No MAB: Salvador Aversa – Obras de um colecionador

Em justa homenagem, neto remonta história do avô através de coleção recheada de ícones da arte brasileira A família Aversa é ligada pela paixão às artes plásticas. Paulino é pai, artista prolífico de Brasília que você já deve ter ouvido falar. Afinal, foi ele quem pintou aquelas Kombis que a gente vê “jogadas” no gramado atrás da UnB, quando passamos pelo setor de clubes norte.  Salvador foi o avô, colecionador inveterado, que adquiriu obras de grandes nomes como Rubem Valentim, Ismael Nery, Carlos Scliar, Di Cavalcanti, Inimá de Paula, Alberto Guignard, Tarsila do Amaral, entre outros. Antônio é o neto, jovem marchand e galerista, que trilha seu próprio caminho, demonstrando sinais de que honrará muito bem o sobrenome. Prova disso é a curadoria que acaba de fazer para a exposição “Salvador Aversa – Obras de um Colecionador”, que inaugura nessa quinta-feira (27), no Museu de Arte de Brasília – MAB, que reúne cerca de 60 obras que fazem ou já fizeram parte do acervo da família. Em forma de homenagem, a mostra revela que as escolhas do avô “passavam mais por um critério emocional do que pela valorização das obras. Ele comprava o que tocava seu coração”, afirmar o neto. “Acredito que o gosto dele pela pintura começou com os artistas mineiros que tão bem retratavam as paisagens de Minas Gerais, quando ele ainda era estudante”, completa. Em tempo, a exibição nos convida a percorrer o caminho das artes plásticas brasileira do século XX, sob o olhar de alguém que conviveu com artistas como Athos Bulcão e Burle Marx, dos quais se tornou amigo durante a construção da nova capital. O paulista Salvador, engenheiro civil formado em Minas Gerais, veio parar no Planalto Central respondendo um chamado do próprio Juscelino Kubistchek, em 1958. Aqui, Aversa foi presidente da Novacap em 1970, e foi quando conheceu Oscar Seraphico, grande galerista da época, que seu interesse pelo mundo das artes aumentou, passando a adquirir pinturas e peças incríveis e que agora ganham as paredes do MAB, nessa exposição que tem visitação gratuita, em cartaz durante os próximos 30 dias. Não perca! Serviço: “Salvador Aversa- Obras de um Colecionador” Onde: MAB- Museu de Arte de Brasília Quando: De 27 de julho a 27 de agosto, quarta a segunda-feira, das 10h às 19h Quanto: Entrada franca Classificação: livre Crédito fotográfico: Edgard César/Divulgação

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Walter Firmo palestra na galeria Olho de Águia

3ª edição do projeto Imagem Sem Fronteiras tem programação com grandes fotógrafos do Brasil e exterior   Atenção amantes da fotografia, nesta quinta-feira (27) acontece a primeira palestra do “Imagens Sem Fronteiras”, que contará com a presença de um dos maiores fotojornalistas brasileiros, Walter Firmo que estará dividindo histórias e um pouco da sua experiência, que já soma mais de seis décadas de carreira, recheada por retratos poderosos e suas imagens emblemáticas sobre a cultura afro-brasileira. Idealizado por Ivaldo Cavalcante, fundador do espaço Galeria Olho de Águia em Taguatinga, o projeto tem como principal objetivo contribuir para a disseminação da cultura fotográfica e incentivar a formação de profissionais e estudantes de Fotografia, Cinema e Jornalismo. As palestras serão realizadas, mensalmente, entre agosto e novembro, com entrada franca. Uma exposição, com 10 fotos de cada convidado, será montada na galeria e ficará aberta à visitação durante 30 dias. “Queremos dar uma oportunidade única para quem deseja conhecer o trabalho desses craques da fotografia em um bate-papo presencial e aberto ao público. E melhor ainda é poder levar esse projeto para além do Plano Piloto”, explica Ivaldo. E fiquem ligados na programação do local, além de Firmo, já estão confirmadas as presenças do brasileiro André Liohn, dos norte-americanos James Naschthey e Lynsey Adario e do sérvio Goran Tomasevic. Em comum esses quatro fotógrafos têm seus trabalhos reconhecidos por atuarem em zonas de guerra. Serviço: Palestra Walter Firmo no projeto “Imagem Sem Fronteiras” Onde: Espaço Cultural Galeria Olho de Águia, CNF 01, Edifício Praiamar, loja 12, Praça da CNF, Taguatinga Norte Quando: Dia 27 de julho, às 19 horas Quanto: Entrada franca Mais informações: @imagemsemfronteiras Crédito fotográfico: Walter Firmo/Divulgação

