Atenção, atenção! O Circo do Chaves Chegou!

Esse é aquele tipo de programa que muita gente grande vai usar a garotada para não ficar de fora e, se bobear, até pegar filhos dos outros emprestado como desculpa. Após temporadas de sucesso em São Paulo, Campinas, Curitiba e Ribeirão Preto, o Circo Mágico do Chaves chega a Brasília no dia 10 de outubro, no estacionamento da Arena BRB Nilson Nelson, para uma grande aventura com toda turma da vila mais querida dos brasileiros, em um ambiente lúdico e interativo recheado de atrações. E para quem já quiser ir garantindo seu lugar, os ingressos estão à venda no site Tickets On.  Em uma tenda de Circo moderna, adultos e crianças irão se divertir com várias atrações interativas, espaços instagramáveis, lanchonete temática e a reprodução de diversos ambientes do seriado. Além disso, haverá um espetáculo especial, com os personagens da vila, cheio de números circenses (mágica, malabarismos, acrobacias etc), canto e dança. Ao todo são 25 artistas dividindo a cena, entre cantores, atores e profissionais de circo neste verdadeiro parque de diversões temático que traz diversas atividades interativas, lanchonete temática e a reprodução fiel dos ambientes do seriado. Pensado para a diversão de toda a família, o Circo Mágico do Chaves é um projeto realizado pela empresa Music On Events, uma das maiores e mais importantes produtoras de shows nacionais e internacionais no Brasil. A mega experiência é endossada pelo Grupo Chespirito, que também fará a curadoria artística e de cenários. E antes que esse colunista se esqueça, a iniciativa é apresentada pelo Ministério da Cultura e BB Seguros. Isso, isso, isso…Perambulando no Circo! Circo Mágico do Chaves  / Estacionamento da Arena BRB Nilson Nelson – Via N1 (Oeste) / A partir de 10 de Outubro – quintas e sextas – 20:00hs; sábados – 17:00hs e 20:00hs; domingos – 16hs e 19hs / A partir de R$ 25 meia-entrada (clientes BB Seguros, estudantes, crianças até 12 anos, idosos acima 60, PNE e acompanhantes) / Livre / Compre em Tickests On / Siga: @circodochaves Fotos: Reprodução / Instagram

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Tem história do Choro no CCBB

Musical para toda a família narra a história de uma das formas mais autênticas de música brasileira – o Choro em curta temporada na cidade   Operilda Cai no Choro cumpre temporada de 10 a 13 de outubro no Teatro do CCBB Brasília, para comemorar o Dia das Crianças e o aniversário do CCBB Brasília, que faz 24 anos no mesmo dia 12. As sessões acontecem quinta e sexta, às 19h, sábado, às 15h e às 17h (com tradução em Libras), e domingo, às 15h. A preços populares de R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia), os ingressos já estão disponíveis no site e na bilheteria física do Centro Cultural Banco do Brasil. Ambientado na cidade do Rio de Janeiro do final do Século XIX, berço e época do surgimento do Choro, o espetáculo traz fatos históricos, curiosidades e nomes importantes que fizeram desse ritmo um dos mais apreciados por todos os brasileiros e por muitos estrangeiros.  Com direção geral de Regina Galdino e musical assinada por Chico Macedo, a peça tem como personagem central Operilda, uma jovem feiticeira de 225 anos interpretada por Andréa Bassitt, atriz também responsável pela idealização do espetáculo. O cenário e o figurino, que trazem referências do enredo com soluções lúdicas, foram concebidos por Fabio Namatame. Em Operilda Cai no Choro, a encantadora personagem precisa deixar de lado o celular e usar sua memória e imaginação para falar sobre o surgimento do Choro. Expressão musical que, por sua importância, se tornou Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Título concedido pelo Iphan, em fevereiro deste ano, a partir de argumento apresentado pela brasiliense Escola de Choro Rafael Rabelo, de onde surgem grandes nomes desse estilo musical. Com muito humor, ludicidade e criatividade, Operilda e sua amiga Vassorilda passeiam pelo Brasil colonial até chegar aos dias atuais. E para contar essa história, as inseparáveis amigas são acompanhadas nessa aventura pelos Chorildos. Uma banda formada por Chico Macedo, no sax, flauta e clarineta; Deni Domenico, no cavaquinho e bandolim; Helô Ferreira, no violão de 7 cordas; e Nelton Essi, na percussão. No repertório, estão músicas como “Tico-Tico no Fubá” (Zequinha de Abreu), “Flor Amorosa” (Joaquim Callado), “Corta Jaca” (Chiquinha Gonzaga), “Brejeiro” (Ernesto Nazareth) e “Carinhoso” (Pixinguinha e Braguinha), entre outros. Canções marcantes que, interpretadas pela engraçada bruxinha, conquistam a simpatia de crianças e adultos levando todo mundo a cair no choro, mas não no sentido literal. Em tempo, o Choro nasceu da mistura de ritmos europeus e africanos, tendo sido criado e popularizado por músicos geniais, personagens que entram nessa história junto com Operilda. Sendo eles: Joaquim Callado, Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, Anacleto de Medeiros, Abel Ferreira, Pixinguinha, Zequinha de Abreu, Jacob do Bandolim e tantos outros chorões. Não faz muito tempo, nossa querida personagem brilhou em Operilda na Orquestra Amazônica, que lhe rendeu os Prêmios APCA de Melhor Musical Infantil e FEMSA na Categoria Especial.  Para o crítico Dib Carneiro, Operilda Cai no Choro “é peça que tempera delícias saudosistas para os adultos com brincadeiras ludicamente instrutivas para as crianças. É um espetáculo sem ansiedades, sem atropelos. Seu ritmo é o das boas histórias contadas com calma, cadência calculada e muito brilho nos olhos”. Quem vai? Operilda Cai no Choro / Teatro do CCBB Brasília – SCES Trecho 02 Lote 22 / De 10 a 13 de outubro de 2024 – quinta e sexta, às 19h, sábado, às 15h e às 17h (com intérprete de Libras e domingo, às 15h / R$ 30 (inteira) – R$ 15 (meia para estudantes, professores, profissionais da saúde, pessoa com deficiência e acompanhante, quando indispensável para locomoção, adultos maiores de 60 anos e clientes Ourocard) – clique e compre ou na bilheteria física / Duração – 60 minutos / Livre / Siga @ccbbbrasilia Fotos: Divulgação / @joaocaldasfilho  

