Helô Sanvoy e Lais Myrrha na Cerrado Cultural

Na última quarta-feira, 1º de abril, a galeria Cerrado Cultural recebeu cerca de 150 convidados do mundo das artes na inauguração simultânea das exposições “Arquiteturas do Poder”, de Lais Myrrha, e “Eiro”, de Helô Sanvoy. O evento movimentou a QI 05 do Lago Sul, onde o público pôde conferir de perto o diálogo crítico e sensível proposto pelos artistas sobre as bases estruturais e históricas do país, ocupando os dois pavimentos do espaço brasiliense. Sob a curadoria de Ana Avelar, a mineira Lais Myrrha apresentou obras que investigam a carga simbólica do modernismo e os apagamentos sociais contidos nas formas da capital. Belo-horizontina que cresceu rodeada por obras de Oscar Niemeyer, Lais acredita que, mais do que um arquiteto de edifícios, ele foi um criador de imagens. “Em um certo momento do meu trabalho eu comecei a isolar certos elementos, criar sobreposições de coisas. A partir daí também fui trabalhando com outros elementos que tinham relação com essas construções, com a história dessas construções, como o concreto armado, os azulejos e outros elementos”, explica. Já no piso superior, o público foi recebido pela primeira mostra individual de Helô Sanvoy na galeria, com curadoria de Divino Sobral. Em “Eiro“, o artista goiano utiliza a materialidade do cotidiano para refletir sobre a precarização do trabalho e o corpo marginalizado. Sobre a expectativa para esta temporada, o artista compartilhou: “Espero que quem venha visitar a exposição encontre um momento de reflexão sobre a vida e que, ao mesmo tempo, essa visita possa ser um tempo de distração para a alma”.     As mostras seguem em cartaz reforçando a missão da Cerrado como um dos principais eixos de difusão da arte contemporânea no Centro-Oeste. A galeria fica na QI 05, Chácara 10, no Lago Sul. A entrada é gratuita e a visitação está aberta ao público de segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 13h, até o dia 9 de maio. Acompanhe as novidades pelo Instagram @cerrado.galeria e não deixe de conferir mais alguns cliques feitos por este colunista/fotógrafo de quem passou lá pelo vernissage de abertura: Serviço: Exposições: Arquiteturas do Poder (Lais Myrrha) e Eiro (Helô Sanvoy) Curadorias: Ana Avelar e Divino Sobral Quando: 1º de abril a 9 de maio de 2026 Onde: Cerrado Cultural – SHIS QI 05, Chácara 10, Lago Sul, Brasília/DF Horários: Segunda a sexta, das 10h às 19h; sábado, das 10h às 13h Entrada gratuita / Indicação livre Siga: @cerrado.galeria Com informações da Assessoria de Imprensa / Fotos: Divulgação

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“Os Peixes não Falam” perambula por Bsb

Espetáculo premiado circula por creches do DF e anuncia turnê internacional.   Depois de integrar a programação da Bienal de São Paulo e conquistar um feito inédito para o teatro do Distrito Federal, o espetáculo “Os Peixes não Falam” inicia uma nova temporada. Em abril, a obra volta às origens com uma circulação por creches da Candangolândia, promovida com apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC). Paralelamente, a montagem se prepara para uma turnê internacional que passará por México, Argentina e Uruguai, por meio do programa Conexão Cultura. Criado para bebês e crianças de 0 a 5 anos, “Os Peixes não Falam” é um mergulho sensível nos mistérios da linguagem antes da palavra. Em cena, a atriz e diretora Clarice Cardell conduz os pequenos espectadores por uma experiência que combina teatro de objetos, trilha sonora original e uma dramaturgia de afetos. “É um convite para escutar com o corpo e ver com o coração”, resume a artista. Uma turnê que começa na creche e atravessa fronteiras A circulação local, que ocorre de 8 a 16 de abril em unidades de educação infantil da Candangolândia, reforça um dos pilares do projeto: transformar creches em espaços de experimentação artística e democratizar o acesso à arte como ferramenta essencial de formação humana. Ao mesmo tempo, a obra dá um salto internacional. Ainda neste semestre, nos meses de fevereiro, maio e junho, “Os Peixes não Falam” será apresentada em três festivais na América Latina: no Centro Cultural Tijuana (CECUT), no México; no Parque del Conocimiento, em Posadas, na Argentina; e no Festival OFF FIAEuy, que acontece em Montevidéu e San José, no Uruguai. As datas serão anunciadas em breve. Relevância nacional e ineditismo A nova circulação chega em um momento histórico para a cultura do DF. Em maio, Clarice Cardell e sua companhia, a Primeiro Olhar, receberão em São Paulo o Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) — a primeira vez que uma obra de teatro do Distrito Federal conquista a honraria. Além disso, é a primeira montagem voltada à primeira infância a ser premiada pela instituição. “Com o prêmio da APCA e as circulações local e internacional, temos dois pontos fortes que demostra a potência e a relevância do projeto, bem como a produção teatro feita em Brasília”, destaca Clarice. É uma peça, que nasce do diálogo entre Brasil e França, já passou pela Bienal de São Paulo e agora leva o teatro brasiliense para o exterior. Ficha artística “Os Peixes não Falam” é um espetáculo da companhia Primeiro Olhar, com direção de Clarice Cardell, em parceria com a francesa Katy Deville (Théâtre de Cuisine). A trilha sonora original é de Fernanda Cabral, os figurinos de Larissa Salgado e a preparação corporal de Márcia Duarte. O ponto de partida para a criação ocorreu em dezembro de 2024, durante residência artística no Friche la Belle de Mai, em Marselha. Vale destacar ainda que o espetáculo propõe uma experiência cênica pioneira para a primeira infância. Boias que flutuam como pensamentos, sons que remetem à memória do ventre e uma atuação que transita entre o gesto e o afeto criam paisagens que comunicam sem dizer. “Porque, às vezes, o que mais nos diz é o que não se fala”, explica Clarice. Serviço: Circulação em creches – Candangolândia (DF) Período: 8 a 16 de abril de 2026 Turnê internacional – México, Argentina e Uruguai Fevereiro, maio e junho de 2026 Com informações da Assessoria de Imprensa / Fotos: Divulgação

