Diálogos da Liberdade em fotográfias históricas

Exposição conta, através de fotos históricas, objetos e obras de arte, a história do início da capital federal.   A exposição “Diálogos da Liberdade na Coleção Brasília”, apresenta um recorte com obras do Museu de Arte de Brasília (MAB) e da Coleção Brasília / Acervo Izolete e Domício Pereira, reunindo trabalhos de artistas fundadores do imaginário visual da Nova Capital do Brasil. A mostra, em cartaz no MAB até 26 de fevereiro de 2016, propõe um percurso sensível e crítico no qual a noção de liberdade se manifesta em múltiplas dimensões – estética, política, poética e histórica – estabelecendo diálogos entre diferentes tempos, linguagens e concepções artísticas. O eixo curatorial é estabelecido pelo álbum “Brasília 1960 – O Mais Arrojado Plano Arquitetônico do Mundo”, que reúne registros históricos da construção de Brasília, bem como dos festejos e das cerimônias de sua inauguração, em 21 de abril de 1960. De autoria de Mário Fontenelle, fotógrafo oficial de Juscelino Kubitschek, o conjunto é composto por 24 imagens em preto e branco, realizadas entre 1958 e 1960, que documentam de forma singular o processo de edificação da Nova Capital e o imaginário de modernidade que a constituiu. Nesta perspectiva de contextualizar a presença pioneira das artes visuais na capital, destacam-se obras de Oscar Niemeyer, Lúcio Costa, Roberto Burle Marx, Athos Bulcão,  Marianne Peretti, Alfredo Ceschiatti, Bruno Giorgi, Zeno Zani, Ake Borglund e, em diálogo com produções mais recentes, de Honório Peçanha, Ziraldo, Danilo Barbosa e Carlos Bracher. Cada um, ao seu modo, contribui para a consolidação do imaginário artístico da Nova Capital, articulando arte, arquitetura e paisagem, e reafirmando a liberdade criadora como fundamento de pensamento, expressão e diálogo. Além desse núcleo de artes visuais, a mostra contempla objetos de época e curiosidades históricas, como a maquete de lançamento da Romi-Isetta, itens do serviço do Palácio da Alvorada e a primeira fotografia de satélite do Plano Piloto. No segmento documental, duas relíquias assumem especial destaque: a carta-depoimento de Juscelino Kubitschek, datada de 1961, ao final de seu governo, e a homenagem da Igreja Católica a Dom Bosco, padroeiro de Brasília, que reúne resquícios de suas vestes. Neste contexto, registra-se  representação do artista mineiro Carlos Bracher, com a obra “Museu Imaginado”, doada ao Museu de Arte de Brasília pelo próprio artista e pelo curador Cláudio Pereira. A obra ocupa lugar de destaque ao tensionar os limites entre instituição, memória e imaginação, ampliando a reflexão sobre o papel do museu, das coleções e da criação artística contemporânea. Contribuindo para potencializar a percepção do conjunto e os diálogos entre diferentes conteúdos e linguagens, apresenta-se a gravação da carta-depoimento de JK, o minidocumentário dedicado ao álbum Brasília 1960 – O Mais Arrojado Plano Arquitetônico do Mundo, bem como sua versão colorizada por meio de processos de inteligência artificial, ampliando assim, as possibilidades de leitura e fruição. A proposta curatorial, ao evidenciar territórios de convivência entre diferentes gerações e poéticas, visa tecer associações livres entre formas, cores, gestos e narrativas. Ao estimular leituras cruzadas, o conjunto convida o público a refletir sobre a construção da identidade cultural brasileira e sobre a importância do diálogo como fundamento da produção artística, matrix simbólica para a construção de sociedade livre e democrática. “Diálogos da Liberdade na Coleção Brasília” reafirma, assim, o compromisso do acervo, formado pelo casal Izolete e Domício Pereira (*), pioneiro da NOVACAP,  com a preservação da memória artística e com a promoção de debates contemporâneos, configurando-se como um espaço de escuta e interlocução, no qual a arte se apresenta como instrumento de pensamento, sensibilidade e diálogo permanente com o tempo presente e as futuras gerações.    (*) – O casal, proveniente da Região Nordeste do Brasil, de família de fazendeiros, políticos, militares e educadores, chega à Nova Capital em 1959, cerca de um ano antes da sua inauguração. Ele, natural de São Luís – MA, foi funcionário da Novacap, assumindo posteriormente o cargo de fiscal de tributos do antigo IAPAS – Instituto de Administração Financeira de Previdência Social. Ela, natural de Recife – PE, foi funcionária do Ministério da Fazenda onde assessorou vários ministros. Paralelamente, como Pedagoga e Arte-Educadora desenvolveu um dos mais importantes projetos sociais da nova Capital, que atendeu a milhares de crianças e suas famílias. Por essa obra, foi destacada como referência pela Unicef.  Entusiastas do projeto da Nova Capital do Brasil, ambos manifestavam, à época, a intenção desse significativo acervo da Coleção permanecesse em Brasília.   Fotos que contam histórias Diálogos da Liberdade na Coleção Brasília / Museu de Arte de Brasília (MAB) / Até 26 de fevereiro de 2026 – das 10h às 19h, de segunda à domingo, exceto terca-feira / Siga @museudeartedebrasilia Fotos: Divulgação

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Já tem onde curtir a chegada de 2026?

