Como diz a canção: “Procuramos indepedência!”

Quem aí se lembra do Brasília Independente? Pois é, a partir de 2024, o projeto segue, verdadeiramente, independente! Sob a coordenação geral da jornalista cultural, Márcia Witczak, a iniciativa mantém o apoio e parceria com a Programação da TV Globo para exibição das bandas na televisão. Então, se você faz parte dos artistas independentes do Distrito Federal e entorno, se liga, pois as inscrições já estão abertas e vão até o próximo 31 de maio. Para tentar uma vaga, basta clicar neste link. Mas vale lembrar esse espaço é para cantores e bandas que tenham composições próprias (pouco importa o estilo musical) e que precisam daquela forcinha para se tornarem mais conhecidos.  A grande final, com o anúncio e a premiação dos vencedores, será realizada em um grande show na Praça do Cruzeiro, com a participação de um grande nome nacional surpresa. Já os três primeiros colocados receberão troféus e prêmios em dinheiro, 10 mil, 5 mil e 3 mil reais, respectivamente. Partiu ficar famoso?  Brasília Independente 2024 / Inscrições de 22 a 31 de maio / Siga @brasiliaindependente  Foto: Reprodução Instagram Oficial do Projeto

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Bruno Motta: “Este momento reúne tudo o que eu já aprendi”

Em entrevista exclusiva, o humorista fala sobre o prazer de estar fazendo o show Gongada Drag, sucesso nas redes e por onde quer que vá. Aos 43 anos de idade, o mineiro Bruno Motta acredita estar vivendo um momento único em sua carreira, que, cá entre nós, é repleta de feitos que o colocam na posição de um dos melhores comediantes brasileiros de stand-up de sua geração. Em um rápido bate-papo com a coluna #PERAMBULANDO, ele disse que está utilizando todas as artimanhas que sua profissão lhe ensinou para comandar o “Gongada Drag”. A fórmula do espetáculo, que vem fazendo grande sucesso na internet e em todos os teatros que excursiona pelo país, reúne comediantes e drag queens fazendo piadas entre si, mas principalmente detonando uma convidada especial. Com mais ácido sulfúrico, o veneno rola solto, carregado de muito “amor e afeto” como ele próprio garante. Momento “merchant” para quem não quer perder a chance de dar boas gargalhadas em sua passagem pela capital federal: o espetáculo acontece neste sábado (06), às 19h30, no Centro de Convenções Ulysses. A doméstica Rose de Lindsay Paulino será o alvo de Fernando Pedrosa, Babu Carreira  Frimes, Shannon Skarllet, Desirée Beck e da brasiliense Pikinéia. Aqui neste link você confere um vídeo que este colunista fez sobre o evento, e clicando aqui você garante seu ingresso (que já está no 3º lote) com 20% de desconto, basta escrever GIBA (em letras maiúsculas) no espaço reservado para cupom. Presente da coluna para os leitores. Mas voltando para Bruno Motta, vale destacar aos desavisados que ele é um dos pioneiros da comédia stand-up no Brasil. Seu estilo único e inovador conquistou o público em cheio, e sua habilidade em transformar observações cotidianas em fonte de riso sempre o destacou da grande maioria. A fama nacional veio quando se tornou um dos criadores e apresentadores do fenômeno televisivo “Furo MTV“, bem como pela sua passagem como apresentador do espetáculo “Improvável” (nos anos 2010). Hoje, ele reina, sobretudo, nos palcos e na Internet com vídeos hilários. A capacidade de pensar rapidamente e criar momentos hilariantes ao vivo fazem de Motta um dos mestres da comédia improvisada. Sem mais delongas, fiquem com o bate-papo: O que mais tem contribuído para o tremendo sucesso que Gongada Drag vem conquistando: o boca a boca; os recortes de cena no TikTok; a onda da stand-up comedy no Brasil ou a tradição dos programas de auditório? Eu acho que o que tem contribuído mais para o sucesso do Gongada é a falta de atrações para esse público (LGBTQIAPN+). Eu acho que a gente, realmente, nós somos únicos (reflete). Isso é uma parte muito importante. Não tem uma coisa parecida. Sabe? Como disse um amigo meu, não é qualquer lugar que você vai e consegue rir durante duas horas e meia. Então eu acho que é um conjunto de tudo que está acontecendo. Também acredito que as pessoas gostam de estar no meio de algo como se fosse um programa de auditório, ver o show acontecendo ao vivo e não só nos recortes do TikTok. Assim, parece que ela está dentro do melhor episódio do programa de TV favorito dela, de uma competição de drag. Enfim, eu acho que é um pouco de tudo, mas principalmente pelo fato de que a gente conseguiu reunir tantos ingredientes para fazer algo único. Não é raro vermos no palco do Gongada figuras mitológicas como Silvetty Montilla e Thália Bombinha dividindo a cena com meninas da “new generation” como Naza e Frimes. O choque de gerações não poderia resultar, como diz o meme, em um “choque de monstros”? A ideia do Gongada é justamente misturar programas de TV, referências, gerações diferentes e, até este momento, tem sido incrível para todo mundo, e para o público principalmente. No caso do roast americano, existe um limite tênue entre a brincadeira e a ofensa. O mesmo se aplicaria ao Gongada? Como evitar que o roast não ultrapasse limites, melhor dizendo, que o nosso tradicional veneno não transforme a brincadeira em algo intoxicante, especialmente ao vivo? No nosso caso, estamos educando o nosso público sobre o que é uma gongada para nós. Né? Tem amizade, tem afeto, tem uma diversão com sentido dos dois lados. Nós falamos que criamos um espaço seguro para poder se gongar, para poder fazer essa brincadeira e explicar para as pessoas que esse é o nosso jeito. O fato é, estamos aqui pela diversão! Sua carreira dispensa apresentações, mas seria correto dizer que você vive algo completamente inusitado no papel de anfitrião do Gongada Drag? Em que medida? E, sem modéstia, quais seriam os ingredientes que você diria que acrescentou nessa receita? Sim, este é um momento muito especial da minha carreira, porque reúne tudo aquilo que eu já aprendi. Eu acho que sou apresentador, mas também ajudo com elas na criação, com meu lado de produtor, de direção, de conseguir bolar, pensar todo este evento, tem meu lado de empresário também, da internet, então acho que acabo reunindo todos os meus talentos e mais alguns que eu esqueci aqui (enumera às gargalhadas). Acredito que política não está entre as ideias de uma gongada entre as drags, mas você arriscaria fazer alguma brincadeira sobre a cidade, sua proximidade com o tema? Tem alguma piada “pronta” sobre a capital federal ou do público daqui? Olha, eu acho que a gente pode dizer que quem sabe o nosso próximo presidente não é drag, né?   Fotos: Reprodução / Instagram do artista

