicos e esportivos no Kartódromo do Guará. Brasília se prepara para acelerar o coração dos apaixonados por velocidade com a chegada do Brasília Motor Fest, que acontece neste sábado, 15 de novembro, no Kartódromo do Guará, das 17h30 às 22h. O evento gratuito e aberto ao público faz parte da programação do Acelera Brasília e promete ser uma verdadeira celebração da cultura automotiva, reunindo máquinas potentes, música, gastronomia e diversão para todas as idades. Com mais de 100 carros confirmados, o público poderá conferir de perto uma exposição de carros de competição, incluindo modelos de drift, arrancada e track day, além de clássicos e esportivos que marcaram gerações. Para quem quiser sentir a adrenalina na pele, haverá simuladores de corrida, proporcionando uma experiência imersiva no universo das pistas. A programação também conta com DJs ao vivo, food trucks com o melhor da gastronomia de rua e sorteios de brindes ao longo da noite. Idealizado por @nd.bsb e @kazumi, com apoio do Acelera Brasília, e para ser o ponto de encontro entre gerações de apaixonados por motores, velocidade e estilo, o Brasília Motor Fest combina o melhor do automobilismo com um clima de emoção, adrenalina e entretenimento para toda a família. “Queremos que o público sinta o que é viver o automobilismo de perto, com segurança, cultura e diversão”, conclui Washington Júnior, um dos organizadores do evento. Vrum-vrum! Brasília Motor Fest / Kartódromo Ayrton Senna do Guará – Brasília / 15 de novembro de 2025 (sábado) – 17h30 às 22h / Gratuito / Mais infos (61) 98350-8554 – @nd.bsb Fotos: Divulgação

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Começou o Natal Imperial do Pontão

A magia do Natal chega ao Pontão Lago Sul, com a inauguração oficial do “Natal Imperial” nesta sexta-feira, 14 de novembro. Até o dia 6 de janeiro de 2026, o complexo de gastronomia e entretenimento de Brasília convida o público a mergulhar no verdadeiro espírito natalino com ações de solidariedade em um cenário majestoso. Às 19h30 acontece a apresentação do músico Zéca Lima, fundador da Família Lima, que promete uma noite especial. O cantor e compositor irá apresentar o seu projeto natalino, com canções tradicionais nacionais e internacionais que embalam esta época do ano. O show no Jardim de Eventos, é gratuito mediante doação de alimentos. O “Natal Imperial” foi pensado para transportar o público para um cenário mágico e instigá-lo a criar memórias. A decoração, umas das mais aguardadas pelos brasilienses, este ano mescla as cores clássicas verde e vermelha com a sofisticação dos tons dourados, laçarotes de veludo e iluminação cênica. A experiência natalina tem início na entrada do Pontão com o pórtico iluminado. Um convite para o cenário mágico que aguarda os visitantes no Jardim de Eventos. Elementos natalinos clássicos, como papais noéis, renas, caixas de presentes e bolas coloridas, além de uma árvore de 14 metros que abriga o tradicional presépio. Um café com delícias da época e um carrinho com guloseimas Fini aguardam os visitantes. A Casa do Papai Noel, uma tradição da decoração natalina do Pontão, instiga a imaginação. O cenário é de conto de fadas: mobiliário renascentista, tapeçaria, lareira e muitos elementos lúdicos. É nela que o Bom Velhinho acompanhado da sua assistente, Noelete, recepcionará os visitantes. Inclusive, para visitar a Casa do Papai Noel é necessário o consumo nos restaurantes (R$150,00) e quiosques (R$50,00), sendo no máximo quatro ingressos por CPF, ou por meio da compra dos ingressos, que podem ser adquiridos na loja Pontão Souvenir (R$20,00 + doação de 1kg de alimento não perecível exceto sal e flocão). Os produtos arrecadados serão destinados à ação Associação Marmita Solidária, instituição que atua há cinco anos no DF com apoio alimentar a populações vulneráveis. Já o acesso à decoração externa do Pontão é gratuita. Tem também as oficinas criativas, que tem o objetivo de despertar o espírito natalino na criançada de forma lúdica e divertida. As atividades são variadas, como oficina de biscoitos, de bonecos em feltro, pantufas de pelúcia, jardinagem, pintura em tela e slime, pensadas para estimular a imaginação. Para participar das oficinas, o investimento é de R$50,00 por participante. Todos os dias, das 16h às 22h, para crianças de 3 a 12 anos. Já no dia 17 de dezembro, o “Natal Imperial” irá receber a Caravana de Natal Coca-Cola. Das 19h30 às 20h30, o Pontão Lago Sul estará esperando a visita de Papai Noel, o Urso Polar e o comboio iluminado. Confira a programação de visitas do Papai Noel em @pontaodolagosul! E abaixo, confira cliques feitos por este colunista/fotógrafo de quem esteve presente ao evento de abertura oficial que aconteceu nessa quinta-feira (13): Jingle Bells “Natal Imperial” do Pontão Lago Sul / SHIS Ql 10, 1/30 – Lago Sul, Brasília / até 6 de janeiro de 2026 / Livre Fotos: Gilberto Evangelista  

