Em agosto, a sinfonia de ritmos está de volta

Com apresentações de estrelas como Liniker, Lenine, Fernanda Takai, Letrux, Edson Cordeiro e Gabriel Grossi, o Festival Sinfônico vai oferecer atividades como os Ensaios Abertos e os Concertos Didáticos, uma experiência educativa e envolvente   Um verdadeiro encontro de estilos musical em um dos cartões-postais mais charmosos da cidade. A 5ª edição do Festival Sinfônico acontece nos dias 17, 24, 31 de agosto e 7 de setembro, na Concha Acústica. Com apresentações em agosto de Lenine (17); Liniker (24); Letrux e Fernanda Takai (31); e em setembro do harmonicista brasiliense Gabriel Grossi, além do cantor Edson Cordeiro (07), o FSV (como está sendo carinhosamente chamado) é apresentado pela Lei de Incentivo à Cultura e Shell; com patrocínio do Grupo Santa; apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Sesec) e de Turismo (Setur) do Governo do Distrito Federal, da Capadócia, Infinu e Studio 267; realizada pela Associação dos Amigos das Artes de Brasília (AMABRA) e pelo Ministério da Cultura e Governo Federal. Os ingressos já estão à venda Sympla (e tem dias que já estão quase no final). Com regência do Maestro Thiago Francis, o festival segue com a fórmula de sucesso que o consagrou nas edições anteriores, acontecendo nesse espaço emblemático que é a Concha Acústica, cuja capacidade chega até 5000 pessoas, mas inovando e diversificando a sua oferta cultural. Entre as diversas atividades que já estão confirmadas temos as apresentações de “Cinderela”, de Sergei Prokofiev, e “Carmina Burana”, de Carl Orff, na abertura e no encerramento do evento, ambas com coreografia e direção de Cristina Perera.  Cristina Perera (ao centro com echarpe) e o Corpo de Balé da OFB no ensaio de Cinderela Ainda sobre Perera, trata-se de um dos mais importantes nomes em ação no cenário da dança mundial. Desde quando começou a estudar balé clássico com Tatiana Leskova, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, e posteriormente com Monsieur Goube da Ópera de Paris, vem destacando-se como bailarina, coreógrafa, autora e diretora em montagens premiadas na Europa, América do Norte e Ásia. Sua versatilidade se reflete em trabalhos como o espetáculo “Alegria” do Cirque du Soleil e colaborações com Ridley Scott para a PRADA, por exemplo.    Um festival democrático e educativo Entre as novidades na programação do Festival Sinfônico em 2024 está a realização dos primeiros Ensaios Abertos da Orquestra Filarmônica de Brasília (OFB). Gratuitos, eles prometem se tornar um marco significativo na história do evento, isso porque, durante os ensaios, o público terá a oportunidade de vivenciar obras que fazem parte do repertório do festival, incluindo composições clássicas e arranjos inéditos. “Esta é uma chance imperdível para os espectadores se envolverem com a riqueza musical que o Festival Sinfônico tem a oferecer ao se aproximarem do processo criativo por trás das performances, testemunhando de perto o trabalho árduo e a paixão dos músicos”, avalia o presidente da Orquestra Filarmônica de Brasília Doner Cavalcante.  Outro destaque são os Concertos Didáticos – Leve sua Escola que serão em duas sessões (9:30h e 15h) nos dias 16, 23, também na Concha Acústica. “Os Concertos Didáticos são uma tradição de longa data da OFB, porém, este ano traz um formato inovador. Além de apresentações musicais, os espectadores terão o privilégio de testemunhar a integração das três artes primárias – teatro, música e dança – em uma única apresentação”, explica Doner. Porém, “é importante destacar que esses concertos não são uma atividade paralela ao festival, mas sim uma parte integrante do mesmo”, completa o presidente da OFB. Com objetivo multifacetado, os Concertos Didáticos irão proporcionar uma experiência educativa única para o público infanto-juvenil, educando-o sobre a natureza e funcionamento de uma orquestra, diferenciando a Filarmônica de Sinfônica, por exemplo. Além disso, também haverá a participação do Grupo Humus com a peça “Oz no Cerrado“, que se inicia com uma apresentação da Orquestra, destacando os instrumentos, os músicos e a dinâmica da performance. Após essa introdução, a orquestra toca “O Amanhã“, composta por Doner Cavalcante, com arranjos de Nilson Vieira, e participação do Coral 10 de Brasília e da Orquestra Solistas da OFB, preparando assim o palco para o grande espetáculo. Em tempo, as escolas interessadas em participar dos Concertos Didáticos podem fazer sua inscrição gratuita por meio deste link.  Orquestra Filarmônica de Brasília e o Festival Sinfônico Ao longo dos anos, a Orquestra Filarmônica de Brasília (OFB) realizou concertos em várias localidades do Distrito Federal, como os projetos Domingo no Parque, Concertos Sinfônicos Populares e Clássicos para a Juventude, Concertos Didáticos, Concertos do Afeto e tantos outros, estabeleceram parcerias, gravações e execuções em diversos estilos musicais. Destacam-se trabalhos como a festa cultural em comemoração aos 35 anos de Brasília, o retorno da artista Bibi Ferreira aos palcos do Teatro Nacional Cláudio Santoro e o projeto Popularizando a Sinfonia, que homenageia os ritmos populares e folclóricos da cultura brasileira. Organizado pela OFB, o maior festival de música instrumental do Centro-Oeste promove a música clássica e o intercâmbio com artistas de variados gêneros musicais. Em sua quinta edição, o evento se consolida como uma referência nacional e internacional de festivais do gênero, contribuindo para o fortalecimento e desenvolvimento da cultura do Distrito Federal. Shell Brasil Há 111 anos no país, a Shell é uma companhia de energia integrada com participação em Upstream, Gás Natural, Trading, Pesquisa & Desenvolvimento e no Desenvolvimento de Energias Renováveis, com um negócio de comercialização no mercado livre e produtos ambientais, a Shell Energy Brasil. Aqui, a distribuição de combustíveis é gerenciada pela joint-venture Raízen. A companhia trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia. Serviço:  5ª edição do Festival Sinfônico, realizado pela Orquestra Filarmônica de Brasília Local: Concha Acústica de Brasília Dias: 17, 24, 31 de agosto e 7 de setembro Horário: 17h – Festivalzinho (para o público infantil) – seguido dos concertos do FS5 Ingressos: Lote 1 – preços populares – meia-entrada – R$ 17,50 / normal – R$ 35,00 Lote 2 – meia-entrada – R$