Shows gratuitos, festas premium, fé, diversidade e música para todos os gostos: confira guia com 7 opções para a virada na capital federal e arredores! Quando menos esperamos, o Ano-Novo chega. E você, que ainda não decidiu onde passar o Réveillon 2026, corre o risco real de ficar de fora da maior festa mundial. Pensando em quem gosta de decidir o rolê, literalmente, na última hora, a Coluna #PERAMBULANDO selecionou 7 dicas para ajudar o pessoal mestre da indecisão. E o melhor: a maior parte das ideias é gratuita, o que já ajuda (e muito) na motivação e na praticidade. Afinal, basta um cooler, alguns amigos, o mozão, a família – ou só Deus mesmo – para espocar a garrafa e brindar a chegada de um novo tempo. 1 – Esplanada dos Ministérios e das emoções É fato, Brasília se prepara para receber 2026 com uma grande celebração pública, gratuita e plural! O Celebra DF 2026, réveillon oficial da capital, ocupa a Esplanada dos Ministérios com uma programação que mistura diferentes estilos musicais, públicos e gerações, reforçando o caráter democrático da festa. A expectativa é de cerca de 100 mil pessoas por dia, entre 30 de dezembro e 1º de janeiro, em um dos cenários mais simbólicos do país. No dia 31, o palco principal recebe Samuel Rocha, Carlinhos Brown (foto), Lauana Prado, responsável pelo show da virada, e Israel & Rodolffo, em uma noite que passeia por ritmos populares e promete emocionar o público. A contagem regressiva será marcada por uma queima de fogos de 12 minutos, iluminando a Esplanada. Já no dia 1º, a festa continua com Adriana Samartini, Murilo Huff, Ana Castela, Pedro Paulo & Matheus, Belluco e Calcinha Preta, mantendo o clima de celebração no primeiro dia de 2026. 2 – Ancestralidade, fé e resistência cultural na Prainha A Praça dos Orixás, carinhosamente conhecida como Prainha, mais uma vez se consolida como um dos espaços mais potentes e simbólicos da virada em Brasília. Integrando a programação do Celebra DF 2026, o tradicional Réveillon da Prainha transcende o entretenimento e se firma como um manifesto de valorização da cultura afro-brasileira, reunindo religiosidade, música e ocupação do espaço público. As atividades começam no dia 30 com o Entardecer dos Ojás, ritual que marca o território como solo sagrado e reforça o reconhecimento das raízes africanas no DF. Já no dia 31, a tradicional Festa de Iemanjá reúne rituais religiosos, cortejo simbólico, entrega de flores e balaios à Rainha do Mar, além de shows de Sambrasília, Uel, Makumbá com Kika Ribeiro, Asé Dudu e Grupo Cultural Obará. A virada será celebrada com uma cascata de fogos de oito minutos na Ponte Honestino Guimarães. 3 – Virada disputada no Pontão do Lago Sul Um dos réveillons mais concorridos da cidade, o Réveillon do Pontão Lago Sul mantém sua tradição de reunir milhares de pessoas para assistir à queima de fogos disparada por balsas no Lago Paranoá. A área externa do complexo recebe até 4 mil pessoas, número definido para garantir conforto e segurança ao público, que acompanha o espetáculo sem custo financeiro direto. O acesso, porém, exige ingresso gratuito retirado antecipadamente pelo Sympla, trocado in loco mediante a doação de 1kg de alimento não perecível até o dia 30, que será destinado à Associação Marmita Solidária. A proposta reforça o caráter solidário e consciente do evento, que também adota regras rígidas de segurança, controle de objetos e apoio logístico com vans gratuitas a partir das QIs 9 e 11 do Lago Sul. A virada promete ser concorrida, organizada e emocionante. Clique aqui e fique por dentro de todos os detalhes! 4 – Réveillon com gostinho anos 80 O Réveillon Temporâneo 2026 – Viva o Tempo não apenas celebra a chegada do novo ano, como também marca oficialmente a abertura da terceira temporada do projeto, que já virou referência no entretenimento brasiliense. Instalado na AABB, às margens do Lago Paranoá, o evento aposta em estrutura coberta, varanda panorâmica e uma atmosfera pensada para quem valoriza conforto e boa música. A noite do dia 31 contará com open bar premium, incluindo whisky 12 anos, gin, vodka importados, espumante e uma carta variada de drinks. No palco, Bloco Eduardo & Mônica, Alma Rock e DJ Flávio Fatboy embalam a virada. Os últimos ingressos individuais estão à venda na Bilheteria Digital, a partir de R$ 360, enquanto a temporada segue até abril com uma programação dedicada ao rock, sempre às sextas, sábados e vésperas de feriado. Para saber mais, entre no perfil oficial do Temporâneo Brasília. 5 – Duas opções em um mesmo lugar O Réveillon Oscarito 2026 oferece duas experiências distintas para públicos diferentes, mas conectadas em uma única celebração. A área Oscarito Baladas concentra a energia da festa principal, com shows, DJs, open bar premium e pista animada até o amanhecer, sendo a opção ideal para quem quer dançar e celebrar sem pausa. Já o Cerratto Premium, restaurante do complexo, propõe uma virada mais sofisticada, com open food completo, ceia especial, petiscos, café da manhã no dia 1º e open bar com bebidas importadas. Os ingressos estão te esperando lá no Sympla e partem de R$ 350 (balada) e R$ 500 (experiência gastronômica), e incluem acesso total às áreas do evento, estacionamento e estrutura diferenciada. 6 – Diversidade musical democrática No Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte (SAAN), o Complexo Fora do Eixo prepara mais uma grande celebração com a festa “Uma Virada Fora do Eixo”. A proposta é reunir música, estrutura e um público diverso em uma noite que simboliza tanto o encerramento de um ciclo quanto o início de outro. A programação conta com Tonzão (foto), Kaio Vinnicius, Pepe e Kacá, nomes que transitam por diferentes estilos musicais. Os ingressos estão sendo vendido no Sympla e começam a partir de R$ 50, tornando o evento uma das opções mais acessíveis da cidade. Segundo os organizadores, a ideia é proporcionar uma experiência completa, que traduza o momento de consolidação do espaço como um dos principais polos de entretenimento do DF.