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Michael Jackson: 116 milhões de cliques em 24 horas!

Trailer da cinebiografia do Rei do Pop quebra recorde mundial e reacende o debate sobre a linha tênue entre homenagem e fantasia. Lançado no último dia 6 deste mês, o trailer de Michael, cinebiografia sobre a vida de Michael Jackson, já entrou para a história. Em apenas 24 horas, o vídeo alcançou 116,2 milhões de visualizações, tornando-se o trailer mais assistido de um filme biográfico musical ou de concerto em todos os tempos. Um recorde que comprova: mesmo 15 anos após sua morte, o magnetismo do “Rei do Pop” continua inabalável! Mas o brilho vem acompanhado de polêmica. O teaser, conduzido ao som de Wanna Be Startin’ Somethin’, aposta em um tom triunfante e luminoso, deixando de lado as sombras que acompanharam o cantor. As cenas que retratam sua infância nos Jackson 5, marcada por relatos de abuso do pai, surgem aqui como uma festa familiar, alegre e inspiradora. É uma escolha que já divide opiniões, afinal, onde termina o tributo e começa a idealização? O filme, dirigido por Antoine Fuqua, traz Jaafar Jackson, sobrinho do astro, no papel principal, ao lado de Kendrick Sampson como o produtor Quincy Jones. A prévia mostra os bastidores da criação de Thriller e os grandes momentos de uma carreira que redefiniu a música pop. Mas a jornada até a tela foi longa e turbulenta. O espólio de Jackson descobriu que o roteiro original violava um acordo legal de décadas com a família de Jordan Chandler, o garoto que o acusou de abuso em 1993. O caso, inicialmente central no terceiro ato, levou a refilmagens extensas em março de 2025. A estreia, prevista para abril daquele ano, foi adiada para outubro e, depois, para abril de 2026. A filha de Jackson, Paris, também se afastou do projeto. Depois que o ator Colman Domingo (que interpreta Joe Jackson) declarou que ela e o irmão Prince apoiavam o filme, Paris respondeu nas redes: “Não fiquem dizendo às pessoas que eu fui ‘prestativa’ no set de um filme no qual não tive 0% de envolvimento”. Ela afirmou ter apontado “mentiras descaradas” no roteiro, mas não foi ouvida. “O filme agrada a uma parte dos fãs do meu pai que ainda vive na fantasia. E eles vão gostar.” As críticas não vieram só da família. Dan Reed, diretor do documentário Leaving Neverland (HBO, 2019), classificou Michael como “um completo acobertamento”. O Financial Times revelou ainda que o espólio de Jackson fechou neste ano um acordo de US$ 2,5 milhões com outro grupo de acusadores. Já Wade Robson e James Safechuck – os protagonistas do documentário – seguem com um processo por negligência contra as produtoras do cantor, com julgamento marcado para 2026. Apesar das controvérsias, o elenco impressiona. Além de Jaafar Jackson e Colman Domingo, estão no filme Nia Long (Katherine Jackson), Jessica Sula (LaToya Jackson), Larenz Tate (Berry Gordy), Laura Harrier (Suzanne de Passe) e Kat Graham (Diana Ross). A produção é de Graham King, o mesmo de Bohemian Rhapsody, em parceria com John Branca e John McClain, executores do espólio de Jackson. Entre aplausos e desconfiança, Michael promete ser mais que uma cinebiografia: um espelho das contradições de um artista que transformou a música, o corpo e o próprio conceito de fama, e que, ainda hoje, continua despertando amor, controvérsia e curiosidade em igual medida. Fala a verdade, você também está torcendo para o filme sair logo e assim você ir #PERAMBULANDO o quanto antes para viver essa emoção no cinema. Não é mesmo? Foto: Reprodução