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Os “PASSOS” de Lula Lopes

Composta por fotografias, a mostra reúne um compilado de 10 anos do fotojornalista  O Hidden abre suas portas para uma jornada única através das lentes de Lula Lopes. Conhecido por sua habilidade de contar histórias através das imagens, o fotojornalista apresenta “PASSOS” — uma exposição que compila seus últimos 10 anos de carreira. A mostra traz à tona fotografias que vão além da técnica, revelando a essência e a emoção de cada momento capturado. Os destaques de seu trabalho estarão em exibição na Casa Manchete, de 18 de julho a 4 de agosto. “Essa exposição foi captada ao longo das últimas duas décadas de meu trabalho. A narrativa de ‘PASSOS’ são fotos feitas em viagens, que refletem meu próprio olhar. Um olhar único sobre como eu percebo as cidades, como vejo o movimento das pessoas. É esse ponto de vista que será apresentado”, explica Lula. O pernambucano despertou seu olhar fotográfico aos 10 anos de idade, quando ganhou sua primeira câmera, uma Kodak portátil. Foi em 1999, ao vir morar em Brasília, que a profissão verdadeiramente o chamou. Atuando em uma variedade de cenários, desde os corredores do Governo Federal e Distrital até as redações de jornais e revistas, sua trajetória é marcada por um olhar apurado e uma técnica refinada. A luz e a arquitetura da capital federal provocaram nele fascínio desde o início, apesar de uma angústia inicial. Essa dicotomia logo se dissipou, transformando-se em uma fonte constante de inspiração. Foi nesse contexto que ele não apenas se dedicou a capturar a luz única da cidade, mas também aperfeiçoou suas técnicas para contar visualmente as histórias que o cercavam. “Acumulei um portfólio que não só reflete minha técnica, mas também minha sensibilidade para capturar a essência de cada momento. Busco transmitir o significado das histórias que registro, mantendo um compromisso firme com a ética jornalística e uma narrativa visual autêntica. Minha paixão por contar histórias não só me inspira, mas também consolida meu lugar no mundo da fotografia”, ressalta Lula. Cada fotografia exposta é um testemunho de sua jornada, oferecendo uma visão profunda e sensível das histórias que moldam o mundo. Além de contempladas, as fotografias também poderão ser adquiridas pelo público do Hidden. “É um sentimento de grande expectativa, porque essas fotos têm o poder de transmitir minha visão única do mundo através da fotografia. Elas estarão disponíveis para compra em tiragem limitada, permitindo que mais pessoas apreciem e possuam um pedaço do meu olhar”.   Vamos #PERAMBULAR? “PASSOS” de Lula Lopes / Hidden – Casa Manchete / até 04 de agosto de 2024 / Couvert: R$ 50,00 / Sujeito a lotação / Siga @hiddenbrasilia

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Novo Trailer, Coringa: Delírio a Dois

Sob direção de Todd Phillips, Warner Bros. Pictures lança novo longa da DC que traz Lady Gaga como Arlequina A Warner Bros. Pictures acaba de divulgar e você já pode assistir ao novo trailer de Coringa: Delírio a Dois, estrelado por Joaquin Phoenix e Lady Gaga. Baseado nos personagens da DC, o filme conta a história de Coringa e Arlequina, desde o início do emblemático casal de vilões no Asilo Arkham. Na película, Arthur Fleck está institucionalizado em Arkham à espera do julgamento por seus crimes como Coringa. Enquanto luta com sua dupla identidade, Arthur não apenas se depara com o amor verdadeiro, como encontra a música que sempre esteve dentro dele.  A estréia está marcada para 03 de outubro, isso mesmo, anote para ir #PERAMBULANDO ao cinema assim que lançar!