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Proost… um brinde aos Países Baixos!

Se brindar à vida durante um bom happy hour recheado de amigos já é um programa para lá de gostosinho, imagine trocar o “saúde” por “proost” e o limão por laranja ou maracujá na hora de preparar as caipirinhas! Pois é, pessoal, foi exatamente isso que aconteceu na noite desta quarta-feira (02), durante o evento organizado pela Embaixada dos Países Baixos no Infinu (506 Sul) para comemorar a Semana da Língua Neerlandesa na capital federal.  E como happy hour não existe sem uma boa discotecagem, o agito contou com não apenas um, mas três DJs, que prepararam, cada um a seu estilo, setlists onde a música holandesa não ficou de fora. A sequência começou com Rodrigo Barata, cofundador do Sistema Criolina (foto de capa), seguido pela DJ Tanvi (da Índia) e finalizada por André X, ex-integrante da banda Plebe Rude. Para quem gosta de curiosidades, falada por cerca de 23 milhões de pessoas, a língua neerlandesa, também conhecida como holandês, é o idioma oficial dos Países Baixos e de regiões da Bélgica (Flandres), assim como de ex-colônias holandesas como Suriname, Curaçao, Aruba e outros territórios caribenhos. Pertencente à família germânica ocidental, a língua tem certa similaridade com o alemão e o inglês, o que facilita a compreensão mútua em alguns aspectos. Ao longo da história, o neerlandês desempenhou um papel importante no comércio marítimo e cultural, expandindo sua influência para várias partes do mundo. É claro que muito neerlandês foi ouvido durante o happening no Infinu, mas, como Brasília reúne embaixadas de inúmeras nacionalidades, a noite foi uma verdadeira miscelânea de línguas, como português, francês, espanhol, inglês, entre outros idiomas. Agora, fique com mais alguns cliques capturados por este colunista/fotógrafo de quem passou por lá e não deixe de clicar aqui para ver o vídeo que fiz do evento:   Fotos: Gilberto Evangelista