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Musical de Rita Lee tem sessão extra em Bsb

Autobiografia musical vista por mais de 160 mil pessoas sobre a histórica genialidade da roqueira ganha mais uma sessão na cidade.   Estrelado por Mel Lisboa e dirigido por Márcio Macena e Débora Dubois, o musical “Rita Lee – Uma Autobiografia Musical” chega a Brasília em 8 de fevereiro de 2026, no Centro de Convenções Ulysses, após lotar temporadas em São Paulo e conquistar mais de 160 mil espectadores em pouco mais de um ano em cartaz. E como as vendas para a sessão de 20h também esgotaram rapidamente na capital federal, o espetáculo terá sessão-extra no mesmo dia, às 16h30 por aqui. Então corra para garantir o seu ingresso (a partir de R$ 70 a meia-entrada) na Bilheteria Digital dessa superprodução que fará uma turnê por 11 cidades em 2026, recriando com humor, afeto e irreverência a trajetória da maior roqueira do país. Com roteiro e pesquisa de Guilherme Samora e direção musical de Marco França e Márcio Guimarães, o espetáculo reúne um elenco que revisita personagens marcantes da música brasileira e da vida artística de Rita Lee. No palco, Bruno Fraga (Roberto de Carvalho), Fabiano Augusto (Ney Matogrosso), Tatiana Thomé (Censora Solange), Debora Reis (Hebe Camargo), Flávia Strongolli (Elis Regina), Yael Pecarovich (Gal Costa), Antonio Vanfill (Arnaldo Baptista e Charles Jones), Gustavo Rezende (Raul Seixas) e Roquildes Junior (Gilberto Gil) ajudam a reconstruir diferentes fases da artista, além dos atores Lui Vizotto e Priscila Esteves. Mais do que uma encenação biográfica, o musical é uma celebração da força e da originalidade de Rita Lee — uma artista que atravessou gerações, desafiou padrões e transformou a cultura brasileira. Em cena, Mel Lisboa entrega uma performance vibrante, que transforma o teatro em uma grande celebração coletiva. Não é raro que o público cante, bata palmas e até dance durante o “bis” do espetáculo. O resultado é um show teatral que mergulha na genialidade de Rita — cantora, compositora, multi-instrumentista, apresentadora, atriz, escritora e ativista — revelando suas muitas facetas e prestando homenagem a uma das maiores artistas do país. O espetáculo Tudo começou quando Mel Lisboa pisou pela primeira vez em cena como Rita Lee, em 2014, no musical Rita Lee Mora ao Lado. Ela não poderia prever algumas coisas: primeiro, que seriam meses de casa cheia em um dos maiores teatros de São Paulo. Segundo, que a própria Rita Lee apareceria sem avisar, abençoaria sua performance e ainda voltaria para assistir ao espetáculo. Trabalho, aliás, que rendeu a Mel prêmios como melhor atriz e a colocou de vez entre os maiores nomes do teatro nacional, com uma frutífera e diversificada carreira. Desta vez, Mel conta a história de Rita com base no livro da cantora, lançado em 2016 e um dos maiores sucessos editoriais do Brasil. O livro narra os altos e baixos da carreira de Rita com uma honestidade escancarada, a ponto de ter sido apontado como “ensinamento à classe artística” pelo jornal O Estado de São Paulo. A ideia do novo musical surgiu quando Mel gravou a versão em audiolivro, como Rita, em 2022.  O texto de Rita, numa narrativa envolvente e perfeita para um musical biográfico, conta do primeiro disco voador avistado por ela ao último porre. Sem se poupar, ela fala da infância e dos primeiros passos na vida artística; de Mutantes e de Tutti-Frutti; de sua prisão em 1976, na ditadura; do encontro de almas com Roberto de Carvalho; das músicas e dos discos clássicos; do ativismo pelos direitos dos animais; dos tropeços e das glórias. “A vida de Rita precisa ser contada e recontada. Sua existência transformou toda uma geração. E continua a conquistar fãs cada vez mais jovens. Rita não é ‘somente’ a roqueira maior. Ela compôs, cantou e popularizou o sexo do ponto de vista feminino em uma época em que isso era inimaginável. Ousou dizer o que queria e se tornou a artista mais censurada pela ditadura militar. Na época, foi presa grávida. Deu a volta por cima e conquistou uma legião de ‘ovelhas negras’. Se tornou a mulher que mais vendeu discos no país e a grande poetisa da MPB”, declara a Mel Lisboa. Como diz Rita no livro, seu grande gol é ter feito um monte de gente feliz. E Mel, no palco como Rita, leva a sério essa missão: todas as vezes em que interpreta Rita, as pessoas se comportam como se estivessem num show. Cantando junto, batendo palma e, não raras as vezes, correndo para dançar na frente do palco no “bis” do espetáculo.   Ovelha Negra! Rita Lee – Uma Autobiografia Musical / Centro de Convenções Ulysses / 8 de fevereiro de 2026 (domingo) – 20h / Ingressos a partir de R$ 70 (meia-entrada) na Bilheteria Digital Fotos: Divulgação + Priscila Prade

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Pérola em forma de livro by Pedro Lacerda