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Festival Sinfônico faz ensaios abertos e gratuitos no Infinu

FSV antecipa o que será visto muito em breve com série de ensaios no palco mais festejado da cena musical alternativa brasiliense A 5ª edição do Festival Sinfônico está prestes a começar e traz consigo uma novidade que promete encantar os amantes da música: os Ensaios Abertos que ocuparão o palco do espaço cultural Infinu, localizado na CRS 506 (W3 Sul) durante as próximas semanas. Realizado pela Orquestra Filarmônica de Brasília (OFB) e patrocínio master da Shell, essa será uma experiência única para todo mundo sair #PERAMBULANDO entre diferentes estilos musicais. E a programação já começa com a banda Hey Johnny dividindo a cena com  músicos da Orquestra, no próximo domingo (14), a partir das 16h, com ingressos gratuitos que já estão disponíveis no Sympla. E atenção para não ficar de fora, pois, o evento está sujeito à lotação máxima da área de shows. Ao todo, serão sete Ensaios Abertos com a participação de nove nomes da cena musical regional. Na sequência da banda Hey Jhoony, virão as apresentações de Roberto Corrêa, Zé Mulato e Cassiano em 23 de julho, às 20h; Pé de Cerrado em 27 de julho, às 20h; Murica em 28 de julho, às 18h; Letícia Fialho em 30 de julho, às 20h; Guaja e Seu Estrelo em 4 de agosto, às 16h e 20h, respectivamente; e Violins (GO) em 6 de agosto, às 20h. “Os Ensaios Abertos serão realizados antes dos grandes concertos do festival, oferecendo ao público a chance de acompanhar de perto o processo criativo e o trabalho árduo dos músicos. Além disso, é o tipo de ação que vem para somar à missão da Orquestra de ampliar o acesso e popularizar a música orquestrada“, destaca o produtor-executivo do Festival Sinfônico, Diogo Barros. Vale lembrar que, além de vivenciar os ensaios, o público poderá aproveitar a atmosfera vibrante do Infinu, com DJs tocando música, restaurantes abertos e uma vida cultural pulsante tanto dentro quanto fora do espaço. Essa combinação única de música, arte e cultura promete criar uma experiência inigualável para quem visitar o local. O idealizador do Infinu, Miguel Brandão, expressa seu entusiasmo com a parceria ao afirmar que esta “é uma grande oportunidade para o Infinu e o Picnik ajudarem a trazer a música clássica para o foco da cidade através dessa mistura entre artistas alternativos e outros que já estão no mainstream“. Pioneiro das ocupações urbanas em Brasília, ele destaca o poder transformador que o Festival Sinfônico é capaz de causar na cena cultural do DF. “É muito positivo a Orquestra trazer uma ocupação regular durante um mês, enchendo o local de artistas incríveis e integrando os pequenos palcos e vitrines da cidade, realizando os Ensaios Abertos aqui no Infinu. É o início de um movimento bem fértil“, comemora. Em tempo, a 5ª edição do Festival Sinfônico acontecerá nos dias 17, 24, 31 de agosto e 7 de setembro, na Concha Acústica. Além das atrações locais, estão confirmadas apresentações de Lenine em 17 de agosto, Liniker em 24 de agosto, e Letrux e Fernanda Takai em 31 de agosto. O encerramento, em setembro, contará com a presença do gaitista brasiliense Gabriel Grossi e Edson Cordeiro em 7 de setembro. Trata-se de uma série de shows imperdíveis no FSV, como esta edição está sendo carinhosamente chamada, uma iniciativa apresentada pela Lei de Incentivo à Cultura e Shell, com patrocínio do Grupo Santa e apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Distrito Federal, realizado pela AMABRA e pelo Ministério da Cultura e Governo Federal. Acompanhe tudo pelo Instagram da OFB. Quem vai?  Ensaios Abertos da 5ª edição do Festival Sinfônico com Hey Johnny / Infinu – 506 Sul, Bl. A, Lj 67  / 14 de julho a 6 de agosto de 2024 / Entrada Franca / Ingressos pelo Sympla

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Além das baladas: CONIC ganha galeria de arte