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Delírio em dose dupla

A espera acabou: chegou a hora de conferir Coringa: Delírio a Dois nas telonas! É isso mesmo, o vilão que todo mundo aprendeu a amar entrou em cartaz nos cinemas de todo o país a partir desta quinta-feira (03). O novo filme é estrelado por Joaquin Phoenix, mais uma vez no papel duplo de Arthur Fleck/Coringa, que deu ao ator o Oscar de Melhor Ator, ao lado de Lady Gaga (“Nasce Uma Estrela”), vencedora do Oscar de Melhor Canção Original. Em Coringa: Delírio a Dois, Arthur Fleck está institucionalizado em Arkham à espera do julgamento por seus crimes como Coringa. Enquanto luta com sua dupla identidade, ele não apenas se depara com o amor verdadeiro, como encontra a música que sempre esteve dentro de si. Dirigido e produzido pelo aclamado cineasta Todd Phillips – que divide o roteiro com Scott Silver, Delírio a dois é a tão aguardada sequência do vencedor do Oscar de 2019, Coringa, que arrecadou mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias globais e que se consagrou como o filme R-rated (menores de 17 anos devem assistir acompanhados de um adulto) de maior bilheteria de todos os tempos. E cá entre nós, na opinião deste colunista, vai ser preciso estar com muita vontade de procurar defeito na película. Inclusive, clique aqui e veja a crítica por completo publicada em @perambulandocomogiba. Att.: Coringa: Delírio a Dois também em versões acessíveis. Para mais informações, consulte o cinema de sua cidade. 

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Brasília, a arte do planalto