Na Galeria Risofloras, no coração da Ceilândia, acontece o ato final do lançamento do foto-livro-obra do fotógrafo que traduziu seus cliques em tese de pós-graduação e livro conceito.   “Babado forte” é uma locução interjetiva que expressa um tipo de surpresa ou ainda uma coisa extraordinária que você viu, viveu ou soube e, geralmente, quer muito contar para alguém. E nada descreve melhor como foi a Festa Pérola, que aconteceu na última sexta-feira (19), na Galeria Risofloras, na Ceilândia. O evento fez parte da programação de lançamento do foto-livro-obra homônimo de Pedro Lacerda. Com a discotecagem do próprio autor e dos DJs Gabi Buzzi, Conceitinho e Gu da Cei, esse foi o terceiro e último evento de lançamento do livro, que investiga os processos de produção artística tendo a fotografia como campo de pesquisa. A turnê de lançamento teve início na n’A Pilastra Escola Galeria (Guará II) e seguiu para o Pé Vermelho – Espaço Contemporâneo (Planaltina). Durante a festa, a distribuição da publicação foi gratuita e superlimitada aos presentes.  A Galeria Risofloras fica no Setor M EQNM 18/20 – Ceilândia. O projeto “Pérola” é realizado com patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). Pérola parte da atuação do autor como fotógrafo da cena noturna LGBTQIA+ de Brasília para refletir sobre procedimentos e metodologias de criação artística. Em diálogo com teóricos, artistas e relatos pessoais, o texto constrói uma trama de experiências que culminam em obras desenvolvidas em fotografia, vídeo e instalação. A publicação deriva da dissertação “pérola – poéticas em processos fotográficos”, desenvolvida por Lacerda no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade de Brasília (UnB), na linha de pesquisa Poéticas Transversais (2017–2019), sob orientação do Prof. Dr. Vicente Martinez Barrios, com bolsa CAPES. Sobre a Festa Pérola Pérola é uma festa retrofuturista de música pop, produzida por Daniel Spot, Gabriella Buzzi e Pedro Lacerda. O retrofuturismo é uma tendência que materializa influências de representações do futuro produzidas antes de 1990, caracterizando-se pela mistura de estilos retrô com tecnologia futurística. Pode ser compreendido tanto como “o futuro visto a partir do passado” quanto como “o passado visto a partir do futuro”. A jornada musical tem início com synthpop e eletropop, estilos clássicos ligados ao retrofuturismo, e se estende por summer eletrohits e dance music nostálgica, composta por clássicos das pistas do início ao final dos anos 2000. Criada em 2019, a festa conta com sete edições realizadas em diferentes espaços da cidade, como o Espaço Galleria, Infinu, Mimo Bar e o Mezanino da Torre de TV, entre outros. Dito tudo isso, eu recomendo fortemente que você siga os perfis mencionados aqui, sobretudo o da Gabi Buzzi e do Conceitinho que, na minha humilde opinião de notívago inveterado das décadas de 1980 a 2010, são donos de setlist e presença de palco incríveis. Inclusive, para quem estiver curioso como foi o evento (já que não trago fotos do mesmo por aqui), clique neste link! Arrisco a dizer que vai rolar o mix de sensações tipo “poxa, queria ter ido também”, “típica festa que devia ter explodido de gente” e “vou ficar ligado no @perola.haus” para não perder a próxima edição”.   Sobre o artista Pedro Lacerda (1992) é artista visual, fotógrafo e pesquisador. Doutorando em Artes Visuais – Processos e Procedimentos Artísticos pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da UNESP, é mestre em Arte Contemporânea pela UnB (2019). Possui graduações em Artes Visuais pela UnB (2016) e Comunicação Social pelo UniCEUB (2014). Há mais de dez anos participa de exposições, grupos de pesquisas e cursos livres nas áreas de artes visuais e fotografia, entre eles Fotografia Avançada na escola MADPhoto em Madrid/ES (2015). Entre 2018 e 2019 foi professor convidado no Espaço f/508 de Cultura em Brasília, recebeu menção honrosa pela participação na Bienal das Artes do SESC-DF e realizou sua primeira exposição individual. Em 2021 foi professor do Laboratório de Fotografia no espaço de arte A Pilastra (DF) e entre 2022 e 2024 foi artista representado pela Galeria Index (DF). Desde 2014 trabalha como fotógrafo e produtor na cena noturna de eventos LGBTQIA+ pelo coletivo de fotografia Shake it. Em sua pesquisa prático-teórica explora questões relacionadas à fotografia e ao campo da imagem, desenvolvendo trabalhos que discutem assuntos como identidade, tempo e espaço. Produz em fotografia, vídeo e instalação, articulando ideias em torno de espaço expositivo, suportes e mídias. De Brasília, vive e trabalha em São Paulo. Babado forte! Pérola, poéticas em processos fotográficos – Foto-livro-obra de Pedro Lacerda / Unidades limitadas podem ser comprada com @pdrlcrd Fotos: Divulgação

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“Look out!”… Lá vem a ‘Supergirl’!

