Prepare o riso, pois tem “Gongada Drag” em Brasília!

O evento de humor LGBTQIAPN+ terá uma única sessão na capital federal, no Centro de Convenções Ulysses   Sucesso por onde passa, a “Gongada Drag” é um espetáculo para quem aprecia humor ácido, rápido e direto, com piadas feitas a cada instante, sendo cada uma melhor que a outra. Trata-se de uma fusão entre o estilo “roast” de comédia e a energia criativa das drag queens do Brasil. Reunindo diversas artistas desse meio ao lado do apresentador Bruno Motta, o formato mistura stand-up com programa de auditório e pitadas de reality shows. O resultado é único: o riso rola solto do começo ao fim. Então, se você não quer ficar de fora, fica a dica mais urgente da coluna #PERAMBULANDO: adquira o quanto antes seu ingresso, pois o evento terá apresentação única em Brasília, no próximo sábado, dia 6 de abril, às 19h30, no Centro de Convenções Ulysses (SDC). Os ingressos custam a partir de R$ 125 (meia-entrada) e estão disponíveis neste link. E como será uma noite em que o veneno será destilado em grandes quantidades, ela não é recomendada para menores de 16 anos. De acordo com Bruno Motta, idealizador da iniciativa, o “Gongada Drag” é uma aula de bom humor, só que fora da boate. “Estamos conseguindo misturar um elenco sensacional, com uma mistura de artistas da noite e dos realities. Acho que é um grande momento para a arte drag no Brasil“. E para quem ainda não entendeu, nesse universo, gongar significa tirar sarro, fazer piada de alguém em público. Nos palcos, a ideia virou comédia e deu origem ao espetáculo que hoje faz sucesso em várias cidades que visita.  Com elenco rotativo, diversos comediantes e drag queens de programas como Drag Race Brasil e Caravana das Drags já participaram do “Gongada Drag“. E como já é praxe, em cada espetáculo, uma figura mitológica da cena noturna brasileira é “homenageada“, sendo o alvo principal das piadas feitas pelos demais artistas presentes no palco. Em Brasília, a honra será de Lindsay Paulino, a Rose, doméstica do Brasil, famosa por seus programas no Multishow e vídeos na internet. Ela será acompanhada das drags Frimes, Shannon Skarllet, Pikinéia, Desirée Beck, e dos comediantes Fernando Pedrosa e Babu Carreira. “Inacreditável o quanto foi rápida a aceitação do público para esse projeto. Acho que realmente criamos algo que não existia, um espetáculo fixo de comédia, drags, gongação, que é uma aula de bom humor, só que fora da boate, da noite. Estamos conseguindo misturar um elenco sensacional, com uma mistura de drags da noite e dos realities. Acho que é um grande momento para a arte drag no Brasil“, avalia Motta.   Quem quer morrer de tanto rir?  “Gongada Drag” em Brasília / Centro de Convenções Ulysses / 6 de abril (sábado) – 19h30 / Ingressos de R$ 125,00 a R$ 250,00, neste link / 16 anos / Apresentação de Giral Projetos Fotos: Reprodução / Instagram dos artistas

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Flávia Reis: “Estou experimentando todas as minhas formas de atuação”