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Tom Jobim Musical em Brasília

Com mais de 130 mil espectadores e 12 indicações a prêmios, espetáculo faz curta temporada em Brasília. O Ministério da Cultura e a BB Seguros apresentam a turnê nacional de “Tom Jobim Musical“. Consagrado como um dos grandes sucessos recentes do teatro musical brasileiro, o espetáculo chega a Brasília para temporada no Ulysses Centro de Convenções, com estreia nesta sexta-feira (10), após reunir mais de 130 mil espectadores pelo país. “A BB Seguros valoriza a essência do brasileiro, a nossa cultura e a história do nosso país, por isso acreditamos na importância de tornar espetáculos como este cada vez mais acessíveis ao grande público. Tom Jobim é um ícone da música no Brasil e no mundo, e poder levar esse musical para mais cidades é uma grande satisfação e um compromissos para nós.” Delano Valentim de Andrade – Presidente da BB Seguros. A superprodução, que conta com texto de Nelson Motta e Pedro Brício e direção de João Fonseca (conhecido por sucessos como os musicais de Tim Maia, Cazuza, Cássia Eller e Djavan), já acumula números impressionantes que atestam sua grandiosidade. Em suas temporadas anteriores, o musical foi assistido por um público de mais de 130 mil pessoas e teve 12 indicações a prêmios. A Vida do Maestro em Cena Estrelado por Elton Towersey, vivendo Tom Jobim e Leopoldo Pacheco como Vinicius de Moraes, o musical transporta o público para o Rio de Janeiro dos anos 1950 e 60. A trama narra a trajetória de Antônio Carlos Jobim, desde a juventude na praia de Ipanema até a conquista do mundo com a Bossa Nova, passando pelo histórico concerto no Carnegie Hall, em Nova York. A montagem explora a parceria fundamental com Vinicius de Moraes e João Gilberto, além de celebrar figuras icônicas como Elis Regina, Jair Rodrigues, Frank Sinatra Elza Soares e Dolores Duran. Com um elenco de 19 atores e 9 músicos, o público é convidado a cantar junto clássicos eternos como “Garota de Ipanema“, “Chega de Saudade“, “Águas de Março” e “Wave“. “A parte mais difícil de transformar sua vida e obra em um musical de teatro foi lidar com a qualidade de suas músicas: como escolher apenas 30? O certo é que nenhum musical da Broadway teve, tem ou terá um score musical à altura do maestro soberano Tom Jobim”, revela Nelson Motta, coautor do espetáculo. “Uma peça sobre Tom só pode ser uma celebração sobre a música, o amor, a natureza e sobre o Brasil. A música de Tom é a protagonista do espetáculo, mas o homem bonito e charmoso também está lá”, comenta o diretor João Fonseca. A realização é assinada pelas produtoras Atual Produções e Bonus Track e, lideradas por Luiz Oscar Niemeyer, Júlio Figueiredo e Bárbara Guerra. SERVIÇO: TOM JOBIM MUSICAL – TURNÊ NACIONAL Brasília (DF) Apresentado pelo Ministério da Cultura e BB SEGUROS Patrocínio MAPFRE Apoio UNISYS Datas: 10 a 12 de abril e 16 a 19 de abril de 2026 Local: Ulysses Centro de Convenções – Teatro Planalto Ingressos: sympla.com.br Ingressos a partir de R$ 25,00 (meia-entrada) e R$ 450,00 (inteira). Faixa etária: 10 anos Duração:  2h15 com 15 minutos de intervalo Venda a grupos: grupos@atualp.com.br Acessibilidade:Todas as sessões possuem audiodescrição e libras e disponibilidade de Kit para pessoas neurodivergentes. *Clientes BB Seguros têm 30% de desconto nos ingressos inteiros, limitados a 4 ingressos por CPF. Siga: Instagram: @tomjobimmusical Com informações da Assessoria de Imprensa / Fotos: Divulgação

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150 anos de Joaquín Torres Garcia