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O design de Sergio Rodrigues reencontra Brasília

Instituto Sergio Rodrigues e Hill House lançam a reedição da Poltrona Arcos na Cerrado Cultural. O encontro entre design, memória e diplomacia marcou a manhã dessa terça-feira (4/11), na Cerrado Cultural, com o lançamento da reedição da icônica Poltrona Arcos, criada em 1968 por Sergio Rodrigues para o Palácio dos Arcos, sede do Itamaraty. A iniciativa – fruto da parceria entre o Instituto Sergio Rodrigues e a Hill House – integra o calendário de ações rumo ao centenário de nascimento do designer, em 2027, reposicionando sua obra no centro do diálogo entre arquitetura, design e cultura brasileira. Concebida em harmonia com Oscar Niemeyer, Olavo Redig de Campos e Roberto Burle Marx, a Poltrona Arcos é uma síntese da genialidade de Sergio Rodrigues: combina leveza, funcionalidade e sofisticação em uma peça que se tornou símbolo de uma era. Estrutura delgada, curvas em meia-lua e rodízios cromados compõem o desenho que conciliava ergonomia e elegância, antecipando tendências internacionais que só se afirmariam na década seguinte. Produzida originalmente apenas para o Itamaraty, a poltrona nunca chegou ao público. Agora, reeditada sob a supervisão do Instituto Sergio Rodrigues, volta a circular com o mesmo espírito experimental e refinado de seu criador. Parte das vendas será revertida ao Instituto, que desde 2017 mantém um programa dedicado à pesquisa do mobiliário diplomático brasileiro. “Estar novamente no Itamaraty é devolver à história um patrimônio do país. Sergio Rodrigues traduziu a diplomacia em design, criando uma linguagem de Estado que até hoje define o modo brasileiro de projetar-se no mundo”, afirma Afonso Luz, curador do Instituto. O happening reuniu diplomatas, arquitetos, pesquisadores, colecionadores e representantes de instituições culturais. A peça permanece em exposição pública até o dia 10 de novembro, na Cerrado Cultural. Como parte da programação, a Universidade de Brasília sedia nesta terça (5/11) o seminário “Design, Cultura e Diplomacia: uma homenagem a Sergio Rodrigues”, realizado em parceria com o Instituto Guimarães Rosa (MRE). O encontro reúne especialistas para discutir o papel da cultura material na projeção internacional do Brasil — tema que Sergio Rodrigues ajudou a desenhar com elegância e identidade própria. Confira abaixo mais alguns cliques registrados pelas lentes deste colunista/fotógrafo de alguns dos convidados que marcaram presença na ocasião: Foto: Gilberto Evangelista

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Flausino, Sideral e OFB em Cazuza Sinfônico!

A reunião entre poesia, rebeldia e emoção fazem parte do concerto que celebra o ícone do rock nacional. A energia e o lirismo de Cazuza voltam a ecoar em Brasília no dia 26 de novembro, com o espetáculo Cazuza Sinfônico, que promete uma imersão intensa na obra e na alma de um dos maiores poetas da música brasileira. A apresentação acontece no Centro de Convenções Ulysses, reunindo a Orquestra Filarmônica de Brasília e grandes nomes da música nacional em uma fusão arrebatadora entre o rock e o universo sinfônico. No palco, o ator Bruce Gomlevsky encarna Cazuza em performances que revisitam sucessos como Exagerado, Codinome Beija-Flor e O Tempo Não Para — canções que atravessam gerações e continuam pulsando com a mesma força e irreverência. A noite ganha ainda mais brilho com as participações especiais de Rogério Flausino, vocalista do Jota Quest, e de seu irmão, o multi-instrumentista Wilson Sideral, que trazem novas cores e energia a esse encontro simbólico entre épocas e estilos. “O Cazuza é quase como um alter-ego pra mim. Eu gostaria de falar as coisas que ele fala. Cantar essas músicas é como colocar pra fora tudo aquilo que a gente sente e muitas vezes não tem coragem de dizer”, ressalta Flausino. Vale lembrar que, ais do que um show, Cazuza Sinfônico é uma celebração da liberdade, da poesia e da intensidade que marcaram o artista. Uma experiência que emociona e inspira — provando que a arte de Cazuza segue viva, indomável e eterna. Em tempo, o projeto Concertos na Capital é uma realização da Oh!Artes, com patrocínio da Brasal e apoio do Ministério da Cultura e do Governo Federal, por meio da Lei Rouanet – Lei de Incentivo à Cultura.   Para rebeldes clássicos! Cazuza Sinfônico /  Centro de Convenções Ulysses / 26 de novembro (quarta-feira) – 21h / Ingressos a partir de R$ 25 (meia-entrada) – Bilheteria Digital / Informações (61)98141-1990 / (61)3554-4005 Foto: Divulgação