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2 x Porco: Tem festivais suínos rolando na cidade

Amantes da boa mesa tem opções distintas extremamente saborosas onde o porquinho é a estrela da vez Quem aí gosta de carne de porco levanta a mão! Pode parecer brincadeira, mas não é… Tem gente que não aprecia. Em alguns casos porque acha que ela pode trazer algum risco para a saúde, seja por gordura, pelo cultivo ou simplesmente porque é menos valorizada do que outras proteínas mais glamorosas. Na América do Norte, por exemplo, ela é facilmente encontrada em todos os supermercados, no Canadá é bastante consumida por todos. Este colunista é da turma que ama, tanto, que já até viajei para São Paulo só para conhecer a Casa do Porco, restaurante ganhador de inúmeros prêmios gastronômicos, um dos poucos do país a fazer parte da Bib Gourmand, prestigiosa listagem do Guia Michelin que reúne endereços mundo afora que oferecem excelência em serviços até US$50 a refeição. Dito isso, e indo direto ao ponto, fiquem sabendo que o Xamam Restaurante e Charcutaria deu início a um festival muito simpático (e imperdível) batizado de Fest Porc, onde você pode comer à vontade petiscos feitos de diferentes partes do porco. Entre eles estão a Pimenta Recheada (de linguiça e queijo), o Torresmo de Rolo, a Bruschetta Blumenau (de linguiça), a Coxinha de Joelho e a Mini Kafta, detalhe, uma das melhores que já comi na vida de tão macia, suculenta, com tempero no ponto. Acreditem! Vale destacar que o serviço tem dois preços distintos: com 14 opções de petiscos por R$89,90; e a versão reduzida com sete petiscos a R$ 59,90. No quesito bebidas, o cardápio é bem variado, mas tanto o chope, quanto as caipirinhas da estação ganham 50% de desconto para quem participa do Festival. E o mais legal é que o Fest Porc acontece de terça-feira à sábado, das 19h às 22h30, por tempo indeterminado. Quer saber mais? Segue lá no Instagram @xamam_carnedeporco. A segunda dica que trago para vocês é que começou na última terça-feira (18) e termina domingo (23) o Festival I Love Bacon do Porks, ou seja, um rolê gastronômico possível de ser apreciado onde quer que a rede esteja presente. Eu conheci a iniciativa na loja da 103 Sul (@porks_asasul), que reuniu jornalistas e influencers para uma noite de degustação. Lá pudemos provar os pratos que fazem parte da ação que reúne novidades e clássicos do cardápio da casa. Então, recomendo fortemente o Enroladinho de Mandioca com Bacon (R$ 25), assim como o Bei com Melado (R$18), ambos são produtos inéditos, criativos e muito saborosos. Mas é como eu disse no vídeo que postei nas minhas redes sociais há pouco (vai lá ver @gilbertoevangelista): como é que pode ficar ruim algo que tem mandioca e bacon fritos? E a pitado do doce então… Maravilha! Além de alguns chopes artesanais (Cruls e Cavalo Louco, hmmm… deliciosos), também experimentei um dos carros-chefes de lá a Batata Tropeira (R$25), que é uma batata rústica frita, com pernil desfiado e molho de barbecue por cima. Dos deuses… real! Para finalizar, um Milk-Shake de Bacon (R$ 28) a terceira e última novidade exclusiva do festival. Já uma amiga comeu o Porks Bacon Burguer (R$20), habitué no menu, e ela disse que estava bárbaro. Musiquinha rolando ao vivo, ambiente agradável, afinal, era voz e violão, pois quando é banda e som muito alto, já não curto. Velho, né gente, 50 anos, tem suas chatices (risos). Mas se eu consegui te convencer de que o I Love Bacon é uma boa pedida, corre, chama alguém para ir PERAMBULANDO lá no Porks até domingo e nos demais dias lá no Xamam.   Fotos: Divulgação