A galeria Mercato, Antiguidades, Arte e Design abre suas portas no Edifício Eldorado com espaço multiuso e exposição da artista plástica Lelli de Orleans e Bragança   Conic, polêmico por natureza, sempre foi uma miscelânea de expressões no coração da cidade, endereço certo das antigas New Aquarius e Espaço Galeria, atuais Birosca e Chicão. É nesse patchwork urbano que se encontram as baladas, lojinhas e a galera mais alternativa do Distrito Federal. No entanto, este é assunto para outra oportunidade. Agora, o foco da coluna #PERAMBULANDO é que, há cerca de dez dias, a galeria Mercato Antiguidades, Arte e Design chegou para deixar ainda mais interessante esse insólito mosaico cultural. De mudança do Gilberto Salomão, a galeria de Antonio Aversa, em sociedade com Roberto Corrieri, está instalada na sobreloja do Edifício Eldorado, um local privilegiado entre os 13 prédios do mesmo conglomerado projetado por Lúcio Costa, inaugurado em 1961. O Conic foi concebido para ser muito mais que o reduto das baladas underground, mas um verdadeiro centro cosmopolita, recheado de cafés, restaurantes, galerias, teatros e estabelecimentos comerciais, no Setor de Diversões Sul. Com projeto arquitetônico assinado pelo paulista Gabriel Fernandes, a Mercato impressiona já na entrada com sua escada modernista em espiral de concreto, que dará acesso aos visitantes (que também podem utilizar o elevador na portaria do edifício). Entre outros destaques, a galeria está localizada em frente à Praça Zumbi, com o Sesi Lab do outro lado e uma bela vista para a Esplanada dos Ministérios, motivos para querer curtir a varanda por horas. Lá dentro, há pinturas do século XIX, obras de artistas contemporâneos locais e nacionais, além de um mix de mobiliário das décadas de 60 e 70 de designers renomados como Sérgio Rodrigues, Jorge Zalszupin, Tunico Lages, entre outros. Fruto do garimpo curatorial de Aversa, o ambiente tem uma vibe que mistura chic com descolado, sendo um point para arquitetos, decoradores, colecionadores e amantes das artes em geral. “Eu nasci e cresci nessa cidade, acompanhando meu pai, o artista plástico Paulino Aversa. Vi ele registrar em suas pinturas os monumentos e o modo de vida do brasiliense”, conta Antonio. “Então, ter uma galeria em um lugar tão emblemático como o Conic é muito especial, além de ser uma forma de ajudar a revitalizar prédios históricos localizados no centro da cidade. Um movimento que vem acontecendo em todas as grandes metrópoles e que em Brasília não é diferente”, completa. Début com toque de realeza Além de tudo o que foi dito, a Mercato também é uma galeria, ou seja, tem um espaço dedicado para exposições, que já estreia em grande estilo com uma mostra de vinte quadros da artista plástica Lelli Orléans e Bragança, descendente da Princesa Isabel e dos reis da Baviera. Lelli, nascida no Paraná e criada em Vassouras, estudou comunicação visual no Rio de Janeiro e aperfeiçoou suas técnicas no instituto Van der Kelen, na Bélgica, especializando-se em “trompe l’oeil“. Após anos pintando na Europa, Lelli voltou ao Brasil e passou a retratar as florestas brasileiras, tema central da exposição gratuita na Mercato. Suas obras, que misturam elementos figurativos e abstratos, são ricas em detalhes escondidos e transmite uma sensação de paz e tranquilidade. As pinturas traduz paisagens tropicais exuberantes com diversos tons de verde, pássaros e borboletas, destacando a beleza natural dos trópicos com um estilo impressionista. “Quando estou pintando, minha meta é criar um oásis de paz e tranquilidade. Minhas paisagens não revelam tudo à primeira vista, o olhar do observador precisa percorrer e explorar o quadro para encontrar os detalhes escondidos”, explica Lelli. De fato, as telas de Lelli mostram uma natureza intocada, onde pássaros exóticos e borboletas são frequentes e a presença humana é mínima. Com pinceladas delicadas, a artista cria cenários de florestas misteriosas e clareiras mágicas, que parecem transportar o observador para mundos naturais distantes ou microcosmos habitados por insetos coloridos. Para quem quiser ir #PERAMBULANDO por lá, a exposição de Lelli permanecerá na galeria Mercato por tempo indeterminado. Veja como está tudo lindo por lá assistindo este Reel. E outra dica bacana é que ela está participando dos circuitos de visitações do Brasília Design Week, um evento que acontece todo o mês de junho, tema de uma próxima coluna por aqui, muito em breve. Esse foi apenas um spoiler!   Partiu CONIC das artes? Galeria Mercato  Antiguidades, Arte e Design / Mezanino do Edifício Eldorado – Conic / Segunda a sábado, das 12h às 18h / Serviço: Exposição Lelli de Orléans e Bragança tempo indeterminado / Siga @espacomercato       

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Fest Drag: humor, performances, shows e muito mais