FGV Arte e IDP inauguram mostra que reúne mais de 300 obras de cerca de 150 artistas, sobretudo mulheres como Maria Martins, Marianne Peretti e Daiara Tukano Inaugurada na última quarta-feira (25), no Museu Nacional da República, a exposição Brasília, a arte do planalto traz um olhar sui generis sobre a capital federal como um lugar do feminino, que parte da inspiração de Vera Brant, um nome que atravessa a história nacional a partir da criação de Brasília até a produção artística contemporânea brasileira. Com curadoria de Paulo Herkenhoff e cocuradoria de Sara Seilert, a mostra é realizada pela FGV Arte (espaço experimental e de pesquisa artística da Fundação Getulio Vargas), em parceria com o Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), e fica aberta para visitação gratuita até o dia 24 de novembro. Segundo o curador, a escritora Vera Brant (1927-2014), mineira de Diamantina que mudou-se para Brasília em 1960, foi tecelã de uma importante rede social que uniu JK, Niemeyer, Athos Bulcão, Darcy Ribeiro, Wladimir Murtinho, UnB, Gilmar Mendes, Zanine Caldas, Rubem Valentim e Galeno. “Ela foi o primeiro e generoso periscópio para enxergar Brasília como uma rede extratemporal e extraterritorial”, conta Herkenhoff. Essa mobilidade de Vera Brant por campos de ação tão variados serviu como um guia para o grupo curatorial perceber que Brasília, além do campo predominantemente masculino do poder, é uma cidade feminina. “A exposição reforça o feminino a partir do grupo de mulheres escultoras da capital federal, como Maria Martins, Mary Vieira e Marianne Peretti. É interessante também como o discurso sobre a arte em Brasília é feito predominantemente por mulheres”, instiga o curador. As obras de Maria Martins, por exemplo, estabelecem um forte diálogo com esse espaço feminino na arte, rejeitando o papel de subserviência e colocando a mulher em uma condição de corpo desejante. Entre outras artistas presentes na exposição, estão Adriana Vignoli, Daiara Tukano, Raquel Nava, Clarice Gonçalves, Camila Soato, Maria Bonomi, Severina, Maria do Barro, Adriane Kariú, Alessandra França, Regina Pessoa e Zuleika de Souza. Brasília, a arte do planalto expande também seu olhar para os tempos atuais e a arte que é feita no Centro-oeste, mais especificamente nesta região do planalto central brasileiro, onde há mais de sessenta anos foi instalada a nova capital. “Na exposição, nós aproveitamos para fazer uma referência às mulheres indígenas, com suas técnicas tradicionais de cerâmica, porque cabia à elas fazer cerâmica nos povos originais instalados no Centro-Oeste”, diz Herkenhoff. De fato, a ideia que direcionou a mostra foi a de reproduzir uma grande festa do olhar, mostrando que a capital federal, que não se reduz à sua esfera política, é intensa, ampla e surpreendente. “Essa mostra significa também um encontro entre dois olhares curatoriais. Porque agora nós unimos os olhares da Sara Seilert com o meu. Então nós buscamos produzir um olhar sobre Brasília. Assim, já não é mais apenas um olhar de fora”, afirma o curador. Desdobramentos contemporâneos Com uma quantidade impressionante de artistas, desde os já consagrados no mercado da arte até os contemporâneos, a mostra reúne mais de 300 itens. Sucedendo Brasília, a arte da democracia, exposição realizada no Rio de Janeiro de abril a agosto deste ano, a nova mostra retrata a história da cultura artística do planalto, sua diversidade e complexidade e seus desdobramentos atuais. Enquanto a exibição carioca tratava da passagem da capital federal do Rio de Janeiro para Brasília, junto da consolidação das estruturas republicanas, a que está exposta no Museu Nacional da República aborda a dimensão estética do surgimento de Brasília, entendida como uma obra de arte coletiva. Ao mesmo tempo, põe em destaque um elenco de agentes culturais da capital e das cidades-satélites. “A vinda da exposição para o Museu Nacional da República contou com a minha participação na ampliação da abordagem dessa possível narrativa da história da arte brasiliense. Então, ganhamos espaço para a inclusão de novos artistas e eu incluí algumas obras do acervo do Museu Nacional da República, que é uma instituição que cresceu e floresceu junto a essa produção artística contemporânea”, avalia Sara Seilert. A exibição conta com documentos históricos, como o diploma de candango – conferido aos operários que levantaram a nova cidade por Juscelino Kubitschek, presidente do Brasil de 1955 a 1961, responsável pela construção de Brasília e a transferência do poder do Rio de Janeiro para o planalto central; o croqui do plano piloto assinado por Lúcio Costa; e o manuscrito de Oscar Niemeyer sobre o monumento JK. Esse projeto representa, segundo Sara, “a diversidade da arte contemporânea do Distrito Federal”, assim como o seu processo histórico e espontâneo. A ideia é que, ao visitar a mostra, o público se sinta convidado a compreender a região geográfica em toda a sua potência criativa. Veja uma pequena parcela do que a exposição oferece enquanto experiência, clicando neste link. Artistas [ordem alfabética]: Adriana Vignoli; Adriane Kariú; Adriano e Fernando Guimarães; Ailton Krenak; Alberto da Veiga Guignard; Alessandra França; Alexandre França; Alfredo Ceschiatti; Alfredo Fontes; Alice Lara; Antonio Obá; Athos Bulcão; Bené Fonteles; Benjamin Silva; Bento Viana; Bernardo Figueiredo; Betty Bettiol; Bruno Faria; Bruno Giorgi; Bruno Jungmann; Caio Reisewitz; Camila Soato; Candida Hofër; Carpio de Moraes; César Becker; Chico Amaral; Christus Nóbrega; Cildo Meireles; Clarice Gonçalves; Dadá do Barro; Daiara Tukano; Danyella Proença; Davi Almeida; Dirceu Maués; Edu Simões; Elder Rocha; Evandro Prado; Evandro Salles; Fayga Ostrower; Fernando Lindote; Francisco Galeno; Frans Krajcberg; Fred Lamego; Fulvio Roiter; Gabriela Biló; Gaspari Di Caro; Gê Orthof; Glênio Bianchetti; Gregório Soares; Grupo Poro; Gu da Cei; Guy Veloso; Hal Wildson; Hassan Bourkia; Helô Sanvoy; Hugo França; Isabela Couto; Ismael Monticelli; João Angelini; João Trevisan; Joaquim Paiva; Jonathas de Andrade; Josafá Neves; José Ivacy; José Roberto Bassul; Juvenal Pereira; Kazuo Okubo; Kurt Klagsbrunn (foto de capa – Palácio do Alvorada, s.d.); Lêda Watson; Leo Tavares; Leonardo Finotti; Lina Bo Bardi; Luciana Paiva; Lucio Costa; Luiz Alphonsus; Luiz Mauro; Marcel Duchamp; Marcela Campos; Marcio Borsoi; Maria Bonomi; Maria do Barro; Maria Martins; Marianne Peretti; Mary Vieira; Miguel Rio Branco; Milan Dusek; Milton Guran; Milton