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Oppenheimer, filme para quem não gosta de conversinha no cinema

Mistura de drama com suspense dá o tom da nova obra do aclamado diretor Christopher Nolan que traz a vida do pai da bomba atômica Qual tipo de filme mais mexe com você? Para este colunista, com certeza, aqueles que mostram o lado mais escuro do ser humano. E aqui não estou falando de ficção científica, fantasia ou aventura com super-heróis e personagens de outros mundos. Estou falando do lado negro que cada um tem dentro de si e que, em determinados momentos da nossa história, se revela de modo minimamente vergonhoso, em episódios que questionamos o porquê daquilo tudo. E neste caso, estou me referindo à segunda grande guerra mundial. Taí um tema que me chama a atenção ao mesmo tempo que me emociona, onde o cinema encontra ali, uma fonte inesgotável de histórias para contar. Oppenheimer, que entra nesta quinta-feira (20) em cartaz nos cinemas brasileiros, é daqueles filmes para quem tem estômago forte. E já adianto que nenhuma morte aparece na tela. A firmeza que me refiro é relembrar um momento histórico inevitável, que mudou o mundo para sempre, com consequências catastróficas até hoje: a fabricação (e o lançamento) da bomba nuclear. Entregue a Chirstopher Nolan, criativo diretor que mistura elementos da arte cinematográfica ao formato blockbuster como ninguém, o filme traça o percurso de vida de J. Robert Oppenheimer, renomado físico que dirigiu o Projeto Manhattan e, por isso, considerado o pai do mortífero artefato. Reunindo alguns dos principais cientistas mundiais em um “acampamento” em Los Alamos (Novo México/EUA), a iniciativa envolveu algo em torno de 13 mil trabalhadores, a um custo de dois bilhões de dólares naquela época (1939 a 1945) deixando como questão (ética, vamos assim dizer), se de fato teria sido necessário lançar Little Boy e Fat Man sobre Hiroshima e Nagasaki, nos dias 6 e 9 de agosto de 1945, matando um número próximo a 300 mil japoneses (vítimas do impacto e da radiação provocada nas duas cidades). Memória histórica resgatada, Oppenheimer é de fato um filme fantástico e, por mais perturbador que seja, na minha humilde opinião, deve ser visto sim pelo grande público. Mas, atenção, somente a galera que não fica de conversinha na sala de cinema (hábito que deveria ser repensado por quem o mantém), uma vez que a película é repleta de referências de todos os tipos; e porque a direção quase transforma esse drama em um filme de suspense, tamanha é a tensão criada pela sequência dos acontecimentos. Aliado a isso, a grandiosa interpretação do elenco, recheado por grandes estrelas e que tem Cillian Murphy no papel principal. Eu mesmo sou superfã do trabalho que ele faz encarnando o cruel Tommy Shelby em Peaky Blinders da Netflix. Entre outros destaques do grandioso elenco estão Emily Blunt como Katherine, como a esposa de Oppie; Matt Damon, na pele do General Leslie Groves Jr.; e Robert Downey Jr. (foto acima), que interpreta Lewis Strauss, membro da Comissão de Energia Atômica dos Estados Unidos. Ah! O filme é baseado no livro vencedor do Prêmio Pulitzer, “Prometeu Americano: O Triunfo e a Tragédia de J. Robert Oppenheimer”, de Kai Bird e Martin J. Sherwin (1927-2021). Com orçamento na casa dos US$ 100 milhões, Oppenheimer foi filmado em IMAX 65mm e 65mm em grande formato combinados, incluindo, pela primeira vez, seções de cinematografia analógica em preto e branco em IMAX. Um grande problema que a obra deve enfrentar, é que ela divide as luzes da ribalta de sua estreia com Barbie (Warner Bros.). Por isso mesmo, o filme da Universal Pictures vai depender muito do boca a boca para conseguir uma boa performance nas bilheterias, assim como outros filmes de Christopher Nolan (foto acima) já conseguiram. Tenet, Dunkirk, Interstellar, A Origem, e a trilogia O Cavaleiro das Trevas somam mais de US$ 5 bilhões em todo o mundo. Acredito que no quesito Oscar, Oppenheimer possa se dar melhor nessa briga, uma vez que o aclamado diretor já levou para casa 11 estatuetas, além de 36 indicações, incluindo duas de Melhor Filme. Se depender de mim, a indicação já está feita. Até mesmo porque, tem fotografia e trilha sonora fantásticas, mas acima de tudo, faz a gente voltar para casa pensando e muito sobre a vida e nossa participação na história que fica. E você, vai indicar também? Crédito: Universal/Divulgação