No mês da celebração do Dia do Orgulho LGBTQIA+, Getúlio Abelha, Silvetty Montilla, DaCota Monteiro, Frimes e Afrobapho se apresentam no festival Vem aí a terceira edição do Fest Drag 2024, um dos principais festivais de cultura LGBTQIA+, marcado para acontecer no CCBB Brasília, nos dias 27 a 30 de junho, entre 27 a 30 de junho. Com entrada gratuita, a programação do evento conta com shows musicais de Aretuza Lovi, Romero Ferro e Getúlio Abelha, performances drag, DJS, oficinas de arte transformista, cinema, debates, shows de humor e a Mostra Competitiva Vera Verão. A cada ano, o festival aumenta o leque de vertentes da cultura transformista. “Buscamos mostrar a nossa pluralidade cultural feita por artistas LGBTQIA+ do Brasil com apostas em várias vertentes como humor, música, performance e audiovisual”, define Ruth Venceremos, uma das coordenadoras do projeto e do Distrito Drag. A programação é criada para proporcionar mais visibilidade a artistas que trabalham diferentes linguagens no Mês do Orgulho LGBTQIA+, ação que é potencializada com o apoio do CCBB. Nesta edição, o festival conta com um elenco musical ainda mais robusto: Romero Ferro, Leyllah Diva, Medro e a DJ Naomi Leakes são as atrações do sábado (29). Já no domingo (30), o palco Leona Luna recebe Kira Spirandelli, Aretuza Lovi, Getúlio Abelha e a DJ Cassandra Monster. Na sexta (28), sobem ao palco do teatro do CCBB, com muito bom humor, as drag queens Silvetty Montilla, DaCota Monteiro e Victor Baliane. O Cine Queer Madame Satã apresenta os curtas-metragens “Cão Maior”, de Filipe Alves, e “Para Carlos”, de Carlos Cipriano, seguidos de debates. Na quinta (27), a partir das 15h, na sala de cinema do CCBB Brasília. Na sexta (28), a partir das 15h, a sessão é com os curtas “Onde Está Mymye Mastroiagnne?”, de Biarritzzz e “Se Eu Tô Aqui é Por Mistério”, de Clari Ribeiro, também com debates após a exibição. Saberes drag  e Performances em destaque No Pavilhão de Vidro, a troca de experiências também integra a programação com a Oficina de Perucaria. Na quinta (27), a partir das 14h, sob o comando da drag queen Malona, e na sexta (28), a partir das 14h, tem Oficina de Arte Drag com as artistas Nágila Goldstar, Linda Brondi e Victor Baliane. Com certeza, a Mostra Vera Verão será um dos pontos altos do Fest Drag, conta com performances no palco com Leona Luna, no sábado (29), das 15 às 17h. O mesmo palco, montado no gramado do CCBB Brasília, recebe no domingo (30) a Performance em Cena, com participações BsB Trans Masc, DesiRée Beck, Don Valentim, Casa de Laffond, Supremmas, Gabrielly Ganash, Frimes e Afrobapho. Confira a programação completa clicando neste link. Acessibilidade A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que ajuda o público a sair #PERAMBULANDO, gratuitamente, até o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próximo ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria física do  CCBB, ou ainda pelo QR Code da van. Vale lembrar que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede a entrada na van. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo  QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo que opera nos seguintes pontos/horários: Biblioteca Nacional – CCBB: 12h, 14h, 16h, 18h, 20h; CCBB – Biblioteca Nacional: 13h, 15h, 17h, 19h, 21h. Partiu diversidade? Fest Drag 2024 / CCBB Brasília / 27 a 30 de junho / Grátis / Ingressos aqui ou na bilheteria física – liberados às 12h do dia anterior à programação  Fotos: Divulgação

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Toys e Omik ocupam a galeria do Hidden

A  dupla mais conhecida do grafite brasiliense chega com seus traços multicoloridos, trazendo uma coletânea de trabalhos que vão encher de good vibes a nossa galeria.   Hidden e grafite têm tudo a ver, afinal, ambos têm as ruas, os espaços públicos (sobretudo aqueles que estão abandonados ou esquecidos) como fonte de inspiração. Não é por menos que o casamento do evento com a dupla formada por Daniel Toys e Mikael Omik é tão duradouro. Eles estiveram desde o começo, na primeira ocupação, aquela da passarela subterrânea do Pier 21, no ano de 2017. De lá para cá, o total é de quatro participações com esta de 2024 na Casa Manchete. Então, se liga, pois os artistas já penduraram suas obras nas paredes da galeria nessa quinta-feira (20), e você pode ir #PERAMBULANDO até lá para conferir o grafite made in Brasília  até 21 de julho. “Estou trazendo diversas obras, entre originais e prints com baixa tiragem, onde se destacam o formato geométrico ganhando composições fragmentadas, repletas de estampas, uma linha de trabalho que acabou sendo bastante popularizada pela junção de nossas assinaturas”, explica Omik. “Mas vale deixar bem claro que as obras desta exposição foram pintadas separadamente, sendo cada tela de um único artista, sua visão de mundo e momento de cada um de nós”, completa. A escolha por uma miscelânea de trabalhos também foi feita por Toys, que prevê uma mostra plural, justamente por este motivo. “É uma parcela aleatória do meu trabalho, mas tem muita coisa que eu ando pesquisando ultimamente, onde trago uma questão motivacional, de sonhos, mensagens das ruas e as brincadeiras com lixos que vou encontrando por aí”, avisa o artista que afirma estar em um momento de ressignificação de sua arte. “O Toyzinho está saindo um pouco de cena para dar espaço a novos símbolos e temas recorrentes como a escada, a casinha, a porta, entre outros”, conta Daniel. E para os entusiastas do trabalho dessa dupla, fica a dica: as obras expostas, além de admiradas, poderão ser adquiridas dos artistas. Animados, eles comemoram a participação em mais uma edição da ocupação urbana mais cool da cidade. “A gente tem um carinho enorme com o Hidden que tem tudo a ver com nosso trabalho, que é de se apropriar da rua, de espaços abandonados ou esquecidos, ressignificando esses lugares, assim como a gente faz com nosso trabalho”, avalia Toys. “A arte é vida e está em todos os lugares, seja através das músicas, memórias, do cinema, obras de arte e mensagens. Então, é importante que isso seja valorizado, não só como uma expressão ou movimento, mas de maneira íntegra como todos os outros trabalhos que demandam tempo e dedicação para obter melhorias e profissionalização. Então, um viva para o Hidden”, comemora Omik.   Tssssss… bora?  Omik & Toys no Hidden – Casa Manchete SIG / até 21 de julho – quinta-feira a sábado, 18h30 / Couvert artístico R$ 50 / Entrada por ordem de chegada, sujeito à lotação / Siga @hiddenbrasilia   Fotos: Reprodução/Instagram dos Artistas