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Breaking: A Batalha Final

Cultura Hip Hop é celebrada na final nacional do festival que transforma dançarinos em campeões neste fim de semana no Distrito Federal Em 2024, o Breaking esteve sob os holofotes mundiais durante as Olimpíadas em Paris. E é nesse clima de exaltação que a Ceilândia sedia a grande final da 8ª edição do Festival Nacional de Breaking “Quando as Ruas Chamam”, que acontece entre os dias 27 e 29 de setembro. O SESC dessa Região Administrativa (RA) será o palco da disputa, que contará com a presença de inúmeros B-boys e B-girls de todo o Brasil. Apresentado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC), o evento é um dos mais importantes festivais de dança de rua do Brasil, com uma premiação total de R$ 10 mil distribuída em nove modalidades diferentes: Crew Battle; 1 X 1 Battle; B-Girl Battle; Footwork Battle; Top Rock Battle; Power Move Battle, Cypher Kings e Queens; e a Especial Battle (para pessoas com deficiência). Vale destacar a modalidade Cypher Kings e Queens que estará aberta à participação de todos os presentes no evento. Os interessados não precisam ser dançarinos profissionais; basta dançar por cerca de uma hora e meia na pista, onde os jurados escolhem o melhor dançarino(a). “É o hip hop na sua essência original”, avisa Alan Jhone, o B-boy Papel, idealizador e fundador do projeto. “Um dos momentos mais legais do festival, igual ao Especial Battle, modalidade que criamos em 2012, quando aconteceu nossa primeira edição e, desde então, nenhum outro evento no mundo produz algo totalmente direcionado ao nicho PcD”, completa. Neste ano, o evento também traz como novidade a Batalha de MCs e a Batalha Power Move (que é o breaking executado através dos movimentos de giros onde só vale power moves em combinações extraordinárias). Além disso, pela primeira vez, acontecerá uma Live sobre “As Produções de Festivais de Breaking no Brasil e na América do Sul“, com transmissão ao vivo pelo canal oficial do “Quando as Ruas Chamam” no YouTube, no sábado, dia 28 de setembro, a partir das 9h30. Em 2023, o festival reuniu milhares de pessoas entre competidores e público, que marcaram presença nessa festa com entrada 100% gratuita. O evento oferece uma grande estrutura para receber as outras atrações que fazem parte da programação, como os shows de Groove Attak, do MC Pedrinho (RS), bem como dos DJs Batata Killa (SP), Insano (BA) e Sapo (DF). Por dentro da competição Para quem não acompanha, o Festival Nacional de Breaking “Quando as Ruas Chamam” conta com um circuito que percorre o Brasil realizando seletivas em diferentes estados. Em 2024, por exemplo, já foram realizadas disputas em Rio Verde (GO), Campo Grande (MS) e, nos dias 24 e 25 de setembro, aconteceram a última etapa antes da final, em Primavera do Leste (MT). Importante destacar que a organização do evento também selecionou diversos dançarinos que fizeram suas inscrições por vídeos, justamente porque não conseguiram comparecer a nenhuma dessas etapas. A lista dos escolhidos nessa modalidade está disponível no site oficial, na aba Batalha Breaking. Nascido na Ceilândia, B-boy Papel exalta o lugar como caldeirão da cultura Hip Hop no Distrito Federal: “Aprendi tudo o que sei do Breaking na minha cidade, então nada melhor do que poder retribuir isso incentivando o turismo e mostrando para todo mundo como somos fortes não só na dança, mas nas artes de modo geral”. O agitador cultural também fala que seu maior desejo é quebrar os paradigmas existentes relacionados às pessoas que vivem naquela R.A. “Esse evento é a verdadeira celebração do Breaking nacional e a Ceilândia merece ser o palco dessa festa. Nada mais justo”, conclui. É inquestionável o quanto o Breaking se tornou importante desde o seu surgimento no mundo todo. “Hoje, não somos só uma dança do Hip Hop, nós participamos do evento esportivo mais importante, que são as Olimpíadas. Isso mostra a nossa força, uma dança que surgiu nos guetos dos Estados Unidos e que hoje está nos maiores palcos do planeta. O Breaking é transformador e é fácil ver quantas pessoas tiveram suas vidas mudadas por ele”, destaca Jhone. Com certeza, você não vai querer ficar de fora da 8ª edição do Festival Nacional de Breaking “Quando as Ruas Chamam”, iniciativa realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC – DF) por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec), com apoio do Sesc/DF e realização da In Steps. Programação: Sexta – 27/09 14:30 – Exibição do vídeo “Quando as Ruas Chamam” e Palestra seguida de debate sobre O Breaking Como Modalidade Olímpica (tradução em libras e audiodescrição). Sábado – 28/09 09:30 – Live sobre As Produções de Festivais de Breaking no Brasil e na América do Sul, transmitida pelo canal oficial do “Quando as Ruas Chamam” no YouTube. 13:00 – Abertura dos portões + cyphers (roda livre) 14:30 – Classificatórias MC Battle 15:30 – Top Rock Battle 16:00 –  Footwork Battle 16:30 – Cyphers (roda livre) 17:00 – Power Move Battle 17:30 – 1X1 Battle 19:00 – Banda Groove Attak + Cypher Kings/ Queens 20:30 – Encerramento Domingo – 29/09 13:00 – Abertura dos portões + cyphers (roda livre) 14:00 – Finais MC Battle 15:00 – B-girl Battle 16:30 – Cyphers (roda livre) 17:00 – Especial Battle 17:30 – Battle Crew (categoria principal com 16 grupos) 20:30 – Encerramento. Let’s breaking? Festival Nacional de Breaking “Quando as Ruas Chamam” / Sesc Ceilândia – QNN 27 Área Especial Lote B – Ceilândia Norte / 27 a 29 de setembro / Entrada Gratuita / Classificação Livre /Mais informações: 61 9114 7094 / Siga @quandoasruaschamam Fotos: @mebrunaferreira