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Arte Bruta: A.R.L. Vida e Obra no CCBB

Antônio Roseno de Lima é o tipo de artista “desconhecido” que você precisa conhecer (e assim será) com exposição inédita e gratuita que chega a capital federal Atenção amantes da fotografia e das artes-plásticas, a exposição “A.R.L. Vida e Obra” – que está em cartaz no CCBB Brasília, a partir dessa terça-feira (02) – vai alugar um tríplex nas suas cabeças e corações. Podem confiar nessa dica da coluna #PERAMBULANDO, pois o espírito criativo de Antônio Roseno de Lima nos presenteia com obras coloridas e inquietantes nascidas a partir da sua condição de semianalfabeto e favelado, um reflexo da mais pura e encantadora arte bruta de um homem que sofria de doenças mentais, onde autorretratos, onças, vacas, galos, Santos Dumont, bêbados, mulheres e presidentes foram seus temas principais. Com visitação gratuita, até 22 de maio (mediante emissão de ingresso no site e na bilheteria física), esta é uma oportunidade para o público conhecer a produção desse artista outsider descoberto no final da década de 1980 pelo artista-plástico e professor doutor do Instituto de Artes da UNICAMP, Geraldo Porto, que também assina a curadoria da mostra. Residente da favela Três Marias, em Campinas (onde viveu de 1962 até sua morte em junho de 1998), Roseno expressava seus sonhos e observações do cotidiano através de suas pinturas, muitas vezes utilizando materiais improvisados encontrados no lixo: pedaços de latas, papelão, madeira e restos de esmalte sintético. Seu barraco era sua tela, onde cores vibrantes e figuras contornadas em preto ganhavam vida, revelando uma poesia visual única. Nas obras, as diversas aspirações do artista são representadas, mas uma delas se repete em toda a sua arte: “Queria ser um passarinho para conhecer o mundo inteiro!“ Com cores fortes, escrevia nos quadros: “Este desenho foi fundado em 1961“, referindo-se ao início de sua obra de desenho, pintura e fotografia. Mesmo sendo semianalfabeto, as palavras sempre fizeram parte de sua expressão poética, tarefa que cumpria com a ajuda de amigos e crianças do bairro pobre que escreviam e ele apenas copiava. Foi somente em 1991, que Roseno teve sua primeira exposição individual, também com curadoria de Geraldo Porto, na galeria de arte contemporânea Casa Triângulo, em São Paulo. Este foi o primeiro passo para seu nome chegar em galerias e edições especializadas no mercado europeu e norte-americano, além de provocar um certo burburinho nacional. Porém, pobre e doente, morreu em 1998, quando grande parte de seus trabalhos já estava em coleções de arte no Brasil e no exterior. Infelizmente, outra grande parte foi jogada no lixão pelo caminhão da prefeitura, chamado pela família para limpar a casa. Assim como Arthur Bispo do Rosário, A.R.L. faz parte desses “artistas virgens” ou “outsiders“, autores dessa “arte incomum” que, em alguns casos, são frutos de surtos psicóticos. Jean Dubuffet, por exemplo, refere-se a eles como “indivíduos sem condicionamento cultural, sem assistência profissional e sem conhecimento das tradições e da história da arte, que realizam uma operação artística quimicamente pura“. Para Geraldo Porto, Antônio Roseno “é sim um artista outsider, pela originalidade do seu processo criativo. Sua criatividade desconhecia limites entre fotografar, pintar ou escrever. Analfabeto, ele escrevia; fotógrafo, ele pintava; pintor, ele tecia. Pintava ‘para não ficar doente’. Um último spoiler antes de irem até o CCBB Brasília, é que a mostra está dividida em seis seções: Recortes da Cidade; Presidentes; O Fotógrafo; Frutos; Flores e Animais; Mulheres e Santas; e O Bêbado (a preferida deste colunista), onde está uma série de rostos de olhos embaralhados e alucinados pela bebida, trabalho que o projetou como artista no mercado internacional, se tornando sua marca registrada. Enfim, graças à exposição “A.R.L. Vida e Obra“, o público brasiliense vai poder conhecer melhor Antônio (um entre cinco irmãos), nascido em 1926, na cidade de Alexandria (RN). Aos 22 anos, ele decide sair da roça para morar na cidade, fazendo doce com sua madrinha. Aos 30 anos, largou o casamento com Cosma, com quem teve cinco filhos, para buscar melhores condições em São Paulo. Ali se dedicou à fotografia, antes de se estabelecer na favela Três Marias, em 1962, onde produziu a maior parte de sua arte ao lado de Soledade, companheira de quase quatro décadas, mesmo Roseno insistindo em repetir: “Nunca tive amor na vida“. #PERAMBULANDO pela arte bruta e primitiva A.R.L Vida e Obra / CCBB Brasília / Até 22 de maio, de terça a domingo – 9h às 22h / Retire antecipadamente o ingresso aqui ou na bilheteria física / Livre Fotos: Divulgação / Adriano Rosa

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“As Crianças” em cartaz na CAIXA Cultural