Em cartaz no CCBB até 21 de junho, exposição gratuita é a mais abrangente já dedicada ao artista uruguaio e reúne mais de 70 artistas.   A mostra Joaquín Torres García – 150 anos já está aberta para visitação do público no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), com entrada gratuita, e a temporada segue até 21 de junho. A exposição reúne um amplo conjunto de obras do artista uruguaio em diálogo com trabalhos de mais de 70 nomes da arte moderna e contemporânea, propondo um novo olhar sobre sua trajetória e sua contribuição para a consolidação de uma linguagem artística latino-americana com projeção internacional ao longo do século XX. A classificação indicativa é livre, e os ingressos podem ser retirados na bilheteria ou pelo link destacado acima. O projeto conta ainda com a colaboração institucional de Alejandro Díaz, diretor do Museo Torres García, cuja parceria foi determinante para viabilizar a vinda dos manuscritos e desenhos inéditos. Com curadoria de Saulo di Tarso, a mostra estabelece conexões entre a produção de Torres García e diferentes vertentes da arte moderna e contemporânea, aproximando sua obra de referências brasileiras, das vanguardas europeias, da arte africana e das culturas indo-americanas. O percurso propõe uma releitura do chamado Universalismo Construtivo, conceito formulado pelo artista para articular formas universais a uma identidade própria da América Latina, ampliando suas interpretações para além das leituras mais difundidas. Reconhecido por integrar importantes coleções internacionais, Torres García tem sua obra apresentada sob uma perspectiva que ultrapassa sua iconografia mais conhecida. A exposição revisita sua trajetória, destacando o papel que desempenhou ao colocar em relação experiências da vanguarda europeia e sua atuação na América Latina, especialmente a partir de seu retorno ao Uruguai, em 1934. A presença de obras como “América invertida”, raramente exibida fora do Museu Torres García, em Montevidéu, reforça esse eixo curatorial, convidando o público a revisitar seu significado para além de leituras consolidadas. Para Saulo Di Tarso, celebrar 150 anos de um artista da dimensão de Torres García exige ampliar o olhar histórico. “Estamos apresentando a exposição mais abrangente já dedicada a ele e dessa forma queremos nos aproximar do nosso legado espanhol”. Nesse sentido, a mostra conta com peças fundamentais provenientes de coleções e museus ao redor do mundo: MACBA, IVAM, Colección Telefónica, MSSA, Galerie Gmurzynska e também obras do MASP, Pinacoteca de São Paulo e de importantes coleções privadas brasileiras. A dimensão pedagógica também atravessa a mostra. Para Torres García, a infância ocupava um lugar fundamental em sua reflexão estética. “Ele defendia uma educação artística baseada na experiência e na invenção, em que o principal estímulo estava na criação de símbolos e na organização das percepções. Nesse contexto, chegou a desenvolver brinquedos de madeira com caráter formativo e incorporou à sua pintura uma linguagem sintética, próxima ao traço infantil, valorizando a habilidade das crianças de compreender e estruturar o mundo por meio de signos simples e universais”, completa o curador. Diálogo com a arte brasileira A presença de 40 artistas brasileiros se organiza a partir de dois eixos principais. De um lado, a memória do incêndio ocorrido em 1978 no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio), episódio que marcou profundamente a história das instituições culturais no país e teve repercussão internacional. De outro, a proposta de tensionar, no campo simbólico, as divisões históricas herdadas do Tratado de Tordesilhas e suas reverberações nas relações culturais sul-americanas. A presença de obras e artistas brasileiros e estrangeiros refletem tanto a intenção de diálogo e celebração, encerrando a efeméride dos 150 anos do artista no país quanto a intenção de fortalecer vínculos culturais na América do Sul. “Desde o Modernismo, assim como a antropologia dos trópicos, a arte brasileira influenciou profundamente a cultura europeia e norte-americana, embora ainda insistimos em ler essa história apenas no sentido inverso. Por isso, foi lógico adensar a presença da arte brasileira ao redor de um artista que afirmou que ‘o nosso norte é o Sul”, afirma o curador. Entre os nomes presentes estão Cecília Meireles, Antonio Cabral, Paulo Nenflídio, Alfredo Jaar, Ernesto Neto, Willys de Castro, Bispo do Rosário, Estela Sokol, Rubens Gerchman, Marcone Moreira, Carlos Zilio, Ronaldo Azeredo, Luiz Sacilotto, Cildo Meireles, Hélio Oiticica, Emanoel Araújo, Arnaldo Ferrari, Montez Magno, Leonilson, Flávio de Carvalho, Tuneu, Jac Leirner, Anna Bella Geiger, Sérgio Camargo, Rivane Neuenschwander, Sofia Borges e Rosana Paulino. Apesar de não terem nascido no Brasil, Volpi, Mira Schendel e Lina Bo Bardi são incluídos por sua importância na história da arte brasileira. A exposição também evidencia conexões diretas entre Torres García e artistas como Ronaldo Azeredo, Arden Quin, Sacilotto e Volpi, além de relações conceituais com nomes como Tuneu, Ernesto Neto, Bispo do Rosário, Emanoel Araújo e Willys de Castro. Um diálogo expressivo também se estabelece com Rosana Paulino em uma das salas da mostra. Todas estas conexões revelam a atualidade da obra de Torres García e sua potência como uma obra viva que convoca à autonomia da América Latina, uma obra pioneira das premissas decoloniais, tão caras à contemporaneidade, e que têm sido invocada como ícone de pertencimento na música, no cinema e no mundo da cultura de modo geral. A América invertida (1943) está agora em exposição no CCBB Brasília. Programação de abertura A abertura da mostra, que ocorreu nessa terça-feira – 31 de março, incluiu uma visita mediada exclusiva para a imprensa, conduzida pelo curador Saulo di Tarso. A atividade antecipou as principais chaves de leitura da exposição e apresenta o recorte curatorial proposto, afinal,  cada cidade que recebe a mostra ganha um recorte próprio: em Brasília, as relações entre arte, cidade e espaço público são colocadas à luz, e de forma inédita, a curadoria propõe também traçar diálogos com obras e artistas da Coleção Banco do Brasil, entre eles Rubens Valentim, Maria Bonomi e Athos Bulcão, em torno desta grande celebração. A exposição reafirma a ideia de que o sul não é uma posição geográfica, mas uma postura ética e poética diante do mundo. Em São Paulo, o diálogo entre geometria

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É um pássaro, é um avião… Sim é a Supergirl!