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Cor de rosa, mas está muito mais para “roxo soco na cara”!

Não espere sair com os pensamentos livres, leves e soltos, dando saltinhos do cinema, Barbie só parece estar de brincadeira no seu primeiro filme   Eu relutei muito, do ponto de vista pessoal, se iria assistir ao filme da Barbie que estreia nesta quinta-feira (20) em todo o país porque, naturalmente, sou avesso a tudo que chega dando um chute na porta com estardalhaço, fazendo o maior sucesso por onde passa, provocando aquele efeito manada, onde todo mundo não fala de outra coisa, a não ser tal assunto. Só para vocês terem ideia do tanto de birra que tenho disso, até hoje não li nada do Paulo Coelho, o autor brasileiro de maior sucesso de vendas que temos. Aqueles com mais idade lembram muito bem da febre que foi O Alquimista. Enfim, diferenças de contexto à parte, o fato de ser um profissional da comunicação totalmente inserido nesse mundo de marketing (digital), me convenceu de que virar as costas para este fenômeno, seria um pecado. E quer saber… ainda bem que fui conferir a película na cabine de imprensa (pois as sessões de pré e estreia, “Deusolivre”, muito cheias!). Mas, mesmo assim, a sala estava lotada de coleguinhas que, assim como eu , se divertiram para valer com as aventuras da boneca na imaginária Barbielândia versus Mundo Real, em um roteiro redondo, recheado por piadas inteligentes igual aos bons filmes de heróis que misturam aventura, ficção e pitadas de comédia na medida certa. É tanta coisa boa na direção de Greta Gerwig (que assina o roteiro com Noah Baumbach), que me sinto perdido ao tentar fazer uma lista de motivos para “convencer” você leitor a assistir esse que, antes de mais nada, não é um filme para criança. Fato! A garotada poderá se encantar, mas não vai entender metade desse manifesto feminista que esfrega na nossa cara a condição feminina no mundo patriarcal. Porém, está longe de ser panfletário, podem acreditar. Mas vai ter muito marmanjo voltando para casa com uma pulga atrás da orelha, um incômodo real e verdadeiro sobre como eles lidam com as mulheres no cotidiano. Sem querer trazer qualquer detalhe maior para evitar qualquer tipo de spoiler (uma vez que a Internet já está possuída tem um milhão de vídeos, entre eles o trailer oficial de Barbie), foi muito legal ver que os detalhes fazem uma enorme diferença no filme e que vão te cativar já nos primeiros minutos, como os trejeitos de se movimentar como uma boneca, por exemplo. Digo isso também porque a cena inicial, mesmo que metafórica, dá a dimensão exata da revolução que foi o lançamento dessa boneca pela Mattel no ano de 1959. Inclusive, a empresa de brinquedos americana meio que faz um mea-culpa sobre a imagem perfeccionista de que seu produto de maior sucesso possa ter causado em meninas de diversas gerações ao longo de suas vidas, e agora parece querer se reinventar com os inúmeros questionamentos de status quo que traz ao longo de duas horas de projeção. Até piadinhas de “si própria” rolam na tela e você vai rolar de tanto rir. Sim, serei mais um a afirmar que a escolha de Margot Robin para viver a personagem principal foi simplesmente ideal. Sim, ela é linda, sim ela é perfeita e sim, ela é uma das melhores atrizes da atualidade. Eu torci bastante para que ela ganhasse o Oscar quando foi indicada por “Eu, Tonya“, em 2018, mas como sempre, Hollywood e seus mistérios. Anyway… voltando ao elenco, ele é recheado de talentos, entre eles Ryan Gosling (“La La Land – Cantando Estações”) como um dos inúmeros Ken, Will Ferrell (“O Âncora: A Lenda de Ron Burgundy”) Helen Mirren (“A Rainha”), Emma Mackey e Connor Swindells (ambos de “Sex Education”), Michael Cera (“Juno”) e até a cantora Dua Lipa. Eu poderia continuar escrevendo por horas nessa produção da Mattel, Heyday Films, LuckyChap Entertainment distribuída mundialmente pela Warner Bros. Pictures sobre essa sessentona que considero quase como uma “amiga”. Afinal, cinquentão que sou, tive tantas amigas que tiveram a Barbie como boneca preferida que, em alguns momentos da minha infância, eu posso ter sentido vontade de propor aquela proposta: “Troca pelo meu Falcon só um pouquinho, vai?”. Mas finalizando essa coluna, quero dizer ainda que o figurino é mesmo fantástico! E se você for assistir a esse filme, saiba que será diversão na certa, independente do seu forte teor feminista. Mas é um feminismo que seduz, que faz rir, e faz chorar (sim, várias vezes meus olhos encheram de lágrimas, mas sou desses, que até comercial de margarina me provoca lágrimas). O fato é que, como eu disse no título, é um “soco na cara” de realidade travestida de fantasia. E ainda bem que roxo combina com a enorme paleta de tons do cor de rosa. Boa diversão!   Imagens: Warner Bros. Pictures e Mattel / Divulgação