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LaBarr, chocolate made in Brasília

Técnica artesanal aliada a ingredientes de qualidade resultam em chocolate premiado com DNA 100% candango, disponível em um espaço que reúne loja, fábrica e cafeteria Chocolate artesanal, feito com matéria-prima de ótima qualidade, sabores deliciosamente inusitados e, olha que interessante, fabricados na Capital Federal. A LaBarr Chocolate de Origem é mais uma prova de que Brasília não é só política há muito tempo. Começando de modo caseiro lá pelos idos de 2016, em Águas Claras, a empresa construiu uma trajetória de sucesso natural, abrindo posteriormente uma pequena loja no Plano Piloto para, há poucos meses, inaugurar seu novo espaço. Agora, a marca ocupa todo o térreo (e subsolo) do Bloco H da 710/711 da Asa Norte, reunindo loja, fábrica e café em um só lugar, para a alegria dos chocólatras de plantão. Sob o comando do casal de empresários Adriana Laberrère e Leandro Isaias, a LaBarr é adepta do movimento Bean to Bar — nome em inglês que descreve o processo de fabricação de chocolate desde a amêndoa de cacau até a barra final, com grãos selecionados e sem adição de ingredientes artificiais. Para isso, os sócios escolheram trabalhar com o cacau cultivado em sistemas agroflorestais sustentáveis no sul da Bahia. “Fundamos a empresa com o objetivo de levar um produto de qualidade para todo mundo. Um compromisso que transformou o hobby em profissão”, conta Laberrère. Em reconhecimento ao compromisso com a qualidade, a LaBarr foi premiada com medalha de bronze no renomado The Northwest Chocolate Festival, na categoria Best Inclusion Chocolate Bar, competindo com mais de 100 marcas, em 2018. Além disso, a empresa foi semifinalista do Prêmio Bean to Bar Brasil no mesmo ano. “Queremos divulgar o cacau brasileiro no exterior, mostrando que a gente tem uma matéria-prima e um produto final de qualidade, ou seja, um chocolate de excelente qualidade a nível mundial”, completa a empresária. Se você ainda não provou algum dos diversos produtos LaBarr, fica o destaque para as deliciosas e, repito, inusitadas barras que existem por aqui. Entre elas, quero deixar a sugestão de três sabores que conquistaram o paladar e o coração deste colunista: Cupuaçu (com chocolate ao leite 55% cacau), Matcha (com chocolate branco) e Laranja (com chocolate 70% e amêndoas caramelizadas). Vale destacar ainda que as barras têm dois tamanhos, grande (80-100g a R$31) e pequeno (30g a R$12). E, como são sazonais, elas podem se esgotar ou até mesmo ser substituídas por outros sabores. O fato é que você vai gostar da LaBarr, pois a ideia é viver o chocolate enquanto uma experiência, o que inclui até Chocotours pela fábrica! Isso mesmo, qualquer pessoa pode adquirir um Golden Ticket (inspirado na Fantástica Fábrica de Chocolate) para conhecer e fabricar seu próprio chocolate. Porém, a agenda já está completa até o fim do ano, então, vale a pena acompanhar o Instagram oficial para mais informações. E, para finalizar, lembra que eu disse que o novo espaço também conta com um café? Pois bem, a “cafeteria” do lugar tem um menu exclusivo com opções de chocolates quentes, frios, cafés, bolos, brusquetas e até chá de cacau. Para conferir detalhes, clique aqui e assista ao vídeo feito da visita in loco. Olha, um verdadeiro “atentado ao pudor gastronômico” que vai fazer você querer ir #PERAMBULANDO até a LaBarr o quanto antes. Partiu fábrica de chocolate? LaBarr Chocolate de Origem / SCRN 710/11, Bloco H 35, Brasília / Segunda à sexta-feira, das 10h às 19h – Sábado, das 9h às 18h / Siga @labarrchocolate Fotos: Reprodução Instagram

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Vem aí a 1ª edição do Happy Bazaar