Um dos filmes mais aguardados do ano, Supergirl acaba de ter seu trailer e pôster oficiais revelado pela Warner Bros. Pictures. Com Milly Alcock (A Casa do Dragão) no papel da protagonista e Jason Momoa (Um Filme Minecraft) dando vida ao anti-herói Lobo, o longa será o segundo da nova fase da DC Studios e chega aos cinemas brasileiros em 25 de junho. Rebeldia e aventura se encontram sob o olhar do diretor Craig Gillespie, para contar a história de Kara Zor-El/Supergirl (Alcock), uma jovem cuja vida foi devastada pela perda de seu planeta, Krypton. Agora, aos 23 anos, Kara terá que lidar com o seu passado ao mesmo tempo que inicia uma jornada interestelar em busca de justiça e vingança. O filme se baseia no aclamado quadrinho “Supergirl: Mulher do Amanhã” (Panini), assinado por Tom King e a quadrinista brasileira Bilquis Evely. A HQ foi indicada na categoria de Melhor Série Limitada no Eisner Awards, premiação conhecida como o “Oscar dos quadrinhos”. Supergirl estreia no Brasil em 25 de junho, também em versões acessíveis e em IMAX. Sobre o filme  Supergirl, o novo longa-metragem da DC Studios a chegar às telonas com distribuição da Warner Bros. Pictures, vai estar em exibição nos cinemas do mundo todo nas férias de junho e julho de 2026, estrelado por Milly Alcock no duplo papel de Supergirl e Kara Zor-El. Craig Gillespie dirige o filme a partir do roteiro de Ana Nogueira. Quando um adversário tão inesperado quanto implacável parece muito próximo de ganhar a batalha, Kara Zor-El, também conhecida como Supergirl, não sem muita relutância, faz uma parceria improvável em uma épica jornada interestelar de vingança e justiça. Coestrelam Supergirl, ao lado de Milly Alcock, Matthias Schoenaerts, Eve Ridley, David Krumholtz, Emily Beecham e Jason Momoa. Os líderes do DC Studios, Peter Safran e James Gunn, assinam a produção de Supergirl, baseado em personagens da DC criados por Jerry Siegel e Joe Shuster. O filme tem produção executiva de Nigel Gostelow, Chantal Nong Vo e Lars P. Winther. A equipe de produção criativa do cineasta Craig Gillespie atrás das câmeras inclui o diretor de fotografia Rob Hardy; o designer de produção Neil Lamont; a editora Tatiana S. Riegel; a figurinista Anna B. Sheppard; o supervisor de efeitos visuais Geoffrey Baumann; e a trilha sonora foi composta por Ramin Djawadi. DC Studios apresenta uma produção da Troll Court Entertainment, The Safran Company, um filme de Craig Gillespie, Supergirl estreia nas salas de cinema e IMAX® em todo o mundo a partir de 25 de junho de 2026, com distribuição da Warner Bros. Pictures. Para não perder nenhum detalhe, siga @wbpictures_br! Fotos: Divulgação

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Fricções e memórias em mostras simultâneas