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Que tal uma visita pela “Toda sombra é um pouco de luz”?

Olha aquela dica esperta que todo mundo gosta! Na próxima quinta-feira, dia 20 de julho, exatamente às 18h, o artista visual José Roberto Bassul estará conduzindo uma visita guiada pela mostra “Toda sombra é um pouco de luz”, que está em cartaz na Referência Galeria. O legal é que como a expo vai somente até o próximo sábado (22), essa se torna uma oportunidade para conhecer as obras e seu autor ao mesmo tempo. Produzida entre 2020 e 2023, a exposição tem curadoria de Eder Chiodetto e reúne as séries “Urbe” e “O sol só vem depois”, em que Bassul dá continuidade à sua pesquisa fotográfica sobre a cidade, a presença humana e seus dilemas, como a ocupação dos espaços urbanos, a sociedade do consumo e o abandono e o desencanto. Vale lembrar que, para quem não puder ir à visita guiada de “Toda sombra é um pouco de luz”, o horário de funcionamento da Referência (que fica no Bloco B da 202 Norte) é de segunda a sexta, das 10h às 19h, e sábado, das 10h às 15h. E o melhor, a entrada é gratuita e livre para todos os públicos. Aproveita e anota aí os contatos para mais informações: (61) 98162-3111 e @referenciagaleria.   Foto: Divulgação

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Um brinde à primeira edição do Wine & Farm