Em curta temporada, o espetáculo conta a história de três físicos nucleares que estão numa casa isolada à beira-mar em região outrora bucólica, hoje devastada por um acidente nuclear Um casal de físicos aposentados Dayse (Analu Prestes) e Robin (Mario Borges), vive só e sem vizinhos numa casa improvisada perto da costa, numa região inóspita, assolada por um acidente nuclear. Após uma ausência de quase quarenta anos, Rose (Stela Freitas), antiga colega de profissão e amiga, chega a essa casa com uma missão que poderá mudar para sempre a vida do casal. Para complicar as coisas, Robin teve uma relação com Rose no passado. O parágrafo acima dá uma ideia de como se passa o sucesso teatral “As Crianças”, escrito em 2016 pela premiada dramaturga inglesa Lucy Kirkwood, que desembarca em Brasília sob a direção de Rodrigo Portella (“Ficções”, “Tom na Fazenda”). A temporada acontece nos dias 2, 3 e 4 de abril, de terça a quinta-feira, no Teatro da CAIXA Cultural Brasília, com sessões sempre às 19h. Os ingressos, R$ 30 e R$ 15 (meia para clientes CAIXA e casos previstos em lei), poderão ser adquiridos a partir do dia 23 de março na bilheteria do teatro ou no site. Vale lembrar ainda que a peça (uma tragédia cômico-delirante) tem duração de 80 minutos e é recomendada para maiores de 14 anos. Indicada a 25 prêmios, foi vencedora de nove deles. Em seu elenco, que conta com Mario Borges e Stela Freitas, Analu Prestes foi vencedora dos Prêmios Shell, APTR, Cesgranrio e Botequim Cultural, por As Crianças. Já Rodrigo foi vencedor dos prêmios Cesgranrio, APTR e Botequim Cultural como melhor diretor, também por este trabalho. “As Crianças”, que estreou em Londres no ano em que foi escrita, levanta duas camadas de reflexão: num nível individual, fala da relação do ser humano com a passagem do tempo e seu inventário de perdas e ganhos; e num nível coletivo, trata de discussões éticas sobre a responsabilidade com o uso dos recursos do planeta e com as gerações futuras. Reparação e redenção são temas dessa peça que volta seu olhar para os catastróficos resultados da interação entre os humanos e a natureza. Estruturalmente, a peça se sustenta pelo desvendamento progressivo dos sentimentos desses personagens que, aos poucos, vão mostrando não só seus problemas afetivos, mas também a profunda crise ética em relação ao seu papel na sociedade em que vivem. Paralelamente à questão nuclear, o texto investe nas particularidades da vida desses três indivíduos – sua relação com os filhos (ou a opção por não os ter), a proximidade da morte, a traição, as omissões, a fantasia e o desejo. Trata-se de um grande desastre a espelhar os pequenos desastres de três vidas. “A discussão da peça está para além da questão nuclear. Ela nos provoca a pensar em como usamos os recursos disponíveis. Entendo que Kirkwood quer que pensemos em nossa responsabilidade com as futuras gerações. Para mim, a grande pergunta da peça é: salvar as crianças de um futuro catastrófico é um ato de heroísmo ou uma obrigação?”, questiona Rodrigo Portella, diretor.   Vamos #PERAMBULAR pelo teatro? As Crianças / CAIXA Cultural Brasília / Dias 2, 3 e 4 de abril de 2024, às 19h / Ingressos a R$ 15 meia-entrada e clientes CAIXA clicando neste link / 14 anos / Mais informações aqui Fotos: Divulgação / Renato Mangolin

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Afrontosa e divertida! A expo virtual de Viviane Cardell