Com obras de Lais Myrrha e Helô Sanvoy, as exposições “Arquiteturas do Poder” e “Eiro” propõem um olhar crítico sobre as bases estruturais e históricas do país. A partir do dia 1º de abril, a galeria Cerrado Cultural, em Brasília, transforma seus dois pavimentos em um espaço de potente reflexão visual e histórica. Localizado na QI 05, Chácara 10 do Lago Sul, a @cerrado.galeria inaugura, simultaneamente, as exposições Arquiteturas do Poder, de Lais Myrrha, e Eiro, de Helô Sanvoy. Embora independentes, as mostras tecem um diálogo profundo sobre os apagamentos, as memórias e as relações de trabalho e de poder que alicerçam o Brasil. Desse modo, é estabelecido uma conversa entre os artistas. É o zeitgeist, o espírito do tempo, que se manifesta, valendo-se de materiais e linguagens tão distintas. Suas obras convergem, quase por acaso, para as mesmas temáticas. Essa troca ganha ainda mais força com a presença de dois curadores de excelência, que conduzem o público por essas narrativas com clareza e sensibilidade: a historiadora e crítica de arte Ana Avelar e o pesquisador, artista e diretor artístico da Cerrado Divino Sobral. A temporada segue de portas abertas, com visitação gratuita, até o dia 9 de maio. O peso oculto da forma geométrica No térreo, sob a curadoria de Ana Avelar, Lais Myrrha apresenta Arquiteturas do Poder. A artista faz de Brasília o centro de sua investigação, colocando-a como alegoria de um Estado que se projeta racional, branco e perpétuo, mas que não considera a desigualdade social sobre a qual foi constituído. Sem buscar a invalidação do modernismo, mas recusando a reverência cega, Myrrha expõe o que as superfícies lisas e os ângulos retos de nossas construções icônicas tentam esconder o trabalho dos que construíram a cidade e a herança colonial que a capital tentou apagar. A curadora Ana Avelar destaca essa ambivalência constitutiva do modernismo nas obras da artista, onde a beleza arquitetônica seduz, mas também silencia. Séries como Estudo de Caso: Kama Sutra, Dupla Exposição, em que edifícios modernistas se sobrepõem a pinturas históricas de Debret e Portinari, e Vertebral Case, com imponentes fragmentos de colunas de concreto caídas como ruínas ósseas, convidam o visitante a medir, com o próprio corpo, o tamanho dessa utopia fraturada. A matéria, o corpo e o trabalhador brasileiro Já no piso superior, o público é recebido por Helô Sanvoy em Eiro, sua primeira mostra individual na galeria Cerrado, com curadoria de Divino Sobral. Aqui, a investigação afasta-se do concreto armado e debruça-se sobre a carga histórica e econômica dos materiais cotidianos. O artista cria atritos poéticos utilizando carvão, pó de pau-brasil, vidro estilhaçado, couro e copos americanos para falar sobre a precarização do trabalho e o corpo marginalizado pelo capital. Divino Sobral conduz o olhar do espectador para a sutileza com que Sanvoy transforma materiais em signos. O próprio título da mostra faz referência ao sufixo latino “-eiro”, que constitui o nosso gentílico, originado da extração exploratória do pau-brasil, e nomeia tantas profissões populares, como pedreiro, boiadeiro, coveiro, lixeiro. Destacam-se obras que vão desde a utilização do vidro temperado estilhaçado em Lucidez difusa, até a instável e transparente instalação Continente, erguida com centenas de copos americanos empilhados, equilibrando a fragilidade do material e a força da memória coletiva. Dois olhares curatoriais Vale destacar que as mostras marcam também um encontro de visões curatoriais refinadas. Ana Avelar, com sua vasta experiência acadêmica e atuação focada na arte moderna e contemporânea brasileira, traz uma leitura afiada e histórica para as provocações de Lais Myrrha. Já Divino Sobral, que também é artista visual, empresta sua sensibilidade estética e poética para desdobrar as materialidades de Helô Sanvoy, construindo, juntos, uma experiência imperdível na capital federal. Quem é quem? Lais Myrrha: Sua prática artística evidencia a relação entre o lugar físico e o lugar simbólico, abordando os discursos de poder denotados por convenções espaciais e arquitetônicas. Possui obras no acervo de instituições como Pinacoteca de São Paulo, Blanton Museum of Art (EUA) e Fundação de Serralves (Portugal). Já expôs em bienais de destaque, como a 32ª Bienal de São Paulo e a 13ª Bienal de La Habana. Helô Sanvoy: Artista goiano, mestre em Artes Visuais e membro do Grupo EmpreZa. Sua pesquisa transita por desenho, vídeo, performance, objeto e instalação, explorando as qualidades plásticas e políticas de diferentes materiais. Vencedor do Prêmio Pipa (2023), possui obras em coleções de peso, como as do MAC-USP, Museu de Arte do Rio (MAR) e MARGS. Ana Avelar (Curadora): Historiadora da arte, curadora e professora universitária com foco em arte moderna, contemporânea e crítica curatorial. Realiza exposições em museus e galerias pelo Brasil e é conselheira do Prêmio Pipa. Divino Sobral (Curador): Pesquisador, artista visual, curador independente e diretor artístico da Cerrado Galeria. Com vasta produção crítica no Brasil e exterior, sua prática cruza memória, história e materialidade de maneira sensível e poética, tanto em seus textos quanto em suas próprias obras. Sobre a Cerrado Com sedes em Brasília e Goiânia, a Cerrado consolidou-se como um dos principais espaços de difusão da arte contemporânea no Centro-Oeste. A galeria promove a circulação de artistas jovens e consagrados, investe na formação de público e fomenta novas coleções. Sua programação reúne exposições, debates e ações educativas. Pra quem curte artes-visuais!  Arquiteturas do Poder (Lais Myrrha) e Eiro (Helô Sanvoy) / Cerrado Cultural – SHIS QI 05, Chácara 10, Lago Sul, Brasília-DF / 1º de abril a 9 de maio de 2026 – Segunda a sexta, das 10h às 19h; sábado, das 10h às 13h / Gratuita – Indicação livre / Siga: @cerrado.galeria Fotos: Divulgação

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Do revival à ópera, a arte de #PERAMBULAR por Brasília