Warner Bros. Pictures lança pôster e teaser trailer inéditos de um dos filmes mais aguardados do universo dos heróis, que chega aos cinemas em 25 de junho de 2026. A Warner Bros. Pictures acaba de divulgar os primeiros conteúdos inéditos de Supergirl, segundo longa da nova fase da DC Studios. Dirigido por Craig Gillespie (Cruella; A Garota Ideal) e estrelado por Milly Alcock (A Casa do Dragão), que assume o papel da icônica heroína, o filme traz no elenco também Jason Momoa, interpretando o mercenário anti-herói, Lobo. No teaser trailer, o público terá um primeiro vislumbre do complexo mundo da super-heroína.Fugindo dos padrões tradicionais, Kara (Alcock) encara o mundo de forma direta e sem rodeios, sempre em busca da verdade enquanto encontra seu lugar no mundo. Ao lado de Krypto, seu companheiro bem bagunceiro, a jovem encara aventuras e festas interplanetárias, prometendo muita emoção e humor. Já o pôster revela pela primeira vez Alcock completamente caracterizada como Supergirl, antecipando para os fãs o estilo ousado e dinâmico que o filme traz. Na CCXP25, evento geek que ocorreu em São Paulo na última semana, os fãs já puderam ter acesso a uma pequena parcela do universo de Supergirl por meio de ativações exclusivas. A Warner Bros. Pictures trouxe a revelação exclusiva do figurino oficial da heroína no seu estande que, por sua vez, apresentou pela primeira vez a estética do filme, inspirado na HQ “Supergirl: Mulher do Amanhã”, de Tom King e Bilquis Evely (Panini). Supergirl estreia no Brasil em 25 de junho, também em versões acessíveis e em IMAX. Sobre o filme Supergirl, o novo longa-metragem da DC Studios a chegar às telonas com distribuição da Warner Bros. Pictures, vai estar em exibição nos cinemas do mundo todo nas férias de junho e julho de 2026, estrelado por Milly Alcock no duplo papel de Supergirl e Kara Zor-El. Craig Gillespie dirige o filme a partir do roteiro de Ana Nogueira. Quando um adversário tão inesperado quanto implacável parece muito próximo de ganhar a batalha, Kara Zor-El, também conhecida como Supergirl, não sem muita relutância, faz uma parceria improvável em uma épica jornada interestelar de vingança e justiça. Coestrelam Supergirl, ao lado de Milly Alcock, Matthias Schoenaerts, Eve Ridley, David Krumholtz, Emily Beecham e Jason Momoa. Os líderes do DC Studios, Peter Safran e James Gunn, assinam a produção de Supergirl, baseado em personagens da DC criados por Jerry Siegel e Joe Shuster. O filme tem produção executiva de Nigel Gostelow, Chantal Nong Vo e Lars P. Winther. A equipe de produção criativa do cineasta Craig Gillespie atrás das câmeras inclui o diretor de fotografia Rob Hardy; o designer de produção Neil Lamont; a editora Tatiana S. Riegel; a figurinista Anna B. Sheppard; o supervisor de efeitos visuais Geoffrey Baumann; e a trilha sonora foi composta por Ramin Djawadi. DC Studios apresenta uma produção da Troll Court Entertainment, The Safran Company, um filme de Craig Gillespie, Supergirl estreia nas salas de cinema e IMAX® em todo o mundo a partir de 25 de junho de 2026, com distribuição da Warner Bros. Pictures. Acesse já o perfil da Warner Bros. Picture para não perder nenhum detalhe desse e de outros lançamentos que estão por vir! Fotos: Divulgação

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Hoje é dia de Feira No Setor

Programação intensa marca edição especial do evento que tem como destaque a criação cultural feminina no Distrito Federal. Com uma edição guiada pelo tema “Universalidade Artística Feminina”, a Feira No Setor acontece nesta sexta-feira (19), na Quadra 1 do Setor Comercial Sul (SCS). O evento destaca mulheres que atuam na música, na cultura popular e nas práticas artísticas do quadradinho e tem sua abertura marcada para as 10h. Em seguida, a programação segue com discotecagem da DJ J4k3 e, ao longo do dia, apresentações de DJ Fraktal, Fulô do Cerrado, Coco de Quebrada, Sambadeiras de Roda e Kika Ribeiro, que encerrará a programação. De acordo com a organização da Feira No Setor, a escolha do tema dialoga com debates que ganham maior centralidade no país, especialmente no fortalecimento de políticas e ações de enfrentamento à violência contra a mulher. Valorizar produções culturais lideradas por mulheres, ampliar sua circulação e reconhecer seus espaços de atuação são movimentos que contribuem para tornar esse debate público mais amplo e presente no cotidiano das cidades. Para Tamara Gonçalves, Diretora de Projetos do Instituto No Setor, esta edição reafirma o papel da feira como um agente de mobilização no território: “A Feira No Setor sempre entendeu a cidade como um espaço vivo, que precisa ser ocupado para fazer sentido. Voltar com uma edição dedicada à criação feminina é reconhecer quem transforma esse cotidiano e mantém a cultura em movimento. Nosso objetivo é destacar que as mulheres ocupam um lugar central na cultura do DF e atuam diretamente na construção desse cenário.” Criada em 2018, a Feira No Setor surgiu no Setor Comercial Sul (SCS) com o objetivo de ativar o centro de Brasília por meio de iniciativas culturais e circulação de pessoas. Em 2021, passou a realizar suas edições na Galeria dos Estados, ampliando sua visibilidade e frequência. Agora, retorna ao SCS, na Quadra 1, reafirmando o território como espaço de encontro, cultura e uso coletivo do espaço urbano. Desde então, tornou-se referência na ocupação qualificada do centro da cidade e no fortalecimento do comércio ligado à cultura no DF. Se liga na programação completa para não perder nada: 10h – Abertura e fala institucional (MEMP) – DJ J4k3 12h – DJ Fraktal 14h – Fulô do Cerrado (foto acima) 15h30 – DJ Fraktal 17h30 – Coco de Quebrada 19h – Sambadeiras de Roda 20h30 – Kika Ribeiro 22h – Encerramento Festejando o “girl power” local! Feira No Setor – Edição “Universalidade Artística Feminina” / Em frente ao Bar Espelunca – SCS, Qd 1, Brasília, DF / 19 de dezembro, das 10h às 22h / Grátis – é só chegar / Siga @feiranosetor   Fotos: Divulgação

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Sabores e Saberes: Comida de Terreiro