Artista lança galeria virtual para Toy Pussy, uma série de obras criada ao longo de 18 anos de aprofundamento no tema – a assexualidade das bonecas Barbie   Já está no ar o website interativo que traz um recorte da extensa obra da artista visual Viviane Cardell, que teve início em 2006, quando lançou sua primeira série de vulvas idealizadas. A coleção foi apresentada pela primeira vez em Madri, na Espanha, e posteriormente em São Paulo, no ano de 2009. Desde então, suas obras vêm sendo expostas em mostras e galerias particulares. Ao acessar a galeria, os espectadores visualizam um menu no qual é possível visualizar cada “Toy Pussy” individualmente. Apresentadas em uma imagem 360°, no formato GIF animado ou similar, ainda é possível ouvir um áudio humorístico dramatizado na voz de uma atriz, ator ou cantora. “A intenção é que esse áudio agregue mais significados à experiência da espectadora e do espectador”, explica a artista. A série questiona a criação de uma boneca objeto que é um mero cabide para acessórios. “Quando todos [os acessórios] são suprimidos, e a boneca fica nua, revela-se a representação de uma mulher assexuada, sem qualquer sinal de vulva”, aponta Cardell. Ela afirma ainda que, ao conceber a coleção, “idealizo uma cura simbólica para a boneca mutilada e crio um contraponto à lógica mercantil e patriarcal que converte o corpo feminino em objeto suscetível à violência física, sexual, estética e emocional”. O envoltório das obras, em acrílico transparente, reproduz as embalagens de brinquedos. Inspiração que, no caso das Toy Pussies, inclui rótulos explicativos com bordões cômicos de duplo sentido que são traduzidos em diversos idiomas. Sobre o nome da coleção, Viviane explica: “Pussy, termo em inglês, pode ser traduzido como um apelido carinhoso dado a gatos domésticos e é uma forma de se designar a vagina”. Com isso, a tradução literal da série seria “vagina-brinquedo”. Passados mais de 10 anos da exposição em São Paulo e depois da campanha “O mundo da Barbie está evoluindo”, lançada pela Mattel (fabricante da boneca), em 2016, poderia se pensar que Toy Pussy estivesse ultrapassado. Porém, tal campanha, utilizando-se dos conceitos de diversidade e inclusão, não passou de uma jogada publicitária para frear a queda nas vendas e expandir seu mercado. Por meio de discretas adequações nos traços faciais, cabelo e formato do corpo da boneca, a Barbie “evoluída” conquistou novas consumidoras mirins de todas as cores, corpos e tipos de cabelos. E as contradições originais desse ícone persistem: a necessidade de acessórios, agora diferenciados e mais caros, e o vazio entre as pernas. Ao compreender a jogada de marketing da fabricante, Viviane trabalhou na nova coleção Toy Pussy Evolution, na qual a artista se debruça sobre as questões da pluralidade. Reitera o conceito inicial do projeto e explora diferentes formatos, cores, texturas e tamanhos para as vulvas, e aborda, ainda, a inclusão de pessoas LGBT+ e de pessoas com deficiência. A denúncia, nesta nova série, discute a autenticidade desses voos da marca por ares democráticos, “restritos a quem pode pagar pelo caro bilhete de embarque e que se alicerça sobre o clichê contemporâneo da meritocracia com o mote: #VocêPodeSerTudoQueQuiser, que leva em conta o consumo desenfreado, essencial à boneca Barbie, e o eterno vender mais do mesmo”, contesta a artista. Acesse já! Galeria Virtual “Toy Pussy” / clique e veja / Siga a artista no Instagram https://www.toypussy.com.br/ Fotos: Divulgação