Evento promete democratização da bebida em meio ao ambiente lúdico e as delícias da Small Farm Costelaria Gaúcha   Se sair PERAMBULANDO por aí já é bom, imagina se o destino final é uma degustação de vinhos onde estarão disponíveis nada mais, nada menos que 70 rótulos? E, detalhe, esse rolê, que nem Baco teria coragem de colocar defeito, conta com um cenário bucólico de fazenda típica dos Pampas, porém, ninguém vai ter que sair da capital federal para isso. Afinal, a primeira edição do Wine & Farm será na Small Farm Costelaria Gaúcha, ao lado da ponte JK, no próximo sábado (22), a partir das 17h. O evento que promete ser um festival de vinhos para democratizar de uma vez por todas o acesso à bebida tem preço bem bacana de R$ 35 (segundo lote) que dá direito a entrada, uma taça personalizada, além da primeira dose servida de cortesia. Daí em dia, durante 6 horas, o visitante poderá escolher o que beber, entre duas dosagens diferentes: 75 ml e 100 ml e os preços serão divididos em quatro categorias de preços: R$ 7,00; R$ 10,00, R$ 15,00 e R$ 20,00. Curtiu? Compre pelo Sympla. Com curadoria da jornalista especializada em vinhos Adriana Nasser, o Wine & Farm oferece espumantes, vinhos brancos, rosés ou tintos, de diferentes países, vendidos não somente em taça, mas em garrafa também. “A proposta é que a pessoa prove vinhos que ainda não conhece, experimente coisas novas e leve pra casa algumas garrafas dos que mais gostou”, sugere a organizadora. Audace Wines, Pizzato, Grande Adega, DUE vinhos, Legado Confraria, Wine Day, Vinci, Vineria San Paolo, Wine C, entre outros expositores marcaram presença no happening. Dois últimos detalhes para te deixar com mais vontade de ir: por lá ainda terá uma minifeira com queijos brasileiros artesanais, clube de cafés, farofas gourmet, conservas, entre outros itens, bem como acessórios para vinho tipo saca-rolhas e marcadores de taças. Para harmonizar com seu vinho ou espumante, o cardápio da Costelaria Gaúcha tem petiscos deliciosos como burrata, carpaccio, croquetes de costela, tábua de queijos variados, tábua de frios, pastéis de costela, polenta frita, além da tradicional costela. P.s.: Crianças não pagam para entrar e o consumo de água, comidas e brinquedoteca são pagos à parte.    Serviço: Wine & Farm Quando: 22/07/2023, das 17h às 23h Onde: Small Farm Costelaria Gaúcha , Setor de Clubes Sul, trecho 3 lote 6 B – Ao lado da ponte JK Quanto:  2º lote – R$ 35 Adquire: pelo Sympla   Fotos: Instagram Costelaria Gaúcha / Divulgação

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Memória: um convite para conhecer a história de BSB

Programa Educativo abre sua agenda para visitas orientadas gratuitas para alunos do DF no Museu Vivo da Memória Candanga   Olha só que bacana essa ideia que bota a garotada PERAMBULANDO + Aprendendo ao mesmo tempo que desvenda as histórias que o Museu Vivo da Memória Candanga abriga com tanto carinho e dedicação. É que o Programa Educativo Memória Candanga já está com sua agenda para visitas mediadas abertas. Como as férias de meio de ano vão acabar em breve, os gestores de escolas públicas e privadas do Distrito Federal já podem ir se adiantando para garantir uma vaga.   A ação é realizada pelo Núcleo de Arte do Centro-Oeste (NACO) tem como objetivo estimular a sensibilização, a formação de público, a produção, bem como a difusão da história da construção da “nova capital”, resgatando sua memória e de seu contexto cultural, por meio de atividades pedagógicas inclusivas que envolvam a mediação do conjunto arquitetônico e acervo, exposições, oficinas e ações. “Memória Candanga é um projeto lindo. Nenhum museu local tem um espaço com um Programa Educativo como este e com uma equipe tão competente. Valeu a pena o esforço para emplacar a ação no Fundo de Apoio à Cultura do DF”. Celebra Eliane Falcão, gerente do Museu Vivo da Memória Candanga, lugar que preserva e valoriza a história e a cultura dos trabalhadores que construíram Brasília, a capital do Brasil, os famosos “candangos”.   Vale destacar ainda que o museu se localiza nas antigas instalações do Hospital Juscelino Kubitschek de Oliveira, o primeiro hospital do Distrito Federal, que atendia os operários vindos de várias partes do país para cá.   Já o projeto Memória Candanga acontece graças a recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e apoio do Museu Vivo da Memória Candanga – (MVMC), Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (SECEC/DF) e Governo do Distrito Federal (GDF). Já as solicitações de agendamentos, elas podem ser efetuadas clicando neste link. Serviço: Programa Educativo Memória Candanga Onde: Museu Vivo da Memória Candanga, Lote D – Setor Juscelino Kubitschek, Núcleo Bandeirante Quando: de segunda-feira a sábado, das 9h às 17h Agendamentos: clique aqui Mais informações: (61) 98102-6117 / @naco.arte   Fotos: Tatiana Terra / Divulgação