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Tá rolando o BSB Plano das Artes… Bora?

A 4 ª edição do Festival Arte por toda parte reúne nada menos que 56 espaços culturais, revelando um verdadeiro raio-X da cultura 100% Made in Brasília   Até o próximo dia 18 de junho, o público poderá visitar e conhecer os ateliês de artistas, galerias e espaços de arte autônomos da capital federal que participam da 4ª edição do BSB Plano das Artes. O lema do evento, Festival Arte por toda parte, destaca a diversidade e a forte presença da cena artística na capital federal e articula diálogos sobre espaços de arte no país. É uma grande oportunidade para as pessoas que se interessam por conhecer a cena das artes visuais do Distrito Federal a explorarem diferentes expressões criativas e conhecerem os talentos locais. Dos 56 espaços que participam desta edição, 30 participam das rotas de visitação com vans oferecidas pelo Plano das Artes, 26 fazem parte das rotas de visitação espontâneas, em que o público segue para esses espaços por meios próprios, seja carro, carros por aplicativo, táxis, ônibus, bicicleta ou a pé. Além disso, acontecerão 6 rotas online, com programas gravados e ao vivo. Essas rotas contemplam os ateliês de canto e entrevistas com espaços autônomos do Distrito Federal, Goiás, Ceará, Mato Grosso, Pará e Rio Grande do Sul. Este colunista participou de uma da Rota Vermelha (uma das que você entra na Van do projeto e sai #PERAMBULANDO para e para cá, visitando lugares incríveis). O ressultado foi um Reels muito maneiro e que você pode assistir clicando neste link! O BSB Plano das Artes é um evento que busca aproximar o público da cena das artes visuais do Distrito Federal por meio de visitas a ateliês de artistas, galerias e espaços autônomos de arte. As pessoas interessadas em participar das rotas programadas devem se inscrever pelo Sympla. Mais informações pelo site www.bsbplanodasarte.com.br. As vagas são limitadas e sujeitas à lotação das vans a 14 pessoas por veículo, com saídas do Museu Nacional da República, na Esplanada dos Ministérios.   Todos os espaços participantes estão listados no mapa do Plano das Artes que será distribuído gratuitamente ao público, nas vans, nos espaços participantes, nos parceiros comerciais do projeto e pode ser acessado no site do projeto. O projeto proporcionou a formação de 20 atendentes culturais (incluindo vagas para LGBTQIA+ negros e indígenas), categoria profissional lançada pelo projeto visando relacionamento e gestão de atividades de espaços, que irão atuar em treinamento durante as rotas em alguns espaços. Cinara Barbosa, curadora, pesquisadora e idealizadora do BSB Plano das Artes, destaca a significativa participação dos espaços nas convocatórias realizadas em março. Essa participação evidencia a consolidação do ecossistema da arte no Distrito Federal ao longo dos últimos anos. Novas galerias, ateliês de artistas e centros culturais autônomos de artes visuais têm surgido, ampliando o alcance do projeto ao longo de seus seis anos de existência. Durante a pesquisa de campo para a preparação desta 4ª edição, observou-se uma transformação na ocupação da cidade por setores de economia criativa. O projeto aborda questões como acessibilidade do público e mobilidade, promovendo um circuito gratuito pelos espaços na cidade. “O Setor Comercial Sul (SCS), localizado no coração de Brasília, abriga uma cena