Fundação Palmares Lança o I Prêmio para celebrar a gastronomia de terreiro com participação de 45 terreiros e comunidades de matriz africana de todo o Brasil. A Fundação Cultural Palmares, vinculada ao Ministério da Cultura, em parceria com o Ministério da Igualdade Racial, realiza no dia 17 de dezembro, na Casa Niemeyer, no ParkWay, em Brasília, o I Prêmio “Sabores e Saberes: Comida de Terreiro”. Um evento inédito que tem como objetivo dar visibilidade e fortalecer a gastronomia de terreiro, promovendo o reconhecimento das práticas culinárias afro-brasileiras e suas profundas raízes culturais e espirituais. O evento celebra a riqueza da culinária afro-brasileira, com a participação de 45 terreiros de comunidades tradicionais de matriz africana oriundas de todas as regiões do Brasil. As entidades foram selecionadas por meio de um edital público executado pela Fundação Palmares, em parceria com o Ministério da Igualdade Racial (MIR) e além do prêmio de 13 mil reais para cada uma, as comunidades, também, receberam kits de cozinha industrial contendo nove itens, tais como: freezer, fogão, bancada de inox, processador, exaustor, e forno micro-ondas, entre outros. Equipamentos que facilitarão o trabalho das lideranças religiosas das comunidades na confecção dos alimentos. “Esses kits são uma ferramenta valiosa para a continuidade do trabalho dessas comunidades, permitindo que a culinária de terreiro seja praticada de maneira mais eficiente e moderna, sem perder suas raízes culturais”, afirma Cida Santos, coordenadora de projetos da Fundação Palmares. Além do reconhecimento, o prêmio promove, ainda, a geração de empregos e renda, fortalecendo a economia criativa e valorizando a gastronomia afro-brasileira. “O prêmio não é apenas uma celebração culinária, mas também uma maneira de documentar e divulgar as histórias e receitas dessas comunidades, dando visibilidade nacional e internacional a essa rica tradição”, complementa Cida. A gastronomia de terreiro, mais do que uma prática culinária, é um elemento cultural e de resistência religiosa. “Cada prato tem um significado profundo e uma conexão com os orixás, sendo considerada uma refeição tanto para o corpo quanto para a alma”, explica João Jorge Rodrigues, Presidente da Fundação Cultural Palmares, que faz questão de destacar que o prêmio reflete o compromisso da Fundação com a preservação e a valorização do patrimônio cultural afro-brasileiro. Para Fernanda Thomaz, diretora do Departamento de Proteção ao Patrimônio Afro-brasileiro da Fundação Cultural Palmares, esse prêmio reflete a importância que a Fundação tem com as políticas públicas voltadas para as comunidades de terreiro. “Ele reforça o quanto a Fundação está olhando para projetos futuros, abrindo um diálogo com as comunidades de terreiro e matriz africana, e colocando essa gastronomia no patamar que ela merece. Uma culinária, que representa uma herança e a resistência da cultura afro-brasileira”, explica Fernanda. A gastronomia de terreiro como patrimônio cultural O I Prêmio “Sabores e Saberes: Comida de Terreiro” se fundamenta em três eixos principais: a defesa do patrimônio cultural, a economia e a segurança alimentar. A culinária afro-brasileira é um dos maiores legados da cultura afro-brasileira e, com este prêmio, busca-se fortalecer ainda mais esse movimento, colocando-o em evidência. A diretora de Políticas Públicas para os Povos de Matriz Africana e Povos de Terreiro do Ministério da Igualdade Racial (MIR), Luzineide Miranda Borges, destaca a importância do prêmio como um ato de reconhecimento. “Como mulher oriunda desses territórios, vejo esse prêmio como uma forma de reconhecer a riqueza cultural, o trabalho cotidiano e a importância histórica dos povos de terreiro. Esses povos são responsáveis por preservar saberes ancestrais africanos no Brasil e, por meio dessa culinária, mantêm vivas práticas de cultivo, preparo e partilha de alimentos, que atravessam gerações e sustentam modos de vida diversos”, afirma Luzineide. Isabel Cristina Ribeiro Rosa, representante da Associação de Cultura e Tradições de Matriz Africana Ojinjé Ilê Alaketu Ijobá Bayó Àsé Nanã, de Navegantes (Santa Catarina), uma das entidades premiadas, se emociona ao falar desse reconhecimento e o quanto ele é importante. “Gosto de descrever a cozinha como o “coração da casa”, que alimenta toda uma comunidade e esse prêmio é a valorização da tradição ancestral dos povos de terreiro e de uma culinária que alimenta o sagrado e o profano”, diz Mãe Cristina, como é carinhosamente chamada em sua comunidade. O evento do dia 17 é aberto ao público e contará com a presença de convidados especiais, que poderão saborear as delícias preparadas por lideranças de terreiros vindos de todo o país, e também conhecer mais sobre a importância cultural e espiritual desta  gastronomia tão rica de sabores e significados. Sobre a Fundação Cultural Palmares A Fundação Cultural Palmares é uma fundação pública vinculada ao Ministério da Cultura, criada pela Lei nº 7.668, de 22 de agosto de 1988. É a primeira instituição da administração pública federal voltada especificamente à promoção, preservação e difusão da cultura afro-brasileira. Sua atuação abrange a proteção do patrimônio cultural de matriz africana, a certificação de comunidades quilombolas, o fomento a iniciativas culturais negras em todo o Brasil e a manutenção de acervos e centros de referência dedicados à memória e à história da população negra. Entidades Selecionadas Região Norte: Ile Ase Ayedun Casa de Culto Tradicional Yoruba – Manaus (AM) / Associação dos Filhos e Amigos do Ile Iya Omi Ase Ofa Kare (AFAIA) – Belém (PA) / Instituto Cultural Nagô Afro-Brasileiro (ICNAB) – Belém (PA) / Federação Espírita e Umbandista dos Cultos Afro-Brasileiros do Estado do Pará – Belém (PA) Região Nordeste: Ilé Axé Odé Layó – Assu (RN) / Associação dos Umbandistas de Bacabal – Bacabal (MA) / Associação Religiosa Centro Espírita Rainha do Mar – Parnamirim (RN) / Associação de Terreiros da Bahia – Salvador (BA) / Sociedade Beneficente Socioeducativa Recreativa e Religiosa Oba L’Okê – Lauro de Freitas (BA) / Terreiro Caboclo Quebra Barreiras e Cabocla Jurema – Juazeiro do Norte (CE) / Sociedade Ilê Asipa – Salvador (BA) / Associação dos Remanescentes dos Quilombolas da Comunidade de Barra II – Morro do Chapéu (BA) / Associação Cultural e Religiosa Yeyê Ipondá – Lauro de Freitas (BA) / Instituto Socioambiental Jucaral – São Luís (MA) Região Centro-Oeste: Centro Sócio Cultural de