Olha aí uma sugestão bacana para quem gosta de sair #PERAMBULANDO por eventos que reúnem moda, arte e design. Nos próximos dias 27 e 28 de setembro acontece o Happy Bazaar, 10h às 20h, no Guest House, localizado na QI 23, Chácara 5, Lago Sul. Após 28 edições em São Paulo, a iniciativa desembarca em Brasília pelas mãos da empresária Vivianne Schietti. Essa é uma boa oportunidade para garimpar peças de grandes marcas como Abercrombie, Animale, Ann Taylor, Cacharel, Calvin Klein, Cia Marítima, Diesel, Dudalina, Le lis, LIVE, Souq e Zara. Também estão confirmadas a participação da grife de roupas de Carol Taurisano, da designer de joais Marcella Petrarca (foto), do Madremia Salon, da designer de joias Marcia Melo, da florista Ana Paula Rodrigues e da ceramista Jeanne Dourado. Uma dica para ninguém perder é o talk A Gastronomia Enriquecida Pela Arte de Beber Vinhos com Adriana Nasser. Em tempo, parte do lucro com as vendas do Happy Bazaar será doada para a Creche Tia Gigi, em Águas Lindas. Para mais informações, acesse @happybazaaroficial. Foto: Reprodução/Instagram

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Hidden, ainda dá tempo de brindar

Se você deu bobeira e ainda não foi #PERAMBULANDO para curtir uma noitada com amigos regada a bons vinhos, boa música e muita diversão lá no Hidden, fique sabendo que a edição 2024 está na reta final. Com programação estendida até 6 de outubro, a energia vai estar no nível máximo com o “Axezinho”, que já faz parte da próxima parada do projeto, em Salvador. Outra atração é a exposição “Obrigado, Bahia”, de Bruno Stuckert, que também seguirá em cartaz até o último dia do evento. Composta por 12 quadros que integram o livro de mesmo nome, a mostra celebra as influências da Bahia na vida do artista, revelando o impacto transformador do estado em seu coração e alma, guiada pela emoção e pela atmosfera acolhedora do povo baiano. Já no quesito gastronomia, a equipe do restaurante Camarão Burger assume a cozinha, trazendo criações saborosas em torno do camarão. Entre elas, o Camarão Empanado e Pastel de Camarão com Catupiry. E no último final de semana, a Chef Mara Alcamim trará pratos deliciosamente criativos, como a Batata Frita com Limão e Pimenta e o  Arroz cremoso de Picadinho (temperado com alecrim e pimenta poivre vert). E aí… Bora brindar? Hidden / Casa da Manchete – SIG, Quadra 01, lotes 985-103 / quinta a domingo, a partir das 18h30 / Couvert – R$ 50,00 / Siga @hiddenbrasilia

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Quem aí é fã de torresmo?