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“Financiamento Cultural – horizontes brasileiros”

Produtora Cultural Carol Peres lança livro que traz ensinamentos preciosos para quem quer se aventurar em um métier onde criatividade e flexibilidade devem andar de mãos dadas    Jornalista, fotógrafa e gestora cultural, com mais de doze anos de experiência em planejamento, gestão e elaboração de projetos no segmento cultural e da economia criativa, Carol Perez tem com conhecimento, mais do que suficiente, para falar sobre o assunto abordado no livro “Financiamento Cultural- horizontes brasileiros”. A obra tem lançamento marcado para acontecer nesta quinta-feira, 14 de março, a partir das 19:30, na Pátio Galeria de Arte. Além da sessão de autógrafos, o meeting contará ainda com pocket show do sambista Marcelo Café. Adaptado a partir de uma dissertação defendida por Carol Peres no Mestrado de Gestão Cultural da Escola Superior de Artes e Design do Instituto Politécnico de Leiria (Portugal), em 202o, o livro está estruturado em quatro capítulos, com abordagem contemporânea da gestão cultural e reflexões sobre fontes de financiamento para o setor cultural no Brasil e estratégias de sustentabilidade para projetos culturais. A publicação tem o apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e terá distribuição gratuita para profissionais, estudantes e pesquisadores do setor artístico e cultural. Referência no setor criativo e de gestão cultural em Brasília, a produtora também é inspiração para muitas mulheres que, a cada ano, se lançam no mercado de eventos culturais no DF e faz questão de repassar seus conhecimentos para que esse número cresça ainda mais na capital federal. Nascida em uma família onde a criatividade sempre foi uma constante, ela é filha do fotógrafo Eraldo Peres, o que lhe trouxe a oportunidade de acompanhar os projetos produzidos por ele, desde cedo, o que lhe trouxe uma “expertise prática que escola alguma ensina“, destaca. Microempresária, a produtora é ainda idealizadora e diretora da IDEIA Prática Produção Cultural. Entre inúmeros feitos, é Carol quem assina a produção de projetos importantes como o Festival Mês da Fotografia, que movimenta a cidade de dois em dois anos, evento que já faz parte do calendário oficial da cidade.   Vamos prestigiar? “Financiamento Cultural – horizontes brasileiros” / Pátio Galeria, no shopping Pátio Brasil / 14 de março às 19h Fotos: Divulgação

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Muita cultura para você sair #PERAMBULANDO por aí