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Renata Jambeiro se junta aos bons em show solidário

Com músicos de renome, a noite promete ser um marco de emoção e solidariedade, celebrando a vida e obra de Clara Nunes No próximo dia 22 de dezembro, o Clube do Choro de Brasília será palco de uma noite de celebração e solidariedade. A cantora Renata Jambeiro traz o show “Mestiça – Celebrando Clara Nunes”, no âmbito da 16ª edição do Jambeiro Solidário. Além de Renata Jambeiro, o evento contará com a participação de artistas como Marcelo Café, Paula Vidal, Nilson Lima, Dhi Ribeiro, Batukenjé, Layla Jorge, André 14 Voltas, Rapha Gomes, Pedro Vasconcellos, Daniel Rodrigues, Amanda Costa, Rodrigo D’Bessem e Dedé Batera, entre outros. O Jambeiro Solidário, idealizado por Renata desde 2010, tem como propósito promover o desenvolvimento e a valorização de comunidades vulneráveis por meio da arte e da educação. Desde 2021, o projeto é realizado pelo Instituto Caminhos Abertos e pela Ritmiza Produções, com o apoio de diversas parcerias alinhadas aos seus valores. O evento também arrecadará donativos para entidades carentes do Distrito Federal, com parcerias com a Creche Clara Nunes e o Instituto Clara Nunes, em Caetanópolis-MG. Quer ir? Renata Jambeiro em Mestiça- Celebrando Clara Nunes + Jambeiro Solidária Dia 22 de dezembro, 20h, no Clube do Choro de Brasília (Eixo Monumental, próximo ao Planetário e Centro de Convenções). Ingressos nesse link da Bilheteria Digital Classificação Indicativa: maiores de 16 anos. Imagens: Divulgação

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Agenda cultural: o finde tá babado, vem ver!

Imagine uma programação que te oferece festival de curta-metragens, shows com divas pops e ícone sertanejo, encontros de motoclub, aniversário de cidade vizinha, teatro e muito mais. Imaginou? Boa leitura!    As pessoas podem falar o que quiser de Brasília, menos que a programação cultural da cidade é capenga e sem graça, muitíssimo pelo contrário! E para provar que não estamos faltando com a verdade, a Coluna #PERAMBULANDO fez uma curadoria entre os diversos eventos que estão rolando neste fim de semana por aqui. É isso mesmo, essa é apenas uma seleção que, na verdade, são “dicas de amigo” que, se pudesse, iria a todas elas. O esquema é o de sempre, clique nos links para mais informações e assim decidir em quais eventos você vai perambular. Para quem gosta de cinema, está rolando até o próximo dia 14 de dezembro, a 13ª edição do Curta Brasília – Festival Internacional de Curta-Metragem que, neste ano, tem como eixo curatorial a “Amazônia Latina e África”. São mais de 40 horas de programação, com 120 filmes nacionais e internacionais, distribuídos em 11 mostras competitivas, além de atividades formativas e experiências imersivas. Entre os destaques da programação está o filme “Amazônia para Sempre“, exibido em realidade virtual e dirigido por Estêvão Ciavatta Pantoja. Falando de teatro, a peça “A Manhã Seguinte” também está em cartaz até o domingo (14), lá no Teatro Royal Tulip. Com texto do aclamado dramaturgo inglês Peter Quilter, essa é uma comédia repleta de reviravoltas sobre encontros inesperados, famílias nada convencionais e dramas sentimentais. O elenco traz Carol Castro, Bruno Fagundes, Gustavo Mendes e Angela Rebello, e a direção é de Thereza Falcão e Bel Kutner. Os ingressos estão entre R$21 e R$150 e podem ser adquiridos no Sympla. Quem for curtir o show da cantora Liniker, que traz sua turnê Caju, no próximo domingo (14), a Brasília vai certamente encontrar esse colunista por lá! E já te digo logo, quem não foi, não sabe o que está perdendo, pois é simplesmente emocionante. O setlist mescla músicas do mais recente trabalho com outras fases da cantora que acabou de vencer três categorias no Grammy Latino 2025: Melhor Intérprete Urbana em Língua Portuguesa, Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa (com CAJU) e Melhor Canção em Língua Portuguesa (com Veludo Marrom). Os ingressos estão saindo a partir de R$ 141,75 (meia-entrada, mais taxas) no site Bilheteria Digital. Bora? Já o pessoal que gosta de um bom fervo poderá se jogar nesse sábado no aguardado Club Vittar, projeto eletrônico da Drag Queen Pabllo Vittar, que assume o comando das pick-ups e celebra a cultura clubber em sua essência, apresentando ao público uma nova faceta como DJ. A festa acontece no Birosca. Além da cantora, a noite terá a participação de vários de DJ de peso divididos em duas pistas. Entre eles estão CADELACÉU, Thales Sabino, Fernando Cunha, Carrie Myers, Victor Eloi, PErigor b2b Drew, Tonny Rocks, Asumihara & Mschn, Amethysta, Weirdo, Aeva e Slow. O toque especial da festa em Brasília é que ela ocupará o histórico Edifício Darcy Ribeiro e a praça localizada atrás do local, fechado há anos para obras. A iniciativa é da Birosca, que está revitalizando o local e passará a promover eventos frequentemente no espaço, possibilitando outras formas de negócios no Conic. O 4º lote dos ingressos está a R$ 240 (inteira + taxa) no Shotgun. Mas nem só de diva pop vive a programação de shows na cidade, os amantes da viola caipira poderão curtir os grandes clássicos e repertório afetivo que marcam o show de Almir Sater na capital federal. Marcado para o sábado (13), no Centro de Convenções Ulysses, o espetáculo vem recheado de memórias, melodias e a sonoridade marcante de sua obra. No set estão confirmadas as músicas Tocando em Frente, Chalana e Trem do Pantanal. Entre histórias, diálogos descontraídos e canções que atravessam gerações, o músico cria uma atmosfera que remete às rodas de prosa do interior — íntima, acolhedora e cheia de verdade. Ingressos a R$ 120 (meia-entrada, mais taxa), disponíveis na Bilheteria Digital. Começou nesta sexta-feira (12) e vai até o próximo dia 21 de dezembro, a Estação Natal, que leva programação de férias para a área externa da CAIXA Cultural Brasília. O evento oferece espetáculos de circo e teatro, percussão, oficinas circenses e circuito de atividades radicais e, o mais legal desse projeto realizado pela Udigrudi Produções, é que o acesso é totalmente grátis! Entre os destaques está o Grupo Patubatê (foto de capa), referência nacional e internacional na criação de instrumentos percussivos feitos com materiais recicláveis que se misturam a sonoridades eletrônicas únicas, atravessando ritmos como Maracatu, Samba, Funk, Baião, Ijexá, Carimbó e Ciranda, inspirada em referências como Stomp, Blue Man Group e Hermeto Pascoal. Nem só de cultura vive o lazer da capital federal. Isso mesmo, por aqui, passear nas feiras e mercados alternativos é um baita programa, ainda mais quando estamos falando do BSB MIX, que preparou com o maior carinho a sua edição especial de Natal. Detalhe, neste fim de semana (12 a 14), ela acontece no Gilberto Salomão (Lago Sul), e no seguinte (18 a 22) na Quadra 105 do Sudoeste, no estacionamento ao lado do Abençoado Bar, com sugestões para presentes que valorizam a força criativa da produção local. Veja horários e outros detalhes clicando aqui. E o Eixo Cultural Ibero-Americano se transforma até domingo (14) no ponto de encontro dos apaixonados pela cultura sobre rodas. A quarta edição do Brasília Moto Festival (BMF) promete movimentar a região ao reunir motociclistas, motoclubes, triciclistas, jipeiros e colecionadores de carros antigos em uma celebração que vai muito além das motos. Para completar, uma praça de alimentação de primeira e uma programação musical que reúne 16 bandas do Distrito Federal. “É um evento um pouco diferente de outros que têm acontecido, porque ele é um evento raiz. Ele remonta às origens do movimento motociclístico, não só da nossa cidade, mas do movimento motociclístico como um todo”, explica a organizadora Tânia Serzanink. Para participar, basta doar 1 kg de alimento não perecível.