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Martinho da Vila no Festival Estilo Brasil

O show acontece em 31 de outubro e estão disponíveis os últimos ingressos.   O sorriso largo, o gingado inconfundível e a leveza que só ele tem — é assim que Martinho da Vila chega ao Festival Estilo Brasil para uma apresentação em 31 de outubro, no Centro de Convenções Ulysses. Com últimos ingressos à venda, o show A Voz do Coração promete uma noite de pura harmonia e emoção. Muito mais que revisitar clássicos, Martinho celebra a vida com a sabedoria musical que o consagrou como ícone do samba. No repertório, o público pode esperar sucessos eternizados na memória afetiva do brasileiro, como Canta, Canta Minha Gente, Disritmia, Devagar, Devagarinho e Mulheres — além de faixas que reafirmam a poesia e o charme inconfundível do artista. No palco, Martinho estará acompanhado por Gabriel de Aquino (violão), Alaan Monteiro (cavaco), João Rafael (baixo), Gabriel Policarpo e Bernardo Aguiar (percussão), e terá ainda o brilho das filhas Analimar e Alegria nos vocais, tornando o show um encontro afetuoso entre gerações. Os ingressos seguem disponíveis no site da Bilheteria Digital a partir de R$79,90, com parcelamento em até 6 vezes sem juros para clientes dos cartões BB Visa. Vale lembrar ainda que o Festival Estilo Brasil tem o oferecimento do Banco do Brasil Estilo e patrocínio dos cartões BB Visa, Banco do Brasil e Governo Federal. A realização é do Metrópoles e a produção da Oh! Artes. Se liga na Programação: Martinho da Vila  – 31 de outubro Tim Bernardes – 8 de novembro Paralamas do Sucesso & Dado Villa Lobos – Turnê: Celebrando 40 anos de Clássicos – 21 de novembro Caetano Veloso – 11 de dezembro Vamos curtir um som! Festival Estilo Brasil / Centro de Convenções Ulysses / 31 de outubro até 11 de dezembro – 21h30 / A partir de r$ 79,90 – Bilheteria Digital Foto: Divulgação  

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FeijoARQ do Metropolitano agita a capital

1ª edição da FeijoARQ do Metropolitano estreia em Brasília com sucesso, reunindo mais de 100 profissionais de arquitetura e decoração em torno de uma feijoada assinada pelo chef Marcelo Petrarca. O Metropolitano, maior programa de relacionamento e benefícios voltado a arquitetos, designers e decoradores do país, realizou em Brasília a 1ª edição da FeijoARQ, evento que celebrou conexões, parcerias e reconhecimento entre profissionais do setor e marcas parceiras. Realizada no último dia 30 de outubro, a FeijoARQ reuniu cerca de 50 empresas ligadas ao segmento de arquitetura e mais de 70 profissionais de destaque da capital. O encontro teve como cenário o restaurante Lago, do premiado chef Marcelo Petrarca, que assinou a feijoada completa servida durante a tarde. A trilha sonora ficou por conta da cantora Juliana Muller, que embalou o público em um clima de descontração e celebração.Com edições anteriores realizadas em cidades como Uberlândia, Uberaba, Belo Horizonte, Patos de Minas, Cuiabá, Alta Floresta, São José do Rio Preto, Palmas e Fortaleza, a chegada da FeijoARQ a Brasília consolida o evento como parte do calendário anual do Metropolitano. A edição brasiliense foi organizada pela publicitária e empreendedora Cláudia Nasser, que acaba de assumir a direção do grupo no Distrito Federal. Segundo ela, o evento marca uma nova fase para o programa na região, “Nosso objetivo é fortalecer o relacionamento entre profissionais do ARQDECOR local e as empresas parceiras, promovendo experiências que vão além dos negócios — celebrando a criatividade, o networking e a amizade”, destacou. Com boa gastronomia, música e integração, a FeijoARQ Brasília reafirmou o propósito do Metropolitano de valorizar e aproximar os protagonistas do universo da arquitetura e decoração em todo o país. Confira mais alguns cliques feitos por este colunista/fotógrafo de quem marcou presença: Fotos: Gilberto Evangelista