Fizemos uma curadoria entre os diversos programas oferecidos ao longo do final de semana na capital federal e tem opções para todos os gostos. Confira! Um final de semana repleto de música, teatro, exposição e até um festival de cultura japonesa está imperdível! O final de semana chega com diversas opções para quem curte sair #PERAMBULANDO por Brasília, curtindo cada minuto de sexta, sábado e domingo. Então, preparem os cliques nos arrobas e links disponíveis neste texto para selecionar as atividades culturais que você pretende conferir pessoalmente. Como hoje é 08 de março, Dia Internacional da Mulher (um VIVA a todas as almas femininas), já fica a dica das apresentações musicais que o complexo gastronômico e cultural Bosque Park Norte traz ao longo do fim de semana para comemorar a data. Mais tarde, a partir das 20h, quem sobe ao palco é a cantora Georgia W Alo. Amanhã (09), às 13h, Lúcia de Maria; e às 20h, Celia Rabelo, com o show “Música de Fé Menina”. No domingo, às 13h, tem Ana Reis; e Karla Sangaleti faz o encerramento dessa festa a partir das 19h. O couvert artístico para cada apresentação é de R$ 15 e para saber mais, clica aí no @bosqueparknorte. Agora, a dica é o Baile do Zeca que agita a Sexta Gode, que acontece toda sexta-feira, na Arena BRB, começando por volta das 20h, terminando lá pelas 5h da madrugada. Comandada por DJs conhecidos dos brasilienses, a promessa é de uma festa animada e dançante com um repertório de clássicos do pagode, misturados com o funk, hip hop, brasilidades e até música eletrônica. Os ingressos começam a R$ 25 e para mais informações é só clicar aqui no @sexta.gode. E quem está chegando a Brasília é o Samba do Seu Antônio com Jorge Aragão, que acontece neste sábado (09), de 19h em diante, lá na AABB e contará com a participação do Samba da tia Zélia, Samba Urgente e Benzadeus. Olha que delícia! Com uma megaestrutura, o evento trará dois palcos para abrigar os grupos que vão colocar, com certeza, todo mundo para dançar. Acesse @osambadoseuantonio para se jogar. Uma ótima oportunidade para valorizar o hip-hop Made in Brasília é o Blend Festival, que acontece neste domingo na área externa do Museu Nacional da República com a participação de mais de 20 artistas do gênero musical, além de oficina de grafite, batalha de rimas, breakdance, stand de tattoos e parque de diversões. O evento é uma comemoração aos 30 anos da galera do Guindart’121 (que se apresentará in loco) ao lado de nomes como Salvador da Rima, GOG, Menor da VG, Coktel Molotov, Liberdade Condicional, Atitude Feminina, DJ Marola, entre outros. No total serão mais de 10 horas de programação, que começa a partir das 14h. Os ingressos são gratuitos mediante retirada antecipada pelo site ou App da Bilheteria Digital. No dia do evento, o público deverá levar 1kg de alimento não perecível. Acesse @blendfestival.br e saiba mais. Os amantes de teatro terão um bom entretenimento com a peça ESTUFA – Um falso testemunho. O espetáculo que será apresentado no teatro da CAIXA Cultural Brasília, nos dias 9 e 10 de março tem direção de Erica Montanheiro, sendo idealizado e protagonizado pela atriz e produtora Lauanda Varone. A artista frequentou a Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia (GO), dos 13 aos 28 anos, e criou o projeto a partir de experiências com o médium conhecido como João de Deus, condenado por crimes sexuais após denúncias de mais de 300 mulheres. Com classificação indicativa de 16 anos e ingressos a R$ 15 (meia-entrada), a venda acontece apenas na bilheteria física do teatro. Mais informações: @estufaumfalsotestemunho. Tem gastronomia rolando também em dose dupla em dois shoppings da cidade. A 14ª edição do Panela Candanga já está ocupando a praça principal do Casapark e segue até o próximo domingo (10). Reunindo 25 expositores do segmento gastronômico que produzem artesanalmente no Distrito Federal. O evento oferece ao público palestras e degustações gratuitas com especialistas e empreendedoras locais como Capital Empório Queijos Artesanais, Piñon Torroneria, Goyás Defumados, Wanna Brie Queijaria Viva e muitos mais. Olha, está tudo detalhado lá no @casapark. Já no Taguatinga Shopping, o fim de semana será dedicado à cultura oriental com a realização do Nipo Festival, um verdadeiro paraíso de atividades e atrações que prometem encantar os visitantes (como o concurso de cosplay). Com ênfase especial na gastronomia, você encontrará entre as marcas participantes, os renomados Izakayá Sakeyo, Katsu Lamen, Yum Yum, Donburi, MyMochi, Bubble Tea, Vale Ice e Ichiban Dorayaki, cada um trazendo o melhor da cozinha asiática para o paladar dos visitantes. Com indicação livre, o evento tem entrada inteira a R$ 30 e detalhes no @nipo.festival.   Para fechar, que tal uma exposição de fotografias e objetos? Talvez busque um lugar onde já estou / latitude: -15.7801, longitude:- 47.9292 15° 46’48’’sul, 47°55’45’’oeste, de Rogério Ghomes inaugura neste sábado (09) na Referência Galeria de Artes, na 202 Norte Bloco B Loja 11, Subsolo. A mostra, que tem curadoria é de Marco Antônio Vieira, coloca em destaque o deslocamento como elemento fundamental para a produção do artista e os códigos verbais como um ponto de inflexão em sua pesquisa poética, partindo da frase e das coordenadas geográficas que dão nome à exposição. Em exibição até o dia 13 de abril, a visitação é gratuita de segunda a sexta, das 10h às 19h, e sábado, das 10h às 15h. Já segue logo o @referenciagaleria.