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Coppola, um delicioso motivo para você viajar até Alexânia

Restaurante inaugura o serviço à la carte no Tauá Resorts com moderna gastronomia italiana em ambiente para lá de luxuoso   “Maravilhoso”, “perfeito”, “tem que ir”, “não deixe de experimentar”, “fiz uma superdescoberta” ou ainda “o melhor italiano de tal canto”… Matérias de gastronomia tem expressões meio clichês que no fim deixa o texto com uma cara de publi paga. Não é mesmo? E mesmo não sendo meu caso, mas fosse qualquer um desses chavões que eu utilizasse para começar esta coluna de hoje, eu não estaria faltando com a sinceridade, até mesmo porque não ganhei dinheiro algum para isso. O fato é que vocês, meus Querides Leitores, só irão acreditar de fato nas minhas palavras depois de darem um pulinho ali em Alexânia (GO) para experimentar as delícias do Coppola, o novo restaurante à la carte que fica no Tauá Resorts. E eu já estou vendo o pensamento de vocês: “Não é que ele estava falando a verdade?!”.   A convite do mesmo, eu e mais um monte de coleguinhas da área (jornalistas e influencers), tivemos o prazer de saborear um menu degustação somente com os pratos que o próprio restaurante acredita transmitir sua alma. E, em função da experiência vivida, devo admitir que a casa tem o espírito da mais legítima moderna gastronomia italiana. Estou colocando a foto (que fiz de celular mesmo) do menu para que possam ver com seus próprios olhos como fomos bem tratados, mas ressalto que ninguém precisa ficar com inveja. Afinal, a distância de Brasília até lá são cerca de 7okm (saindo do centro da cidade, dá uma horinha só até lá), viagem que passa muito rapidinho, diante da qualidade da estrada que já grande conhecida dos brasilienses que volta e meia estão em Goiânia. E bora combinar, gourmand de verdade anda o tanto que for necessário para ter uma refeição decente, que encanta, daquelas que deixam na boca a vontade de voltar ali para um novo deleite. Eita que fui poético agora… Ah! Apesar de todas fotos que compõem essa reportagem não corresponderem às minhas principais escolhas (amei o Arancini, o Linguine, o Scaloppine e o Tiramisù do trilogia de sobremesas), fica aí uma mostra de alguns cerca de 20 pratos que são preparados pelo chef Diego Dias de Oliveira e sua equipe. Acho que nem preciso dizer que o ambiente é de extremo bom gosto. Eu até brinquei no vídeo que postei nas minhas redes sociais que é bom demais comer em um lugar onde até o banheiro é bonito. Quem quiser assistir, só clicar aqui, mas para me seguir – pois vou adorar ter novos seguidores, o perfil lá no Insta @gilbertoevangelista. Em tempo, o projeto da casa é do renomado escritório de arquitetura de São Paulo, Maurício Queiroz. Por fim, o Coppola é aberto ao público, ou seja, não precisa estar hospedado no Tauá Resort para ter acesso a esse pedacinho da Itália em pleno Goiás. Mas pensando bem, já foi até Alexânia mesmo, porque não pernoitar ou passar logo o finde? Como dizem: #ficaadica… e neste caso, fica a #dicadogiba. Boa aventura gastronômica!   Serviço Tauá Resort Alexânia BR-060, 561, Alexânia – GO Informações e reservas: 0800 333 1900 / @tauaresorts   Fotos: Agência Fotonoticia Fotojornalismo