Uma curadoria especial de eventos que unem música, fotografia, inovação gastronômica e reflexões femininas para preencher a sua agenda na capital. A música clássica ganha um contorno de força e resistência com a montagem da ópera “Irmã Angélica“, do italiano Giacomo Puccini, que protagoniza um feito raro: elenco e equipe técnica inteiramente femininos. Sob a sensível direção cênica de Hyandra L., a obra reflete sobre a opressão patriarcal e as escolhas da mulher, ambientada na clausura de um convento do século XVII. O espetáculo, que emociona pela profundidade e traz Janette Dornellas revezando o papel-título, tem apresentações neste sábado (28) às 19h e domingo (29) às 17h e 19h, no Teatro Newton Rossi do Sesc Ceilândia, seguindo depois para o Teatro Paulo Gracindo do Sesc Gama entre os dias 17 e 19 de abril. A entrada para maiores de 14 anos é gratuita mediante a doação de alimentos ou materiais de limpeza para o Carmelo Nossa Senhora do Carmo, com ingressos retirados previamente pelo Sympla.    Para quem busca uma pausa acolhedora na aceleração do cotidiano, a Referência Galeria (CLN 202, Bloco B, Asa Norte) abriga até 9 de maio a belíssima exposição fotográfica “Habitar o Interlúdio“. Com curadoria de Léo Tavares, o artista Fred Lamego convida o espectador a uma imersão introspectiva através de 37 imagens inéditas capturadas em diversas partes do Brasil e do mundo, como Tóquio, Macapá e Jerusalém, criando uma atmosfera poética onde a figura humana é apenas sugerida pelo espaço. É um verdadeiro convite à meditação visual que pode ser visitado gratuitamente de segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 14h, com mais detalhes no perfil @referenciagaleria. A inovação tecnológica invade a cozinha neste fim de semana, dias 28 e 29 de março, com a engenhosa competição Printer Chef 2026, que ocupa o espaço Jardim Urbano do Shopping Conjunto Nacional como parte da programação do Geek Prime. O evento é um banquete para curiosos e entusiastas, misturando a gastronomia do futuro com a cultura maker ao desafiar os participantes a criarem pratos utilizando impressoras 3D de alimentos e a obrigatoriedade de PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais) na receita. Uma excelente oportunidade para ver ao vivo como a ciência pode revolucionar a sustentabilidade alimentar, com todos os detalhes dessa imersão deliciosa disponíveis no site oficial do evento. Valorizando o fazer manual e a presença feminina nas artes, o Museu de Arte de Brasília (MAB) segue até o final de março com uma programação educativa especial e muito afetiva voltada para o Mês das Mulheres. O espaço oferece uma série de atividades acessíveis que abraçam desde bebês até adultos, destacando oficinas deliciosas como a de bordado em talagarça e a criação lúdica de vitrais “fake” usando arame e esmalte. Além de visitas mediadas que jogam luz sobre as trajetórias das artistas do acervo, o museu reforça seu compromisso com a inclusão e a acessibilidade, permitindo que escolas e grupos agendem essas experiências gratuitamente diretamente pela plataforma Conecta. Encerrando a lista com muito balanço, a febre nostálgica tomou conta da cidade e obrigou o projeto Temporaneo a abrir uma sessão extra da consagrada banda Rod Hanna, garantindo que a grande festa siga firme até este sábado (28). Conhecida por figurinos marcantes e uma performance que revisita com maestria as eras de ouro do pop, disco e dance music das décadas passadas, a banda promete transformar a AABB (Setor de Clubes Sul) em uma imensa e sofisticada pista de dança a partir das 19h30. Voltada para maiores de 18 anos, a noitada tem ingressos a partir de R$ 180 (meia-entrada) vendidos na Bilheteria Digital, além de opções de bistrô para grupos que desejam celebrar as boas memórias musicais com conforto. Fotos: Divulgação

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Não perca a “Floresta Viva” do Pontão!

Com programação especial, o complexo recebe decoração temática, oficinas infantis, espetáculos teatrais e experiências imersivas para toda a família. Até 5 de abril, o Pontão Lago Sul se transforma em um cenário mágico com a chegada da “Floresta Viva”, tema da programação especial de Páscoa de 2026. Inspirado na natureza, o espaço ganha uma ambientação lúdica e envolvente, com elementos que remetem ao universo encantado da floresta, proporcionando momentos inesquecíveis para visitantes de todas as idades. No Jardim de Eventos, uma floresta decorada com árvores cenográficas, cogumelos e coelhos em uma paleta de tons verdes e terrosos que reforçam a proposta de conexão com a natureza. O ambiente convida o público a vivenciar uma experiência sensorial acolhedora, ideal para famílias e crianças. A grande atração deste ano é a Toca Encantada, um espaço coberto e imersivo, com decoração especial e cenários instagramáveis, incluindo elementos como o guardião da floresta, árvores e ambientações mágicas. O acesso à área é exclusivo para visitantes mediante ingresso. Meia-entrada R$ 20,00 e ingresso inteiro a R$ 40,00 por pessoa. Crianças de até 8 anos tem entrada gratuita. Meia-entrada mediante a doação de 1kg de alimento a ser destinado à Vila Santa Luzia na Estrutural em parceria com o grupo Panelas Compartilhadas. Os ingressos poderão ser adquiridos na loja do Pontão situada na Floresta Viva, ou nos restaurantes e quiosques do Pontão Lago Sul participantes da ação, estes com retiradas gratuitas mediante notas fiscais com valor mínimo de consumação de R$150,00, para restaurantes, e R$50,00 para quiosques participantes. Programação cultural Além da decoração temática, o público poderá aproveitar uma programação completa com espetáculos teatrais, oficinas criativas e apresentações musicais. Entre os destaques estão as peças infantis realizadas às terças e quintas-feiras, das 18h30 às 19h30, com entrada mediante doação de 1kg de alimento não perecível (exceto sal, flocão e água potável) destinado à Vila Santa Luzia, na Estrutural, em parceria com o grupo Panelas Compartilhadas. As apresentações trazem histórias leves, educativas e interativas, abordando valores como amizade, cooperação e o verdadeiro significado da Páscoa. A programação inclui ainda o Musical Páscoa Broadway, com apresentação no dia 20 de março, às 19h30, marcando a abertura oficial do evento. 24/03 – Páscoa no Sítio No clima acolhedor do campo, personagens queridos vivem uma aventura divertida para salvar a celebração da Páscoa. Uma história leve, educativa e interativa. Apresentação grupo Starter Entretenimentos. 26/03 – O segredo da Páscoa Um casal de coelhos muito animado está preocupado com a chegada da Páscoa pois ainda falta muita coisa para arrumar. Essa dupla encantadora conta através de muita dança, música e teatro a verdadeira história da Páscoa! Apresentação grupo Oja Laió. 31/03 – O coelhinho Comilão Páscoa está chegando e a fábrica de ovos de chocolate está a todo vapor para entregar suas encomendas para as crianças. Só que parece que a produção não tem fim, alguns ovos estão sumindo. O que será que o assistente do Coelho da Páscoa está justificando? Apresentação grupo Neia e Nando. 02/04 – Fantástica Fábrica de Chocolate Uma jornada encantadora dentro de uma fábrica cheia de surpresa, músicas e personagens excêntricos. Um espetáculo grandioso, visualmente impactante e com forte apelo familiar. Apresentação grupo Starter Entretenimentos. Oficinas Para completar a experiência, as oficinas infantis acontecem diariamente, das 16h às 22h, com atividades voltadas para crianças de 3 a 14 anos. Entre as opções estão pintura em tela, customização de coelhos de gesso, slime, jardinagem e criação de um “amigo coelho” para levar para casa. As atividades têm valor de R$ 50,00 por criança. Entre as oficinas disponíveis estão: Coelho de gesso (pintura e personalização de coelhinhos de Páscoa), Pintura em tela (pequenos artistas criando suas próprias obras), Slime (oficina divertida para produzir e brincar com slime), Cria Amigo Coelho (criação de um coelhinho especial para levar para casa) e Jardinagem (plantio e cuidados com pequenas mudas). Agora confira cliques de César Rebouças de alguns dos convidados especiais do Pontão do Lago Sul que participaram da noite de abertura dessa “Floresta Viva”: Chocolate e diversão! Páscoa Floresta Viva do Pontão Lago Sul / SHIS Ql 10, Lote 1/30 Lago Sul – Brasília – DF  / 20 de março a 05 de abril / Telefone: (61) 3364-0580 / @pontaodolagosul