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MAB: JAPAN is in the HOUSE

Renomada instituição cultural paulistana inaugura exposição itinerante em Brasília como parte do seu programa de itinerância, iniciado em 2021, para fortalecer a cultura nipônica Existem certos acontecimentos que geram grandes expectativas independente do tempo que venham a se concretizar. Provavelmente, a chegada da Japan House São Paulo (JHSP) em solo candango tenha criado grande ansiedade em muitos dos amantes da cultura nipônica, agora não mais. Afinal, na noite dessa segunda-feira (26), foi inaugurada a mostra ‘DŌ: a caminho da virtude’ e que desvenda a história, técnica e a filosofia de algumas artes marciais japonesas. Cerca de 200 convidados compareceram ao vernissage que teve como palco o Museu de Arte de Brasília (MAB). Com visitação gratuita, a exposição segue em cartaz até 28 de abril. Ocupando 200 m² entre os pilotis do MAB, a mostra tem correalização da JHSP com a Embaixada do Japão no Brasil, apoio do Governo do Distrito Federal, da Pilot Pen e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa por meio do MAB. Já o seu projeto expo gráfico é de autoria do arquiteto Gero Tavares, que envelopou o espaço criando um ambiente minimalista, onde está instalada uma enorme estrutura de madeira que mais lembra os tradicionais Dojôs – lugares onde se treinam artes marciais japonesas como as nove modalidades ali representadas. Composta por fotos em grandes formatos, pictogramas, vídeos e textos, a exposição oferece aos visitantes a chance de desvendar a história, a técnica e a filosofia do Aikidō, Kendō, Karatedō, Judō, Sumō, Kyudō, Jukendō, Naginata e Shorinjikempō. Ao longo de sua temporada na capital federal, a mostra contará ainda com demonstrações de diversas artes marciais que serão coordenadas por Associações Nipo Brasileiras e esportivas locais, assim como aconteceu em sua abertura. Porém, a programação também prevê a realização de workshops para apresentar aos visitantes a história, técnicas e os princípios da filosofia DŌ (veja serviço no final desta matéria) que significa em japonês “caminho” ou “direção a ser seguida” e tem como significado a postura, o rigor e a autodisciplina. Já o termo “budō” refere-se ao treino da mente, da técnica e do corpo como um todo, visando à perfeita harmonia entre esses três elementos e a espiritualidade. Quanto ao evento de inauguração, vale destacar ainda que o serviço de buffet foi assinado pelo chef Cristiano Komya, do restaurante New Koto, que serviu inúmeras delícias da culinária japonesa, entre brindes de saquê. Confira abaixo mais alguns cliques feitos por este colunista/fotógrafo de algumas pessoas que passaram por lá: Curtiu? DŌ: a caminho da virtude, Japan House São Paulo / Museu de Arte de Brasília (MAB) / até 28 de abril de 2024 / Todos os dias, exceto terça-feira, das 10h às 19h / Entrada e classificação livres Demonstrações de artes marciais – Karatê, Judō, Aikidō, Kendō e Kyudō / De 2 de março a 28 de abril – sábados e domingos (exceto 30 e 31 de março), das 10h às 11h30 e das 14h às 15h30 da tarde / Entre os pilotis do MAB Programa Educativo / oficinas de brincadeiras e tradições japonesas / até 28 de abril, de segunda a sexta para escolas, abertas ao público aos finais de semana / a partir de 7 anos sem inscrição prévia com vagas preenchidas por ordem de chegada, 30 minutos antes de cada atividade Mais informações: @museudeartedebrasilia / @mediato.art / @japanhouse     Fotos: Gilberto Evangelista

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A Texas Holiday, um mashup que é puro chiclete