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Circo, balé e artes plásticas: confira três dicas culturais imperdíveis

Em meio à cena cultural fervilhante da capital federal, elegemos sugestões para tirar você de casa neste fim de semana   Quero começar este texto fazendo um alerta: isso não é uma agenda cultural, muito pelo contrário, são dicas selecionadas que este colunista aposta como diversão garantida para você sair PERAMBULANDO sozinho, a dois ou em bando mesmo com a família e amigos pelo mundo das artes em cartaz na nossa querida capital, neste fim de semana. E a primeira delas é o espetáculo Mundo Jurássico, que o Circo Internacional da China está trazendo para Brasília, no próximo sábado (08), lá no Centro de Convenções Ulysses, em duas sessões: a primeira às 15h, e a segunda às 18h. Os ingressos estão à venda nas Óticas Diniz e no site Furando a Fila. Já os preços começam a partir de R$ 70 e vão até R$ 1 mil. O espetáculo está encantando a todos por onde vem passando. Com 45 habilidosos acrobatas, dançarinos e contorcionistas em cena, a apresentação está dividida em cinco atos, onde adrenalina e beleza se misturam em movimentos, figurinos, maquiagens e cenário de outro mundo; unindo modernidade e tradição em meio a um enredo mágico. Mais informações pelo whatsapp (61) 98142-1990. Imperdível!   Não sei se vocês estão se lembrando, mas em maio saiu aqui no site uma matéria sobre a apresentação do Ballet de ST. Petersburg, que chega à capital federal encenando O Lago dos Cisnes, um clássico universal. Pois bem, esse dia chegou, é nessa sexta-feira (07), a partir das 21h, no Centro de Convenções Ulysses. Fica o lembrete de que ainda tem ingressos disponíveis no site Bilheteria Digital. Esta é uma oportunidade única para os amantes dessa expressão artística, uma vez que 30 bailarinos de uma das melhores companhias de dança do mundo, com 280 anos de estrada, estarão executando técnicas e movimentos impecáveis, recheados de emoção e elegância. A história é um clássico criado no século XIX, onde os temas eternos do amor e do encantamento, do bem e do mal, são protagonistas. Mais informações pelo (61) 98141-1990 e a classificação Indicativa é para maiores de 12 anos.   E para quem ainda não visitou a exposição gratuita Nhe´ ẽ Se, lá na Caixa Cultural Brasília, corre que ainda dá tempo, pois ela está encerrando sua temporada local gratuita no próximo domingo (9). Reunindo o trabalho de 12 artistas indígenas originários de diferentes territórios brasileiros (Aislan Pankararu; Ajú Paraguassu; Arissana Pataxó; Déba Tacana; Edgar Kanaykõ Xakriaba; Glicéria Tupinambá; Lilly Baniwa; Merremii Karão Jaguaribaras; Paulo Desana; Tamikuã Txihi; Úyra Sodoma; e Xadalu Tupã Jekupé), a mostra propõe um mergulho no universo indígena, a partir da narrativa particular de cada um dos participantes. Por meio de pinturas, fotografias, instalações, vídeos e textos, a exibição, que tem curadoria de duas mulheres indígenas – Sandra Benites e Sallisa Rosa, provoca e convida o olhar do público a diálogos com diferentes etnias, territórios, expressões culturais e inquietações. A visitação é entre 9h e 21h, aberta para o público de todas as idades. Bom passeio a todes que forem PERAMBULAR pelo mundo das artes!   Fotos: Divulgação

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