cultural vibrante. Nesse espaço, encontramos galerias, escritórios de arte e de arquitetura, ateliês, residências artísticas, estúdios de design e tatuagem. “A apresentação desses locais mapeados também nos leva a refletir sobre questões como visibilidade, profissionalização e sustentabilidade dos empreendimentos criativos, considerando os desafios relacionados à manutenção desses espaços”, afirma a idealizadora do projeto. Como participar Todos os espaços participantes estão listados no mapa do Plano das Artes. Esse mapa será distribuído ao público, nas vans, nos espaços participantes e dos parceiros do projeto. Além disso, o mapa pode ser acessado no site www.bsbplanodasartes.com.br. A 4ª Edição do Plano das Artes oferece três modalidades de rotas para os interessados em explorar a cena artística. Rotas Programadas: Datas: 7, 8, 14, 15 e 16 de junho. Essas rotas incluem vans gratuitase equipe de mediação. Os participantes poderão circular pelos espaços de artes visuais dentro de cada rota. Alguns espaços contarão com a presença de atendentes culturais formados pelo projeto. As saídas acontecem do Museu Nacional da República. A organização do evento orienta as pessoas que não conseguirem se inscrever nas retas programadas, que sigam para o ponto de partida no Museu Nacional da República, porque em caso de desistências, as vagas serão preenchidas pelas pessoas que estiverem no local por ordem de chegada. Rotas Espontâneas: Período: De 7 a 18 de junho. Nessa modalidade, o público monta seu próprio roteiro de visita presencial de maneira independente. Os horários de funcionamento dos espaços serão informados no formulário de participação, e é possível agendar visitas diretamente com a equipe do espaço. Rotas Online: Datas: De 9 a 13 de junho e nos dias 17 e 18 de junho. As rotas online consistem em programas transmitidos pelo canal do Plano das Artes no YouTube. Os participantes poderão acompanhar a participação de Ateliês de Canto, entrevistas ao vivo com Espaços da Convocatória Apoio Plano e outros convidados. Ateliês, galerias e espaços autônomos que fazem parte das rotas programadas   A Pilastra (Guará II), Alberto Lamback / Loja 16 (Asa Norte), Ateliê 27 (Jardim Botânico), Ateliê Camila Soato / Instituto Barraus (Sobradinho), Ateliê Christus Nóbrega (Jardim Botânico), Ateliê Helena Lopes (Lago Sul), Ateliê Kena / Naine Terena + Gustavo Caboco Wapichana (Asa Norte), Ateliê Newton Scheufler (Vila Telebrasília), Ateliê Taigo Meireles (Brazlândia). Ateliê Valéria Pena-Costa + Feira do Fuga (Lago Sul), Casa Aerada (Varjão), Casa Ateliê Galeria Jardim de Cerrado Cata-Vento / Aline Crivelari (Park Way), Celso Junior Galeria (Lago Sul), Centro Cultural TCU (Asa Sul), Centro de Artes MD Azevedo (Vila Telebrasília / Asa Sul), Cerrado Galeria (Lago Sul), deCurators (Asa Norte), Espaço Ecoarte (Asa Sul), Fundação Athos Bulcão (Asa Sul), Galeria Index (Asa Sul), Galeria Karla Osório (Lago Sul), Galeria Olho de Águia (Taguatinga), Galeria Risofloras + Gu da Cei (Ceilândia), ManoObra Galeria (Sobradinho II), Oto Reifschneider Galeria de Arte (Asa Norte), Pé Vermelho – Espaço Contemporâneo (Planaltina), Ocupação Amilcar de Castro (Área Central do Plano Piloto), Referência Galeria de Arte (Asa Norte), Telaambulante (Asa Sul) e Vilarejo 21 (Altiplano Leste – Jardim Botânico). Espaços abertos para rotas espontâneas Ateliê Casa 08 (Jardim Botânico), Ateliê Cecília