Especializado em comida tropeira, buteco raiz vai te conquistar de imediato pelo trio cerveja, torresmo e cachaça   A cada dia, os butequeiros brasilienses ganham novos cantinhos para fazer o que mais gostam, comer, beber e jogar conversa fora. Em operação desde o primeiro semestre deste ano, o Zé Torresmo é daqueles lugares que você vai querer ir #PERAMBULANDO até lá o quanto antes para tomar uma cerveja, petiscar com gosto e rebater com uma dose da sua “marvada” preferida. Mas já fica o aviso: o lugar é raiz — vamos dizer assim. Porém, não se deixe enganar pelas aparências: variedade, sabor e qualidade são o tripé dessa casa, que vai te conquistar pela barriga, mesmo que você não seja do signo de touro. Especializado em carne de porco e charcutaria, a cozinha está sob os cuidados do chef André Batista, cuja história inspirou o nome do empreendimento, em sociedade com Guilherme de Souza, Charles Pinheiro e Paulo Carvalho. Na adolescência, o cozinheiro passava as férias no Setor Alvorada, em Anápolis/GO, onde havia um cabaré chamado “Zé Torresmo”. Ele resolveu reviver essa nostalgia, homenageando a culinária caipira de regiões como Goiás, Minas Gerais e o interior de São Paulo, trazendo boas lembranças em um espaço acolhedor e autêntico, com pratos típicos da comida tropeira. Entre as delícias, todas feitas in loco, a Linguiça Artesanal (R$ 48), o Porco na Lata (R$ 18) e, sobretudo, o Torresmo Barra (feito da barriga curada — R$ 18) ocupam lugar de destaque entre os petiscos. Mas tenha certeza: seja qual for o seu pedido, ele terá passado pouco tempo na estufa ou será frito na hora, garantindo a crocância. Dito isso, não deixe de provar o Disco de Carne (R$ 12), levemente picante e totalmente viciante. Guarde espaço para as chapas, servidas a partir das 17h, que prometem surpreender até os mais exigentes. Fígado Grelhado (com tempurá de jiló e picles – R$ 56); Chorizo de Novilho Precoce (acebolado com mandioca cozida – R$ 98); Costelinha Suína (frita com molho de cerveja preta e batatas fritas – R$ 65); Torresmo com Mandioca (R$ 75), e Carne de Sol da Casa (de novilho precoce com mandioca cozida – R$ 98). Quanto às bebidas, além da cerveja geladíssima, o Zé Torresmo oferece uma carta variada de cachaças, com opções para todos os gostos e bolsos, desde a Cachaça da Casa (R$ 8) até a Princesa do Vale Blend Especial (R$ 42). Na parte de drinks, há criações autorais (além de várias batidas) e exclusivos, recentemente desenvolvidos pelo mixologista Gustavo Guedes. É difícil sugerir apenas um, mas a Caipirinha do Zé (cachaça premium, limão capeta, cupuaçu com amêndoas e sal baunilhado — R$ 25) é imperdível. Outros destaques são o Torresmo Old Fashioned (isso mesmo, com torresmo de enfeite — R$ 37) e o Rensga de C (cachaça, café, conhaque de alcatrão, doce de leite com macadâmia e um quadradinho de queijo curado — R$ 29), que vale ser tomado até como sobremesa. Almoço com gostinho da roça Antes de encerrar, vale destacar que o Zé Torresmo também serve almoço de terça a sexta-feira, das 11h às 15h, e aos sábados e domingos, das 11h às 16h. Entre as opções, tem duas que são fixas, ou seja, servidas todos os dias: o Virado do Zé (arroz, tutu de feijão, linguiça, torresmo, copa lombo e ovo pochê — R$ 48) e o Bife à Rolê (arroz, bife à rolê, feijão, farofa, cebola crispy e couve — R$ 42). Já o PFzão é um prato surpresa (R$ 28), vai depender do quer der na telha da cozinheira, mas você pode dar a sorte de pegar um Frango com Angu (ao molho, quiabo e etc), por exemplo. Quer ver a cara dele? Clique aqui para ver o vídeo que fiz sobre o almoço na casa, mas veja só depois de terminar a leitura, pois… Fique sabendo que o menu da casa oferece ainda os Especiais do Dia, começando pelas terças-feiras, quando é servido o Arroz de Puta Rica. Conhece? O prato surgiu nos bordéis do Brasil Colônia quando as prostitutas além de oferecerem seus serviços, também ofertavam o que tinham de refeição para os clientes. E consiste em arroz com carne de porco, linguiça artesanal, coxa e sobrecoxa, ervilha e batata palha da casa (R$ 42). Às quartas-feiras, rola o delicioso Tomahawk Suíno (que leva arroz de brócolis, tomahawk suíno empanado, molho campanha e ovo frito – R$ 52). Já às quintas-feiras, tem o Arroz de Porco (com crispy de couve, ovo e tomate cereja – R$ 39); às sextas-feiras, o tradicional Picadinho de Filé Mignon (com o diferencial do molho de Caracu, arroz, farofa de cebola, banana frita, pastel e ovo pochê – R$ 48); aos sábados, a Rabada com Agrião (e pirão da própria rabada – R$ 46); e aos domingos, a Matula Goiana (que serve bem duas pessoas, com arroz, porco na lata, galinha caipira desfiada, tutu de feijão e mandioca – R$ 120). Vale destacar que no fim de semana, sábados e domingos, tem Prato Infantil para a criançada, que traz arroz, feijão, batata frita e filé de sobrecoxa ou filé mignon picado – R$ 29. E para animar o ambiente, todo sábado, das 13h às 16h, tem moda de viol30a com o cantor e violeiro Brener Viola, trazendo o melhor do sertanejo raiz. Eu poderia ainda falar da super promoção de Happy Hour… mas vou sugerir que você clique aqui e assista a mais um vídeo, só que esse eu fiz na primeira vez que estive por lá, onde apresento petiscos deliciosos que você vai querer saborear o quanto antes. Prometo! Pra quem gosta de butecar! Zé Torresmo / CLN 115, BL C, Loja 41 – Asa Norte, Brasília / De terça a sábado, 11h às 23h. Domingo, das 11h às 18h / (61) 99283 6343 / Siga @zetorresmobsb Fotos: Divulgação – Karen Belém Silva / Gilberto Evangelista

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