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Não perca a exposição Entre-lugar: Trajetórias

Mostra no Museu Vivo da Memória Candanga une arte, história e afeto ao retratar, por meio das obras de Célia Matsunaga e Nilce Eiko Hanashiro, as heranças visuais e humanas da imigração japonesa no Brasil.   A partir do dia 1º de novembro, o Museu Vivo da Memória Candanga abre as portas para um mergulho nas lembranças que ajudaram a erguer Brasília — e o país. A mostra “Entre-Lugar: Trajetórias”, com curadoria de Gladstone Menezes, reúne fotografias, objetos e instalações que revisitam a presença e a contribuição de famílias japonesas na formação da capital, por meio do olhar sensível das artistas Célia Matsunaga e Nilce Eiko Hanashiro. A exposição pode ser visitada até 20 de dezembro, de segunda a sábado, das 9h às 17h, com entrada gratuita e recursos de audiodescrição e material em braile. O projeto tem patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do DF (FAC-DF). Mais que um registro histórico, “Entre-Lugar: Trajetórias” é uma conversa entre o passado e o presente — entre o Japão e Brasília. As imagens, extraídas de álbuns de família das pioneiras Hanashiro e Matsunaga, formam uma narrativa de pertencimento e resistência, onde cada foto carrega fragmentos de memória, fé e identidade. “Entre-Lugar: Trajetórias propõe compartilhar lembranças que reafirmam a memória como uma das mais valiosas ferramentas de transformação e construção do futuro”, resume o curador Gladstone Menezes. As trajetórias das duas famílias caminharam em paralelo até o encontro de Nilce Eiko e Célia Matsunaga, nos anos 1990. A partir desse ponto, suas linguagens se entrelaçam em obras que falam de ancestralidade e da busca pelo que está além do visível. Em Nilce Eiko Hanashiro, a memória é chama, rito e performance. A instalação “Noivos” (1994) resgata fotografias de casamentos arranjados, revelando nas expressões e trajes dos retratados as tensões entre tradição e desejo. Já a videoinstalação “3×4”, ainda em processo, reúne cem retratos acompanhados por canções e provérbios de Okinawa gravados por Yoshiko Hanashiro — um autorretrato coletivo que celebra a diversidade de identidades nipo-brasileiras. Em “Leques” (2000), Nilce inverte o símbolo da delicadeza ao incendiá-lo, transformando o gesto em um manifesto poético sobre liberdade e gênero. Já Célia Matsunaga constrói sua poética no espaço entre a forma e o silêncio. Em suas obras, o que não se vê sustenta o que se revela — dobras, recortes e pausas que convidam o olhar à contemplação. No livro-objeto “Véu de Noiva” (2012), o papel vegetal vira cascata translúcida em mutação constante; em “Amazônia” (2017), as imagens monocromáticas recortadas sugerem a fragilidade da paisagem; em “Re-encontrar” (2012), parceria com Daniel Mira, a tipografia ilegível dialoga com traços orgânicos; e em “A Casa” (2025), páginas suspensas como bandeirolas evocam as primeiras moradias da capital, convertendo lembranças em experiência sensorial. A mostra também lança luz sobre a própria história das famílias. A saga dos Hanashiro, oriundos de Okinawa, e dos Matsunaga, de Tóquio, percorre o interior paulista até o nascimento de Brasília, onde ambos se fixaram nos anos 1950. Foram candangos, pioneiros e empreendedores — ajudaram a erguer a cidade e, com ela, suas próprias raízes. Nilce, filha caçula dos Hanashiro, costumava dizer com orgulho que era “candanga e descendente de japoneses pioneiros”. “Realizar essa exposição no Museu da Memória Candanga carrega um caráter de resgate. A memória de Brasília está se deteriorando — e lembrar é também reconstruir”, reflete Gladstone Menezes. Com imagens, objetos e gestos que atravessam gerações, “Entre-Lugar: Trajetórias” transforma o espaço expositivo em território de reencontros. É arte que narra histórias, mas também as devolve ao tempo — com a delicadeza de quem sabe que o passado, quando tocado com cuidado, ainda pulsa no presente.   Partiu expo! Entre-Lugar: Trajetórias de Célia Matsunaga e Nilce Eiko Hanashiro / Museu Vivo da Memória Candanga, Núcleo Bandeirante, Brasília-DF / 01 novembro a 20 dezembro 2025 – segunda a sábado, das 9h às 17h / Entrada franca / Livre Fotos: Divulgação