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Teatro: Zeze Polessa vive Nara Leão

Depois de uma temporada de sucesso no Rio de Janeiro, a peça NARA circula pelo país, com parada em Brasília em pleno feriadão de Corpus Christi Nara Leão (1942-1989) é um nome incontornável para se entender a música, a cultura e a sociedade brasileira dos anos 1960, 70 e 80. Suas atitudes pioneiras e revolucionárias se refletem em um repertório absolutamente singular e marcam uma trajetória que reverbera mesmo após três décadas e meia de sua partida. ‘Nara’, é fruto do arrebatamento causado pela cantora em Zeze Polessa, que partilhou o desejo de revivê-la nos palcos tendo ao seu lado, na autoria e direção do espetáculo, o amigo Miguel Falabella, parceiro em uma série de projetos teatrais desde 1979. O espetáculo tem o patrocínio exclusivo da Petrobras | Programa Petrobras Cultural, viabilizado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, e assinado pela Quintal Produções. A peça entra em turnê pelo país depois de enorme sucesso no Rio de Janeiro. Reunindo memórias, fatos e curiosidades sobre essa grande mulher, a produção chega a Brasília para curta temporada de 30 de maio a 02 de junho na CAIXA Cultural. Na manhã desta quinta-feira (30), este colunista conversou com a atriz no quadro de entrevistas curtas e rápidas, o #GETTOGETHER. Assista clicando neste link, o papo está imperdível! Continuando, Zeze Polessa cresceu ouvindo e acompanhando a carreira de Nara através dos discos e os muitos sucessos tocados nas rádios. Durante a pandemia, ela começou a ler uma biografia da cantora e – a partir de então – enfileirou uma série de entrevistas e livros sobre o período, quando, intuitivamente, começou ali a fazer uma pesquisa daquela que seria a sua próxima personagem.  Ao falar sobre a vontade de interpretar Nara, em uma conversa informal com Miguel Falabella, ele na mesma hora avisou que criaria o texto do espetáculo e, após uma semana juntos, ainda no período pandêmico, a primeira versão da obra começava a ganhar forma. Momentos e canções No espetáculo, Nara aparece como se estivesse vindo de algum lugar do futuro – ou do passado – para compartilhar com o público algumas lembranças e reflexões. Através de um grande fluxo de consciência, o texto relembra momentos e canções da cantora sem preocupação com cronologias, datas ou qualquer outra formalidade, bem no estilo Nara, uma intérprete que sempre foi ‘fora da caixa’, quando esta expressão nem era tão usada assim. “Logo no início, ela mesmo diz que está de volta graças ao privilégio do teatro. Quando eu tive vontade de fazer a Nara, falei com Miguel que sabia não ter mais a idade dela, mas ele logo disse que isso não tinha a menor importância. Eu não procuro imitar o seu jeito de falar ou cantar, existe uma liberdade em todo este processo, não poderia ser diferente com alguém que sempre foi tão livre“, reflete Zeze, que interpreta ao vivo alguns dos muitos sucessos da intérprete, como ‘A Banda’, ‘Corcovado’, ‘Marcha da Quarta-feira de Cinzas’, entre outros. Com direção musical de Josimar Carneiro, o espetáculo perpassa os diversos estilos e movimentos dos quais Nara participou. Em constante mutação, ela nunca se deixou rotular ou ficar presa a um determinado gênero: esteve no coração do nascimento da Bossa Nova, flertou com o Tropicalismo, participou dos festivais da canção, protagonizou o lendário show ‘Opinião’, com João do Vale e Zé Ketti (e foi quem escolheu a estreante Maria Bethânia para substitui-la) resgatou antigos compositores, cantou samba-canção, músicas de protesto, rock’n’roll e jovem guarda. A liberdade e a inquietação de Nara se refletiam, sem amarras, na sua criação artística. No palco, as canções surgem para pontuar alguns dos momentos de uma vida que se confunde com a história do Brasil daquela época. Ao longo das cenas, alguns temas vêm à tona, como a repressão sofrida no período da ditadura militar, o exílio, o avanço do debate feminista, a revolução comportamental das décadas de 60 e 70, a maternidade, os célebres casos de amor e as demais paixões da cantora. Partiu teatro? NARA / CAIXA Cultural / 30 de maio a 02 de junho – Quintas a sábado, 20h e domingo, 19h / Ingressos: R$30 e R$15 (meia)  – bilheteriacultural.com / Bate-papo com o público no dia 31 de maio, após o espetáculo / Sessões com intérprete de libras – 01 e 02 de junho / Livre para todos públicos / Duração: 80 minutos   Fotos: @flaviocolker

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Cilene Vieira documenta Parque da Cidade

Curta-metragem tem roteiro e direção da jornalista Cilene Vieira e presta homenagem ao espaço mais democrático da capital Estreia, nessa sexta-feira (31), no Cine Brasília, o documentário “O Nosso Parque de Cada Dia”, produzido e dirigido por Cilene Vieira, jornalista e mestre em comunicação, que também é autora de um blog sobre o Parque, publicado no site do Correio Braziliense. O documentário apresenta o Parque da Cidade como um universo pulsante no centro da capital do país, onde pessoas de todo o DF convivem com a natureza no maior espaço público da região para prática de esportes e diversas atividades ao ar livre. “Sempre quis mostrar esse olhar sobre o Parque da Cidade como um espaço convergente de pessoas de todo o DF e apresentar a visão de frequentadores e dos que trabalham lá e vivem o ambiente intensamente. Para mim, é uma forma de valorizar o maior parque urbano do mundo, pois são 4milhões e 200 mil metros quadrados de vida, natureza e história, um grande patrimônio público e acessível a todos”, afirma a diretora. O documentário, de 28 minutos, foi realizado com recursos próprios e uma equipe “mínima e valorosíssima”, para Cilene, que conta com fotografia e som direto de Samuel Calado, edição e montagem de Benjamin Figueiredo e imagens de drones de Arthur Ramos. “Estrear esse filme no Cine Brasília é um motivo de alegria e orgulho. Meu maior desejo é que depois de assistir as pessoas sintam vontade de visitar mais o Parque”, afirma a diretora fã confessa desse espaço tão especial para os brasilienses. SINOPSE O tema principal do curta é o Parque da Cidade, o maior espaço de ocupação pública do DF. A geografia, a vegetação, os equipamentos, a vida no Parque e as pessoas que o frequentam e nele trabalham.  Quer assistir? Estreia dia 31 de maio, sexta-feira, às 20h, no Cine Brasília (EQS 106/107, Asa Sul), com entrada franca. Fotos: Divulgação

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