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CASACOR Bsb: open house prestigiado

Lançamento do masterplan da 34ª edição contou com palestras de Pedro Ariel Santana e Ana Clara Schick, além de apresentação de quarteto de cordas da OSTNCS. A CASACOR Brasília 2026 acontece no período entre 12 de agosto a 12 de outubro. E, pela segunda vez, em uma edificação que é patrimônio afetivo da capital federal, a Casa do Candango. A edição deste ano foi apresentada nesta quinta-feira,19 de março, na Sala Martins Pena do Teatro Nacional Claudio Santoro, quando marcas e profissionais da arquitetura, designers de interiores e paisagistas conheceram a nova configuração da 34ª mostra. O masterplan deste ano conta com 46 ambientes inspirados no tema da CASACOR em 2026: “Mente e Coração”, que propõe uma reflexão sobre a casa como um espaço de cura, refúgio físico e psíquico em um mundo hiperconectado e acelerado. O assunto pautou as palestras do Diretor de Conteúdo e Relacionamento da CASACOR Pedro Ariel Santana e da curadora da marca, Ana Clara Escuciato Schick. Ambos discorreram sobre o tema deste ano. “É um convite à pensar a moradia com qualidade de vida, uma reflexão sobre as angústias resultantes do tempo digital. Casa é afeto”, afirmou Pedro Ariel Santana. Já Ana Clara discorreu sobre projetos que criam casas com personalidade e afeto. A tarde marcou a ainda uma apresentação musical do quarteto de cordas da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro (OSTNCS), com a participação do maestro Claudio Cohen (violino), Lilian Raiol (violino), Márcio da Costa (viola) e Rodolpho Borges (violoncelo). Números No ano passado, a mostra de arquitetura, design de interiores e paisagismo encerrou a sua 33ª edição com o registro de 30 mil visitantes em seus dois meses de realização. O público pode conferir projetos que abraçaram processos sustentáveis, materiais naturais e experiências imersivas para despertar os sentidos e sugerir um momento de pausa e introspecção. Em 2025 foram 50 ambientes assinados por 67 profissionais, mergulhados no tema “Semear Sonhos”, instigando uma reflexão profunda sobre o futuro das cidades, da arquitetura e das relações humanas. Os projetos revelaram o morar afetivo, regenerativo e consciente, explorando a identidade brasiliense por meio de elementos – como a terra vermelha do Cerrado – e um design que dialoga com o artesanal, o sensorial e a contemplação. A mostra, que ocupou uma área de 5.040 m² dividida entre térreo e outros dois pavimentos do prédio, deixou um legado. Toda a estrutura da Casa do Candango foi recuperada pela CASACOR Brasília antes do evento abrir as portas para o público. A edificação de 1977 passou por recuperação das fachadas, vidros, pisos, caixas d’água e telhados e atualização das redes hidráulicas, elétricas e de águas pluviais, além da construção de estacionamento e a requalificação dos jardins. A ação reafirma o compromisso da mostra com o desenvolvimento urbano e social, além de se alinhar com o conceito deste ano “Semear Sonhos”, ao conectar à memória dos trabalhadores que ergueram Brasília ao propósito de dar novos usos aos espaços históricos da capital federal. Veja alguns dos convidados presentes ao evento pelas lentes de César Rebouças: 34ª CASACOR Brasília Quando: 12 de agosto a 12 de outubro de 2025 Special Sale: 11 e 12 de outubro Onde: Casa do Candango – SGAS 603 Visitação: de terça a sexta-feira, das 15h às 22h. Sábados e feriados, das 12h às 22h. Domingo, das 12h às 21h Classificação: livre Acessibilidade: a mostra é acessível em toda a sua extensão Informações: A CASACOR Brasília 2025 não é um evento PETFRIENDLY. Exceção para cães-guia. Nossa equipe estará em toda a mostra para te auxiliar. Não é autorizado o uso de equipamentos profissionais como, tripé, luz e acessórios para captação de imagem/foto/vídeo durante a visitação do público. Organização: A CASACOR Brasília é organizada pela EMS Eventos (Eliane Martins, Moema Leão e Sheila de Podestá) franqueada da CASACOR Promoções e Eventos, uma empresa do Grupo Abril Mais informações: www.casacor.com.br/mostras/brasilia / Siga @casacor_brasília