Atriz com ampla formação, Flávia Reis está em cartaz no teatro ao lado de Ricardo Cubba, na TV aberta na novela Travessia e no streaming em reality show que desafia humoristas a não cometer a gafe de rir de si e dos outros Rolando o feed do Instagram ou passeando pela for you do Tiktok, certamente você já viu uma cena icônica de “Vai Que Cola” em que o saudoso Paulo Gustavo, está em cena com Marcos Majella e Flávia Reis. Na cena, a personagem muambeira de Flávia se enrola com um certo “quáquáquá!” e gargalhadas tomam conta de todos os expectadores. Um mix de emoção, ao lembrar de PG, e de aclamação ao elenco que fazem a cena bate em qualquer ser humano que tenha capacidade de reconhecer talentos verdadeiros quando os vê. Flávia Guimarães Reis, é uma carioca, nascida em 1975, década mais hippie da história, mas que não faz dela apenas uma descendente da década mais livre e colorida de todas. Flávia é talento puro. Passeia com uma facilidade gigante pelas mais variadas escolas da atuação. É formada pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio), e tem em sua trajetória comédias, séries, humorísticos, assinatura de roteiros e direção de espetáculos. Versatilidade podia ser seu último nome, mas Flávia é modesta e acredita que tudo depende de parcerias que fazem o sucesso chegar e ficar por onde passam seus encontros. Atualmente faz parte do elenco estrelado de “Travessia” (Rede Globo), e em seu currículo, há passagem pela Escola Nacional de Circo e cursos com referências da comédia internacional como Léo Bassi (Espanha) e Nani Colombaioni (Itália). O espetáculo “Neurótica!”, em faz diversos personagens a ensinou a trabalhar o cotidiano feminino de forma direta e cheia de cacos da versatilidade da mulher. A vencedora do “LOL – Brasil, se Rir Já Era”, da Prime Vídeo, Flávia também faz parte do elenco da série “Sem Filtro”, da Netflix, vivendo a Val, mãe das protagonistas Mel Maia e Ademara. Dá uma olhada na entrevista exclusiva que ela nos concedeu sobre carreira, arte e o espetáculo “Deixa que eu conto”, em cartaz no Teatro da UNIP, nos dias 6 e 7 de maio, no qual divide cena com o também super ator Ricardo Cubba e que conta com direção de Fernando Caruso. Sua formação com um enorme portfólio de grandes nomes até internacionais te deu uma porção de possibilidades em atuação em dramas, comédia e até circo, mas foi no humor do cotidiano que você conquistou um público fã. Foi um acaso ou já era um sonho seu desde sempre? Foi por acaso. Acredito que as redes sociais deram vazão ao meu olhar bem-humorado e cômico para o drama do cotidiano. Eu gosto de falar sobre temas que poderiam nos afligir, pequenas coisas que nos tiram sério, e que podemos encarar com leveza se rirmos delas. Gosto de transformar temas corriqueiros que irritam a todos em questões banais. A identificação do público com esses temas é imediata. O “Neurótica!” foi um ponto de partida muito intenso e já era uma reunião de suas experimentações de personagens. Você acredita em aposentadoria de personagens? Aquelas mulheres do Neurótica! evoluíram ou revivem o momento em que foram criadas lá atrás? Aquelas mulheres que criei para Neurótica não são datadas. São arquetípicas e seguem na peça porque tocam em questões que são do homem e da mulher contemporânea. Eu faço pequenos ajustes no texto sempre, mas é muito pouco. A peça tem 10 anos e continua encantando o público. Daqui a 40 anos eu poderei talvez avaliar, se ficou datada. Mas talvez eu não consiga mais fazer as 10 personagens com a mesma desenvoltura (risos). Nesse momento, fazendo Travessia, e atuando sob a ótica de assuntos relevantes para a sociedade como o caso de abuso da filha de sua personagem Marineide, você consegue vislumbrar a melhoria do olhar do público sobre a arte da atuação? Eu no momento faço vídeos de humor para a internet, faço séries e filmes para o streaming, estou em turnê com meu show de humor no teatro e faço novela tocando em um tema bastante relevante para a sociedade, através do drama de uma família. É um momento muito especial para mim pois estou experimentando minhas possibilidades de atuação em todos esses veículos. E o público olha para mim e comenta: “caramba, você é uma artista mesmo”. Eu estou muito feliz por estar “juntando os pontos” para quem ainda não reconhecia a força de um trabalho artístico e o tanto de dedicação e profissionalismo que ele exige. Sim, a pessoa engraçada dos vídeos da internet faz chorar na novela pois estuda e se dedica a essa profissão. Você foi consagrada vencedora do LOL Brasil, um reality de humor sobre não rir do próprio humor. Lidar com essas dualidades faz parte da carreira, assim como estar em cena ao lado do Ricardo Cubba com um humorístico nos palcos, enquanto vive um drama pesado na fase final de Travessia. A Flávia, mulher brasileira, politizada, vive bem dentro deste corpo que empresta tanta emoção às personagens? Essa dualidade mexe com a Flávia de hoje? Eu estou num momento pleno de realização. Não tem felicidade maior para uma atriz do que ser desafiada no seu campo de criação. Eu empresto minha voz e meu corpo às minhas personagens, falo sobre o que penso através do meu humor – ácido e irônico – nas redes sociais, e construo personagens para dar voz ao texto de outros roteiristas em filmes e na novela. Eu me formei como palhaça trabalhando durante 10 anos em hospitais, onde o que eu tinha de mais importante a fazer era estar disponível e permeável para as pessoas que eu encontrasse nas enfermarias. Transitar com afeto por onde os afetos me levassem. E é o que eu disponibilizo agora no meu trabalho. Estou muito feliz em poder mostrar tudo isso ao público. O “Deixa que eu conto” é a celebração de uma grande ideia de vocês sobre misturar stand-up

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