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Arte sob as estrelas com Paulinho da Viola

Brasília Museu Aberto encerra 2025 com noite histórica ao som de Paulinho da Viola e a cúpula do Museu da República transformada em arte viva. Brasília viveu na última terça-feira 909), uma daquelas noites que imediatamente entram para a memória afetiva da cidade. Cerca de 2.500 pessoas se reuniram no Museu da República para assistir ao show “Quando o Samba Chama”, de Paulinho da Viola, atração principal da segunda edição do Brasília Museu Aberto – Edição Brasilidades. E, como já é a marca registrada do projeto, a música encontrou a arte de forma grandiosa: a cúpula do museu virou tela, palco e poema visual, iluminada por projeções mapeadas que celebraram o modernismo, a fotografia, a poesia e a produção contemporânea da capital.   A apresentação de Paulinho — serena, elegante e cheia de afeto — trouxe clássicos que atravessam gerações, como Foi um Rio que Passou em Minha Vida, Argumento, Onde a Dor Não Tem Razão e Pecado Capital. Foi o tipo de encontro raro, em que voz, história e repertório parecem conversar diretamente com o coração da cidade. O público acompanhou em silêncio, sorriso e canto, lembrando por que Paulinho é uma das figuras mais reverenciadas da música brasileira. Antes e depois do show, o DJ Edy embalou o clima da Esplanada com sets dançantes, enquanto as projeções transformavam Brasília em galeria a céu aberto. Entre os homenageados estavam nomes essenciais para o imaginário visual do país, como Orlando Brito, Wladimir Carvalho e a Coleção Brasília, além de artistas que hoje dão nova fisionomia à cena cultural brasiliense — Antonio Obá, Nicolas Behr, Zuleika de Souza, Clarice Gonçalves, Stuckert, Delei, entre outros. Uma costura que uniu tradição, experimentação e o orgulho de ver o patrimônio público pulsando vida. Idealizado por Danielle Athayde, o Brasília Museu Aberto tem como essência reinventar o uso dos espaços monumentais de Brasília, aproximando arte e comunidade de forma acessível e democrática. Desde 2020, o projeto vem ocupando prédios simbólicos da capital com projeções mapeadas, obras de grandes nomes como Siron Franco, Tarsila do Amaral e Burle Marx, além de artistas contemporâneos do DF. Nesta edição, novamente com apoio do Ministério da Cultura e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, o projeto reafirmou que cultura viva se faz assim: na rua, em diálogo com a cidade e sua gente. O fato é que, a noite com Paulinho cantando sob o céu da Esplanada e a cúpula convertida em arte viva encerrou 2025 com a poesia que Brasília merece — e com a certeza de que o Museu Aberto já ocupa um lugar definitivo no calendário afetivo e cultural do Distrito Federal. Confira quem passou por lá:   Fotos: Divulgação

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