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Partiu teatro com três dicas imperdíveis!

Com opções diversas, inclusive para a garotada, a oferta teatral na cidade está simplesmente recheada de boas opções. Confira! Se você é do tipo que não dispensa uma boa história contada ao vivo e em cores, se liga nas três sugestões que a Coluna #PERAMBULANDO traz exclusivamente para você curtir nos palcos da capital federal neste fim de semana. Trata-se de um roteiro teatral de primeira, com opções que vão desde a genialidade poética de uma das nossas maiores escritoras, passando pela palhaçaria inteligente e chegando até a uma reflexão lúdica para toda a família. Vamos conferir? Para começar, que tal mergulhar no universo denso e fascinante de Clarice Lispector? A partir desta quinta-feira (19), o charmoso Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul, recebe a montagem “Se Eu Fosse Eu – Clarices“. Celebrando o Mês da Mulher, a peça é um mergulho profundo nas epifanias da escritora, conduzido pelas talentosas atrizes e diretoras Camila Guerra, Juliana Drummond e Rosanna Viegas. A encenação, que faz releituras de contos emblemáticos como “O ovo e a galinha” e “Miss Algrave”, traz para o palco os questionamentos íntimos da vivência feminina, tudo ambientado na intimidade de uma cozinha, espaço tão familiar ao processo criativo de Clarice. É um espetáculo intimista e provocador, perfeito para quem gosta de teatro que faz pensar. As apresentações na Sala Multiuso Túllio Guimarães rolam até domingo (22), sempre às 20h (de quinta a sábado) e às 19h no domingo. Para garantir seu lugar nessa imersão literária, basta acessar a plataforma Sympla. Os ingressos custam R$ 40 (meia), mas fica a dica de ouro: doando um pacote de absorventes, você também garante o direito à meia-entrada. A classificação é para maiores de 18 anos. Se a pedida for dar boas risadas com uma pitada de reflexão, a Mostra Teatral de Brasília traz ao palco do Teatro Brasília Shopping a estreia de “CATÁSTROFE – O Concerto“. Protagonizado pelo Palhaço Zambelê Badalo do Tuiuiú, criação magistral do veterano Zé Regino, que celebra 35 anos de palhaçaria, o espetáculo acompanha a saga de um músico desastrado tentando montar seu próprio palco. O que parece ser apenas uma sequência de trapalhadas hilárias logo se revela uma obra sensível sobre a fragilidade humana, onde o caos, no fim das contas, se transforma em poesia e partilha com a plateia. O retorno de Zé Regino ao público jovem e adulto (a classificação indicativa é de 12 anos, justamente pelas sutilezas do jogo cômico) promete ser uma catártica celebração da vida. A temporada, que começa sexta-feira (20) e vai até o dia 29 de março, com sessões de sexta a domingo, sempre às 20h. As entradas estão bem acessíveis, variando de R$ 20 a R$ 60, e você pode garantir a sua diretamente na bilheteria do teatro. Prepare-se para se tornar cúmplice dessa deliciosa bagunça! E para fechar o nosso roteiro abraçando toda a família, o CCBB Brasília continua recebendo a bem-sucedida temporada de “A Comunidade do Arco-Íris“. Com direção de Suzana Saldanha, a peça adapta o único texto infantil do icônico Caio Fernando Abreu. A trama lúdica, que tem encantado o público, acompanha brinquedos e seres mágicos (como uma sereia cansada da poluição e um soldadinho pacifista) que decidem viver longe do consumo desenfreado humano. A paz do grupo é testada com a chegada de três gatos, levantando debates super atuais sobre respeito, diferenças e convivência coletiva, tudo com aquele sarcasmo delicado típico do autor. Com um elenco afiadíssimo, cenário interativo de Sérgio Marimba e até uma participação especial em vídeo de Malu Mader, a peça é uma ode à diversidade e uma reflexão ecológica que não envelheceu um dia sequer desde que foi escrita nos anos 70. As sessões vão até o dia 29 de março, sempre às sextas (16h) e aos sábados e domingos (11h e 16h). Os ingressos, a preço popular de R$ 15 (meia-entrada), e podem ser adquiridos clicando aqui ou direto na bilheteria física do local. Um programão imperdível para todas as idades! Nos vemos nos teatros? Fotos: Divulgação

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