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O Admirável Sertão de Zé chega a Brasília

Com muita poesia, música e identidade nordestina, o espetáculo, que já foi visto por milhares de pessoas, presta homenagem ao multiartista paraibano A força poética e musical de Zé Ramalho ganha vida em cena no espetáculo “O Admirável Sertão de Zé Ramalho”, que chega a Brasília para uma temporada na Sala Martins Pena, do Teatro Nacional Claudio Santoro. Misturando teatro, poesia e música, a montagem propõe uma viagem pelo universo simbólico e afetivo do cantor e compositor paraibano. Com dramaturgia de Pedro Kosovski e direção de Marco André Nunes, o musical é uma celebração da arte nordestina e da pluralidade que habita o Brasil e tem ingressos gratuitos e a preços populares a partir de R$ 25, na bilheteria do teatro ou no site oficial da peça. O espetáculo, que já foi visto por mais de 15 mil pessoas em dez cidades, propõe uma encenação não biográfica, em que cada canção se transforma em um fragmento de memória, tempo e imaginação. “As músicas revelam momentos da vida desse grande artista. Tudo é carregado de simbolismo e metáforas. Montei uma estrutura textual que não disputa com as letras, mas escuta o que elas dizem. É um convite a mergulhar nas imagens que as canções evocam”, explica o dramaturgo Pedro Kosovski. Dividido em cinco módulos cênicos — Brejo do Cruz (as origens), Campina Grande (o despertar para a música), João Pessoa (o nascimento das composições), Rio de Janeiro (a luta por espaço e sobrevivência) e Popstar (a consagração) —, o espetáculo é interpretado por Duda Barata, Muato, Tiago Herz, Nizaj e Marcello Melo, que juntos constroem um retrato múltiplo e simbólico do artista. O elenco se completa com Ceiça Moreno, Cesar Werneck, Diego Zangado e Eli Ferreira, compondo um mosaico de vozes, gestos e sonoridades que cruzam as fronteiras entre música e cena, cordel e rock, tradição e modernidade. A proposta do musical nasceu de uma inquietação criativa. “Quando pensei neste espetáculo, a cena brasileira estava repleta de excelentes musicais, em sua maioria biográficos, que retratavam literalmente a vida do homenageado, quase todos já falecidos. Queria uma linguagem diferente. Queria, através da obra artística, abordar e fazer um recorte poético da trajetória de Zé Ramalho. E assim foi”, afirma o idealizador Duda Barata. Natural de Brejo do Cruz, no sertão da Paraíba, Zé Ramalho construiu uma obra que combina a poesia do cordel, a força do violão nordestino e o lirismo das canções que marcaram gerações. É o Bob Dylan do Sertão, um artista que traduz, em verso e melodia, a alma viva do Brasil. Mais do que um tributo, “O Admirável Sertão de Zé Ramalho” é uma celebração da resistência e da inventividade nordestina — um espetáculo que reafirma o sertão como território de beleza, criação e força cultural. Com patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Cultural, o musical transforma o legado de Zé Ramalho em um encontro entre arte, memória e poesia. Quem vai? O Admirável Sertão de Zé Ramalho / Teatro Nacional Cláudio Santoro – Sala Martins Pena / de 29 a 2 de novembro de 2025 – quarta, quinta e sábado, às 20h – domingo, às 18h / Ingressos: Grátis (29/10), R$ 25 e R$ 50 (30/10), R$ 25 a R$ 200 (01 e 02/11) – Bilheteria local e no site oficial   Fotos: Divulgação – Priscila Prade e Noise Media

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