Hollywood Tramp, um dos DJs e podcasters mais fervidos da Alemanha, mistura Beyoncé com Madonna em uma versão musical que vai grudar no seu ouvido   Se você não mora em outro planeta, com certeza já está sabendo que, recentemente, Beyoncé liberou duas músicas que farão parte do segundo ato da sua Renaissance Era. Com pegada country, os hits viralizaram e “Texas Hold’em”, a faixa preferida deste colunista, já virou trend tanto no TikTok, quanto no Instagram. Inclusive, foi ali que esbarrei neste post com um mashup extremamente viciante, feito por Hollywood Tramp – como é conhecido o DJ Behrad Etemad Zadeh, que misturou os vocais de Queen Bey com o clássico “Holiday”, da Rainha do Pop Madonna. Olha, se eu fosse você parava tudo o que estiver fazendo e ouviria agora mesmo essa obra prima na íntegra. E para te ajudar, basta clicar neste link para se deleitar! Bom, para deixar todo mundo na mesma sintonia, vale lembrar que mashup (mesh, blend, bastard pop ou bootleg) é o resultado da sobreposição da faixa vocal de uma música sobre a faixa instrumental de outra, alterando o andamento e o tom de alguma delas, quando necessário. O trabalho é feito por produtores musicais e DJs como Hollywood Tramp, que nos brindou com essa criação. O mais legal nessa história toda é descobrir o trabalho de Berry, como também é conhecido esse jovem produtor de festas em Hamburgo, famoso por capitanear um dos podcasts e blog queer de maior sucesso na Alemanha. Nascido no Irã, Behrad Etemad Zadeh foi aos dois anos de idade, juntamente com sua família para a Europa, na condição de refugiados de guerra. Hoje, serve de inspiração para inúmeros compatriotas gays de seu país natal, onde, até hoje, é crime ser homossexual com pena de morte como punição. É ou não incrível fazer tantas descobertas por conta de um simples remix? Para quem quiser seguir o DJ, aqui está seu perfil: @hollywoodtramp.   Fotos: Reprodução / Instagram Hollywood Tramp

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Rádio Cultura estreia programa com Carol Ribeiro

Apostando na diversidade Carolina Ribeiro, primeira mulher trans conselheira de Cultura do Distrito Federal terá um programa na Rádio Cultura FM A jornalista Carolina Ribeiro, primeira mulher trans conselheira de Cultura do Distrito Federal, continua fazendo história. A pioneira fará sua estreia como apresentadora da Rádio Cultura FM (100.9 FM), emissora distrital que está no ar, desde 1988, contemporânea a Constituição Federal Brasileira. O programa “Agenda TransForma” estreia na segunda quinzena de fevereiro, sempre aos sábados, às 15h e terá temas sobre a diversidade, por meio de debates sobre Direitos Humanos e cidadania, além de trazer o roteiro cultural do Distrito Federal e Entorno, marca registrada de Carolina. A atração semanal irá promover debates potentes abrangendo pautas relativas sobre ciências, arte e cultura, política, sociedade, economia, educação, entre outros. O programa pretende dar voz a personalidades menos visibilizadas pelas plataformas mainstream, além de receber pessoas com grande representatividade social e popularidade ao tratar de cultura e impacto social. “A ideia é juntar todas as minhas experiências tanto no jornalismo quanto nas políticas públicas e usar o espaço para fazer uma grande mistura, que representa bastante o Distrito Federal. Quero dar voz a quem normalmente não tem em outros espaços, mas não vou deixar de prestigiar quem já protagoniza também”, disse. Para a primeira temporada, o programa contará com nomes importantes do Distrito Federal como os deputados distritais Fábio Félix e Doutora Jane, os produtores culturais e de Economia Criativa Fernando Lackman e André Deca. Trajetória – Moradora de Planaltina (DF), Carolina Ribeiro tem 32 anos e percebeu que era transgênero no início da adolescência. Ela encontrou refúgio na educação e na cultura. Sua transição se deu na fase adulta depois de se formar na faculdade de jornalismo. A profissional já trabalhou em jornais como o Correio Braziliense, Jornal de Brasília e Alô Brasília. Carol representou as mulheres trans na campanha “Respeito” da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) de 2019/2020. Também atuou em videoclipes de alguns artistas do DF como no clipe “Bar dos amigos”, música do sertanejo Belluco. A jornalista foi uma das vencedoras do Prêmio “LGBTQI+ 2021” da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF e do concurso “#BSB2060” da Associação Traços . Em 2022, foi eleita a primeira mulher trans para o Conselho de Cultura do Distrito Federal na cadeira Políticas Afirmativas. Cultura FM A Rádio Cultura foi criada em 1988, sendo sua primeira transmissão realizada do Anexo do Palácio do Buriti, onde ficavam localizados os estúdios e transmissores. Desde 2010 funciona no Espaço Cultural 508 Sul.  Enquanto meio de comunicação público tem por objetivo prestar serviços informativos, artísticos, educativos e culturais a comunidade e garantir a pluralidade e a diversidade cultural do Distrito Federal. O sinal alcança todo o DF e também o Entorno. Clique aqui para ouvir a rádio Cultura FM (100.9 FM) online https://ssl1.transmissaodigital.com:20028/live  

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